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Cela: Financiamento de renováveis avança em 2025, mas não supera pico

Um estudo realizado pela Cela (Clean Energy Latin America), companhia especializada em assessoria financeira e consultoria estratégica para o setor de transição energética, aponta que o financiamento de fontes renováveis tem crescido, mas ainda se mantém distante do pico histórico registrado em 2022.

Os dados, que englobam o período entre 2019 e 2025, revelam que o último ano registrou uma alta anual de 10,6% no volume de financiamento para projetos de geração renovável no Brasil, somando R$ 36,3 bilhões. Ainda assim, o número fica 22% abaixo do patamar de 2022, que alcançou R$ 46,3 bilhões.

Camila Ramos, CEO da Cela, afirma que os principais desafios que mantêm essa distância entre os cenários de 2022 e 2025 são os juros elevados, o curtailment sem mecanismos de ressarcimento e “um mercado que ainda busca os instrumentos adequados para precificar e contratar a complementaridade entre fontes”.

Variação de financiamento por tecnologia

A Cela destaca que o desempenho não é uniforme entre as modalidades de geração de energia e reflete as dinâmicas e os desafios de cada tecnologia.

O estudo destaca a resiliência da geração distribuída solar após seu ápice há quatro anos.

Essa modalidade apresentou o melhor desempenho entre os sistemas em 2022, sendo responsável, sozinha, por mais de R$ 21,8 bilhões em financiamento para renováveis. Nos anos seguintes, registrou números na faixa de R$ 13 bilhões a R$ 14,7 bilhões.

Segundo o estudo, o desempenho observado em 2022 ocorreu em razão do direito adquirido previsto na Lei 14.300, que instituiu o marco legal da micro e minigeração distribuída e determinou que os produtores que protocolassem pedidos de conexão até janeiro de 2023 permaneceriam sob as regras antigas de compensação tarifária até 2045, gerando uma corrida pela tecnologia.

Já a resiliência seria explicada pelo menor impacto da nova regulação graças à simultaneidade entre geração e consumo, mantendo a modalidade mais atrativa ao consumidor, além da carteira remanescente de projetos remotos com direito adquirido. Trata-se de usinas de geração compartilhada e de autoconsumo remoto protocoladas antes de janeiro de 2023 e que seguem sendo financiadas.

As grandes usinas fotovoltaicas, por sua vez, recuaram de R$ 15,1 bilhões registrados em 2022 para R$ 9 bilhões em 2025.

O levantamento atribui a queda à alta da Selic, que elevou significativamente o custo de capital dos projetos, e à produção concentrada no período diurno, que provoca excesso de oferta e pressão sobre os preços da energia. O cenário é agravado pelo curtailment e pela ausência de mecanismos de ressarcimento.

A Cela aponta que, em média, 17,1% das usinas foram atingidas por curtailment entre abril de 2024 e março de 2025, o que, somado à ausência de mecanismos de compensação pelos cortes forçados, se tornou um dos principais entraves para essa fonte de geração.

O financiamento de energia eólica registrou R$ 12,5 bilhões em 2025, após ter alcançado R$ 8,9 bilhões em 2024, o menor valor da série histórica, período também marcado pelos juros elevados e pelo curtailment. A consultoria destaca que o mercado livre de energia e a autoprodução ampliaram a base de projetos viáveis fora do ambiente regulado.

A energia eólica também passou a ocupar um papel estratégico na composição de contratos do mercado livre e passou a ser procurada por consumidores interessados em compor portfólios capazes de entregar energia de forma mais constante ao longo do dia.

Os financiamentos em BESS (Battery Energy Storage System) atingiram R$ 126 milhões em 2025, um crescimento em comparação com os R$ 117 milhões de 2024, mas ainda distante do maior número registrado pela tecnologia, que foi de R$ 280 milhões em 2023.

Ainda assim, a pesquisa aponta que a irregularidade dos mecanismos de captação de recursos para esses projetos, somada à redução drástica dos custos dos sistemas de armazenamento — que recuaram 90% desde 2010 —, faz com que os dados não reflitam plenamente o desenvolvimento da tecnologia. Além disso, parte relevante dos sistemas contratados ainda está incluída nas linhas de financiamento fotovoltaico.

O documento também destaca que os primeiros leilões dedicados exclusivamente ao armazenamento podem ser realizados ainda em 2026, o que pode inaugurar uma nova fase para a tecnologia, com impacto direto nos volumes de financiamento.

