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Protecção Civil vai realizar exercício simulando acidente industrial na Zona Franca

O Serviço Regional de Protecção Civil vai testar, sectorialmente, no próximo dia 11 de Junho, o respectivo Plano Regional de Emergência de Proteção Civil da Região Autónoma da Madeira (PREPC RAM), com base num cenário fictício de acidente grave na Zona Franca Industrial, envolvendo substâncias perigosas. O Exercício regional ‘PROCIVRAM_26.4’ tem como principal finalidade testar […]
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Peter Thiel tenta assumir o controle do Judiciário brasileiro

Bilionário Peter Thiel, dono do Founders Fund, investe em startup brasileira de IA para controlar advogados e juízes. Risco de captura do Judiciário.

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A recente fuga para a Argentina do bilionário tecnocrata Peter Thiel, mais conhecido por sua empresa Palantir, envolvida na captura dos serviços de segurança e inteligência dos EUA, chamou a atenção para os seus possíveis interesses na América do Sul. O papel de Javier Milei na implementação do Plano Andinia (a promoção da colonização judaica da Patagônia, para fins de criação de um novo Estado sionista) já tornou-se notório, e especula-se sobre a possibilidade de Thiel ter aí algum papel. Outros falam na hipótese de Thiel estar simplesmente saindo dos EUA para escapar a alguma possível futura responsabilização num governo estadunidense pós-Trump.

Agora, independentemente de quais sejam os reais interesses de Thiel na Argentina, não parece ser o alvo principal das operações do bilionário na América do Sul.

Veio a público recentemente o fato de que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso e o apresentador de TV Luciano Huck, ambos sionistas radicais e representantes do establishment liberal-progressistas, seriam parte do Conselho da empresa brasileira de IA “Enter”. Essa empresa “Enter” está desenvolvendo um sistema, criado a partir dos modelos da OpenAI e da Anthropic, cuja finalidade será gerenciar de forma autônoma os casos dos principais escritórios de contencioso de massa do Brasil, cuidando da produção dos peticionamentos.

Espera-se, ademais, que a “Enter” eventualmente passe a operar também dentro dos tribunais, já que o objetivo declarado da startup é se tornar uma empresa monopolista para IA do setor jurídico. Ao se situar em ambas pontas principais das relações jurisdicionais (advogados e juiz), a “Enter” estaria basicamente dissolvendo a necessária “separação” que deve haver entre autor, réu e juiz, para que se possa preservar, concretamente, a imparcialidade da aplicação do Direito.

Ademais, é importante considerar a possibilidade de que, sutilmente, através de prompts, a “Enter” poderia prejudicar seus próprios clientes em casos nos quais um desses clientes representasse interesses contrários aos interesses dos investidores, diretores e conselheiros por trás da “Enter”.

A questão assume uma dimensão internacional, porém, a partir do momento em que descobrimos que a principal investidora da startup “Enter” é o Founders Fund, um fundo de investimentos de capital de risco criado por Peter Thiel e que conta, entre seus parceiros, com uma miríade de magnatas e especuladores ligados ao Vale do Silício.

Através do Founders Fund, Thiel tem um controle, no mínimo parcial, não apenas sobre a Palantir e a SpaceX do Musk, mas também Facebook, Polymarket, Spotify, Airbnb, entre outras, todas elas vinculadas ao mundo da Big Tech e do Vale do Silício, projetos que parecem dedicados à virtualização e algoritmização do mundo, para controlá-lo e influenciá-lo mais facilmente.

Assim, quando Thiel investe num projeto cujo objetivo declarado é controlar a atuação de advogados e juízes no Brasil, necessariamente estamos diante de um risco institucional significativo. Principalmente porque o Brasil parece ter se tornado laboratório de experimentação para inúmeros projetos liberais de todos os tipos, e os resultados alcançados no Brasil podem servir para determinar a internacionalização desse esforço de controlar as atividades jurídicas ao redor do mundo.

