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19h. Donald Trump diz que acordo vai ser assinado amanhã

O líder norte-americano garante que mal o acordo seja finalizado o Estreito de Ormuz é totalmente aberto. E a Rússia denuncia um ataque da Ucrânia contra a oficina da central nuclear de Zaporíjia.

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Cientista matemático de instituto brasileiro é preso a pedido da Rússia

O pesquisador russo Mikhail Verbitsky, que atua no Brasil desde 2017, foi preso na última quinta-feira (11), no Aeroporto Internacional de Zvartnots, em Yerevan, Armênia. A informação é do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada), onde o cientista trabalhava.

Ainda segundo comunicado do instituto matemático, a prisão é derivada de “uma lista de procurados da Rússia sob alegações de natureza política”.

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Mikhail Verbitsky é um pesquisador conhecido internacionalmente com contribuições para a geometria complexa e a chamada ‘variedades hiperkähler’. O professor tinha um papel na formação de novos cientistas brasileiros e no avanço da matemática no país.

“O IMPA solicita formalmente às autoridades armênias que procedam com sua liberação imediata, permitindo seu retorno seguro ao Brasil para a continuidade de suas atividades acadêmicas”, diz trecho do posicionamento da organização sediada no Rio de Janeiro.

A CNN Brasil tentou contato com o Itamaraty e a embaixada da Rússia no Brasil, mas não teve retorno. O espaço segue aberto.

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19h. Donald Trump diz que acordo vai ser assinado amanhã

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Kiev luta para trazer de volta crianças ucranianas enviadas para a Itália

Quando a diretora de um abrigo infantil ucraniano, Liubov Rudyka, levou as crianças sob seus cuidados para Nápoles, após a invasão russa, acreditou que estava levando os menores para um lugar seguro. Nunca imaginou que a Itália pudesse não querer devolvê-los. No entanto, quatro anos depois, o retorno dessas crianças se transformou em uma batalha judicial.

Autoridades ucranianas informaram à CNN que várias das crianças evacuadas para a Itália com Rudyka estão entre dezenas de menores ucranianos cujo retorno ao país foi impedido pelos tribunais italianos.

A disputa ganhou força em abril, quando Kiev anunciou que uma das crianças ucranianas, um adolescente de 15 anos chamado Sasha, havia sido legalmente adotado por uma família italiana, apesar de ter uma mãe que deseja seu retorno à Ucrânia.

Kiev argumenta que as evacuações foram planejadas como uma medida temporária e que, embora a guerra continue, a situação se estabilizou em algumas regiões do país, onde existem locais seguros para o retorno das crianças.

A principal preocupação do governo ucraniano é que, quanto mais tempo essas crianças permanecerem no exterior, menores serão as chances de que retornem no futuro, uma perspectiva preocupante para um país que já enfrenta uma grave crise demográfica.

O representante de direitos humanos da Ucrânia, Dmytro Lubinets, disse à CNN que a Itália está se recusando a cooperar com Kiev sobre o caso e está impedindo as autoridades ucranianas de verificar o bem-estar das crianças.

“Continuamos enviando solicitações oficiais e os representantes italianos nos dizem que o judiciário é completamente independente e que não podem influenciar essa decisão. Mas eu exijo que eles intervenham”, afirmou ele à CNN, chegando a comparar a situação aos casos de milhares de crianças ucranianas que teriam sido deportadas ilegalmente para a Rússia. O Kremlin nega isso e afirma que evacuou crianças ucranianas para sua própria segurança.

“A atitude (da Itália) é, na verdade, não diferente da posição da Rússia… eles levaram nossas crianças e estão nos negando acesso a elas”, disse ele.

A CNN entrou em contato diversas vezes com o governo italiano, com o representante italiano para crianças e adolescentes, com a Comissão para Adoção Internacional e com o tribunal que decidiu pela adoção para pedir comentários. Todos se recusaram a se manifestar, citando leis de privacidade envolvendo menores de idade.

