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Trump accusato di essersi addormentato durante le Nba Finals: le immagini del Madison Square Garden scatenano la polemica

9 June 2026 at 21:39

Donald Trump l’ha fatto ancora. O almeno così sostengono i suoi critici, che da anni gli rimproverano una certa tendenza ad “addormentarsi sul posto di lavoro“. Questa volta l’ufficio non era lo Studio Ovale, ma il palco privato del Madison Square Garden, da cui il presidente americano ha assistito a Gara 3 delle Nba Finals tra i New York Knicks – la squadra per cui tifa da sempre in quanto nato a New York – e i San Antonio Spurs. Dopo aver incassato i fischi di parte del pubblico quando è apparso sui maxischermi durante l’inno nazionale, sui social sono diventati virali alcuni video che lo mostrerebbero apparentemente assopito accanto a James Dolan, proprietario dei Knicks.
La polemica è tutt’altro che nuova. Sui social circola da tempo l’hashtag “Commander-in-Sleep“, soprannome ironico coniato dagli ambienti democratici per prendere di mira il presidente. Le reazioni non si sono fatte attendere: il gruppo anti-Trump Lincoln Project ha definito la serata “il pisolino finanziato dai contribuenti più costoso della storia”, mentre la deputata democratica Alexandria Ocasio-Cortez ha commentato con un lapidario “datti una svegliata”. Altri utenti hanno ironizzato sul fatto che Trump, dopo aver invitato gli americani a “guardare la partita in tv” se non potevano permettersi i costosi biglietti delle Finals, sia sembrato addormentarsi proprio durante l’incontro. Molti i commenti infuriati dei tifosi Knicks, che hanno dovuto spostare il loro storico ‘watch party’ dall’esterno del Garden a Bryant Park per motivi di sicurezza, mentre sugli schermi veniva inquadrato il presidente apparentemente assopito durante la partita tirata fino all’ultimo possesso, poi vinta dagli Spurs.
Non è la prima volta che Trump viene accusato di appisolarsi in pubblico. Già durante il processo penale di New York del 2024 diversi cronisti lo descrissero con gli occhi chiusi e la testa reclinata per lunghi tratti. Scene simili sono state osservate più volte anche nel corso del suo secondo mandato, durante riunioni di governo, briefing nello Studio Ovale e incontri internazionali. Trump e la Casa Bianca hanno sempre respinto le accuse: il presidente ha sostenuto di limitarsi a “chiudere i suoi bellissimi occhi azzurri” per ascoltare meglio e “assorbire tutto”, mentre i collaboratori hanno descritto le immagini come semplici “lunghi battiti di ciglia” o parlato di stanchezza dovuta ai ritmi di lavoro particolarmente intensi del tycoon.

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Trump amenaza con represalias a Irán tras derribar un helicóptero de EEUU

9 June 2026 at 18:28
Donald Trump, presidente de EEUU, en una comparecencia en el Despacho Oval.

La tregua entre Estados Unidos e Irán podría estar a punto de saltar por los aires. El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha dicho este martes que habrá represalias contra Irán por haber derribado un helicóptero estadounidense en el estrecho de Ormuz. El ataque no dejó víctimas. Tuvo lugar 100 días después del inicio de las hostilidades. Desde el 7 de abril está en vigor una tregua cada vez más frágil.

"Acabo de ser informado por nuestras Fuerzas Armadas de que los iraníes derribaron uno de nuestros helicópteros Apache de alta tecnología mientras patrullaba el estrecho de Ormuz", ha escritoTrump en su red Truth Social. "Dos pilotos estuvieron involucrados, ambos sanos y salvos. No obstante, Estados Unidos debe, necesariamente, responder a este ataque", ha añadido.

El helicóptero estadounidense cayó cerca de la costa de Omán, donde los dos soldados a bordo sobrevivieron, según informó este martes el Comando Central de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos (Centcom). Fuerzas estadounidenses rescataron a los dos tripulantes del helicóptero AH-64 Apache, según informa la agencia Efe.

En el golfo de Omán, el Ejército estadounidense disparó a un buque petrolero por violar el bloqueo que Washington impone desde el 13 de abril contra embarcaciones que salen y llegan a puertos iraníes.

Discrepancias con Netanyahu

Estos hechos ocurren en medio de los nuevos enfrentamientos en la región, donde Irán e Israel han intercambiado ataques en los últimos días. Trump exigió el lunes a las dos partes que pararan. Las discrepancias con su aliado, el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, son cada vez más intensas. Netanyahu quiere seguir atacando el Líbano hasta reducir a su mínima expresión a Hizbulá. Pero la campaña militar contra Irán y sus aliados se ha revertido contra Israel y EEUU.

El presidente estadounidense aseguró que podría alcanzar un acuerdo con Irán en "dos o tres días", el enésimo plazo que plantea tras varias semanas de negociación con la República Islámica. Sin embargo, en cualquier momento puede decidir más ataques. Irán no se quedará de brazos cruzados y la escalada salpicará a toda la región.

The Trump Administration moves forward with revoking the citizenship of 17 naturalized immigrants

Seventeen naturalized U.S. citizens could lose their citizenship after the Department of Justice announced new actions on Monday to revoke that status. The move is part of the denaturalization campaign pursued by President Donald Trump’s administration against people whom the Republican government says obtained citizenship through fraud or deception during the naturalization process.

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© Robert Nickelsberg (Getty Images)

Applicants for U.S. citizenship receive their naturalization certificates in New York on June 4, 2025.

Magical thinking, extraterrestrials and the Devil himself: why spirituality is back

9 June 2026 at 19:06

No more gods, no more fairies, no more magic. The dawn of the Enlightenment implied the displacement of religious ideas, superstitions and all supernatural belief. Reason-led scientific knowledge would guide civilization towards progress. Max Weber called this process the “disenchantment of the world,” as its steam engine flattened prophets and goblins alike.

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Concert during the ‘LLAMADOS’ evangelical gathering in Madrid’s Movistar Arena on January 12, 2026.A Christian meditation seminary with the priest Pablo D’Ors on November 16, 2025.

© Parveen Kumar (Hindustan Times / via Getty Images)

A class at the 12th International Day of Yoga on June 1 in Gurugram, India.

