A estreia morna de Portugal é um sinal para o futuro?



L’eroe della Repubblica Democratica del Congo, che ha pareggiato 1-1 con il Portogallo nel match di esordio ai Mondiali 2026, si chiama Yoane Wissa. L’attaccante del Newcastle ha segnato il primo storico gol in Coppa del Mondo per il Paese dell’Africa subsahariana, che prima di quest’edizione aveva partecipato solo nel 1974, quando ancora si chiamava Zaire. E quella di Wissa è una storia incredibile.
Nato in Francia nel 1996, ha iniziato con il rugby a 15, per poi passare al calcio nel ruolo di portiere. Per raggiungere il professionismo ha dovuto fare tanta gavetta, prima nella terza serie francese e poi in Ligue 2, vestendo le maglie di Chateauroux, Angers, Laval e Ajaccio. L’esplosione è arrivata con il trasferimento al Lorient nel 2018, con cui nella stagione 2019/2020 ha vinto la Ligue 2 da protagonista, segnando 15 gol. Ma la sua carriera è segnata da un’aggressione subita con l’acido, a cui è sopravvissuto.
A luglio 2021 il congolese aveva appena terminato la sua ultima stagione con il Lorient in Ligue 1 e stava per approdare in Premier League al Brentford, quando una sera una donna, entrata in casa sua senza permesso dopo aver ricevuto un autografo nel pomeriggio, ha cercato di rapinare il suo bambino appena nato. E lo ha fatto lanciandogli addosso dell’acido, che gli ha provocato gravi ustioni agli occhi. Wissa ha rischiato di perdere la vista, ma un tempestivo intervento chirurgico ha risolto la situazione e suo figlio è stato salvato dal tentativo di rapimento. La donna, riuscita a fuggire, il giorno successivo ha ripetuto la stessa aggressione con un’altra vittima, a cui è riuscita a portare via il neonato, poi ritrovato. La vicenda è finita in tribunale e la donna è stata condannata a 18 anni di prigione.
“Ho aperto la porta e mi è stato lanciato del liquido in faccia. Ho urlato e non riuscivo a respirare. Mia moglie ha chiamato i servizi di emergenza, e mi hanno detto di mettermi sotto la doccia per sciacquare gli occhi. In ospedale, mi hanno detto che i miei occhi erano ustionati. Dovevano venire a sciacquarli ogni ora. È stato un incubo. Da allora, vado in panico ogni volta che sento un rumore, e l’unica cosa che mi ha tenuto in piedi è stato sapere che i miei figli erano al sicuro. Ho subito un intervento chirurgico a entrambi gli occhi e il medico mi ha detto che dovrò usare collirio per il resto della mia vita. Ci sono voluti sei mesi prima che recuperassi completamente la vista. Se non fossi stato trattato così rapidamente, le conseguenze sarebbero state molto peggiori. Da quel momento mi sono chiuso in me stesso. Non sopporto più di stare intorno a persone che non conosco. Non esprimo più tanto amore come facevo prima e quando cammino, istintivamente, guardo dietro di me. Di notte, non riesco più a dormire se sono da solo. I miei figli mi chiedono spesso cosa ho fatto alla mia faccia, ma sono troppo piccoli perché io possa raccontare loro cosa è successo. Mi hanno offerto un’operazione, ma ho rifiutato, perché questa è parte della mia storia personale. Mia moglie e io abbiamo dovuto vedere uno psicologo, e lei ha sofferto di depressione“
Wissa ha saputo rialzarsi e da 5 anni è protagonista in Premier League prima con il Brentford, con cui ha totalizzato 137 presenze e 45 gol, e nell’ultima stagione con il Newcastle, con ha segnato una rete debuttando in Champions League. L’allora allenatore del Lorient, Christophe Pelissier, a settembre 2025 alla BBC ha dichiarato: “Nonostante le conseguenze fisiche e mentali, Yoane ha dimostrato fin da subito la sua determinazione a raggiungere il successo. Ciò che mi ha colpito di lui è stata la sua forte volontà e il fatto che non si sia mai arreso“. A confermarlo sempre alla BBC è stato Pierre-Yves Hamel, ex compagno di squadra al Lorient: “Dopo l’attacco, non si è mai lamentato. Ha subito voluto andare avanti e il fatto che oggi stia sbocciando è una giusta ricompensa per i suoi sforzi”. Sacrifici e perseveranza, che ora sono stati premiati con il primo gol della storia della Repubblica Democratica del Congo ai Mondiali e la soddisfazione di aver fermato il Portogallo di Cristiano Ronaldo.