O abrigo infantil administrado por Rudyka ficava em Sumy, uma cidade no norte da Ucrânia que ficou quase completamente cercada por tropas russas nos primeiros dias da invasão em larga escala, no início de 2022.

Segundo Rudyka, uma instituição de caridade que anteriormente organizava férias para as crianças a contatou com uma oferta para evacuá-las para a Itália. Ela fez a viagem para a cidade de Nápoles, no sul da Itália, no verão de 2022, acompanhada das 25 crianças sob seus cuidados.

“Pensei que seria como um acampamento de verão: as crianças passariam um tempo na Itália e depois voltariam”, disse Rudyka à CNN. “Mas então, após cerca de três semanas, talvez um mês, as crianças começaram a ser designadas a tutores legais italianos”, acrescentou.

Crianças do orfanato de Sumy fotografadas durante o envio para a Itália • Liubov Rudyka

Embora Rudyka fosse a guardião legal das crianças segundo a lei ucraniana, as autoridades italianas não a reconheceram como tal. Em vez disso, conforme confirmou a reportagem da CNN, elas trataram as crianças como menores desacompanhados, concederam-lhes status de refugiado e designaram novos tutores.

Essa abordagem tem base na lei italiana. Roma reforçou as proteções legais para crianças refugiadas durante a crise migratória europeia há uma década. Entre outras medidas, foi introduzida uma proibição de devolver ou remover qualquer criança desacompanhada da Itália, salvo ordem judicial em circunstâncias excepcionais.

Isso significou que a Ucrânia foi essencialmente excluída de tomar qualquer decisão sobre o destino das crianças evacuadas.

Rosa Emanuela Lo Faro, advogada italiana que representa alguns dos menores, disse à CNN que, em alguns casos, as crianças ficaram completamente isoladas de suas vidas na Ucrânia. “Havia uma proibição de comunicação com (seus) tutores na Ucrânia, amigos ucranianos, todo o povo ucraniano. A criança só podia se comunicar com seus tutores italianos, e só isso”, afirmou.

Lo Faro trabalhou com as autoridades ucranianas e conseguiu que algumas decisões de tutela fossem revertidas pela Suprema Corte de Cassação italiana, mas disse à CNN que a situação continua muito complicada.

Ela disse que, em alguns casos, famílias de acolhimento que desejavam adotar as crianças pressionaram as autoridades.

“(Elas argumentam) que elas estão melhor aqui, que estão bem aqui e que, se voltarem para a Ucrânia, (teriam) guerra em vez disso”, disse ela. “Por favor, deixem as crianças aqui até o fim da guerra”

Quando um grande grupo de órfãos ucranianos chegou a Rota d’Imagna, um pequeno município na região da Lombardia, no norte da Itália, em 2022, o professor local Diego Mosca ajudou a colocá-los em escolas e começou a organizar atividades de fim de semana e férias para eles. Ele contou com a ajuda de sua prima, Michela Noris.

“Meu marido e eu não temos filhos, mas queríamos dar um pouco de alívio a essas crianças, para que elas pudessem ter bons momentos fora das instituições. Então dissemos: ‘ok, podemos tentar acolher’”, disse ela à CNN.

Noris disse que começaram com um menino de 11 anos, mas depois acolheram a irmã dele e outras crianças. “No fim, acolhemos algo como 10, 12 crianças e tivemos que criar um sistema de rodízio”, contou ela à CNN.

O programa funcionou bem — até o verão de 2024, quando a equipe ucraniana que havia vindo com as crianças anunciou que retornaria ao país.

Noris e as outras famílias envolvidas no acolhimento ficaram horrorizadas. Ela iniciou uma petição pedindo que o melhor interesse das crianças fosse considerado, o documento reuniu mais de 18.000 assinaturas. “Não queremos as crianças aqui na Itália para sempre. Nós só dissemos: ‘Olhem, sabemos que a situação na Ucrânia é terrível. A guerra ainda está em andamento. Por favor, deixem as crianças aqui até o fim da guerra e depois as levem de volta’.”