A CEO da consultoria avalia ainda que a energia eólica e os sistemas de armazenamento vêm ganhando um papel estratégico no setor elétrico, ao se mostrarem capazes de solucionar desafios da rede. Segundo ela, essa tendência deve se refletir nos volumes de financiamento dos próximos anos.

Demanda por energia aumentará 25% até 2034, diz governo

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Los últimos días de Alligator Alcatraz, el símbolo de la ofensiva migratoria de Trump

El mensaje apareció el domingo pasado en un grupo de WhatsApp de familiares de inmigrantes detenidos en Alligator Alcatraz, en los Everglades, al oeste de Miami. “¡No hay Bravo! Todos están en Alfa ya. ¡No hay Bravo!“, escribió una mujer cuyo esposo lleva cinco meses detenido en el remoto lugar y pidió no ser identificada por temor a represalias. Bravo y Alfa son los nombres internos de los dos sectores en que se dividían las celdas del centro.

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Personas asisten a una vigilia frente a la entrada de Alligator Alcatraz, en Ochopee, Florida, en noviembre de 2025.

© Rebecca Blackwell (AP)

Centro de detención Alligator Alcatraz, en los Everglades de Florida, el 4 de julio de 2025.
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Más de 500 bebés y niños han sido detenidos por el ICE desde el regreso de Trump a la presidencia

Los bebés y niños pequeños también están en la mira de los agentes migratorios. Una investigación de The Marshall Project y MS NOW encontró que al menos 500 menores de tres años han pasado por centros de detención del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas (ICE) desde enero de 2025, un incremento que coincide con el regreso de Donald Trump al poder y la reanudación de la detención de familias migrantes.

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© David Dee Delgado (REUTERS)

Un niño sale de una audiencia migratoria rodeado de agentes del ICE, en Nueva York, en agosto de 2025.
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Comunidades inteligentes e agro-política do QFP 2028-34

 Na sociedade da informação e do conhecimento, uma comunidade inteligente é, antes de mais, um projeto coletivo com um propósito bem definido, depois uma aplicação utilitária do princípio ativo das redes, por fim, uma ação conjunta e colaborativa para fazer face às exigências atuais da sociedade tecno-digital.

Em todos os casos, são comunidades e plataformas inteligentes, baseadas em conhecimento, cooperação, inovação e criatividade, em ordem a criar e administrar uma oferta integrada de bens complementares de um determinado território ou região, sejam bens de mercado, bens públicos ou bens comuns.

No caso particular do mundo rural existem muitos exemplos de comunidades inteligentes que podem ser sugeridos, por exemplo: um parque agroecológico, uma área de paisagem protegida (um parque nacional ou natural), um condomínio de aldeias, uma associação ou cooperativa de agricultores, uma zona de intervenção florestal (as ZIF), um grupo de ação local (GAL) para a promoção de uma área de montanha ou uma amenidade paisagística, uma associação de desenvolvimento local (ADL) para gerir um banco de solos ou terrenos baldios semiabandonados, um centro de investigação ou grupo operacional de inovação (GOI) para ordenar e gerir um sistema agroalimentar local (SAL) ou agroflorestal (SAF), um núcleo de moradores e pequenos agricultores para gerir um projeto de agricultura periurbana, um núcleo empresarial para gerir um parque ou zona industrial, entre outros exemplos.

Na formação destas comunidades inteligentes, há instrumentos de ordenamento que são fundamentais para estimular o valor cognitivo da inteligência coletiva territorial (ICT), por exemplo: os planos regionais de ordenamento, os planos diretores municipais, os planos de ordenamento das áreas de paisagem protegida, os planos de pormenor de requalificação dos espaços circundantes dos equipamentos e infraestruturas, as marcas de referência territorial dos produtos e a certificação de serviços e destinos, a acreditação de estruturas coletivas para a promoção dos territórios, a criação de parcerias e protocolos com os centros de investigação e os grupos operacionais de inovação em espaço rural, etc.

Se este exercício de mapeamento do território for bem-sucedido, os parceiros e o ator-rede do território-rede estarão mais bem preparados para transformar recursos endógenos em ativos do desenvolvimento territorial, em linha com uma abordagem de oferta integrada de bens complementares e uma nova gramática dos bens comuns que acautelem os direitos das gerações vindouras e dos sujeitos ausentes.

Aqui chegados, já sabemos as tarefas ou missões que nos esperam. Em primeiro lugar, a formação de uma comunidade de destino e de um território-rede (1), em segundo, a formação do ator-rede ou estrutura de missão executiva (2), depois, a definição do conceito operacional de oferta integrada de bens complementares do território-rede (3), em seguida, a implementação de uma gramática dos bens e serviços comuns e da respetiva plataforma digital colaborativa (4), por fim, as novas dinâmicas de colaboração interpares e a respetiva interoperabilidade (5) que darão origem a combinações de soma positiva.

