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Estaleiro da Mitrena em Setúbal vai a concurso

O Porto de Lisboa-Setúbal (PLS) está a dar os primeiros passos para lançar o concurso de concessão e futuro modelo de exploração do estaleiro da Mitrena em Setúbal, agora concessionado à Lisnave.

Neste âmbito, o PLS vai lançar um concurso para contratar os “estudos especializados necessários à preparação do concurso de concessão e futuro modelo de exploração”.

Desta forma, serão desenvolvidos os “estudos técnicos, jurídicos, económico-financeiros e operacionais que irão suportar o programa de concurso e o respetivo caderno de encargos”.

Objetivo: “valorizar uma infraestrutura que emprega cerca de dois mil trabalhadores e apresenta elevado potencial nas áreas da reparação naval, reciclagem verde de navios, construção naval, indústria marítima, apoio à economia azul e produção de energia eólica offshore”.

“Esta decisão representa mais um passo na estratégia Portos 5+ e na valorização dos ativos portuários, industriais e logísticos nacionais de base marítima, promovendo a modernização das infraestruturas, a atração de investimento privado e a criação de condições para um crescimento sustentável das atividades marítimo-portuárias”, segundo Vítor Caldeirinha, presidente do Conselho de Administração do Porto Lisboa-Setúbal.

A ideia é “reforçar a capacidade do Estaleiro da Mitrena para atrair investimento privado, gerar emprego qualificado e consolidar Setúbal como polo estratégico da economia marítima e industrial”.

A Lisnave detém a concessão da Mitrena desde 1997 e a atual concessão termina a 31 de julho de 2027 e “tem-se afirmado como uma referência técnica no mercado global de manutenção naval, consolidando a sua posição como um dos maiores estaleiros do Atlântico Norte, com capacidade de servir os maiores navios do mundo e os mais importantes armadores internacionais”.

O PLS prossegue a sua estratégia de “modernização e valorização dos seus ativos estratégicos, preparando o futuro de uma infraestrutura com relevância nacional para os setores marítimo, industrial e logístico”.

“Guga” condenado a 20 anos por matar ex-mulher à facada

By: ZAP
8 June 2026 at 11:40
O Tribunal de Setúbal condenou a 20 anos de prisão um homem, de nacionalidade brasileira, que matou a ex-namorada à facada. Foi ainda aplicada a pena acessória de expulsão de território nacional. O crime ocorreu no dia 16 de junho de 2025, no interior a barbearia do suspeito, na Praça Marquês de Pombal, em Setúbal. Gustavo Maciel, de 26 anos, foi condenado, no final de maio, por homicídio qualificado. Após ter cometido o crime, caminhou até à esquadra da PSP perto da barbearia e entregou-se. Maciel confessou o homicídio e levou os agentes até ao local do crime. Segundo o

Quercus questiona reposição do acesso a praias em Grândola

8 June 2026 at 09:56
Em 2025, foram encontradas "irregularidades" em 10 das 22 praias fiscalizadas em Grândola, que tinham acesso condicionado por empreendimentos turísticos. A Quercus questionou a ministra sobre avanços.

© JOAO MATOS/LUSA

Quercus questionou Maria da Graça Carvalho sobre a correção das "se as irregularidades encontradas" nas praias em Grândola

Polícia Marítima fiscaliza áreas costeiras ambientalmente protegidas

Os elementos dos Comandos Locais da Polícia Marítima de Setúbal e de Sines realizaram na madrugada de ontem, 6 de junho, uma ação de fiscalização nas áreas costeiras ambientalmente protegidas, com especial incidência no Parque Marinho Professor Luiz Saldanha (Parque Marinho da Arrábida), localizado na costa sul da Península de Setúbal.

No âmbito desta ação, foram fiscalizadas diversas embarcações e atividades ligadas ao setor das pescas, tendo sido detetadas infrações à legislação em vigor, nomeadamente uma embarcação por pesca ilegal dentro do citado Parque Natural. A Polícia Marítima elaborou os respetivos autos de notícia, tendo adotado os procedimentos legais aplicáveis.

A Polícia Marítima mantém um dispositivo permanente de vigilância, patrulhamento e fiscalização ao longo do litoral alentejano, assegurando a proteção do meio marinho, a sustentabilidade dos respetivos ecossistemas e a segurança dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional.

Estas ações contribuem ainda para a prevenção e repressão de ilícitos criminais em ambiente marítimo, reforçando a capacidade de vigilância da Polícia Marítima ao longo da costa portuguesa.

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