Disputa internacional

Sasha tinha apenas 10 anos quando um tribunal na Ucrânia decidiu que ele e suas duas irmãs seriam retirados dos cuidados dos pais devido a uma situação familiar difícil, segundo documentos judiciais. Os três irmãos viviam no abrigo infantil em Sumy quando a guerra começou e estavam entre as 25 crianças que viajaram para a Itália com Rudyka.

Os pais de Sasha não perderam os direitos parentais quando o tribunal retirou as crianças de sua guarda, segundo a decisão.

A CNN não está divulgando o sobrenome da família para proteger sua privacidade. Rudyka disse que a expectativa era que as crianças retornassem aos pais quando a situação em casa melhorasse, mas a invasão impediu que isso acontecesse.

Em 2023, à medida que ficou claro que a guerra não terminaria rapidamente, as autoridades ucranianas decidiram trazer as crianças de volta ao país, encontrando lares mais seguros para elas no oeste da Ucrânia. Rudyka encontrou um local para as crianças em Ternopil, no oeste do país.

O consulado ucraniano em Nápoles começou a apresentar pedidos de retorno às cortes italianas. Mas, como Rudyka logo descobriu, os processos judiciais eram conduzidos separadamente para cada criança, com resultados às vezes muito diferentes.

“Por isso acabou acontecendo que algumas crianças voltaram, enquanto outras permaneceram. Até hoje, ainda temos cinco crianças na Itália”, disse Rudyka à CNN.

As duas irmãs de Sasha puderam retornar à Ucrânia, mas, no caso dele, os tribunais decidiram contra seu retorno e, em abril, aprovaram sua adoção pela família italiana que o acolhia desde 2022.

Ainda com apenas 15 anos, o menino agora está no centro de uma disputa internacional.

Um porta-voz da agência da ACNUR, o braço da ONU para refugiados disse à CNN que a posição oficial da organização é que, dada a guerra, os retornos à Ucrânia devem ocorrer apenas de forma voluntária e somente se forem considerados pelo país anfitrião como estando no melhor interesse da criança.

Lo Faro afirmou que os tribunais juvenis italianos, com apoio de psicólogos infantis, devem levar em consideração a opinião das crianças ao tomar decisões. No entanto, ela observou que isso é especialmente complexo no caso de crianças ucranianas que chegaram à Itália muito jovens e lembram pouco de sua vida na Ucrânia.

“É óbvio que elas dizem o que a família italiana quer, porque esqueceram o que faziam na Ucrânia, até a língua e os costumes, e acabaram adotando todos os hábitos italianos, claro”, disse ela.

Não está claro o que Sasha quer, a CNN não conseguiu entrar em contato com ele. Segundo Lo Faro, ele consentiu com a adoção. No entanto, sua família disse que ele lhes contou que queria voltar para a Ucrânia, enquanto Rudyka afirmou à CNN que, quando perguntou o que ele queria, ele disse que não sabia.

Mosca, o professor que coordenou o programa em Rota d’Imagna, disse que muitas das crianças sob seus cuidados parecem divididas, vivendo “com metade do coração de um lado e metade do coração do outro”.

O pai de Sasha, um soldado ucraniano que luta na guerra, está oficialmente desaparecido em combate desde 2025. Sua mãe, Natalia, disse à CNN que quer que Sasha volte a viver na Ucrânia; as autoridades ucranianas a apoiam. Ela acredita que ele foi impedido de se comunicar com sua família na Ucrânia.

“Eu lhe enviei meus melhores votos (de aniversário), mas não o deixam falar com ninguém: nem comigo, nem com suas irmãs, nem com ninguém”, disse ela à CNN.

A CNN pediu detalhes ao tribunal de menores de Lecce, que analisou o caso. O tribunal se recusou a comentar, citando razões legais.

