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Metro de Lisboa prolonga horário até às 03h00 na noite de Santo António

Metro de Lisboa

O Metropolitano de Lisboa anunciou que vai prolongar o serviço de transporte em todas as suas quatro linhas até às 03h00 da madrugada de dia 13 de junho, de forma a garantir a mobilidade e a segurança de quem se desloca para as celebrações dos Santos Populares na capital. A operação especial contará com comboios de seis carruagens e ações de animação nas estações da Alameda e do Cais do Sodré.

Com o objetivo de se associar às Festas de Lisboa e de se assumir como a principal solução de mobilidade para os cidadãos que se deslocam aos arraiais e regressam a casa, o Metro de Lisboa preparou uma operação especial para a noite de 12 para 13 de junho. Para responder ao aumento significativo da procura numa das noites mais emblemáticas da cidade, a empresa vai alargar o seu horário de funcionamento até às 03h00 da madrugada. Todas as quatro linhas da rede vão circular com comboios de seis carruagens, registando-se intervalos médios de cerca de 12 minutos entre as circulações. O Metropolitano ressalva, contudo, que as correspondências entre linhas não estarão garantidas após a realização dos últimos serviços, uma vez que o último comboio parte de cada estação terminal precisamente às 03h00.

Por motivos de segurança e seguindo as indicações da Polícia de Segurança Pública (PSP), a estação Avenida, localizada na Linha Azul, vai encerrar as suas portas mais cedo, às 19h30, explica a empresa pública.

Apesar do fecho da estação ferroviária, a passagem pedonal subterrânea da Avenida permanecerá aberta ao público até às 03h00 da madrugada. Para além desta alteração pontual, e de forma a assegurar que toda a operação decorre dentro da normalidade, o Metro de Lisboa terá uma articulação reforçada com a PSP e com as restantes entidades envolvidas no plano de segurança das festas.

A empresa destaca que o Metro constitui a forma mais cómoda, eficiente e sustentável de aceder a bairros típicos como Alfama, Bica, Graça, Mouraria e Madragoa, evitando os habituais constrangimentos de trânsito e estacionamento à superfície. Como recomendação prática para evitar filas nas bilheteiras, o Metro relembra os passageiros que não possuem passe de que podem efetuar o pagamento direto das suas viagens através de um cartão bancário contactless diretamente nos canais de validação.

A par do reforço do transporte, a empresa vai promover ações especiais de animação entre as 17h00 e as 20h00 nas estações Alameda e Cais do Sodré, locais que funcionarão como importantes pontos de partida para a folia. Na estação do Cais do Sodré será recriado um ambiente inspirado nos Santos Populares — decorado com música, manjericos e flores —, onde haverá a distribuição gratuita de manjericos e flores aos clientes, bem como um espaço fotográfico dedicado. Iniciativas idênticas vão decorrer em simultâneo na estação Alameda, estendendo o espírito festivo a outros pontos da rede. Em nota oficial emitida a 11 de junho, a transportadora fez ainda questão de sublinhar o profissionalismo e a dedicação dos seus trabalhadores, cujo empenho viabiliza este reforço de serviço numa das noites de maior afluência do ano na capital portuguesa.

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Vila Vita Parc convida a relaxar com vista para o mar às sextas-feiras

O Vila Vita Parc está a promover o programa Friday Reset & Breakfast, que convida para «uma aula que desperta corpo e mente», seguida de pequeno-almoço no Nana On The Beach.

O programa começa amanhã, 12 de Junho, às 8h15, e alterna semanalmente entre duas modalidades distintas, conduzidas por personal trainers especializados do resort.

Numa semana, os participantes são convidados a trabalhar mobilidade, equilíbrio e força, através de uma aula acessível a diferentes níveis de condição física.

Na semana seguinte, a proposta passa por uma sessão de Hatha Yoga, uma prática focada na postura, respiração e mindfulness, promovendo o equilíbrio entre corpo e mente.

Cada sessão terá a duração de 45 minutos. No pequeno-almoço, a oferta incide sobretudo em produtos locais e propostas saudáveis.

Aberto a toda a comunidade, o Friday Reset & Breakfast irá prolongar-se até ao final do Verão. As sessões custam 35 euros e incluem a aula e o pequeno-almoço.