Deputados brasileiros contestam políticas de Trump em Washington

Como presidente do Conselho Diretivo do Washington Brazil Office (WBO), não posso deixar de escrever a coluna desta semana sobre a importante atividade parlamentar brasileira que ocorreu na semana passada em Washington. Uma delegação de quatro líderes partidários, apoiada pelo WBO, viajou à capital americana em um momento muito oportuno, considerando os recentes ataques ao Brasil promovidos pelo bolsonarismo e seus aliados no Partido Republicano e no governo Trump.

A delegação era composta por quatro membros da Câmara dos Deputados: Jandira Feghali (PcdoB-RJ), Pedro Uczai (PT-SC), Pedro Campos (PSB-PE) e vice-líder do governo, e André Janones (MG-Rede). Sua missão era entrar em contato com membros do Partido Democrata no Congresso americano para informá-los sobre a atual situação política no Brasil e alertá-los sobre os impactos negativos que as novas políticas de Trump terão no país.

Entre os temas abordados pela delegação junto aos membros do Congresso dos EUA, estava o apelo para incentivar a cooperação internacional entre o Brasil e os Estados Unidos no combate ao crime organizado transnacional, aos grupos criminosos e à lavagem de dinheiro. A proposta, extremamente detalhada, apresentou uma série de sugestões minuciosas sobre como a cooperação internacional poderia abordar as ameaças à segurança pública sem renunciar à soberania nacional brasileira.

Um segundo pedido público solicitou uma investigação para apurar “se indivíduos, empresas, escritórios de advocacia, contas bancárias, fundos, veículos de investimento, contratos de serviços, estruturas corporativas ou intermediários sujeitos à jurisdição dos EUA foram utilizados para receber, movimentar, ocultar, disfarçar ou integrar fundos potencialmente obtidos ilicitamente, ligados ao caso Banco Master, a Daniel Vorcaro, a estruturas financeiras relacionadas a Reag, a fundos suspeitos de estarem ligados à lavagem de dinheiro associada ao PCC e a agentes políticos brasileiros ligados à família Bolsonaro”.

Uma terceira questão levantada pela delegação diz respeito às novas tarifas impostas por Trump ao Brasil, considerando os significativos superávits comerciais em bens e serviços com o país. “Substituir a racionalidade econômica por interesses ideológicos e geopolíticos prejudica a estabilidade e enfraquece a relação estratégica entre os dois países”, argumentou a missão.

A recepção à delegação foi bastante positiva. O deputado Jim McGovern, democrata de Massachusetts e copresidente da Comissão Bipartidário Tom Lantos de Direitos Humanos no Congresso norte-americano, e a deputada Sidney Kamlager-Dove, democrata da Califórnia e copresidente do bancada Brasil no Congresso dos EUA, expressaram gratidão pela oportunidade de se reunirem com a delegação e prometeram considerar seriamente as recomendações propostas. Outros gabinetes do Congresso tiveram reações positivas semelhantes, conforme noticiado pela Folha de São Paulo.

O diretor executivo da WBO, Paulo Abrão, que recentemente atuou como secretário executivo da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, comentou sobre o propósito da delegação: “Neste momento, é essencial diversificar as vozes legislativas brasileiras que dialogam com os Estados Unidos. Esta delegação reúne líderes democráticos de alto nível, cuja participação contribuirá para um debate mais informado e uma compreensão mais profunda da realidade política e institucional do Brasil no cenário internacional.”

Reunião no Gabinete de Jim McGonvern

Denúncias contra ataques à democracia brasileira nos Estados Unidos

Esta não foi a primeira delegação parlamentar brasileira organizada pela WBO. Em fevereiro de 2020, às vésperas do surto de covid-19 nos Estados Unidos, as congressistas brasileiras Joênia Wapichana (REDE-RR), Erika Kokay (PT-DF) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS) viajaram a Washington para realizar reuniões estratégicas com parlamentares americanos. Elas discutiram ações contra políticas retrógradas de Jair Bolsonaro, no Brasil, e Trump, nos EUA, durante seu primeiro mandato.

Em julho de 2022, a WBO organizou outra missão composta por representantes de 20 organizações da sociedade civil que se reuniram com membros do Senado e da Câmara dos Representantes dos EUA; a Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais (AFL-CIO), a maior federação sindical dos EUA, representando 15 milhões de trabalhadores; a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos; e outras entidades internacionais sediadas em Washington. O objetivo deles era discutir as ameaças às eleições brasileiras feitas pelo governo Bolsonaro, que questionava a validade das urnas eletrônicas, e pedir à comunidade internacional que reconhecesse o resultado das eleições presidenciais.

Após a reunião da delegação com o senador Bernie Sanders, o socialista democrata do estado de Vermont declarou: “O que ouvi [da delegação] infelizmente me parece muito familiar, por causa dos esforços de [Donald] Trump e seus aliados para minar a democracia americana. Não me surpreende que Bolsonaro esteja tentando fazer o mesmo no Brasil. Esperamos sinceramente que o resultado das eleições [brasileiras] seja reconhecido e respeitado, e que a democracia, de fato, prevaleça no Brasil.”

Em grande parte, devido a isso e a outras ações, o Senado dos EUA aprovou por unanimidade uma resolução “exortando o Governo do Brasil a garantir que as eleições de outubro de 2022 sejam conduzidas de maneira livre, justa, credível, transparente e pacífica; caso contrário, os Estados Unidos deverão reconsiderar suas relações com o governo brasileiro e suspender os programas de cooperação, inclusive na área militar.” A resolução também pediu ao governo Biden que “reconhecesse imediatamente o resultado da eleição no Brasil” e que “revisasse e reconsiderasse a relação entre os Estados Unidos e qualquer governo que chegue ao poder no Brasil por meios antidemocráticos, incluindo um golpe militar”.

Em uma iniciativa paralela, ao longo de 2021 e 2022, o governo Biden enviou uma série de comunicados ao governo Bolsonaro e às Forças Armadas brasileiras, afirmando que o governo dos EUA se oporia a qualquer tentativa de ação militar para reverter os resultados da eleição. Agora sabemos que as mensagens claras e consistentes do presidente Biden, juntamente com várias declarações de membros do Congresso dos EUA, desencorajaram generais importantes das Forças Armadas de se juntarem à tentativa de golpe de Jair Bolsonaro, contribuindo para o seu fracasso.

