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Brasil domina França e segue sem perder na Liga das Nações feminina

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A seleção brasileira feminina de vôlei venceu a França por 3 sets a 0 (parciais de 25/22, 25/19 e 25/15) na partida que abriu a segunda semana da Volleyball Nations League (Liga das Nações de Vôlei) nesta quarta-feira (17), em Ankara (Turquia). A equipe comandada por José Roberto Guimarães - que teve Paulo Coco à beira da quadra -  manteve os 100% de aproveitamento na competição, e lidera a classificação geral com cinco vitórias em cinco jogos. O torneio tem transmissão ao vivo online no streaming da Federação Internacional de Voleibol (World Volleyball).

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Notícias relacionadas:

A ponteira Ana Cristina, com 13 pontos, foi a maior pontuadora do Brasil no confronto, que teve 1h26 de duração. O desempenho da seleção foi especialmente eficiente no saque, com oito aces contra apenas dois das francesas.

#VNL2026: 🇧🇷 PERFECT START IN ANKARA! 🔥

Brazil defeat 🇫🇷 France in straight sets to extend their unbeaten run. 👏

🎥 Highlights coming soon.

📺 Relive on VBTV: https://t.co/tLeKGVNZId

🏐 #BePartOfTheGame #Volleyball #Volei pic.twitter.com/yoa36sRYdB

— Volleyball World (@volleyballworld) June 17, 2026

Nesta quarta, José Roberto Guimarães cumpriu suspensão de uma partida por ter se envolvido em uma confusão com a comissão técnica da Bulgária, em jogo disputado na semana passada. Ele volta ao banco de reservas do Brasil nesta quinta-feira, quando a seleção enfrenta a Bélgica, a partir das 10h, no horário de Brasília. 

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Brasil domina França e segue sem perder na Liga das Nações feminina

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Nesta quarta, José Roberto Guimarães cumpriu suspensão de uma partida por ter se envolvido em uma confusão com a comissão técnica da Bulgária, em jogo disputado na semana passada. Ele volta ao banco de reservas do Brasil nesta quinta-feira, quando a seleção enfrenta a Bélgica, a partir das 10h, no horário de Brasília. 

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Powerdot e Octopus Energy lançam parceria em França

A Powerdot, operador português de carregamentos de veículos elétricos, aliou-se à Octopus Energy, fornecedor de energia renovável do Reino Unido, para lançarem um plano conjunto de carregamento em França.

O plano das duas empresas oferece carregamento doméstico ilimitado com acesso ilimitado à rede pública da Powerdot, que está em rápida expansão nos mercados europeus.

A empresa portuguesa conta com mais de 7.500 pontos de carregamento rápido e ultrarrápido distribuídos por 1.100 postos ativos em França.

O plano de subscrição constitui a “primeira oferta integrada de carregamento ilimitado e previsível para veículos elétricos na Europa, oferecendo previsibilidade total dos custos de carregamento, tanto em casa como na estrada, e contribuindo para eliminar uma das últimas barreiras à adoção dos veículos elétricos”, referem as empresas em comunicado.

As empresas também explicam que o carregamento doméstico ilimitado é possível através do sistema de controlo inteligente da Octopus Energy, sendo apenas necessário o utilizador selecionar, através da aplicação, o nível de carregamento que pretende e a hora a que o veículo tem de estar pronto para circular.

A parceria surge numa altura em que o governo francês anunciou o seu plano para multiplicar por cinco o número de postos de carregamento público até 2035 e instalar infraestruturas de carregamento em 1,7 milhões de lugares de estacionamento em condomínios.

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"Não se meta nas eleições no Brasil", diz Lula a Trump

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nas eleições brasileiras e respeite o país.

“Por mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro – do pai, do filho, do neto. Não tenho nenhum problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições no Brasil.”

Notícias relacionadas:

“As eleições no Brasil são um problema do Brasil, como as eleições americanas são problema deles e não são um problema meu. A única coisa que eu quero é respeito pelo Brasil, assim como eu tenho pelos Estados Unidos”, completou.

Em entrevista coletiva após o fim da Cúpula do G7, em Évian, na França, Lula disse que, se Trump conhece o Brasil pela relação que ele tem com a família Bolsonaro, ele desconhece o país.