L'articolo “Ho aperto la porta e mi ha lanciato dell’acido in faccia. Non riuscivo a respirare”: Yoane Wissa, l’eroe del Congo ai Mondiali, racconta quando cercarono di rapinare suo figlio appena nato proviene da Il Fatto Quotidiano.
A atuação discreta de Cristiano Ronaldo no empate entre Portugal e República Democrática do Congo ganhou repercussão também do lado africano. Após o 1 a 1 desta quarta-feira (17), pela primeira rodada do Grupo K da Copa do Mundo de 2026, o meio-campista Ngal’ayel Mukau afirmou que sua seleção não montou uma estratégia específica para neutralizar o camisa 7 português.
Segundo o jogador congolês, a experiência e a trajetória de Cristiano seguem impondo respeito, mas a idade faz com que ele já não tenha o mesmo impacto físico de anos anteriores.
“Para ser sincero, não preparamos muito um plano para travar o Ronaldo, porque sabemos que ele já não é o mesmo. Está um pouco mais velho, ainda que seja um dos maiores jogadores de sempre. Temos muito respeito por ele”, afirmou Mukau após a partida.
O atleta da RD Congo também destacou que as limitações naturais impostas pelo tempo afetam qualquer jogador, independentemente da grandeza construída ao longo da carreira.
“Quando você chega a essa idade, já não é a mesma coisa. Não consegue fazer os mesmos esforços que fazia antes. De qualquer forma, tenho muito respeito por ele. É um dos maiores da história”, completou.
Cristiano teve participação discreta na estreia portuguesa e desperdiçou duas das melhores oportunidades da equipe no segundo tempo. Aos 22 minutos, recebeu cruzamento de Francisco Conceição, mas furou na tentativa de finalização. Pouco depois, voltou a aparecer livre na área e concluiu mal novamente.
Portugal havia saído na frente logo aos cinco minutos, quando João Neves aproveitou cruzamento de Pedro Neto e abriu o placar. A resposta congolesa veio nos acréscimos da etapa inicial. Após jogada trabalhada pela esquerda, Masuaku cruzou para Wissa empatar de cabeça.
Na segunda etapa, os portugueses pressionaram em busca da vitória e chegaram a marcar com João Cancelo, mas o lance foi anulado por impedimento. Do outro lado, a RD Congo também levou perigo nos contra-ataques e celebrou o ponto conquistado em seu retorno à Copa do Mundo após 52 anos.
Com o resultado, Portugal e RD Congo somam um ponto cada na classificação do Grupo K e aguardam o desfecho da rodada entre Colômbia e Uzbequistão.
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Quando Arthur Masuaku cruzou para Yoane Wissa cabecear ao gol dentro da pequena área de Portugal, diversos congoleses entoavam o grito “Lelo Lelo Ibeba”. Isso chamou atenção daqueles passavam no metrô Vila Madalena na tarde desta quarta-feira (17).
Foi na Casa Marx, uma livraria de cara com a estação da Zona Oeste de São Paulo, onde cerca de 60 pessoas, boa parte imigrante, se reuniram para assistir RD Congo x Portugal. O primeiro jogo de Copa da Seleção africana em 52 anos.
Boa parte daqueles que comemoraram o primeiro gol do país na história do torneio não eram nascidos quando o país o disputou pela última vez em 1974, ainda quando se chamava Zaire.
Inclusive Grevisse Mulamba, de 38 anos, que andava para cima e para baixo com a bandeira de seu país. No Brasil há 12 anos, Grevisse trabalha no Centro de Atendimento para os Imigrantes, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos.
O congolês e outros que também foram assistir ao empate contra Portugal pela primeira rodada do grupo K se organizaram com o coletivo Voz do Congo em parceria com a organização do estabelecimento.
“A nossa alegria é tão imensa em ver que passou duas gerações para a gente viver esse momento. Para outros times, é uma participação de uma Copa do Mundo, mais uma Copa, mas para a gente é um momento de entrar e fazer história”, disse ainda durante o intervalo da partida, ainda comemorando.
