O ministro Kassio Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), foi sorteado nesta quarta-feira (17) para relatar a notícia-crime apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na petição, a defesa de Flávio afirma que Lula insinuou que os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) mereciam ser enforcados ao chamá-los de “traidores da pátria”.
“Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores do que ele, são vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado. O que merece os traidores?”, questionou o presidente, ao cometer um ato falho, uma vez que Tiradentes é quem morreu enforcado por ser um dos líderes da Inconfidência Mineira.
Lula criticava a decisão dos Estados Unidos de taxar os produtos brasileiros em até 25% após o encontro de Flávio com o presidente Donald Trump.
Trump diz que o Brasil se tornou um "pouco complicado" e que a "situação política ficou um pouco perigosa". Lula respondeu: "Quem tem de aprender com as eleições civilizadas do Brasil é Trump".
Trump diz que o Brasil se tornou um "pouco complicado" e que a "situação política ficou um pouco perigosa". Lula respondeu: "Quem tem de aprender com as eleições civilizadas do Brasil é Trump".
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confundiu Flávio e Eduardo Bolsonaro ao ser questionado sobre as relações com o Brasil durante a Cúpula do G7. Trump disse que “prenderam Bolsonaro Jr.” e que ele estava bem nas pesquisas, no que pareceu ser uma referência à condenação de Eduardo pelo STF.
“Acabei de me despedir dele [Lula] e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava bem nas pesquisas e prenderam porque ele fez uma declaração no Texas. Eles o prenderam, ou querem prendê-lo para revelar alguma coisa”, acrescentou.
“Eles jogam muito duro. Mas ninguém joga mais duro do que os Estados Unidos”, concluiu Trump, repetindo, sem apresentar provas, as alegações de que os EUA tiveram eleições roubadas. “Nós tivemos eleições fraudadas”, disse.
Trump parece confundir Eduardo com Flávio ao dizer que “Bolsonaro Jr.” estava bem nas pesquisas. Flávio (PL) tem 43% das intenções de voto para o 2º turno, enquanto Lula (PT) tem ampliado a vantagem com a revelação do caso Dark Horse e aparece com 49%, segundo levantamento Nexus/BTG.
Já ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi condenado nessa terça-feira (16) pela Primeira Turma do STF pelo crime de coação no curso do processo que apurou uma tentativa de golpe de Estado no Brasil. A pena de 4 anos e 2 meses de prisão deverá ser cumprida em regime semiaberto.
Por unanimidade, os ministros concluíram que o ex-deputado atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes do STF e tentar interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar Jair Bolsonaro. A condenação torna Eduardo inelegível por 12 anos com base na Lei da Ficha Limpa.
Além da inelegibilidade, o STF decretou a perda do cargo efetivo que Eduardo mantém na Polícia Federal e impôs 50 dias-multa, no valor de dois salários mínimos cada. A defesa negou o crime de coação e alegou que Alexandre de Moraes deveria ser considerado impedido de atuar no caso por ser uma das autoridades atingidas pelas sanções americanas.
Relação Brasil-EUA
Os presidentes Donald Trump e Lula participaram da Cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França. Foi a primeira vez que eles se encontraram desde que os Estados Unidos anunciaram novas tarifas de 25% contra produtos brasileiros e classificaram as facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas. As medidas foram anunciadas após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca.
Em resposta às declarações de Trump, que classificou o Brasil como “politicamente perigoso”, Lula afirmou que o presidente americano pode ter suas preferências eleitorais e ideológicas, mas deve respeitar a soberania das nações.
“Para mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro. Do pai, do filho, do neto. Não tem nenhum problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições do Brasil”, declarou Lula. “A única coisa que eu quero é o respeito pelo Brasil”, acrescentou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nas eleições brasileiras e respeite o país.
“Por mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro – do pai, do filho, do neto. Não tenho nenhum problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições no Brasil.”
“As eleições no Brasil são um problema do Brasil, como as eleições americanas são problema deles e não são um problema meu. A única coisa que eu quero é respeito pelo Brasil, assim como eu tenho pelos Estados Unidos”, completou.