Lo Faro disse que agora está tentando bloquear a adoção de Sasha, com uma audiência marcada para o final deste mês.

Irmãos tentam se reunir

Segundo as autoridades ucranianas, mais de 4.800 crianças foram retiradas de escolas e lares institucionais da Ucrânia para vários países europeus em 2022. Algumas eram órfãs, enquanto outras, como Sasha e suas irmãs, haviam sido colocadas sob cuidados do Estado.

Lubinets, o representante de direitos humanos da Ucrânia, disse à CNN que atualmente há mais de 300 crianças cujo retorno à Ucrânia está sendo impedido por autoridades locais, a maioria delas na Itália, Alemanha e Áustria.

Volodymyr Ivanyuta, que foi nomeado pelo governo ucraniano para representar algumas das crianças ucranianas na Itália, disse que, com o tempo, tem visto os tribunais italianos decidirem cada vez mais contra o retorno das crianças à Ucrânia, independentemente da situação de cada uma.

“Temos crianças vivendo com uma família que faz (de tudo) para impedir seu retorno”, disse ele. “Depois, há crianças sob nossos cuidados que estão em abrigos infantis, sem pessoas específicas interessadas nelas, e ainda assim essas crianças também não têm permissão para retornar (pelos tribunais italianos).”

Os irmãos mais novos de Ivan estão entre essas crianças.

Ivan, hoje com 20 anos, e seus quatro irmãos foram colocados sob cuidados do Estado em 2017 porque sua mãe tinha dificuldades para cuidar deles.

Quando a guerra em larga escala começou, os três irmãos mais novos foram evacuados para um abrigo infantil em Modica, na Sicília, onde dois, que ainda são menores de idade, permanecem; o terceiro agora vive sozinho na Itália, disse Ivan.

“As condições de vida deles são mais ou menos normais; eles estão sendo alimentados, mas, no geral, não gostam muito de lá”, disse Ivan, que atualmente está na Alemanha e tenta reunir os irmãos novamente, referindo-se aos irmãos no abrigo infantil. “Perguntei a eles se queriam voltar para a Ucrânia. Eles disseram que sim.”

Ivan afirmou que, embora possa se comunicar com os irmãos mais novos, seus pedidos de visita foram negados pelos responsáveis. “É uma situação terrível… ainda não entendo os motivos”, disse ele.

A direção da instituição se recusou a comentar o caso à CNN, citando questões de privacidade.

Ivan não pretende desistir — e tem mantido contato com várias organizações sem fins lucrativos que o ajudam a definir os próximos passos. “Os italianos estão decidindo o destino da minha família, dos meus irmãos, e nem sequer me deixam vê-los”, disse ele.

Noris disse que ainda sente falta das crianças que deixaram sua cidade no norte da Itália, preocupando-se frequentemente com a segurança delas. “Levamos dois deles para o litoral por três dias e eles ficaram muito animados”, disse ela. “Eles não precisavam de nada especial, não precisavam de festas, não precisavam de dinheiro, eles só precisavam — e ainda precisam — de atenção, da atenção de pessoas que cuidem deles. Isso era a única coisa de que precisavam.”

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A Coreia do Norte tem a história de sucesso económico mais surpreendente do mundo?

Economia cresceu ao ritmo mais rápido em oito anos. Posição económica do país é a mais forte desde que Kim chegou ao poder há quase 15 anos — e talvez superior a qualquer momento do governo do seu pai. Rússia e China ajudam muito. Apesar das constantes sanções internacionais, do isolamento diplomático, da pobreza estrutural que continua a marcar grande parte do país, a Coreia do Norte vive um momento de crescimento económico praticamente inédito nos últimos anos. A recuperação é evidenciada num artigo recente do Wall Street Journal, que explica que o surpreendente sucesso recente do país mais isolado

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Russia's recruitment system nears breaking point, forcing debate over forced mobilization

As Russian battlefield gains slow and recruitment drive falters, Ukraine is warning that the Kremlin may finally reach for the measure it has long resisted — a forced mobilization.

