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F1: pole-position do GP de Barcelona para George Russell. Bortoleto parte em 12.º

13 June 2026 at 16:35

Melhor desempenho na Classificação para formação da grelha de partida, protagonizado pelo piloto da Mercedes, George Russel ao assumir a liderança (1:14,679s), secundado Hamilton que chegava à segunda posição (+0,064s) superando o piloto italiano da Mercedes, Antonelli, que registava (+0,319s).
Lando Norris e Max Verstappen fecharam o top-five.

E foi sob uma temperatura ambiente em 30º C, com o asfalto em 51ºC, exigindo bastante gestão e aproveitamento dos pneus, que como habitualmente acontece, foram disputadas as três sessões da Classificação: Q1, Q2 e Q3.

Q1: Com a duração de 18 minutos, a sessão foi amplamente disputada entre os três pilotos mais em evidência nos treinos livres, da Mercedes, Ferrari e McLaren, mas com a Red Bull numa posição imediata.
Hamilton, Russell, Leclerc, Antonelli e Piastri foram os mais rápidos na primeira metade da sessão. Bortoleto colocava-se na décima posição.

Nos últimos cinco minutos do Q1, o ambiente aquecia bastante e todo o pelotão regressava para a pista, de pneus macios, utilizando apenas os últimos três minutos e meio para as voltas rápidas. Hamilton mateve-se na liderança (1:15,625s) seguido por Russell (+0,065s) e Lecler em terceiro.
Hülkenberg registava uma volta muito boa e chegava à quinta posição. Enquanto isso, Bortoleto não conseguia melhor o seu tempo, devido a muito trânsito no circuito e era relegado para 14º. Bortoleto passava ao Q2 por quatro décimos apenas.
Entretanto eram eliminados: Alonso, Stroll, Bottas, Perez, Albon e Ocon.

Q2: Nos primeiros 6 minutos, dos 15 que a sessão previa, ninguém foi para a pista (poupança de pneus, clara). Ao faltarem nove minutos, Verstappen era o mais rápido nos primeiros cronos, com Leclerc a superar o holandês e depois surgia Russell a saltar para o topo. Bortoleto realizada o 11º crono.

Mas o que valia era o que estava ainda por vir: Russell mantinha-se no topo (1:15,228s), seguido por Leclerc (+0,053s) e no terceiro lugar estava Antonelli (+0,067s). Norris e Hamilton ocupavam agora o top-five.
Bortoleto apenas conseguia o 12º crono e Hülkenberg o 10º mantendo-se apurado para o Q3.
E os eliminados foram: Lindblad, Bortoleto, Colapinto, Gasly, Bearman e Sainz.

Q3: Na derradeira sessão da Classificação para apurar o pole, o Q3 foi disputado em 13 minutos.
A saída de pista de Charles Leclerc, de frente para o muro, batendo forte e dando origem à bandeira vermelha, marcava por assim dizer este Q3 do GP de Barcelona. Estava tudo bem com Leclerc, mas como a pancada foi forte o Medical Car precisou entrar.
O melhor tempo nesse momento (um segundo antes da bandeira vermelha ser apresentada) qundo faltavam oito minutos e meio para cumprir, era alcançado por Oscar Piastri (1:15,176s) e Max Verstappen detinha o segundo crono (+0,152s).

Ao ser retomada a sessão, nos minutos finais, Russel reassumia a liderança (1:14,679s), Hamilton chegava à segunda posição (+0,064s) superando o piloto italiano da Mercedes, Antonelli, que registava (+0,319s) na terceira posição. Norris e Verstappen fechavam o top-five por esta ordem.

Ordem de largada para o Grande Prémio de Barcelona:
1) George Russell (Mercedes), 1’14.679

2) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’14.743
3) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’14.998
4) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’15.001
5) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’15.021
6) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’15.077
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’15.090
8) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’16.542
9) Nico Hülkenberg (Audi), 1’16.657
10) Charles Leclerc (Ferrari), s/tempo
11) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’15.840
12) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’16.001
13) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’16.191
14) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’16.261
15) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’16.389
16) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’17.827
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’17.073
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’17.424
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’17.545
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’17.757
21) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’18.758
22) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’18.815

(Colaboração F1Mania)

Gaffe “Mondiale”: il Tg1 scambia Bill Gates per Steve Jobs, fondatore di Apple morto nel 2011. Il video del servizio sulla cerimonia d’apertura diventa virale

13 June 2026 at 15:19

Giovedì 11 giugno una grande cerimonia di apertura ha dato il via ai Mondiali 2026 di calcio che si stanno svolgendo tra Stati Uniti, Messico e Canada. Lo show si è svolto al leggendario stadio Azteca di Città del Messico, dove si è tenuta la partita inaugurale tra i padroni di casa del Messico e il Sudafrica.

Le immagini sono state riprese dalle televisioni mondiali e allo stadio c’erano tantissime celebrità del mondo dello sport, ma anche dello spettacolo e dell’imprenditoria. Il Tg1 ha dedicato un servizio ad hoc per spiegare quali celebrities fossero presenti nelle tribune d’onore.

“Hollywood prende forma sugli spalti Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Steve Jobs, David Beckham e Tom Cruise, ma non sul cuore”, sono le parole della giornalista Felicita Pistilli che accompagnano le immagini della cerimonia. Ma qualcuno ha storto il naso.

