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Barbeiro de Barcelos cortou cabelo a Ronaldo: “Perguntei-lhe como se sentia para o seu penúltimo Mundial”

9 June 2026 at 21:42

Vasco Coelho, de Barcelos, é barbeiro há quase nove anos, abriu o seu salão há três e cumpriu um “sonho” na passada sexta-feira: cortou o cabelo a Cristiano Ronaldo em plena Cidade do Futebol, em Oeiras, na véspera do jogo frente ao Chile em que o capitão da seleção nacional foi titular.

“Nem sei bem explicar o que foi aquilo, ainda não estou bem ciente do que aconteceu. É difícil dizer por palavras a experiência que eu tive”, diz Vasco Coelho.

Durou pouco mais de uma hora, entre o corte e outros tratamentos que estavam previamente agendados. Num espaço reservado apenas para o futebolista, o barbeiro e Diogo Dalot – amigo de ambos – falaram da terra de Cristiano Ronaldo, a ilha da Madeira, e também, claro, de futebol.

E Vasco Coelho fez Ronaldo rir: “Perguntei-lhe como se sentia para o seu penúltimo Mundial. Achou muita graça”.

“Não sabemos, é o Cristiano Ronaldo, ele até pode fazer mais dois não sei. É o que ele quiser”, conta o barbeiro, em declarações a O MINHO.  

Pressão? “A cabeça daquele homem vai ser vista pelo mundo todo”

Vasco Coelho confessa que há “uma pressão diferente” por estar a cortar o cabelo àquele que é considerados por muitos o melhor jogador de futebol da história.

“É uma coisa que eu faço há oito anos e não tenho problema nenhum em cortar qualquer cabelo, mas a cabeça daquele homem vai ser vista pelo mundo todo. Então, faz uma pessoa ter mais receio, não é a mesma coisa que cortar ao vizinho… mas sempre fui uma pessoa segura na minha área e as coisas correram bem”, explica.

“É uma pessoa como nós”

O barbeiro não esquece a “presença forte” do astro português e do seu cheiro: “É uma pessoa que cheira muito bem”.

Contudo, sublinha que Ronaldo é “uma pessoa super acessível”, que o “deixou à vontade” e mostrou interesse em o ouvir. “É uma pessoa engraçada, uma pessoa como nós, mas tem a amplitude dele”, refere o barbeiro de 28 anos.

Vasco Coelho é barbeiro de ‘craques’

Este “sonho” foi concretizado graças a Diogo Dalot, que é de Braga, e lhe fez uma grande “assistência”. Vasco Coelho corta o cabelo do lateral do Manchester United há cerca de cinco anos e pelas suas mãos já passaram outros ilustres como o vianense Pedro Neto, Rafael Leão, Samuel Lino ou Carlos Forbs.

Mas, apesar da proximidade que tem com Dalot, “nunca foi tema de conversa pedir-lhe uma ajuda para chegar ao Ronaldo”. “Mas ele confiou em mim e surgiu”, conta o profissional que tem um salão na freguesia de Manhente, em Barcelos.

Agora, depois de cumprido do “sonho” que não imaginava ser “possível”, quer fazer a “dobradinha”. “O impossível já aconteceu uma vez, portanto pode ser que surja. Ainda tenho muita coisa para lhe dizer”, atira.

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CNN processa Perplexity e acusa empresa de IA de copiar 17 mil reportagens sem autorização

9 June 2026 at 20:32

A rede de televisão americana CNN entrou na Justiça contra a empresa de inteligência artificial Perplexity, acusando a companhia de utilizar cerca de 17 mil reportagens, fotografias e vídeos sem autorização para o treinamento de seus modelos de IA.

A ação foi protocolada em 28 de maio e representa o primeiro processo movido pela emissora contra uma empresa do setor. Segundo a CNN, a prática viola direitos autorais e explora indevidamente o trabalho produzido por jornalistas e profissionais da comunicação.

Em nota, a Perplexity rebateu as acusações e afirmou que “não é possível impor propriedade intelectual sobre os fatos”.

Conflito envolve mais de 100 ações judiciais

O processo da CNN se soma a uma crescente onda de disputas entre produtores de conteúdo e empresas de inteligência artificial. Segundo levantamento da plataforma ChatGPT is Eating the World, já existem pelo menos 115 ações judiciais em andamento movidas por veículos de imprensa, escritores, artistas e outros criadores.

Entre os casos mais conhecidos está a ação do jornal The New York Times contra a OpenAI e a Microsoft. A empresa alega que seus conteúdos foram utilizados no treinamento de sistemas de IA e que os modelos conseguem reproduzir trechos de reportagens.

No Brasil, a Folha de S.Paulo também acionou judicialmente a OpenAI, mas encerrou o conflito após firmar um acordo de licenciamento com a desenvolvedora do ChatGPT no fim de maio.

Debate opõe direitos autorais e inovação tecnológica

A CNN argumenta que empresas de inteligência artificial obtêm lucro a partir de conteúdos produzidos por organizações jornalísticas sem oferecer qualquer compensação financeira.

Segundo a emissora, a produção de jornalismo profissional exige investimentos elevados e, muitas vezes, envolve riscos para os profissionais envolvidos. Por isso, sustenta que companhias de tecnologia devem remunerar adequadamente os detentores dos direitos autorais.

Do outro lado, empresas de IA defendem que o uso de livros, reportagens e outros materiais para treinamento de modelos se enquadra no conceito jurídico de “uso justo” (“fair use”), previsto na legislação americana. Elas alegam que os sistemas não reproduzem integralmente as obras, mas geram conteúdos transformados a partir dos dados utilizados no treinamento.

Caso Anthropic abriu precedente importante

Entre as ações em curso, uma das mais avançadas envolve a empresa Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude. O processo foi movido por um grupo de escritores norte-americanos liderado pelo autor George R. R. Martin, criador da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a produção televisiva “Game of Thrones”.

A Anthropic concordou em desembolsar US$ 1,5 bilhão para encerrar a ação coletiva que questionava o uso de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de seus modelos de inteligência artificial.

O caso ganhou repercussão internacional após a revelação de que obras de autores brasileiros, como Chico Buarque, Paulo Coelho e Clarice Lispector, estavam entre os materiais utilizados sem autorização.

Apesar do acordo, a empresa não admitiu irregularidades e afirmou continuar comprometida com o desenvolvimento responsável de sistemas de inteligência artificial.

Justiça ainda busca definir limites da IA

Enquanto processos avançam em diferentes tribunais, o debate jurídico permanece aberto. Recentemente, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou acusações apresentadas contra gigantes da tecnologia como Apple, Google, Meta, Nvidia, OpenAI, Perplexity e xAI por falta de provas suficientes.

Já as acusações contra a Anthropic seguiram adiante, especialmente após investigações apontarem o uso de bibliotecas digitais piratas para obtenção de conteúdos utilizados no treinamento dos sistemas.

