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Absent From the SpaceX and OpenAI I.P.O.s? Chinese Investors.

SpaceX will not raise money from investors in China and Hong Kong. Others firms, like OpenAI, may follow suit.

© Eric Gay/Associated Press

A Starship test flight at the SpaceX’s Starbase in Texas last month. Investors in China are expected to be excluded from the SpaceX initial public offering.
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O «narcoterrorismo» e a possibilidade de interferência dos EUA no Brasil

Não se trata, no Brasil, de uma disputa entre um campo político anti-EUA e um campo político pró-EUA, mas de uma disputa entre dois setores políticos que querem o apoio dos EUA para governarem o Brasil.

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No dia 5 de junho de 2026, o Departamento de Estado dos EUA confirmou a inclusão das duas maiores organizações narcotraficantes do Brasil – o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) – na lista de organizações consideradas terroristas pelos EUA. O motivo principal alegado seria o fato de que as operações de ambas organizações teriam passado a afetar os EUA e envolveriam pelo menos alguns elos estadunidenses, enquanto o objetivo com essa categorização seria facilitar o uso de mecanismos econômico-financeiros para estrangular essas organizações, especialmente no que concerne sua capacidade de lavar e movimentar dinheiro usando instituições financeiras internacionais.

Oficialmente, com essa medida, todas as instituições bancárias e financeiras dos EUA, automaticamente, congelariam os bens e recursos de quaisquer indivíduos ou empresas ligadas às organizações em questão. Simultaneamente, eles não conseguiriam transferir recursos utilizando instituições estadunidenses ou ligadas aos EUA. Ainda, os EUA passariam a ter mecanismos para pressionar instituições bancárias e financeiras estrangeiras para que, também, congelassem bens e recursos e deixassem de autorizar movimentações e transferências.

No Brasil, oficialmente, a designação é vista como, em primeiro lugar, um artifício visando legitimar eventuais interferências diretas ou indiretas (sejam de teor político, financeiro, jurídico, eleitoral, etc.) no país; e, em segundo lugar, como um equívoco teórico, já que se considera que as organizações narcotraficantes não podem ser categorizadas como terroristas, por definição, por elas estarem supostamente privadas de uma dimensão política ou religiosa. A figura do “narcoterrorismo”, assim, é vista como mera narrativa legitimadora de intervenções.

Para complicar a equação, porém, essa semana, o instituto AtlasIntel divulgou uma pesquisa que indica que 53% da população brasileira apoia a decisão dos EUA, uma parcela superior até mesmo à dos apoiadores de Bolsonaro (41,8%, conforme o mesmo instituto), o que representa um problema significativo para Lula, bem como um calcanhar de Aquiles fácil de ser explorado.

O próprio Flávio Bolsonaro reivindica, junto com seu irmão Eduardo, a responsabilidade por convencer Donald Trump e Marco Rubio a tomarem essa decisão. Se for verdade, a jogada é inteligente. Flávio Bolsonaro sofreu um impacto significativo em suas intenções de voto após revelações de uma conexão bastante próxima com o banqueiro e especulador brasileiro Daniel Vorcaro, preso ano passado e acusado de envolvimento com inúmeros esquemas fraudulentos e criminosos que movimentaram bilhões em dólares em parceria com diversos políticos (do governo e da oposição) e juízes. Mas ao transferir o foco midiático para o problema da segurança pública, Bolsonaro coloca Lula numa área na qual ele reiteradamente comete erros estúpidos e impopulares.

É que como com todos os políticos liberal-progressistas, Lula e seu partido defendem uma narrativa segundo a qual traficantes, ladrões e assassinos seriam “vítimas da sociedade”, que deveriam ser “reeducados” e não combatidos, em vez de vê-los como parasitas sociais que precisam ser extirpados da face da terra. Reiteradamente, Lula já se referiu a criminosos como “coitados” que só roubam para “tomar uma cervejinha”, e recentemente disse que traficantes eram “vítimas” dos “usuários”. Como não poderia deixar de ser, assim que soube da decisão dos EUA, Lula disse em público que estava “muito triste” pelos “nossos criminosos” serem considerados terroristas.

Para que se entenda a seriedade do problema de segurança pública no Brasil, é necessário apontar que aproximadamente 20% da população brasileira vive em territórios sob controle direto de organizações criminosas. Essa semana mesmo, num bairro de uma cidade periférica próxima ao Rio de Janeiro, membros do CV assumiram o controle de um condomínio e impuseram uma “taxa de moradia” a todos os moradores. Poucos anos atrás, na região Nordeste, uma pequena cidade inteira foi evacuada por ordem de uma organização criminosa. Massacres de comerciantes que se recusam a pagar “taxas” para os criminosos se tornaram algo corriqueiro, para não falar na violência quotidiana. Organizações como o CV cobram aluguel, taxas aos comerciantes e oferecem serviços de luz, água, internet e TV a cabo. Em alguns casos, são também responsáveis por igrejas evangélicas. No caso específico do PCC, estamos falando de uma organização num patamar ainda superior, que controla postos de gasolina, usinas de cana, fazendas, fintechs, juízes, policiais e uma miríade de outros ativos, atuando não apenas em todo o Brasil, mas em dezenas de outros países.

Claramente, independentemente da questão específica da classificação do PCC e do CV e o papel dos EUA nisso, bem como seus reais interesses, estamos falando de circunstâncias que foram toleradas pelo Estado brasileiro, que simplesmente permitiu que a situação saísse do controle. Nisso, também, é importante destacar o papel do Judiciário, educado em teses delirantes de origem europeia que levam os juízes a sempre soltarem os criminosos o mais rápido possível, bem como o papel das ONGs de direitos humanos, que atuam perseguindo policiais e defendendo criminosos.

Agora, de que maneira os EUA podem prejudicar o Brasil com essa classificação das organizações criminosas como terroristas, caso este seja, de fato, o seu interesse? Existem várias possibilidades.