O próprio esforço, já existente no Brasil, de tornar as atividades jurídicas mediadas pela inteligência artificial já é, em si, um risco institucional. Os juízes pararam de ler os processos, bem como de produzir as próprias sentenças. E advogados bem treinados já passaram a incluir em suas petições prompts disfarçados cuja finalidade é manipular a IA do tribunal para que ela dê sentenças favoráveis. Com isso, o fator humano vai sendo excluído do Direito.

O problema é que todos os conflitos jurídicos são, fundamentalmente, sobre interesses humanos, e apenas pessoas podem entender as demandas de outras pessoas; razão pela qual praticamente deveríamos considerar imprescindível, e mesmo um direito fundamental, o ser defendido e julgado exclusivamente por seres humanos.

O impulso de Peter Thiel por controlar as relações jurídicas brasileiras deve servir de alerta para a necessidade de afirmar e reafirmar a importância fundamental da centralidade humana em todas as instituições e relações.

A IA não pode e não deve substituir o homem.

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Moncloa no ve "motivo alguno para imputar al PSOE ni a Sánchez" en el 'caso Leire Díez'

La ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz, el ministro de Transportes y Movilidad Sostenible, Óscar Puente, y la ministra de Sanidad, Mónica García, durante la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, en el Palacio de la Moncloa, a 9 de junio de 2026, en Madrid (España). Esta medida destinará 168 millones a mejorar la eficiencia energética en centros sanitarios y hospitales, mientras que los 200 millones restantes protegerán los centros educativos frente a la emergencia climática. Alberto Ortega / Europa Press 09/6/2026

El caso Leire Díez apenas ha echado a rodar. El juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz ya dictó un primer auto en el que dibujaba cómo operaba una presunta red criminal en Ferraz que tenía a la cabeza al exsecretario de Organización del PSOE Santos Cerdán y a la ya exmilitante Leire Díez como mano ejecutora, como fontanera. El magistrado levantó parcialmente el secreto de la causa y ayer ordenó el libramiento de varios oficios y la citación de hasta 22 testigos entre el 26 de junio y el 13 de julio. Entre ellos, la presidenta del partido, Cristina Narbona. Y al día siguiente tendrá que declarar como imputada ante él la abogada Leticia de la Hoz, por presuntamente haber sobornado a la empresaria Carmen Pano para que cambiara su versión respecto a que había entregado 90.000 euros en efectivo en el cuartel general de los socialistas a petición del comisionista Víctor de Aldama.

Quedan por practicar muchas diligencias pero es verdad que en el partido, como ya publicó este diario, se teme que el caso escale más y pueda acabar suponiendo una imputación del PSOE como persona jurídica. Algo que sería letal para los ánimos de una formación hundida anímicamente también por otro caso, el que mantiene investigado al expresidente José Luis Rodríguez Zapatero. Pero la puntilla definitiva podría ser la imputación del propio Pedro Sánchez. No sería sencilla, porque para que esa circunstancia se diera, Pedraz tendría que hallar indicios que le condujeran hasta él que justificasen elevar una exposición razonada al Tribunal Supremo. Este sería el competente para decidir si investiga o no al jefe del Ejecutivo, dado que este es aforado, y en caso de que determinara proceder contra él, tendría que solicitar el suplicatorio al Congreso.

Sin embargo, fuentes la Moncloa aseguran no ver "motivo alguno" ni para la imputación del PSOE ni para la de Sánchez. Tampoco creen justificado que Pedraz pudiera llamar a declarar al presidente del Gobierno y secretario general del partido ni siquiera como testigo. "Es que no hay indicio ninguno de que Sánchez conociera a Leire. Ni hay una prueba de que operara la trama como tal ni mucho menos que implicara al partido", esgrimen. La tesis de la dirección socialista es que Cerdán pudo montarse su propia red para taparse a sí mismo, para esconder sus chanchullos, y que para ello tiró de la ayuda de Díez.

