Ídolo de uma geração, Cristiano Ronaldo concedeu entrevista coletiva na chegada da delegação da Seleção Portuguesa nos Estados Unidos, nessa sexta-feira (12), para a disputa da Copa do Mundo de 2026. O atacante de 41 anos foi questionado sobre a parte física e rebateu à pergunta da imprensa.
“Fisicamente? Fisicamente bem. Não tem visto os jogos? Acho que estou bem, não há surpresa nenhuma”, disse o jogador do Al-Nassr.
Cristiano Ronaldo chega para participar da Copa pela sexta vez (recorde ao lado de Messi, da Argentina, e Ochoa, do México) com mais desconfiança que o habitual. Na vitória por 2 a 1 sobre a Nigéria, em amistoso realizado na última quarta-feira (10), o atacante desperdiçou boas chances de gols.
No Mundial de 2022, no Catar, CR7 perdeu a titularidade para Gonçalo Ramos no mata-mata. A equipe nacional acabou eliminada para Marrocos nas quartas.
A referência ofensiva do PSG voltou a ganhar a posição de Cristiano Ronaldo na atual temporada, mas a tendência é que o ídolo português seja o escolhido.
Titular ou reserva, Cristiano Ronaldo demonstra confiança no grupo do técnico Roberto Martínez e elogia a atual geração de jogadores.
“É uma geração muito boa. Mas como digo, há fatores que não conseguimos controlar. Ganhar ou não ganhar. Mas acredito que é uma geração que vai dar muitas alegrias aos torcedores”, afirmou.
Portugal estreia na Copa do Mundo na quarta-feira (17), às 14h (de Brasília), contra o RD Congo. A partida será realizada no Estádio de Houston, nos Estados Unidos. A Colômbia e o Uzbequistão completam o Grupo K.
Os planos para a assinatura virtual do acordo provisório foram concretizados no último dia para consolidar o acordo rapidamente e evitar imprevistos de última hora, disseram autoridades familiarizadas com o assunto.
O presidente e o vice-presidente não viajam ao exterior simultaneamente por questões de segurança e continuidade, e Trump tem uma viagem marcada para a cúpula do G7 na França na madrugada de segunda-feira (115).
Levar Vance de um evento de assinatura na Europa a tempo da partida de Trump seria difícil.
Em vez disso, foi oferecida uma assinatura eletrônica para finalizar o acordo provisório. O receio entre alguns dos mediadores é que, quanto mais tempo demorar para que seja assinado, maior a probabilidade de que algo comprometa o progresso ou que uma ou as duas partes descumpram o acordo, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.
Se essas divergências são meras diferenças na comunicação pública ou refletem algo mais profundo que poderia levar ao colapso do acordo, permanece incerto.
Impasse em assinatura
A IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) negou neste sábado (13) que um acordo provisório com os Estados Unidos seria assinado no domingo (14) e criticou a “insistência incomum” do presidente americano, Donald Trump, para assinar o acordo nesse dia.
O presidente americano e o Paquistão, mediador do conflito, afirmaram mais cedo neste sábado que o acordo provisório seria assinado no domingo.
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que os dois lados concordaram com uma estrutura para um acordo de paz e que Islamabad estava se preparando para uma assinatura eletrônica no domingo, seguida de negociações técnicas na próxima semana.
Mais cedo, neste sábado, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que a assinatura do acordo “não acontecerá amanhã”.
“A possibilidade de isso acontecer nos próximos dias não está descartada”, disse Baghaei, segundo a agência Tasnim. “No entanto, devido à instabilidade da outra parte, devemos ser cautelosos com quaisquer declarações a respeito desse processo.”
“Este não é um acordo final entre o Irã e os Estados Unidos, mas sim um memorando que descreve os principais pontos de discordância e esclarece que a guerra terminará”, acrescentou o porta-voz iraniano.
Um funcionário americano que falou com repórteres posteriormente se recusou a comentar sobre o cronograma, mas disse: “É um ótimo acordo e um acordo muito forte.”
Não é a primeira vez que os dois lados parecem estar perto de um acordo inicial para encerrar a guerra, que começou em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos entre EUA e Israel contra o Irã, mas Sharif escreveu na rede social X: “Estamos mais perto de um acordo de paz do que nunca.”