“Ele tem o direito de ter as preferências eleitorais dele, as preferências ideológicas dele. Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, concluiu.
“Prenderam ele ou querem prendê-lo. Estão tramando algo para a sua prisão. Eles jogam bem pesado. Mas ninguém joga mais pesado que os Estados Unidos”, disse.
O ex-deputado federal foi condenado a quatro anos e dois meses anos de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (17) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nas eleições brasileiras e respeite o país.
“Por mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro – do pai, do filho, do neto. Não tenho nenhum problema. É um problema dele. Afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições no Brasil.”
“As eleições no Brasil são um problema do Brasil, como as eleições americanas são problema deles e não são um problema meu. A única coisa que eu quero é respeito pelo Brasil, assim como eu tenho pelos Estados Unidos”, completou.
“Ele tem o direito de ter as preferências eleitorais dele, as preferências ideológicas dele. Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania. Só espero isso”, concluiu.
“Prenderam ele ou querem prendê-lo. Estão tramando algo para a sua prisão. Eles jogam bem pesado. Mas ninguém joga mais pesado que os Estados Unidos”, disse.
O ex-deputado federal foi condenado a quatro anos e dois meses anos de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo.
A defesa de Jair Bolsonaro confirmou nesta terça-feira (17) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente é proprietário da arma de fogo que foi apreendida com um de seus seguranças durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
No documento, os advogados afirmaram que a arma está registrada regulamente em nome de Bolsonaro e possui Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf).
De acordo com a defesa, o ex-presidente, que está em prisão domiciliar, pediu ao segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho, que faz parte de sua equipe particular e foi parado na blitz, para levar o armamento para conserto.
Os advogados afirmaram que Bolsonaro constatou que a arma não estava em pleno funcionamento.
"Recentemente, o peticionário constatou, pelo simples acionamento do ferrolho, sem qualquer necessidade de disparo, que o mecanismo não estava funcionando regularmente", disse a defesa.
Os advogados também afirmaram que a posse do amamento não tem relação com o fim do prazo de 90 dias para encerramento da prisão domiciliar e que Moraes não determinou a apreensão do armamento durante a tramitação do processo da trama golpista, no qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão.
"Consigna-se, ainda, que, apesar da condenação imposta na AP 2668, não foi determinada a entrega de armas, o cancelamento de registros ou qualquer providência semelhante. O peticionário, portanto, não se encontrava em situação irregular", concluiu a defesa.
A arma foi apreendida às 23h30 da última segunda-feira (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.
Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de realizar o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.
A defesa de Bolsonaro também afirmou que a arma chegou a ser retirada da posse do ex-presidente após o caso do rompimento da tornozeleira eletrônica no ano passado.
"Embora possuísse regularmente o armamento, as medicações psiquiátricas que vinham sendo ministradas ao peticionário, capazes de afetar sua cognição — e que, inclusive, foram determinantes no episódio do rompimento da tornozeleira eletrônica —, levaram sua equipe de segurança, sem seu conhecimento prévio, a retirar o percussor da arma, tornando-a inoperante", acrescentou.
A defesa de Jair Bolsonaro confirmou nesta terça-feira (17) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente é proprietário da arma de fogo que foi apreendida com um de seus seguranças durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
No documento, os advogados afirmaram que a arma está registrada regulamente em nome de Bolsonaro e possui Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf).
De acordo com a defesa, o ex-presidente, que está em prisão domiciliar, pediu ao segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho, que faz parte de sua equipe particular e foi parado na blitz, para levar o armamento para conserto.
Os advogados afirmaram que Bolsonaro constatou que a arma não estava em pleno funcionamento.
"Recentemente, o peticionário constatou, pelo simples acionamento do ferrolho, sem qualquer necessidade de disparo, que o mecanismo não estava funcionando regularmente", disse a defesa.
Os advogados também afirmaram que a posse do amamento não tem relação com o fim do prazo de 90 dias para encerramento da prisão domiciliar e que Moraes não determinou a apreensão do armamento durante a tramitação do processo da trama golpista, no qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão.