El juez tiene imputada a la gerente actual, Ana Fuentes, y la UCO descubrió que la directora de la Guardia Civil, Mercedes González, se reunió al menos tres veces con Díez. Citas que ella ratificó

Pero el juez tiene imputada a la actual gerente del PSOE, Ana María Fuentes —promovida al cargo por Cerdán en 2021—, y además en el sumario de la causa los informes de la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil revelaron que Díez se había reunido en al menos tres ocasiones con la directora general del cuerpo, Mercedes González. Encuentros que ella al final tuvo que reconocer después de que el ministro del Interior, Fernando Grande-Marlaska hubiera negado esa posibilidad apenas unos días de conocerse el sumario. El PSOE no ha abierto ningún tipo de expediente a Fuentes y el Ejecutivo, empezando por el propio Sánchez y siguiendo por Marlaska, han manifestado su respaldo pleno a la jefa de la Guardia Civil.

Este martes, en la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, la portavoz del Gobierno, Elma Saiz, reiteró que Sánchez nunca supo nada de la fontanera del PSOE: "El presidente nunca ha conocido, ni avalado ni ha sido informado de las andanzas de Díez, que nunca, por cierto, hubiera tolerado". Repitió prácticamente palabra por palabra aquello que el propio jefe del Ejecutivo respondió a los periodistas el pasado viernes en Tivat (Montenegro).

#EnDirecto | El Gobierno desmiente "rotundamente" cualquier encuentro entre Pedro Sánchez y Leire Díez: "Nunca ha conocido ni avalado ni ha sido informado de sus andanzas. Nunca lo hubiera tolerado" pic.twitter.com/oG1tnnWPp7

— Europa Press (@europapress) June 9, 2026

Los informadores preguntaron a la portavoz por qué ahora el partido y el Gobierno no actúan como en el pasado, cuando pidió sus actas y echó a los exsecretarios de Organización José Luis Ábalos y Santos Cerdán. Ahora no se ha adoptado ningún tipo de medida contra Zapatero, ni contra la gerente del partido, ambos imputados en la Audiencia. La ministra reivindicó que la posición es "absolutamente coherente". "Somos el Gobierno de la tolerancia cero contra la corrupción, de la colaboración con la Justicia, de respetar los tiempos de la Justicia, de confiar en la Justicia", remachó, recordando de nuevo el plan de medidas anticorrupción que Sánchez presentó en julio del año pasado ante el Congreso. El problema es que la norma estrella, el anteproyecto de Ley Orgánica de Integridad Pública, aún no ha llegado al Congreso y se antojan muy complicados sus apoyos parlamentarios.

El Ejecutivo mantiene la confianza en González y también en Narbona. La presidenta del PSOE "tiene una moralidad intachable". "Jamás ha intervenido en nada ilícito o impresentable", apuntan

En el Gobierno mantienen toda la confianza en González —no se plantea de ningún modo su cese, y menos aún después de que Sánchez le explicitara su respaldo— y también en Narbona. En su caso, la UCO describe en su informe que la presidenta del PSOE mantuvo una conversación por WhatsApp con Díez el 24 de abril de 2024, cuando Sánchez publicó su Carta a la ciudadanía, en la que abría un periodo de reflexión de cinco días en el que se planteó dimitir. La exmilitante le habló de "reconducir" los ataques al presidente, de dar "ayuda cualificada" y dar la vuelta al asunto "como un calcetín". "[Esto] se lo habías contado a Santos el otro día", respondió ella. Narbona deberá comparecer como testigo ante Pedraz el 10 de julio. Ni Saiz ni el ministro de Transportes, Óscar Puente, presente en la rueda de prensa de este martes, quisieron hacer referencia a la citación de la presidenta del PSOE, pero fuentes de la Moncloa mostraron su "pleno respaldo" a la dirigente.

