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“Si siguen gritando, los mataremos”: los ataques contra la educación aumentan un 40% en el mundo

En la madrugada del 2 de agosto de 2024, unos 15 miembros de la banda 400 Mawozo irrumpieron en el Instituto Montfort, una escuela para niños y jóvenes sordos y sordociegos en la comuna Croix-des-Bouquets, en Haití. “Los niños tenían mucho miedo. Empezaron a gritar y los miembros de la banda les apuntaron con sus armas y dijeron: ‘Si siguen gritando, los mataremos’. Los niños se tiraron al suelo y ellos se llevaron todo”, explicaba una responsable del centro.

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© NurPhoto (via Getty Images)

Niños palestinos asisten a clase en una escuela provisional del campo de refugiados de Jabalia, en el norte de la franja de Gaza, el 13 de abril de 2026.
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Mundial2026: Árbitro do Qatar vai dirigir estreia de Portugal com a RD Congo

VTM

O árbitro natural do Qatar, de 38 anos, vai ter como assistentes em Houston os compatriotas Taleb Almarri e Saoud Almaqaleh, enquanto os sul-africanos Abongile Tom e Zakhele Siwela vão desempenhar as funções de quarto árbitro e ‘juiz’ assistente de reserva, respetivamente.

A FIFA não divulgou qual a composição da equipa de videoarbitragem (VAR).

Abdulrahman Al Jassim, internacional desde 2013 e que já esteve no último Campeonato do Mundo, em 2022, realizado no seu país, vai dirigir pela primeira vez um encontro da seleção principal portuguesa, porém já se cruzou anteriormente com Portugal, mas no Mundial de sub-20, em 2017, quando o conjunto luso empatou com a Costa Rica (1-1) na fase de grupos.

Nessa partida, Al Jassim expulsou o então capitão Rúben Dias, que integra a seleção nacional neste Mundial, numa partida em que também participaram o guarda-redes Diogo Costa e o lateral Diogo Dalot, igualmente eleitos pelo selecionador Roberto Martínez para a competição que decorre nos Estados Unidos, no México e no Canadá, até 19 de julho.

Portugal vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para quarta-feira frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 em Lisboa).

Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início às 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).

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Relatoras da ONU a serviço de George Soros e Trump contra Cuba

Relatoras da ONU, financiadas por Soros e fundações dos EUA, assinam carta anticuba com base em ONG ligada à CIA e à extrema-direita espanhola.

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Existe um vasto histórico que comprova o modus operandi do imperialismo – sobretudo o norte-americano – quando precisa chegar às vias de fato para derrubar um governo incômodo e substituí-lo por uma marionete que entregue os recursos naturais e a economia de determinado país à rapina dos grandes monopólios internacionais.

A invasão militar, ou o golpe de Estado, não pode ocorrer sem uma preparação diante da opinião pública nacional e externa. O governo a ser derrubado precisa ser retratado como malvado, violador dos direitos humanos, patrocinador do terrorismo ou uma ameaça à segurança internacional. Para isso, o imperialismo utiliza sua indústria de propaganda – mas alguém precisa fornecer material que sirva de base a essa propaganda.

É quando entram os “especialistas” e os organismos internacionais, sejam de ONGs ou mesmo das próprias Nações Unidas. Eles apresentam relatórios e declarações condenando o governo em questão, denúncias essas que são rápida e massivamente distribuídas pela indústria propagandística do imperialismo, repetidas mil vezes e ecoadas por novos “especialistas” e organismos igualmente controlados pelos Estados Unidos e sua rede de aliados.

Em março, foi publicada uma carta dirigida ao governo cubano, assinada por quatro relatoras das Nações Unidas, alegando que ele desrespeita os direitos humanos ao manter presos políticos sem o devido processo legal. Seriam os encarcerados pela tentativa de revolução colorida de julho de 2021, chamada pelo aparato de propaganda imperialista de “protestos democráticos”.