As reservas podem ser feitas através de 282 310 100 ou de spa@vilavitaparc.com.

Sul Informação

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«Maior feira vegan e sustentável» do país marcada para Loulé em Setembro

A «maior feira vegan e sustentável do país», que celebra a sua 7.ª edição em Loulé, entre 18 e 20 de Setembro, já abriu candidaturas para expositores, comerciantes e projetos sociais e ideias ecológicas inovadoras.

A FAVA – Feira do Ambiente e Vegan do Algarve, organizada pela BENFAZER – Associação para o Bem-Estar Social, Ambiental e Animal, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, também está a receber propostas de atividades e espetáculos para o programa oficial.

Segundo a organização, a FAVA assume-se atualmente como uma das maiores feiras ao ar livre e gratuitas da Europa dedicadas à promoção de práticas de sustentabilidade e do veganismo.

Para a edição de 2026, o grande objetivo da FAVA é «melhorar a experiência das marcas e projetos participantes, dos visitantes, parceiros e colaboradores».

Uma das principais novidades deste ano é a criação de «um recinto exclusivo» no Parque Municipal, desenhado para «estreitar a ligação com as áreas verdes e cultivar um profundo sentimento de pertença e proximidade com a natureza».

A nova edição vai reforçar a experiência gastronómica com vários momentos de degustação de produtos e petiscos, assim como dezenas de opções de alimentação no recinto.

Vai ainda incluir iniciativas novas, como por exemplo o encontro nacional de fornos solares, o mercado de hortícolas biológico, provas radicais, e uma zona de reparações e transformações permanente, que irão compor um programa intergeracional com mais de 100 atividades e espetáculos gratuitos.

A distinção de “Expositor do Ano” mantém-se nesta 7.ª edição, mas chega com um incentivo extra: um prémio monetário no valor de 500 euros para o projeto vencedor.

Segundo a organização, na FAVA 2025 participaram 140 expositores e comerciantes de 20 setores de atividade diferentes, tendo sido servidas 4.125 refeições inteiramente de base vegetal.

O programa contou com 46 entidades envolvidas e 137 atividades e espetáculos totalmente gratuitos, foram distribuídos 730 cheques ao público para consumo na feira e foram oferecidos 1844 produtos de marcas parceiras.

Na última edição, 228 pessoas deram uma nova vida a 1.495 peças de vestuário, calçado ou livros usados, retirando de circulação 210 kg de artigos e poupando recursos ao planeta.

Os empreendedores, artesãos, produtores, marcas e associações que promovam um estilo de vida ecológico, consciente e compassivo devem apresentar a sua proposta de participação através do site oficial.

Estão também abertas as inscrições para oficinas, palestras, aulas de bem-estar, nutrição, espetáculos de música, dança e teatro de rua que se alinhem com os valores do certame.

As vagas para expositores são limitadas, sendo as candidaturas analisadas por critérios de sustentabilidade, relevância e criatividade.

Para as atividades e espetáculos, a originalidade e o impacto na promoção de um estilo de vida sustentável e vegano serão os fatores decisivos de seleção.

As condições de participação e os respetivos formulários estão disponíveis no site.

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Ecrãs gigantes para ver o Mundial: eis os locais por todo o país

Mundial 2026 arranca esta quinta-feira com ecrãs gigantes e fanzones de norte a sul do país. Portugal estreia-se daqui a uma semana, a 17 de junho, frente à RD Congo, pelas 18h00. O Campeonato do Mundo 2026 arranca esta quinta-feira, com o México-África do Sul a abrir o torneio, pelas 20h, jogo que será transmitido em direto na TVI. Mas num total de 104 jogos, apenas 20 serão transmitidos em canal aberto. Então, onde ir ver os jogos? Em Portugal, como já é tradição, há vários espaços preparados com ecrãs gigantes para receber adeptos que queiram acompanhar os jogos num

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Lagoa Wine Show afirmar-se como uma das maiores montras vínicas

O Município de Lagoa concluiu mais uma edição de sucesso do Lagoa Wine Show, que decorreu entre os dias 5 e 9 de junho no centro histórico da cidade, reafirmando o evento como uma referência nacional na promoção do vinho, da gastronomia, da cultura e da identidade algarvia. 