"Cristina tiene una moralidad intachable. Estamos seguros de que jamás ha intervenido en nada ilícito o impresentable. Es la persona más seria del mundo", señala un miembro del Ejecutivo que confía en que no obstante el caso Leire se vaya desactivando, porque no le ve recorrido. "Leire sería lo que en derecho se llama una tentativa inidónea, que es como elegir un medio incapaz de provocar el resultado buscado. Ella no tenía capacidad de influir en nada. Habría que darle la medalla de Isabel la Católica. Desde Mata Hari no se conocería nada igual", bromea este alto mando.

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RJ: líder do Comando Vermelho que coordenava roubo de cargas é preso

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Policiais da Delegacia de Duque de Caxias e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense prenderam, nessa segunda-feira (8), Wagner William Amâncio, o Waguinho, de 32 anos, considerado uma das lideranças do Comando Vermelho (CV), no Parque das Missões, em Duque de Caxias.

De acordo com as investigações, o criminoso era responsável por coordenar e gerenciar o roubo de cargas na Baixada Fluminense, sendo apontado como autor de diversos crimes ocorridos em rodovias da região, principalmente a Rio-Petrópolis. Na ação, mais dois traficantes de drogas foram presos.

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A finalidade da ação era prender integrantes da facção criminosa Comando Vermelho e desestruturar o núcleo da região. O lugar é utilizado como base logística e ponto estratégico de coordenação de crimes como tráfico de drogas, roubos de veículos, receptação e ocultação de criminosos.

Os agentes identificaram a liderança da facção responsável pela logística no local. Waguinho coordenava os roubos de veículos, fornecendo armamentos para os criminosos e organizando a remessa de automóveis roubados para comunidades dominadas pelo grupo, especialmente para o Complexo da Penha, na zona norte do Rio, principal reduto da liderança do CV no Rio.

As investigações demonstraram que diversos ladrões de veículos e cargas agiam sob ordens do criminoso, evidenciando sua posição de liderança dentro da organização. Waguinho também atuava no tráfico de drogas na região e tinha ligação com Edgar Alves de Andrade, o “Doca”.

Por meio de monitoramento, os policiais localizaram a residência utilizada por Waguinho. Durante a abordagem, foi cumprido mandado de prisão preventiva. Ele já tinha anotações criminais por roubo de carga, receptação e tráfico de drogas.

Ainda na região, foram presos mais dois traficantes de drogas. Um dos homens era responsável por exercer funções de apoio e sustentação das atividades. Ele já havia sido preso em 2019 e tinha anotações criminais por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

A ação faz parte da Operação Contenção, uma ofensiva para conter o avanço territorial da facção. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional do grupo.

Até agora, mais de 345 homens foram presos e outros 137 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas 477 armas, sendo 190 fuzis, e mais de 51 mil munições.

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Ancient Maya knowledge helps Guatemalan farmers cut agrochemical use

In the mountain villages of Guatemala’s Western Highlands, farmers are combining ancient Maya knowledge with modern sustainable farming techniques to protect their crops from pests and disease. Smallholders are creating homemade biopesticides using plants with strong smells and flavors to deter pests on their family plots. This is helping to cut back on the use of increasingly expensive agrochemicals, many of which have been labeled as dangerous to human health and linked to soil degradation. About 60 Guatemalan communities in the Western Highland departments of Sololá and Huehuetenango, as well as Chiquimula in the east, are working to revive these traditional techniques with support from the international development organization World Neighbors. Their focus is to restore and strengthen traditional knowledge, combining it with agroecological practices that help families produce surplus food they can sell to boost household incomes. “Traditional farming techniques are becoming popular because they are simple practices to apply, use local resources, and have proven to be effective,” Dayani Roche, a program associate at World Neighbors, told Mongabay via email. Rather than a single ancient recipe, farmers are using “a living combination of ancestral knowledge, local experimentation and more recent agroecological practices,” he said, which are “safer for families, soil, water and biodiversity than many chemical alternatives.” The Maya civilization, which once stretched across modern-day Central America, had a rich history of farming dating back to 2000 B.C.E. Its most celebrated agriculture system is the milpa, a form of intercropping that involves a mix of maize, beans and…This article was originally published on Mongabay