“Ele tem o direito de ter as preferências eleitorais dele, as preferências ideológicas dele. Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, concluiu.


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Entenda

Mais cedo, também em entrevista coletiva no evento, Trump classificou o Brasil como um país “um pouco perigoso politicamente” e citou a condenação de Eduardo Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Prenderam ele ou querem prendê-lo. Estão tramando algo para a sua prisão. Eles jogam bem pesado. Mas ninguém joga mais pesado que os Estados Unidos”, disse.

O ex-deputado federal foi condenado a quatro anos e dois meses anos de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo.

Ele foi considerado culpado de atuar em Washington a favor do tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras, para intimidar a Suprema Corte e tentar evitar a condenação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

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"Não se meta nas eleições no Brasil", diz Lula a Trump

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nas eleições brasileiras e respeite o país.

“Por mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro – do pai, do filho, do neto. Não tenho nenhum problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições no Brasil.”

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Em entrevista coletiva após o fim da Cúpula do G7, em Évian, na França, Lula disse que, se Trump conhece o Brasil pela relação que ele tem com a família Bolsonaro, ele desconhece o país.

“Ele tem o direito de ter as preferências eleitorais dele, as preferências ideológicas dele. Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, concluiu.


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Entenda

Mais cedo, também em entrevista coletiva no evento, Trump classificou o Brasil como um país “um pouco perigoso politicamente” e citou a condenação de Eduardo Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Prenderam ele ou querem prendê-lo. Estão tramando algo para a sua prisão. Eles jogam bem pesado. Mas ninguém joga mais pesado que os Estados Unidos”, disse.

O ex-deputado federal foi condenado a quatro anos e dois meses anos de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo.

Ele foi considerado culpado de atuar em Washington a favor do tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras, para intimidar a Suprema Corte e tentar evitar a condenação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, pela tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

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O que Trump fez foi coisa desaforada, diz Lula sobre novo tarifaço

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez “uma coisa desaforada” ao sugerir uma espécie de novo tarifaço ao Brasil em meio a negociações em andamento entre os dois países.

“Acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil. Ele sabe disso. Por isso eu disse que ele continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo”, disse, em entrevista coletiva após o fim da cúpula do G7, em Évian, na França.

Notícias relacionadas:

Questionado se havia conversado com Trump durante a cúpula, Lula disse não ter pedido um encontro bilateral com o presidente estadunidense porque ambos os países seguem em fase de negociação. “Não tinha porque pedir bilateral. Nós estamos negociando”.

“Na hora em que terminar a negociação, se não der em nada, não tenho nenhum problema de pegar o telefone, ligar para o Trump e marcar outra conversa. Nasci no mundo político negociando. Desde muito cedo, a minha vida foi negociar com gente tão poderosa quando ele.”

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O que Trump fez foi coisa desaforada, diz Lula sobre novo tarifaço

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez “uma coisa desaforada” ao sugerir uma espécie de novo tarifaço ao Brasil em meio a negociações em andamento entre os dois países.

“Acho que o que ele fez foi uma coisa desaforada para o Brasil. Ele sabe disso. Por isso eu disse que ele continua agindo como imperador. Nós estávamos fazendo acordo”, disse, em entrevista coletiva após o fim da cúpula do G7, em Évian, na França.

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“Na hora em que terminar a negociação, se não der em nada, não tenho nenhum problema de pegar o telefone, ligar para o Trump e marcar outra conversa. Nasci no mundo político negociando. Desde muito cedo, a minha vida foi negociar com gente tão poderosa quando ele.”

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Análise: vitória da França expõe distância técnica para o Brasil

A França confirmou seu favoritismo na Copa do Mundo com uma atuação dominante diante do Senegal, exibindo um elenco repleto de qualidade tanto nos titulares quanto no banco de reservas.

A performance de jogadores como Mbappé, Olise e Rabiot reforçou a força técnica da seleção francesa, que disputou as duas últimas finais do torneio.

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    Mbappé comemora gol da França sobre Senegal pela Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Kylian Mbappé, atacante da França • Shaun Botterill - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Disputa de bola em França x Senegal • Getty Images

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    Upamecano trava chute de Sarr no jogo entre França e Senegal • Foto: Dan Mullan/Getty Images

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    França e Senegal se enfrentaram na abertura do grupo I da Copa • Foto: Darrian Traynor/Getty Images

No debate promovido pelo CNN Esportes, Michel Bastos destacou que o técnico da França pode olhar para o banco de reservas com grande satisfação. “Você tem você tem Barcola, você tem Kanté, que é monstro. Ele tem muita troca com muita qualidade”, afirmou.