A invasão da Praça de Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 levou a mais uma missão internacional. Entre 29 de abril e 2 de maio de 2024, o Instituto Vladimir Herzog, em parceria com o WBO, promoveu a troca de experiências entre parlamentares sobre os ataques de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA e os de 8 de janeiro de 2023, no Brasil. A missão foi composta membros da CPI sobre o 8 de janeiro: Senadora Eliziane Gama (PSD-MA), Deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), Senador Humberto Costa (PT-PE), Deputado Rafael Brito (MDB-AL), Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Deputado Rogério Correia, (PT-MG).

O instituto de pesquisa Plataforma CIPÓ, em parceria com o Washington Brazil Office (WBO), liderou entre os dias 4 e 6 de dezembro de 2024 outra missão de diplomacia parlamentar a Washington para fortalecer o compromisso e a cooperação entre congressistas brasileiros e estadunidenses na promoção da ação climática, do desenvolvimento sustentável e da defesa da democracia no cenário internacional. Ela ocorreu no contexto da COP30 no Brasil. Do lado brasileiro, estiveram os deputados federais Célia Xakriabá (PSOL-MG), Dandara (PT-MG), Túlio Gadelha (Rede-PE) e Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Encontro com deputado Jaime Raskin, do partido Democrata, em 2022
Encontro com deputado Jaime Raskin, do partido Democrata, em 2022

Um precedente histórico durante a ditadura

A visita dos quatro deputados na semana passada, bem como as articulações públicas e transparentes das organizações da sociedade civil nos Estados Unidos durante as eleições de 2022 e as outras missões internacionais, têm outro importante precedente histórico, ocorrido durante a ditadura militar. Escrevi sobre isso no livro Apesar de vocês: a oposição à ditadura militar brasileira nos Estados Unidos, cuja segunda edição ampliada será publicada pela Editora da UNESP ainda este ano.

Em 2 de setembro de 1968, o deputado oposicionista Márcio Moreira Alves fez um discurso na Câmara dos Deputados denunciando a violenta invasão da Universidade de Brasília (UnB) pelas Forças Armadas. Ele apelou à população para boicotar os próximos desfiles militares do 7 de setembro, dia da Independência do país, o que enfureceu os generais no poder. Moreira Alves também apelou às moças brasileiras, “aquelas que dançam com cadetes e namoram jovens oficiais” para se recusarem a manter relações românticas com cadetes militares até a restauração da democracia. 

O general Emílio Garrastazu Médici, então chefe do Serviço Nacional de Inteligência (e posteriormente presidente), divulgou a proposta do congressista dentro das Forças Armadas, provocando pressão sobre o governo para que respondesse ao discurso “sedicioso” de Alves. Isso desencadeou uma série de eventos que levaram o partido do governo militar a tentar punir Moreira Alves, apesar da imunidade parlamentar.

Em uma reviravolta surpreendente, o Congresso votou 216 a 141, com 12 abstenções, contra a cassação de Moreira Alves. O presidente e general de quatro estrelas Artur da Costa e Silva usou essa rebelião parlamentar como pretexto para reprimir a oposição por meio da promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5). O decreto concedeu aos militares poder ilimitado para fechar o Congresso, suspender o habeas corpus, abolir os procedimentos democráticos, aumentar a censura e realizar tortura e repressão sistemáticas contra a oposição.

Moreira Alves estava no topo da lista de políticos e outras pessoas que seriam punidas pela AI-5, então ele fugiu para o exílio no Chile. Logo depois, viajou para Washington para se encontrar com Mike Mansfield, o presidente do Senado dos EUA, e outros membros do Congresso, para denunciar o regime militar e pedir ao governo dos EUA, que havia apoiado o golpe de Estado de 1964, que cortasse toda a ajuda econômica e militar.

Ele retornou no ano seguinte para discursar no segundo congresso da Associação de Estudos Latino-Americanos, realizado em Washington, D.C. Como resultado de suas articulações, os membros da associação, especialistas em América Latina, aprovaram uma resolução pedindo o fim do apoio dos EUA ao regime militar. No dia seguinte, em uma coletiva de imprensa, Alves declarou: “Somente a opinião pública internacional poderia impedir os generais de torturar ‘rotineiramente’ os presos políticos”.

Em resposta ao processo de crescente repressão aos opositores do regime, acadêmicos estadunidenses que trabalhavam com o Brasil, clérigos progressistas e um pequeno grupo de exilados brasileiros formaram American Friends of Brazil, uma pequena organização que realizou dezenas de atividades nos Estados Unidos para denunciar a tortura e a repressão no Brasil, bem como as políticas antipopulares do regime militar. Esse esforço inspirou um movimento descentralizado de “amigos do Brasil” para educar o público estadunidense sobre a situação no país sob a ditadura.

Ao longo das cinco décadas seguintes, diferentes ativistas – estadunidenses e brasileiros – organizaram uma miríade de atividades em apoio aos movimentos sociais e ao fortalecimento da democracia no Brasil após a transição para o governo civil, culminando na fundação da Rede nos EUA para a Democracia no Brasil na Faculdade de Direito da Universidade de Columbia, em 1º de dezembro de 2018. Nessa reunião, os 200 participantes brasileiros e estadunidenses também aprovaram uma resolução para formar o Washington Brazil Office.

Diplomacia entre EUA e Brasil é longa e complexa

É importante destacar a metodologia da recente delegação de quatro deputados e das missões da sociedade civil que a WBO organizou para articular suas preocupações aos formuladores de políticas dos EUA. Em primeiro lugar, elas foram construídas sobre um amplo conjunto de preocupações articuladas por organizações da sociedade civil e políticos progressistas. As articulações foram transparentes e as visitas e reuniões em Washington foram compartilhadas abertamente com a imprensa e, por meio dela, com o público brasileiro.

Não se tratava de reuniões secretas com o Secretário de Estado Marco Rubio e outros membros do governo Trump para planejar maneiras de minar o governo brasileiro atual, impor tarifas punitivas ao país e proteger criminosos escondidos nos Estados Unidos. Elas não foram planejadas para encorajar o governo dos EUA a assumir o controle dos minerais raros do Brasil, como o governo Trump fez com o petróleo venezuelano. Elas não tinham o objetivo de longo prazo de encontrar maneiras de permitir que instituições financeiras internacionais minassem o sistema PIX de transferências de dinheiro e o substituíssem por um sistema que beneficiasse bancos e empresas de cartão de crédito dos EUA.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Governo Trump declara que o Brasil não é mais um aliado amigável

Além disso, nenhum dos membros das delegações da sociedade civil brasileira ou líderes de partidos políticos progressistas havia usado dinheiro de fontes questionáveis ​​para comprar propriedades caras na Flórida ou no Texas. Tampouco defenderam o regime militar brasileiro e seu legado.