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse na sexta-feira (12) que, embora mudanças no acordo ainda sejam possíveis, o acordo provisório demonstra que seu país saiu fortalecido do conflito.
Horas depois dessas declarações, forças americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional que se dirigiam para o Estreito de Ormuz, disse à agência de notícias Reuters uma fonte familiarizada com o assunto.
A fonte, que falou sob condição de anonimato, afirmou que os drones representavam uma ameaça ao tráfego comercial. O Comando Central dos EUA confirmou posteriormente a ação e disse que o estreito, uma importante via de acesso ao petróleo mundial, estava aberto.
O acordo provisório proposto prevê a reabertura do estreito e o levantamento do bloqueio naval americano, disseram fontes de todos os lados envolvidos nas negociações. As negociações sobre o programa nuclear iraniano — a justificativa declarada por Trump para iniciar a guerra — ocorreriam posteriormente.
“O Irã vai abrir o Estreito de Ormuz, isso é uma exigência. Ele poderá ser aberto sem pedágio. Assim que isso acontecer, nós suspenderemos nosso bloqueio”, disse o oficial americano que falou neste sábado (13).
“Isso acontecerá em conjunto, e parte da próxima etapa, a fase seguinte, será a desminagem do estreito”, afirmou o oficial, indicando que os países do G7 (Grupo dos Sete) poderiam ter um papel nisso.
Rusia ha presentado una nueva versión del submarino convencional Amur 1650 equipada con un sistema de lanzamiento vertical capaz de transportar hasta 28 misiles de ataque o antibuque, una de las mayores cifras dentro de su categoría.
La principal novedad del submarino está en su potencia de fuego. Incorpora un sistema de lanzamiento vertical situado detrás de la torre principal que le permitiría portar hasta 28 misiles de crucero, entre ellos los Club-S y los BrahMos, desarrollados conjuntamente por Rusia e India.
Gracias a este sistema, el submarino podría atacar tanto barcos como objetivos en tierra a larga distancia, algo poco habitual en modelos convencionales de este tamaño.
Un submarino más silencioso y con mayor autonomía
El nuevo Amur 1650 VLS parte de un diseño ya conocido, aunque introduce varias mejoras. Una de las principales es un sistema que le permite permanecer más tiempo bajo el agua sin necesidad de salir a superficie con frecuencia, lo que reduce las posibilidades de ser detectado.
La empresa encargada del diseño, Rubin Design Bureau, asegura además que el submarino ha sido desarrollado para ser más difícil de localizar y que incorpora equipos para vigilancia, reconocimiento y recopilación de información.
Según los datos difundidos, tendría un peso aproximado de 3.000 toneladas, necesitaría una tripulación de 42 personas y podría realizar patrullas de hasta 60 días.
Un submarino pensado también para exportación
El nuevo modelo forma parte de la estrategia de Rusia para reforzar sus exportaciones militares. El proyecto ha sido desarrollado por Rubin Design Bureau junto a United Shipbuilding Corporation, uno de los grandes grupos navales del país.
La presentación se ha realizado durante el Fleet International Maritime Defence Show 2026, una feria utilizada por Moscú para enseñar sus nuevos desarrollos militares a posibles compradores internacionales.
Por ahora no se han anunciado ventas ni países interesados, pero Rusia confía en que su capacidad para transportar hasta 28 misiles le ayude a diferenciarse frente a otros submarinos no nucleares del mercado.
A criminal network allegedly exploited weaknesses in Portugal’s medicinal cannabis licensing system to divert tonnes of cannabis onto the black market, according to prosecutors investigating one of the country’s largest
Um funcionário do Aeroporto Internacional de Guarulhos foi preso em flagrante pela Polícia Federal por tráfico internacional de drogas, na última quarta-feira (10).
Segundo a PF, agentes do Núcleo de Inteligência da Unidade identificaram o homem que atuava no embarque de bagagens na rampa de aeronaves do terminal na Grande São Paulo.
O funcionário tentava embarcar uma mala que continha 70 kg de cocaína em um voo com destino a Lisboa, em Portugal.
A droga estava embalada e armazenada em tijolos pretos para tentar enganar as autoridades. O homem foi autuado em flagrante.
A PF não informou se o homem tinha algum antecedente criminal ou se tinha relação com alguma organização criminosa especializada no tráfico de entorpecentes para o exterior.