As decisões que forem tomadas nos próximos anos podem definir os limites legais para o treinamento de inteligências artificiais e estabelecer novas regras para a relação entre empresas de tecnologia, veículos de comunicação e criadores de conteúdo.

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Alemania busca alternativa al FCAS y estudia un nuevo proyecto de avión de combate liderado por Airbus

9 June 2026 at 18:44
Sede de Airbus.

Una filial de Airbus con sede en Alemania, y otras empresas armamentísticas germanas proponen una alianza para desarrollar un nuevo avión de combate tras el fracaso del proyecto franco-alemán FCAS de cazas de sexta generación en el que también participaba España, según la revista Der Spiegel.

Encabezada por Airbus Defence and Space, la división de defensa del fabricante aeronáutico europeo Airbus, la industria armamentística alemana quiere aprovechar el vacío que ha creado el naufragado proyecto del Futuro Sistema Aéreo de Combate (FCAS).

La alianza se autodenomina 'Team Gen 6', en referencia a los cazas de sexta generación, que aún no existen en Europa y que en el proyecto franco-germano se iba a concretar en el reemplazo a partir de 2040 de los aviones Eurofighter y Rafale hoy en servicio, según EFE.

Ese grupo ha explicado en una carta dirigida al canciller alemán, Friedrich Merz, su intención de desarrollar conjuntamente un avión de combate de sexta generación, según Der Spiegel.

Además de Airbus Defence and Space, con sede en Taufkirchen, en el sur de Múnich, la alianza incluye a las empresas MBDA, Hensoldt, Diehl Defence, Liebherr, MTU Aero Engines, Rhode & Schwarz y Autopflug, de acuerdo con la misma fuente.

El principal impulsor de la iniciativa sería el jefe de Airbus Defence and Space, Michael Schöllhorn.

Der Spiegel asegura que los planes no están todavía muy desarrollados y que la intención de la carta era "enviar una señal al Gobierno alemán", que la víspera anunció el fin definitivo del proyecto germano-francés FCAS por diferencias entre Airbus y la gala Dassault, que quería hacerse con el control del 80 % del proyecto, pese a que inicialmente se había pactado una participación del 33 % para cada uno de los socios, que incluía a la española Indra.

La idea es hacer publica la alianza este miércoles en compañía de Merz en la Feria Internacional Aeoroespacial (ILA) en Berlín, como se desprende de una carta enviada al ministro alemán de Defensa, Boris Pistoriis.

El proyecto apunta a un caza menos complejo que el que preveía el proyecto del FCAS, teniendo en cuenta que los drones cobran cada vez más importancia en la estrategia militar, indicó Der Spiegel.

Los iniciadores de la alianza quieren sumar a la misma al consorcio aeronáutico sueco Saab.

Mientras que Airbus ha desarrollado aviones de combate como el Tornado y el Eurofighter siempre en colaboración con otros países y empresas, Suecia ha desarrollado de forma independiente aviones como el Saab JAS 39 Gripen.

No obstante, añade Der Spiegel, el Gripen, en su configuración actual, no se considera una base adecuada para un caza de sexta generación.

En cambio, los nuevos socios parecen descartar una cooperación con el consorcio de combate GCAP, impulsado por el Reino Unido, Italia y Japón, ya que consideran que su concepto no se ajusta a los requisitos alemanes.

Preguntado en una rueda de prensa junto a su homólogo checo, Jaromír Zůna, Pistorius señaló que hay "varias opciones" sobre la mesa para un nuevo avión de combate para Alemania.

"La primera sería adquirir más F-35 (estadounidenses), ya sea como solución temporal o para otros fines. La segunda opción sería incorporarnos a otro proyecto internacional que ya esté en marcha. Y la tercera sería desarrollar nosotros mismos un avión bajo liderazgo alemán, encabezado por Airbus y otros socios", explicó.

"Tal vez surja una cuarta opción de la que ahora no quiero hablar, pero sí, es algo imaginable y constituye una de las posibilidades", dijo sobre la alianza liderada por la filial germana de Airbus.

"Es lógico que, cuando se prevé que un proyecto pueda terminar, se empiece a estudiar qué otras opciones o alternativas podrían seguirle. Pero todavía no hay ninguna decisión tomada", indicó el ministro. 

Trump amenaza con represalias a Irán tras derribar un helicóptero de EEUU

9 June 2026 at 18:28
Donald Trump, presidente de EEUU, en una comparecencia en el Despacho Oval.

La tregua entre Estados Unidos e Irán podría estar a punto de saltar por los aires. El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha dicho este martes que habrá represalias contra Irán por haber derribado un helicóptero estadounidense en el estrecho de Ormuz. El ataque no dejó víctimas. Tuvo lugar 100 días después del inicio de las hostilidades. Desde el 7 de abril está en vigor una tregua cada vez más frágil.

"Acabo de ser informado por nuestras Fuerzas Armadas de que los iraníes derribaron uno de nuestros helicópteros Apache de alta tecnología mientras patrullaba el estrecho de Ormuz", ha escritoTrump en su red Truth Social. "Dos pilotos estuvieron involucrados, ambos sanos y salvos. No obstante, Estados Unidos debe, necesariamente, responder a este ataque", ha añadido.

El helicóptero estadounidense cayó cerca de la costa de Omán, donde los dos soldados a bordo sobrevivieron, según informó este martes el Comando Central de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos (Centcom). Fuerzas estadounidenses rescataron a los dos tripulantes del helicóptero AH-64 Apache, según informa la agencia Efe.

En el golfo de Omán, el Ejército estadounidense disparó a un buque petrolero por violar el bloqueo que Washington impone desde el 13 de abril contra embarcaciones que salen y llegan a puertos iraníes.

Discrepancias con Netanyahu

Estos hechos ocurren en medio de los nuevos enfrentamientos en la región, donde Irán e Israel han intercambiado ataques en los últimos días. Trump exigió el lunes a las dos partes que pararan. Las discrepancias con su aliado, el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, son cada vez más intensas. Netanyahu quiere seguir atacando el Líbano hasta reducir a su mínima expresión a Hizbulá. Pero la campaña militar contra Irán y sus aliados se ha revertido contra Israel y EEUU.

El presidente estadounidense aseguró que podría alcanzar un acuerdo con Irán en "dos o tres días", el enésimo plazo que plantea tras varias semanas de negociación con la República Islámica. Sin embargo, en cualquier momento puede decidir más ataques. Irán no se quedará de brazos cruzados y la escalada salpicará a toda la región.

De las restricciones a Irán a la deportación del árbitro somalí: el bochornoso espectáculo de EEUU a 48 horas de empezar el Mundial 2026

9 June 2026 at 15:32
Imagen del sorteo del Mundial celebrado en diciembre

A dos días de que arranque el Mundial 2026, Estados Unidos ha convertido la previa del torneo en un cúmulo de polémicas que van más allá del fútbol. Lo que debía ser la gran celebración internacional del deporte rey se ha visto empañado por restricciones migratorias, visados emitidos a última hora, denuncias de trato discriminatorio y la exclusión de un árbitro somalí designado por la FIFA. El resultado es una imagen muy poco edificante para un país que aspira a ejercer de gran anfitrión global.