Um dos coordenadores da Casa Marx, Marcelo Pablito, explicou que não foi o primeiro evento do tipo organizado pela livraria e cafeteira. Na terça-feira (16), também fizeram a mesma festa para o jogo do Senegal contra a França.
“Para nós é maravilhoso, porque muitas vezes a gente acaba se encontrando em momentos que tem imigrantes que estão sendo perseguidos, mortos até, ver a situação toda de precarização, de miséria, exploração, que eles estão sofrendo lá. E para a gente, nesse momento, estar comemorando, vibrando ao lado deles, é uma grande alegria para nós”, relatou à CNN.
Marcelo destaca também a crise humanitária que acontece no leste do país africano, entre os rebeldes, que controla o exército e as milícias locais.
“Nós estivemos aqui com os companheiros da comunidade congolesa no dia do Genocost, que é o dia que eles demonstram para o mundo todo o custo do genocídio que está acontecendo na República Democrática do Congo”, explica.
A música cantada pelos torcedores leopardos, “Lelo Lelo Ibeba”, segundo Grevisse, é um canto de guerra. “Então, quando a gente canta quer dizer que hoje a gente vai para a guerra mesmo. É vida ou morte. Não vou deixar, hoje eu vou para a guerra mesmo”, explicou.
Semi-finalista nas últimas duas edições da Taça das Nações Africanas, a seleção congolesa teve que batalhar pela sua classificação na Copa do Mundo. Depois de bater Camarões e Nigéria nas eliminatórias africanas e vencer a Jamaica na prorrogação da repescagem internacional, enfim estavam de volta à competição.
Bakambu, uma das valvulas de escape do time, é tido como o craque da seleção e inflamava a torcida quando tentava sustentar as primeiras bolas longas e escapava para os contra-ataques.
“Não é uma força física, mas também uma força tática de jogo, um jogo inteligente, bem posicionado, que não é mais aquele time africano que sempre pensava na força. Mas hoje a gente vê que tem um sistema de jogo, tem um entendimento de que temos os novos jovens que jogam nos grandes times na Europa, em qualquer lugar do mundo”, relatou Grevisse.
Antes de chegar aos Estados Unidos, o país bateu na trave nas últimas eliminatórias. Em 2018, ficou em 2º lugar do grupo com 13 pontos no grupo A, atrás da Tunísia, com 14, que ficou com a única vaga. Em 2022, caiu na terceira fase contra a semifinalista da Copa daquele ano, Marrocos.
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Quando Fernando Santos deixou Cristiano Ronaldo no banco contra a Suíça, nas oitavas de final da Copa de 2022, parecia ter sido dado o primeiro passo para a sucessão do capitão na seleção portuguesa. Gonçalo Ramos respondeu com um hat-trick e muitos viram naquele jogo o início de uma nova era.
Quatro anos depois, a dúvida continua a acompanhar Portugal: Cristiano Ronaldo deve ser titular? A pergunta divide opiniões e até aqueles que defendem que o capitão já não é a melhor solução para os onze iniciais admitem que a Seleção pode não estar preparada para viver sem ele.
Sofia Oliveira é uma dessas vozes. A comentarista da CNN Portugal considera que Cristiano Ronaldo já não deveria ser um titular indiscutível, mas entende que Portugal nunca se preparou verdadeiramente para esse cenário.
“Eu já sou há um tempo da opinião de que o Ronaldo não devia ser o titular indiscutível da Seleção — nem sequer o principal titular naquela posição —, mas também sou da opinião de que a Seleção não se preparou para jogar sem ele”, afirma.
“Retirar uma peça que é fundamental para as dinâmicas já trabalhadas… Não sei se isso melhoraria automaticamente a Seleção, porque eu acho que para tudo tem de existir um método”, argumenta.
É por isso que elaa admite que, nesta altura, a alternativa pode ser mais difícil do que parece. “Entre jogar o Ronaldo de titular, ou jogar alguém cujas dinâmicas e cuja parte tática não estão propriamente treinadas, não sei sinceramente o que seria melhor.”
Diogo Luís acredita que Ronaldo deve ser titular na Copa, ao menos no início. Não tanto pelo momento, uma vez que acha que o capitão “não está em grande forma”, mas porque o técnico da seleção construiu a equipe com o capitão em campo e, por isso, faz sentido manter a fórmula no arranque da competição.
“O Roberto Martínez trabalhou sempre com ele. Ele jogou sempre todos os jogos. Então, eu acredito que vai jogar com o mesmo time”, explica.