Os resultados da região norte foram conhecidos esta tarde, em Monção, com os distritos de Bragança e Vila Real a serem os mais representados na competição, com diferentes monumentos e equipamentos culturais a conquistarem a preferência do público.
Na categoria Castelos, o vencedor foi o Castelo de Bragança e na categoria História foram distinguidos a Domus Municipalis de Bragança e as Termas Romanas de Aquae Flaviae, em Chaves.
Na categoria Religião foi selecionado o Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Mondim de Basto, e na categoria Turismo a escolha recaiu sobre a Casa de Mateus, em Vila Real.
Por fim, na categoria Século XX passaram à final o Parque Termal de Pedras Salgadas, em Vila Pouca de Aguiar, e o projeto Picote – Moderno Escondido, em Miranda do Douro.
A contagem inicial dos votos no segundo turno das eleições presidenciais peruanas foi concluída, mas agora o longo processo de revisão dos votos contestados está em andamento pelas autoridades eleitorais.
Com os candidatos separados por uma margem mínima, em um total de aproximadamente 18 milhões de votos, espera-se que o processo seja bastante disputado e minuciosamente analisado pelos dois lados.
Saiba como funciona o processo de revisão e quanto tempo pode levar até que o Peru saiba quem será seu próximo presidente.
As cédulas contestadas farão diferença?
Sim. A contagem inicial terminou com os candidatos separados por pouco mais de mil votos, enquanto votos de mais de 1.600 seções eleitorais, representando cerca de 400 mil votos, estão em revisão e ainda não foram contabilizados.
Uma grande parte das cédulas sinalizadas para revisão são de Lima, que votou fortemente em Fujimori, enquanto votos do exterior também a favoreceram. Isso levou as duas campanhas a se concentrarem intensamente no processo de revisão.
O que faz os votos serem revisados?
Cada seção eleitoral preenche uma folha de resultados com o total final de votos para cada candidato. Se houver algum problema com a folha, como erros de cálculo, caligrafia ilegível ou outras inconsistências, ela é sinalizada para revisão e enviada a uma comissão eleitoral especial.
Observadores eleitorais partidários também podem contestar os resultados nas seções eleitorais, o que pode influenciar o processo de revisão. Ambas as campanhas mobilizaram observadores eleitorais em todo o país e no exterior.
O que acontece com os votos enviados para a revisão?
Um júri eleitoral especial, composto por três membros, revisa a ata da seção eleitoral contestada. Se o problema for um simples erro de contagem ou transcrição, o júri pode resolvê-lo e a ata passa a fazer parte da contagem oficial.
Caso contrário, o júri pode convocar uma audiência pública para examinar o caso. Essas audiências são públicas e, posteriormente, recursos podem ser encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral para resolução.
Quanto tempo levará para saber quem venceu?
O processo completo de revisão pode levar semanas. As autoridades eleitorais do Peru afirmaram que o vencedor oficial deverá ser declarado até 15 de julho, embora o resultado possa ficar mais claro antes, caso um candidato comece a se distanciar à medida que os votos revisados forem adicionados à contagem.
Votos contestados são diferentes de pedidos de anulação?
Sim. Além das mais de 1.600 seções eleitorais sinalizadas para revisão devido a problemas com as atas de apuração, o partido de Sánchez entrou com quatro pedidos de nulidade separados, buscando anular os resultados de cerca de 2.400 seções eleitorais.
Um dos pedidos da equipe de Sánchez buscava invalidar os resultados de cerca de 1.750 seções eleitorais, principalmente em Lima, enquanto outros três abrangiam cerca de 650 seções eleitorais no exterior, principalmente nos Estados Unidos.
Uma comissão eleitoral rejeitou esses pedidos na sexta-feira (12) porque o partido não incluiu toda a documentação necessária.
O partido não pode reapresentar os pedidos nem apresentar novos, pois o prazo já expirou, segundo as autoridades.
El presidente estadounidense, Donald Trump, asistirá el miércoles próximo a una cena organizada por su homólogo francés, Emmanuel Macron, en el Palacio de Versalles, para conmemorar el 250 aniversario de la independencia de EE.UU., informaron este sábado fuentes del Elíseo. La cena tendrá lugar tras finalizar la cumbre de jefes de Estado del G7 (Estados Unidos, Francia, Reino Unido, Alemania, Japón, Canadá e Italia) que se celebrará en Évian (en el Este del país) bajo la presidencia gala del bloque, del lunes al miércoles próximos.