No documento, datado de 7 de janeiro, elas aludem a “um padrão sistemático de criminalização da dissidência e o uso da coerção, incluindo a detenção arbitrária e o exílio forçado, contra defensores de direitos humanos, ativistas e artistas em Cuba”. Elas dizem ter recebido essas informações, mas não mencionam de quem. Veremos em seguida quem está por trás dessas acusações.

Mas, antes, quem são essas relatoras? Uma delas é a colombiana Gina Romero, relatora especial sobre os direitos de liberdade de reunião pacífica e de associação. No âmbito acadêmico, ela tem um mestrado na Sorbonne e foi professora convidada na Universidade de Columbia. Para os latino-americanos são títulos de honra estudar e ministrar em universidades da França e dos Estados Unidos. Mas para a França e os EUA, ter estudantes e professores estrangeiros em suas universidades é uma forma de produzir intelectuais confiáveis para seus objetivos, que possam voltar aos seus países e assumir cargos governamentais ou corporativos nos quais possam fazer lobby a favor do imperialismo.

A ideologia do imperialismo, nas últimas décadas, desde o combate ao “comunismo” na guerra fria até o combate ao “terrorismo islâmico”, tem sido a defesa de uma suposta democracia que se contrapõe ao autoritarismo comunista e islâmico. E as entidades das Nações Unidas e de órgãos multilaterais dominados pelas potências ocidentais a utilizam como seu carro-chefe.

Não é à toa que a senhora Romero, como informa o seu resumo biográfico na ONU, tenha liderado “várias iniciativas para a promoção e defesa da democracia e do Estado de Direito” antes de ser nomeada para o cargo atual, em 2024. Ela fundou e foi diretora executiva por quase 10 anos da Rede Latino-Americana e Caribenha para a Democracia (Redlad), que durante anos recebeu financiamento do Departamento de Estado dos EUA e do National Endowment for Democracy (NED), fundo estatal dos EUA.

Como diretora executiva da Redlad, Romero também trabalhou na Secretaria do Pilar da Sociedade Civil na Comunidade de Democracias, entidade intergovernamental fundada no auge do poderio norte-americano por Madeleine Albright, então secretária de Estado dos EUA, e formada como uma aliança de governos ocidentais e seus fantoches para fazer frente aos “inimigos da democracia” – isto é, os que não se submetem aos ditames imperialistas. Ainda foi membro do comitê diretivo do Movimento Mundial para a Democracia, lançado em 1999 pelo NED, que funciona como seu secretariado.

A outra relatora que assina a carta anti-cubana é Irene Khan, para a promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e de expressão. Ela foi secretária-geral da Anistia Internacional entre 2001 e 2009. A Anistia Internacional é uma das maiores organizações não-governamentais imperialistas a nível internacional e, como tal, embora se defina como uma ONG, recebe financiamento de governos europeus e da Open Society Foundations de George Soros, por exemplo. Entre 2012 e 2019, a senhora Khan dirigiu a International Development Law Organization, outra entidade financiada pelo governo dos EUA, Reino Unido, União Europeia e outros aliados, além de fundações como o British Council, Fundação Bill e Melinda Gates e Fundação Ford. Ela ainda faz parte do conselho de administração do Overseas Development Institute, com sede em Londres e que é sustentado com fundos da Comissão Europeia, governos europeus, USAID, etc. Assim como suas colegas, Khan é professora em diversas instituições de ensino de topo do Ocidente, além de ter sido assessora do Banco Mundial.

Mary Lawlor, relatora sobre os defensores dos direitos humanos, outra das responsáveis pela carta anti-cubana, também trabalhou na Anistia Internacional. Durante 12 anos ela foi diretora da seção irlandesa dessa organização, da qual já era membro da junta diretiva desde 1975 e a qual presidiu de 1983 a 1987. Em 2001, fundou a organização para a proteção dos defensores de direitos humanos Front Line Defenders, da qual foi diretora executiva por 15 anos. Essa entidade é financiada pela Comissão Europeia, governos europeus e ocidentais e as fundações Ford e Open Society, dentre outros.