Ainda assim, considera que o status de craque não pode proteger ninguém. “Se não estiver rendendo, deve ser substituído como todos os outros. Se tiver o rendimento que teve nos últimos dois jogos, é sair logo o mais cedo possível e dar oportunidade a outro”, defende. “O Ronaldo tem de perceber quem ele é neste momento. E as pessoas que o comandam também têm de ter essa noção”.
Caso seja necessário buscar alternativas, João Félix é a solução que mais agrada a Sofia. Desde logo, por ser “um jogador com recursos muito interessantes no quesito finalização”.
“De todos os jogadores do meio-campo para a frente da seleção, é o jogador que tem a relação com o gol mais apurada, não só pela facilidade que tem em chutar, mas também pela qualidade técnica que utiliza para driblar os adversários e tentar o chute de fora da área”, argumenta.
Outra hipótese é Gonçalo Ramos, um jogador que, considera ela, “quando é acionado, sempre deixa uma boa impressão”. O campeão da Champions League acrescentaria, no seu ponto de vista, intensidade na pressão, além de “maior dedicação defensiva”.
“Não se poupa tanto a recuperar bolas mais adiantadas como o Cristiano e isso poderia levar a Seleção a criar situações de gol”, explica.
No entanto, Gonçalo Ramos também chega, no entendimento dela, longe de um cenário ideal. Entre PSG e a seleção, “não está sendo muito estimulado para ser titular”, considera ela, que sublinha a importância da confiança no rendimento de qualquer jogador.
Já que “Paulinho infelizmente não foi convocado”, Diogo Luís aponta Gonçalo Guedes como uma solução “mais móvel”, devido à sua “capacidade de infiltração”. “Eu acho que ele seria muito mais importante e útil entrando no decorrer do jogo para incendiar a partida, pegando os adversários já cansados. Mas aceito que ele comece jogando na estreia. Vamos ver no que dá.”
Após o empate frustrante e sem brilho com a República Democrática do Congo por 1 a 1, Portugal se prepara para enfrentar o Uzbequistão na terça-feira (23), às 14h, no NRG Stadium, em Houston, no Texas. Veja aqui a tabela de classificação.
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Roberto Martínez concibió a Portugal como un embudo que desemboca en Cristiano y la selección se estancó. Le pasó en Qatar 2022, en un conflicto que se llevó por delante al entonces seleccionador, Fernando Santos, y volvió a sucederle en la Eurocopa 2024, en donde el técnico español reprodujo la fórmula de su predecesor con iguales resultados. El debut en Estados Unidos resuena como una sirena de alarma después de un gol a los cinco minutos que no hizo más que exacerbar un problema recurrente que el seleccionador se ha esforzado por negar. La República Democrática del Congo, que disputa su segunda Copa del Mundo después de 52 años de miseria y caos, le igualó tras resistir sin demasiados contratiempos. Apenas sufrió un disparo entre los tres palos: el gol de Neves.

© Icon Sportswire (via Getty Images)

© Miguel Cordeiro

© Miguel Cordeiro

Na estreia das seleções do Grupo K, o placar terminou em 1 a 1, com gosto de vitória para a RD Congo que marcou pela primeira vez em uma Copa do Mundo.
O time europeu permaneceu a maior parte do jogo com a posse da bola, mas atacou menos. Cristiano Ronaldo, o principal artilheiro, não conseguiu ser acessado, por conta da forte marcação do adversário.
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Vencendo em campo, Portugal esfriou e ficou mais lento. E a reação dos Leopardos, apelido da seleção da RD Congo, veio nos minutos finais.
Em uma bola roubada ao final de um contra-ataque rápido, Samuel Moutoussamy chutou para o gol. A bola desviou na marcação e saiu em escanteio. Em uma bela jogada, aos 45 minutos, Arthur Masuaku cruzou para Yoane Wissa cabecear livre e marcar para a RDC.
Antes, a principal chance de Os Leopardos ocorreu nos minutos iniciais, quando Wissa, em uma tentativa de rebote, chutou para o gol, mas a bola foi para fora do campo. O time finalizou oito vezes contra o gol de Diogo Costa.cé
No segundo tempo, Portugal teve um gol de João Cancelo anulado, por impedimento, mas não encontrou facilidade para se livrar da marcação. A RD Congo alcançou bolas altas e conseguiu impedir lances perigosos.