Infatti il Tg1 ha scambiato Bill Gates per Steve Jobs, fondatore di Apple morto nel 2011. Il video è diventato virale. C’è chi ha aggiunto tra i commenti: “Segnalo Tg3 di ieri “al calare del sole si sono accese le luci della cerimonia d’apertura dei mondiali allo stadio Azteca” (erano le 11.30 del mattino)” e poi una serie di battute “al fianco di David Beckham c’è Giuseppe Cruciani”, “c’era pure Cesare Cremonini”, “spero non fosse stato cremato”. Solo per citarne alcuni.

La Rai è stata criticata già in precedenza per il taglio della cerimonia d’apertura per dare la linea al Tg1: interrotta Shakira proprio nel momento clou. Poi l’ammissione: “Errore di timing”.

STEVE JOBS pic.twitter.com/eyW7Bs0IQo

— Trash Italiano (@trash_italiano) June 13, 2026

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Fórmula 1: Russell é o mais rápido no último treino livre em Barcelona

13 June 2026 at 13:38

George Russell, da Mercedes, foi o mais rápido no TL3, o último treino livre para o Grande Prêmio da Catalunha de Fórmula 1, neste sábado (13).

Companheiro de equipe de Russell, Kimi Antonelli, líder do campeonato, enfrentou tráfego e ficou apenas em sétimo lugar na tabela de tempos.

Russell completou a volta no ensolarado Circuito da Catalunha com o melhor tempo de 1 minuto e 15,679 segundos. O britânico está 68 pontos atrás do italiano de 19 anos, após seis rodadas e sem pontos nas últimas duas corridas.

George Russell agora vai para a qualificação depois de liderar duas das três sessões de treinos livres.

Oscar Piastri, da McLaren, vencedor do ano passado após largar da pole position, foi 0,214 segundos mais lento, com Charles Leclerc, da Ferrari, em terceiro.

O atual campeão Lando Norris, o mais rápido na classificação geral na sexta-feira (12), foi o quarto mais rápido pela McLaren, com Lewis Hamilton em quinto pela Ferrari e Max Verstappen em sexto pela Red Bull.

Antonelli, que buscará sua sexta vitória consecutiva no domingo, teve seu desempenho prejudicado pelo tráfego em uma simulação de classificação.

“Por que sempre pego trânsito?! Não entendo, todo mundo sempre na minha volta”, disse ele ao decidir retornar aos boxes após uma volta que foi comprometida logo no início pelo posicionamento de Lance Stroll, da Aston Martin.

O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, fechou o TL3 na 11ª posição.

“Senna é uma inspiração para mim”, diz Bortoleto em entrevista à CNN

El rumor que incendia la Fórmula 1: esta es la escudería en la que pilotaría Alonso la próxima temporada

By: Eli · Trujillo
13 June 2026 at 12:39

El futuro de Fernando Alonso sigue acaparando todos los focos en la previa la carrera del GP de Barcelona - Cataluña y un rumor ha incendiado el paddock en las últimas horas.

El piloto de Aston Martin Fernando Alonso sorprendía el pasado jueves al asegurarque esta será "probablemente" su "última carrera" en el circuito de Montmeló (Barcelona).

¿Un adiós o un cambio?

"Va a ser un fin de semana especial, probablemente mi última carrera en Barcelona en la Fórmula 1, así que gracias a todos. No seré competitivo y no estaré mucho tiempo en la Q1, pero espero que todos puedan disfrutar del fin de semana", afirmó el piloto asturiano, de 44 años, que termina contrato a final de temporada.

Alonso daba a entender que no espera continuar en la competición en 2028, cuando el circuito de Montmeló volverá a acoger un Gran Premio de Fórmula Uno. El trazado catalán se alternará con el belga de Spa-Francorchamps durante los próximos cursos, y estará en el calendario en los años 2028, 2030 y 2032.

"Creo que es mi 23ª vez aquí, la conexión con los aficionados siempre ha sido mágica", ha valorado Alonso, que ha ganado dos carreras de Fórmula Uno en Montmeló, todavía bajo la denominación de Gran Premio de España, en 2006 con Renault -que ha elegido como su mejor recuerdo en Barcelona- y en 2013 con Ferrari.

Preguntado por su futuro, el piloto español respondió que no tiene "nada en mente" y que "después del verano" tomará "la decisión de seguir o no" en la competición.

Sin embargo, los rumores sobre su futuro se ha convertido en la comidilla del Gran Circo en las últimas horas y la posibilidad de cambiar de equipo empieza a cobrar fuerza.

Los dos escenarios que baraja Alonso

Según adelanta Motorsport Italy, actualmente circulan dos escenarios sobre su futuro. El primero sigue relacionado con Aston Martin y, concretamente, con el coche que debutará en poco más de un mes en el Gran Premio de Bélgica. Se trata de una especie de AMR26 "B", en el que el equipo ha depositado sus últimas esperanzas para revertir la situación tras un inicio de temporada que no cumplió con las expectativas. Fernando incluido.

Pero otra posibilidad está cobrando fuerza en el paddock de Barcelona. Existe una posibilidad real de que Alonso pueda disfrutar de un último capítulo en el equipo con el que ganó sus dos títulos mundiales. Alpine está dirigido actualmente por Flavio Briatore, el mánager de Alonso, y aunque ha recalcado repetidamente que el crecimiento técnico del equipo es su prioridad, la idea de dar la bienvenida a Fernando para la que podría ser su última temporada en la Fórmula 1 no se considera en absoluto descabellada.