A quarta signatária é a grega Alexandra Xanthaki. Tendo se mudado há cerca de 30 anos para o Reino Unido, é mestre em “Direitos Humanos e Direitos de Emergência” pela Queen’s University de Belfast, doutora pela Keele University da Inglaterra, membro da Faculdade de Direitos Humanos de verão em Oxford e professora de Direito na Brunel University de Londres, onde dirige um projeto financiado pela União Europeia.

Como relatora da ONU para direitos culturais, ela aderiu à antiga campanha de difamação sobre repressão das minorias étnicas no Tibete, tendo sido criticada pelo governo chinês. Curiosamente, defendeu o direito de militares russos participarem dos Jogos Olímpicos, contanto que não tenham cometido “atrocidades, crimes contra a humanidade, genocídio” ou espalhado “propaganda de guerra” durante o conflito na Ucrânia. No entanto, em declarações ao New York Times, afirmou que a operação especial russa representa “uma gradual destruição de toda a vida cultural” na Ucrânia, sem aparentemente se importar com o esmagamento da cultura russa, significativa no Donbass, durante os oito anos anteriores à “invasão”, pois o regime golpista de Kiev já havia imposto leis discriminatórias contra os russos étnicos desde 2014.

As quatro signatárias baseiam-se em informações fornecidas por alguém, mas não mencionam quem. No entanto, uma organização chamada Prisoners Defenders reivindica o mérito de ter apresentado as informações às relatoras. Trata-se de uma ONG sediada em Madri e fundada pelo empresário cubano-espanhol Javier Larrondo, cujo breve resumo biográfico na própria página da organização confessa que tem “vasta experiência” em conspirações contra o governo cubano promovidas “tanto de forma filantrópica como com fundos de subvenção”. Mas por quem eles são pagos? A ONG também admite, em sua página, receber financiamento de um programa de “promoção de transição” (no caso, para o capitalismo) do Ministério de Relações Exteriores da República Tcheca.

Larrondo também atuou em conjunto com o contrarrevolucionário Oswaldo Payá e ajudou a fundar a União Patriótica de Cuba (UNPACU), que pretende derrubar a revolução cubana e devolver o país ao status de semicolônia dos Estados Unidos. Segundo relatos, ele teria vínculos com a antiga filial espanhola da Fundação Nacional Cubano Americana, uma entidade financiada pela CIA para promover atividades terroristas contra Cuba, e com a máfia cubana de Miami.

Embora a Prisoners Defenders proclame trabalhar “pelos direitos humanos e a defesa pró-democracia”, sua atuação é quase integralmente voltada contra Cuba e, em menor medida, Belarus, Irã, Vietnã, Síria (ao menos até a queda de Assad), Turquia, Paquistão e Bahrein – quase todos governos incômodos aos Estados Unidos. Contudo, não há nenhuma linha sobre a defesa dos direitos humanos na Espanha, onde a ONG se situa – pelo contrário, a Prisoners Defenders faz lobby no parlamento espanhol e no parlamento europeu, especialmente junto a deputados do PP e do próprio VOX, a extrema-direita espanhola. A ONG ainda se gaba de ser reconhecida pelo Departamento de Estado, o Congresso dos EUA e outras entidades da mesma rede imperialista da qual fazem parte as relatoras da ONU que alimentam sua propaganda anti-cubana.

Esse caso evidencia como funciona a campanha imperialista sobre os direitos humanos: os banqueiros e magnatas da burguesia americana e europeia pagam ONGs para produzirem discursos, depois funcionários da ONU que também são seus assalariados dão legitimidade a esses discursos, que são repercutidos pelos meios de comunicação dominantes, como o Infobae e o El País, no caso em questão. Todos com a mesma origem de financiamento, treinamento e sustentação, todos na mesma rede de domínio global dos Estados Unidos e do imperialismo ocidental para escravizar os povos dos pequenos países.

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Andic en un mensaje a su padre: "No me extraña que pensaras que era capaz de matarte"

Jonathan Andic, hijo del fundador de Mango, envió un mensaje a su padre en julio de 2024, cinco meses antes de su muerte, en el que celebraba los avances de la terapia familiar en que estaban inmersos y recordaba sus "discusiones" con él: "No me extraña que pensaras que era capaz hasta de matarte".