A esta agenda política que nos encaminha para a 2ª ruralidade do século XXI, acresce uma atenção especial às indicações da economia criativa, ou seja, às múltiplas referências sociotécnicas e socioculturais já em curso de operação, por exemplo, os sistemas de informação geográfica (SIG), os sistemas de precisão, a robótica, as máquinas inteligentes e a inteligência artificial.

Estes instrumentos sociotécnicos abrem novas janelas de oportunidade e permitem-nos lidar mais facilmente com os ecossistemas mais nucleares da 2ª ruralidade, por exemplo: o sistema-paisagem e os seus serviços de ecossistemas, a biodiversidade e os produtos biológicos, a sustentabilidade e a economia circular, as ações integradas de base territorial (AIBT) dos territórios-rede (T-R) e das comunidades intermunicipais (CIM).

Para gerir bem esta nova agenda política do território da 2ª ruralidade, o velho mundo analógico da primeira ruralidade já não é suficiente. Estamos em trânsito geracional para o mundo tecno-digital. Na sociedade da informação, do conhecimento e da comunicação, o ator-rede e a sua estrutura de missão são os agentes-principais da comunidade inteligente e da sua inovação sociotécnica e sociocultural.

Esta estrutura de missão executiva terá de desempenhar exemplarmente o papel de agente-principal da sua comunidade, isto é, uma liderança efetiva na mobilização dos pares, um bom uso da informação e conhecimento para consolidar uma geografia desejada e uma comunidade de destino, uma noção muito criteriosa no que concerne à utilização das redes de cooperação horizontais e verticais e respetivas plataformas colaborativas, um sentido crítico muito apurado no que diz respeito à inovação de processos e produtos, o respeito pela essência dos lugares em matéria de marketing territorial e produtos associados, uma abordagem muito aberta em relação ao capital humano e social e, em particular, ao empreendedorismo jovem e relações intergerações.

Dito isto, as comunidades inteligentes vão ser postas à prova e observadas numa série de situações particulares que serão suscitadas pela transição à 2ª ruralidade, por exemplo:

– A gestão colaborativa de parques empresariais e zonas industriais de um território-rede, uma CIM da baixa densidade, por exemplo, no que diz respeito aos custos de contexto e externalidades das unidades que os integram e, bem assim, à sua interoperabilidade,

– A gestão cooperativa de propriedades rústicas sob a forma de banco de solos e a gestão de um programa de emparcelamento rural tendo em vista a redução do risco de incêndio de uma ou mais zonas de intervenção florestal,

– A gestão comum e colaborativa de áreas integradas, por exemplo, uma associação de parques naturais, para efeitos de ordenamento do mosaico paisagístico, da sua biodiversidade e serviços de ecossistema, bioenergias e agricultura biológica,

– A gestão conjunta e colaborativa de agro parques e parques agroecológicos de âmbito municipal e intermunicipal com vista à criação de sistemas agroalimentares de base local (SAL) e de oferta integrada e complementar de agro-silvo-pastorícia,

– A gestão conjunta e colaborativa de consórcios e parcerias empresariais, tendo em vista a formação de clusters industriais, arranjos produtivos locais e marcas coletivas de referência regional, mas, também, a formação de ecossistemas de sucessão empresarial, formação e renovação intergerações,

– A gestão comum e colaborativa de ecossistemas específicos, por exemplo, áreas de montado, áreas de paisagem protegida, amenidades rurais e serviços de investigação-extensão, em associação com a academia e as ONG da área da proteção da natureza,

– A promoção de cooperativas e organizações de produtores, de sociedades de agricultura de grupo (SAG) e a gestão agrupada multiprodutos, em estreita associação com os laboratórios colaborativos, os grupos operacionais de investigação e os living labs,

– A gestão comum e colaborativa de propriedades, quintas e terroirs de fins múltiplos, onde se inclui o turismo ecológico, mas, também, as quintas pedagógicas, os condomínios rurais, os aldeamentos seniores (cohousing) e as explorações de agricultura alternativa.

Em todos os casos, estamos a gerir em comum e colaborativamente, através de comunidades inteligentes e plataformas de base local e regional, os incentivos disponibilizados pelos instrumentos de ordenamento da paisagem e preservação do património, os programas de inovação tecnológica, ambiental e social, mas, também, da economia criativa, por exemplo, o apoio às artes da paisagem, ofícios tradicionais e eventos culturais.