Para ele, a estreia da seleção francesa evidenciou um nível técnico muito acima da média das demais seleções presentes na competição.

Mbappé mais coletivo e decisivo pela França

Um dos pontos centrais do debate foi o comportamento de Mbappé com a camisa da seleção francesa em comparação ao que apresenta no clube. O jornalista Raul Moura defendeu que o atacante é essencialmente o mesmo jogador nos dois contextos, mas ressaltou que, pela França, ele se entrega muito mais defensivamente.

“Ontem você via ele voltando para marcar, uma coisa diferente do Mbappé, que é um jogador com menos ações defensivas no futebol durante toda a temporada”, observou.

Raul também destacou que Mbappé acumula 14 gols em três Copas do Mundo, o que evidencia sua afinidade com o torneio. “Parece que ele nasceu para jogar uma Copa do Mundo”, comentou.

Outro ponto levantado foi a qualidade dos companheiros ao redor de Mbappé. Olise foi elogiado como um jogador de nível excepcional, capaz de encontrar passes que poucos conseguiriam. Rabiot, muitas vezes subestimado, também foi destacado por dominar o meio-campo com facilidade.

“O que o Rabiot jogou de bola ontem foi assustador, ele dominou o meio-campo com uma certa facilidade”, afirmou Raul.

Brasil ainda muito abaixo da França, segundo comentaristas

A análise da seleção francesa serviu também como espelho para avaliar o atual momento da seleção brasileira. Raul Moura foi enfático ao afirmar que o Brasil ainda está muito aquém do nível técnico apresentado pelos franceses.

“A nossa seleção brasileira vai ter que ralar demais. A gente hoje está muito abaixo da qualidade técnica da seleção francesa”, declarou, acrescentando que a diferença entre Vinícius Júnior e Olise, por exemplo, é “surreal” ao se comparar as atuações dos dois.

Para o comentarista, é fundamental que o Brasil use as seleções favoritas como referência para entender o que precisa evoluir. “Para ser campeão, a gente com certeza lá na frente vai ter que esbarrar nessas seleções de muita qualidade, como a França”, concluiu.

Rayan e Igor Thiago são jogadores que mais valorizaram após convocação

 

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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Louvre. Diretor reconhece que museu está no limite

Diretor do Louvre afirma que infraestruturas envelhecidas chegam ao fim de um ciclo e que será preciso uma "muralha de investimentos". Sistema de segurança foi reforçado, mas com limitações.

© YOAN VALAT/EPA

"Claro que instalámos, com caráter de urgência, câmaras adicionais em locais onde se verificou uma lacuna [de vigilância], mas não é possível recriar uma nova rede com centenas de câmaras sem reforçar a infraestrutura técnica"
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Louvre. Diretor reconhece que museu está no limite

Diretor do Louvre afirma que infraestruturas envelhecidas chegam ao fim de um ciclo e que será preciso uma "muralha de investimentos". Sistema de segurança foi reforçado, mas com limitações.

© YOAN VALAT/EPA

"Claro que instalámos, com caráter de urgência, câmaras adicionais em locais onde se verificou uma lacuna [de vigilância], mas não é possível recriar uma nova rede com centenas de câmaras sem reforçar a infraestrutura técnica"
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Análise: Lula faz críticas indiretas às políticas de Trump no G7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, na terça-feira (16), da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França, e aproveitou o encontro para fazer críticas indiretas às políticas do governo dos Estados Unidos.

Sentado praticamente frente a frente com o presidente americano, Donald Trump, e com o anfitrião, Emmanuel Macron, Lula discursou em uma sessão sobre desenvolvimento sem citar nominalmente nem Trump nem os Estados Unidos.

Críticas ao protecionismo e ao unilateralismo

Em seu discurso, o presidente brasileiro criticou o neoliberalismo, apontando-o como responsável pela desigualdade econômica.

Em seguida, afirmou que “o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas falaciosas para a complexidade dos nossos problemas” — uma referência, segundo o enviado especial e analista sênior de Internacional da CNN, Américo Martins, às tarifas impostas por Trump a diversos países, dando início a guerras comerciais e ao protecionismo da economia americana.