"Consigna-se, ainda, que, apesar da condenação imposta na AP 2668, não foi determinada a entrega de armas, o cancelamento de registros ou qualquer providência semelhante. O peticionário, portanto, não se encontrava em situação irregular", concluiu a defesa.
A arma foi apreendida às 23h30 da última segunda-feira (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.
Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de realizar o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.
A defesa de Bolsonaro também afirmou que a arma chegou a ser retirada da posse do ex-presidente após o caso do rompimento da tornozeleira eletrônica no ano passado.
"Embora possuísse regularmente o armamento, as medicações psiquiátricas que vinham sendo ministradas ao peticionário, capazes de afetar sua cognição — e que, inclusive, foram determinantes no episódio do rompimento da tornozeleira eletrônica —, levaram sua equipe de segurança, sem seu conhecimento prévio, a retirar o percussor da arma, tornando-a inoperante", acrescentou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) supera o senador Flávio Bolsonaro(PL-RJ) em cenários de primeiro e segundo turnos na disputa pelo Planalto no Ceará. É o que mostra pesquisa Atlas/Focus divulgada nesta quarta-feira (17).
De acordo com o levantamento, Lula aparece com 53,4% das intenções de voto, contra 25,1% de Flávio em um eventual cenário de primeiro turno. Atrás deles aparecem também Renan Santos(Missão), com 6,4%; Ronaldo Caiado(PSD), com 4,8%; Joaquim Barbosa(DC), com 1,9%; Romeu Zema(Novo), com 1,4%; Samara Martins(UP), com 0,7%; e Augusto Cury(Avante), com 0,2%.
Segundo turno
A pesquisa também testou cenários de segundo turno para a Presidência. Novamente, Lula aparece à frente de Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos. Confira os resultados nos gráficos abaixo:
Lula x Flávio
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Lula x Renan Santos
Metodologia
Foram ouvidos 1.223 eleitores cearenses entre os dias 9 e 14 de junho por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolos CE-03465/2026 e BR-01326/2026.
Em coletiva de imprensa, Tarcísio afirmou que aguarda a apresentação de recurso pela defesa de Eduardo e disse concordar com os argumentos apresentados pelos advogados do ex-parlamentar.
“Eu acho que primeiro temos que aguardar o acórdão sair e temos que aguardar o recurso que a defesa vai protocolar. Eu faço meus os argumentos que a defesa apresentou, então acho que a condenação foi injusta e não prejudica em nada o transcurso da eleição do nosso grupo”, declarou.
O governador acrescentou que a decisão não deve afetar os projetos eleitorais do campo político aliado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Não prejudica em nada o transcurso da eleição do nosso grupo, a eleição do Flávio, a eleição dos nossos senadores aqui”, afirmou.
Em esclarecimento enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a defesa de Jair Bolsonaro (PL) admitiu que a arma apreendida em blitz pela Polícia do Distrito Federal de fato pertencia ao ex-presidente.
Segundo o documento anexado no processo, integrantes da equipe de segurança de Bolsonaro decidiram, sem conhecimento prévio do ex-presidente, retirar o percussor da arma, peça essencial para o disparo. Isso porque Bolsonaro faz uso de medicamentos psiquiátricos que afetam sua cognição, o que poderia causar um acidente.
A defesa relata que, recentemente, Bolsonaro percebeu uma falha no funcionamento da pistola ao manusear o ferrolho. Sem identificar a origem do problema, ele teria entregue a arma ao segundo-sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filho para que verificasse a falha e realizasse a manutenção necessária. Segundo a defesa, a entrega do armamento ao militar teve como única finalidade a identificação do defeito e o reparo do equipamento.
Os advogados também afirmam que, apesar da condenação imposta a Bolsonaro pela tentativa de golpe, não houve determinação judicial para entrega de armas ou cancelamento de registros, o que afasta qualquer irregularidade quanto a posse do objeto.
“O peticionário, portanto, não se encontrava em situação irregular. De todo modo, teria prontamente entregue o armamento caso houvesse determinação nesse sentido”, disseram os advogados.