Una de las grandes incertidumbres que planeaba sobre el éxito de esta reunión era precisamente la presencia de Trump hasta el final del evento, ya que en la última edición, que tuvo lugar en Kananaskis (Canadá), se fue el día antes de la clausura por un aumento de la tensión en Oriente Medio. En este caso, la aceptación de la invitación extendida por Macron para acudir a esta cena de alto nivel en el suntuoso escenario de Versalles sí apuntaría, en principio, a la permanencia del mandatario estadounidense hasta el final de la cumbre.
Versalles es un lugar muy ligado a la amistad franco-estadounidense, recordaron este sábado desde el Elíseo, ya que en ese lugar fue firmado en 1783 el tratado que consagró la independencia de EE.UU. Fue después de que el rey Luis XVI ayudase a las Trece Colonias en la guerra contra los británicos, en la que desde París se aportó apoyo financiero, armamentístico y militar.
La guerra terminó oficialmente con el Tratado de París, con el que Gran Bretaña reconoció la independencia de los Estados Unidos. En la reunión de Évian, las grandes crisis geopolíticas marcarán en buena parte la agenda, y muy particularmente la de Ucrania -de hecho, el presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, acudirá como invitado al encuentro- y sobre todo la de Irán, en un momento en el que la firma de un acuerdo entre Teherán y Washington podría ser inminente. Francia quiere, en cualquier caso, que este G7 sea una cumbre de "gestión de crisis" con "resultados concretos", según avanzaron fuentes gubernamentales en la antesala de su inicio
En esta foto de archivo del 13 de julio de 2017, el presidente Donald Trump, la primera dama Melania Trump, el presidente francés Emmanuel Macron, a la derecha, y su esposa Brigitte Macron, a la izquierda, cenan en el restaurante Jules Verne en la Torre Eiffel, en París.
O museu dinamarquês Den Gamle By -- Museu Nacional ao Ar Livre de História e Cultura Urbana, localizado em Aarhus, venceu hoje o prémio Museu Europeu do Ano 2026, atribuído pelo Fórum Europeu dos Museus.
O museu dinamarquês Den Gamle By -- Museu Nacional ao Ar Livre de História e Cultura Urbana, localizado em Aarhus, venceu hoje o prémio Museu Europeu do Ano 2026, atribuído pelo Fórum Europeu dos Museus.
De acordo com o MAI, "não será por aí que o combate - neste caso, a esta calamidade que são os incêndios - deixará de ser feito com todo o rigor, com todos os meios, com toda a disponibilidade".
De acordo com o MAI, "não será por aí que o combate - neste caso, a esta calamidade que são os incêndios - deixará de ser feito com todo o rigor, com todos os meios, com toda a disponibilidade".
El expresidente socialista José Luis Rodríguez Zapatero cuenta ya los días para comparecer ante la Audiencia Nacional en el marco de la investigación judicial relacionada con el rescate de la aerolínea Plus Ultra en 2021. Será los próximos 17 y 18 de junio cuando, por primera vez en democracia, un expresidente se sentará así ante este Tribunal ante las sospechas de que pudo liderar una red de tráfico de influencias en favor de la aerolínea a cambio de comisiones.
Zapatero acudirá acompañado de su abogado, el prestigioso catedrático Víctor Moreno Catena, y ambos ejercerán su defensa "con toda la firmeza y convicción" -según dijo el exlíder del PSOE al conocerse su imputación-. Ambos tendrán que convencer al juez José Luis Calama de que "jamás" ha hecho gestiones ante ninguna "administración pública ni sector público en relación con el rescate" de 53 millones de euros a la citada aerolínea.
El magistrado, además, ha ampliado la imputación de Zapatero a un delito fiscal y a otro de contrabando por las joyas valoradas en 1,3 millones de euros halladas en una caja fuerte de su oficina. Además de la Fiscalía, lo cierto es que Zapatero tendrá enfrente casi a una decena de acusaciones populares coordinadas por el PP, que podrían pedir medidas cautelares contra él. Estas son todas las claves que tendrá que aclarar ante la Audiencia Nacional:
Zapatero, el "vértice" de la trama
Una de las cuestiones que tendrá que resolver Zapatero será así su papel en toda la presunta trama. El juez sitúa al expresidente en el "vértice" de toda la operativa, ejerciendo un "liderazgo no visible" de forma que, de cara a conseguir decisiones y ventajas a favor de terceros, esencialmente de Plus Ultra, Zapatero habría aportado sus "contactos institucionales y empresariales de alto nivel".