A possibilidade de pressionar bancos estrangeiros abre um caminho para acusar os bancos brasileiros de cumplicidade com as organizações criminosas e, com isso, facilitar que sejam sancionados. A resposta adequada a isso é o governo brasileiro obrigar os bancos a serem mais rigorosos na fiscalização de transferências financeiras. Mas nisso tudo, uma pressão ainda maior pode recair sobre o “PIX” o sistema brasileiro de pagamentos automáticos que, hoje, é mais usado que o VISA ou o Mastercard e que tem sido constantemente criticado pelos EUA. O curioso, aqui, é que o PIX foi criado pelo próprio governo Bolsonaro…

Uma outra via de agressão contra o Brasil pode passar pelo etanol de cana-de-açúcar. Existe uma rivalidade de mais de 20 anos com os EUA nesse setor, já que os EUA também têm uma grande produção de biocombustíveis, porém baseados no milho. Considerando que uma pequena parcela da produção de etanol do Brasil (estima-se que 1-2%) seja controlada pelo PCC, todo o produto pode acabar sendo artificiosamente sancionado pelos EUA, conquistando, assim, para o etanol de milho, novos mercados.

Não se pode, porém, descartar a possibilidade de um jogo ainda mais sujo por parte dos EUA. Historicamente, organizações criminosas que são forçadas a recuar num determinado setor sempre buscam compensar as perdas através de outras operações. Um ataque coordenado e em larga escala contra as operações de lavagem de dinheiro e as movimentações do PCC, podem fazer regredi-lo para as atividades de dominação territorial e para outras formas de crime, como o roubo a bancos, sequestros, etc. Considerando, porém, que o PCC se faz presente em todo o país, estaríamos falando de um possível aumento da violência em larga escala, o que poderia, inclusive, desestabilizar o governo. Isso poderia ser não apenas uma hipótese, mas o próprio design dessa movimentação do governo dos EUA.

Engana-se, ademais, que crê que o governo Lula está se preparando para resistir. Na verdade, o governo Lula já fala em concessões para tentar apaziguar Donald Trump. A realidade é que não se trata, no Brasil, de uma disputa entre um campo político anti-EUA (Lula) e um campo político pró-EUA (Bolsonaro), mas de uma disputa entre dois setores políticos que querem o apoio dos EUA para governarem o Brasil.

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The new precision weapon: Is the West ready for cellular drones?

In an operation that will likely be studied for years, Ukraine used dozens of internet-connected drones, launched from trucks inside Russia, to destroy strategic Russian aircraft. The drones took off from Russian soil, but they were guided by operators located deep within Ukraine. Operation Spiderweb demonstrated something that should alarm every Western capital: The precision strike…

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The new precision weapon: Is the West ready for cellular drones?

In an operation that will likely be studied for years, Ukraine used dozens of internet-connected drones, launched from trucks inside Russia, to destroy strategic Russian aircraft. The drones took off from Russian soil, but they were guided by operators located deep within Ukraine. Operation Spiderweb demonstrated something that should alarm every Western capital: The precision strike…

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Lockheed Martin unable to guarantee Patriot missile delivery timelines for US allies, top executive says

"We do not control what the allocation of those missiles is going to be. We can't tell anybody where you're going to be on that (priority list)," Brian Dunn, Lockheed Martin's vice-president for strategy and business development for missiles and fire control, said.

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How much longer can Bibi defy Trump and go rogue against Iran?

The danger for Trump is that Israel gets hit harder by both Hezbollah and Iran.

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Analysts often argue that Trump has dug himself into a trap in Iran which he can’t get out of, which of course is true. But there is a bigger issue coming his way that could either pull him out of the trap altogether or force him to dig even deeper: Bibi.

The relationship between these two men is often written about at length by Western pundits, usually within the context of who controls whom. But never before will a relationship between a U.S. president and an Israeli leader be put to the test as it will between Trump and Bibi in the coming weeks.

Israel’s PM is in even more of a quagmire than Trump. Trump might lose the majority in both houses when the midterms come, but he will at least remain in office, albeit with impeachment proceedings probably underway. For Netanyahu, the clock is ticking at a much faster rate, and he may easily find himself out of office before November and probably living in exile to avoid corruption charges that have, until now, been placed on hold. Bibi has a number of quite seismic challenges ahead of him in the coming months, but chiefly how to keep the war in Lebanon going, which maintains a state of emergency in Israel and therefore justifies why his graft case can be put on hold. Lebanon is really key to his survival, although it’s hard to see how long he can keep the campaign there going while bombing Iran, while the U.S. sits on the sidelines and merely becomes a spectator. Quite apart from being gravely ill, Bibi does not have the political support in Israel now and would not win an election with his present coalition. The Likud party of today doesn’t have the support it had when Bibi took office, and most analysts agree that he can’t come back as PM when elections come around.

But there are other serious questions that present themselves to whoever is running Israel.

Israel simply cannot keep up the level of military engagement with either Iran or Lebanon. The resources are not there, and what is seriously worrying military chiefs who talk to Bibi is that the IDF is starting to fall apart, due to poor discipline, in-fighting, and generally low morale following Gaza and now Lebanon, where it is losing 10 men each day due to its fighting with Hezbollah, whose fighters are having great success with fibre optic drones. Desertions in the IDF are worrying defence chiefs, and it is becoming clear that Israel has overstretched itself and cannot possibly continue its operations that work to expand what has become known recently as ’greater Israel’ in Lebanon, Syria, and certainly not in Iran. There just aren’t the resources, and the price to pay for these ambitious endeavours is becoming clearer and clearer, nowhere more so than in Lebanon.

Military chiefs who met with Netanyahu recently pointed out that the IDF isn’t very strong internally and may well cease to function if desertions continue at the present rate and it continues to suffer the losses it is presently dealing with in Lebanon.

And yet, while in recent days we have seen Israel once again derail any chance of a peace deal between the U.S. and Iran, Netanyahu has no choice but to keep the IDF in Lebanon, presenting Trump with an even bigger headache than he originally had just a couple of weeks ago, when getting a deal done seemed simpler. He never factored in that Netanyahu would go rogue, following his ’order’ to him to stop fighting in Lebanon, which created huge protests on the streets in Tel Aviv. Interestingly, it is the Israeli public who are trapped in a delusional mindset where they believe the ability and resources of the state are unlimited and that Lebanon must be controlled.

And so the orders have stopped, as Trump doesn’t want to humiliate himself further when it becomes clear that Bibi is not taking them. In recent days, even mainstream media are commenting on the fact that the war has a new dynamic now, with most reporting that Israel is now on its own and that Iran has the upper hand with the West. The waiting game works for Iran, but it doesn’t work for either Trump or Netanyahu.

