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Los últimos días de Alligator Alcatraz, el símbolo de la ofensiva migratoria de Trump

13 June 2026 at 05:00

El mensaje apareció el domingo pasado en un grupo de WhatsApp de familiares de inmigrantes detenidos en Alligator Alcatraz, en los Everglades, al oeste de Miami. “¡No hay Bravo! Todos están en Alfa ya. ¡No hay Bravo!“, escribió una mujer cuyo esposo lleva cinco meses detenido en el remoto lugar y pidió no ser identificada por temor a represalias. Bravo y Alfa son los nombres internos de los dos sectores en que se dividían las celdas del centro.

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Personas asisten a una vigilia frente a la entrada de Alligator Alcatraz, en Ochopee, Florida, en noviembre de 2025.

© Rebecca Blackwell (AP)

Centro de detención Alligator Alcatraz, en los Everglades de Florida, el 4 de julio de 2025.

Cuba hopes for World Cup respite from US sabre-rattling – but prepares for the worst

With some matches being held in nearby Miami, a Cuban response to US military action could mar the tournament

As Cuba crumbles under a nearly five-month-long US oil blockade, many on the island hope that the World Cup might save the island from US attack – or at least offer a respite until the competition ends on 19 July.

“The beginning of the World Cup will make it more difficult for the United States to carry out a military action in Cuba,” said Carlos Alzugaray, Cuba’s former ambassador to the EU. “Cuba is very close to the US, and can hit many targets inside the US, especially in south Florida, with drones or other weapons.”

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© Photograph: Norlys Perez/Reuters

© Photograph: Norlys Perez/Reuters

© Photograph: Norlys Perez/Reuters

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

Logo Agência Brasil

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

Notícias relacionadas:

Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

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Cristiano Ronaldo e Lionel Messi só precisam pisar em campo na Copa do Mundo de 2026 para fazer história. Literalmente. Eles estão prestes a se tornar os primeiros jogadores a atuarem em seis edições da competição, que completará 100 anos (o goleiro Ochoa, do México, também pode chegar lá). Duas carreiras tão interligadas estão próximas do fim e, provavelmente, vão escrever seus últimos capítulos no maior torneio do mundo ao mesmo tempo. 

Por declarações e ações de marketing aqui e ali, tudo aponta que a Copa, sediada nos Estados Unidos, no Canadá e no México, será a derradeira na carreira dos dois, que ainda perseguem alguns objetivos, um deles em comum.

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Há quase duas décadas os dois rivalizam em tudo. Em 2009, o Barcelona de Messi derrotou o Manchester United de Ronaldo, o CR7, na decisão da Liga dos Campeões e dali em diante os caminhos dos dois nunca mais se separaram. O português se transferiu ao Real Madrid, maior rival do clube defendido pelo argentino.

Os dois empilharam títulos do principal torneio de clubes do mundo: CR7 soma cinco (quatro pelo Real e um pelo United) e Messi tem quatro (todos pelo Barcelona). Também monopolizaram as premiações individuais: são oito troféus de melhor do mundo para o argentino e cinco para o português. 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona Cristiano Ronaldo e Lionel Messi durante partida Juventus x Barcelona
Cristiano Ronaldo e Lionel Messi já estiveram de lados opostos na fase de grupos da da Ligas do Campeões de 2002. Na ocasião o craque português jogava na Juventus, e o argentino no Barcelona - por REUTERS/Albert Gea/Direitos reservados

Em sua próprias seleções nacionais, o sucesso demorou a vir. Cristiano Ronaldo conseguiu o primeiro título europeu de Portugal em 2016, enquanto Messi teve que esperar outros cinco anos para vencer o primeiro, a Copa América de 2021. 

Como não poderia deixar de ser, a Copa do Mundo também é um capítulo à parte na rivalidade dos dois, porém com clara superioridade de Messi. O argentino bateu na trave em 2014, mas quatro anos depois tirou a Argentina da fila com um título mundial , que encerrou um jejum de 36 anos. Além disso, soma 13 gols e está a apenas três de igualar o alemão Miroslav Klose, o maior artilheiro das Copas.