Em vez disso, representavam as preocupações de mais de 80 organizações da sociedade civil brasileira afiliadas ao Washington Brazil Office, envolvidas em uma ampla gama de questões políticas, econômicas, sociais e culturais destinadas a expandir a democracia, proteger populações vulneráveis, o meio ambiente e os recursos naturais do país.

O Brasil e os Estados Unidos têm uma relação longa e complexa desde 1824, quando o presidente James Monroe reconheceu o país recém-independente. As duas nações colaboraram estreitamente na luta global contra o fascismo durante a Segunda Guerra Mundial. Infelizmente, no auge da Guerra Fria, os governos de John F. Kennedy e Lyndon B. Johnson, com o apoio fervoroso do embaixador americano Lincoln Gordon e seu adido militar Vernon Walters, conspirou com os militares brasileiros para derrubar o governo democraticamente constituído de João Goulart.

O governo Trump acaba de declarar que o Brasil não é mais um aliado amigável, tentando criar uma narrativa de que o governo Lula comanda um Estado repressivo e autoritário. O Departamento de Estado dos EUA declarou o PCC e o PV como organizações terroristas, a fim de usar esse status recém-atribuído para justificar intervenções diretas nas políticas internas brasileiras.

A delegação do Congresso que viajou a Washington, juntamente com iniciativas anteriores na mesma linha, representa uma tentativa de construir relações horizontais e igualitárias entre os dois países, em vez de criar condições para que o Brasil seja subserviente ao gigante do norte.

“L’accordo con l’Iran è imminente”: Trump lo ha ripetuto 37 volte in due mesi. Ma il conflitto è ancora in corso

9 June 2026 at 15:59

“Siamo nelle fasi finali di quello che sarà un ottimo accordo, mancano due o tre giorni“: parole di Donald Trump nella mattinata di martedì 9 giugno. Chissà se questo annuncio fa già parte o andrà ad aggiungersi a tutti quelli, identici, fatti negli ultimi due mesi, senza che poi si traducessero in un’intesa reale. La Cnn li ha contati: dal 7 aprile scorso, giorno in cui è stato annunciato il cessate il fuoco tra Stati Uniti e Iran, Trump ha detto che un accordo con la Repubblica Islamica era imminente per ben 37 volte.

Già due mesi fa il presidente americano sui suoi canali social disse che le negoziazioni erano “a buon punto”, ma che sarebbero servite altre due settimane affinché “l’accordo fosse finalizzato e perfezionato”. Sono passati i giorni, le settimane (più di due) e anche i mesi, ma dell’intesa non si ha traccia. Anzi, negli ultimi giorni si è assistito a un nuovo scambio di attacchi tra Teheran e Tel Aviv. Questa impasse non ha impedito al capo della Casa Bianca di continuare a definire “vicina” l’intesa con l’Iran. Lo ha fatto sul suo social Truth, nel corso di incontri ufficiali e nelle varie dichiarazioni pubbliche. Per 37 volte senza che alle parole seguissero i fatti. “Non c’è alcuna indicazione che ciò sia più vero oggi di quanto lo fosse il 7 aprile – scrive Cnn – Ma Trump continua a ripeterlo. O perché è un illuso o perché cerca di calmare i mercati finanziari o perché pensa di poterlo far avverare con la sola forza di volontà”.

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The rise of the Global South

By: A A
9 June 2026 at 15:47

By Chris HEDGES

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The war on Iran has not only ended in a humiliating defeat for the United States, but resulted in a dramatic shift in the balance of power in the Middle East and the Global South.

The humiliating defeat of Israel and the United States in their war on Iran, along with the savagery of the ongoing genocide in Gaza, are ushering in a new world order.

This order is one where voices of reason and stability emanate not from the West — which spent tens of billions of dollars sustaining Israel’s genocide — but from the Global South, including China. It is an order where alliances are being rapidly reconfigured to protect countries from a rogue American state that lashes out like a wounded beast, as it spirals toward terminal decline.

The end of the U.S. Empire, led by an impetuous and clueless Donald Trump, is irreversible.

The U.S. has lost its sixth war in the Middle East in 25 years. Iran’s power has been enhanced not only because it — along with Oman — controls the Strait of Hormuz — where roughly 25 percent of the world’s seaborne oil and 20 percent of the world’s seaborne liquified natural gas pass through — but because it has delivered a stark message, with its drones and missiles, to U.S. allies and bases in the region, while sending the global economy into a tailspin.

Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu — who reportedly lured Trump into the war with Alice-in-Wonderland visions of easy regime change in Iran following the decapitation strikes against the country on Feb. 28, which included the assassination of Iran’s Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei and other political and military figures, along with 168 school children and their teachers — may strike Iran again.

They are desperate. But a renewed bombing of Iran will not work. Iran’s mosaic defense strategy ensures all political and military commanders are easily replaced.

Iran can strangle the world economy by closing the Strait of Hormuz. It can accelerate the pain by getting its Yemeni allies — Ansar Allah — to close the Bab el-Mandeb Strait in the Red Sea, just as they did to Israel-bound ships when defending Palestinians after Oct. 7.

This could result in a complete blockade. Saudi Arabia, with the Bab el-Mandeb Strait open, is able to bypass the Strait of Hormuz and export 5 million barrels a day through its pipeline to tankers in the Red Sea port of Yanbu.

Satellite photo of Bab-el-Mandeb, the strait between the Red Sea and the Gulf of Aden. (WorldWind software/Wikimedia Commons/ Public Domain)

If a ceasefire between the U.S. and Iran is not reached soon, the global economy will crash, perhaps within weeks. The U.S. and its allies, such as Japan, have released some of their extensive strategic oil reserves, however they will not be able to cushion markets indefinitely.

Stockpiles in America’s Strategic Petroleum Reserve are near their lowest in more than 40 years. Once these reserves are depleted, the price of fuel will skyrocket. If a barrel of oil shoots up to $200, the price at the pump could climb as high as $10 per gallon. This, coupled with shortages of other petroleum-based products, along with nitrogen fertilizer, aluminum and helium — an indispensable element in the production of MRI machines and semiconductors — are already shutting down vital industries and driving up prices on basic commodities.