Los mensajes recuperados del móvil de Jonathan Andic, de su padre Isak y de la psicoterapeuta que trataba a la familia son algunos de los principales indicios en que se basa la Fiscalía para oponerse al recurso que la defensa presentó contra la fianza de un millón de euros que la jueza instructora impuso al primogénito del fundador de Mango, investigado por su supuesto homicidio.

La Fiscalía se apoya en esos mensajes, incluidos en informes de los Mossos d'Esquadra aportados al juzgado, para apuntar como móvil del presunto homicidio la mala relación entre padre e hijo: "Comprendo que era imposible sanear nuestra relación, no me sorprende que la cuerda se rompiera", dijo Jonathan al fundador de Mango por watsapp en julio de 2024. 

(Noticia en ampliación)

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What to Know About the Ebola Outbreak

Aid agencies are racing to help health workers in the Democratic Republic of Congo. The virus is known to have killed at least 140 people, but the true toll may be far higher.

© Arlette Bashizi for The New York Times

At the Mongbwalu General Hospital in Ituri Province, Democratic Republic of Congo. That province, in the northeast of the country, is where the current outbreak was first identified.
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SP descarta segundo caso suspeito de ebola

Logo Agência Brasil

O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola, que estava sob investigação na capital paulista.

Internada na quarta-feira (10), a paciente, uma brasileira de 31 anos, era acompanhada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os exames que afastaram a suspeita foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz.

Notícias relacionadas:

A paciente está em tratamento para gastroenterocolite aguda. Ela havia viajado recentemente para a República Democrática do Congo (RDC), permanece internada e teve evolução clínica favorável. 

“Um resultado negativo em amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção. Nessa situação, o protocolo prevê uma nova coleta após esse período. As duas amostras apresentaram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte do caso”, explicou Adriana Bugno, diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, em nota à imprensa.

O primeiro caso suspeito, de um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, foi descartado no dia 1º de junho.

Durante o acompanhamento de ambos, o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE-SP) iniciou a investigação após os pacientes atenderem aos critérios clínicos e epidemiológicos para a classificação como casos suspeitos, considerando o histórico recente de viagem a áreas com transmissão ativa e os sintomas apresentados, além de notificar o Ministério da Saúde.

“Casos suspeitos precisam ser identificados e investigados com rapidez, mesmo quando o risco de introdução da doença é muito baixo. Isso permite adotar as medidas de assistência e biossegurança desde o primeiro atendimento e concluir o diagnóstico de forma segura”, afirmou à imprensa Regiane de Paula, coordenadora em Saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde.

Surto 

A República Democrática do Congo enfrenta um surto de ebola. O número de casos confirmados da doença já passa de 689, com registro de 139 mortes.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, 17 novos casos foram notificados nas últimas 24 horas, todos na província de Ituri, onde os primeiros casos foram registrados.

* Com informações da Reuters

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SP descarta segundo caso suspeito de ebola

Logo Agência Brasil

O governo de São Paulo descartou o segundo caso suspeito de ebola, que estava sob investigação na capital paulista.

Internada na quarta-feira (10), a paciente, uma brasileira de 31 anos, era acompanhada no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os exames que afastaram a suspeita foram realizados pelo Instituto Adolfo Lutz.

Notícias relacionadas:

A paciente está em tratamento para gastroenterocolite aguda. Ela havia viajado recentemente para a República Democrática do Congo (RDC), permanece internada e teve evolução clínica favorável. 

“Um resultado negativo em amostra coletada antes de 72 horas do início dos sintomas não é suficiente para afastar a infecção. Nessa situação, o protocolo prevê uma nova coleta após esse período. As duas amostras apresentaram resultado negativo, atendendo ao critério laboratorial para o descarte do caso”, explicou Adriana Bugno, diretora-geral do Instituto Adolfo Lutz, em nota à imprensa.