Soberania dos estados e crime transnacional

Lula também defendeu o respeito à soberania dos Estados no combate ao crime transnacional e ao tráfico de drogas, afirmando que esse esforço deve incorporar o diálogo e a cooperação institucional, inclusive por meio da Interpol.

A declaração foi interpretada como uma crítica lateral à decisão do governo americano de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como entidades terroristas — uma decisão unilateral com a qual o governo brasileiro não concorda.

 

Reunião com líder japonesa e agenda do Mercosul

Antes do discurso, Lula se reuniu com Sanae Takaichi, primeira-ministra do Japão, para discutir as bases de um possível acordo de livre comércio entre o Japão e os países do Mercosul. Segundo Lula, o anúncio do início dessas negociações deve ocorrer no Paraguai no dia 30 de junho, durante a reunião de cúpula do Mercosul.

Outros temas da cúpula

A cúpula também foi marcada por discussões sobre conflitos internacionais. Pela manhã, os líderes do G7 se reuniram com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que pediu mais pressão sobre a Rússia para que o país aceite negociar o fim da guerra.

Além disso, líderes do Egito, do Catar e dos Emirados Árabes Unidos se encontraram com Trump para discutir os detalhes de um acordo entre os Estados Unidos e o Irã para o fim da guerra no Oriente Médio.

A cúpula continua nesta quarta-feira (17), com Lula previsto para fazer duas participações públicas: uma sobre desigualdades econômicas e outra sobre inteligência artificial.

Análise: ausência de cumprimento entre Lula e Trump não tem significado especial

O analista de Internacional da CNN Lourival Sant’Anna avaliou que o fato de Trump não ter ido cumprimentar Lula durante a foto oficial da cúpula não deve ser interpretado como um sinal negativo.

Segundo Lourival, o presidente americano recebeu Lula por três horas na Casa Branca em março e tinha outras prioridades no encontro, como articulações em torno do Estreito de Ormuz e conversas com líderes do Oriente Médio envolvidos em um fundo de US$ 300 bilhões ligado às negociações com o Irã.

O analista também destacou que Trump separa bem os interesses comerciais dos Estados Unidos das relações pessoais com outros líderes, ressaltando que a chamada “química” entre os dois não significa concessões em temas como tarifas ou o sistema de pagamentos Pix — que, segundo o Lourival, é “uma criação legítima do Brasil” e não deve ser objeto de recuo por parte do governo brasileiro.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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Brasil rejeita maioria das declarações do G7 e amplia distância do bloco

O Brasil encerrou o segundo dia de participação na cúpula do G7 em Évian, na França, com um saldo diplomático que evidencia distância entre Brasília e o grupo das sete principais economias do mundo. De cinco documentos divulgados pela presidência francesa, o Brasil aderiu a apenas dois.

Na avaliação do governo brasileiro, boa parte dos textos foi deliberadamente moldada para garantir a permanência dos Estados Unidos na cúpula e evitar o veto do presidente Donald Trump. O resultado, na visão de Brasília, foi uma série de documentos que omitem temas centrais, como mudança climática, reforma das instituições multilaterais e o papel da Organização Mundial da Saúde (OMS), para não contrariar Washington.

Dos três primeiros textos divulgados nesta terça, o Brasil havia aderido apenas à declaração sobre o combate ao câncer — tema que o governo Lula considera prioritário na agenda de saúde pública, com programas de ampliação do atendimento oncológico na rede pública.

Divergências sobre desenvolvimento e saúde global

A declaração sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento, que embasou a sessão da tarde em que Lula discursou, foi rejeitada pelo Brasil. O documento propõe a mobilização de capital privado e mecanismos de garantia para investidores como resposta à queda brutal na ajuda ao desenvolvimento, uma abordagem que Brasília considera insuficiente e despolitizada.

Na visão brasileira, o texto ignora as questões ambientais, de dívida externa e de combate à fome, e não menciona em nenhum momento a mudança climática — ausência que o governo brasileiro atribui diretamente à necessidade de acomodar os Estados Unidos.

A declaração sobre o surto de ebola na República Democrática do Congo e em Uganda também não recebeu o apoio brasileiro. O motivo: o texto não faz qualquer menção à OMS.