Una previa llena de ruido

El foco principal se ha puesto en Irán. La selección iraní vivió durante semanas con la incertidumbre de no saber si sus futbolistas podrían entrar en Estados Unidos para disputar el Mundial 2026. A comienzos de junio, la situación parecía desbloquearse con la aprobación de visados para los jugadores, pero la tensión no desapareció. La federación iraní denunció que varios miembros de su cuerpo técnico seguían sin autorización para entrar en territorio estadounidense. Además, también asegura que se habían producido trabas para los aficionados del país.

La controversia fue creciendo con informaciones sobre visados limitados, permisos exprés de apenas 24 horas y quejas por parte de Irán sobre el trato recibido. El problema no era solo administrativo, sino simbólico. La Copa del Mundo se presentaba como un evento de unión, pero en la práctica una de sus selecciones participantes estaba siendo sometida a un escrutinio extraordinario. En paralelo, el trasfondo político entre Washington y Teherán añadió más combustible a la polémica.

El caso Omar Artan

La otra gran sacudida de la semana ha sido la expulsión del árbitro somalí Omar Abdulkadir Artan, uno de los colegiados designados para el Mundial 2026. Artan aterrizó en Miami, pero las autoridades estadounidenses lo retuvieron y lo devolvieron a su país. Esto lo deja fuera del torneo pese a que la FIFA lo había seleccionado para formar parte de la cita.

El caso ha generado una fuerte indignación porque Artan estaba llamado a hacer historia como el primer árbitro somalí en dirigir una fase final mundialista. Que un torneo de tal alcance arranque con la salida forzada de uno de sus árbitros designados resulta especialmente incómodo para la imagen del país anfitrión. Además, el episodio refuerza la percepción de que Estados Unidos no está gestionando el acceso al Mundial con la neutralidad y la claridad que exigiría una cita de este nivel.

Más polémicas en la entrada

Pero el malestar no se limita a Irán ni al caso del árbitro somalí. En las últimas horas también han trascendido otros episodios que alimentan la sensación de que la previa del Mundial 2026 está marcada por controles excesivos y una gestión migratoria muy discutida. La selección de Irak denunció que Aymen Hussein, uno de sus jugadores más relevantes, fue retenido durante horas en un aeropuerto estadounidense. Este episodio fue interpretado por la delegación como un trato desproporcionado.

A esto se suman los controles de seguridad reforzados aplicados a delegaciones como Senegal y Uzbekistán. Las revisiones con detectores de metales, la inspección exhaustiva y los controles adicionales a la llegada han provocado críticas y debate en redes sociales. Aunque estas medidas se justifiquen como parte de los protocolos de seguridad, lo cierto es que visualmente dejan una sensación poco amable y bastante alejada del clima festivo que debería rodear una Copa del Mundo.

Trámites acelerados, pero con filtro

Estados Unidos también ha intentado responder a la presión con medidas que faciliten la llegada de aficionados. Entre ellas, la activación de un sistema de citas prioritarias para visados de personas con entradas oficiales y la aprobación de millones de exenciones de visado. Sobre el papel, el objetivo es agilizar procesos y evitar colapsos en plena antesala mundialista.

Sin embargo, el mensaje que termina calando es otro. El Mundial 2026 está rodeado de un filtro migratorio especialmente severo. La organización ha querido vender eficiencia, pero lo que ha trascendido es la existencia de una barrera muy selectiva para jugadores, técnicos y aficionados. Y eso choca frontalmente con la idea de una Copa del Mundo abierta, inclusiva y pensada para recibir a todos los países.

La imagen del anfitrión

El problema de fondo no es solo cada caso aislado, sino el efecto acumulativo. En términos deportivos, estas decisiones alteran la preparación y la tranquilidad de las delegaciones. En términos mediáticos, alimentan una narrativa incómoda que sitúa al Mundial 2026 como un evento atravesado por la política, la inmigración y la seguridad. Y en términos de imagen, dejan la sensación de que el país que debía proyectar capacidad organizativa está ofreciendo, en cambio, una colección de episodios que rozan el bochorno.

Canoagem | Jovens Castores do Arade conquistam pódios no Campeonato Nacional de Esperanças

9 June 2026 at 18:27

O Kayak Clube Castores do Arade marcou presença no dia 7 de junho, em Esposende, no Campeonato Nacional de Esperanças, com uma das equipas mais jovens do clube, voltando a demonstrar a qualidade do trabalho desenvolvido na formação de jovens atletas. Numa competição que reuniu centenas de jovens canoístas de todo o país, os atletas […]

Eleição no Peru: Sánchez à frente de Fujimori por apenas 19 mil votos

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A disputa pelo segundo turno da eleição presidencial do Peru segue acirrada, nesta terça-feira (9), com o candidato de esquerda Roberto Sánchez Palomino à frente com uma pequena margem de 19,8 mil votos da candidata de direita Keiko Fujimori. Com 95,9% das urnas apuradas, o resultado segue imprevisível.

Enquanto Sánchez marca 50,056% dos votos, Keiko está com 49,944%. A diferença entre os dois reduziu nas últimas horas, com crescimento dos votos para Fujimori.

Notícias relacionadas:

Sánchez ultrapassou numericamente Keiko no início da tarde dessa segunda-feira (8), quando o país chegou a 93,9% das urnas apuradas. 

No início da apuração, quando apenas 20% das urnas haviam sido processadas, Keiko chegou a estar 200 mil votos à frente de Sánchez, devido ao fato de as urnas de Lima, a capital, terem sido computadas primeiro.

O Jurado Nacional de Eleições (JNE), a autoridade máxima eleitoral do Peru, afirmou que os resultados definitivos devem ser divulgados apenas em “meados de julho”. Isso porque foi acrescentado ao processo de apuração um novo mecanismo obrigatório de recontagem de votos em mesas que apresentaram alguma inconsistência. 

O JNE informa que, até o momento, foram recebidas 1 mil atas “em observação”, que precisaram passar por nova contagem com a presença de observadores de partidos e fiscais.

Das mais de 92,7 mil atas da eleição peruana, cerca de 2,2 mil ainda precisam ser contabilizadas, segundo a Oficina Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) do Peru. 

Dessas, 1,7 mil são de mesas do exterior, onde a candidata Keiko Fujimori vem apresentando vantagem. Até o meio-dia desta terça-feira, apenas 30,2% das atas do exterior tinham sido contabilizadas, dando 65,4% dos votos para Keiko e 34,5% para Sánchez.

Keiko x Sánchez

Roberto Sánchez e Keiko Fujimori disputam o mandato presidencial no Peru para o período de 2026 a 2031, de cinco anos. O vencedor será o nono presidente do país sul-americano em dez anos de crise política. Desde 2016, dois presidentes renunciaram e quatro foram destituídos pelo parlamento peruano, tido como o poder de fato no país.