O primeiro caso suspeito, de um homem de 37 anos que também viajou para a RDC, foi descartado no dia 1º de junho.

Durante o acompanhamento de ambos, o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE-SP) iniciou a investigação após os pacientes atenderem aos critérios clínicos e epidemiológicos para a classificação como casos suspeitos, considerando o histórico recente de viagem a áreas com transmissão ativa e os sintomas apresentados, além de notificar o Ministério da Saúde.

“Casos suspeitos precisam ser identificados e investigados com rapidez, mesmo quando o risco de introdução da doença é muito baixo. Isso permite adotar as medidas de assistência e biossegurança desde o primeiro atendimento e concluir o diagnóstico de forma segura”, afirmou à imprensa Regiane de Paula, coordenadora em Saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual de Saúde.

Surto 

A República Democrática do Congo enfrenta um surto de ebola. O número de casos confirmados da doença já passa de 689, com registro de 139 mortes.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, 17 novos casos foram notificados nas últimas 24 horas, todos na província de Ituri, onde os primeiros casos foram registrados.

* Com informações da Reuters

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Germany’s Diehl in talks to produce Ukraine’s Flamingo cruise missile on German soil

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Germany's missile maker Diehl Defence is negotiating to manufacture Ukraine's Flamingo cruise missile in Germany, the Financial Times reported. Talks with the Ukrainian developer Fire Point are planned for the coming weeks, as European states hunt for weapons able to reach deep into Russia.

Four years of full-scale war have turned Ukraine's defense industry from an aid recipient into a source of battle-tested designs, with Kyiv's manufacturers now fielding interceptor drones and advancing a domestic ballistic missile program that European militaries increasingly want to tap. German Flamingo production would hand Europe a ground-launched deep-strike weapon independent of Washington's political swings, while giving Fire Point the orders and financing to scale output.

"This could really happen"

Diehl chief executive Helmut Rauch briefed journalists during the ILA Berlin Air Show.

"We are in discussions about how we could work together," he said. "I think this could really happen. In the next few weeks, we have several meetings regarding this and then we will see." 

For a new product, he added, it "makes a lot of sense to have it also in Germany or other countries," and Diehl is "optimistic and positive" about cooperation. The Ukrainian outlet Militarnyi noted that joint output of the FP-5 Flamingo in Europe could become the largest example of NATO countries adopting Ukrainian defense know-how.

IRIS
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Germany delivers IRIS-T to Ukraine — high-tech system that engages cruise missiles, as Russia continues to strike residential buildings

German Defense Minister Boris Pistorius, visiting Kyiv last month, said the "technological leaps here in Ukraine are remarkable." Joint ventures are being explored for long-range drones, air defenses, and electronic warfare, he said.

The initiative comes as Berlin scrambles to replace US Tomahawk missiles that were due in Germany this year alongside an American battalion. US President Donald Trump scrapped that Biden-era decision amid friction with Chancellor Friedrich Merz around the war in Iran. 

Diehl builds the Iris-T air-defense system, a mainstay of Ukraine's protection against Russian missile attacks. The firm inked a technology deal with Fire Point in April without disclosing details.

Render of the Pulse P19 multi-purpose optionally piloted aircraft. Source: Quantum Systems
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German company that already supplies Ukraine with drones has unveiled Shahed-hunter aircraft with four weapons categories on single airframe

Twice the Tomahawk's range, 200 missiles a month

The ground-launched Flamingo claims over 3,000 km of reach — roughly double the Tomahawk's. The missile has so far played a limited part in Ukraine's long-range campaign, and some reports have questioned its effectiveness. At least two Flamingos, though, struck a military plant in the Russian city of Cheboksary on 10 June, about 900 km from the Ukrainian border — the longest successful known Flamingo strike so far.

Fire Point co-founder and chief designer Denys Shtilierman told the Financial Times in May that the company turns out about 200 Flamingos a month with capacity to spare. 

"We just need orders and money," he said, admitting an engine bottleneck he expected to resolve soon.