Él sería el "cuarto" de Alonso en la historia de Fernando en Enstone. El equipo lo acogió como piloto de Renault entre 2003 y 2006, el período más glorioso de su carrera, y nuevamente entre 2008 y 2009 tras la traumática ruptura con McLaren. Fue el mismo equipo, que para entonces se había convertido en Alpine, el que lo trajo de vuelta a la Fórmula 1 en 2021, uno de los regresos más sorprendentes en la historia de este deporte.

Una última etapa con el equipo que le brindó los momentos más importantes de su trayectoria tendría, sin duda, un gran valor simbólico. Pero no sería solo romántico. Aston Martin sigue teniendo un enorme potencial sobre el papel, pero no hay garantía de que la colaboración con Honda se traduzca en un éxito rotundo en 2027. Alpine, gracias a su alianza con Mercedes, se presenta ahora como una opción más segura para quienes aún sueñan con al menos un último podio.

Si Aston Martin sigue defraudando, Fernando tiene un as bajo la manga y no duraría en dar el salto.

© EFE

Tercera sesión de entrenamientos libres y clasificación para el Gran Premio de Fórmula 1 de Barcelona-Cataluña

Fim da 6×1 teria impacto de bilhões, diz diretora da SRB

13 June 2026 at 09:30

A proposta de fim da escala 6×1 segue em tramitação no Congresso Nacional com posições divergentes entre Câmara dos Deputados e Senado Federal. Enquanto a Câmara avança com a designação de um relator e a sinalização de pauta para breve, o Senado indica que deve conduzir o debate com mais cautela e sem pressa, com possibilidade de alterações no projeto original.

Patrícia Arantes, diretora-executiva da SRB (Sociedade Rural Brasileira), defendeu que a discussão sobre o tema seja feita de forma menos acelerada, levando em conta as especificidades do setor agropecuário.

“O setor agropecuário emprega praticamente 30 milhões de pessoas, então isso corresponde a um em cada quatro trabalhadores do Brasil”, afirmou. “Toda mudança que a gente tiver nesse setor realmente tem um impacto muito grande.”

Patrícia Arantes citou estudo apresentado pela Frente Parlamentar da Agropecuária na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados para ilustrar a dimensão financeira da proposta.

Segundo os dados, o setor de etanol sofreria um impacto de R$ 4 a R$ 5 bilhões, o de proteína suína e avícola de R$ 9 bilhões, e as cooperativas de R$ 2,5 bilhões. “Realmente esse impacto é muito grande”, destacou.

A representante da SRB também apontou que o prazo de transição previsto na proposta — de 60 dias para uma parte e 14 meses no total — seria inviável para o empresariado.

Segundo ela, essa condição poderia gerar ainda mais dificuldades de contratação. O cenário, na avaliação de Patrícia Arantes, seria agravado pelo veto integral do projeto de lei dos safristas pela Presidência da República, medida que, segundo ela, torna o quadro ainda mais preocupante para o setor.

Setor defende liberdade contratual e PEC alternativa

Questionada sobre uma PEC alternativa que propõe maior flexibilização das leis trabalhistas, Patrícia Arantes afirmou que a Sociedade Rural Brasileira apoia a iniciativa. Ela argumentou que a liberdade de contratar é fundamental, especialmente diante da competitividade internacional.

“Estados Unidos, Austrália e Argentina são três países que são concorrentes nossos e têm legislações trabalhistas com muito mais liberdade contratual”, disse, acrescentando que essa diferença impacta negativamente o custo do Brasil.

Patrícia Arantes também ressaltou que aplicar lógica urbana à realidade rural seria, nas palavras dela, “um erro muito grande“. A SRB afirma estar fornecendo dados técnicos ao Senado para que as especificidades do campo sejam contempladas nas propostas em discussão.

Entre os exemplos citados estão a pecuária leiteira, com suas duas ordenhas diárias, os frigoríficos com escala de 12 por 36, e os trabalhadores safristas, todos com dinâmicas de trabalho distintas das atividades urbanas.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Антонелли получил полотенце с надписью для Кими после истории с Кардашьян

13 June 2026 at 08:49

Итальянский гонщик «Мерседеса» Антонио Кими Антонелли получил полотенце с надписью, связанной с недавним эпизодом и его общением с Ким Кардашьян. Надпись гласит: «Для Кими, а не Ким» или, по другой версии, «Для Кими от Ким».

Во время одной из практик Формулы-1 в прямом эфире показали полотенце с этой фразой. Точная формулировка остаётся неизвестной, но она явно отсылает к случаю на Гран-при Монако, где Кардашьян впервые появилась в паддоке и забрала полотенце у Антонелли. Этот момент стал заметен широкой аудитории после публикации видео российской телеведущей и блогера Виктории Бони.

Переход на сайт «7 Новостей»Недавние события вокруг Ким Кардашьян и Антонио Кими Антонелли поднимают интересные вопросы о личной жизни знаменитостей. В этом контексте стоит обратить внимание на статью о сомнениях в искренности романа Ким Кардашьян и Льюиса Хэмилтона.

Сам Антонелли отнёсся к ситуации с юмором. Он позже снял видео со словами: «Эй, ты видел моё полотенце?», что вызвало дополнительный интерес в соцсетях.