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A RD Congo apertou a marcação e jogadores chegaram a se estranhar em campo, após uma falta em favor de Portugal, aos 22 minutos. Logo depois, em um lance pela direita, Francisco Conceição fez a bola chegar a Cristiano Ronaldo, que chutou mal. Ele teve outra chance logo depois, em uma triangulação com Bruno Fernandes, Conceição e o próprio artilheiro.
Os congoleses também perderam a chance de ampliar a vantagem no placar em um lance com Cédric Bakambu, que sempre faz referência à crise humanitária enfrentada por seu país ao marcar um gol. Aos 31 minutos do segundo tempo, em um contra-ataque pela esquerda, o atacante recebeu o passe, mas não bateu bem e a bola saiu por cima do gol.
Portugal voltou a pressionar, principalmente, com Conceição. Os congoleses reagiram, contra-atacaram e a torcida gritou, impulsionando Os Leopardos, que mantiveram a marcação e impediram chutes a gol dos europeus.
Na segunda rodada do Grupo K, Portugal enfrenta o Uzbequistão, em Houston, terça-feira (23), quando em Guadalajara, no México, a RD Congo enfrenta a Colômbia.

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O time europeu permaneceu a maior parte do jogo com a posse da bola, mas atacou menos. Cristiano Ronaldo, o principal artilheiro, não conseguiu ser acessado, por conta da forte marcação do adversário.
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Vencendo em campo, Portugal esfriou e ficou mais lento. E a reação dos Leopardos, apelido da seleção da RD Congo, veio nos minutos finais.
Em uma bola roubada ao final de um contra-ataque rápido, Samuel Moutoussamy chutou para o gol. A bola desviou na marcação e saiu em escanteio. Em uma bela jogada, aos 45 minutos, Arthur Masuaku cruzou para Yoane Wissa cabecear livre e marcar para a RDC.
Antes, a principal chance de Os Leopardos ocorreu nos minutos iniciais, quando Wissa, em uma tentativa de rebote, chutou para o gol, mas a bola foi para fora do campo. O time finalizou oito vezes contra o gol de Diogo Costa.cé
No segundo tempo, Portugal teve um gol de João Cancelo anulado, por impedimento, mas não encontrou facilidade para se livrar da marcação. A RD Congo alcançou bolas altas e conseguiu impedir lances perigosos.
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A RD Congo apertou a marcação e jogadores chegaram a se estranhar em campo, após uma falta em favor de Portugal, aos 22 minutos. Logo depois, em um lance pela direita, Francisco Conceição fez a bola chegar a Cristiano Ronaldo, que chutou mal. Ele teve outra chance logo depois, em uma triangulação com Bruno Fernandes, Conceição e o próprio artilheiro.
Os congoleses também perderam a chance de ampliar a vantagem no placar em um lance com Cédric Bakambu, que sempre faz referência à crise humanitária enfrentada por seu país ao marcar um gol. Aos 31 minutos do segundo tempo, em um contra-ataque pela esquerda, o atacante recebeu o passe, mas não bateu bem e a bola saiu por cima do gol.
Portugal voltou a pressionar, principalmente, com Conceição. Os congoleses reagiram, contra-atacaram e a torcida gritou, impulsionando Os Leopardos, que mantiveram a marcação e impediram chutes a gol dos europeus.
Na segunda rodada do Grupo K, Portugal enfrenta o Uzbequistão, em Houston, terça-feira (23), quando em Guadalajara, no México, a RD Congo enfrenta a Colômbia.
As principais estrelas da Seleção Portuguesa, incluindo o artilheiro João Neves, concederam entrevista coletiva nesta quarta-feira (17) após o empate em 1 a 1 com a República Democrática do Congo, pela estreia na Copa do Mundo de 2026. O resultado frustrante marcou o primeiro jogo do time no torneio.
Autor do único gol português na partida, João Neves celebrou sua primeira bola na rede em Mundiais, mas expressou frustração com o placar final. “Muito contente, meu primeiro Mundial e primeiro jogo na competição. Mas para mim o mais importante é a performance da equipe e a maneira como jogamos. Estou cabisbaixo pelo resultado, mas fizemos um bom trabalho”, declarou o meio-campista.