Segundo o governo brasileiro, a omissão foi deliberada para não contrariar Washington, que cortou drasticamente seu financiamento ao organismo. O Brasil optou por formalizar sua posição sobre saúde global por meio de uma carta de Lula ao secretário-geral da OMS, Tedros Adhanom, pedindo apoio de países do G20 e do G7 à agência.

O Brasil também aderiu à declaração sobre combate ao narcotráfico. Antes havia feito a ressalva de que só endossaria o documento caso o texto final abordasse também lavagem de dinheiro sem enquadrar organizações criminosas como grupos terroristas.

A declaração sobre proteção de crianças nas redes sociais também deve ter o aval brasileiro, visto que o país tem legislação própria no tema e experiência a compartilhar.

O Brasil não deve assinar a declaração sobre desequilíbrios macroeconômicos, que na avaliação brasileira trata o problema como essencialmente ligado à China, sem mencionar os impactos do unilateralismo comercial e dos conflitos internacionais sobre as cadeias produtivas globais.

Brasília também ficou de fora da declaração sobre migração e não aderiu à de minerais críticos, cujo enfoque o governo brasileiro considera extrativista e geopolítico — voltado a criar uma coalizão ocidental contra a influência chinesa, sem considerar o direito dos países produtores a agregar valor às suas cadeias produtivas.

O debate sobre desenvolvimento

Na sessão da tarde, que reuniu os membros do G7 e os países convidados (Brasil, Índia, Coreia do Sul e Quênia), as intervenções evidenciaram diferenças de visão sobre o tema do desenvolvimento.

O anfitrião Emmanuel Macron focou mecanismos de garantia para mobilizar capital privado. Trump defendeu as contribuições americanas à África, sem conectar sua fala ao documento que embasava o debate. Lula argumentou que o problema não é escassez de recursos, mas escolha política sobre como usá-los, posição que diverge da abordagem predominante no texto do G7.

Nenhum líder rebateu diretamente o discurso brasileiro. A intervenção que mais se aproximou da posição de Brasília, segundo relatos de quem acompanhou a sessão, foi a da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que reconheceu que os países ricos cometeram erros nas últimas décadas e contribuíram para criar dependência nos países em desenvolvimento.

Lula e Trump: questão irrelevante

Nas redes sociais e em parte da cobertura jornalística, circulou nesta terça a dúvida sobre se Lula e Trump se cumprimentaram — ou se teriam deliberadamente se evitado. Imagens dos líderes reunidos para a chamada foto de família, retrato oficial do encontro, mostram Trump passando por Lula sem saudá-lo.

A assessoria do presidente brasileiro afirma considerar a questão irrelevante. Não há confirmação de que os dois líderes tenham interagido, mas também não há nenhum elemento que indique evitamento intencional.

Os dois estarão presentes nos mesmos eventos na quarta-feira, e um cumprimento informal não está descartado. O governo brasileiro reitera que não houve pedido de reunião bilateral entre Lula e Trump — e que, por ora, não há o que negociar num encontro formal.

Agenda de quarta-feira

No último dia da cúpula, Lula participará de sessão de trabalho sobre crescimento econômico equilibrado e de almoço com representantes das principais empresas de tecnologia do mundo para debater inteligência artificial.

Está prevista ainda uma possível bilateral com o ditador do Egito, Abdel Fattah Al-Sisi.

Ao fim dos trabalhos em Évian, o presidente segue para Genebra, onde deve se reunir com Valdecy Urquiza, secretário-geral da Interpol e primeiro brasileiro a ocupar o cargo, acompanhado do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues — encontro que ocorre num contexto de tensão com Washington após a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos.

Também deve entrar na agenda da quarta-feira uma reunião com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, a pedido de Kiev. (João Caminoto/FOLHAPRESS)

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Diretor reconhece que Museu do Louvre está no limite das capacidades

O Museu do Louvre, em Paris, está “numa encruzilhada” e “no limite” das suas capacidades, a precisar um avultado investimento, afirmou hoje o novo diretor do museu, Christophe Leribault, no senado francês.

“Podemos afirmar sem rodeios: Apesar da grandiosidade, apesar do envolvimento diário das suas equipas, é um Louvre que está no limite. As instalações e infraestruturas estão a chegar ao fim do seu ciclo de vida”, disse o historiador de arte.