Антонелли получил полотенце с надписью для Кими после истории с Кардашьян • Опубликовано на FiNE NEWS

Governo aposta em urgência do PL da Câmara para pressionar Senado por 6×1

13 June 2026 at 07:01

A decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de votar o projeto de lei do governo sobre o fim da 6×1 na próxima semana, resolve os problemas da Casa e tende a jogar uma pressão para o Senado. Aliados do governo apostam na aprovação para reforçar a cobrança do avanço da pauta na Casa Alta.

O texto que hoje está em regime de urgência está travando a pauta da Câmara e, se avançar, pode bloquear também as deliberações dos senadores no segundo semestre.

O texto proposto pelo governo em forma de projeto de lei também estabelece o fim da escala 6×1 e o limite de 40 horas semanais de jornada. O conteúdo do projeto é o mesmo da PEC aprovada na Câmara no final de maio. A diferença, no entanto, está justamente no regime de urgência. Como foi apresentado em 14 de abril, o texto deveria ser votado até o final de maio.

Como não foi votado, o plenário só pode deliberar PECs, PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) e requerimentos de urgência até que o texto do governo seja aprovado. Por isso, o presidente da Casa marcou para terça-feira (16) a votação do projeto, mirando conseguir destravar a pauta da Câmara.

Motta tentou convencer o governo a retirar a urgência, mas o Planalto não mudou de ideia para pressionar pela votação da PEC que está parada no Senado. Isso porque, caso avance na Câmara, o PL também carregaria consigo a urgência para a Casa Alta. Logo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria 45 dias para pautar o texto antes de travar também os trabalhos do plenário assim que o projeto seja despachado pelos deputados.

A pressão sobre Alcolumbre se dá justamente porque o presidente do Senado travou a PEC do fim da 6×1 e não sinalizou celeridade para a aprovação neste semestre. O senador pediu “tempo” para a análise e reforçou que o Senado não seria uma Casa “carimbadora” dos projetos que vieram da Câmara.

Como a ideia de Motta é usar no projeto do governo o mesmo texto da PEC da 6×1, o regime de urgência joga pressão para Alcolumbre acelerar a votação da PEC ou lidar com a urgência do texto.

Mesmo que o segundo semestre seja pautado pelas eleições, o Senado ainda tem projetos a serem votados nos últimos seis meses do ano. Com a pauta travada, o Senado fica impossibilitado de votar os textos remanescentes.

Na Câmara, Hugo Motta definiu o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) como relator do texto do governo. Prates foi o responsável pela PEC do fim da 6×1 na comissão especial e costurou o texto que foi aprovado no plenário. A proposta determina a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e ao menos 2 dias de descanso por semana sem redução dos salários.

Por ser idêntico à PEC e precisar de menos votos para avançar no plenário, o projeto enviado pelo governo não deve enfrentar resistência durante a semana.

Com a liberação da pauta da Câmara, Motta conseguiria focar em três textos que estão no plenário: o texto que regulamenta a Inteligência Artificial no Brasil, a proposta para um reajuste no teto de faturamento para os MEIs (Microempreendedores Individuais) e o projeto que trata do refinanciamento das dívidas rurais.

Oposição avalia “plano B” à PEC alternativa sobre fim da 6×1 no Senado

13 June 2026 at 07:00

Em meio à indefinição do avanço sobre o fim da escala de trabalho 6×1 no Senado, parlamentares da oposição avaliam estratégias para negociar ajustes no texto. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) aprovada pela Câmara dos Deputados ainda não recebeu um encaminhamento do presidente da Casa Alta, senador Davi Alcolumbre (União-AP).

O grupo ainda não definiu uma estratégia clara e espera a sinalização do presidente do Senado para escolher o caminho para travar ou negociar mudanças no texto.

A primeira aposta feita pela oposição foi a chamada PEC alternativa. O texto cria um regime alternativo com remuneração por hora trabalhada e foi apresentado pela direita para contrapor a redução na jornada de trabalho.

O objetivo era juntar a proposta alternativa à PEC do fim da 6×1. Para os governistas essa manobra “mataria” o texto original. O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), senador Otto Alencar (PSD-BA), já sinalizou que a PEC alternativa não deve ter prioridade.

Neste contexto, a oposição cogita possíveis estratégias como “plano B”. A principal delas é a apresentação de emendas ao texto que já foi aprovado na Câmara sobre o fim da escala 6×1.

O grupo mira pressionar por uma “indenização” para as empresas. Representantes de setores econômicos pedem uma compensação financeira para amortecer os possíveis impactos de uma redução na jornada. Esse tema já havia sido levantado nos debates na Câmara e deve ser retomado agora pelos senadores.

Outra possibilidade ventilada é usar o lobby de empresários no Senado para reforçar a tese de que é necessário alargar o período de transição o máximo possível para diluir os impactos para os setores produtivos.

O texto aprovado na Câmara propõe uma transição de 14 meses para a redução da jornada atual de 44 horas para 40 horas semanais em duas etapas com diminuição de duas horas cada, sem redução de salários. A primeira será feita 60 dias depois da promulgação do texto. A segunda será feita 12 meses depois.

O prazo foi considerado “muito curto” pelos empresários que foram ao Senado articular contra a PEC. Nesta semana, representantes de confederações tiveram um encontro com Alcolumbre para tentar convencer o congressista a atrasar a votação da PEC.