Además de las gestiones para lograr el rescate a la aerolínea, se investiga si la trama intervino ante autoridades venezolanas para "asegurar la autorización de vuelos". En el auto de imputación, el juez apunta además a la "influencia determinante" de Zapatero, que tenía acceso a "personas situadas en los más altos niveles de responsabilidad política", para la compraventa de petróleo en Venezuela.
Unas joyas de 1,3 millones de euros
Ha sido también otra de las cuestiones más sorprendentes. El registro a la oficina del expresidente trajo consigo el hallazgo de unas 80 piezas de joyería en una caja fuerte y que están valoradas, según una tasación preliminar, en 1,3 millones de euros. En concreto, un collar de 278.000 euros, de oro blanco, diamantes y dos esmeraldas, es la joya de más valor hallada junto a otras con piezas de oro, zafiros -algunos de Tailandia-, rubíes o esmeraldas de Zambia.
Zapatero ha argumentado por el momento que son herencia de su madre y su suegra y que estaban allí porque vivía en una casa de alquiler sin caja fuerte. Pese a sus palabras, las joyas han desencadenado en una nueva imputación por delito fiscal y de contrabando ante el origen aún no justificado de estas. Con ello, el juez investigará todo lo relativo a estas joyas en una pieza separada, aunque lo cierto es que Zapatero podrá aclarar su origen en su comparecencia de esta semana.
Canales financieros hacia su entorno
Otra de las sospechas de los investigadores es que los supuestos beneficios económicos que habría obtenido Zapatero habrían sido canalizados a través de una maraña de empresas que no solo se dirigían hacia él, sino también hacia su entorno, especialmente, sus dos hijas. De esta manera, el juez apunta a "sociedades instrumentales, documentación simulada y canales financieros opacos para ejercer influencias ilícitas, ocultar el origen y destino de los fondos y obtener beneficios económicos en favor de terceros y del propio entramado".
El magistrado cifra en 1,9 millones de euros los supuestos beneficios de toda la trama, que se repartieron en distintas empresas. Entre ellas, destacan por ejemplo los 490.780 euros que habría recibido Zapatero de Análisis Relevante -propiedad de su amigo e imputado Julio Martínez Martínez-, que tiene bloqueados; o los 239.755 que percibió la empresa de sus hijas.
Sus trabajos para Análisis Relevante
Con ello, el expresidente será preguntado ante la Audiencia Nacional por sus trabajos realizados con Análisis Relevante, otra de las cuestiones más importantes a resolver. El expresidente ha reconocido que hizo labores de consultoría para este empresa por los que cobró 70.000 euros brutos anuales entre 2020 y 2025.
Así lo dijo hace meses en el Senado, donde admitió que la empresa de sus hijas prestó a esa mercantil servicios de comunicación y marketing. Sin embargo, el juez sospecha que Análisis Relevante, cliente de Plus Ultra, es en realidad una empresa "instrumental" para canalizar fondos en un periodo que coincide "con gestiones dirigidas a influir en la concesión de ayudas públicas".
Una sociedad en Dubái
El juez también cree que, siguiendo instrucciones de Zapatero, la trama llegó a crear una sociedad en Dubái, que estaría participada al 100% por otra empresa que había suscrito un contrato con Plus Ultra para percibir 530.000 euros (el equivalente al 1% del "rescate público"), sin constancia del pago en España. Se trataría así de una dinámica que "reforzaría la hipótesis" según el magistrado de que dicha sociedad se habría creado con el objetivo de "recibir fondos en el extranjero". Pese a todo, Zapatero asegura que nunca ha tenido una sociedad de este tipo ni en España ni en el extranjero y que siempre ha cotizado al IRPF.
Conversaciones entre los miembros de la trama
Otro de los indicios contra Zapatero son las conversaciones que se han desvelado entre los presuntos miembros de la trama. Así, las alusiones al expresidente entre directivos de Plus Ultra son constantes en el sumario y constituyen uno de los principales caballos de batalla del abogado del expresidente socialista, quien ha sembrado dudas sobre su autenticidad.