Ao longo de cinco dias, milhares de visitantes passaram por Lagoa para conhecer e degustar vinhos de excelência, assistir a showcookings, participar em provas comentadas e masterclasses, bem como desfrutar de uma programação cultural diversificada que integrou música, fado e animação permanente.

O evento reuniu produtores vínicos do Algarve e de várias regiões do país, proporcionando uma experiência que conjugou promoção económica, valorização territorial e dinamização cultural. 

A programação musical voltou a assumir um papel de destaque, com concertos de artistas de reconhecido mérito nacional, como Áurea, Ana Bacalhau, Raquel Tavares, Descendentes e Tito Paris, atraindo públicos diversificados e contribuindo para a forte adesão registada ao longo de todo o evento. 

A gastronomia regional esteve igualmente em evidência através de showcookings e experiências gastronómicas conduzidas por chefs convidados, valorizando os produtos locais e promovendo a autenticidade da cozinha algarvia.

Paralelamente, as provas vínicas e as sessões especializadas permitiram dar a conhecer a qualidade e diversidade dos vinhos produzidos no Algarve e noutras regiões vitivinícolas nacionais.

Para o presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Luís Encarnação, “o sucesso de mais uma edição do Lagoa Wine Show confirma a relevância deste evento para a promoção do concelho e para a afirmação dos Vinhos do Algarve junto de um público cada vez mais vasto e exigente”. O Lagoa Wine Show é hoje uma marca consolidada no panorama nacional, capaz de atrair milhares de visitantes, gerar dinâmica económica para os agentes locais e valorizar setores estratégicos como o vinho, a gastronomia, o turismo e a cultura. A crescente notoriedade do evento resulta do trabalho conjunto desenvolvido entre o Município, os produtores, os parceiros institucionais, os agentes culturais e todos aqueles que contribuem para elevar a qualidade desta iniciativa ano após ano”. 

A forte participação registada ao longo dos cinco dias teve reflexos positivos na atividade económica local, nomeadamente nos setores da restauração, alojamento, comércio e serviços, reforçando o papel do Lagoa Wine Show enquanto motor de promoção territorial e dinamização da economia do concelho. 

Com mais uma edição concluída, o Município de Lagoa reafirma o seu compromisso com a valorização dos Vinhos do Algarve, da gastronomia regional e da programação cultural de qualidade, consolidando o Lagoa Wine Show como um dos eventos mais emblemáticos do calendário anual do concelho e da região.

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Lisboa e Oeiras coordenam laboratório europeu ligado ao mar

Coordenador do projeto no Instituto Superior Técnico espera que laboratório inclua Açores e Madeira. A escola de engenharia está a usar conchas de ostras e algas para desenvolver azulejos e peças 3D.

© ullstein bild via Getty Images

Portugal já coordenou projetos-piloto sobre o desenvolvimento de soluções e projetos sustentáveis ligados ao mar e rios.
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Festa do Andebol leva jovens promessas sub-14 a Lagoa

O futuro do andebol nacional vai estar em Lagoa entre 18 e 21 de Junho, com um torneio que junta as seleções de sub-14 de 11 associações regionais do país.

«O município de Lagoa enche-se de talento, garra e fair-play com a Festa do Andebol, um torneio imperdível que vai reunir as grandes promessas dos escalões de sub-14 femininos e masculinos», revelou a autarquia.

Ao todo, serão 24 comitivas em representação de 11 associações regionais de todo o país (Algarve, Algarve/Beja, Aveiro, Braga, Leiria, Lisboa, Madeira, Porto, Santarém, Setúbal e Viseu/Guarda), a lutar pelo troféu.

Os jogos vão dividir-se por quatro pavilhões do concelho: Pavilhão Municipal Jacinto Correia e Pavilhão da Espamol, em Lagoa; Pavilhão Manuel Ferraz, no Parchal; e Nave Desportiva de Ferragudo.

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ESCLUSIVO: La vera storia dietro l’Iran nucleare e l’accordo di Islamabad

Se l’Iran fosse costretto a compiere una dimostrazione di forza nucleare sotto gli occhi di tutto il mondo, la Cina ne trarrebbe la prova che la deterrenza statunitense è solo di facciata.

Segue nostro Telegram.

