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Mexican authorities discover body in trunk near Iranian soccer team's World Cup training grounds: report

Mexican authorities discovered a decomposing corpse with "signs of violence" near Tijuana's Caliente Stadium, where the Iranian national soccer team is training during the World Cup, according to a New York Post report.

Authorities responded to complaints about a bad smell wafting from a gray Toyota SUV with California plates parked in a grocery store parking lot near the stadium, the Post reported.

"Upon inspecting the vehicle, they found a person wrapped in a black bag in the trunk, showing signs of violence," a spokesperson for the Tijuana prosecutor's office told the Post.

According to the report, the car had a damaged back end and was equipped with a license plate holder from a Tijuana car dealership.

HIDDEN TUNNEL DISCOVERED IN TIJUANA MAY HAVE SUPPORTED CROSS-BORDER TRAFFICKING OPERATIONS

Mexican officials could be seen wearing white jumpsuits while collecting evidence from the car in photos taken from the scene.

TSUNAMI OF SEWAGE FROM MEXICO BARRELS TOWARD US COASTLINE, OFFICIALS WARN

Tijuana, located just across the U.S.-Mexico border from San Diego, California, is frequently rated as one of the most violent cities in the world.

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Iran's national team is training at Caliente Stadium in preparation for their upcoming World Cup game against New Zealand in Los Angeles' SoFi Stadium on Monday.

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“Y aquí termina el primer cuarto”: las pausas de hidratación en el Mundial cambian el fútbol e indignan a los aficionados

Cuando el EE UU-Paraguay se detuvo en el minuto 24 para la primera pausa de hidratación, el narrador de la Fox proclamó: “Y aquí termina el primer cuarto”. Ahí también empieza a cristalizar la terminología del nuevo fútbol que se cocina en este Mundial. Se registraban solo 24 grados y un 68% de humedad en Los Ángeles, pero la voracidad de la FIFA ha instaurado estas nuevas interrupciones comerciales sobre las que ya bromeó con cierto sarcasmo el exfutbolista Alexi Lalas en el partido inaugural: “México 1 - Sudáfrica 0 al final del primer cuarto”, escribió en la red social X. “Lo odio”, respondió la exjugadora y bicampeona del mundo y olímpica Carli Lloyd.

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© DANIEL COLE (REUTERS)

Pochettino da instrucciones a la selección de EEUU en una pausa de hidratación.
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Primeiro-ministro recebe Selecção antes do Mundial

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recebeu a Selecção Nacional de Futebol antes da partida da equipa para o Mundial 2026. No encontro, o chefe do Governo deixou uma mensagem de confiança e apoio aos jogadores, sublinhando a esperança dos portugueses numa…

O post Primeiro-ministro recebe Selecção antes do Mundial aparece primeiro no Diáspora Lusa.

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Ainda existe o espírito desportivo?

Quando falamos na necessidade de reforma das instituições internacionais não podemos nos esquecer que mesmo em áreas tão aparentemente triviais quanto o esporte, o Ocidente dá as cartas.

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A Copa do Mundo de 2026, sediada simultaneamente nos EUA, México e Canadá, mal começou e já está envolta em inúmeras polêmicas – todas elas provocadas pelos EUA.

A principal polêmica envolve o Irã. O país está em guerra com os EUA – guerra esta iniciada pelos EUA e Israel. E apesar de um frágil cessar-fogo, as escaramuças com mísseis e drones tornaram-se praticamente diárias na última semana. Os EUA não se saíram tão bem nesta guerra como esperavam, porém, e, talvez por isso, vemos o país engajado em atos bastante mesquinhos de revanche, aproveitando-se do fato de ser sede da Copa do Mundo, numa série de comportamentos evidentemente motivados pelo ressentimento.

Já há mais de um mês, Donald Trump declarou que não garantia a segurança da seleção iraniana no território dos EUA, o que levou o país a tentar negociar uma modificação nos locais em que seriam realizados os seus jogos. Não tendo sido isso possível – e a FIFA não deu nenhuma ajuda ao Irã nesse tema – resolveu-se que o Irã treinaria e se hospedaria no México, e que em seus jogos nos EUA a seleção viajaria para a cidade em questão, jogaria e imediatamente voltaria para o México, o que obviamente prejudicará o desempenho dos atletas, especialmente o seu repouso entre os jogos.