The World Bank projects a 31 percent increase in the cost of nitrogen fertilizers alone — which are produced in the Persian Gulf and transit through the Strait of Hormuz — if the war continues. This will mean a steep rise in the price of food.

Trump is like a dog being pushed unwillingly into a crate. When it appears a deal with Iran is close, he snarls and barks, sabotaging the proposed 30-to-60-day ceasefire agreement. Netanyahu’s apoplectic fits about any agreement that would halt Israeli attacks against Lebanon, along with the potential release of some of Iran’s estimated $100 billion in frozen assets, spurs Trump’s momentary defiance.

But the clock is ticking. There is little time left. And the longer Trump waits, the worse it will get. Neither Trump, nor Netanyahu, are the masters of this game. Iran holds the cards.

Israel’s dream of formalizing its hegemony over the Middle East, codified in the Abraham Accords during Trump’s first term — which normalized relations between Israel and regional states — is dead. This war and the genocide in Gaza killed it.

Trump is attempting to revive them by inserting them into a deal to end the war on Iran. He has demanded states previously uninvolved with the Abraham Accords, such as Pakistan and eventually, Iran, sign up to normalize relations with Israel. Pakistan — the only state to publicly respond — rejected the invitation due to what it called a clash with the country’s “fundamental ideologies.” Every other state Trump appealed to reacted with bewildered silence.

Netanyahu, left, and Trump on Sept. 15, 2020, the signing ceremony day for the Abraham Accords among Israel, Bahrain and the United Arab Emirates. (White House, Andrea Hanks)

Iran demands the removal of sanctions and an end to the naval blockade — which the Central Intelligence Agency concluded Iran can endure for months before it experiences severe economic hardship — in exchange for reopening the Strait of Hormuz. The proposed agreement makes no mention of Iran’s ballistic missile arsenal, which U.S. military and intelligence officials believe remains at 70 percent pre-war levels, according to The New York Times.

Iran, Pakistan, Turkey and Qatar — a lead negotiator with Hamas — are the new powerbrokers in the region.

Pakistan not only signed a mutual defense pact with Saudi Arabia in 2025, it deployed troops, jets and air defense systems to the Gulf dictatorship in April. It has also been hosting ceasefire talks between Trump’s Dumb and Dumber duo of lead negotiators — his feckless son-in-law Jared Kushner and fellow real estate developer and golfing partner, Steve Witkoff.

The war has enhanced the prestige and power of China, which compared to Washington is seen globally as embodying rational, prudent and stable leadership. Iran, in a sign of the new global order, permits Chinese and Pakistani tankers, along with other ships not allied with Israel and the U.S., to travel through the Strait.

The Strait of Hormuz connects the Gulf of Oman, left, with the Persian Gulf, right. The waterway also separates nation of Iran, bottom, from the Arabian Peninsula nations of Oman, United Arab Emirates, and Qatar, top left to right. (NASA Johnson / Flickr/CC BY-NC-ND 2.0)

Israel, unable to convince the U.S. to do its dirty work of bombing Iran into a failed state, will, I expect, strike out with renewed fury against Gaza, perhaps occupying the remaining 30 percent of what is left of the besieged territory. It will continue its Gaza-like policy of turning every structure south of Lebanon’s Litani River into rubble, which it bombs daily despite Iran stating that attacks on Lebanon violate the current ceasefire agreement.

Trump’s savagery and bluster – he threatened to “blow up” Oman if it fails to “behave” after reports of Oman jointly charging tolls with Iran for ships passing through the Strait of Hormuz – cannot mask the impotence of the U.S.

The refusal by America’s allies to heed Trump’s call to help him reopen the Strait, along with the economic misery visited on nations struggling to cope with shortages and the rising costs of energy and fertilizer supplies, are stark evidence of Washington’s pariah status.

Empires, blinded by the myth of their own omnipotence and military superiority, blunder at the final stages into conflicts with little understanding of where they are headed. They alienate their allies. They stumble from one military fiasco to the next, as the U.S. has done for over two decades in the Middle East.

The British Empire in 1956, already in precipitous decline, was humiliated when it conspired with France and Israel to seize the Suez Canal, which Gamal Abdel Nasser had nationalized. The U.S. forced all three countries to halt the invasion. Britain’s pound sterling gave way to the petrodollar. It signaled the last chapter of the British Empire.

The war on Iran is Washington’s Suez Crisis.

This may not be the end of the American Empire, but it is the beginning of the end.

Original article:  consortiumnews.com

Leo XIV, the peacemaker

9 June 2026 at 14:58
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Spaniards are currently getting a close look at a pope the world still knows little about. He has gone from being a mystery, a man who seemed feeble, to becoming, in the space of two months, a startling revelation after he clashed with Donald Trump in mid-April and, two weeks ago, published a far-reaching encyclical; an argument against the techno-fascism of Silicon Valley. His visit to Spain will culminate in the definitive discovery of Prevost, since it is his first major trip to Europe and he will speak to the entire Western world. But what does this pope think and why has he been so disconcerting?

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Iván Cepeda enters final stretch of presidential campaign with no money and Petro on his heels

9 June 2026 at 13:50

Iván Cepeda begins his second week heading into the presidential runoff with no money and time running out. His campaign team, deployed across several regions of the country for the final push, is convinced that the race will be decided in two cities: Bogotá and Barranquilla. The ruling party candidate has renewed his bet on social media: he now appears in more personal videos with voters, painting murals and even playing soccer. And he has the math clear: he needs at least 2.5 million additional votes to overtake his opponent Abelardo de la Espriella and cross the threshold into the Casa de Nariño presidential residence.

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© Ivan Valencia (AP Photo/Ivan Valencia)

Iván Cepeda in Bogotá, June 7, 2026.

“Ho trovato strepitoso Bruce Springsteen contro Trump. Non sono d’accordo per niente con De Gregori, anche se lo amo. La Costituzione è il punto più alto della nostra politica”: così Daniele Silvestri

9 June 2026 at 13:03

Si intitola “Canzoni a sdraio (Live in studio)”, il nuovo progetto discografico di Daniele Silvestri, disponibile dal 12 giugno, che raccoglie alcuni brani meno noti della sua ricca discografia, riletti e riarrangiati in trio. Il progetto sarà accompagnato anche da “Canzoni a sdraio Tour 2026”, prodotto e organizzato da OTR Live, al via il 26 giugno da Porto Torres. Ad anticipare il disco è stato l’inedito, unico del disco, “Sana e robusta Costituzione”. E non è un caso.