MOSCA e SAN PIETROBURGO – Lunedì 1° giugno, su Power Shift, una nuova piattaforma geopolitica indipendente, Zulfiqar Ali, Larry Johnson ed io abbiamo rivelato quella che è, a tutti gli effetti, un’informazione esplosiva: se le nubi minacciose continuano ad addensarsi, Teheran è pronta a passare dall’ambiguità nucleare alla effettiva detonazione di un ordigno nucleare sul suolo iraniano.

Meno di una settimana dopo, la pagina di Power Shift è stata censurata su YouTube – senza alcuna spiegazione e senza possibilità di ricorso. Eppure ciò che abbiamo rivelato era già stato descritto in dettaglio in diversi podcast e interviste nel corso della scorsa settimana, come qui e qui (con me e Larry); qui; e al forum di San Pietroburgo, qui.

Ho pubblicato un approfondimento dettagliato prima della diffusione dell’informazione, scritto proprio prima che la delegazione iraniana sospendesse lo scambio di tutti (il corsivo è mio) i testi e i messaggi con gli Stati Uniti tramite il mediatore Pakistan.

Per quanto riguarda la stesura di quella che potrebbe essere la versione definitiva di un Memorandum d’intesa (MoU) tra Iran e Stati Uniti, oggetto di infinite discussioni, è diventato improvvisamente chiarissimo che tutto ruota attorno al Libano.

L’Iran ha ripetutamente ribadito di essere pronto a far saltare il “cessate il fuoco” già in stato comatoso se il culto della morte in Asia occidentale avesse dato seguito alla sua minaccia di bombardare Dahiyeh, il sobborgo a maggioranza sciita della zona sud di Beirut.

Di fronte a Trump, il leader del culto della morte è stato costretto a fare marcia indietro. Ma solo per pochi giorni. Trump ha un disperato bisogno di un MoU e di una proroga del cessate il fuoco da presentare come una “Vittoria”. La sua (il corsivo è mio) Vittoria.

Tutto questo stava accadendo, in modo frenetico, sulla scia di una telefonata fatidica ed estremamente delicata, durata 105 minuti, avvenuta giovedì 28 maggio tra il presidente iraniano Masoud Pezeshkian e il primo ministro pakistano Shehbaz Sharif.

Islamabad è l’unico canale di comunicazione segreto funzionante e affidabile tra Teheran e Washington. Le nostre fonti hanno rivelato che durante la telefonata, Pezeshkian ha consegnato un ultimatum strutturato formalmente in tre fasi da comunicare alla Casa Bianca con assoluta chiarezza:

  1. Niente più negoziati sul nucleare. Poiché la priorità è la fine di tutte le guerre, contro l’Iran e l’Asse della Resistenza.
  2. Niente più prospettive di un quadro di trattato nucleare. Cioè, nessuna discussione che porti a un possibile JCPOA 2.0 annacquato; solo dopo aver risolto la fine delle guerre e lo status dello Stretto di Hormuz.
  3. Se le minacce statunitensi dovessero persistere, ha affermato Pezeshkian, ciò porterebbe alla «detonazione di un ordigno nucleare sul suolo iraniano» — attuata non come atto di guerra, ma come dimostrazione sovrana e irreversibile della capacità di controllare il dominio dell’escalation.

Ciò che colpisce in modo particolare è che nulla di quanto sopra riguarda una posizione diplomatica. Ciò che abbiamo è il Presidente dell’Iran che riferisce quella che è essenzialmente una decisione della Guida Suprema Mojtaba Khamenei, segnalando che se Washington superasse la prossima soglia, Teheran passerebbe istantaneamente dall’ambiguità nucleare a una dimostrazione innegabile.

E ciò implicherebbe una rottura permanente del sistema globale di non proliferazione – con conseguenze imprevedibili.

L’allineamento strategico Cina-Iran-Pakistan

Il primo ministro pakistano Shehbaz Sharif ha ovviamente valutato l’importanza di tali informazioni. Ha immediatamente incaricato il ministro degli Esteri pakistano Ishaq Dar – che si trovava a New York per le sessioni del Consiglio di Sicurezza dell’ONU – di trasmettere le informazioni a Washington.