O jovem jogador ressaltou a necessidade de melhorias. “Há coisas para melhorar como sempre. Começamos bem, com intensidade e ritmo de jogo. Vamos melhorar e analisar o jogo com mais detalhes. Agora é manter a cabeça erguida”, completou Neves sobre a atuação em Houston, nos Estados Unidos.
João Cancelo, lateral da seleção, foi mais crítico e afirmou que o time poderia ter tido uma atuação superior no NRG Stadium, em Houston. “Tivemos muita posse, mas não criamos oportunidades claras de gol. Faltou força no último terço. Devíamos ter feito um melhor jogo e nos precipitamos em alguns momentos”, avaliou.
O defensor português comparou a sensação após o apito final. “Obviamente nós saímos como se o empate fosse uma derrota e eles uma vitória”, acrescentou Cancelo, evidenciando o sentimento de insatisfação.
Rafael Leão, que entrou no segundo tempo, comentou a frustração e elogiou a postura defensiva do adversário. “Visto de fora na primeira parte, controlamos bem o jogo nos primeiro minutos, mas abrimos mais o jogo depois. Eles conquistaram o gol de empate”, disse.
Leão reconheceu a solidez congolesa. “Na segunda parte, acho que conseguimos controlar o jogo de novo e nos impor. Mas o RD Congo se defendeu bem lá atrás, com bastante solidez”, finalizou o atacante sobre o confronto.
O próximo compromisso da Seleção Portuguesa na Copa do Mundo será contra o Uzbequistão, na terça-feira (23), às 14h (de Brasília). A partida acontecerá no mesmo local da estreia, o NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
Na sequência, os atuais campeões da Nations League encerram a participação na fase de grupos diante da Colômbia, no sábado (27), às 20h30 (de Brasília). Este confronto está agendado para o Hard Rock Stadium, em Miami, também nos Estados Unidos.
Com Messi no topo, veja como está a artilharia histórica da Copa do Mundo
Portugal e RD Congo ficaram no empate por 1 a 1 na estreia do Grupo K da Copa do Mundo 2026, na quarta-feira (17), no NRG Stadium, em Houston.
João Neves abriu o placar para os portugueses ainda nos minutos iniciais, enquanto Yoane Wissa garantiu o empate para os congoleses nos acréscimos do primeiro tempo.
Portugal saiu na frente aos 5 minutos de jogo, em jogada construída pela ponta esquerda: Pedro Neto recebeu e cruzou na área, e João Neves desviou de cabeça para o fundo da rede.
Com a vantagem no placar, a seleção portuguesa passou a controlar a posse de bola, enquanto a RD Congo se organizava defensivamente e apostava nos contra-ataques.
Aos 10 minutos, Yoane Wissa recebeu na entrada da área e finalizou rasteiro, com a bola passando próxima à trave de Diogo Costa.
O árbitro Al Jassim Abdulrahman distribuiu três cartões amarelos para Portugal ao longo da partida — Bernardo Silva, Nélson Semedo e Tomás Araújo foram advertidos.
O RD Congo empatou nos acréscimos do primeiro tempo: Arthur Masuaku cruzou da ponta direita e Yoane Wissa desviou de cabeça para marcar o gol que igualou o placar aos 49 minutos.
No segundo tempo, Roberto Martínez promoveu substituições para reforçar o setor ofensivo, com as entradas de Francisco Conceição, Rafael Leão e Gonçalo Ramos, mas a equipe encontrou dificuldades para furar a retranca congolesa.
Cristiano Ronaldo teve ao menos duas oportunidades de marcar na etapa final, mas não conseguiu converter nenhuma delas em gol.
O goleiro Lionel Mpasi-Nzau foi decisivo para a RD Congo, realizando defesas importantes ao longo dos 90 minutos e garantindo o resultado para sua seleção.
Portugal dominou amplamente a posse de bola, com aproximadamente 78% de controle na segunda etapa, mas converteu apenas uma das sete finalizações certas ao longo do jogo.
A RD Congo foi eficiente defensivamente, somando 35 rebatidas e 9 desarmes certos, e demonstrou organização tática mesmo diante de uma das seleções mais qualificadas do torneio.
No campo disciplinar, Portugal acumulou três cartões amarelos e nove faltas cometidas, enquanto a RD Congo registrou um cartão amarelo e igual número de infrações.
Com o empate, ambas as equipes somam 1 ponto e dividem as primeiras posições do Grupo K — a RD Congo aparece na liderança pelo critério de gols sofridos, seguida de Portugal.