“Eravamo in studio e ci separavamo pochi giorni dal Referendum sulla Giustizia – ha affermato Silvestri nel presentare il suo ultimo progetto discografico -. Un tema che ci ha appassionato. La Costituzione ha una storia meravigliosa, che va raccontata. Ha tantissimi pregi perché non è solo un insieme di articoletti di leggi è proprio una scoperta. Secondo il mio punto di vista è il momento più alto della nostra storia politica”.

La scelta della sedia a sdraio è precisa: “Quando sono in studio, e le persone che lavorano con me lo sanno bene, gli orari non esistono più. Riesco a lavorare solo con persone che condividono la stessa passione che non è abnegazione è proprio quella roba che ‘finché non sei contento di quello che hai fatto non smetti’. E devo dire che si sono fatte anche le quattro di mattina (ride, ndr). La sdraio si inserisce in questo contenso. Questo è un disco che non ci è stato ordinato da nessuno, c’era però l’urgenza di comunicare, ma di farlo con il giusto relax. Intendiamoci non è il relax vacanziero, ma quello che si toglie dal flusso a cui siamo abituati, che ci impone sempre di correre e andare veloci. Questo disco ha senz’altro un ritmo diverso”.

Nessuna corsa alla performance né ai numeri: “Ci sono tante sfumature di grigio, ma c’è stato il Circo Massimo pure per me e miei due amichetti (Niccolò Fabi e Max Gazzè; ndr). Ci siamo ritrovati dentro la ‘bolla’, ma magari ci torneremo. Comunque è una esperienza che non rinnegherò mai. Sicuramente non ho l’esigenza di rincorrere i numeri, annunciare sold out, insomma non mi interessa, non mi riguarda e ti dirò di più non ho nemmeno i mezzi per arrivarci. Noi artisti abbiamo bisogno di connessione. C’è chi lo fa con show spettacolari che hanno come obbiettivo quello di stupire le persone che vengono ad ascoltarti e poi c’è chi, invece, preferisce una dimensione intima per affascinare la comunità”.

Infine sul dibattito acceso da De Gregori sull’opportunità o meno degli artisti di esporsi e sulla utilità di Springsteen di fare proclama contro Trump, Silvestri ha le idee chiare: “Nonostante io ami De Gregori, credo che abbia perso un’occasione per non dire nulla, forse era meglio nel suo caso. Io sono totalmente contrario a quelle sue parole. A parte che, nello specifico, quando ho sentito quello che aveva scritto Bruce Springsteen e gliel’ho visto cantare un istante dopo, nell’immediatezza delle cose che stavano succedendo (Trump e le guerre, ndr), l’ho trovato strepitoso. Non ci ho visto proprio niente di ridicolo come è sembrato dire Francesco. Ognuno ha le sue opinioni ed è libero di esprimerle”.

E ancora: “La mia storia credo chiarisca abbastanza bene che, dal mio punto di vista, non penso sia un obbligo che ogni artista debba per forza prendere posizione. Ognuno ha il diritto di ritagliarsi un ruolo diverso che può essere altrettanto utile alla società, anche se non c’entra con lo schierarsi. Non penso che si svaluti chi è solo poeta nel senso più lirico del termine, perché anche dentro quello, dal mio punto di vista, c’è una visione dell’essere umano. La politica è quella che cerca di mettere insieme gli esseri umani nel loro essere società e collettività. Però, per come sono fatto io e per quello che ho sempre pensato, non sono capace di descrivere il mondo che vedo intorno senza darne la mia interpretazione. Non lo riesco a fare, perché è l’unico modo in cui poi sento che sia vero quello che scrivo, che nel mio caso ha spesso a che fare con una dimensione sociopolitica. Quindi è molto improbabile che io possa essere d’accordo con quel tipo di posizione, e nello specifico non lo sono per niente. Però amo De Gregori”.

L'articolo “Ho trovato strepitoso Bruce Springsteen contro Trump. Non sono d’accordo per niente con De Gregori, anche se lo amo. La Costituzione è il punto più alto della nostra politica”: così Daniele Silvestri proviene da Il Fatto Quotidiano.

Trump prevê acordo entre Irã e Israel em poucos dias e fala em reabertura de Ormuz

Donald Trump declarou nesta terça-feira (9) que as negociações para encerrar o conflito entre Irã e Israel estão próximas de um desfecho. Segundo o presidente dos Estados Unidos, um entendimento entre as partes poderá ser concluído em até três dias, abrindo caminho para a retomada da circulação no Estreito de Ormuz e para novas garantias relacionadas ao programa nuclear iraniano.

Ao conversar com jornalistas após acompanhar as finais da NBA, Trump afirmou que as duas nações aceitaram interromper os ataques recentes após uma nova rodada de confrontos registrada nos últimos dias. De acordo com ele, os avanços ocorreram com participação direta da diplomacia americana.

Presidente dos EUA diz que acordo prevê reabertura do Estreito de Ormuz | Foto: Tom Williams/Getty Images

O republicano também declarou estar confiante de que as negociações caminham para um resultado positivo e disse não enxergar obstáculos significativos para a assinatura do acordo. Mesmo com o otimismo, destacou que as restrições impostas pelos Estados Unidos aos portos iranianos permanecem em vigor.

Um dos pontos centrais das conversas, segundo Trump, é impedir que o Irã desenvolva armamento nuclear. Ele afirmou que o eventual acordo incluirá mecanismos para evitar esse cenário e contribuirá para reduzir a instabilidade na região.

Apesar das declarações, o momento segue delicado. Irã e Israel suspenderam temporariamente as ofensivas mútuas após uma escalada recente de violência, mas autoridades iranianas já sinalizaram que novos ataques poderão ocorrer caso operações militares israelenses continuem no sul do Líbano.

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Perpetual war in Beirut’s suburbs: ‘I would move to another planet if that would give me peace’

9 June 2026 at 11:24

On one of the main roads out of Dahieh, the name given to the Beirut suburbs now at the heart of Middle East geopolitics, a row of streetlights bearing the same photograph of Iran’s penultimate supreme leader, the late Ali Khamenei, seem to bid farewell to those leaving the area. A few meters further on, as the city of Beirut begins, the iconography that floods Dahieh with the faces of Iranian and Hezbollah leaders — its Lebanese allies — vanishes, as does, to a large extent, the threat of Israeli strikes.