Dar ha aggirato l’intero apparato burocratico, chiamando direttamente a New York il Segretario di Stato americano Marco Rubio. Il messaggio, da Teheran all’amministrazione Trump, era chiaro: la scala dell’escalation presenta ora un ultimo gradino.

Rubio «potrebbe» (e questa è la parola chiave) aver riconosciuto la gravità estrema di quello che è di fatto un ultimatum nucleare formale. Ne ha informato Trump. Il giorno successivo, il 29 maggio, Trump ha bruscamente interrotto ogni ulteriore azione militare. E la sua retorica incendiaria si è immediatamente attenuata.

Ciò non aveva nulla a che fare con un improvviso impeto di moderazione strategica nell’asse War-a-Lago/Ufficio Ovale. È stato il risultato diretto e a valle del canale di comunicazione segreto Sharif-Dar-Rubio.

La mattina del 29 maggio, Dar è arrivato a Washington per una visita ufficiale di un giorno.

Seduto di fronte a Rubio, ha fornito il briefing dettagliato che la telefonata di New York aveva solo anticipato.

Ha sganciato due enormi bombe sul tavolo delle trattative:

  1. L’Iran non cederà alcuna parte del suo uranio altamente arricchito (HEU). Nulla. Zero. E questo è definitivo.

È tutta una questione di indipendenza sovrana (due concetti al centro della recente dichiarazione congiunta Russia-Cina firmata a Pechino durante la visita ufficiale di Putin a Xi Jinping).

Quindi Teheran non cederà le proprie scorte, a prescindere dai termini, temporaneamente o in altro modo, solo per conformarsi a un meccanismo volto a salvare la faccia, concepito per un pubblico interno statunitense. Dal punto di vista della leadership iraniana – con Mojtaba al timone – l’HEU va ben oltre una risorsa tecnica; è la fusione definitiva di sovranità, deterrenza, potere contrattuale e sopravvivenza politica.

  1. La Cina ha fornito all’Iran sistemi di difesa strategica all’avanguardia – compresi i MANPAD a spalla – fatti passare segretamente attraverso paesi terzi (ed è per questo che non sono riuscito a ottenere alcuna conferma ufficiale due settimane fa a Shanghai).

Conclusione: è ora in vigore un’alleanza strategica pienamente operativa tra Cina, Iran e Pakistan.

È ancora possibile un Accordo di Islamabad?

Allo stato attuale, nessuno di noi – comprese le nostre fonti – sa se un’arma nucleare fatta esplodere sul suolo iraniano sarebbe stata sviluppata esclusivamente dall’Iran [che possiede le capacità scientifiche per farlo]; oppure con la possibile assistenza di Russia, Pakistan o Corea del Nord. Tutte le opzioni sono plausibili.

Secondo il Prof. Ted Postol del MIT, l’Iran potrebbe facilmente convertire 450 kg di esafluoruro di uranio al 65% in materiale per uso militare all’85% circa: tutto ciò che serve per un’arma a basso potenziale, da montare su almeno 10 sistemi di lancio missilistici in grado di raggiungere Israele. Ciò significa, come minimo, 10 bombe nucleari.

Tecnicamente, questo tipo di arma a bassa potenza può essere progettata, spiega Postol, utilizzando un riflettore di neutroni realizzato in uranio impoverito – o berillio/carburo di tungsteno – posizionato immediatamente attorno al nucleo fissile. Esso riflette i neutroni in fuga nuovamente nel materiale nucleare per aumentare l’efficienza di fissione e ridurre la massa critica richiesta. In poche parole: meno materiale e più bombe.

Molto importante: una bozza di questo articolo è stata presentata all’inizio della scorsa settimana a un alto funzionario iraniano, membro della cerchia ristrettissima attorno alla Guida Mojtaba Khamenei. La sua reazione: «Non commenterò la questione».

Al di là di questa mancata risposta, ciò che è apparso immediatamente chiaro è la trasmissione verificata della comunicazione extra-canale più significativa della crisi «né guerra né pace».

Funziona così: Pezeshkian parla con Sharif; Sharif parla con Dar; Dar parla con Rubio; Rubio parla con Trump; Dar parla con Rubio faccia a faccia (durante il suo briefing a Washington).