Cristiano Ronaldo pode ostentar o recorde de ter marcado gols em cinco copas, todas que atuou (2006, 2010, 2014, 2018 e 2022). No entanto, o mais longe que chegou foi justamente na primeira participação, em 2006, quando os portugueses pararam na semifinal. O atacante soma "apenas" oito gols, com algumas participações discretas no currículo. Um título na última participação seria histórico.

Já no crepúsculo de suas carreiras, CR7 (atualmente, no Al-Nassr, da Arábia Saudita), de 41 anos, e Messi (Inter Miami, dos EUA), de 38 - completa 39 no meio da Copa - ainda buscam um objetivo raro. Ambos estão na corrida pelo gol de número 1.000 nas carreiras. Faltam 27 para o português e 90 para o argentino. A histórica marca certamente não virá na Copa, mas o torneio pode acrescentar mais uma memória a duas carreiras marcantes.

A Argentina é cabeça de chave do grupo J, que tem ainda Argélia, Jordânia e Áustria. Já Portugal, encabeça o grupo K, tem como adversários na fase de grupos as seleções de Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão. Caso confirmem o favoritismo alcançando o primeiro lugar de seus grupos e avancem à fase mata-mata, Portugal e Argentina se encontrarão nas quartas de final. Se um deles não liderar seu respectivo grupo e passar de fase em outra posição, o "tira-teima" final pode ocorrer inclusive na final valendo o título. O que, considerando a trajetória das carreiras, seria um desfecho bem característico.

‘It feels like a mockery’: Justo Betancourt, a former detainee at Alligator Alcatraz who received a congratulations note from Trump

4 June 2026 at 13:48
Justo Betancourt, a Cuban migrant who was held at Alligator Alcatraz.

When Justo Betancourt, 55, was released from Alligator Alcatraz on May 14, after nearly six months in detention, he had lost 22 kilograms (48.5 lb) and could barely walk. Two days later he was admitted to hospital, on the verge of a diabetic coma. While in detention, he did not receive the insulin doses he needed, suffered strokes, and during one episode, he fell and lost a tooth. He has been left with neurological after-effects: his right hand trembles, and to climb a step, he lifts his leg from behind the thigh. “Sometimes I have to grab it and push, because it doesn’t respond,” he says on the ground floor of the apartment building where he lives, in Miami’s Little Havana. This week, President Donald Trump dedicated a message to him on Truth Social: “Welcome home to Justo Betancourt, whose Daughter, Arianne, fought very hard to free her father from Alligator Alcatraz. Enjoy your Freedom together!!!”

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Justo Betancourt with his daughter Arianne.Justo Betancourt in Miami on June 2.Justo Betancourt with his daughter Arianne and his son Eddy Oney.

Marvin Dunn, the Miami historian challenging Trump’s presidential library: ‘This is commercial benefit for the family directly’

1 June 2026 at 19:09
Marvin Dunn at his community urban farm in Overtown, Miami, May 27.

Marvin Dunn moves with surprising agility among the beds of lettuce, cabbage, and potatoes on his community farm in Overtown, a historic Black neighborhood in Miami that was fractured by the construction of the interstate highway in the 1960s. The farm, squeezed between I-95 and the high-rises packed into nearby downtown, is a kind of oasis where the 85-year-old historian — one of the most recognized voices on the history of segregation in Florida — hosts talks, distributes banned books, and is now preparing a new legal battle to stop construction of Donald Trump’s presidential library a little over 1,000 meters away.

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View of the Miami Dade College land under consideration for the possible construction of Donald Trump’s presidential library, in Miami, Florida.Crops at Dunn’s Overtown Farm.Marvin Dunn inspects crops at Dunn’s Overtown Farm on May 27.
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