A defesa afirma ainda que Bolsonaro não tem interesse na restituição da arma enquanto estiver sob prisão domiciliar. A pistola está sob posse da polícia do Distrito Federal, que abriu um inquérito para apurar o caso.
O aparato estava no carro de Estácio Leite da Silva Filho, um militar do Exército que conduzia um veículo oficial do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).
Na abordagem, um dos policiais avistou o armamento e pediu explicações a Estácio. O militar afirmou que a pistola seria levada para reparo e depois devolvida ao proprietário.
Na apreensão da arma, a polícia constatou que ela estava registrada no nome de Bolsonaro.
A Polícia Civil do Distrito Federal abriu nesta terça-feira (17) um inquérito para investigar o caso da apreensão da arma de fogo que seria de propriedade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A arma foi apreendida na última segunda-feira em uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
Em comunicado enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o delegado responsável pelo caso informou ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que a 17ª delegacia de polícia está realizando as diligências para apuração do caso.
A arma foi apreendida às 23h30 da última segunda-feira (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.
Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de realizar o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.
A Polícia Civil do Distrito Federal abriu nesta terça-feira (17) um inquérito para investigar o caso da apreensão da arma de fogo que seria de propriedade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A arma foi apreendida na última segunda-feira em uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
Em comunicado enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o delegado responsável pelo caso informou ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que a 17ª delegacia de polícia está realizando as diligências para apuração do caso.
A arma foi apreendida às 23h30 da última segunda-feira (15), quando um Honda Civic foi parado em um ponto de bloqueio no Pistão Norte, em Taguatinga. Na abordagem, o motorista se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.
Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm). O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane. Em depoimento, ele relatou ainda que retirou a pistola no próprio dia 15 com a finalidade de realizar o reparo e que o armamento seria devolvido no dia seguinte.
A condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) pelo STF (Supremo Tribunal Federal) abriu uma discussão sobre o futuro da chapa do pré-candidato à reeleição em São Paulo, governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), por impactar a primeira suplência da candidatura de André do Prado (PL) — presidente da Assembleia Legislativa — e pré-candidato ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026.
O presidente da Alesp afirmou esperar que a decisão seja revertida por meio de recurso e defendeu que Eduardo exerceu seu direito à liberdade de expressão e à imunidade parlamentar enquanto ocupava o mandato de deputado federal.
“Não tinha razão para isso. Ele estava usando o direito dele de liberdade de expressão, de imunidade parlamentar que ele tinha enquanto deputado. Espero agora que nós possamos entrar com recurso no pleno do STF para tentar reverter essa situação e ele ter condição jurídica de estar como meu primeiro suplente ao Senado por São Paulo”, declarou em entrevista ao SBT.
Segundo apuração da CNN Brasil, André do Prado e Eduardo Bolsonaro devem conversar nesta quarta-feira (17) sobre o cenário jurídico e os próximos passos para a composição da chapa ao Senado, uma vez que, “ficha suja” Eduardo não pode ser registrado na candidatura.
Também pré-candidato ao Senado na aliança liderada pelo governador Tarcísio de Freitas, o ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo Guilherme Derrite (PP) manifestou apoio a Eduardo Bolsonaro após a decisão do STF.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Derrite classificou a condenação como um ato de perseguição política.
“Duro golpe da perseguição contra lideranças conservadoras. Minha solidariedade ao deputado Eduardo Bolsonaro, o mais votado da história do Brasil”, afirmou.
Lançamento da pré-candidatura
A condenação também impacta o evento de lançamento da pré-candidatura de André, que contará com a presença do pré-candidato a Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Eduardo.
Está marcado para o próximo sábado (20) um evento de pré-campanha com as presenças de Flávio, Tarcísio e Derrite para formalizar a indicação do PL para a vaga no Senado. Está prevista a participação online de Eduardo, assim como ocorreu no lançamento de Derrite, no mês passado.
A decisão da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) de condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, na terça-feira (17), pelo crime de coação no curso do processo repercutiu entre integrantes do Congresso.
Parlamentares aliados ao ex-deputado falaram em “injustiça”, enquanto congressistas ligados ao campo da esquerda celebraram a decisão, chamando Eduardo de “traidor”.