Para piorar, os EUA além de concederem vistos faltando apenas alguns dias para a Copa, negaram a dar visto para vários membros da equipe técnica e da federação de futebol do Irã. A atitude é, evidentemente, discriminatória, já que nenhuma outra seleção teve que passar pelo mesmo tipo de situação.

Ademais, não duvidamos da possibilidade de que, com a conivência dos EUA, protestos provocatórios sejam organizados tanto por organizações e pessoas ligadas ao lóbi sionista, quanto por elementos ligados à comunidade de expatriados iranianos, muitos dos quais possuem vínculos com o regime iraniano anterior à Revolução Islâmica de 1979.

Não são apenas os iranianos que estão sofrendo abusos nessa Copa do Mundo. Um dos principais árbitros africanos, o somali Omar Abdulkadir Artan, teve sua entrada negada nos EUA, apesar dele estar com visto, passaporte diplomático e documentação da FIFA. O atacante iraquiano Aymen Hussein foi interrogado por 7 horas após a chegada em Chicago, enquanto o fotógrafo oficial da equipe foi interrogado por 10 horas e deportado. Jogadores do Uzbequistão, Bélgica e Senegal também passaram por revistas extremamente detalhadas em sua chegada nos EUA.

Lançando foco sobre essa questão da participação do Irã na Copa do Mundo 2026 e sobre a postura dos EUA e o papel da FIFA, como é possível que os EUA possam não só participar de uma Copa do Mundo, mas sediá-la, enquanto conduzem uma guerra, iniciada por eles, contra outro país participante da Copa (e que, diferentemente dos EUA, conquistaram a participação por mérito)? Ainda mais levando em consideração que os EUA abriram a guerra massacrando crianças numa escola em Minab. Por muito menos, a Rússia foi banida de todos os eventos da FIFA e da UEFA, sendo proibida de participar na Copa do Mundo de 2022 e, novamente, até mesmo de tentar se classificar para a Copa do Mundo de 2026. A decisão seguiu uma “recomendação” do COI, que também baniu a Rússia das Olimpíadas – uma piada, considerando que a Rússia desde praticamente sempre tem sido uma das principais competidoras nas Olimpíadas.

Ainda sobre as Olimpíadas, é interessante que, na verdade, a campanha contra a Rússia começou antes de 2022, com insistentes acusações de uso de substâncias proibidas, ao mesmo tempo em que se ignorava casos óbvios de doping de atletas dos EUA. O COI, porém, não baniu Israel, mesmo enquanto o país fazia limpeza étnica na Palestina, num processo que, inclusive, eliminou alguns atletas olímpicos palestinos.

A FIFA e o COI, claramente, não são as instituições neutras que talvez já tenham sido um dia.

Especificamente em relação à FIFA, a sua captura gradual começou entre o final dos anos 90 e o início do novo milênio, iniciando pela dominação do rol de patrocinadores por parte de empresas sediadas nos EUA, como a Coca-Cola, a Budweiser e a Mastercard, as quais passaram a financiar a FIFA com dezenas de milhões de dólares ao ano.

Em 2010, os EUA achavam que todo o aporte financeiro dado à FIFA levaria o país a conquistar a disputa para sediar uma nova Copa do Mundo (o país já o havia feito em 1994…). A vitória do Catar levou a acusações duvidosas de suborno, bem como a uma tomada de decisão, dentro dos EUA, sobre uma campanha de pressão e captura da FIFA.

Como em muitos outros casos nos últimos 15 anos, a arma utilizada pelos EUA foi o lawfare. Alegando extraterritorialidade pelos motivos mais espúrios possíveis, o Departamento de Justiça dos EUA lançou uma investigação por corrupção a ponto de ordenar buscas e prisões nas instalações da FIFA na Suíça. De forma coordenada, talvez para evitar sanções, grandes patrocinadores se distanciaram da FIFA e, ao fim de tudo, Joseph Blatter foi forçado a renunciar.