So far, however, publicly documented Flamingo attacks remain limited to a handful of strikes, each involving only a small number of missiles.
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Strip out this one component and Russia’s drones fly blind. Ukraine found factory where it is made

cheboksary

On 10 June, Ukrainian FP-5 "Flamingo" missiles struck the VNIIR "Progress" plant in Cheboksary, Russia. The factory produces satellite navigation antennas essential for Russian Shahed drones, KABs (precision-glide bombs), jet drones, Iskanders, and Orlans, advisor to the Defense Minister Serhii "Flash" Beskrestnov says.

Without these antennas, Russian precision weapons lose substantial accuracy against Ukrainian targets.

Cheboksary is over 1,400 km from the Ukrainian border. President Volodymyr Zelenskyy confirmed the strike. Social media photos suggest one of the factory buildings was practically completely destroyed, per ArmyInform. 

"Production for murder and terror" 

Progress manufactures satellite navigation systems without which Shaheds don't fly accurately, KABs and jet drones don't hit their targets, Iskanders can lose precision, and Orlans navigate poorly, Beskrestnov explains.

"Probably many are familiar with the CRPA antenna 'Kometa', which this plant produces. The enterprise does not produce military products for the defense segment. It produces products for murders and terror," Beskrestnov said. 

What CRPA antennas do, and why they matter

Controlled reception pattern antenna (CRPA) systems are anti-jamming receivers. They allow precision-guided weapons to maintain satellite navigation lock in electronic-warfare environments. Komea CRPA performs this function by filtering out interference and false GPS/GLONASS signals generated by Ukrainian electronic warfare systems, per United24 Media.

Kometa-M antennas with up to 16 elements have been found in Iskander-K cruise missiles, Shahed-type drones, and other Russian long-range weapons, per Defense Express.

Ukraine has developed its own electronic warfare systems to counter these Russian CRPAs, including the Lima-Quant system, which can suppress Russian Kometa CRPAs at distances of up to 50 km, Ukraine Today reports.

The Kometa antenna is part of a continuing EW-counter-EW arms race, and striking the manufacturer of these antennas degrades the precision capability across the entire Russian strike-weapons portfolio.

FP-5 Flamingo and 1,400 km strike envelope

The FP-5 "Flamingo" is a Ukrainian-made cruise missile that has become a primary weapon in Ukraine's expanding deep-strike envelope. The strike on the Progress plant in Cheboksary, approximately 1,400 km from the Ukrainian border, represents one of the deepest successful Ukrainian strikes on Russian territory.

This demonstrates that the Russian rear-area defense industry is no longer geographically insulated from Ukrainian operations. It was the second strike on the Progress plant in under a week, marking a deliberate Ukrainian sustained operation against this specific supply node.

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Todas las selecciones del Mundial 2026 en Estados Unidos, Canadá y México

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El Mundial de fútbol de EE UU, Canadá y México comienza este 11 de junio con una participación récord de equipos en competición. Consulte en este interactivo la información clave de todas las selecciones y el pronóstico de los expertos de EL PAÍS sobre su desempeño en la fase de grupos.

Redacción:

Daniel Arribas, J. M. Benítez, Lorenzo Calonge, Diego Fonseca Rodríguez, Borja Hermoso, Juan I. Irigoyen, Ladislao J. Moñino, Xavi Sancho y Diego Torres.

Formato:

Guiomar del Ser

Diseño:

Ignacio Povedano

Desarrollo:

Fernando Anido

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Secretaria de Saúde de SP investiga novo caso suspeito de ebola

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Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac (CVE-SP).

Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.

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Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.

Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.

Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL).

Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.

As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.

Ebola

A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.

O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.

Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.

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Inter-Vivos requalifica ginásio em Martim Longo com donativo de 13 mil euros

A Associação de Jovens do Nordeste Algarvio Inter-Vivos recebeu um apoio de 13 mil euros, através do Programa Fundação Galp Solidária 2.0, destinado à requalificação do seu ginásio, em Martim Longo.