E, em todos os casos, estamos a usar os signos distintivos do território e a transferir o seu valor simbólico e icónico para os principais veículos produtivos desses territórios, que são os produtos com indicação geográfica de proveniência (IGP), os produtos com denominação de origem controlada (DOC), as marcas coletivas, os mercados de nicho, os terroirs de visitação, as cadeias de valor mais relevantes e as fileiras de exportação.

Hoje, em plena era digital, é bom não esquecer que, num espaço integrado como o europeu onde a gestão das restrições e condicionalidades muda substancialmente a natureza da administração, são os programas europeus, em boa medida, que reinventam ciclicamente os territórios, de cima para baixo, e não os territórios que formatam os programas e as medidas, de baixo para cima.

O próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028-2034, pode mudar o curso dos acontecimentos nesta matéria, não apenas por uma alteração substancial do policy-framework das políticas europeias, devido a novas prioridades geoestratégicas e geopolíticas da União Europeias com impacto estrutural no orçamento e no financiamento das políticas europeias mais convencionais como a política de coesão e a política agrícola comum, mas, sobretudo, pelo quadro de exigências sociotécnicas e socioculturais do novo período de programação que impõem uma transição e implementação mais rápidas em direção à 2ª ruralidade onde as comunidades inteligentes e a economia criativa têm um papel fundamental a desempenhar.

Isto dito, resta a pergunta sacramental. E o que vamos fazer com os territórios de baixa densidade e o rural remoto português, que somam quase dois terços do território português? Todos estes fatores fazem variar o perímetro das nossas comunidades inteligentes. Está em causa uma nova cultura do bem comum colaborativo.

E o que pode impedir esta nova cultura pública do bem comum colaborativo? O poder das corporações, o narcisismo dos líderes, a falta de liderança esclarecida, as burocracias políticas, a manipulação da comunicação social, a trivialização do espaço público, a desafeição pela política, a cacofonia discursiva. A acomodação da academia. O que não é coisa pouca.

Nota: Ilustração feita utilizando IA através do ChatGPT

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Refeições escolares em Lisboa: CML diz querer apoiar “quem realmente precisa”

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) informou que manterá a gratuitidade das refeições escolares para os alunos dos escalões A e B, e comparticipará em 50% os estudantes do escalão C.

As explicações da CML acontecem depois do jornal ‘Expresso’ ter avançado que o executivo se preparava para realizar alterações aos apoios de ação social escolar (ASE) e que iria deixar de beneficiar os alunos do escalão C.

O jornal revelou que as alterações poderiam levar a que as famílias tivessem um aumento mensal médio de 16,5 euros por aluno nas refeições.

Contudo, a CML esclarece que “um agregado familiar com um filho que tenha um rendimento bruto mensal de 1.000 euros continuará a ser apoiado nas refeições na sua totalidade, encontrando-se abrangido pelo escalão B. No caso de uma agregado familiar com dois filhos e um rendimento mensal bruto de 2.700 euros, enquadrado no escalão C, a Autarquia mantém a comparticipação de 50%”.

A CML salienta que dá apoios “que mais nenhuma câmara no país dá”, e que a sua proposta para o próximo ano tem por base “apoiar quem realmente precisa, em função dos seus rendimentos”.

A proposta vai ser discutida em reunião de Câmara no próximo dia 17.

A Câmara já teve aprovação prévia de algumas medidas de ASE para o próximo ano letivo, que incluem novos apoios, nomeadamente reforço nos apoios para alunos com necessidades de saúde especiais, reforço da verba para as atividades extracurriculares e o apoio, num valor máximo de 100 euros, para a aquisição de equipamentos e materiais específicos à aprendizagem dos alunos a frequentar o 10.º ano de escolaridade pela primeira vez.

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Ibovespa avança com acordo EUA-Irã e inflação no radar; dólar cai

 

O Ibovespa opera em leve alta nesta sexta-feira (12), com Petrobras entre as maiores pressões negativas, enquanto investidores também repercutem dados de inflação no Brasil e permanecem atentos ao cenário externo.

Por volta das 11h, o Ibovespa subia 0,21% aos 171 mil pontos

No mesmo horário, o dólar à vista caía 0,23%, cotado a R$ 5,08 na venda.

O dólar oscila em leve alta ante o real nesta manhã, com investidores digerindo os novos dados de inflação no Brasil, enquanto no exterior a moeda norte-americana tem sinais mistos ante as demais, em meio à expectativa de que um acordo seja finalmente assinado por Estados Unidos e Irã.