Trump’s even bigger headache with Iran is that Bibi continues now independently and that Iran hits U.S. allies in the region even harder. The response from Iran to strike Israel recently was unprecedented, in that it came after Tehran insisted that Israel end its campaign there, citing Lebanon as part of a broader ceasefire. Although it was hardly reported, the move by Iran to strike Israel, based on Israel attacking its ally, was unprecedented and a game changer.

One idea that Trump might be chewing over is to let Bibi run out of ammo. While Iran has not only restocked its missile supply, more importantly, it has also upgraded them technically speaking, and so the latest ballistic missiles have even greater capabilities. For Israel, one of the reasons why its public is on the streets calling for more war is that they are victims of their own propaganda. Israeli press recently reported that Iran’s arsenal was down, which, according to seasoned and well-informed analysts like Alistair Crooke, is not at all the case. The former UK diplomat who has spent time in Iran claimed recently in an interview that Iran has not only replaced its missiles lost previously but has shed a new skin, militarily speaking, and is now working with even more lethal weapons, with many of the missile bunkers operating perfectly after being repaired following the initial ’bunker buster’ operations of the U.S..

If Israel simply can no longer send salvos over to Iran at some point, Trump will regain the upper hand once again. The same argument goes for Lebanon, where the IDF is struggling to build and hold its own buffer zone — something that has never shown any signs, today or pre-2000, of success when it held land in the south of Lebanon up to the Litani River, in an operation originally called ’Grapes of Wrath’.

Trump might well factor in that his friend Bibi hasn’t got long in office, and it may well be the IDF’s losses in Lebanon that could be the key factor which brings people to the streets again to demand he step down. The morale of IDF troops is in fact paramount to the entire architecture of what Israel is attempting to do beyond its own borders and to Netanyahu’s survival. Opinion polls in the U.S. are suggesting that the American public are turning against Israel, which could be something Trump might capitalise on.

The danger for Trump is that Israel gets hit harder by both Hezbollah and Iran, and that he is put in a position where America is called upon to save this tiny Jewish state. It will be very hard for Trump to do nothing, given the history of how America has always played such a supporting role with its main ally in the region. The key will be how to save Bibi to save himself, if such a possibility presents itself. Bibi’s entire survival hangs by a thread and can collapse within a second if one IDF unit in Lebanon is slaughtered — which could trigger a mutiny within the military. And doesn’t Hezbollah know it.

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Escalation Blues

The Empire of Piracy got back to bombing, leading to the inevitable Iranian response.

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So a $40 million U.S. Apache helicopter was targeted by a $20k Shaheed drone just over the Strait of Hormuz only one day after Iran and the death cult in West Asia were trading blows, making a mockery of that wobbly fiction, the “ceasefire”.

Talk about a massive cost benefit for Tehran: no less than 2000 to 1.

Tehran by principle does not deny military attacks. Yet in this particular case they have explicitly denied the downing of the Apache, pointing to a possible accident or technical failure. If the Shaheed had really struck the combat helicopter, the pilots would be dead – and not rescued by a U.S. unmanned boat.

Former U.S. Navy intel officer Malcolm Nance argues, “You don’t have mid-air collisions with FPV drones in the middle of the Strait of Hormuz, and it’s not intentional.”

This would mean that a drone under fiber optic guidance was able to disrupt the whole, humongous American electronic warfare apparatus – revealing a naked Pentagon incapable of articulating any response.

So even if this was not an accident, why did the IRGC deny it? Because that might have been a strategic test – not only of Iran’s dissuassive capability but also the degree of discombobulation to be inflicted on the enemy.

Predictably, under the guidance of the Emperor of Barbaria, the Empire of Piracy got back to bombing, leading to the inevitable Iranian response.

Within minutes of the start of the American attack, the IRGC struck an array of U.S. military bases across West Asia.

Al-Azraq Airbase in Jordan.

Ali Al Salem Air Base in Kuwait.

The Fifth Fleet Base in Bahrain.

Isa Air Base in Bahrain.

Al-Azraq was hit by several long-range, solid fuel missiles pointing to four targets, including F-35 hangars and the Command and Control Center. The IRGC informed that 70% of all targets in those bases were successfully hit.

Al-Azraq – also known as Muwaffaq Salti – is a joint U.S.‑Jordan base about 100 km east of Amman. Only four months ago, satellite imagery revealed it was hosting more than 60 U.S. jets – including 30 F‑35s and 36 F‑15s. The base hosts the 332nd Air Expeditionary Wing (F‑15Es, MQ‑9 Reapers), with F‑35s rotating in. For all practical purposes, Jordan is now a legitimate target for the IRGC.

The new integrated map of regional deterrence

All of the above points to a radical rewriting of the rules of the game in the battlefield. Iran is announcing to West Asia and beyond that what in theory would be American military airspace is now Iran-controlled. More than that: Tehran is proving, in practice, that it can simultaneously conduct a war and impose its demands/run the clock on the negotiation table.

The new equation is stark: if you strike us and we strike you back, any attempt to retaliate against us will lead us to strike you 1.5 times harder, and soon 2 or 3 times harder. No more Mr. Nice Guy, in terms of allowing the enemy to indulge in the proverbial Hit and Run strategy.

From the U.S. side, other ominous elements are also in play. The Empire of Piracy is systematically targeting communication equipment along the Persian Gulf coastline. The objective is to cut off communication between southern units and the command centers up north. Even if this was part of the preparation for a – suicidal – ground invasion, as it was before the 2003 Iraq war, it makes no difference because of the Decentralized Mosaic strategy in effect across Iran since the decapitation strike of February 28.

Beyond all that, the commander of the IRGC’s Quds Force, Brigadier General Esmail Qaani, announced last week that a regional security belt is now in effect, from the Persian Gulf to the Red Sea, managed by the Axis of Resistance.

So the Americans, whatever they come up with, now will be facing a strategic defensive line extending from the Strait of Hormuz to the Bab el-Mandeb.

Welcome to the new integrated map of regional deterrence. Direct translation: any U.S.-Israel attack against any single member of the Axis of Resistance will trigger a multi-front retaliation – from the Persian Gulf to the Red Sea.

The big question now is whether this escalation – even if it is being framed by the Empire of Piracy as “punishment” for the Apache story – could instantly revert into a formal abandonment of the memorandum of understanding (MoU) framework on the negotiation table.

I discussed the state of the MoU negotiations this Tuesday in a new YouTube channel, Transition Protocol,

after our original Power Shit channel was cut off by Google without warning and with no appeal, only after less than a week on air, and broadcasting two world exclusives back to back.