A entrega simbólica do apoio decorreu no passado sábado, durante o evento “Inter-Vivos em Festa”, que reuniu centenas de pessoas na sede da associação, naquela freguesia do concelho de Alcoutim.

A cerimónia contou com a presença da diretora executiva da Fundação Galp, Sandra Aparício, e do presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, Paulo Paulino, que se associaram a este «momento de reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos Inter-Vivos em prol da comunidade», refere o emblema, em comunicado.

O financiamento foi atribuído ao projeto “Requalificação do Ginásio Inter-Vivos – Promoção da Saúde e Igualdade no Interior”, aprovado no âmbito do Programa Fundação Galp Solidária 2.0, iniciativa que apoia projetos com impacto social e comunitário em territórios de todo o país.

A intervenção permitirá substituir equipamentos degradados e adquirir novo material de treino, melhorando significativamente as condições de utilização do espaço, «essencial para a promoção da atividade física e da saúde na freguesia».

Para André Martins, presidente da direção dos Inter-Vivos, este apoio representa «um passo muito importante» para o futuro da associação e para a qualidade de vida da população local.

«Representa muito mais do que a renovação de equipamentos. É um investimento na saúde, no bem-estar e na qualidade de vida da nossa comunidade. Numa freguesia do interior, onde as oportunidades de acesso a infraestruturas desportivas são limitadas, esta requalificação permitirá continuar a oferecer um serviço essencial à população e melhores condições aos nossos atletas», afirmou.

O ginásio dos Inter-Vivos é atualmente o único equipamento deste género existente em Martim Longo.

As alternativas mais próximas encontram-se a várias dezenas de quilómetros de distância, realidade que dificulta o acesso regular da população à prática de atividade física.

Além dos utilizadores particulares, o espaço é também utilizado pelos atletas da associação, desempenhando um papel importante na preparação física das equipas de futsal e na promoção de hábitos de vida saudáveis junto dos jovens.

A associação espera que a requalificação permita «aumentar o número de utilizadores, melhorar as condições de segurança e conforto do espaço e contribuir para o combate ao sedentarismo, ao isolamento e às desigualdades de acesso a serviços essenciais no interior do país».

O conteúdo Inter-Vivos requalifica ginásio em Martim Longo com donativo de 13 mil euros aparece primeiro em Sul Informação.

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Última dança de CR7 é o destaque do Grupo K da Copa do Mundo

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A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.

A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.

Notícias relacionadas:

Male players who've scored at 5 consecutive World Cups:

◆ Cristiano Ronaldo

That's it. pic.twitter.com/z5gGi3U0Qd — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) February 5, 2025

Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.

Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.

Cristiano Ronaldo 🇵🇹 #FIFAWorldCup pic.twitter.com/34v3xAgMDC

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) May 9, 2026

Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).

Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).

🇨🇴 Colombia have qualified for #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/sLhmz8Dwyq

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 5, 2025

A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.

Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.

🇺🇿👏 Uzbekistan are headed to the #FIFAWorldCup for the first time!@UzbekistanFA | #WeAre26

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.

Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.

This is what it means. Congo DR dared to dream. 🇨🇩#FIFAWorldCup pic.twitter.com/Zz1zr6sXix

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).

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Global brands ‘likely’ using mineral that funds rebels accused of atrocities in DRC, investigation finds

Amazon and Sony among firms that may have sourced coltan, used in phones, from supply chains controlled by the M23 rebels, says Global Witness

Leading global brands including Amazon, Ericsson and Sony are “likely” to have sourced minerals linked to a militia accused of widespread sexual violence, summary executions and torture, a new investigation claims.

The companies allegedly, but unknowingly, acquired coltan smuggled from mines in the Democratic Republic of the Congo (DRC) that are occupied by the M23 militia, which has committed myriad atrocities in eastern DRC.

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© Photograph: Camille Laffont/AFP/Getty Images

© Photograph: Camille Laffont/AFP/Getty Images

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Laís Caldas e Gustavo Marsengo mostram bastidores do parto da filha Alice

Os ex-BBBs, Laís Caldas e Gustavo Marsengo encantaram os fãs ao compartilhar um vídeo especial com registros do nascimento da primeira filha do casal, Alice. A bebê veio ao mundo no último sábado (6), e os ex-BBBs aproveitaram as redes sociais para mostrar momentos emocionantes da chegada da herdeira.