According to Kyiv, Moscow is preparing to call up tens of thousands of fresh soldiers to offset its climbing battlefield losses.

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Ukrainian drones hit Dzhankoi as strike unit declares hunt on Russian Crimea logistics

Ukrainian strikes on the Dzhankoy

Ukrainian drones struck the Dzhankoi checkpoint, a railway bridge, a Russian pontoon crossing, and trucks at Chonhar overnight on 13 June, hitting four targets along the only land corridor between Russian-occupied Crimea and the southern front. Traffic toward the Dzhankoi checkpoint was halted, Russia's installed head of occupied Kherson Oblast Vladimir Saldo said on Telegram, claiming Russian air defenses shot down 25 Ukrainian drones overnight.

The strike marks a stated change in Ukrainian operational concept. The 1st Separate Assault Regiment named after Dmytro Kotsiubailo, which led the operation jointly with the 475th Separate Assault Regiment "CODE 9.2," announced it is moving from one-off attacks on the bridges themselves to sustained patrol of the entire logistics route. "We are transitioning to patrolling enemy logistics from temporarily occupied Crimea and blocking attempts to restore crossings," the regiment said in a statement posted to Facebook. "Pontoon throughput is low. Trucks accumulate in queues, becoming ready targets for us." Russian fuel and ammunition supplying Russia's southern front pass through this corridor.

What was hit

The Dzhankoi checkpoint controls the main road between northern Crimea and the Kherson Oblast mainland and serves as the busiest highway and rail junction in occupied Crimea. Saldo also said a bridge between Henichesk and the Arabat Spit, an alternative crossing point Ukraine first struck on 10 June, was attacked again overnight. Ukrainian forces did not confirm Saldo's air defense claim.

The Chonhar bridge — the main highway link between Crimea and occupied Kherson Oblast — was first hit on 7 June by the joint Falanga multidomain operations center of the two regiments, using Fire Point company drones and long-range "Behemoth" UAVs. Traffic was rerouted, then halted again after a second strike on 9 June. Four vehicular bridges at Crimea's northwestern entrance near Armiansk were struck on 11 June, Euromaidan Press reported. The overnight strike on the Dzhankoi checkpoint extends the pattern — and signals the campaign has moved from the bridges to the trucks themselves.

The logistics spine

The corridor Ukraine is now patrolling carries the supplies that sustain Russian operations across Ukraine's south. Russian fuel for the Huliaipole direction is shipped by ferry to Crimea and then trucked across the peninsula to the front, regiment commander Dmytro Filatov, call sign Perun, told Ukrainska Pravda earlier this week. Russian cargo, he said, does not move across the Kerch Bridge — its railway link has not been restored since the October 2022 explosion. Cyber intelligence inside Russian military networks now allows Ukrainian planners to target specific units waiting for fuel, Filatov added. The 37th Motor Rifle Brigade was the target of the 7 June Chonhar strike, he said. Trucks ordered for that brigade had still not arrived at the time of his interview.

A multiplying problem for Russian logistics

The interdiction campaign confronts Russia with a layered constraint. Pontoons replace damaged bridges, but they throttle throughput and concentrate trucks in queues — the conditions the 1st Assault Regiment now describes as "ready targets." Rerouting through Armiansk and Perekop runs into the bridges hit on 11 June. Ferrying fuel from Krasnodar Krai bypasses the corridor entirely but cannot scale to replace road transport on the timeframes Russian units in southern Ukraine need.

Filatov said on 10 June that the Chonhar bridge had sustained critical damage and that the occupation forces were searching for new logistics routes for ammunition and fuel.