En este sentido, lo cierto es que parte de estas conversaciones provienen de la extracción del móvil que una agencia gubernamental estadounidense realizó de Rodolfo Reyes, accionista de la aerolínea, en 2021. Estados Unidos, así, las ha aportado a la Policía española cinco años después, en 2026. Por ello, el abogado sospecha de su origen e integridad: quiere saber qué resolución judicial amparó la incautación y el clonado del móvil, así como si se respetó la cadena de custodia.
El juez, adelantándose a posibles peticiones de nulidad, ha solicitado ya a Estados Unidos autorización para usar esas comunicaciones como "medio de prueba" en todo el proceso penal. En aquellas conversaciones, los directivos de Plus Ultra hablaban de "tocar puertas" y "pedir ayuda a Zapatero" para conseguir el préstamo. También aludían a un llamado "Grupo Zapatero" o "boutique financiera".
De entre los mensajes analizados, la UDEF atribuye uno a Zapatero. "En tiempo y forma. Exitosa gestión", habría recibido Julio Martínez el 31 de julio de 2021 de un contacto registrado como "Z" tras una gestión "al más alto nivel con Venezuela".
Al menos seis robos con violencia en un mes. Esa es la cifra de atracos que se han producido desde el pasado 15 de mayo en joyerías de la Comunidad de Madrid. Todo ocurre en pocos minutos. Los delincuentes amedrentan a los empleados de los negocios y logran hacerse con un jugoso botín. Lo mismo ocurre en Barcelona, donde se han cometido dos asaltos —uno de ellos frustrados— en las últimas dos semanas. Esta ola de robos estaría motivada por la subida del precio del oro —que se sitúa en unos 4.000 dólares la onza— y por la "sensación de impunidad" que existe en el país, según informan a 20minutos fuentes de Jupol, USPAC y del Gremio Fiscal de Joyeros, Plateros y Relojeros de Madrid.
"Hay miedo. Y no solamente entre los propietarios de las joyerías, sino también entre los empleados porque trabajan en un clima de estrés, preocupación y miedo permanente", asegura Armando Rodríguez, secretario general del Gremio Fiscal de Joyeros Plateros y Relojeros de Madrid, quien destaca que se trata de incidentes "graves" ya que los delincuentes suelen llevar armas de fuego. "Esto no se producía desde principios de siglo, los peores años de la inseguridad para las joyerías", manifiesta Rodríguez, quien destaca que en aquella época un 25% de las joyerías de Madrid sufrieron incidentes. "Nos preocupa enormemente porque en cualquier momento puede desencadenar una tragedia, aparte de la pérdida económica", agrega.
Fuentes de Jupol, el sindicato mayoritario y más representativo de Policía Nacional, aseguran que existen similitudes entre los robos que se están produciendo en la Comunidad de Madrid. "Son robos muy rápidos, de forma muy violenta y con armas. Los ladrones van absolutamente tapados y toman todas las medidas de precaución para no dejar ningún tipo de prueba en el lugar de los hechos", destacan a este medio y manifiestan que se trata de delincuentes "muy especializados y profesionales". Aunque no se trataría de la misma banda.
A los delincuentes que se hicieron pasar por religiosos para atracar una joyería de Ciudad Lineal —y que ya han sido detenidos— se le atribuyen el robo cometido en Torrejón de Ardoz el 15 de mayo y el perpetrado en la calle Toledo del distrito Centro de Madrid el 22 de mayo. Desde Jupol afirman que los asaltantes son de origen peruano y estaban en situación irregular en España. "Los ladrones de los centros comerciales deben ser de, al menos, otra banda", añaden las mismas fuentes e indican que, aunque estos asaltantes no suelen herir físicamente a los joyeros y a sus empleados, sí dejan a las personas afectadas psicológicamente. "Nos consta que varios joyeros y dependientes sufren una situación de crisis de ansiedad y estrés postraumático severo", sostienen.