Christophe Leribault, que presidiu ao Palácio de Versalhes, foi nomeado diretor do Louvre em fevereiro passado pelo governo francês, com a missão de melhorar a segurança e modernizar o museu mais visitado do mundo.

No senado, Leribault disse que a instituição está “numa encruzilhada”, pela urgência na intervenção dos edifícios, o que representa “uma muralha de investimentos”.

“Obviamente não é o que queremos ouvir”, reconheceu o responsável, dando como exemplo a necessidade de remover mais de 10.000 vasos gregos para que se façam obras de reabilitação numa das salas do Louvre.

Outra das demandas exigidas ao novo diretor é dar continuidade ao projeto “Louvre – Novo Renascimento”, que o próprio descreveu hoje como uma “necessidade absoluta”, estando orçamentado em mais de mil milhões de euros.

Christophe Leribault foi nomeado pelo governo francês depois de a anterior diretora do Museu do Louvre, Laurence des Cars, ter apresentado demissão, meses depois de um assalto que expôs as fragilidades do museu.

No dia 19 de outubro de 2025, um grupo de assaltantes levou apenas alguns minutos para entrar na Galeria de Apolo do museu, num elevador de mercadorias, partir rapidamente duas das três vitrinas instaladas no final de 2019 para guardar joias e fugir com oito peças num valor estimado de 88 milhões de euros.

Sobre a segurança, Christophe Leribault anunciou hoje a criação, para outubro, de um novo centro de controlo e a implementação de um novo sistema de videovigilância no perímetro do museu, a partir de janeiro de 2027.

“Claro que instalámos, com caráter de urgência, câmaras adicionais em locais onde se verificou uma lacuna [de vigilância], mas não é possível recriar uma nova rede com centenas de câmaras sem reforçar a infraestrutura técnica”, disse.

Além do assalto em outubro de 2025, o Museu do Louvre anunciou em fevereiro que foi alvo de uma fraude gigantesca na bilheteira, que causou um prejuízo superior a 10 milhões de euros.

Foi ainda noticiada uma inundação, que afetou a biblioteca de antiguidades, pela avaria de tubagens, cujo estado de degradação era conhecido, e uma infiltração de água que danificou igualmente um teto pintado do século XIX, obrigando a instituição a encerrar temporariamente algumas salas.

Desde dezembro, o museu tem igualmente passado por períodos de greve dos seus trabalhadores, que têm levado ao encerramento parcial ou total da instituição.

De acordo com a publicação “The Art Newspaper”, o Museu do Louvre foi o museu mais visitado do mundo em 2025, com nove milhões de entradas.

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Dia de recordes históricos para Messi e Mbappé (que esteve à frente de ‘Leo’ só por 5 horas)

Avançado francês bisou e brilhou frente ao Senegal (3-1), tornou-se o melhor marcador da história de França e ultrapassou o astro argentino na lista de melhores marcadores em Mundiais. Messi respondeu com hat-trick e igualou Klose como melhor marcador da história dos Campeonatos do Mundo. O astro argentino Lionel Messi igualou esta terça-feira o alemão Miroslav Klose como o melhor marcador da história dos Mundiais, ao conseguir um inédito hat-trick, face à Argélia, na estreia no Mundial 2026. Em Kansas City, em encontro do Grupo J, ‘La Pulga’, apontou três golos, aos 17, 60 e 76 minutos. Com o primeiro,

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Avançado francês bisou e brilhou frente ao Senegal (3-1), tornou-se o melhor marcador da história de França e ultrapassou o astro argentino na lista de melhores marcadores em Mundiais. Messi respondeu com hat-trick e igualou Klose como melhor marcador da história dos Campeonatos do Mundo. O astro ar
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França vence Senegal por 3 a 1 na estreia do Grupo I da Copa do Mundo

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Atual campeã europeia e líder do ranking da Fifa, a França mostrou porque é uma das favoritas a vencer a Copa do Mundo de 2026. Na estreia contra o Senegal, nesta terça-feira (16), em Nova York (Estados Unidos) a equipe Les Blues (Os Azuis) marcaram três vezes, sendo duas delas nos acréscimos, em ataques rápidos, sem chance para a defesa senegalesa. Mbappé e Bradley Barcola fizeram para os franceses e Ibrahim Mbaye descontou para Senegal.