O Supremo concluiu que o parlamentar atuou junto a autoridades dos Estados Unidos para pressionar integrantes da Corte e tentar interferir nos processos relacionados à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, com o objetivo de beneficiar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ainda segundo os magistrados, por se tratar de condenação proferida por órgão colegiado por crime contra a administração da Justiça, Eduardo fica impedido de disputar eleições desde a data da condenação até 8 anos após o cumprimento integral da pena, podendo se estender até 12 anos inelegível.
Em nota, o ex-deputado afirma que não recebeu uma notificação formal da condenação, e por isso, diz que “qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula”.
**NOTA À IMPRENSA**
Tomo conhecimento, mais uma vez pela imprensa, de que supostamente o STF teria formado maioria para me condenar por algum crime que desconheço. Reitero: até hoje não fui citado na forma da lei. Sigo aguardando notificação regular, por carta rogatória, em… pic.twitter.com/BdrSwKTSgE
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo em suas redes sociais defendendo seu irmão. “Mais uma grande injustiça contra o Eduardo Bolsonaro”, disse Flávio.
Outro integrante da família, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) disse que seu irmão foi “cassado com uma canetada”.
. @BolsonaroSP , o deputado federal mais bem votado da história do Brasil foi cassado com uma canetada. Foi afastado da Polícia Federal, teve suas contas e as de sua esposa bloqueadas, mesmo sendo pais de dois filhos pequenos para criar, além de sofrer uma série de medidas… https://t.co/hTxTrSBlR5
O vereador Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), irmão mais novo de Eduardo, também se manifestou: “o Brasil vive tempos sombrios, instituições aparelhadas e perseguindo conservadores”.
A perseguição não tem fim. A condenação de Eduardo Bolsonaro hoje apenas demonstra que tudo que ele que denunciou tem fundamentos. O Brasil vive tempos sombrios, instituições aparelhadas e perseguindo conservadores. Conte comigo meu irmão @bolsonarosp, juntos, e com a presença de… pic.twitter.com/ydAQIOCvjt
— Jair Renan Bolsonaro (@bolsonaro__jr) June 16, 2026
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) comparou a atuação de Eduardo no país norte-americano com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
O parlamentares do PT buscaram apoio internacional contra o impeachment de Dilma e nada foi feito. Dois pesos, duas medidas. Nossa justiça é tudo, menos imparcial. https://t.co/3uL06x6dm7
A deputada Júlia Zanatta (PL-SP) também prestou solidariedade a Eduardo. “A tirania e a crueldade são um flagelo para os malfeitores e um teste de paciência para os bons”.
A Primeira Turma do STF é unânime pela condenação de Eduardo Bolsonaro.
“Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro.” Essa foi a fala do juiz auxiliar de Moraes à época.
A roupagem jurídica que deram, desta vez, para um processo puramente político, com um relator que claramente deveria… pic.twitter.com/G7yHz5tmzF
Outro parlamentar que defendeu Eduardo foi o líder do PL (Partido Liberal) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante. “A conta dessa perseguição, mais cedo ou mais tarde, chega”.
O que a Primeira Turma do STF fez hoje contra Eduardo Bolsonaro não é Justiça: é mais uma demonstração de que a oposição neste país está sendo caçada, uma a uma.
Desde quando defender ideias, falar e se posicionar virou crime no Brasil? Eduardo foi condenado por exercer aquilo…
A deputada Caroline de Toni (PL-SC) definiu a decisão do STF como um “absurdo”. “Eduardo Bolsonaro está há mais de um ano exilado nos Estados Unidos, longe da família, dos amigos e de sua atuação política no Brasil, sem saber quando poderá voltar ao seu próprio país”.
Após condenar o presidente Jair Bolsonaro por um golpe de Estado que nunca existiu, nos deparamos com mais essa decisão.