Na publicação, os dois celebraram a nova fase da família e descreveram a experiência como a descoberta de um amor ainda maior do que imaginavam sentir. O casal também deu as boas-vindas à filha com uma mensagem repleta de carinho, afirmando que a chegada da menina transformou completamente suas vidas.

Laís Caldas e Gustavo Marsengo dividiram com os seguidores momentos emocionantes do nascimento da filha Alice | Foto: Reprodução/Instagram

Além dos registros do parto, Laís e Gustavo fizeram questão de agradecer aos profissionais que acompanharam o nascimento de Alice. A homenagem incluiu a equipe médica da maternidade e a fotógrafa responsável por eternizar os momentos mais marcantes do dia.

A história de amor dos dois começou durante a participação no Big Brother Brasil 2022. O relacionamento seguiu firme após o reality, culminando no noivado anunciado em dezembro de 2023 e no casamento realizado em setembro de 2025.

Poucos meses depois da cerimônia, o casal revelou que estava esperando o primeiro filho. Agora, com a chegada de Alice, eles celebram o início de uma nova etapa ao lado da pequena.

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Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela - os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

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"Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros", analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.
Piquerez, Palmeiras, zagueiro Piquerez, Palmeiras, zagueiro
Joaquín Piquerez (foto), lateral do Palmeiras, defenderá a seleção uruguaia, assim como Guillermo Varela, Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta, que atuam no Flamengo - Cesar Greco/Palmeiras/proibida reprodução

Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

"O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte", concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.

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Barranco Longo Wine Experience vence prémio de inovação em enoturismo sustentável

O projeto algarvio Barranco Longo Wine Experience – Enoturismo Integrado e Sustentável no Algarve foi o vencedor da categoria “Turismo & Vinho” na Final do Concurso de Projetos e Atividades Inovadores – Inova Algarve + Diversificar, promovido pelo NERA. O projeto, além da distinção, recebeu um prémio monetário de 2.500 euros.

A entrega do prémio decorreu durante a conferência dedicada à Fileira do Vinho, que reuniu produtores, enólogos, investigadores, comerciais, responsáveis de enoturismo, empreendedores e entidades ligadas ao desenvolvimento económico regional.

Segundo o NERA, o projeto vencedor, apresentado por Flávia Luz, «destacou-se pela sua abordagem inovadora ao enoturismo, propondo uma experiência integrada que alia vinho, gastronomia, alojamento, formação e atividades de natureza». 

«Através de iniciativas como visitas à adega, provas comentadas, workshops vínicos, experiências vínicas ao pôr do sol, observação de aves nas vinhas e eventos temáticos, o projeto cria um ecossistema de experiências assente nos recursos locais, contribuindo para diversificar a oferta turística regional e reforçar o posicionamento do Algarve enquanto destino vínico diferenciador».

O ciclo de Conferências Inova Algarve + Diversificar prossegue nos próximos meses com novas conferências dedicadas às fileiras estratégicas da região.

Depois da Fileira do Vinho, seguem-se as sessões dedicadas à Alfarroba e Amêndoa (9 de junho) e ao Medronho (18 de junho).

Após a época estival, o programa regressa com iniciativas centradas nas Plantas e Flores, Economia do Mar, Recursos Geológicos e Citrinos.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, estando o programa, inscrições e calendário completo das conferências disponíveis em: inova-algarve.pt/ciclo-de-conferencias

A iniciativa é organizada pelo NERA – Associação Empresarial do Algarve, em parceria com a Algarve Evolution, Associação KIPT, CCDR Algarve, Região de Turismo do Algarve, Tertúlia Algarvia e Universidade do Algarve, no âmbito do Projeto Inova Algarve 3.0, cofinanciado pelo Programa Regional Algarve 2030 | Portugal 2030.

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