A CNN apurou que um outro caminho avaliado pela oposição é a defesa de uma emenda para acabar com a regra de transição da redução da jornada. A ideia seria “constranger” o governo a ter que defender a transição acordada na Câmara.

Em outra frente, o senador Carlos Viana (PSD-MG), também adiantou que deve sugerir uma emenda para criar uma escala 4×3 – quatro dias de trabalho e três de descanso – para servidores das áreas da segurança e saúde.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), tentou usar manobra semelhante durante a votação da PEC no plenário e jogar a responsabilidade para o governo. “Nós não somos hipócritas e oportunistas como este governo. Nós queremos agora 4 por 3”, afirmou no plenário durante a votação da matéria na Casa.

A ideia do deputado foi propor o modelo 4×3 para todos os trabalhadores no país. Essa estratégia, no entanto, foi avaliada por senadores da própria oposição como uma “bola fora” e um “tiro no pé”. No Senado, os congressistas miram atrasar a votação e investir em cavar margem maior de negociação em prol de setores econômicos.

Orari F1 Gp Barcellona: Antonelli contro tutti, la Ferrari in attesa | Dove vedere qualifiche e gara in tv e streaming

13 June 2026 at 06:12

A Barcellona si arriva con un solo uomo nel mirino di tutti: Andrea Kimi Antonelli. Il 19enne bolognese della Mercedes ha appena conquistato a Monaco la quinta vittoria consecutiva e si presenta in Catalogna da leader sempre più solitario del Mondiale, dopo aver dominato anche su una pista che, almeno sulla carta, non avrebbe dovuto esaltare le caratteristiche della sua monoposto. Il Montmeló, tradizionalmente considerato il banco di prova più attendibile della stagione, dirà se il dominio della Mercedes è destinato a proseguire oppure se gli avversari potranno finalmente ridurre il divario.

Tra i temi più caldi del weekend c’è anche il caso Aduo, il sistema introdotto dalla FIA per concedere finestre di sviluppo supplementari ai costruttori di power unit meno competitivi. A sorpresa, la prima valutazione federale avrebbe indicato la Red Bull-Ford come motore di riferimento del campionato, davanti a una Mercedes che ha vinto tutte le gare disputate finora. Un risultato che ha spinto il team di Milton Keynes a chiedere ulteriori verifiche e che potrebbe avere conseguenze importanti sugli sviluppi tecnici della seconda parte di stagione.

Grande attesa anche in casa Ferrari, chiamata a reagire dopo il deludente fine settimana di Monaco. Charles Leclerc arriva in Spagna con il desiderio di lasciarsi alle spalle il ritiro nel GP di casa e con una novità tecnica sotto osservazione: il possibile cambio nell’impianto frenante, seguendo la strada già intrapresa da Lewis Hamilton. Proprio il sette volte campione del mondo, ora secondo nella classifica Piloti, invita però alla prudenza: gli aggiornamenti attesi a Barcellona potrebbero rappresentare un primo passo, ma il vero avversario della Rossa al momento può essere più la McLaren, anche guardando ai tempi delle libere del venerdì. La Mercedes continua a sembrare irraggiungibile.

F1 GP Barcellona 2026: dove vederlo in tv e streaming

Il Gran Premio MSC Cruises de Barcelona-Catalunya 2026, in programma sul circuito di Montmelò da venerdì 12 a domenica 14 giugno, viene trasmesso in diretta su Sky (il canale di riferimento è Sky Sport F1canale 207) ed è disponibile anche in mobilità tramite Sky Go e in streaming per gli abbonati alla piattaforma Now. Il weekend è visibile anche su TV8, che propone in chiaro e in differita le qualifiche del sabato e la gara della domenica.

F1 GP Barcellona 2026: gli orari e la diretta tv

Di seguito tutti gli orari televisivi del Gran Premio di Barcellona.

Sabato 13 giugno 2026
12:30-13:30 – F1 Prove Libere 3 – Sky, Sky Go e Now – Diretta
16:00-17:00 – F1 Qualifiche – Sky, Sky Go e Now – Diretta

Domenica 14 giugno 2026
15:00 – F1 Gara –Sky, Sky Go e Now – Diretta

F1 GP Barcellona 2026: gli orari delle repliche in chiaro

Di seguito tutti gli orari per vedere le qualifiche e il Gran Premio di Barcellona in replica gratis in chiaro su TV8, dove vengono trasmessi in differita.

Sabato 13 giugno 2026
18:30 – F1 Qualifiche – TV8 (in chiaro) – Differita

Domenica 14 giugno 2026
18:00 – F1 Gara (66 giri) – TV8 (in chiaro) – Differita

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Especialista: Capacidade produtiva reduzida deve ser notada com fim da 6×1

13 June 2026 at 03:33

A possível aprovação do fim da escala 6×1 no Brasil traz consigo impactos econômicos relevantes que vão além do debate sobre qualidade de vida dos trabalhadores. Em entrevista ao CNN Prime Time, Gustavo Madi, da consultoria LCA, avaliou que, embora a medida atenda a um anseio da sociedade por maior equilíbrio entre trabalho e lazer, ela carrega custos significativos para o setor produtivo.

Para Madi, a sociedade precisa estar ciente de que a redução da jornada de trabalho encarece os processos produtivos.

“Essa medida atende a um pedido da sociedade de reequilibrar o tempo de vida entre as horas de trabalho e o lazer ou as demais atividades não remuneradas, mas ela tem um custo”, afirmou.