Tutto ciò getta nuova luce sul cessate il fuoco di 60 giorni – successivamente infranto – e sulla fragile strategia di uscita di cui Trump aveva disperatamente bisogno. Questo quadro è stato organizzato dal Pakistan e sostenuto strutturalmente dalla Cina – come ho confermato a Shanghai.

Teheran ha insistito sull’ordine delle procedure, più e più volte. In primo luogo, tutte le guerre devono cessare, in particolare l’offensiva del culto della morte contro il Libano. Seguono poi gli accordi per ripristinare il traffico commerciale attraverso lo Stretto di Hormuz. La terza e ultima fase consiste nel riprendere una sorta di dialogo significativo sul nucleare.

In un quadro più ampio, è già in corso un’importante revisione strutturale, indipendentemente dalle brutte sorprese che potrebbero verificarsi in futuro con la violazione del cessate il fuoco.

Allo stato attuale: gli Accordi di Abramo sono, a tutti gli effetti, morti; l’Arabia Saudita ha congelato tutte le discussioni riservate sulla “normalizzazione” con Israele; il Qatar e l’Oman stanno silenziosamente elaborando calendari di transizione militare per eliminare gradualmente gli Stati Uniti dall’Asia occidentale. E, cosa più cruciale, una nuova architettura di sicurezza dell’Asia occidentale si sta rapidamente consolidando al di fuori dell’ombrello “protettivo” americano, guidata dai Quattro Sunniti: Pakistan, Arabia Saudita, Turchia ed Egitto.

Giovedì scorso, sempre su Power Shift (la nostra pagina YouTube era ancora attiva), Zulfiqar Ali, Larry Johnson ed io abbiamo individuato un possibile Accordo di Islamabad come quadro emergente per porre fine alla guerra tra Stati Uniti e Iran — molto prima che i media mainstream occidentali lo riconoscessero come l’architettura organizzativa.

Abbiamo anche individuato il meccanismo che lo guida: una diplomazia pendolare pakistana senza sosta, sostenuta silenziosamente ma con decisione dalla Cina.

Abbiamo delineato la tabella di marcia in due fasi: in primo luogo, un cessate il fuoco immediato e la riapertura dello Stretto di Hormuz (l’Iran acconsente a entrambi); in secondo luogo, una breve finestra negoziale per finalizzare l’accordo politico e finanziario più ampio.

Abbiamo riferito che lo sblocco altamente controverso dei beni congelati dell’Iran non era un argomento di discussione speculativo, ma una leva attiva nel processo. Lo sblocco dei beni e il possibile alleggerimento delle sanzioni venivano trattati come misure concrete di rafforzamento della fiducia.

Abbiamo inoltre riferito che una delegazione iraniana di alto livello – comprendente il presidente del Parlamento Ghalibaf, il ministro degli Esteri Abbas Araghchi e il governatore della Banca centrale Abdolnaser Hemmati – si sarebbe recata a Doha in relazione alla questione dei fondi congelati.

Ciò è stato successivamente confermato su tutta la linea, compreso il fatto che la componente della banca centrale fosse direttamente legata ai beni congelati.

Abbiamo inoltre suggerito che Islamabad potesse diventare il palcoscenico dell’atto politico finale, compresa una possibile visita di Trump, insieme a Pezeshkian: eppure ora tale possibilità sembra più remota che mai.

La Cina si limita a guardare scorrere il fiume

Questi sono i fatti, allo stato attuale:

L’Iran è ben lungi dall’essere isolato ed è pronto per una guerra prolungata, con un significativo sostegno materiale e strategico da parte di Cina, Pakistan e Corea del Nord, e un appoggio attentamente calcolato da parte della Russia, come ho confermato durante il forum di San Pietroburgo.

Gli Stati Uniti sono paralizzati. L’amministrazione Trump potrebbe sembrare intenzionata a cercare una via d’uscita; ma è totalmente vincolata dalla pressione esercitata dal culto della morte in Asia occidentale – come abbiamo visto questo fine settimana; dai percorsi di escalation ormai esauriti; e dall’assenza di un’opzione militare decisiva in grado di alterare lo scacchiere senza creare una crisi infinitamente più ingestibile.

Le petro-monarchie del Golfo sono terrorizzate da una possibile ripresa della guerra – con la principale eccezione degli Emirati Arabi Uniti.