No primeiro tempo a seleção africana quase abriu o placar em um lance de Nicolas Jackson. A jogada começou com El Hadji Malick Diouf que avançou pelo lado esquerdo e alcançou Jackson à frente. O atacante do Bayern de Munique se livrou da marcação e chutou para o gol. A bola não entrou por pouco, depois de uma defesa atrapalhada do goleiro francês Mike Maignan.

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A pressão senegalesa continuou, apesar das invertidas da França, repleta de jogadores de ascendência africana. Com uma constelação de talentos em campo, incluindo Kylian Mbappé, a equipe Les Blues perdeu lances importantes e parou diante da da defesa senegalesa, sem conseguir finalizar.

France start off strong! 💪#FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 16, 2026

Aos 40 minutos, o árbitro Alireza Faghani, iraniano naturalizado australiano, deixou passar uma falta em favor do time senegalês, contra Ismaïla Sarr, que caiu no campo do adversário. A sinalização era de que o juiz não apitaria eventuais trombadas. Em seguida, Faghani também não marcou uma jogada controversa, contra Mbappé, na área senegalesa, que poderia ter sido pênalti. O lance foi revisado pelo VAR (árbitro assistente de vídeo), mas Faghani não alterou sua decisão, mandou o jogo seguir e marcou tiro de meta.

Nos momentos finais do primeiro tempo, o Senegal teve a grande chance de marcar o primeiro gol. Pela esquerda, Sadio Mané, a estrela do time, recebeu a bola de El Hadji Diouf, que devolveu para Mané e ajeitou para Ismaïla, cara a cara com o gol. O ponta-direita, no entanto, chutou para a fora.

No segundo tempo, a França voltou com força e logo nos primeiros minutos conseguiu finalizar. Os jovens Désiré Doué, do Paris Saint-Germain, e o meia Michael Olise, jogador do Bayern, pressionaram no ataque, mas as finalizações pararam por várias vezes no goleiro do Senegal Édouard Mendy, que fez defesas incríveis.

O primeiro gol da França só saiu aos 21 minutos, dos pés de Kylian Mbappé, após um passe bem colocado de Olise, que fez o cruzamento de fora da área.

A reação senegalesa veio rápida: Jackson recebeu um ótimo passe, mas estava impedido e o lance teve de ser anulado.

Os 15 minutos finais foram de pressão total da França. Bradley Barcola, que tinha acabado de deixar o banco de reservas, ampliou para os Blues, após uma roubada de bola. A França já liderava o placar por 2 a 0. Na sequência, o Senegal partiu em contra-atraque. Ibrahim Mbaye, jogador francês naturalizado senegalês, descontou aos 50 minutos, irritando o técnico francês Didier Deschamps. Ele foi flagrado pelas câmeras arremessando com força uma garrafa de água no chão e cobrando atitude do time.

You voted Michael Olise Superior Player of the Match! ✨

#FIFAWorldCup #SuperiorPOTM pic.twitter.com/xtreeBG5jv

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 16, 2026

Mal deu tempo de os senegaleses comemorarem e veio a reação dos Azuis.  Do meio de campo, Olise - eleito o melhor na partida pela Fifa - colocou a bola nos pés de Mbappé, que brilhantemente chutou para o fundo da rede, ampliando para 3 a 1 a vantagem francesa. marcando terceiro gol da França. O atacante francês chegou a 13 gols em Mundiais, ultrapassando Pelé (12) e empatando com  Lionel Messi (13). 

Em desvantagem, o Senegal não conseguiu parar o ataque francês, principalmente, após as substituições. Os Blues encontraram espaço e os passes rápidos empolgaram a arquibancada. Os senegaleses ainda afastaram cruzamentos, mas se desorganizaram e não tiveram as mesmas oportunidades do primeiro tempo.

Na próxima rodada, a França joga contra o Iraque, na Filadélfia, segunda-feira (22). No mesmo dia, em Nova York, o Senegal enfrenta a Noruega.