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© Hassan Ammar (AP Photo)

An apartment hit by an Israeli airstrike on Sunday in Dahiyeh.

Iran war drives a wedge between Trump and Netanyahu

The relationship between Donald Trump and Benjamin Netanyahu lends itself more to psychological analysis than political, after a decade in which the volatile U.S. president has alternately showered the Israeli prime minister with insults and excessive praise — sometimes almost within the same sentence. The war they launched together against Iran 100 days ago has driven them apart as the original plan dissolved: a short, successful operation with oil-related benefits, modeled on the capture of Nicolás Maduro in Venezuela. Beyond how the Iran war is resolved — if it is resolved — its lasting legacy could well be the rift between the two leaders.

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© Pool (Getty Images)

Donald Trump and Benjamin Netanyahu in Jerusalem, October 2025.

Trump booed at NBA Finals in New York

9 June 2026 at 09:52

New Yorkers didn’t hesitate to make their displeasure heard during Donald Trump’s attendance at one of the city’s most important sporting nights in decades. In a packed Madison Square Garden, as the national anthem played before the start of the first NBA Finals game to be staged in New York in 27 years, fans erupted in boos when the president of the United States — the first sitting president to attend an NBA Finals game — appeared in his box, protected by bulletproof glass, and appeared on the arena’s giant screen. The Republican offered a mocking smile as the game between the Knicks and the San Antonio Spurs got under way in a series the New Yorkers now lead 2-1 after the visitors’ 115-111 victory.

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© EPV

Donald Trump at the NBA Finals playoff game at Madison Square Garden in New York.

Fischi per Trump a New York in Knicks-San Antonio di Nba. Lui ribatte: “Credo che fossero per lo più applausi”

9 June 2026 at 07:19

Prima i cori “U-S-A, U-S-A“, poi una bordata di fischi. Così il presidente americano Donald Trump è stato accolto quando è stato inquadrato al momento dell’esecuzione dell’inno nazionale americano al Madison Square Garden di New York. Il tycoon era infatti presente a gara 3 delle Finals Nba tra i Knicks, la sua squadra, e i San Antonio Spurs, vinta dai San Antonio Spurs. Match a cui ha assistito anche il sindaco di New York Zohran Mamdani. I fischi sono finiti quando l’immagine di Trump, ripreso durante il saluto militare, è sparita dal maxischermo. Secondo il resoconto del pool dei media al seguito della Casa Bianca e le foto diffuse, il tycoon era in compagnia, nella sua suite, di un gruppo di stretti collaboratori tra cui Dan Scavino, numero due dello staff, il proprietario dei Knicks e tra i finanziatori della sua compagna elettorale James Dolan, il segretario agli Interni Doug Burgum, il segretario ai Trasporti Sean Duffy e la nipote del presidente, Kai Trump.

Trump era seduto accanto a Dolan per il primo quarto e ha trascorso parte del secondo a parlare con il commissario dell’Nba Adam Silver e con Bruce Blakeman, candidato repubblicano alla carica di governatore. L’elicottero Marine One di Trump è decollato dalla sua casa nel New Jersey ed è atterrato vicino a Wall Street prima che il suo corteo di auto attraversasse Manhattan e raggiungesse l’arena circa un’ora prima dell’inizio della partita. Ha incontrato alcune persone che facevano gesti offensivi e, fuori dall’area, un gruppo esponeva cartelli con la scritta ‘Trump deve andarsene’. Una situazione che comunque non ha turbato il tycoon, che ai giornalisti prima di salire sull’Air Force One per tornare a Washington, ha detto: “Credo che fossero per lo più applausi, c’era molto rumore ed era un’atmosfera molto entusiasta“.

Nel pomeriggio alcuni gruppi di tifosi avevano chiesto di evitare che si presentasse allo stadio: ‘‘Non lo vogliamo”, hanno detto. Infatti la sua presenza ha rovinato la festa a migliaia di newyorkesi: per motivi di sicurezza la città ha deciso di cancellare la proiezione della partita all’esterno del Madison così molti tifosi si sono trovati a Central Park, dove era stato organizzato un altro watching party, e a Bryant Park, dove è stato spostato il party ufficiale che si sarebbe dovuto tenere fuori dall’arena.

Al match era presente anche il sindaco di New York, Zohran Mamdani, che ha pagato di tasca sua un migliaio di dollari per un posto in piedi . Lo ha detto lo stesso Mamdani, indicando che i biglietti sono stati comprati dall’organizzazione delle partite. Trump e Mamdani però non hanno seguito insieme l’incontro. Il sindaco di New York ha infatti sottolineato che lui e Trump si sarebbero trovati “in una sezione molto diversa dello stadio”.

L'articolo Fischi per Trump a New York in Knicks-San Antonio di Nba. Lui ribatte: “Credo che fossero per lo più applausi” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Elon Musk conseguiu o que queria: se vingar do Brasil 

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Elon Musk, o homem mais rico do mundo, tem uma vendeta pessoal contra o Brasil. Desde que ele anunciou o fechamento do seu escritório no país em agosto de 2024, violando o Marco Civil da Internet, segundo interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF), o sul-africano tem tentado fugir das regulamentações criadas pelos brasileiros para melhorar o chorume que sua rede, X, impõe aos nossos cidadãos. 

Naquela batalha, ele saiu perdendo. Desafiou o STF e levou, em troca, uma suspensão da sua rede durante 39 dias entre agosto e setembro de 2024. Foi um choque para o bilionário que acreditava que a suspensão do X, antigo Twitter, levaria à revolta generalizada e protestos nas ruas a seu favor. Qual o quê. O X perdeu relevância no debate público brasileiro e se tornou a casa do chorume, longe de ser a praça pública que um dia representou. 

Meses antes, Musk anunciou seu embarque na campanha de Donald Trump à presidência americana. 

Com centenas de milhares de dólares em apoio – antes e depois da eleição – Musk e outros tecno-oligarcas convenceram Trump a defender as Big Techs contra qualquer país que tente regular sua atuação. Assim, em agosto de 2025, um ano depois de Musk ter tido de enfiar o rabinho entre as pernas, pagar uma multa de R$ 28,6 milhões e abrir uma representação do X no Brasil, Trump ameaçou pela sua rede Truth Social: “Mostrem respeito pela América e pelas nossas incríveis empresas de tecnologia ou considerem as consequências!”.    