Filha do ex-ditador Alberto Fujimori (1990-2000), condenado por violações de direitos humanos, o que inclui esterilização forçada de mulheres indígenas, Keiko perdeu nas últimas três eleições no 2º turno, em 2011, 2016 e 2021.

Do outro lado, está Roberto Sánchez, aliado do ex-presidente Pedro Castillo, destituído, preso e condenado por tentativa de golpe de Estado ao tentar dissolver o Parlamento. Para seus apoiadores, Castillo foi vítima de um golpe do Legislativo por representar o voto rural e indígena do país.

Psicólogo de formação, Sánchez é deputado federal pelo partido Todos pelo Peru, tendo sido ministro de Castillo. Assim que votou no domingo (7) em Lima, Sánchez foi até o presídio de Barbadillo, onde Castillo está detido, permanecendo no local até a divulgação dos primeiros resultados parciais.

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Moncloa no ve "motivo alguno para imputar al PSOE ni a Sánchez" en el 'caso Leire Díez'

9 June 2026 at 14:29
La ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz, el ministro de Transportes y Movilidad Sostenible, Óscar Puente, y la ministra de Sanidad, Mónica García, durante la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, en el Palacio de la Moncloa, a 9 de junio de 2026, en Madrid (España). Esta medida destinará 168 millones a mejorar la eficiencia energética en centros sanitarios y hospitales, mientras que los 200 millones restantes protegerán los centros educativos frente a la emergencia climática. Alberto Ortega / Europa Press 09/6/2026

El caso Leire Díez apenas ha echado a rodar. El juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz ya dictó un primer auto en el que dibujaba cómo operaba una presunta red criminal en Ferraz que tenía a la cabeza al exsecretario de Organización del PSOE Santos Cerdán y a la ya exmilitante Leire Díez como mano ejecutora, como fontanera. El magistrado levantó parcialmente el secreto de la causa y ayer ordenó el libramiento de varios oficios y la citación de hasta 22 testigos entre el 26 de junio y el 13 de julio. Entre ellos, la presidenta del partido, Cristina Narbona. Y al día siguiente tendrá que declarar como imputada ante él la abogada Leticia de la Hoz, por presuntamente haber sobornado a la empresaria Carmen Pano para que cambiara su versión respecto a que había entregado 90.000 euros en efectivo en el cuartel general de los socialistas a petición del comisionista Víctor de Aldama.

Quedan por practicar muchas diligencias pero es verdad que en el partido, como ya publicó este diario, se teme que el caso escale más y pueda acabar suponiendo una imputación del PSOE como persona jurídica. Algo que sería letal para los ánimos de una formación hundida anímicamente también por otro caso, el que mantiene investigado al expresidente José Luis Rodríguez Zapatero. Pero la puntilla definitiva podría ser la imputación del propio Pedro Sánchez. No sería sencilla, porque para que esa circunstancia se diera, Pedraz tendría que hallar indicios que le condujeran hasta él que justificasen elevar una exposición razonada al Tribunal Supremo. Este sería el competente para decidir si investiga o no al jefe del Ejecutivo, dado que este es aforado, y en caso de que determinara proceder contra él, tendría que solicitar el suplicatorio al Congreso.

Sin embargo, fuentes la Moncloa aseguran no ver "motivo alguno" ni para la imputación del PSOE ni para la de Sánchez. Tampoco creen justificado que Pedraz pudiera llamar a declarar al presidente del Gobierno y secretario general del partido ni siquiera como testigo. "Es que no hay indicio ninguno de que Sánchez conociera a Leire. Ni hay una prueba de que operara la trama como tal ni mucho menos que implicara al partido", esgrimen. La tesis de la dirección socialista es que Cerdán pudo montarse su propia red para taparse a sí mismo, para esconder sus chanchullos, y que para ello tiró de la ayuda de Díez.

El juez tiene imputada a la gerente actual, Ana Fuentes, y la UCO descubrió que la directora de la Guardia Civil, Mercedes González, se reunió al menos tres veces con Díez. Citas que ella ratificó

Pero el juez tiene imputada a la actual gerente del PSOE, Ana María Fuentes —promovida al cargo por Cerdán en 2021—, y además en el sumario de la causa los informes de la Unidad Central Operativa (UCO) de la Guardia Civil revelaron que Díez se había reunido en al menos tres ocasiones con la directora general del cuerpo, Mercedes González. Encuentros que ella al final tuvo que reconocer después de que el ministro del Interior, Fernando Grande-Marlaska hubiera negado esa posibilidad apenas unos días de conocerse el sumario. El PSOE no ha abierto ningún tipo de expediente a Fuentes y el Ejecutivo, empezando por el propio Sánchez y siguiendo por Marlaska, han manifestado su respaldo pleno a la jefa de la Guardia Civil.

Este martes, en la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros, la portavoz del Gobierno, Elma Saiz, reiteró que Sánchez nunca supo nada de la fontanera del PSOE: "El presidente nunca ha conocido, ni avalado ni ha sido informado de las andanzas de Díez, que nunca, por cierto, hubiera tolerado". Repitió prácticamente palabra por palabra aquello que el propio jefe del Ejecutivo respondió a los periodistas el pasado viernes en Tivat (Montenegro).

#EnDirecto | El Gobierno desmiente "rotundamente" cualquier encuentro entre Pedro Sánchez y Leire Díez: "Nunca ha conocido ni avalado ni ha sido informado de sus andanzas. Nunca lo hubiera tolerado" pic.twitter.com/oG1tnnWPp7

— Europa Press (@europapress) June 9, 2026

Los informadores preguntaron a la portavoz por qué ahora el partido y el Gobierno no actúan como en el pasado, cuando pidió sus actas y echó a los exsecretarios de Organización José Luis Ábalos y Santos Cerdán. Ahora no se ha adoptado ningún tipo de medida contra Zapatero, ni contra la gerente del partido, ambos imputados en la Audiencia. La ministra reivindicó que la posición es "absolutamente coherente". "Somos el Gobierno de la tolerancia cero contra la corrupción, de la colaboración con la Justicia, de respetar los tiempos de la Justicia, de confiar en la Justicia", remachó, recordando de nuevo el plan de medidas anticorrupción que Sánchez presentó en julio del año pasado ante el Congreso. El problema es que la norma estrella, el anteproyecto de Ley Orgánica de Integridad Pública, aún no ha llegado al Congreso y se antojan muy complicados sus apoyos parlamentarios.