Produtividade por hora versus produção total

Madi explicou a diferença entre produtividade por hora e capacidade produtiva total.

Segundo ele, o trabalhador mais descansado tende a render mais, cometer menos erros e apresentar menor rotatividade, o que eleva a produtividade por hora trabalhada.

No entanto, esse ganho não é suficiente para compensar a redução no total de horas trabalhadas ao longo de um mês.

“Esse aumento da produtividade por hora não é suficiente para compensar a produção total no intervalo maior de tempo. Ao longo de um mês, por exemplo, o total trabalhado por esse funcionário vai se reduzir, isso significa um menor nível de produção”, disse Madi.

Para ele, a medida tem, portanto, “um custo em termos de redução da capacidade produtiva da população como um todo”.

Possível aumento de trabalhadores autônomos e novas contratações CLT

Questionado sobre a possibilidade de crescimento no número de profissionais autônomos após a mudança na escala, Madi reconheceu que isso pode ocorrer para parte dos trabalhadores, que podem optar por continuar trabalhando o mesmo número de horas para obter maior renda.

Contudo, ele avaliou que o efeito predominante deve ser outro.

“O efeito predominante vai ser você ter uma certa compensação com o aumento de empregos CLT para compensar a redução de horas trabalhadas por cada funcionário”, explicou.

Ao ser indagado sobre quem arcará com os custos da medida, Madi afirmou que a resposta depende das dinâmicas de cada setor.

Segundo ele, a conta deve ser dividida entre uma redução da lucratividade das empresas e um aumento de preços ao consumidor.

“Ao longo do tempo, esse aumento de preços significa a inflação. A inflação corrói o poder de compra dos trabalhadores”, alertou.

Madi ponderou que, num primeiro momento, a expectativa de reduzir a jornada sem diminuir salários ou rentabilidade pode se concretizar, mas que esse benefício tende a ser reduzido pelo efeito inflacionário ao longo do tempo.

Além disso, ele destacou impactos sobre as finanças públicas: empresas menos lucrativas recolhem menos imposto de renda, mas o aumento de contratações pode elevar a arrecadação sobre a folha salarial, criando um efeito parcialmente compensatório.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

F1: Norris supera concorrência no TL2 do GP de Barcelona

12 June 2026 at 18:00

Lando Norris, campeão mundial em título, terminou hoje o TL2 do GP de Barcelona da Fórmula 1 com o crono mais rápido da primeira jornada deste fim de semana.

No encerramento do segundo treino livre (TL2) desta sexta-feira (12), em Barcelona, o piloto da McLaren averbou o tempo de 1:15,426s alcançando assim o topo da tabela classificativa.

Com uma marca apenas 0,009s mais lenta que o seu adversário, também britânico, George Russell ficou na segunda posição. Oscar Paistri, Charles Leclerc e Kimi Antonelli completaram as cinco primeiras posições do treino sem grandes problemas.

O piloto da Audi, Gabriel Bortoleto completou o dia em Espanha com a oitava posição da tabela – uma melhoria significativa em relação ao anterior treino livre.

Quase metade do TL2 já tinha sido cumprido e o único piloto que ainda não tinha deixado as boxes era Valtteri Bottas, que tinha problemas no seu Cadillac. Aliás, nesse momento, a maior parte do pelotão estava nas boxes.

A ordem na pista estava com Oscar Piastri, seguido por George Russell e Max Verstappen, perseguidos por Norris, Leclerc, Hadjar, Hülkenberg, Antonelli, Lawson e Sainz. O treino começava a ficar com aspecto semelhante à Classificação.

Os tempos começavam a cair em Barcelona. Com a maior parte do pelotão com pneu macio, Lando Norris estava em primeiro, perseguido por Russell.
Antonelli, líder do campeonato, era o quinto, com Bortoleto em oitavo lugar.

Perto do final, Isack Hadjar e Sergio Pérez protagonizaram um breve momento na pista. O francês da Red Bull, nervoso, no rádio, dizia não entender o que o mexicano tinha feito no meio do traçado, onde os dois quase colidiram.

Treino encerrado e Lando Norris completava a sessão com o crono mais rápido do dia no GP de Barcelona da F1. George Russell e Oscar Piastri seguiram-no na tabela, com o líder do campeonato, Kimi Antonelli, a ficar apenas em quinto.

Tabela de tempos no TL2 do GP de Barcelona:

1) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.426
2) George Russell (Mercedes) 1’15.435
3) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.483
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.799
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.015
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.321
7) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.411
8) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’16.611
9) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.631
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.674
11) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.934
12) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’16.945
13) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.967
14) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.020
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.051
16) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.260
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’17.538
18) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’18.225
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.790
20) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’19.261
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.286
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’19.459

(Colaboração F1Mania)

Aprovação da PEC da 6×1 na Câmara foi irresponsabilidade, diz Abrasel

13 June 2026 at 01:21

Ao Hora H, Paulo Solmucci, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), classificou como “irresponsabilidade” a velocidade com que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados.

Solmucci afirmou que o tema deveria ser debatido com muito mais tempo e cautela, dado o impacto que a medida teria sobre a vida de todos os brasileiros.

Críticas à celeridade da votação

Solmucci foi enfático ao avaliar o processo legislativo na Câmara.