Na quinta-feira, a moeda norte-americana à vista fechou com baixa de 1,40%, aos R$ 5,1000.

Às 11h30, o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 1º de julho.

*Com informações da Reuters 

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El Papa se despide de España con un baño de abrazos a los migrantes: “El extranjero de ayer puede ser el hermano y vecino de hoy”

León XIV se ha despedido de España este viernes, tras despegar a las seis de la tarde, con una mañana de gestos a contracorriente, que rematan el gran mensaje político de este viaje. El Papa ha dedicado su segunda jornada en Canarias, igual que la primera, a encontrar y abrazar a migrantes, a dialogar con ellos. Lo ha hecho precisamente el mismo día en que entra en vigor en la UE el nuevo Pacto de Migración y Asilo, que restringe los controles y acelera las expulsiones. La visita del Papa ha interferido también estos días en la narrativa que se impone sobre inmigración desde la derecha y la ultraderecha con actos como los de esta mañana en Tenerife, en el centro de acogida Las Raíces, donde ahora mismo hay 753 personas.

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El papa León XIV saluda a varios niños durante su visita este viernes al centro de primera acogida Las Raíces de Tenerife.
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Alentejo 2030 apoia com 4,5 milhões de euros economia circular e infraestruturas tecnológicas

O programa Alentejo 2030 abriu dois concursos, com uma dotação global de 4,5 milhões de euros, para apoiar a economia circular e infraestruturas tecnológicas na região, anunciou hoje a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

Em comunicado, a CCDR do Alentejo indicou que os avisos de concurso, com financiamento do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), foram lançados no âmbito do Instrumento Territorial Integrado (ITI) Água e Ecossistemas da Paisagem.

Um dos avisos, denominado “Economia Circular (SI) – ITI Água e Ecossistemas da Paisagem”, dispõe de uma dotação de um milhão de euros, com uma taxa máxima de cofinanciamento de 60%, e dirige-se às pequenas e médias empresas (PME) do Alentejo.

Este apoio, segundo a CCDR do Alentejo, visa promover a transição para modelos produtivos mais eficientes e sustentáveis, incentivando “a circularidade dos recursos e redução do consumo de matérias-primas”.

O desenvolvimento de novos produtos com base em subprodutos, a adoção de soluções de ecodesign e novos modelos de negócio sustentáveis e a circularidade da água nas empresas são outras das ações incentivadas.

Neste caso, o período para apresentação de candidaturas decorre até 30 de novembro deste ano.

Já o outro aviso, intitulado “Infraestruturas e Equipamentos Tecnológicos – ITI Água e Ecossistemas da Paisagem”, conta com uma dotação de 3,5 milhões de euros e uma taxa máxima de cofinanciamento de 85%.

Este destina-se a apoiar projetos de instituições de ensino superior, entidades sem fins lucrativos e outras em cooperação que visem a criação, qualificação ou expansão de infraestruturas tecnológicas, especialmente na área da bioeconomia sustentável.

Com o período de candidaturas a decorrer até 30 de outubro, o aviso pretende reforçar a capacidade regional de transferência e valorização do conhecimento, apoio ao ciclo de inovação e maturidade tecnológica e resposta às prioridades das Estratégias de Especialização Inteligente.

“Ambos os avisos incidem sobre a região Alentejo, no âmbito do ITI Água e Ecossistemas da Paisagem, reforçando o compromisso com uma gestão mais sustentável dos recursos naturais e com o desenvolvimento económico baseado na inovação”, acrescentou.

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Nova teoria explica como a Terra pode ter recebido os ingredientes da vida

Com meteoritos, fósforo, azoto e Júpiter ‘ao barulho’. “A presença e a história do crescimento de Júpiter parecem, de facto, ter desempenhado um papel crucial na determinação da distribuição dos ingredientes químicos básicos necessários para mundos habitáveis” Os cientistas têm novas informações sobre como a Terra primitiva poderá ter adquirido alguns elementos necessários para que o planeta se tornasse habitável, de acordo com um novo estudo. O trabalho, publicado na revista Science Advances, sugere também um novo papel para Júpiter na distribuição desses elementos pelo jovem Sistema Solar, e examina esta história ao olhar para a relação entre o fósforo

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Lendrick Street, una calle para explicar la violencia contra los inmigrantes desatada en Belfast

Como con tantos relatos, la violencia desatada esta semana en Belfast se puede contar con la historia de una calle. Lendrick Street está en la zona este de la ciudad norirlandesa. Una línea recta de apenas 200 metros. Casas humildes de dos alturas, de ladrillo a la vista, alineadas con ese estilo georgiano por el que solo la puerta y las ventanas indican que son viviendas diferentes las que habitan esos muros continuos que son los dos lados de la calle.