Our intel sources in Pakistan, in very close contact with Iran and GCC players, are convinced the MoU is not dead. Even the Trump administration wants to preserve the underlying diplomatic framework, and not blow up the possible broader accords that have been taking shape.

That is: the Emperor of Barbaria, on the eve of a World Cup that his racist government policies are already ruining, will contain himself by emitting lots of noise and won’t walk away from the larger deal architecture.

That’s the dangerous crossroads we’re in now: sliding into the dark pit of a “deal off” territory, or still clinging to a pressure‑for‑deal scenario.

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Is the Iran War tipping the Gulf away from the U.S.?

By Ted SNIDER

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The countries that have borne the brunt of Iranian retaliation have an incentive to diversify their security structures.

On June 3, as messages continued to pass between Iranian and American negotiators, the U.S. endangered diplomacy with renewed aggression against Iran. Enforcing the blockade on Iranian ports, U.S. forces fired a Hellfire missile into the engine room of a Botswana-flagged oil tanker. Moments earlier, per CENTCOM, they had “conducted self-defense strikes on an Iranian military ground control station on Qeshm Island” in the Strait of Hormuz. These were the third round of U.S. strikes on Iran in the past week.

The Iranian reply to the attacks included the firing of 13 ballistic missiles and 17 drones at Kuwait. Some of those projectiles penetrated the roof of a passenger terminal at Kuwait International Airport. People rushed away from the huge hole in the roof as flames and smoke filled the building. One person was killed, and 63 others were injured.

There is no legal or moral justification for targeting civilian infrastructure. But, amid all the talk of “criminal Iranian aggression” and of Iran’s “deliberate, calculated, and unjustified attack” on a civilian airport when all the American bases in Kuwait “are dozens of miles from the airport,” one small sentence went unnoticed. Buried in the body of a New York Times article was the single line, “In recent years, American forces have operated out of a site in the Kuwaiti airport complex.”

U.S. Secretary of State Marco Rubio recently said that “our allies in the region have been very cooperative—some, obviously, very aggressively cooperative, like the UAE, for example. Kuwait’s been fantastic in this part.” Iran’s Foreign Minister Abbas Araghchi says Iran is “carrying out self-defense strikes on sites the United States was permitted to use to attack civilian shipping and violate the ceasefire.”

The Gulf states believed that hosting U.S. bases provided them with an umbrella of defense against Iran. They have come to see that those bases have become magnets for Iranian ballistic missiles and drones.

But the U.S. has not only failed to protect the Gulf states; it has openly coerced and threatened them.

Oman is a small country of outsized importance. It has a long, uninterrupted history of good relations with the United States. Oman has mediated several conflicts and helped get the U.S. out of several jams. It mediated the ceasefire between the U.S. and Yemen last year. Most importantly, Oman helped the Obama administration secure its nuclear deal with Iran. As Trita Parsi lays out in Losing an Enemy, “while the world’s eyes were locked on the ongoing P5+1 [U.S., UK, France, Germany, Russia, China] talks… the real show was taking place in secret in the heat of the Omani mountains.”

But none of this history was enough to prevent President Donald Trump from threatening to bomb Oman.

The Trump administration is angry with Oman for three reasons. The first is that, on the eve of the U.S. decision to go to war with Iran, the Omani foreign minister, Badr bin Hamad Al Busaidi, who was mediating the negotiations, made sure the world knew that war was not necessary, saying that a peace deal “is within our reach, if we just allow diplomacy the space it needs to get there.”

The second was Al Busaidi’s article in the Economist in which he called the U.S. strikes on Iran “unlawful.” Though calling the strategy “unacceptable,” he empathized with Iran’s decision to strike American bases in the Gulf countries, calling it “probably the only rational option available to the Iranian leadership.” And he criticized the Trump administration, saying it miscalculated and “lost control of its own foreign policy.”

Most importantly, Oman has not cut ties with Iran and has reportedly been in discussions with Iran to jointly control the Strait of Hormuz. It was this potential relationship that led Trump to threaten Oman that it must “behave just like everybody else, or we’ll have to blow them up.”

The U.S. does not like the neutrality of Oman, which has made it such a valuable asset in the past. It has begun to press Oman to cut diplomatic ties with Iran and align itself unambiguously with America. Despite its long history of friendship, if Oman does not acquiesce to America’s demand, it will be treated the same way as Iran: sanctions and bombs. The day after Trump threatened Oman with bombs, Treasury Secretary Scott Bessent threatened it with sanctions, warning that “Oman, in particular, should know that the U.S. Treasury will aggressively target any actors involved—directly or indirectly—in facilitating tolls for the Strait.”

The United States no longer aligns with the Gulf states’ interests. They have become instruments for projecting American interests. Kuwait, Oman, and the other Gulf countries lobbied hard to prevent the U.S. from going to war with Iran. When Trump was a day away from restarting the war with fresh strikes on Iran, he said it was the leaders of the Gulf states who asked him “to hold off on our planned Military attack of the Islamic Republic of Iran, which was scheduled for tomorrow.” It was the Gulf states that paid the retaliatory price of the war; it was Kuwait that paid the price for the renewed limited strikes.

The Gulf countries’ interests have not been served by this war. Crucial infrastructure, including energy and water desalination plants, has been struck. Investor and tourist confidence have been diminished. Lives have been lost. Hard-won regional diplomatic gains with Iran have been set back. The U.S. failed to take their interests into account by dragging them into the war, and then failed to protect them once it started.

The Gulf states’ defense networks are too integrated into the U.S. system to extricate themselves entirely. But diversification is possible. In March, Oman’s Al Busaidi said the time had come for the Gulf countries to reconsider their defense strategies. Saudi Arabia and Pakistan last year signed a Strategic Mutual Defense Agreement that states “that any aggression against either country shall be considered an aggression against both.” Last month, during the war with Iran, Pakistan sent 8,000 troops, 16 fighter jets, and a Chinese air defense system to Saudi Arabia under that agreement.

Turkey, Egypt, and Pakistan, the leading military powers in the Muslim world (including the only nuclear power), have all expressed interest in a comprehensive regional security architecture that would encompass all the Muslim-majority nations of the region. Recent events have only enhanced those discussions.