Logo em seguida entra Gianni Infantino. Os patrocinadores de costume retornam e a FIFA ganha ainda novos patrocinadores ligados aos EUA, como o Bank of America. Rapidamente os EUA ganham uma vez mais a disputa para sediar uma Copa do Mundo. Trump, por sua vez, ganha um “Prêmio da Paz da FIFA”, mesmo tendo apenas alguns meses antes bombardeado o Irã.

E agora, naturalmente, Gianni Infantino fecha os olhos para todas as arbitrariedades do governo dos EUA durante a Copa.

Quando falamos na necessidade de reforma das instituições internacionais não podemos nos esquecer que mesmo em áreas tão aparentemente triviais quanto o esporte, o Ocidente dá as cartas.

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Sebastian Gorka and Stephen Miller, architects of Trump’s pressure on Mexico

At the helm of the pressure strategy on Mexico designed in Washington, on the hard-line side, there are two individuals: Stephen Miller and Sebastian Gorka. They are two well-known figures from Donald Trump’s circle of loyalists, both allies of his during his first presidency and whom the president recruited as soon as he secured a second term.

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© Getty Images

Sebastian Gorka and Stephen Miller.
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¿Puedes batir nuestra predicción? Juega a pronosticar el Mundial

¿Qué probabilidad hay de que Francia gane el Mundial? ¿Llegará Canadá a cuartos? ¿Ganará una selección europea? En EL PAÍS hemos hecho un modelo estadístico para predecir el torneo. Dice que España es la favorita, pero también que solo gana con probabilidad 16%, es decir, apenas 1 de cada 6 veces. ¿Crees que tiene razón?

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Te ví por tevé, te tuve ahí

Festejos del triunfo de la selección mexicana ante Sudáfrica fuera del Estadio Azteca.

Esto, querido lector, es una correspondencia entre dos de las grandes plumas de las letras hispánicas. Martín Caparrós y Juan Villoro, amigos y fanáticos futboleros, iniciaron una conversación –íntima y pública al mismo tiempo– con la excusa de la celebración del Mundial de Qatar, en 2022. Ahora, cuatro años más tarde, retoman esa misma serie, titulada ‘Un mundial de ida y vuelta’, para seguir con idéntica pasión el día a día de este otro Mundial que acogen EEUU, México y Canadá.

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Una bandera para cuarenta días

El Estadio Azteca tiene una boca tan grande que parece querer comerse el Mundial. Me bastó con entrar a la inauguración para saber que estaba empezando algo importante. Algo grande. Un juego fascinante y polémico que cada cuatro años obliga al planeta a detenerse para mirar un balón que corre portando una sola mercancía: incertidumbre.

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© YONHAP (EFE)

Son Heung-min intenta batir al portero checo en el partido entre Corea del Sur y Chequia.
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Corpo é encontrado em carro perto da base da seleção iraniana no México

Um corpo envolto em um saco preto foi encontrado no estacionamento de um shopping center em Tijuana, nesta sexta-feira (12), a menos de 300 metros do estádio onde a seleção iraniana de futebol treina para a Copa do Mundo.

A polícia encontrou o corpo no porta-malas de um Toyota modelo RAV4 cinza, estacionado desde a última terça-feira (9).

O guarda do estacionamento, Rafael Lopez, disse à Reuters que alertou os funcionários do supermercado Calimax, que acionaram as autoridades após sentirem um forte odor vindo do veículo.

O corpo apresentava sinais de violência, segundo a promotoria do estado da Baja California.

A descoberta ocorre em meio à desorganização dos preparativos do Irã para a Copa do Mundo. Quinze membros da federação iraniana de futebol tiveram seus vistos para os EUA negados por motivos de segurança, o que obrigou a equipe a transferir seu centro de treinamento do Arizona para Tijuana em cima da hora.

O supervisor da seleção iraniana para a Copa do Mundo, Mahdi Mohammad Nabi, disse à Reuters que nunca havia presenciado “tamanha falta de coordenação” em uma Copa do Mundo.

O Irã enfrenta a Nova Zelândia na segunda-feira (15), em sua estreia no Grupo G da Copa do Mundo, nos arredores de Los Angeles.

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