El Ejecutivo mantiene la confianza en González y también en Narbona. La presidenta del PSOE "tiene una moralidad intachable". "Jamás ha intervenido en nada ilícito o impresentable", apuntan

En el Gobierno mantienen toda la confianza en González —no se plantea de ningún modo su cese, y menos aún después de que Sánchez le explicitara su respaldo— y también en Narbona. En su caso, la UCO describe en su informe que la presidenta del PSOE mantuvo una conversación por WhatsApp con Díez el 24 de abril de 2024, cuando Sánchez publicó su Carta a la ciudadanía, en la que abría un periodo de reflexión de cinco días en el que se planteó dimitir. La exmilitante le habló de "reconducir" los ataques al presidente, de dar "ayuda cualificada" y dar la vuelta al asunto "como un calcetín". "[Esto] se lo habías contado a Santos el otro día", respondió ella. Narbona deberá comparecer como testigo ante Pedraz el 10 de julio. Ni Saiz ni el ministro de Transportes, Óscar Puente, presente en la rueda de prensa de este martes, quisieron hacer referencia a la citación de la presidenta del PSOE, pero fuentes de la Moncloa mostraron su "pleno respaldo" a la dirigente.

"Cristina tiene una moralidad intachable. Estamos seguros de que jamás ha intervenido en nada ilícito o impresentable. Es la persona más seria del mundo", señala un miembro del Ejecutivo que confía en que no obstante el caso Leire se vaya desactivando, porque no le ve recorrido. "Leire sería lo que en derecho se llama una tentativa inidónea, que es como elegir un medio incapaz de provocar el resultado buscado. Ella no tenía capacidad de influir en nada. Habría que darle la medalla de Isabel la Católica. Desde Mata Hari no se conocería nada igual", bromea este alto mando.

El juez Pedraz investiga el destino en Bolivia del fiscal Grinda, al que Leire Díez intentó comprar con 300.000 euros

9 June 2026 at 14:04
El fiscal José Grinda, en una imagen de archivo

El juez de la Audiencia Nacional Santiago Pedraz ha requerido información sobre el destino del fiscal Anticorrupción José Grinda en Bolivia, según ha podido confirmar El Independiente. La petición se enmarca en la causa que investiga una presunta trama liderada por la exmilitante Leire Díez para "desestabilizar" los casos que afectasen al entorno del PSOE, y uno de sus "objetivos de interés" habría sido este fiscal. Según se recoge en uno de los informes de la Guardia Civil, la organización habría llegado a ofrecerle un destino en el extranjero y 300.000 euros a cambio de información sensible sobre el fiscal jefe Anticorrupción, Alejandro Luzón, y sobre procedimientos vinculados al Gobierno.

Según confirman fuentes jurídicas a este periódico, Grinda se encuentra desde noviembre de 2025 destinado en Bolivia dentro de un programa de cooperación internacional de la Fundación para la Internacionalización de las Administraciones Públicas (FIAP), con una estancia prevista de aproximadamente tres años en la escuela de jueces y fiscales del país andino. A la convocatoria para este puesto concurrieron otros dos aspirantes, aunque uno de ellos no reunía finalmente los requisitos exigidos y el otro acabó retirando su candidatura.

Una de las líneas desarrolladas por las presuntas 'cloacas' del PSOE tenía como objetivo al fiscal Grinda, por lo que habrían intentado ganarse su colaboración a cambio de ciertas contraprestaciones. Entre ellas, un puesto de trabajo en el extranjero o incluso un pago de 300.000 euros. En una de las agendas intervenidas por las autoridades a la supuesta 'fontanera' del PSOE, los investigadores hallaron una anotación manuscrita que recoge: "300.000 euros para ayudar a un fiscal que tiene un problema con una menor".

Ese "problema" hace referencia a la denuncia por delitos sexuales que una joven jienense, Miriam Serrano, interpuso contra Grinda por unos hechos que ocurrieron cuando ella era menor. De hecho, los investigadores sostienen que la 'trama Leire' llevó a esta joven a la sede federal del PSOE en Madrid. Según relató la propia Miriam en su declaración a la Unidad Central Operativa (UCO), fue la propia Díez quien la acompañó a Ferraz en octubre de 2024.

Las ofertas de la trama a Grinda

El citado informe de la UCO recoge una lista de objetivos presuntamente elaborada por el excomisario José Manuel Villarejo, fechada el 26 de agosto de 2024, en la que aparece el nombre del fiscal aparece recogido en bajo la expresión: "fiscales, sobre todo Grinda". El 4 de septiembre de ese mismo año, en una conversación con la periodista Patricia López, Díez fue aún más directa: "A mí me hace mucha falta arrear a Grinda".

La operación de captación de Grinda alcanzó su punto álgido el 27 de febrero de 2025. Según recoge el juez Pedraz, ese día, Díez recurrió a un periodista conocido suyo, Pere Rusiñol, para que contactase con el fiscal. Ambos se encontraron en la terraza del mercado de Barceló en Madrid, donde Rusiñol le entregó una hoja que recogía una propuesta: un destino en el extranjero y la retirada de la demanda que Miriam Serrano mantenía contra él, a cambio de información confidencial sobre el fiscal jefe Luzón y el archivo de varios casos que interesaban a la trama.

Grinda rechazó la oferta. Tras el encuentro, Rusiñol remitió un mensaje a la exmilitante socialista utilizando un lenguaje en clave: "No había agua, al menos de momento".

"Te quieres ir a Bolivia de enlace"

La trama no se dio por vencida. Semanas después del fracaso con Rusiñol, Sandro Rosell —el exdirigente del FC Barcelona absuelto en 2021 del caso de blanqueo de capitales en el que Grinda había tenido un papel relevante— habría comenzado a mediar entre el fiscal y el grupo, según se desprende de los informes policiales incorporados al sumario. El 10 de marzo de 2025, Rosell escribió a Leire y a Dolset en un grupo de WhatsApp denominado "Mas Martí-Girona" para comunicarles que "G" le había contactado y preguntarles si debía quedar con él. Leire respondió afirmativamente: "siiiii".

Las instrucciones que Díez transmitió a Rosell para esa reunión dan cuenta de la sofisticación operativa del grupo: "Recuerda, escuchar más que hablar. Proponerle salida, pero sin nombrarnos a Santos o a mí. Hemos hablado mucho este finde e igual hay que preservarme un poco porque tengo que estar en otros frentes. Mandaríamos a un abogado". El propio Rosell, siguiendo el guión, le anticipó a Leire lo que le diría a Grinda: "Pepe, estás jodido, te interesa negociar con el Gobierno, ya te diré con quién".

En respuesta a este mensaje, Leire hizo varias anotaciones sobre con "cosas a decirle". Entre ellas: "tú ya has trasladado a terceras personas que tienes documentación de Luzón y que te quieres ir a Bolivia de enlace", "el juicio con la chica empieza en menos de un mes". También: "Pepe, tus vídeos y la operación Telémaco la tiene ya hasta el bedel del Bernabéu. Solo hace falta que llegue a tus jefes" o "también sabemos que te crees protegido por Mauricio Casals y Ferreras, pero créeme que no estás protegido porque no lo puedes estar".