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© EPV (REUTERS)

Vehículos en llamas en Lendrick Street, en Belfast Este, el martes por la noche.
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Musk amplifica el odio en Belfast

Una vez más, la violencia racista ha tomado las calles del Reino Unido. Una vez más, el mensaje de odio ha ganado cuerpo y ha crecido hasta su explosión en redes sociales y el incendio en el mundo físico y real. Esta semana ha sido en Belfast, la capital de Irlanda del Norte, una ciudad que creía olvidadas escenas como las que se han visto desde la madrugada del lunes al martes: gritos de odio, edificios y vehículos incendiados por una muchedumbre hostil, gente huyendo con lo puesto de sus hogares en llamas. La causa no ha sido, como hace décadas en la época de los troubles, el odio religioso entre irlandeses; el objetivo de la horda es ahora la población de origen inmigrante.

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© Peter Morrison (AP Photo/Peter Morrison)

Un manifestante pasa delante de varios policías cerca de Newtownabbey, en Belfast, Irlanda del Norte, este miércoles.
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La Unión Europea activa el nuevo pacto migratorio con más controles y expulsiones aceleradas

La Unión Europea inicia este viernes una nueva era, más dura, en política migratoria. El Pacto de Migración y Asilo, resultado de años de negociaciones entre los Estados miembros, entra oficialmente en vigor con la promesa de reforzar el control de las fronteras exteriores, acelerar los procedimientos de asilo y aumentar las devoluciones de personas sin derecho a permanecer en territorio europeo. El nuevo conjunto de normas y sistemas que tendrán que empezar a aplicar los Estados miembros es el más restrictivo de la historia de una Europa cada vez más replegada sobre sí misma. Y llega en un momento en el que la extrema derecha, con sus discursos contra la inmigración, no deja de avanzar en el Viejo Continente.

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© Stefano Guidi (Getty Images)

Migrantes llegados a la isla de Lampedusa aguardan para ser atendidos en Turín (Italia), en 2023.
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A un país con las renovables de España le saldría a cuenta parecerse a Noruega

DVD1321(05/06/2026): SEVILLA. Placas solares en el término municipal de Guillena, Sevilla.
FOTO: PACO PUENTES (EL PAÍS)

España vive en una paradoja energética: es, por un lado, uno de los países europeos que más energía solar recibe y, por otro, uno de los que menos está haciendo por aprovechar la lotería de esta privilegiada ubicación geográfica. Es cierto que el despliegue de infraestructura de generación renovable ha alcanzado un ritmo nada desdeñable, merecedor de celebración dentro de nuestras fronteras y de un aplauso generalizado fuera de ellas. La capacidad de España para producir electricidad con fuentes renovables y cómo estas han amortiguado los efectos más inmediatos en el alza de los precios de la energía tras la crisis de Ormuz ha sido alabada, de hecho, por muchos expertos internacionales. Pero, aun así, España se está quedando a medias en la revolución más importante de este siglo: la electrificación.

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The Inflation Shit Is Hitting The Fan

by Quoth The Raven, QTR’s Fringe Finance: “That’s back-to-back months of 14% annualized increases.” This morning was proof that the inflation story that markets desperately want to go away refuses to cooperate. It also adds to the case that new Fed chair Kevin Warsh could have his hands tied — and may ultimately need to redefine inflation to […]
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Atendimento oncológico cresce no Santa Joana com ampliação física e novas equipes

O Hospital Santa Joana Recife, da Rede Américas, anunciou avanço na ampliação em oncologia. Com investimento físico em infraestrutura e na integração de novos especialistas renomados às equipes médicas, o Hospital amplia em 50% a capacidade de atendimento aos pacientes em tratamento contra o câncer.

A nova estrutura da oncologia do Santa Joana Recife, que conta com um investimento de R$ 23 milhões, soma atualmente 13 consultórios exclusivos na nova torre, inaugurados em março, e passará a incorporar mais 34 unidades de internação, além da ampliação, em agosto, dos espaços destinados à infusão de quimioterápicos e outras terapias, que saltam de 11 para 28 posições.

"A expansão da oncologia do Hospital Santa Joana Recife está alinhada ao compromisso da Rede Américas de transformar o cuidado em saúde por meio da excelência assistencial, da inovação e da integração entre equipes multidisciplinares", diz o vice-presidente de Oncologia da Rede Américas, Gustavo Fernandes.