Un negocio redondo
El modus operandi también suele ser parecido. En primer lugar, realizan un estudio previo del lugar que planean atracar y después "juegan con el factor sorpresa". Se hacen con un coche, que suele ser robado, y uno de ellos espera en el interior del mismo a que sus cómplices atraquen la joyería. Al acceder a los establecimientos exhiben sus armas e tratan de robar en el menor tiempo posible. "Intentan llevarse el oro porque tiene un gran valor de mercado. Lo funden rápidamente, lo transforman en lingotes y lo venden a joyeros al por mayor, que lo meten en el mercado", indican desde Jupol. "Hacen un gran negocio comprándoselo a estas personas porque les pagan por debajo del precio real de mercado", agregan antes de subrayar que es "muy difícil" recuperar el oro robado.
Rodríguez atribuye esta oleada de robos a dos factores. "En primer lugar, porque el precio del metal ha subido mucho y es rentable para los ladrones. Y en segundo lugar porque gozan de impunidad. Siempre que no haya heridos, aquí, por robar, no se va a la cárcel", indica el portavoz de los joyeros. "Nosotros lo achacamos sobre todo a la sensación de impunidad que hay en España. Hay una sensación de paraíso criminal, por lo que se están estableciendo organizaciones criminales de todo el mundo [en el país]", indican desde Jupol. Y añaden: "Si vienen a España es porque creen que aquí se pueden cometer delitos de forma bastante impune que les permiten obtener grandes beneficios económicos".
"[Los delincuentes] saben que España es un país donde se puede robar"
Desde USPAC, el sindicato independiente con mayor representación dentro del cuerpo de los Mossos d'Esquadra, confirman a este medio que en Barcelona también se está produciendo una oleada de robos. Además, concuerdan con los demás entrevistados en que existe una sensación de impunidad: "[Los delincuentes] saben que España es un país donde se puede robar". En la provincia catalana, un delincuente suele hacerse pasar por un cliente y una vez accede al local aparecen sus cómplices para cometer el robo con violencia. Y al igual que en Madrid, lo que más les interesa es el oro. "Rompen las vitrinas, pero no las cajas fuertes porque no les da tiempo. Comenten el robo en tres o cuatro minutos", aseguran desde USPAC, antes de destacar que el 95% de los asaltantes se deshacen de lo que roban.
Un sistema de penas "garantista"
Fuentes jurídicas afirman a este medio que puede haber cierta sensación de impunidad porque en España el sistema de penas es "garantista". "Aunque delitos como el robo con violencia tienen penas relevantes, en la práctica su aplicación está muy condicionada porque pueden intervenir atenuantes, muchas condenas inferiores a dos años se suspenden y los acusados suelen quedar en libertad provisional hasta el juicio", aseguran antes de recordar que los robos con violencia acarrean penas de entre dos y cinco años de cárcel. A estas cuestiones se suma el hecho de que la reincidencia "solo cuenta" cuando existe una condena firme previa por el mismo tipo de delito y los antecedentes siguen vigentes.
Al ser preguntados por las medidas que se están tomando para frenar este tipo de delitos, desde Jupol dicen que son pocas. "Los policías nacionales y guardias civiles hacemos todo lo que está en nuestra mano y siempre estamos reclamando más medios humanos y materiales. Lo que hace falta es un endurecimiento legislativo", manifiestan. Desde USPAC también aseguran que policialmente se está haciendo todo lo que está a su alcance y que políticamente "no se está haciendo nada". Por su parte, el secretario general del Gremio Fiscal de Joyeros, Plateros y Relojeros de Madrid afirma que este viernes tendrían una reunión con la Policía Nacional para abordar la situación, pero se ha suspendido. "El Delegado del Gobierno quiere que estemos todos juntos. Supongo que la semana que viene la tendremos", ha zanjado Rodríguez.
A França viveu uma semana marcada por protestos em diversas cidades após o assassinato de Lyhanna, uma criança de 11 anos.
Ela estava desaparecida desde o dia 29 de maio, em Fleurance, após sair da escola. O corpo da menina foi encontrado seis dias depois, no dia 4 de junho, em uma área rural. A causa da morte ainda não foi divulgada.
A mobilização ganhou força depois que veio à tona a informação de que o principal suspeito do crime, Jérôme Barella – pai de uma colega de Lyhanna -, já havia sido acusado, em agosto de 2025, por estupro contra outra criança. Apesar das acusações, ele não chegou a ser interrogado pelas autoridades.
Manifestantes foram às ruas para exigir explicações e cobrar mudanças no sistema judicial francês.