What changes

The announcement is what makes this strike news rather than another item in a logistics campaign. Until now, the Crimea land corridor functioned — slowly, under pressure, but it functioned. As of overnight on 13 June, the regiment that led the bridge strikes is declaring the corridor a sustained engagement zone. Not a target struck once. A route to be patrolled.

"We bleed the enemy to advance forward," the unit said. "This is not the end.

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"Nuclear é questão, mas acordo está próximo"

Madalena Mayer Resende admite que Irão e EUA podem estar perto de fechar um entendimento claro. Sublinha, no entanto, a questão nuclear ainda pendente.

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Targeting Orthodoxy hits a new low

Czech police found cocaine in a Russian Orthodox bishop’s car – right after a seminarian accused him of sexual assault. Coincidence or Kremlin takedown? With no court ruling and helmet cams off, the West’s propaganda machine gets another scalp.

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Russian Orthodox metropolitan Hilarion (his last posting was in the Czech Republic) was involuntarily in the news again after Czech authorities claimed that after conducting a search they found cocaine hidden in the trunk of his automobile. The quantity alleged to have been seized by the Czech police in the good metropolitan’s vehicle was negligible, but still enough for criminal proceedings to be initiated and – perhaps more importantly – to generate massive embarrassment not just for him personally but also for the church which he represents.

Amazingly, or perhaps not, the church in question is not Southern Baptist or Presbyterian but Eastern Orthodox, in this particular case the Moscow Patriarchate in which metropolitan Hilarion happens to be a prelate.

For context, the alleged cocaine seizure comes relatively shortly after the first round of embarrassment, also involving metropolitan Hilarion, and his cell attendant, Japanese-Russian seminary student Georgy Suzuki (presumably unrelated to the motorcycle manufacturer). Suzuki claimed that whilst posted in Budapest, Hungary, as head of the Russian Patriarchate diocese in that country, the metropolitan had made some indecent proposals to him which the latter, being a pious Christian, of course indignantly rejected and then went vociferously public with his traumatic experience.

The metropolitan Hilarion affair, if it were just an isolated and personal matter, would scarcely merit extensive discussion.  Based on what we know of human nature and its infirmities both allegations theoretically could be true, although on a cautionary note theoretical possibilities are considerably removed, in both moral and legal terms, from proven facts. The burden of proof of course, in both the moral and the penal sense, is invariably on the accuser. And it is always helpful to keep in mind that the graver the charge the stricter the degree of assurance of guilt that may be demanded in the form of convincing proof, and in some instances even to the extent of removing all reasonable doubt.

The principle “the more severe the crime the higher the standard of proof” is fundamental not just to criminal justice but in a broad sense to all moral reasoning concerning human behaviour. So without dismissing a priori Suzuki’s attempted molestation charges, how do they stack up?

It should be noted at the outset that Georgy Suzuki is the only source for the scandalous allegations at the expense of metropolitan Hilarion. That does not automatically disqualify them, but it does call for closer scrutiny of their credibility. Roman law has bequeathed us a fundamental precept that is pertinent in situations such as this one: unus testis, nullus testis, or one witness, no witness. When there is just a single witness whose declarations are not corroborated by the testimony of other observers or physical evidence, that should put us on guard. It is reasonable in such cases to be sceptical and to demand independent proof before rendering judgment.

Hilarion’s status as a high ranking ecclesiastical dignitary does not make his denials inherently more credible than simple seminarian Suzuki’s affirmations. But neither should the affirmations be given more weight merely because they have been made by someone who appears to be unblemished and even vulnerable. The accusations that have been made can gravely injure reputations, both personal and institutional. They must therefore be subjected to rigorous scrutiny and a sufficient amount of credible proof should be demanded before entertaining them seriously.