Mesmo afastado da Casa Branca, Musk ainda trabalha para punir o Brasil pela humilhação de dois anos atrás. 

É o que revela um documento que faz parte do processo do Escritório Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), que decidiu com base na seção 301 aplicar tarifas de 25% para o Brasil por, entre outras coisas, “práticas desleais” contra empresas americanas, tendo como primeiro item o comércio digital e o PIX. 

Apesar do X ser representado em outros documentos por associações patronais da qual faz parte, como a Associação da Indústria de Computadores e Comunicações (CCIA), Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA) e Conselho da Indústria de Tecnologia da Informação (ITI), a plataforma fez questão de enviar comentários separadamente pedindo uma retaliação.

O documento de quatro páginas enviado ao USTR , submetido por Wifredo “Wifi” Fernandez, diretor global de relações governamentais do X em 17 de agosto do ano passado, detalha que o Brasil é um dos maiores mercados da rede em números de usuários e que os desenvolvimentos nos últimos anos foram “acompanhados de perto” pela plataforma e representaram uma “deterioração” no clima regulatório e judicial para serviços digitais no Brasil. 

“Essas tendências impactam diretamente os provedores de serviços digitais dos EUA e justificam um exame minucioso no contexto do processo da Seção 301″, sugere a empresa. 

Defendendo o Artigo 16 do Marco Civil da Internet, que chama de “salvaguarda” de direitos fundamentais, liberdade de informação e expressão ao determinar que conteúdos só poderiam ser removidos depois de decisão de um tribunal e notificação da empresa, o X afirma que a recente decisão do STF de obrigar empresas a retirar conteúdos ilegais após notificação aumenta a “incerteza jurídica”, traz mais custos à empresa e “afeta potencialmente a expressão legal, incluindo a de cidadãos norte-americanos.”

O X, para convencer o governo dos EUA, repete algumas vezes que as ordens judiciais brasileiras “afetam cidadãos norte-americanos”.  

Reclama, ainda, da obrigação de ter um escritório no Brasil sob pena de seus serviços de aplicações de internet serem bloqueados, “garantindo que as autoridades brasileiras mantenham poder de coerção sobre provedores estrangeiros de aplicações de internet.”

O Marco Civil da Internet, como se sabe, dava uma carta branca para as empresas espalharem e lucrarem não só com fake news, mas com postagens criminais que ameaçavam o Estado democrático de Direito, postagens criminosas que expunham crianças a condições vexatórias e golpes digitais. 

Mas, no documento, a empresa argumenta que pedidos de remoção de conteúdo deveriam ser feitos por um MLAT – pedido formal que passa pelo MJ e pelo Departamento de Justiça americano, com um trâmite demoradíssimo.

Enquanto isso, Elon Musk e os demais tech bros continuariam lucrando com o conteúdo ilegal rodando livremente aqui em solo brasileiro.   

“Os tribunais brasileiros têm entendido, ao longo dos anos, que juízes podem compelir diretamente subsidiárias locais de empresas estrangeiras de aplicações de internet a produzir qualquer evidência digital necessária para investigar atos ilícitos e crimes sob jurisdição brasileira, contornando canais diplomáticos estabelecidos, como o processo de Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT)”, diz o documento. 

Eles reclamam ainda que a abordagem não leva em conta onde os dados são armazenados ou processados, como se o fato de estarem nos EUA provesse um escudo contra a lei de qualquer outro país.   

“Na prática, os tribunais têm ordenado a divulgação direta de dados e conteúdo localizados fora do Brasil, de titulares de dados que são usuários estrangeiros, incluindo usuários norte-americanos, sem envolver as autoridades dos EUA”.

E reclama das punições, que incluem “multas de milhões de dólares, ameaças de prisão de executivos locais e até mesmo o bloqueio do serviço no Brasil.”

Mas até mesmo no documento oficial elaborado pelo seu head de lobby global, Musk não consegue segurar sua ira contra Alexandre de Moraes. 

O documento gasta dois parágrafos para descrever decisões “notadamente emitidas pelo Ministro Alexandre de Moraes” contra o X – incluindo a suspensão no Brasil e o bloqueio de 2 milhões de dólares da conta bancária da Starlink, que chama de “sequestro”. 

“Essas medidas, tomadas contra subsidiárias locais e terceiros não relacionados (incluindo uma empresa norte-americana diferente), ilustram a extensão com que as ações de fiscalização no Brasil podem escalar para além dos limites jurisdicionais domésticos, gerando incerteza jurídica, risco operacional e potenciais barreiras comerciais para empresas sediadas nos EUA.”

Afinal, a decisão do Escritório Comercial reproduz quase literalmente as reclamações do X, ao relembrar as ordens sigilosas de Moraes, o bloqueio da conta do Starlink e a suspensão da plataforma. Não menciona o nome, mas fica claro que o governo Trump fez exatamente o que queria Musk: usar seu caso para punir todo o país por ousar enfrentar o todo poderoso empresário. 

Ainda bem que, pelo menos, o Brasil ainda é o Brasil. 

Assim, no meio de centenas de pedidos de comentários enviados ao USTR, encontram-se algumas trolagens enviadas por brasileiros que se autointitulam como “Fímilícia na Cadeia” ou “Brasileiro gaúcho”. 

Um deles diz que as ações brasileiras: “não prejudicam nada, apenas os americanos invejosos. Bolsonaro contribuiu para a catástrofe das mortes por COVID-19; seus governos terríveis não fizeram nada.”

Outro: “O Brasil é soberano, e não há nada que a nova ditadura ESTADUNIDENSE possa fazer quanto a isso. Vocês estão tão acostumados a menosprezar a América, mas mexeram com o país errado. VIVA A SOBERANIA BRASILEIRA E VIVA A POLÍTICA DE ESQUERDA.

VOCÊS É QUE DISCRIMINAM, NÓS SOMOS SOBERANOS E VOCÊS TERÃO QUE ENGOLIR ISSO. VIVA O BRASIL, VIVA O BRICS.”

Com a nova rodada de considerações sobre a decisão do governo de Trump aberta até 7 de julho na internet, onde a trolagem brasileira é soberana, podemos esperar mais comentários do tipo. Aliás, se você quiser enviar um, aqui está o link. ;) 

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