El izquierdista Roberto Sánchez aventaja a Keiko Fujimori a la espera del recuento del voto en el exterior

9 June 2026 at 11:10
Roberto Sánchez, candidato izquierdista a la Presidencia de Perú, tras conocer su ventaja.

Perú pende de un hilo. Aún no se sabe quién será su próximo presidente, debido a que el recuento de la segunda vuelta en el país andino es extremadamente garantista. Y hay zonas de difícil acceso. El izquierdista Roberto Sánchez mantiene una ligera ventaja sobre la derechista Keiko Fujimori en el escrutinio. Falta el recuento de los votos emitidos en el extranjero. Serán determinantes para saber quién será el próximo jefe de Estado. Ha de asumir el cargo el 28 de julio.

Sánchez tiene 0,23 % puntos porcentuales sobre Fujimori, según la Oficina Nacional de Procesos Electorales (ONPE). El candidato izquierdista cuenta con el 50,1% de los apoyos y Keiko Fujimori, el 49,8%. La ventaja a favor de Sánchez es de 41.355 votos, según informa la agencia Efe.

Como se preveía, el resultado de las elecciones en Perú se definirá voto a voto, ya que aún quedan por contar 2.967 actas. En su gran mayoría proceden del extranjero, de las que solo se ha contabilizado el 8 % hasta el momento. Las actas terminarán de llegar a Perú el miércoles.

Además, hay 1.513 actas pendientes de envío a los jurados electorales especiales (JEE). Tienen algún tipo de impugnación u observación, que deberán ser resueltas en primera instancia.

Un país que necesita puentes

Roberto Sánchez, que reivindica al encarcelado expresidente Pedro Castillo, ha dicho que está "confiado y optimista" ante la posibilidad de ganar la elección. Ha insistido en que hay que esperar a que el recuento finalice. Ha hecho un llamamiento "a todos los agentes políticos a respetar el resultado fuere cual fuere, porque el Perú necesita estabilidad".

Fujimori también ha dicho que respetará los resultados "sean los que sean". La hija y heredera política del expresidente Alberto Fujimori ha indicado que el resultado muestra "una gran división de los peruanos. Ha añadido que toca a los partidos políticos y a sus dirigentes tender los puentes correspondientes".

"Tengo mucha fe y mucha gratitud. Todos los líderes políticos que tenemos partidos con representación en el Parlamento tenemos que dialogar. Los peruanos nos han dado ese mandato, y es lo que corresponde", ha subrayado.

El empate técnico fue anticipado durante la noche del domingo por las proyecciones de resultados de las empresas encuestadoras. Confirmaron la ligera ventaja para Sánchez después de que los sondeos a pie de urna dieran a Fujimori por delante. En el recuento primero ella tenía ventaja pero al llegar los votos de las zonas rurales Sánchez dio el sorpasso.

Más de 27,3 millones de ciudadanos fueron convocados el domingo a las urnas para elegir al próximo presidente de Perú para el período 2026-2031. El país andino ha vivido una etapa de inestabilidad política con ocho presidentes en la última década.

El juez Calama pide permiso a EEUU para usar como prueba los mensajes que comprometen a Zapatero en el 'caso Plus Ultra'

9 June 2026 at 10:36
Agentes de la Policía Nacional salen de la oficina de Zapatero en Ferraz, a 19 de mayo de 2026, en Madrid (España).

El juez que investiga el 'caso Plus Ultra', José Luis Calama, ha pedido permiso a Estados Unidos para utilizar como prueba el teléfono del accionista de facto de la aerolínea, Rodolfo Reyes, en la causa que se sigue en la Audiencia Nacional. Así se desprende de un auto, al que ha tenido acceso El Independiente, por el que el magistrado solicita cooperación a las autoridades estadounidenses para que le autoricen a utilizar el material extraído del móvil de este empresario venezolano, dada su "relevancia para el esclarecimiento de los hechos investigados".

Precisamente, el contenido de este teléfono es uno de los elementos centrales de la causa. La investigación abierta por Estados Unidos a este empresario acabó llevando al Departamento de Seguridad Nacional estadounidense (DHS) a remitir información a la Unidad de Delincuencia Económica y Fiscal (UDEF) de la Policía Nacional tras detectar la aparición de personas políticamente expuestas y movimientos financieros vinculados al entorno del expresidente del Gobierno José Luis Rodríguez Zapatero.

Según el documento policial, al que ha tenido acceso este periódico, la información llegó a España a través de los canales de cooperación internacional de la Policía Nacional desde la oficina en Madrid de Homeland Security Investigations (HSI). El organismo investigaba a Reyes por el presunto blanqueo de capitales que habría desarrollado a través de diversas sociedades, entre las que se encontraba Plus Ultra.

En ese contexto, el organismo estadounidense realizó en 2021 una extracción completa del teléfono móvil de Reyes. La agencia norteamericana consideró que el contenido del dispositivo podía resultar de interés para las autoridades españolas y servir para "sustentar la presentación de cargos penales contra las personas en España implicadas en estas actividades financieras ilícitas", por lo que obtuvo autorización judicial y remitió el material a la Policía española.

Situó a Zapatero en el radar de la UDEF

De las conversaciones extraídas del terminal nacen, precisamente, los principales indicios que sustentan la imputación de Zapatero acordada esta semana por el juez Calama, como ya informó El Independiente. Es a partir de los mensajes de Reyes que la investigación reconstruye el recorrido de los directivos de Plus Ultra para intentar acceder a las ayudas públicas en los meses iniciales de la pandemia. 

La primera alusión que se hace al expresidente socialista data de una conversación del 30 de marzo de 2020 entre Rodolfo Reyes y el presidente de Plus Ultra, Julio Martínez Solá. Según recoge la UDEF, Reyes le pregunta: "¿Tienes idea cómo llegamos a los hilos políticos, tema ayudas, financiamiento etc etc etc?". Martínez Solá responde entonces que el CEO de la compañía, Roberto Roselli, ya le había trasladado esa necesidad y que había activado "dos vías" para intentarlo: "Delcy que llame a Ábalos" o "alguien con Zapatero".

"¿Sirve pa algo ese señor?", pregunta Reyes. "Es pro Sánchez", responde el presidente de la aerolínea. "Y pro Maduro", añade el accionista, a lo que Martínez Solá responde, para zanjar: "El fin justifica los medios". Ese mismo día, Reyes contacta además con el diplomático venezolano Ramón Gordils para explorar directamente un acercamiento al exlíder socialista. "¿Tú crees que podamos pedir ayuda a Zapatero?", pregunta. Gordils le contesta: "Vayan recorriendo la ruta formal, yo busco como llegarle a ZP".

Trump prevê acordo entre Irã e Israel em poucos dias e fala em reabertura de Ormuz

Donald Trump declarou nesta terça-feira (9) que as negociações para encerrar o conflito entre Irã e Israel estão próximas de um desfecho. Segundo o presidente dos Estados Unidos, um entendimento entre as partes poderá ser concluído em até três dias, abrindo caminho para a retomada da circulação no Estreito de Ormuz e para novas garantias relacionadas ao programa nuclear iraniano.