If Georgy Suzuki had simply aired his allegations and after that held his peace, arguably the case against the metropolitan would have appeared much stronger, although still falling short of the level of proof required for either moral condemnation or penal conviction. But instead Suzuki set off on a passionate media crusade against Hilarion, widening the affair’s scope beyond the original accusations. On his Telegram channel and other media platforms he is now excoriating the metropolitan for entirely unrelated faults, such as toleration of heresy and promotion of the Bologna-based system in educational establishments under church auspices which, he claims, has been academically detrimental to students and seminarians such as himself. These and other criticisms that he has raised might be justified but they are irrelevant to the central issue of molestation. In the absence of any corroborating evidence to support Suzuki’s original charges, far from solidifying the negative image of metropolitan Hilarion this ad hominem rampage seriously undermines accuser Suzuki’s own credibility.

The attentive observer can scarcely overlook the peculiar manner in which this scandal is framed. It follows to the letter the tried and tested pattern that over the past decades has been successfully used to discredit Christianity in the West. As in this case, the technique consists of a lone accuser making grave charges of moral turpitude against clerics that are not backed by other evidence than his word alone. Such accusations are nevertheless accorded deafening publicity by the media machine which incessantly repeats them without ever asking any critical questions.

The multitude of cases in the West that have plagued mostly the Roman Catholic communion have accomplished two important purposes. By pursuing the “deep pocket” strategy and extracting huge indemnities from the church as an institution, the pawns from whom these sordid allegations had originated or, more accurately, whoever is pulling their strings, have managed to bankrupt many Roman Catholic dioceses, thus engineering the financial ruin of the church in their respective countries. It is rumoured, without definitive proof, that the Russian Orthodox Church of the Moscow Patriarchate was also coerced into paying a ransom to extricate itself and settle the matter in Hungary which, like the Czech Republic, is still Collective West EU/NATO territory. But even more importantly, given the spiritual darkness into which the Western world has plunged, it is not money but the infliction of severe reputational damage on the Christian church that is the main and ultimate objective behind these scandals. Its dignitaries must therefore be portrayed as depraved perverts, which is exactly what the cabal that fabricates most of these accusations in fact are.

It was apparently judged where these operations are devised that metropolitan Hilarion and his Church were made sufficiently vulnerable by the wide dissemination of Suzuki’s original allegations for the next phase of the discreditation process to be undertaken. In the Czech Republic, which was the metropolitan’s next posting, the police laid ambush on him at a petrol station whilst he was buying fuel. The Czech police surrounded his vehicle and without a court order or any semblance of probable cause proceeded to search the automobile, their helmet cameras conveniently turned off so that no record of the search would exist. When they opened the back of the vehicle the officers claimed to have found a handbag containing cocaine. There is no way of telling whether it was really there or was slipped in by the officers themselves at their superiors’ orders. The alleged seizure was judged sufficient to detain the metropolitan.

The cocaine search and seizure incident was marked by so many procedural irregularities that any American judge worth his salt would simply drop his gavel and call “case dismissed,” with apologies to the defendant. Exactly how Czech authorities resolved the issue is still murky, but since in a proper courtroom everything about the case was  subject to challenge the Czech judiciary hastily improvised a formula to let the metropolitan go and he returned to Russia.

But as with the indecent propositioning allegation, without anything ever being settled in a public trial, where evidence would have to be produced and carefully weighed. Both matters were nevertheless “settled” not in a courtroom but in the arena of propaganda, where there are no rules or safeguards and masterfully generated impressions substitute for judiciously established facts.

Given the known frailties of human nature and dearth of reliable facts pointing one way or the other, no firm conclusions can be drawn but none can be excluded either. Of equal interest as the alleged incidents are the uses those incidents have been made to serve. In the current climate of international relations, where shaping public perceptions by means of propaganda is a major operational objective, there is no doubt that a high-ranking dignitary of the Russian Orthodox Church such as metropolitan Hilarion (formerly head of Moscow Patriarchy’s foreign relations department) is considered a high value target. His discomfiture therefore, and that of the Russian Orthodox Church with which he is associated, absolutely delights the targeters. Those who are doing the targeting are, of course, morally unperturbed by the faults that, rightly or falsely, have been imputed to Hilarion. Their poster boy Zelensky is known for personal depravity and, yes, cocaine consumption, but they do not object because he is their man. They themselves are deeply mired in the depths of depravity that are largely unfathomable to the normal human mind. But they are always ready and eager to smear others with their own perversions if that brings them an advantage.