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Copa do Mundo: exames de Neymar apontam 'boa evolução' , afirma CBF

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta segunda-feira (8) uma nota oficial a respeito da recuperação do atacante Neymar, que se apresentou com uma lesão na panturrilha direita. Segundo o texto, o camisa 10 da seleção do Brasil passou por uma ressonância magnética que mostrou "boa evolução, dentro dos parâmetros esperados". Não há, no entanto, nenhuma previsão sobre o retorno do jogador aos gramados. A nota se limita a dizer que Neymar "seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira."

A estreia do Brasil na Copa do Mundo acontecerá no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), diante da seleção de Marrocos, em Nova Jersey, local onde a equipe comandada por Carlo Ancelotti vem se preparando. No último sábado, o grupo viajou para Cleveland, onde derrotou o Egito por 2 a 1 em amistoso. Neymar, no entanto, não acompanhou o resto da delegação, mantendo a programação de recuperação. 

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À época da convocação da seleção para a Copa, no dia 18 de maio, a informação passada pelo Santos, clube de Neymar, era de que o atleta tinha um edema na panturrilha. No entanto, ao se apresentar para os treinos na Granja Comary, em Teresópolis, nove dias depois, o jogador passou por exames complementares que apontaram uma lesão de grau dois na região. No dia seguinte, o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que Neymar necessitaria de mais duas a três semanas para se recuperar. Segundo este cronograma, a primeira data possível para a volta do jogador seria a próxima quinta-feira, dia 11. 

A Fifa permite mudanças na lista de convocados até 24 horas antes da estreia da equipe. No entanto, em entrevista coletiva, também em Teresópolis, no dia 30, Ancelotti confirmou que Neymar não será cortado.

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Em clima de Copa, campanha pede 'cartão vermelho ao trabalho infantil'

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Com a atenção voltada à Copa do Mundo FIFA de futebol, entidades de defesa dos direitos do trabalhador e da criança e do adolescente lançaram a campanha “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil”. A mobilização faz parte da mobilização global em torno do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho,

Lideram a iniciativa o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Justiça do Trabalho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI). 

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O objetivo da campanha é fortalecer o engajamento de instituições públicas, organizações da sociedade civil, setor privado e cidadãos no enfrentamento ao trabalho infantil, em especial em um contexto de desigualdades sociais. 

No site oficial do FNPETI, é possível encontrar uma cartilha com orientações para mobilizações sociais, legislações ligadas à causa, e peças de comunicação da campanha. 

Entidades públicas e privadas, organizações da sociedade civil e cidadãos e cidadãs já podem aderir à campanha. Caso testemunhe uma situação de trabalho infantil, qualquer pessoa pode fazer a denúncia no MPT (www.mpt.mp.br), no Sistema Ipê do Ministério do Trabalho e Emprego (ipetrabalhoinfantil.trabalho.gov.br) ou no Disque 100.

Trabalho Infantil

Segundo dados da OIT, cerca de 138 milhões de crianças estão em situação de trabalho infantil no mundo. No Brasil, de acordo com um levantamento de 2024, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número estimado é de 1,64 milhão. 

A pesquisa do IBGE apontou que, entre crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil, apenas 88,8% eram estudantes, enquanto 97,5% da população total dessa faixa etária frequenta escolas.

A maior diferença aparece entre adolescentes de 16 e 17 anos, em que a frequência escolar chega a 81,8% entre aqueles em situação de trabalho infantil. 