“Eu nunca vi tanta irresponsabilidade na minha vida na política brasileira, como aconteceu na Câmara“, declarou.

Segundo ele, houve uma pressão para que um assunto de tamanha relevância fosse votado em apenas 45 dias, sem o devido debate com a sociedade.

Em contrapartida, Solmucci demonstrou satisfação com a postura adotada pelo senador Davi Alcolumbre no âmbito do Senado Federal.

“Estamos muito animados com a postura do senador Davi Alcolumbre, que tem mostrado uma responsabilidade democrática muito grande”, disse.

De acordo com Solmucci, Alcolumbre tem defendido abertamente que o tema seja discutido com calma e que toda a sociedade conheça os custos envolvidos.

Impacto econômico para o setor

O representante da Abrasel detalhou os efeitos práticos que a aprovação da PEC traria para bares e restaurantes.

Segundo ele, o setor enfrentaria um aumento de custo de 20%, além de uma dificuldade estrutural relacionada à substituição de funções especializadas.

“É impossível pegar um garçom e ele virar cozinheiro”, exemplificou, ao explicar que, para manter a oferta de serviços, as empresas precisariam contratar um trabalhador adicional para cobrir o dia a menos trabalhado, elevando proporcionalmente os custos.

Solmucci alertou ainda que os impactos não se restringiriam ao setor de alimentação.

Segundo ele, condomínios residenciais e clínicas médicas também registrariam aumentos de cerca de 20% em seus custos.

O representante da Abrasel criticou a narrativa de que seria possível “trabalhar menos, ganhar igual e ficar mais tempo com a família” sem consequências econômicas, chamando-a de “falácia”.

Como alternativa, ele citou a proposta do senador Rogerio Marinho (PL), que prevê o trabalho por hora, permitindo que cada trabalhador ajuste sua jornada conforme suas necessidades e seu desejo de geração de renda.

Risco para trabalhadores de periferias

Solmucci também destacou um efeito colateral que considera grave: a possibilidade de empresas maiores e mais ricas disputarem mão de obra especializada com pequenos estabelecimentos de bairros periféricos.

Na prática, segundo ele, restaurantes de regiões mais abastadas de São Paulo poderiam atrair cozinheiras de bairros como Campo Limpo, levando ao fechamento de pequenos negócios locais e ao desemprego de outros trabalhadores.

“Vai todo mundo trabalhar longe de casa. Duas horas de ônibus para ir e duas horas de ônibus para voltar”, afirmou, concluindo que a medida, na forma como foi aprovada na Câmara, pioraria a qualidade de vida dos trabalhadores em vez de melhorá-la.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Fim da 6×1 merece discussão centrada, diz presidente da Fiepa

13 June 2026 at 01:01

Em entrevista exclusiva à CNN Money, Alex Carvalho, da Fiepa (Federação das Indústrias do Estado do Pará), criticou a forma como vem sendo conduzido o debate sobre o fim da escala 6×1. Segundo ele, a discussão tem sido marcada por superficialidade e apelo eleitoral, em detrimento de uma análise técnica mais aprofundada.

Para Carvalho, a tramitação da proposta na Câmara dos Deputados ocorreu sem o devido embasamento. “Existe um nós contra eles de forma desnecessária”, afirmou.

Na avaliação dele, defender mais cautela e aprofundamento no debate não significa ser contrário aos trabalhadores, mas agir com responsabilidade diante dos possíveis efeitos de uma mudança aprovada de forma precipitada.

O principal ponto de preocupação do setor industrial são os impactos econômicos da medida. Com base em estudos do Observatório da Indústria do Estado do Pará, Carvalho afirmou que a proposta, nos moldes aprovados pela Câmara, elevaria os custos em 13% na construção civil e em 11% na indústria de transformação.

Segundo ele, esse aumento acabaria sendo repassado aos consumidores, afetando toda a sociedade.

Diante desse cenário, Carvalho demonstra expectativa de que o Senado conduza uma discussão mais madura. Ele destacou a proposta do senador Rogério Marinho como uma alternativa que amplia a flexibilidade nas relações de trabalho ao reforçar o princípio de que o negociado deve prevalecer sobre o legislado.

De acordo com ele, a iniciativa conta com o apoio de mais de 40 senadores.

Questionado sobre a possibilidade de incluir mudanças na jornada de trabalho na Constituição, Carvalho avaliou que esse não seria o instrumento mais adequado. Para ele, constitucionalizar o tema pode gerar rigidez excessiva e efeitos negativos de difícil reversão, especialmente em um contexto de crescente competição global.

O representante da Fiepa também apontou uma contradição entre o discurso de reindustrialização do país e medidas que, em sua visão, reduzem a competitividade do setor produtivo. Ele citou fatores como a instabilidade geopolítica, os juros elevados e os desafios da economia global para defender um debate mais técnico e equilibrado.

O pleito da entidade, apoiado por mais de 3 mil organizações, é que o tema seja discutido com mais calma, parcimônia e base em dados concretos, longe das pressões do calendário eleitoral.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Australia can switch from fossil fuel exports to renewables, says next Cop president

Climate minister Chris Bowen says country must prepare for changing world and can play bigger role in reducing emissions

Australia will find exporting fossil fuels increasingly difficult but can switch to exporting clean energy products, the president of the next UN climate negotiations has declared.