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França vence Senegal por 3 a 1 na estreia do Grupo I da Copa do Mundo

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Atual campeã europeia e líder do ranking da Fifa, a França mostrou porque é uma das favoritas a vencer a Copa do Mundo de 2026. Na estreia contra o Senegal, nesta terça-feira (16), em Nova York (Estados Unidos) a equipe Les Blues (Os Azuis) marcaram três vezes, sendo duas delas nos acréscimos, em ataques rápidos, sem chance para a defesa senegalesa. Mbappé e Bradley Barcola fizeram para os franceses e Ibrahim Mbaye descontou para Senegal.

No primeiro tempo a seleção africana quase abriu o placar em um lance de Nicolas Jackson. A jogada começou com El Hadji Malick Diouf que avançou pelo lado esquerdo e alcançou Jackson à frente. O atacante do Bayern de Munique se livrou da marcação e chutou para o gol. A bola não entrou por pouco, depois de uma defesa atrapalhada do goleiro francês Mike Maignan.

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A pressão senegalesa continuou, apesar das invertidas da França, repleta de jogadores de ascendência africana. Com uma constelação de talentos em campo, incluindo Kylian Mbappé, a equipe Les Blues perdeu lances importantes e parou diante da da defesa senegalesa, sem conseguir finalizar.

France start off strong! 💪#FIFAWorldCup

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Aos 40 minutos, o árbitro Alireza Faghani, iraniano naturalizado australiano, deixou passar uma falta em favor do time senegalês, contra Ismaïla Sarr, que caiu no campo do adversário. A sinalização era de que o juiz não apitaria eventuais trombadas. Em seguida, Faghani também não marcou uma jogada controversa, contra Mbappé, na área senegalesa, que poderia ter sido pênalti. O lance foi revisado pelo VAR (árbitro assistente de vídeo), mas Faghani não alterou sua decisão, mandou o jogo seguir e marcou tiro de meta.

Nos momentos finais do primeiro tempo, o Senegal teve a grande chance de marcar o primeiro gol. Pela esquerda, Sadio Mané, a estrela do time, recebeu a bola de El Hadji Diouf, que devolveu para Mané e ajeitou para Ismaïla, cara a cara com o gol. O ponta-direita, no entanto, chutou para a fora.

No segundo tempo, a França voltou com força e logo nos primeiros minutos conseguiu finalizar. Os jovens Désiré Doué, do Paris Saint-Germain, e o meia Michael Olise, jogador do Bayern, pressionaram no ataque, mas as finalizações pararam por várias vezes no goleiro do Senegal Édouard Mendy, que fez defesas incríveis.

O primeiro gol da França só saiu aos 21 minutos, dos pés de Kylian Mbappé, após um passe bem colocado de Olise, que fez o cruzamento de fora da área.

A reação senegalesa veio rápida: Jackson recebeu um ótimo passe, mas estava impedido e o lance teve de ser anulado.

Os 15 minutos finais foram de pressão total da França. Bradley Barcola, que tinha acabado de deixar o banco de reservas, ampliou para os Blues, após uma roubada de bola. A França já liderava o placar por 2 a 0. Na sequência, o Senegal partiu em contra-atraque. Ibrahim Mbaye, jogador francês naturalizado senegalês, descontou aos 50 minutos, irritando o técnico francês Didier Deschamps. Ele foi flagrado pelas câmeras arremessando com força uma garrafa de água no chão e cobrando atitude do time.

You voted Michael Olise Superior Player of the Match! ✨

#FIFAWorldCup #SuperiorPOTM pic.twitter.com/xtreeBG5jv

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Mal deu tempo de os senegaleses comemorarem e veio a reação dos Azuis.  Do meio de campo, Olise - eleito o melhor na partida pela Fifa - colocou a bola nos pés de Mbappé, que brilhantemente chutou para o fundo da rede, ampliando para 3 a 1 a vantagem francesa. marcando terceiro gol da França. O atacante francês chegou a 13 gols em Mundiais, ultrapassando Pelé (12) e empatando com  Lionel Messi (13). 

Em desvantagem, o Senegal não conseguiu parar o ataque francês, principalmente, após as substituições. Os Blues encontraram espaço e os passes rápidos empolgaram a arquibancada. Os senegaleses ainda afastaram cruzamentos, mas se desorganizaram e não tiveram as mesmas oportunidades do primeiro tempo.

Na próxima rodada, a França joga contra o Iraque, na Filadélfia, segunda-feira (22). No mesmo dia, em Nova York, o Senegal enfrenta a Noruega.

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