The Iran War has highlighted the need for the Gulf countries to update their security arrangements. Washington ignored their warnings, rebuffed their lobbying, and then failed to deliver the promised protection. The war may have accelerated the Gulf states’ decision to modernize and diversify their security arrangements and, perhaps, even move to a more integrated regional security architecture.

Original article:  www.theamericanconservative.com

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This Is Mexico and Canada’s World Cup, Too. Don’t Expect Unity.

Mexico and Canada have faced significant recent tension in their relations with the United States. But in their historic World Cup bid, the three countries promoted teamwork.

© Luis Antonio Rojas for The New York Times

Mexico City’s iconic stadium will host the opener for a record third time, after undergoing a near $200 million makeover for this World Cup and increasing its capacity to 87,500 seats.
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La Via della Terra: come la crisi di Hormuz sta ridisegnando l’ordine economico globale a vantaggio dei BRICS+

La terra sta riprendendo quello che il mare aveva preso. E lo Stretto di Hormuz — quella sottile linea d’acqua tra l’Oman e l’Iran — è il punto in cui la storia ha scelto di voltare pagina.

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Quando l’acqua ferma il mondo

Vi sono momenti nella storia in cui una crisi non si limita a scuotere l’ordine esistente, ma ne rivela le fondamenta marce. La chiusura dello Stretto di Hormuz — quella striscia d’acqua larga appena quaranta chilometri attraverso cui scorre il venti per cento del petrolio mondiale — non è soltanto uno shock energetico di proporzioni straordinarie. È lo specchio attraverso cui il mondo osserva, forse per la prima volta con piena chiarezza, quanto sia fragile l’architettura commerciale e finanziaria costruita dall’Occidente nel secondo dopoguerra. E, al tempo stesso, è il catalizzatore che potrebbe accelerare la nascita di un ordine alternativo: più continentale, più multipolare, più terrestre.

Il blocco dello Stretto di Hormuz — innescato dall’escalation del conflitto tra Iran e la coalizione Israele-USA dal 28 febbraio e tuttora in vigore a — ha prodotto uno tsunami economico senza precedenti. Il prezzo del greggio Brent ha superato i 160 dollari al barile nel giro di settantadue ore dall’annuncio della chiusura, mentre il gas naturale liquefatto ha visto i propri contratti futures triplicare di valore. Le catene di approvvigionamento dell’industria manifatturiera europea e nordamericana, già indebolite dai postumi pandemici e dalla crisi dei semiconduttori del decennio precedente, hanno mostrato una fragilità drammatica: decine di stabilimenti dalla Germania alla California hanno ridotto o sospeso la produzione per mancanza di componenti e materie prime. I costi della rotta alternativa via Capo di Buona Speranza, che allunga i tragitti di diciotto giorni e aumenta i costi di trasporto del trenta-cinquanta per cento, hanno scaricato pressioni inflazionistiche su un sistema già in tensione. La volatilità sui mercati finanziari globali ha raggiunto livelli comparabili solo alla crisi del 2008: l’indice VIX ha toccato quota 58, mentre i mercati azionari di New York, Londra e Francoforte hanno registrato perdite cumulative superiori al dodici per cento nelle prime quattro settimane. Il Fondo Monetario Internazionale ha rivisto al ribasso le sue proiezioni di crescita globale di due punti percentuali per il 2026, portandole allo 0,8 per cento.

Per comprendere la portata storica di questo momento occorre guardare al sistema che la crisi di Hormuz sta corrodendo. L’ordine economico globale del XX secolo è stato, nella sua essenza più profonda, un ordine marittimo. La Pax Americana che ha dominato il pianeta dalla fine della Seconda Guerra Mondiale si fondava su tre pilastri strettamente interconnessi: la supremazia navale degli Stati Uniti nei mari del mondo, il dollaro come valuta di riserva universale e il controllo delle grandi rotte oceaniche da parte delle marine occidentali — in primis quella americana e, in subordine, quella britannica.

Questa architettura non era ideologicamente neutra: era il prolungamento geopolitico della tradizione anglosassone di potenza marittima, codificata già nell’Ottocento dall’ammiraglio Alfred Thayer Mahan nella sua opera The Influence of Sea Power upon History. Il controllo dei mari significava controllo del commercio; il controllo del commercio significava controllo dell’economia mondiale; il controllo dell’economia mondiale significava egemonia politica. Per quasi ottant’anni, questo sistema ha funzionato con efficacia sorprendente, distribuendo privilegi straordinari agli Stati Uniti — primo tra tutti il cosiddetto “privilegio esorbitante” di emettere la valuta di riserva mondiale — e ai suoi alleati.

Ma i sistemi egemonici hanno cicli di vita. E la crisi di Hormuz ha reso evidente ciò che molti  affermano da anni con crescente insistenza: l’era della dominanza occidentale non è in declino, è già finita. Quello che stiamo vivendo sono le convulsioni terminali di un ordine che si ostina a non riconoscere la propria obsolescenza. L’impossibilità della Marina statunitense di tenere aperto lo Stretto nonostante la presenza della V Flotta nel Golfo Persico ha dimostrato che anche la potenza navale americana ha limiti operativi che un tempo sembravano impensabili. La dottrina della libertà di navigazione, cardine dell’ordine liberale internazionale, si è incrinata davanti alla realtà di uno Stato mediorientale — con i suoi proxy e le sue capacità missilistiche asimmetriche — capace di sfidare con successo la superpotenza marittima per eccellenza.

Il declino dell’egemonia marittima occidentale non è fenomeno di oggi. Ha radici nell’ascesa economica della Cina, nell’affermazione geopolitica della Russia post-2014, nella progressiva de-dollarizzazione avviata da un numero crescente di economie emergenti e nell’erosione del multilateralismo liberale nelle sedi internazionali tradizionali — dall’OMC al FMI, dall’ONU alla Banca Mondiale. La crisi di Hormuz non ha creato questa deriva; l’ha semplicemente accelerata con la brutalità propria degli shock storici.

L’Heartland alla riscossa: Mackinder aveva ragione?