Eduardo Bolsonaro está há mais de um ano exilado nos Estados Unidos, longe da família, dos amigos e de sua atuação política no Brasil, sem saber quando… pic.twitter.com/9iNF7EDp6x
Em contrapartida, ministros do governo e outros deputados progressistas comemoraram a condenação imposta pelo Supremo.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) declarou vitória com a notícia da condenação. “Mais uma vitória da nossa soberania contra os GOLPISTAS”.
BOAS NOTÍCIAS!
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro acaba de ser condenado por UNANIMIDADE no STF por articular o tarifaço de Trump contra o Brasil para tentar impedir o julgamento de seu pai, o presidiário Jair Bolsonaro.
Mais uma vitória da nossa soberania contra os GOLPISTAS.
Já a ex-ministra Anielle Franco considerou a decisão “histórica” e definiu Eduardo como um “falso patriota”.
HISTÓRICO!
O ministro Alexandre de Moraes acaba de anunciar que Eduardo Bolsonaro foi condenado por unanimidade pelo STF. A pena foi fixada em 4 anos e 2 meses de prisão, além de R$ 162 mil em multas, e o falso patriota fica inelegível.
O ministro da Secretaria-Geral do Governo, Guilherme Boulos, destacou: “Que fique o recado para aqueles que ainda insistem em conspirar contra o Brasil: a traição cobra seu preço!”
Mais um condenado da família Bolsonaro!
Eduardo Bolsonaro foi condenado hoje a 4 anos de prisão por atuar junto ao governo dos EUA contra o Estado brasileiro. Além disso, ficou inelegível até 2038. Que fique o recado para aqueles que ainda insistem em conspirar contra o Brasil:…
Em publicação do X (antigo Twitter), o vice-líder do governo no Congresso Nacional, Bohn Gass (PT-RS) disse: “mais um Bolsonaro condenado”.
Mais um bolsonaro condenado. O povo brasileiro vê quem é, e do que é capaz essa família. A ladainha da perseguição já não cola, é muito crime pra uma família só. Eduardo pediu que o povo agradecesse ao Trump pelo tarifaço que prejudicou empresas e empregos no Brasil. Traidor!
Por meio de um vídeo, o deputado Rogério Correia (PT-MG) comemorou a condenação e citou as eleições. “O bolsonarismo vai continuar perdendo, em outubro a gente vai politicamente varrer isso do Brasil”.
Eduardo Bolsonaro condenado por 4×0 , gols contra do tarifaço, tentativa de golpe, boicote ao pix e BolsoMaster. pic.twitter.com/F1FF391csv
O deputado Alencar Santana (PT-SP) criticou o fato de Eduardo residir nos Estados Unidos e o chamou de “fujão”.
Além de fujão, Eduardo Bananinha Bolsonaro agora é oficialmente CONDENADO e muito em breve será um FORAGIDO da Justiça.
O bananinha, cuja vida de luxo nos EUA foi bancada pelo banqueiro Daniel Vorcaro do Banco Master, ou seja, dinheiro roubado dos aposentados do INSS, foi… pic.twitter.com/eY7GuCZSsn
— Dep. Alencar Santana (@AlencarBraga13) June 16, 2026
Já a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) apelidou o ex-deputado de “traidor condenado”.
Traidor condenado!
Eduardo Bolsonaro trabalhou para que um governo estrangeiro punisse o próprio país. Não existe meio-termo nisso: ou você está do lado do Brasil ou está contra ele.
Por unanimidade, a Justiça decidiu punir quem quis safar a família e a bandidagem, em prejuízo… pic.twitter.com/kg8DFRGn6z
El banquero más temido por los Bolsonaro y otros poderosos de Brasilia busca cómo llenar las horas del día, que en una celda siempre resultan más largas que en libertad. Se acabó la rutina de las últimas semanas, con reuniones de nueve a cinco con sus abogados. Juntos delineaban la estrategia de negociación con la Policía Federal y la Fiscalía para lo que en Brasil denominan una delación premiada. Es decir, una confesión amplia, detallada, con delación de cómplices y pruebas a cambio de una pena menor. Pero ambas instituciones han rechazado en los últimos días el segundo amago de confesión de Daniel Vorcaro, dueño del Banco Master, liquidado por las autoridades meses atrás.