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Reino Unido proibirá importação de diesel e combustíveis russos até 2027

O Reino Unido anunciou nesta sexta-feira (12) que a proibição total do diesel e do combustível de aviação produzidos na Rússia ocorrerá até 2027, ao definir seu cronograma para encerrar uma licença temporária para produtos petrolíferos russos.

No mês passado, o Reino Unido anunciou que continuaria permitindo a importação de diesel e querosene de aviação refinados a partir de petróleo bruto russo em países terceiros, adiando uma proibição previamente anunciada, alegando problemas de abastecimento causados ​​pela guerra com o Irã.

Na sexta-feira, o Ministério dos Negócios e do Comércio disse que a licença temporária para a implementação gradual da proibição expiraria em 1º de janeiro de 2027.

Acrescentou também que o governo continuaria a rever a licença a cada duas semanas, com vista a revogá-la o mais rapidamente possível.

(Com informações de Alistair Smout)

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Russia’s youngest war dead include more than 200 18-year-old soldiers, new data shows

Russian soldier seen by Ukrainian drone before strike, June 2026. Screenshot from video: Madyar

At least 200 Russian soldiers aged 18 have been confirmed killed in Ukraine, according to a new joint investigation by BBC Russian and independent Russian outlet Mediazona, which has identified 226,055 Russian military deaths since the start of the full-scale invasion in 2022.

Russia’s invasion of Ukraine has been defined by exceptionally high and sustained casualty rates across all phases of the war, driven by large-scale frontal assaults, prolonged artillery duels, and the expanding use of drone warfare that has widened the lethal “kill zone” across much of the frontline. 

At least 200 confirmed 18-year-old soldiers among Russia’s war dead

The youngest confirmed casualty in the latest update was born in 2008, marking the first recorded 18-year-old in the dataset. Researchers say the overall figure includes more than 200 teenagers aged 18, underscoring the scale of young recruits being sent into combat.

One case highlighted in the report is that of 18-year-old Alisher Svirin, who died on 1 May 2026 and was buried later that month in Moscow Oblast. He had signed a contract and served in a motor rifle brigade as a machine gunner. According to the investigation, he could not have spent more than a few months in service before being killed.

Regional patterns show disproportionate burden in poorer Russian republics

Regional data also highlights a consistent imbalance in casualty distribution, with poorer regions such as Bashkortostan, Tatarstan, and Tuva showing significantly higher per-capita losses than Russia’s largest cities. 

Researchers attribute this gap to recruitment patterns that rely more heavily on economically disadvantaged areas, where military service offers relatively higher financial incentives.

At the same time, major urban centres such as Moscow remain underrepresented in the casualty lists, reflecting both demographic differences in recruitment and uneven exposure to frontline deployments.

Open-source records show limits of confirmed casualty tracking

The database is compiled from publicly available sources, including obituaries, official regional announcements, social media posts, and burial records. Analysts say it likely captures only a portion of total losses.

The report notes that more than half of confirmed deaths now come from volunteers, mobilised personnel, and convicts recruited from penal colonies, reflecting Russia’s reliance on short-training pipeline forces for frontline deployments.

Battlefield drone warfare is reshaping how deaths are recorded and counted

Researchers also say the structure of the battlefield has changed the visibility of losses. Widespread drone warfare has expanded the “kill zone” across large sections of the front, making recovery of bodies difficult and delaying official confirmation of deaths, sometimes for months or years.

Based on current estimates, analysts suggest Russia’s real death toll could be significantly higher than identified figures, potentially reaching between 347,000 and 502,000 when accounting for incomplete data coverage.

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