Ao conversar com jornalistas após acompanhar as finais da NBA, Trump afirmou que as duas nações aceitaram interromper os ataques recentes após uma nova rodada de confrontos registrada nos últimos dias. De acordo com ele, os avanços ocorreram com participação direta da diplomacia americana.

Presidente dos EUA diz que acordo prevê reabertura do Estreito de Ormuz | Foto: Tom Williams/Getty Images

O republicano também declarou estar confiante de que as negociações caminham para um resultado positivo e disse não enxergar obstáculos significativos para a assinatura do acordo. Mesmo com o otimismo, destacou que as restrições impostas pelos Estados Unidos aos portos iranianos permanecem em vigor.

Um dos pontos centrais das conversas, segundo Trump, é impedir que o Irã desenvolva armamento nuclear. Ele afirmou que o eventual acordo incluirá mecanismos para evitar esse cenário e contribuirá para reduzir a instabilidade na região.

Apesar das declarações, o momento segue delicado. Irã e Israel suspenderam temporariamente as ofensivas mútuas após uma escalada recente de violência, mas autoridades iranianas já sinalizaram que novos ataques poderão ocorrer caso operações militares israelenses continuem no sul do Líbano.

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Praticante de stand up paddle resgastada na Praia da Ingrina

9 June 2026 at 11:50

Uma mulher de 40 anos, que estava a praticar stand up paddle, foi resgatada pela Autoridade Marítima Nacional (AMN), depois de ter sido arrastada pela corrente na tarde desta terça-feira, 8 de Junho, na praia da Ingrina (Vila do Bispo).

O alerta foi dado às 16h54, dando conta de que a mulher estava «em dificuldades na água».

De imediato, foram ativados elementos do Projeto “SeaWatch” e tripulantes da Estação Salva-vidas de Sagres.  

«À chegada, os elementos do Projeto “SeaWatch” auxiliaram prontamente a vítima e o nadador-salvador, tendo os tripulantes da Estação Salva-vidas procedido ao resgate para terra», conta a AMN.​

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Ronaldo é “o melhor de todos os tempos” e “grande referência” 

9 June 2026 at 09:20

O capitão da seleção portuguesa de futebol Cristiano Ronaldo “continua a ser uma grande referência”, segundo o antigo internacional português Fernando Meira, que espera do “muitos golos” no Mundial2026 do “melhor de todos os tempos”.

“Ao olhar para trás até me arrepia, o que ele representa para nós, para Portugal, para todo o mundo e para os mais jovens, em que é visto como um exemplo. Ele sempre demonstrou que é alguém que supera as expectativas, que trabalha e se dedica de forma ímpar e foi um orgulho tremendo acompanhar a sua evolução e desempenho. É o melhor de todos os tempos”, afirmou Fernando Meira, em declarações à agência Lusa.

O antigo defesa central e médio defensivo, de 48 anos, esteve presente na estreia de Ronaldo em fases finais de um Campeonato do Mundo, em 2006 na Alemanha, onde Portugal terminou no quarto lugar, a segunda melhor classificação de sempre, depois do terceiro na estreia em 1966.

Para Meira, Ronaldo, com 41 anos, já não apresenta as mesmas características de outros tempos, mas continua a ser uma mais-valia para o grupo às ordens do espanhol Roberto Martínez.

“Não tem as características naturais e físicas de outros tempos, mas continua a ser uma grande referência, como jogador e como capitão. É uma mais-valia”, salientou.

Fernando Meira, internacional português em 54 ocasiões e que representou clubes como Vitória SC, Benfica, Estugarda, Galatasaray, Zenit São Petersburgo ou Saragoça, acredita que a presença de Ronaldo significa golos e que pode até abrir muitos espaços para os companheiros de equipa.

“Vai atrair atenções e esperemos que consiga fazer um bom Mundial, com muitos golos. Hoje em dia não desequilibra no um para um, mas, na finalização, os golos falam por si e abre espaços para outros”, destacou, lembrando a qualidade individual das opções disponíveis em Portugal, com “alguns dos melhores na atualidade mundial”.

O Mundial2026 arranca na quinta-feira e decorre até 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

Portugal vai disputar o Grupo K e tem estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início marcado para as 12:00 (18:00 horas de Lisboa).

Segue-se o estreante Uzbequistão em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).

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Fernando Meira considera que Portugal justifica ser um dos candidatos à vitória no Mundial2026

9 June 2026 at 09:17

O antigo internacional português Fernando Meira considerou hoje que Portugal “merece” ser um dos candidatos à vitória no Campeonato do Mundo de futebol de 2026, alertando para a necessária gestão física do grupo às ordens de Roberto Martínez.

“Vejo como um candidato, pela qualidade individual e coletiva de Portugal, neste que será um Mundial especial, porque deve ser o último de Neymar, Messi e Ronaldo, três jogadores lendários. Portugal tem tido um percurso em que merece essa distinção, merece a carga e responsabilidade de ser um dos favoritos. Tem um grupo acessível e depois é importante ter um pouco de sorte num percurso, que esperemos, leve até à final”, disse Meira, em declarações à agência Lusa.

Portugal integra o Grupo K e vai estrear-se frente à República Democrática do Congo, em Houston, no dia 17 de junho, às 12:00 (18:00 horas de Lisboa).

Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o agrupamento fechado no dia 27 de junho, quando Portugal a defrontar a Colômbia em Miami, a partir das 19:30 (00:30 de 28 de junho).

Meira, internacional português em 54 ocasiões, alertou para a importância do embate com os congoleses, num jogo em que Portugal é favorito, mas vai enfrentar uma adversário motivado e em busca de uma surpresa.

“Portugal só tem a perder e a República Democrática do Congo percebe que Portugal é favorito. Temos de entrar com uma concentração exemplar, porque eles vão ter uma motivação extra. No Mundial não existem equipas fáceis, mas sim equipas mais ou menos acessíveis e o [RD] Congo é das mais acessíveis, apesar de ter qualidade”, salientou.

Para o antigo central e médio defensivo, a seleção orientada pelo espanhol Roberto Martínez tem “obrigatoriamente de ganhar” à formação africana, algo que também pode ajudar na gestão da equipa mais à frente no torneio.

“Acredito que vamos vencer e é quase imperial começar como uma vitória, que vai dar confiança e uma tranquilidade diferente. Também pode ajudar, depois, na gestão da sobrecarga, que pode ser marcante e decisiva no Mundial. Temos jogadores já com muitos minutos nas pernas. A parte mental quer muito, vai haver muita motivação para representar Portugal, mas o cansaço também vai estar presente”, explicou.

Fernando Meira, de 48 anos, esteve presente na fase final do Mundial2006, na Alemanha, onde Portugal chegou ao quarto lugar, a segunda melhor classificação de sempre depois da terceira posição na estreia em 1966.

O antigo futebolista, que representou, entre outros, Vitória SC, Benfica, Estugarda, Galatasaray, Zenit São Petersburgo ou Saragoça, explicou que hoje em dia a carga de jogos é “muito maior” do que na sua altura e é algo que merece uma atenção detalhada.