A RD Congo retorna a uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 1974, e o resultado na estreia representa um marco histórico para o futebol congolês.
Portugal, por sua vez, precisará de uma reação nas próximas rodadas para assegurar a classificação ao mata-mata do torneio, tendo em vista o início abaixo do esperado na fase de grupos.
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Portugal ficou no empate por 1 a 1 com a República Democrática do Congo nesta quarta-feira (17), no NRG Stadium, em Houston, no Texas, pela estreia do Grupo K da Copa do Mundo de 2026.
João Neves abriu o placar logo aos cinco minutos do primeiro tempo. A RD Congo respondeu nos acréscimos da etapa inicial: Wissa subiu livre na pequena área e empatou. No segundo tempo, Portugal pressionou, teve um gol anulado e Cristiano Ronaldo desperdiçou chances claras. O empate resistiu.
Portugal começou controlando as ações. A RD Congo se postou em um 5-3-2 compacto, com todos os jogadores atrás da linha da bola, apostando na velocidade de Wissa e Bakambu para sair em contra-ataque.
Aos cinco minutos, Pedro Neto achou um bom cruzamento para a infiltração de João Neves. O volante do PSG subiu sozinho e cabeceou para o fundo das redes. Era o primeiro gol de Portugal em Copas do Mundo na era Roberto Martínez.
Depois do gol, a RD Congo saiu um pouco mais para o jogo e Portugal recuou. A seleção passou a trocar passes em busca de espaços nas linhas bem postadas dos africanos, mas sem conseguir criar chances claras.
A falta de criatividade portuguesa, no entanto, foi castigada. A RD Congo cobrou escanteio curto, trabalhou a bola na lateral da área e Masuaku cruzou para Wissa subir totalmente livre na pequena área. O atacante do Brentwood cabeceou sem chance para Diogo Costa. Era o primeiro gol da RD Congo em toda a história das Copas do Mundo.
No segundo tempo, Portugal voltou com Francisco Conceição no lugar de Bernardo Silva e tentou pressionar. Mas seguiu encontrando dificuldade para furar o bloco defensivo congolês.
Aos nove minutos da etapa final, Portugal chegou a balançar as redes. Bruno Fernandes cruzou, João Neves ajeitou de peito e João Cancelo encaixou um lindo voleio. A arbitragem, porém, marcou impedimento de Cancelo no momento da ajeitada.
Cristiano Ronaldo teve duas chances claras e desperdiçou as duas. Aos 22 minutos, Francisco Conceição foi ao fundo pela direita e cruzou para o camisa 7, que chutou o chão e mandou a bola para fora. Aos 28, a jogada se repetiu quase no mesmo lugar, e Ronaldo voltou a finalizar mal.
A RD Congo também assustou. Aos 11 minutos do segundo tempo, Bakambu recebeu quase na pequena área, girou batendo e acertou a trave de Diogo Costa. A arbitragem já havia marcado falta antes, mas o susto ficou. Aos 31, o mesmo Bakambu recebeu livre na entrada da área em contra-ataque e finalizou por cima do gol.
Nos minutos finais, o jogo ficou aberto. Portugal tentou pressionar, a RD Congo passou a sair mais para o contra-ataque e o duelo ficou imprevisível. O empate, porém, resistiu.
O jogo teve um peso que vai além do resultado. Foi a estreia de Portugal na Copa do Mundo desde a morte de Diogo Jota, atacante que morreria em um acidente de carro no ano passado ao lado do irmão André Silva. Jota seria um dos titulares da seleção neste Mundial.
Os jogadores entraram em campo usando pulseiras com o nome de Jota, presente do primeiro-ministro Luís Montenegro. O técnico Roberto Martínez chegou a nomear o atacante como membro honorário do grupo quando anunciou a convocação.
“A gente sente isso e quer ganhar, não só porque é uma Copa do Mundo e é o sonho de todo mundo, mas por ele também”, disse o meia Vitinha antes da partida.
A República Democrática do Congo voltou à Copa do Mundo após 52 anos. A última participação havia sido em 1974, quando o país se chamava Zaire, em um contexto completamente diferente — antes de um jogo contra o Brasil naquele Mundial, jogadores da seleção foram ameaçados de morte pelo ditador que governava o país.