O comentarista da CNN José Eduardo Cardozo e a ex-senadora e jornalista Ana Amélia Lemos debateram, na terça-feira (16), em O Grande Debate (de segunda a sexta-feira, às 23h), se “o STF (Supremo Tribunal Federal) erra ou acerta ao condenar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no curso do processo?”.
A Primeira Turma da Corte condenou na terça-feira (16), por unanimidade, o ex-deputado federal e entendeu que ele tentou interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro (PL), no processo da trama golpista, articulando junto ao governo norte-americano pressões sobre os ministros do STF.
Eduardo foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão, com pena a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, além do pagamento de 50 dias multa. A decisão também o torna inelegível por 12 anos, ou seja, até 2038.
“Isso não consta desde a Constituição do Império até a atual, não consta como função de deputado federal”, completou.
Debate sobre a decisão
O comentarista da CNN José Eduardo Cardozo defendeu a decisão como rigorosamente correta e, em sua avaliação, praticamente indiscutível. Segundo ele, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) gravava vídeos declarando abertamente que estava nos Estados Unidos para pressionar o governo norte-americano a aplicar sanções ao Brasil, caso o STF não recuasse na condenação de Jair Bolsonaro (PL).
“Ele assumidamente articulava, como deputado federal ainda, sanções contra o seu próprio país”, afirmou Cardozo. “Com que objetivo? Na perspectiva de coagir o Poder Judiciário a ser mais brando, a ter uma postura de rever aquelas situações que o seu pai efetivamente estava submetido pela tentativa de golpe de Estado no dia 8 de janeiro”, acrescentou.
Cardozo destacou ainda que Eduardo Bolsonaro chegou a declarar que nada do governo de Donald Trump seria feito sem passar por ele e pelo jornalista Paulo Figueiredo. Para o comentarista, trata-se de uma tentativa clara de coagir as instituições brasileiras e de violentar a soberania do país.
“Ele é réu confesso. Ele declarava o que estava fazendo. E ao declarar o que estava fazendo, ele mostrava que estava submetido a um conjunto de práticas ilícitas que seguramente levariam a um sancionamento penal”, concluiu.
Reflexos políticos da condenação
Já a ex-senadora e jornalista Ana Amélia Lemos trouxe uma perspectiva diferente ao debate, chamando atenção para o tom utilizado por Alexandre de Moraes durante o julgamento. Segundo ela, o ministro adotou uma linguagem que considerou mais política do que estritamente jurídica, ao falar em “lobby” em vez de se ater ao artigo 344 do Código Penal.
“O ministro usou um tom, eu diria, político, com retórica menos tecnicamente jurídica”, avaliou a jornalista.
A ex-senadora também destacou os possíveis impactos eleitorais da condenação, apontando que a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e outros episódios recentes — como questões envolvendo Daniel Vorcaro e o financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro (PL) — ampliam o que chamou de “contaminação” à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
“A direita precisa se reencontrar para evitar um prejuízo maior do ponto de vista eleitoral”, afirmou, acrescentando que figuras como Ronaldo Caiado (PSD-GO) e Romeu Zema (Novo) já fizeram críticas públicas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira (16) que o julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) contra ele não respeitou o devido processo legal, é “sem pé nem cabeça” e visa impedir sua participação nas eleições deste ano.
Eduardo foi condenado de forma unânime pela Primeira Turma do STF pelo crime de coação no curso do processo, sob acusação de ter articulado uma tentativa de intimidação dos Estados Unidos ao Judiciário brasileiro com o objetivo de impedir o julgamento da trama golpista — em que o pai dele, Jair Bolsonaro (PL), foi condenado.
O ex-deputado articulou participação no pleito deste ano como primeiro suplente do presidente da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), André do Prado (PL), pré-candidato ao Senado.
Críticas à decisão do Supremo
Em nota divulgada à imprensa após a decisão do Supremo, Eduardo afirmou que até hoje não foi citado de forma legal e atacou o relator, ministro Alexandre de Moraes.
“Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula, e, depois de tantas derrotas internacionais, até Moraes sabe disso. Por isso o real objetivo deste julgamento sem pé nem cabeça é apenas um: tirar meu nome das eleições”, disse o ex-deputado.
Com a condenação, Eduardo, que mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, se torna ficha suja e fica impedido de disputar as eleições por até oito anos. Ainda cabe recurso contra a decisão.
Durante o julgamento, Moraes disse que “não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país”. Ele foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
Acusação de coação no curso do processo
O crime de coação, para ser configurado, exige que a ação tenha grave ameaça. Para o relator, a ameaça se materializou na “articulação e obtenção de sanções” do governo Donald Trump, como a imposição de tarifas, a suspensão de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação da Lei Magnitsky a ele próprio.
O jornalista Paulo Figueiredo também foi denunciado, mas o processo acabou desmembrado. Moraes determinou que Eduardo fosse intimado por edital, sob alegação de que ele dificultava o andamento do processo, enquanto a orientação para Figueiredo, que mora nos EUA há mais de dez anos, foi de notificação pessoalmente, por meio de cooperação jurídica internacional.
Na nota, Eduardo afirma continuar “aguardando notificação regular, por carta rogatória, em local certo e sabido”. O ex-deputado diz que saber da acusação pela imprensa “não substitui a citação prevista em lei e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário”.
“E ‘certo e sabido’ não é força de expressão: resido nos Estados Unidos em endereço que a imprensa brasileira fez questão de localizar, filmar e estampar, mandando repórteres até minha porta. Para mandar jornalista, sabem onde estou; para cumprir o devido processo legal, alegam não saber”, diz.
Defensoria questiona citação por edital
Como não apresentou advogado, Eduardo foi representado pelo defensor público federal Antonio Ezequiel Inácio Barbosa, que argumentou que o STF não deveria ter feito a citação por meio de edital, mas sim insistido em diligências para que o local exato do ex-deputado fosse identificado.
“A determinação de citação por edital foi porque não se saberia onde estaria o denunciado […] Era fato público e notório, inclusive consta na denúncia, que, desde fevereiro, o denunciado se encontrava nos Estados Unidos. Na compreensão da Defensoria, isso não autoriza uma citação por edital”, disse.
Ele afirmou ainda: “Tenho confiança na restauração da democracia brasileira com a vitória de Flávio Bolsonaro, que permitirá que as centenas de exilados possam, enfim, retornar à sua pátria.”
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) escreveu em rede social: “Quem poderia imaginar? E o silêncio da ‘direita permitida’ segue em berço esplêndido!” (Thaísa Oliveira/ Isadora Albernaz/FOLHAPRESS)
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que a condenação de seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelo STF (Supremo Tribunal Federal) foi uma “grande injustiça“, alegando vingança da Corte contra Eduardo.
“Mais uma grande injustiça cometida contra o Eduardo Bolsonaro, num processo que é absolutamente nulo sobre qualquer aspecto que se olhe, porque o Alexandre de Moraes, ele deveria se declarar impedido para julgar essa causa, já que em tese ele é a vítima, portanto, ele é parte sim nesse processo“, afirmou Flávio em vídeo publicado nas redes sociais na noite de ontem.
“Ele é suspeito para julgar porque é público e notório que virou uma questão pessoal contra o Eduardo Bolsonaro, parece claramente uma vingança“, completou.
Segundo os ministros, por se tratar de condenação proferida por órgão colegiado por crime contra a administração da Justiça, Eduardo fica impedido de disputar eleições desde a data da condenação até 8 anos após o cumprimento integral da pena.
The banker most feared by the Bolsonaros and other power brokers in Brasília is looking for ways to fill the hours of the day, which in a prison cell always feel longer than in freedom. The routine of recent weeks—meetings from nine to five with his lawyers—has ended. Together they had mapped out a bargaining strategy with the Federal Police and the Prosecutor’s Office for what in Brazil is called a delação premiada. That is, a broad, detailed confession that names accomplices and hands over evidence in exchange for a reduced sentence. But in recent days both institutions have rejected the second attempt at a confession by Daniel Vorcaro, the owner of Banco Master, which the authorities liquidated months ago.