“Queremos todos representar a seleção, todos queremos jogar e por vezes não é fácil perceber que tens de descansar. A parte física é algo que não se consegue controlar”, frisou.

Apesar do cansaço e da ausência de férias, numa época já longa para muitos, Meira, que se sagrou campeão com o Estugarda, na Alemanha, e com Zenit, na Rússia, lembra que representar Portugal na fase final de um Mundial é o momento “mais alto da carreira de um jogador”, e acredita que a motivação não vai faltar.

O Mundial2026 vai decorrer de quinta-feira a 19 de julho nos Estados Unidos, no Canadá e no México.

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Terramoto de magnitude 7,8 atinge as Filipinas, causa destruição e alertas de tsunami foram emitidos

9 June 2026 at 00:40

Pelo menos 19 pessoas morreram em consequência de um terramoto de magnitude 7,8 Richter que atingiu nesta segunda-feira (08 de junho) o litoral da ilha de Mindanao, no sul das Filipinas, segundo noticia a BBC News Brasil, citando fonte das autoridades.

O terramoto ocorreu às 07:37 horas no horário local (segunda-feira às 00:37 hrs de Lisboa), provocando alertas de tsunami em vários pontos da região, nomeadamente nas Filipinas, Indonésia, Japão e Austrália. Alguns desses alertas seriam cancelados horas depois.

Entretanto, vídeos e imagens mostravam prédios desmoronando, incluindo um clipe de um restaurante reduzido a escombros (foto anexa).

Pelo menos 134 pessoas ficaram feridas em várias províncias – Cotabato do Sul, Sultan Kudarat, Sarangani – e na cidade de General Santos, segundo disse uma autoridade local. Esses números ainda precisam ser verificados pela agência nacional de desastres, salienta a BBC News Brasil.

A contagem oficial da agência – Conselho Nacional de Redução e Gestão do Risco de Desastres – normalmente ocorre cerca de um dia após os incidentes. Eles consolidam todos os números fornecidos por várias fontes, incluindo a polícia, autoridades locais e agências de ajuda em desastres.

O presidente filipino Bongbong Marcos disse num comunicado que as agências estão coordenando a sua resposta a desastres. “O governo nacional está agindo e não deixaremos Mindanao para trás“, prometeu.

Marcos também ordenou a suspensão das aulas nas áreas afetadas após o terramoto, que coincidiu com o primeiro dia do ano letivo nas Filipinas.

General Santos, a cidade próxima ao epicentro do terramoto, é conhecida como a capital do atum das Filipinas. Também é conhecida como a cidade natal de Manny Pacquiao, o campeão mundial de boxe que depois virou político.

De referir ainda que os terramotos são comuns nas Filipinas, que fica sobre o geologicamente instável “Anel de Fogo” do Pacífico.
Embora a maioria desses tremores seja leve e passe relativamente de forma tranquila, alguns já se mostraram mortais: em setembro do ano passado, um terramoto de magnitude 6,9 atingiu a região central de Visayas, matando mais de 70 pessoas e deixando um número significativo de feridos.

Presidente da República entrega bandeira de Portugal à seleção para ser usada na final

8 June 2026 at 22:34

O Presidente da República, António José Seguro, entregou hoje uma bandeira nacional à seleção portuguesa de futebol, para que esta a possa utilizar após a final do Mundial2026, manifestando esperança de que se sagre campeã.

“O país acredita em vós. Façam-nos sonhar e tragam para Portugal a taça que nos falta. Vamos todos torcer por vocês. Acredito que, com o vosso entusiasmo, força, fibra, talento e trabalho, isso é possível. Entrego hoje, simbolicamente, a bandeira nacional, para que todos a possam transportar no dia 19 de julho. Será o sinal que conseguimos e que o sonho se tornou realidade e são de novo os campeões, mas, desta vez, campeões do mundo”, afirmou, numa cerimónia na Cidade do Futebol.

Foi com este mote que António José Seguro visitou a comitiva que vai disputar o Campeonato do Mundo, numa organização tripartida entre Estados Unidos da América, Canadá e México, que arranca na quinta-feira e termina em 19 de julho.

“Joguem uns pelos outros, trabalhem uns pelos outros, joguem e trabalhem em memória do nosso Diogo Jota também. Quero que saibam que, mais importante do que tudo, está a alegria e o orgulho de vestir a camisola das ‘quinas’”, apelou.

O Presidente da República lembrou que, a torcer, vão estar todos os portugueses que vivem no país, os portugueses que vivem “espalhados pelo mundo” e ainda muitos que, não sendo portugueses, “se identificam com o espírito e entusiasmo”.

“Num torneio desta dimensão, também se passa por muitas dificuldades e muitas exigências, mas é aí que se mostra a fibra e a alma de ser português. Nessa altura, estarão milhões de pessoas em todos os cantos do mundo a torcer por vós e a dar-vos o máximo apoio”, frisou o Chefe de Estado, eleito em março deste ano.

Pelas mãos do capitão Cristiano Ronaldo, António José Seguro recebeu também a camisola oficial da equipa das ‘quinas’, personalizada com o seu nome, além de um busto com essa mesma camisola representada, entregue pelo presidente da Federação Portuguesa Futebol (FPF), Pedro Proença.

“A seleção nacional parte em breve para um desafio de enorme exigência, mas fá-lo com a confiança de saber que leva consigo o apoio de todo o país. O exemplo, dedicação e espírito ao serviço público de vossa excelência é uma inspiração para a nossa seleção. Tal como no exercício das mais altas funções de Estado, também o futebol se exige de amor, compromisso e sentido de missão”, salientou Proença.

O presidente da FPF apontou o significado e a importância do futebol na vida coletiva, sendo um espaço de “identidade, coesão e esperança”, e espera que a seleção corresponda às expectativas depositadas.

No final da cerimónia, o Presidente da República e o líder da FPF juntaram-se ao selecionador Roberto Martínez e a todos os 27 futebolistas convocados para uma fotografia oficial e para juntos entoarem o hino oficial do país, A Portuguesa.

“A sua presença aqui representa a união de todos os portugueses à volta da nossa equipa e dá-nos ainda mais força para os desafios que temos pela frente. A nossa seleção vai dar tudo por Portugal e vai entrar em campo com a responsabilidade de levar os sonhos de milhões de portugueses”, disse o selecionador de Portugal, o espanhol Roberto Martínez, na qualidade de porta-voz de toda a comitiva lusa.

Portugal viaja na sexta-feira rumo a Palm Beach, em Miami, na Florida, onde vai ‘montar’ o seu centro de estágio, iniciando a prova inserido no Grupo K, tendo a estreia marcada para 17 de junho frente à República Democrática do Congo, em Houston, numa partida com início agendado para as 12:00 locais (18:00 horas de Lisboa).

Segue-se o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, também em Houston e igualmente com início agendado para as 12:00 (18:00), ficando o grupo fechado em 27 de junho, com Portugal a defrontar a Colômbia, em Miami, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).

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