Ciò lascia Islamabad come unica via d’uscita disponibile, con il feldmaresciallo Asim Munir posizionato come intermediario indispensabile; e Pechino e Mosca che seguono tutto da vicino, in alcuni aspetti plasmando attivamente il contesto più ampio.

Il bombardamento della zona sud di Beirut del 6 giugno è stato effettuato ancora una volta in un momento critico dei negoziati, come sottolineato da Mohammad Mokhber, uno dei principali consiglieri della Guida Mojtaba Khamenei e membro del Consiglio di Discernimento iraniano:

«Bombardando il Libano mentre il mediatore si trovava in Iran [si riferiva ad Asim Munir], il nemico ha dato fuoco al tavolo dei negoziati per la terza volta per mettere in evidenza le ripetute violazioni del cessate il fuoco in tutte le aree. Parliamo ai violatori il linguaggio del “potere”; l’asse della resistenza è un corpo unificato, e pagheranno certamente un prezzo pesante e doloroso per questa aggressione sul campo».

Il bombardamento del sud di Beirut da parte del culto della morte ha portato a uno spettacolo francamente surreale: l’amministrazione Trump che si affannava dietro al mediatore pakistano a Teheran, implorandolo di intercedere presso gli iraniani per un allentamento delle tensioni. L’Imperatore che voleva distruggere la civiltà iraniana ha dovuto chiedere al Pakistan di salvare ciò che poteva ancora essere salvato.

Ciò significa, come abbiamo riferito, che con l’Iran che stabilisce i termini dell’escalation e aumenta il proprio potenziale deterrente, e con Trump rimasto senza alcuna carta da giocare, l’unica soluzione possibile risiede nella diplomazia attraverso Islamabad.

Questa settimana su Power Shift, in tre puntate consecutive da lunedì a mercoledì, approfondiremo l’intelligence e la diplomazia alla base di questi cambiamenti tettonici.

E poi, naturalmente, c’è l’intrigante prospettiva cinese.

I think tank statunitensi rimarranno completamente paralizzati quando finalmente si renderanno conto che, immettendo equipaggiamento militare avanzato nel teatro di guerra iraniano, Pechino sta attivamente mettendo alla prova i limiti della coercizione egemonica americana.

E se si arriverà al dunque, e l’Iran sarà costretto a una dimostrazione nucleare sotto gli occhi di tutto il mondo, la Cina acquisirà la prova inconfutabile che la deterrenza statunitense è vuota.

Non si può che ammirare l’ingegnosità di una mossa strategica di così vasta portata, compiuta senza sparare un solo colpo.

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Primeiro evento europeu National Geographic em Portugal

Evento passa por Lisboa a 16 de junho e vai até ao Porto no dia 18. O neurocientista vai falar da estrutura do cérebro e como funcionam as suas conexões e químicos, com foco na memória.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O estudo biológico do funcionamento da memória pode ajudar a aumentar o volume nas memórias boas e reduzi-lo nas memórias más
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Cerca de 100 concelhos em perigo máximo de incêndio

100 concelhos de Bragança, Guarda, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Lisboa, Setúbal, Évora, Beja e Faro estão em perigo máximo de incêndio, que se irá manter até segunda-feira.

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

Vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Leiria e Vila Real apresentam esta quinta-feira perigo muito elevado e elevado de incêndio
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Novo festival em Olhão quer ser «referência internacional» no circuito de jazz

Música jazz ao vivo, ambiente de fim de dia e vivência ao ar livre no cenário natural da Ria Formosa são os principais ingredientes do Olhão South Jazz, com 1ª edição marcada para 24 e 25 de Julho e que, a longo prazo, quer ser uma «referência internacional».

Júlio Resende, Áurea, Orquestra de Jazz do Algarve e Sara Badalo são alguns dos artistas nacionais que vão passar pelos dois palcos do recinto, no novo Parque Ribeirinho Poente, anunciou a organização, durante a apresentação do evento, esta terça-feira, dia 9 de Junho.

A sessão de lançamento dos primeiros e principais detalhes antecipou, de certo modo, o ambiente esperado para a edição inaugural desta nova proposta cultural de Verão para a região, decorrendo ao pôr-do-sol e terminando com a atuação de Sara Badalo, uma das artistas do cartaz.