"Estamos fortalecendo uma estrutura capaz de oferecer atendimento cada vez mais completo e resolutivo para os pacientes da região. Investir em qualidade assistencial e oferta de cuidado é um dos pilares da nossa estratégia", acrescenta.  

O projeto faz parte da estratégia da Rede Américas em fortalecer polos de excelência em oncologia em diferentes regiões do País. Presente em sete estados e no Distrito Federal, a empresa reúne 26 hospitais, 38 unidades oncológicas, mais de 30 mil colaboradores, 35 mil médicos atuantes e mais de 3.800 leitos.

Além dos investimentos em infraestrutura, o hospital pretende fortalecer o corpo clínico com a chegada de novos especialistas e a ampliação da equipe multidisciplinar.

Entre os oncologistas que passam a fazer parte da rede, estão Bruno Pacheco, Eriberto Marques, Luiz Felipe, Marinus Lima, Rodrigo Arruda e Romildo de Araújo.

O movimento se soma à estratégia iniciada nos últimos anos de atração de especialistas e formação de um núcleo assistencial altamente qualificado, que hoje integra mais de 20 médicos dedicados à oncologia na instituição. 

"A consolidação de uma equipe médica robusta e altamente especializada é tão importante quanto os investimentos em estrutura. Nosso objetivo é oferecer ao paciente uma jornada integrada, com acesso a especialistas, tecnologia de ponta, atendimento multidisciplinar e, cada vez mais, oportunidades relacionadas à pesquisa clínica e à inovação terapêutica", destaca a diretora-geral do Hospital Santa Joana Recife, Erica Batista. 

 

Neste ano de 2026, o hospital iniciou a operação da nova área de oncologia na nova torre, celebrou dez anos da cirurgia robótica com mais de 2.300 procedimentos realizados e deu continuidade à ampliação do corpo clínico especializado. 

Oncologia, inovação e pesquisa 

A expansão da oncologia no Hospital Santa Joana Recife acompanha o crescimento da Oncologia Américas, plataforma especializada da Rede Américas que já atende mais de 175 mil pacientes, reúne mais de 250 consultórios, 450 boxes de infusão, 12 aceleradores de radioterapia e participa de mais de 300 projetos de pesquisa clínica voltados ao desenvolvimento de novas drogas e novas indicações terapêuticas. 

A estratégia busca integrar assistência de alta complexidade, pesquisa clínica e incorporação responsável de novas tecnologias, ampliando o acesso dos pacientes a tratamentos cada vez mais modernos e personalizados. 

Entre os focos de desenvolvimento, estão a expansão dos estudos clínicos, o uso crescente de ferramentas de inteligência artificial para apoio à navegação dos pacientes e identificação de possíveis achados oncológicos, além da consolidação de linhas de cuidado voltadas às terapias imunomediadas.

© DIVULGAÇÃO

Ampliação da oncologia do Santa Joana Recife inclui novos leitos de internação e áreas de infusão
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Incendio de minibús escolar en Zimbabwe deja siete niños muertos

Harare, 11 jun (Prensa Latina) Un minibús escolar se incendió hoy en la ciudad de Gweru, en el centro de Zimbabue, y dejó siete muertos con varios heridos entre los 24 alumnos que estaban dentro del vehículo.

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“Pré-História ao Luar” regressa aos Monumentos Megalíticos de Alcalar

Observação astronómica, mostra de produtos locais e atuação do Grupo Coral Adágio – 21 de junho – 19h00 às 00h30

Após o sucesso da primeira edição, que em 2025 atraiu cerca de 3200 visitantes, o Museu de Portimão volta a promover o evento “Pré-História ao Luar – Solstício de Verão”, no próximo dia 21 de junho, entre as 19h00 e as 00h30, nos Monumentos Megalíticos de Alcalar.

Com entrada gratuita e um programa que assinala a chegada do Verão, a iniciativa convida visitantes de todas as idades a participarem numa experiência cultural original que cruza património arqueológico, música, ciência, arte e convívio, num dos mais importantes sítios pré-históricos do Algarve.

Celebrado precisamente a 21 de junho, o Solstício de Verão marca o início de uma estação associada às noites longas, ao encontro entre pessoas e à fruição dos espaços ao ar livre. Neste contexto, os Monumentos Megalíticos de Alcalar transformam-se num palco privilegiado para uma programação que valoriza o património, promove a partilha de conhecimento e aproxima a comunidade deste espaço com mais de cinco mil anos de história.