Lo abbiamo citato tante volte, una in più non ci stupirà. Nel 1904, il geografo e stratega britannico Halford John Mackinder presentò alla Royal Geographical Society di Londra un saggio destinato a diventare uno dei testi fondativi della geopolitica moderna. Il titolo era The Geographical Pivot of History e la tesi centrale era rivoluzionaria per l’epoca: il futuro del potere mondiale non apparteneva alle potenze marittime, ma a chi avrebbe controllato quello che Mackinder chiamava “Heartland”, ovvero il cuore del supercontinente eurasiatico, quella vasta zona continentale che si estende dalle pianure dell’Europa orientale alle steppe della Siberia e alle altipiani dell’Asia centrale, impenetrabile alle flotte navali e naturalmente inaccessibile al dominio marittimo. La sintesi strategica di Mackinder, che tutti abbiamo imparato a conoscere, è entrata nella storia con la formula «Chi governa l’Europa orientale comanda l’Heartland; chi governa l’Heartland comanda l’Isola del Mondo; chi governa l’Isola del Mondo governa il Mondo». Le potenze marittime anglosassoni del XX secolo hanno costruito la propria egemonia globale proprio tentando di neutralizzare questo assioma: il contenimento dell’Unione Sovietica durante la Guerra Fredda era, nella sua essenza, un tentativo di impedire che la potenza dell’Heartland si estendesse fino a dominare le coste del supercontinente.

Ebbene, con la crisi di Hormuz, la logica di Mackinder torna al centro della riflessione strategica globale. Se le rotte marittime diventano inaffidabili — per guerra, instabilità regionale o semplice rivalità tra grandi potenze — il commercio globale deve necessariamente cercare percorsi alternativi, e quei percorsi alternativi passano quasi inevitabilmente attraverso l’Heartland. Le ferrovie, i gasdotti, i corridoi stradali transcontinentali che attraversano l’Asia centrale, la Russia, l’Iran, il Pakistan, la Turchia: è qui che si gioca la posta in gioco del nuovo ordine mondiale ed è qui che i BRICS+ hanno già costruito, o stanno costruendo proprio mentre ne scriviamo, le infrastrutture del futuro.

Mackinder è stato riscoperto nelle cancellerie di Mosca, Pechino e New Delhi con un’attenzione che non aveva mai avuto nemmeno nelle università britanniche. La crisi di Hormuz ha dato a quella riscoperta una concretezza che finora mancava: improvvisamente le rotte terrestri non sono più un’alternativa teorica, sono l’unica alternativa pratica.

L’unica via d’uscita: l’architettura BRICS+ e il post-Hormuz

È qui e ora che i BRICS+ si trovano nella posizione straordinaria di poter offrire al resto del mondo quello che nessuna potenza occidentale è in grado di proporre in questo momento: una via d’uscita concreta e già parzialmente operativa dalla crisi delle rotte marittime.

Questa via d’uscita ha quattro dimensioni che si rafforzano a vicenda: le nuove rotte terrestri eurasiatiche, i corridoi energetici alternativi, la dedollarizzazione degli scambi commerciali e la costruzione di un’architettura finanziaria indipendente da SWIFT e dal sistema bancario occidentale. Consideriamole separatamente, avendo però cura di non perdere la visione d’insieme: è la loro combinazione a rendere l’offerta BRICS+ strategicamente credibile.

La Belt and Road Initiative cinese ha costruito in silenzio, negli ultimi dieci anni, la spina dorsale di un commercio eurasiatico che non dipende dallo Stretto di Hormuz né da nessun altro passaggio marittimo critico. I corridoi ferroviari Cina-Europa attraverso l’Asia Centrale, in particolare il China-Europe Railway Express, che ha movimentato nel 2025 circa 1,9 milioni di TEU (container equivalenti da venti piedi) con una crescita del 22 per cento sull’anno precedente, rappresentano oggi un’alternativa credibile alle rotte via Suez per le merci ad alto valore aggiunto.

Il blocco di Hormuz ha moltiplicato per tre le richieste di capacità su queste linee in poche settimane. Secondo dati preliminari pubblicati dal China State Railway Group, nel solo mese di aprile 2026 le prenotazioni di spazio ferroviario sulla rotta Cina-Europa sono aumentate del 340 per cento rispetto alla media del 2025. I tempi di transito, tipicamente quindici-diciotto giorni rispetto ai trenta-quaranta della via marittima via Suez, rendono la soluzione ferroviaria particolarmente attraente per settori come l’elettronica, le automotive e i prodotti farmaceutici.

Ma la BRI non è l’unico elemento di questa riarticolazione. Il Corridoio Internazionale dei Trasporti Nord-Sud (INSTC), promosso da Russia, India e Iran e oggi allargato ad Azerbaijan, Armenia e diversi paesi centroasiatici, sta vivendo una seconda giovinezza. Questo corridoio — che collega Mumbai a San Pietroburgo via mare Arabico, Iran e Caspio — permette di collegare l’India con l’Europa in circa venticinque giorni, rispetto ai quaranta-quarantacinque della via tradizionale via Suez, riducendo i costi logistici stimati tra il venti e il trenta per cento. Con Hormuz chiuso, il segmento marittimo del corridoio deve essere ricalibrato, ma i tratti ferroviari e stradali iraniani — oggetto di significativi investimenti negli ultimi tre anni — permettono bypass efficaci. L’INSTC era considerato un corridoio secondario ma la crisi di Hormuz l’ha trasformato in una priorità strategica di primo ordine per tutta l’Asia Meridionale.

Sul fronte energetico, la crisi di Hormuz ha dato un’accelerazione decisiva a progetti di pipeline e infrastrutture energetiche terrestri che erano stati rallentati da opposizioni politiche, difficoltà finanziarie o semplicemente dalla convenienza economica delle rotte marittime. Il Power of Siberia 2 — il gasdotto che dovrebbe collegare i giacimenti siberiani con la Cina attraverso la Mongolia — ha visto le trattative accelerare significativamente dopo il blocco dello Stretto. L’accordo, discusso per anni senza una conclusione definitiva per le divergenze sui prezzi, è oggi presentato come urgenza strategica da entrambe le parti: la Cina, che importava circa il diciotto per cento del suo gas via GNL dal Golfo Persico, deve trovare alternative terrestri; la Russia, esclusa dai mercati europei dopo le sanzioni del 2022, ha bisogno di sbocchi commerciali stabili verso est.

Nel frattempo, il gasdotto TAP (Trans-Adriatic Pipeline) che porta il gas azero in Italia via Turchia, e il TurkStream che collega la Russia alla Turchia e ai Balcani, stanno lavorando a piena capacità. La Turchia — che non ha aderito alle sanzioni occidentali contro la Russia e mantiene rapporti stabili con tutti gli attori BRICS+ — si trova in una posizione di leverage straordinaria come hub energetico continentale. Ankara, non a caso, ha formalmente richiesto di entrare nell’organizzazione BRICS nel 2024, una candidatura che potrebbe essere definitivamente accolta entro la fine dell’anno.