A classificação para 2026 veio por consistência defensiva e força mental. A seleção, treinada por um técnico francês, eliminou Camarões e Nigéria nas eliminatórias africanas e precisou de prorrogação para bater a Jamaica na repescagem intercontinental. O zagueiro Axel Tuanzebe, formado nas categorias de base do Manchester United, marcou o gol da classificação já nos acréscimos da prorrogação.
Com o resultado, Portugal e RD Congo somam um ponto na estreia e dividem a liderança provisória do grupo. Ainda hoje, Uzbequistão e Colômbia estreiam na Copa do Mundo de 2026, às 23h (de Brasília), no Estádio da Cidade do México, também pela primeira rodada do Grupo K.
Com Messi no topo, veja como está a artilharia histórica da Copa do Mundo
Yoane Wissa marcou nesta quarta-feira (17) o primeiro gol da história da República Democrática do Congo em Copas do Mundo. O feito inédito aconteceu no duelo contra a Seleção Portuguesa, nos acréscimos do primeiro tempo, no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
Wissa, atacante do Newcastle, recebeu cruzamento de Masuaku. Ele subiu mais alto que a marcação de Portugal e conseguiu colocar a bola no fundo da rede, superando o goleiro Diogo Costa. Com 29 anos, o atacante entrou para a história ao selar o gol inédito do RD Congo em Mundiais.
O país já havia participado da edição de 1974, na época sob o nome de Zaire. No evento, a equipe africana estava no mesmo grupo da Seleção Brasileira. O Zaire foi derrotado por 3 a 0 pelo Brasil, perdeu por 2 a 0 para a Escócia e sofreu uma goleada de 9 a 0 da Iugoslávia.
Atualmente, a República Democrática do Congo integra o Grupo K da Copa do Mundo de 2026. Seus adversários nesta fase são Portugal, Colômbia e Uzbequistão. Ainda hoje, Uzbequistão e Colômbia estreiam na Copa do Mundo de 2026, às 23h (de Brasília), no Estádio da Cidade do México, também pela primeira rodada do Grupo K.
Com Messi no topo, veja como está a artilharia histórica da Copa do Mundo
Portugal y República Democrática del Congo han empatado este miércoles en Houston en el primer partido del Grupo K. En el primer acto, Joao Neves adelantó a la Seleçao con un cabezazo en el área tras recibir un gran centro desde la banda izquierda de Pedro Neto en el minuto 6 de partido tras un inicio enérgico por parte de los lusos. Pero el gol les pasó factura con una excesiva relajación que terminó por costarles el gol del empate al borde del descanso. En un lanzamiento desde la esquina Wissa remató solo de cabeza para igualar la contienda.

© Karen Warren (AP Photo/Karen Warren)

A Lobito Atlantic Railway (LAR), concessionária que assegura a rota de importação e exportação entre o copperbelt congolês e a costa ocidental de África, recebeu o primeiro comboio internacional de cobre da República Democrática do Congo (RDC).
A chegada marca o restabelecimento da circulação de mercadorias ao longo do Corredor do Lobito, isto porque o troço ferroviário entre o Lobito e o Huambo estava encerrado desde abril devido às cheias que afetaram a província de Benguela em meados daquele mês.
“A chegada deste primeiro comboio internacional proveniente da RDC demonstra a resiliência da nossa operação e o empenho extraordinário das nossas equipas. Em poucas semanas, recuperámos uma infraestrutura crítica e restabelecemos a ligação ferroviária, reafirmando
a importância estratégica do Corredor do Lobito para Angola e para toda a região”, reagiu Nicholas Fournier, CEO da Lobito Atlantic Railway, citado em comunicado.
As operações de transporte de mercadorias e de passageiros entre Huambo e o Luau, na província do Moxico Leste, continuaram a funcionar através dos mais de mil quilómetros de infraestrutura ferroviária.
Quanto à interrupção da circulação entre o Lobito e o Huambo, a LAR, joint venture constituída pela Mota-Engil, Trafigura e Vecturis, continuou a assegurar os fluxos de carga através de uma solução de contingência multimodal a partir da Plataforma Multimodal do Dango (PMD).
A operação e manutenção do Corredor Ferroviário do Lobito, anteriormente geridas pela empresa pública Caminhos de Ferro de Benguela – EP (CFB), foram transferidas para a Lobito Atlantic Railway em julho de 2023, sendo concessionária por um período de 30 anos.