Ao longo da noite estarão reservados momentos de descoberta, aprendizagem e lazer, pensados para diferentes públicos e gerações, reforçando a ligação entre passado e presente através de uma programação diversificada e acessível.

Depois do êxito alcançado na edição anterior, que reuniu famílias, residentes estrangeiros e entusiastas da astronomia, “Pré-História ao Luar – Solstício de Verão” regressa para proporcionar uma experiência singular num local que, ao cair da noite, ganha uma atmosfera única e envolvente.

Mostra de produtos locais dá a conhecer sabores da Mexilhoeira Grande

O programa inicia-se com a receção dos visitantes num ambiente descontraído de fim de tarde, onde o cenário será um pôr do sol único e onde não faltarão animação musical assegurada por um DJ convidado, diversas zonas de fruição e descanso, complementadas por espreguiçadeiras, puffs, mesas e cadeiras.

Numa visita em família ou com amigos, estas zonas de descanso são também motivo para apreciar os produtos locais que estarão disponíveis numa mostra de artes e sabores da Mexilhoeira Grande. Gastronomia, doçaria e artesanato locais, a par de uma oferta variada de bebidas, em que o consumo é sujeito a pagamento, são algumas das propostas a não perder neste dia.

Marcam ainda presença destilarias locais com aguardente de medronho, licores regionais e um gin produzido na freguesia. Cruzando com o passado dos Monumentos Megalíticos de Alcalar vão estar disponíveis para prova cervejas artesanais, das quais uma delas utiliza ingredientes que se acredita terem sido utilizados por comunidades pré-históricas.

Grupo Coral Adágio interpreta compositores do período Romântico

Esta noite de celebração do Verão ficará ainda marcada pela atuação do Grupo Coral Adágio, da Academia de Música de Portimão, que trará a público um repertório coral e instrumental (piano) de compositores do período Romântico, num ambiente intimista.

O concerto vai valorizar o enquadramento arquitetónico dos Monumentos Megalíticos por integrar elementos de luz e som. Os túmulos com cinco milénios servirão como pano de fundo para um momento artístico que conjuga arte e história e que promete surpreender os visitantes.

Observar astros e estrelas num ambiente envolvente

Outro dos pontos altos do programa da iniciativa “Pré-História ao Luar – Solstício de Verão” vai ser dinamizada pelo Centro Ciência Viva de Lagos e promete levar a que os visitantes olhem para a imensidão do espaço com um novo olhar.

Uma sessão de observação astronómica, gratuita e aberta ao público, vai estar integrada num encontro informal de utilizadores de telescópios, onde será possível levar para os Monumentos Megalíticos de Alcalar equipamento próprio.

Ao longo da noite terão igualmente lugar duas visitas orientadas aos Monumentos Megalíticos de Alcalar, conduzidas por arqueólogos especialistas na história deste importante monumento nacional pré-histórico. Estas visitas permitirão conhecer melhor a evolução do local e explorar as relações existentes entre os ciclos astronómicos e as práticas sociais das comunidades que ali viveram há milhares de anos.

Os Monumentos Megalíticos de Alcalar foram o cenário escolhido para dois concertos noturnos, em 2017 e 2022, e, no ano passado, foram o cenário de “Pré-História ao Luar – Solstício de Verão”, que se revelou um sucesso ao atrair 3200 visitantes aos Monumentos Megalíticos.

A iniciativa representa uma festa cultural e educativa ao ar livre, acessível a todos, mas é também um evento que une ciência, história, arte e convívio em torno de um património que tem cinco mil anos e que representa uma grande marca cultural no concelho. “Pré-História ao Luar – Solstício de Verão” é promovida pelo Município de Portimão, através do Museu de Portimão, em estreita colaboração com a Junta de Freguesia da Mexilhoeira Grande. Conta ainda com o envolvimento do movimento associativo e empresarial local, do Centro Ciência Viva de Lagos e da Academia de Música de Portimão.

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Raro meteorito revela planeta perdido da aurora do Sistema Solar. Era do tamanho de Marte

Os minerais presentes no famoso meteorito NWA 12774 indicam que foi formado sob uma enorme pressão. Os cientistas teorizam que foi criado na erupção vulcânica de um planeta hospedeiro perdido. Os meteoritos são (geralmente) dádivas dos céus. Fornecem informações únicas sobre partes do Sistema Solar a que não poderíamos aceder de outra forma — seja porque é demasiado caro, seja porque o próprio Sistema Solar evoluiu desde a sua formação. Um novo artigo de investigadores da Universidade do Colorado em Boulder detalha como um meteorito particularmente famoso oferece uma janela para uma era passada do Sistema Solar — e para

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