Em declarações ao Sul Informação, à margem da apresentação, o presidente da Câmara de Olhão afirmou que o evento integra uma abordagem mais ampla de diversificação e valorização da cultura no concelho – no momento em que a autarquia prepara o lançamento de uma nova estratégia para o setor –, aproveitando também o potencial do espaço envolvente.

«Acreditamos que é através do ensino da cultura que conseguimos fazer com que os nossos jovens e os nossos cidadãos consigam estar cada vez mais despertos para as verdadeiras necessidades e os verdadeiros alicerces da construção de uma comunidade coletiva. Por isso, achamos que é fundamental criar vários momentos de acesso à cultura nas suas mais diversas dimensões», realçou Ricardo Calé.

O Parque Ribeirinho Poente, inaugurado em Dezembro de 2025 depois de ter sido recuperada uma zona que era «um depósito de inertes» abandonados, «é um autêntico paraíso acessível a qualquer cidadão» e deve ser potenciado com «melhores momentos» e eventos de maior dimensão, salientou o autarca.

Sul Informação

«Naturalmente que, havendo este potencial, havendo esta vontade e havendo aqui a criação dessa estratégia cultural nas suas mais diversas dimensões, achamos que um festival de jazz de referência no Algarve poderia fazer todo o sentido», enquadrou.

Para o presidente da Câmara de Olhão, este «é um casamento perfeito», porque o espaço, um anfiteatro natural em plena Ria Formosa, cria as condições para «um festival único, acolhedor e familiar».

As primeiras edições «são as mais desafiantes» e vão permitir tirar conclusões para o futuro, mas o objetivo é fazer do Olhão South Jazz, a longo prazo, «um festival de referência a nível europeu e mundial» no circuito do jazz, frisou Ricardo Calé.

O festival vai ter lugar nos dias 24 e 25 de Julho, entre as 18h00 e as 00h00, e pretende juntar «música ao vivo, ambiente de fim de dia, território e vivência ao ar livre», com uma programação construída com curadoria artística de Júlio Resende, artista natural de Olhão.

Pelo palco principal e pelo segundo palco, denominado Cantaloupe – em parceria com o bar situado nos Mercados de Olhão onde desde há 20 anos há concertos de jazz todas as semanas –, vão passar, no primeiro dia, Aurea, Orquestra de Jazz do Algarve com Raul Reyes & Osvaldo Pegudo, com o espetáculo “Caribe Libre”, e Cátia Ribeiro Trio.

No segundo e último dia, atuam Sara Badalo Jazz Quintet, Vânia Fernandes & Júlio Resende 4teto, com o espetáculo “My favorite songs”, e Susana Travassos Trio.

A presença de Salvador Sobral, que tinha sido anunciada em Março pelo autarca ao nosso jornal, acabará por não acontecer, porque o artista decidiu tirar um ano sabático. «Respeitamos a decisão e queremos que o Salvador Sobral seja uma aposta já numa edição muito próxima do festival», afirmou Ricardo Calé.

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Além dos concertos, o recinto contará com várias áreas pensadas para acolher diferentes formas de estar no evento, como a zona lounge, a food zone, bar, photospot e espaços de ativação.

A organização pretende criar «uma experiência cuidada, com ambiente elegante, zonas diferenciadas e uma relação próxima entre música, público e lugar».

No ano de estreia, o Olhão South Jazz vai também integrar o Ria Market, uma área dedicada ao artesanato, marcas independentes e projetos locais, «reforçando a ligação do evento à criatividade algarvia e à identidade da região».

O recinto terá capacidade para 10 mil pessoas e os bilhetes, que já estão à venda, vão custar 10 euros (diário) e 15 euros (passe de dois dias).

Quanto ao orçamento, de acordo com Ricardo Calé, a Câmara de Olhão «vai investir 60 mil euros» no festival, que será promovido «em coprodução» com a empresa White Coffee Agency, liderada por Pedro Barros, que partilhou a apresentação com o autarca.

Fotos: Edgar Pires | Sul Informação

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Ricardo Calé, Sara Badalo e Pedro Barros

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Ricardo Calé, Sara Badalo e Pedro Barros

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