La pipeline India-Iran-Pakistan — un progetto rimasto congelato per decenni a causa delle pressioni americane su Islamabad — è stata rilanciata in forma diversa, con un collegamento diretto India-Iran attraverso il Golfo di Oman (bypassando lo Stretto) e poi via terra sino ai mercati centroasiatici. I tecnici del ministero del Petrolio iraniano e quelli del Ministry of Petroleum and Natural Gas indiano hanno ripreso i contatti diretti per la prima volta dal 2012.

La crisi di Hormuz ha trasformato in priorità strategica ciò che era considerato un’alternativa teorica: le rotte terrestri eurasiatiche sono oggi l’unica risposta credibile al blocco dei passaggi marittimi.

Bye bye Mr. Dollar

“Il petrolio si compra e si vende in dollari”, questo diceva la sacra legge di Nixon. Non erano concesse alternativo ed è ciò che ha permesso agli Stati Uniti di finanziare i propri deficit commerciali praticamente senza costi, di esercitare pressioni economiche attraverso le sanzioni e di mantenere il dollaro al centro del sistema finanziario globale indipendentemente dalla performance reale dell’economia americana. La crisi di Hormuz ha accelerato in modo drammatico una tendenza che era già in corso da anni: la de-dollarizzazione degli scambi energetici ed commerciali tra i paesi BRICS+. Il processo era iniziato con gli accordi bilaterali Cina-Russia denominati in yuan e rubli dopo il 2022; si era esteso agli scambi India-Russia per il petrolio (saldati in gran parte in rupie) e agli accordi Cina-Arabia Saudita per forniture di greggio denominate parzialmente in yuan. Poco a poco, la banconota verde ha smesso di avere potere. Con il blocco di Hormuz, la de-dollarizzazione ha subito una accelerazione sistemica particolarmente impattante. Quando le rotte commerciali si ridisegnano su tracciati terrestri eurasiatici, quando il commercio avviene tra paesi BRICS+ attraverso corridoi che non passano per i sistemi finanziari occidentali, quando le sanzioni americane perdono efficacia perché i flussi commerciali evitano i nodi bancari su cui Washington esercita la propria influenza — il dollaro smette di essere l’unica opzione praticabile e diventa sempre più uno strumento di una parte sola.

Il BRICS Bridge — il sistema di pagamenti interbancari proposto dal blocco come alternativa a SWIFT, operativo in forma pilota dal gennaio 2026 — ha visto le transazioni raddoppiare nel solo mese di aprile rispetto alla media del trimestre precedente. Il sistema, basato su una piattaforma distribuita che consente pagamenti bilaterali nelle valute nazionali dei paesi aderenti, non è ancora competitivo con SWIFT in termini di volumi assoluti, ma la sua crescita è esponenziale. Quello che stiamo assistendo è un cambiamento strutturale nel sistema monetario internazionale che potrebbe dimostrarsi più profondo di quello che ci aspettavamo, e sta avvenendo più rapidamente di quanto i modelli economici standard prevedessero.

L’accordo annunciato in aprile tra Brasile, Russia, India e Cina per denominare in yuan e in un paniere di valute BRICS il commercio di commodities agricole — cereali, soia, carne bovina — all’interno del blocco rappresenta un passo storico che potrebbe accelerare la de-dollarizzazione ben oltre il settore energetico. Il Brasile, primo esportatore mondiale di soia e carne bovina, è il tassello che mancava: la sua adesione a questo schema significa che una fetta significativa del commercio agricolo mondiale potrà bypassare il dollaro.

La direzione è chiara. Non si tratta di una sostituzione istantanea del dollaro — nessun analista serio la prevede a breve termine — ma di una progressiva erosione del suo monopolio. Il Fondo Monetario Internazionale, nel suo World Economic Outlook di aprile 2026, ha rilevato per la prima volta che la quota del dollaro nelle riserve valutarie mondiali è scesa sotto il 55 per cento, al minimo storico. Venticinque anni fa era al 71 per cento.

L’Europa senza bussola

In questo scenario di ridisegno globale, l’Europa si trova in una posizione di singolare impotenza. Dipendente per il settanta per cento del proprio fabbisogno energetico da importazioni extra-continentali, priva di una politica estera comune capace di proiettare autonomia strategica, militarmente subordinata all’ombrello NATO e quindi alle priorità americane, e commercialmente esposta sia all’instabilità delle rotte marittime sia alla competizione industriale cinese, il Vecchio Continente rischia di essere la grande vittima collaterale del riassetto in corso. Le elite politiche europee — ancora impegnate a declinare la crisi di Hormuz come problema di sicurezza regionale piuttosto che come catalizzatore di un cambio d’epoca — faticano a cogliere che il tempo delle scelte si sta restringendo rapidamente. L’Europa ha una finestra — che molti analisti stimano in non più di tre-cinque anni — per ridefinire la propria posizione nell’ordine globale emergente: o come appendice strategica dell’Occidente a guida americana, oppure come attore autonomo capace di dialogare con tutti i poli del sistema multipolare.

Le crisi geopolitiche ed economiche sono, nella storia, i momenti in cui gli ordini si disintegrano e i nuovi emergono. La Prima Guerra Mondiale ha distrutto l’ordine imperiale europeo e aperto la strada alla supremazia angloamericana. La Grande Depressione e la Seconda Guerra Mondiale hanno liquidato quel primo tentativo di ordine liberale multilaterale e costruito, sulle sue ceneri, il sistema di Bretton Woods. Lo shock petrolifero del 1973 ha anticipato la fine della crescita illimitata del dopoguerra e aperto l’era della finanziarizzazione e della globalizzazione neoliberale.

La crisi di Hormuz del 2026 appartiene a questa categoria di eventi fondativi. Non è un’interruzione temporanea che si risolverà con qualche aggiustamento marginale — è la prova generale di un ordine che viene. Le infrastrutture terrestri eurasiatiche che i BRICS+ stanno attivando non torneranno inutilizzate quando lo Stretto riaprirà. Le relazioni commerciali denominate in valute non-dollaro non si dissolveranno con il ritorno alla normalità nei mercati energetici. La fiducia nelle rotte marittime controllate dalle potenze anglosassoni — già incrinata dopo l’episodio del Canale di Suez del 2021 (la nave Ever Given) e l’instabilità nel Mar Rosso del 2023-2024 — ha subito una frattura che non si sutura semplicemente con la riapertura di un passaggio.