O estudo mostra também que houve um aumento de 2,1% de jovens nessa condição, quando os dados são comparados com os de 2023. As maiores altas foram registradas nas regiões Sul e Nordeste, enquanto os maiores índices de queda foram na Região Norte do país. 

Do total apresentado pelo IBGE, 560 mil estavam em atividades previstas na Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil (Lista TIP). Esse grupo inclui atividades com maior potencial de dano à saúde, segurança e moral, como, por exemplo, exploração sexual e trabalhos em condições insalubres. 

Além de comprometer a escolarização e o desenvolvimento, o trabalho infantil expõe crianças e adolescentes a riscos ocupacionais e agravos à saúde. O Ministério Público do Trabalho aponta que, entre 2007 e 2024, foram mais de 45 mil acidentes de trabalho graves envolvendo crianças e adolescentes no país. 

Mobilização social

Em nota, o diretor do Escritório da Organização Internacional do Trabalho para o Brasil, Vinícius Pinheiro, ressalta a importância da mobilização:

"Em um ano em que os países estarão unidos pela paixão do futebol durante a Copa do Mundo, a campanha Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil no Brasil une-se à campanha global da OIT para alertar que também precisamos nos unir em defesa das crianças". 

A coordenadora nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Coordinfância) do Ministério Público do Trabalho (MPT), Fernanda Brito Pereira, acrescenta que o trabalho infantil ainda é naturalizado e invisibilizado, o que torna mais difícil o enfrentamento à prática. 

“A campanha busca possibilitar que crianças e adolescentes se apropriem de seus direitos e compreendam as situações de violação que vivenciam para que possam denunciá-las quando não conseguirem evitá-las. O objetivo é que o esclarecimento contribua para prevenir o trabalho infantil e fortalecer a proteção integral das infâncias e das adolescências”, explica. 

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. 

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Investidores ampliam presença no futebol e clubes viram ativos do mercado global

A presença de investidores institucionais no futebol mundial tem crescido de forma consistente, impulsionada pelo aumento das receitas do setor, pela busca de novas formas de monetização e pela percepção dos clubes como ativos cada vez mais escassos e valiosos. Na temporada 2025/26, estima-se que mais de 36% dos clubes das cinco principais ligas europeias já possuam algum tipo de ligação com o mercado de capitais, segundo dados da PitchBook citados pelo UBS.

Esse movimento não se limita à aquisição de controle acionário de clubes menores ou com dificuldades financeiras, modelo observado em casos como Paris FC, Birmingham City, Botafogo e Cruzeiro. De acordo com o UBS, novas estruturas de investimento vêm ganhando espaço, incluindo participações minoritárias, operações de financiamento estruturado e modelos híbridos que ampliam a entrada de capital no futebol.

Entre os exemplos recentes estão aportes realizados em clubes como Paris Saint-Germain e Juventus, além de operações de crédito com garantias específicas utilizadas por equipes como Barcelona, Atalanta e Olympique de Lyon. No cenário brasileiro, o São Paulo também adotou uma estrutura semelhante ao recorrer a um FIDC estruturado pela Galapagos.

Novos modelos de investimento ampliam receitas no futebol

Outra tendência em expansão é o compartilhamento de receitas futuras. Um dos casos mais conhecidos é a parceria entre a gestora Sixth Street e o Real Madrid envolvendo a modernização do estádio Santiago Bernabéu, com participação em receitas vinculadas ao empreendimento.

No Brasil, um modelo semelhante foi observado na relação entre a WTorre e o Palmeiras, parceria que, apesar de disputas ao longo dos anos, contribuiu para consolidar a arena como uma importante fonte de receitas paralelas ao desempenho esportivo do clube.

Com a diversificação das formas de investimento e a entrada de novos agentes financeiros, o futebol passa a ser cada vez mais estruturado como um setor integrado ao mercado de capitais global, ampliando as possibilidades de receita e de valorização dos clubes.

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