Speaking at a climate conference in Bonn, Germany, Chris Bowen, Australia’s minister for climate change and energy, argued his country had led the global push to “transition away from fossil fuels” – based on the rapid growth of renewable energy and batteries in its domestic power grids – and that its economy could manage the switch.

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© Photograph: Bec Lorrimer/The Guardian

© Photograph: Bec Lorrimer/The Guardian

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Берни Экклстоун, ФИА и Формула-1 могут обжаловать разрешение на слушание дела Массы

12 June 2026 at 22:50

Бывший руководитель Формулы-1 Берни Экклстоун, Международная автомобильная федерация (ФИА) и руководство Формулы-1 получили разрешение подать апелляцию на решение суда, которое позволило бывшему гонщику Фелипе Массе провести полноценное слушание по делу «крашгейта» 2008 года. Об этом пишет RacingNews365.

Во время слушаний Масса требовал компенсацию в размере 64 млн фунтов стерлингов (около 6 млрд рублей). Он утверждал, что Экклстоун и тогдашний президент ФИА Макс Мосли знали в уикенд Гран-при Бразилии 2008 года о том, что Нельсон Пике-младший намеренно устроил аварию на Гран-при Сингапура. Экклстоун и Мосли настаивали, что узнали о признаниях Пике только в 2009 году после его публичных заявлений.

Судья разрешил провести полное судебное разбирательство по одному из первоначальных исков — по обвинению в сговоре с применением незаконных методов. Апелляция была удовлетворена тремя лордами-судьями: Ридом, Хамбленом и Ричардсом 4 июня.

Представители Формулы-1 и ФИА отказались от комментариев по поводу возможности подачи апелляции.

Переход на сайт «Нева Инфо»Старейший петербургский завод масел и смазок обязан доплатить налог на сумму в 400 млн рублей после решения суда. Подробности можно узнать в статье Налоговая требует с петербургского завода 400 млн рублей НДС.

Берни Экклстоун, ФИА и Формула-1 могут обжаловать разрешение на слушание дела Массы • Опубликовано на FiNE NEWS

Fim da 6×1: Estamos preocupados com risco econômico, diz Alfredo Cotait

12 June 2026 at 22:21

A discussão sobre o fim da escala 6×1 voltou ao centro do debate econômico e trabalhista no Brasil. Em entrevista ao CNN 360º, Alfredo Cotait, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), defendeu uma abordagem mais flexível para a reforma da jornada de trabalho e alertou para os riscos econômicos da proposta aprovada na Câmara dos Deputados.

Segundo Cotait, a entidade não é contrária à discussão sobre mudanças na jornada de trabalho, mas considera que o texto aprovado pelos deputados impõe restrições excessivas. “A proposta que foi aprovada na Câmara engessa de tal forma que vai prejudicar uma série de setores que precisariam ser examinados com um pouco mais de cuidado”, afirmou.

PEC alternativa como saída

Cotait destacou como alternativa a PEC apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL), que, segundo ele, flexibiliza a jornada de trabalho sem retirar os direitos garantidos pela CLT. “Essa PEC vem a calhar porque ele flexibiliza o horário de trabalho, a jornada de trabalho, sem que o trabalhador perca os seus direitos na CLT”, explicou. Na visão da entidade, o modelo ideal seria aquele em que o trabalhador pudesse definir quantas horas deseja trabalhar, recebendo por hora trabalhada, de acordo com suas necessidades.

O representante do setor empresarial ressaltou ainda que a proposta de jornada flexível seria de aplicação imediata, uma vez que a legislação trabalhista vigente já permite a negociação entre empregadores e empregados. “O negociado prevalece sobre o legislado”, reiterou Cotait, referindo-se à reforma trabalhista aprovada anteriormente.

Risco econômico e impacto nos preços

Um dos pontos centrais da fala de Cotait foi a preocupação com os efeitos econômicos da extinção da escala 6×1 nos moldes propostos pela Câmara. Ele alertou que o aumento dos custos trabalhistas seria repassado aos preços ao consumidor, gerando pressão inflacionária. “A gente está muito preocupado com o risco econômico, porque quem vai pagar a conta são os próprios trabalhadores e a sociedade civil em geral, porque vai haver um aumento de custos”, disse.

O presidente da CACB completou que: “Todo aumento de custos de mão de obra é repassado para preço. Provavelmente vai ter uma inflação, e isso vai ser pago pela sociedade”.

Cotait apontou os setores de comércio e serviços como os mais vulneráveis às mudanças, por dependerem de escalas variadas que não se encaixam no modelo 5×2. Ele citou exemplos concretos, como restaurantes que precisariam contratar mais funcionários sem encontrar mão de obra disponível no mercado, e condomínios que teriam de reorganizar toda a sua equipe de trabalho.

Período de transição insuficiente

Outro ponto de crítica levantado por Cotait foi o prazo de transição previsto na proposta da Câmara. Para ele, os dois meses estipulados são insuficientes para que as empresas se adaptem às novas regras. “Os dois meses que eles estão colocando é muito pouco”, afirmou. “Eu acho que teria que ter uma certa transição paulatina um pouco mais longa para que as empresas pudessem se adaptar.”

Cotait também ponderou que o momento atual não seria o mais adequado para avançar com a discussão, em razão da proximidade das eleições. No entanto, reiterou o apoio da entidade a um debate mais amplo e cuidadoso sobre o tema. “Somos a favor da discussão, quem sabe num outro momento”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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