Le crisi non creano le condizioni del cambiamento, le rivelano. Le rotte terrestri eurasiatiche, la de-dollarizzazione, i nuovi sistemi di pagamento BRICS+, tutto questo esisteva già, lo sappiamo. Hormuz ha semplicemente reso evidente che è il futuro, non un esperimento marginale.

Gli investitori globali lo hanno capito prima dei governi occidentali. Il rendimento dei Treasury americani a dieci anni ha toccato il 5,8 per cento a metà maggio — il massimo da decenni — mentre le valute dei paesi BRICS+ hanno mostrato una tenuta sorprendente nonostante la volatilità generale. Il rublo, supportato dalle esportazioni energetiche terrestri verso la Cina, è rimasto stabile. Lo yuan ha guadagnato terreno come valuta di riserva. La rupia indiana si è apprezzata rispetto all’euro.

Il panorama delle istituzioni finanziarie internazionali riflette questa transizione. La New Development Bank dei BRICS ha approvato in aprile un pacchetto di emergenza da 15 miliardi per finanziare l’adeguamento infrastrutturale dei paesi membri più colpiti dalla crisi logistica. La velocità e l’entità di questa risposta non hanno precedenti nella storia dell’istituzione, e sono state deliberatamente messe a confronto con i tempi burocratici del FMI e della Banca Mondiale.

Verso la Grande Convergenza Eurasiatica

Guardando oltre l’emergenza immediata, quello che si intravvede è uno scenario di riassetto strutturale del commercio e della geopolitica globale che potrebbe dispiegarsi nel corso del prossimo decennio con conseguenze paragonabili a quelle della fine della Guerra Fredda. La grande convergenza eurasiatica — il progressivo allineamento degli interessi commerciali e strategici di Cina, Russia, India, Iran, paesi del Golfo e dell’Africa subsahariana attorno a un sistema di rotte, valute e istituzioni alternativo a quello occidentale — ha nell’allargamento BRICS+ il suo quadro istituzionale e nella crisi di Hormuz il suo momento catalizzatore.

La presenza nell’organizzazione BRICS+ sia dell’Arabia Saudita sia dell’Iran — nonostante le tensioni bilaterali che hanno contribuito alla crisi stessa — è di per sé un dato straordinario. Il blocco comprende oggi paesi che rappresentano il 46 per cento della popolazione mondiale, il 37 per cento del PIL globale in parità di potere d’acquisto, il 44 per cento della produzione petrolifera mondiale e oltre il 55 per cento delle riserve accertate di gas naturale. Non si tratta di un club di paesi marginali in cerca di visibilità: è la maggioranza economica e demografica del pianeta che si organizza in forma alternativa.

Le proiezioni demografiche e di crescita economica rendono questo dato ancora più significativo. Secondo le stime di Goldman Sachs Asset Management, entro il 2035 i paesi BRICS+ rappresenteranno il 50 per cento del PIL mondiale in PPP e due terzi della crescita globale. L’Europa e gli Stati Uniti, pur mantenendo livelli di reddito pro capite superiori, vedranno la loro quota di commercio mondiale e di influenza nelle istituzioni finanziarie internazionali ridursi progressivamente.

La crisi di Hormuz appare meno come un incidente drammatico e più come il prologo di una storia già scritta.

C’è un’ironia nella storia che non sfugge a chi osserva i grandi cicli della geopolitica: l’ordine commerciale moderno è nato dalla terra — dalle carovane della Via della Seta, dai corridoi speziati dell’Asia centrale, dai mercati continentali dell’Eurasia medievale — prima che i navigatori portoghesi e spagnoli spostassero il baricentro del potere verso i mari. Per cinque secoli, le potenze marittime hanno dominato il pianeta. La crisi di Hormuz del 2026 potrebbe segnare l’inizio del ciclo successivo: il ritorno della terra.

Non si tratta di un ritorno al passato, ma di una sintesi nuova: reti ferroviarie ad alta velocità invece di carovane, gasdotti e cavi dati invece di caravanserragli, sistemi di pagamento digitali in valute nazionali invece di monete d’oro. I BRICS+ non stanno offrendo al mondo un’utopia; stanno offrendo un’infrastruttura che è già in costruzione e che la crisi di Hormuz ha reso urgente e visibile. Questo è.

Il vecchio ordine non scomparirà domani mattina. Il dollaro rimarrà valuta di riserva significativa per decenni. La Marina americana resterà la più potente del mondo. Le istituzioni di Bretton Woods continueranno a operare. Ma l’egemonia — quell’uso del potere che non richiede spiegazioni perché appare naturale e inevitabile — quella sì, si sta concludendo. E quando un’egemonia finisce, non torna.

Mackinder scrisse la sua teoria dell’Heartland per avvertire l’Impero Britannico del pericolo che veniva dall’interno del continente eurasiatico. L’avvertimento arrivò tardi e fu ignorato. Oggi, centoventidue anni dopo, la sua profezia si compie non come trionfo di una singola potenza terrestre, ma come riequilibrio di un sistema che aveva perso il proprio centro di gravità.

La terra sta riprendendo quello che il mare aveva preso. E lo Stretto di Hormuz — quella sottile linea d’acqua tra l’Oman e l’Iran — è il punto in cui la storia ha scelto di voltare pagina.

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Trump Says He’s ‘Not Looking to Renew’ Canada-Mexico Trade Deal

The president’s comments come at a crucial moment in talks among the three countries over the renewal of their free-trade agreement.

© Kenny Holston/The New York Times

Prime Minister Mark Carney with President Trump at the Group of 7 summit last year in Kananaskis, Canada.
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US fails to ‘take Vienna’ in Iran; and the is enemy undeterred

The U.S. failed to "take Vienna" in the Iran conflict, resulting in an undeterred and belligerent Iran that has been awarded a vote in deciding the control of the most strategically important commercial chokepoint in the world.

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United States sends “warm congratulations” to Portugal for June 10 celebrations

The United States secretary of state Marco Rubio has sent “warm greetings” to Portugal today, describing the country as one of America’s “earliest and most steadfast partners”. In a message

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