Durante os atos, participantes denunciaram o que consideram negligência institucional e defenderam medidas mais rigorosas para prevenir a reincidência de crimes sexuais contra mulheres e crianças.
Anne-Cecile Mailfert, da Fundação de Mulheres (Fondation des Femmes), criticou o governo durante um protesto em Paris na segunda-feira (8).
“Estamos cansados de sermos tratados como idiotas. É evidente que o sistema não funciona e que aqueles em posições de responsabilidade não estão fazendo o que deveriam.”
A pressão popular alcançou o governo. Diante da repercussão do caso, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, convocou uma reunião de emergência na terça-feira (9), na qual exigiu o fortalecimento de um projeto de lei de proteção à criança e requisitos mais rigorosos para o arquivamento de casos.
O governo planeja propor, ainda, o aumento das penas máximas de prisão para condenados por estupro de crianças, de 20 anos para prisão perpétua.
O presidente Emmanuel Macron se pronunciou sobre o caso quando Lyhanna ainda estava desaparecida. Ele reconheceu a existência de “disfunções” e falhas no sistema judicial francês e afirmou que o governo trabalhará para identificar responsabilidades e corrigir eventuais problemas estruturais que possam ter contribuído para a situação.
Os protestos aumentaram a pressão sobre o ministro da Justiça e sobre todo o governo francês, que já se prepara para a eleição presidencial do ano que vem.
Além disso, eles surgem na sequência de uma série de escândalos envolvendo menores de idade na França. O sistema escolar de Paris enfrenta alegações de abuso generalizado por parte de funcionários não docentes.
No ano passado, segundo a polícia francesa, mais de 75 mil menores foram vítimas de violência sexual, um aumento de 5% em relação a 2024.
Organizações de defesa dos direitos da criança e das mulheres afirmam que 160 mil crianças são vítimas de abuso sexual na França todos os anos e que as denúncias não são tratadas com a devida prontidão devido à falta de recursos, deixando as crianças expostas aos abusadores.
Esse, inclusive, é um dos pontos levantados pela defesa da família de Lyhanna. O advogado François de Roujou de Boubée afirma que maiores recursos judiciais poderiam ter evitado a morte da garota.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a assinatura de um acordo com o Irão está "prevista para amanhã", domingo, após o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano ter afastado essa possibilidade.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a assinatura de um acordo com o Irão está "prevista para amanhã", domingo, após o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano ter afastado essa possibilidade.
Este sábado, el presidente de EEUU, Donald Trump, ha anunciado que firmará con Iránun alto el fuego de la guerra que comenzó el pasado 28 de febrero. Ese día, el primero del conflicto, Israel y EEUU lograron eliminar al líder supremo de Irán, Alí Jamenei.
El ayatolá permanece sin ser enterrado desde entonces. Ahora, a dos semanas de cumplirse los cuatro meses de su muerte, se ha sabido cuál será la fecha del funeral
La televisión estatal iraní ha informado este sábado de que Alí Jamenei será enterrado el próximo jueves 9 de julio. El entierro tendrá lugar en su ciudad natal, Mashhad. El sepelio estaba previsto para marzo, pero la guerra ha obligado al gobierno iraní a posponerlo.
El retraso en el entierro de Jamenei ha alimentado las especulaciones sobre el estado de los restos del exlíder. Según informes de los medios iraníes, los cuerpos de los funcionarios que también murieron en el ataque fueron recuperados semanas después y solo pudieron ser identificados mediante pruebas de ADN; sin embargo, no se ha publicado ninguna información oficial sobre el estado o la ubicación de los restos de Jamenei.
El hijo de Alí Jamenei, Mojtaba, le sucedió como líder supremo a principios de marzo y se convirtió en el tercer gobernante de la república islámica, que se estableció en 1979. Mojtaba resultó herido en los ataques que acabaron con la vida de su padre, pero el nuevo líder supremo no ha aparecido en público desde el atentado.
Mientras permanece escondido, la única comunicación que Mojtaba tiene con el mundo exterior es a través de declaraciones que se le atribuyen y que se leen en la televisión estatal o se publican en las redes sociales.
Especialistas de la alta joyería consideran el resultado "excesivamente bajo" y plantean que la estimación haya calculado a la baja costes variables de la producción Leer
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