Los seguidores de Jujutsu Kaisen tienen motivos para estar atentos a los próximos meses. Tras el final de la tercera temporada del anime, la franquicia se prepara para expandirse con nuevos proyectos que incluyen un videojuego inédito y novedades sobre la esperada cuarta temporada de la adaptación animada.
La tercera temporada concluyó este año dejando a los espectadores con importantes interrogantes tras los acontecimientos posteriores al Arco del Incidente de Shibuya. Con la sociedad de hechiceros sumida en el caos y la ausencia de Satoru Gojo alterando por completo el equilibrio de poder, la historia avanzó a través de los arcos Exterminio de Itadori y Preparación Perfecta antes de adentrarse en el peligroso Culling Game, el torneo mortal organizado por Kenjaku.
Precisamente este arco será uno de los ejes centrales de la próxima etapa del anime, pero antes de que la serie regrese, los seguidores podrán disfrutar de una nueva propuesta. Durante el último Nintendo Direct se anunció oficialmente Jujutsu Kaisen Rumble: Survivaton, un videojuego inspirado en la fórmula popularizada por Vampire Survivors.
El título llegará este mismo año a Nintendo Switch 2, PlayStation 5, Xbox Series X|S y PC a través de Steam. Se tratará de una experiencia de supervivencia con elementos battle royale que permitirá partidas de entre uno y ocho jugadores. Los usuarios podrán controlar a más de veinte personajes de la obra original, utilizando sus técnicas malditas y expansiones de dominio para enfrentarse a grandes cantidades de enemigos.
Además, el juego incluirá un sistema denominado Rules Additions, inspirado directamente en las reglas especiales que gobiernan el Culling Game dentro de la historia original, lo que promete añadir mecánicas únicas a las partidas.
Novedades de Jujutsu Kaisen 4
El videojuego no será la única gran noticia para los seguidores de la franquicia. La producción de la cuarta temporada también dará señales de vida muy pronto. MAPPA ha confirmado que compartirá información sobre los nuevos episodios durante la celebración de su 15.º aniversario el próximo 19 de junio de 2026.
Las novedades llegarán a través de una edición especial de Jujutsu Talk que contará con la participación de Junya Enoki, voz de Yuji Itadori, y Megumi Ogata, responsable de interpretar a Yuta Okkotsu.
Aunque todavía no se han revelado detalles concretos sobre la nueva temporada, la cercanía de este evento sugiere que MAPPA ya está preparada para mostrar el siguiente paso de una de las series de anime más exitosas de los últimos años. Con un nuevo videojuego en camino y la cuarta temporada cada vez más cerca, el universo de Jujutsu Kaisen sigue creciendo sin dar señales de desaceleración.
Los aficionados de Resident Evil podrían tener que esperar más de lo previsto para disfrutar de la expansión de Resident Evil Requiem. Aunque Capcom confirmó poco después del lanzamiento del juego que estaba trabajando en una nueva historia para el juego, desde entonces apenas se han compartido detalles sobre el proyecto. La compañía no ha revelado información sobre su argumento, personajes o fecha de lanzamiento, lo que ha provocado numerosas especulaciones entre los seguidores de la saga.
Ahora, una nueva filtración ha aportado una posible pista sobre cuándo podría llegar este esperado contenido. La información procede de Dusk Golem, uno de los insiders más conocidos dentro de la comunidad de Resident Evil y una fuente que en el pasado ha adelantado con acierto diversos proyectos relacionados con la franquicia. Según sus declaraciones, el DLC de Resident Evil Requiem no estaría previsto para un futuro cercano y llegaría incluso después del lanzamiento de Resident Evil: Veronica.
La semana pasada, Capcom anunció oficialmente que su próximo gran remake será una nueva versión de Code Veronica, una de las entregas más queridas por los seguidores veteranos de la saga. Aunque la compañía no ha ofrecido una fecha exacta de lanzamiento, diversos informes apuntan a que el juego podría estrenarse durante la primera mitad de 2027.
Requiem cede el paso a Veronica
Si esta información resulta correcta, el contenido adicional de Resident Evil Requiem podría no llegar hasta mediados o incluso finales de 2027. A primera vista puede parecer una espera excesiva, especialmente teniendo en cuenta que Requiem ya está disponible, pero lo cierto es que Capcom ya ha seguido una estrategia similar anteriormente.
El mejor ejemplo es Resident Evil Village. La octava entrega principal de la saga se lanzó en mayo de 2021, mientras que su expansión Shadows of Rose no estuvo disponible hasta octubre de 2022, más de un año después del estreno del juego base. Siguiendo un calendario parecido, tendría sentido que Capcom dedicara primero todos sus esfuerzos a promocionar y lanzar Resident Evil Veronica antes de centrar la atención en regresar a Requiem.
Por el momento, nada de esto ha sido confirmado oficialmente por la compañía. Sin embargo, si las filtraciones acaban siendo correctas, los próximos años prometen ser especialmente interesantes para los seguidores de Resident Evil.
A procura por ações da SpaceX já atingiu os 250 mil milhões de dólares (216 mil milhões de euros), pelas contas feitas pela agência noticiosa Reuters, na passada quarta-feira. Este valor é quase quatro vezes superior aos 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) que a empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, prevê levantar, esta sexta-feira, numa estreia em bolsa que deverá ser histórica. Recorde pertence à Saudi Aramco que levantou 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) em 2019 na sua estreia nos mercados financeiros.
A SpaceX terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Este valor é também fora do comum. A norma é ficar entre entre os 5% e os 10%, como assinalou a Fidelity. O preço das ações colocam o valor da empresa nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.
Dados da Binance, transcritos pelo Yahoo Finance, salienta que os contratos futuros perpétuos, associados à empresa de Elon Musk, estão a negociar à volta dos 162,50 dólares por ação, 20% acima do preço definido pela oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa).
“Os contratos perpétuos na Hyperliquid [uma blockchain] sugerem que há interesse no IPO da SpaceX, mas está longe de ser eufórica. Estes mercados são dominados por traders muito ativos e com elevada tolerância ao risco, e não estão a precificar um prémio significativo em relação a outras empresas que ainda não realizaram IPO. É um sinal útil, mas não garante como o mercado em geral reagirá quando a SpaceX abrir de facto o seu capital”, disse o cofundador da Injective Labs, Eric Chen, em declarações à CNBC, transcritas pelo Yahoo Finance.
“Segundo a Bloomberg, [o IPO da SpaceX] terá atraído mais de 70 mil milhões de dólares (60,7 mil milhões de euros) só em pedidos de investidores de retalho, sendo que estes deverão ter ficado com pelo menos 20 mil milhões de dólares (17,3 mil milhões de euros), dos cerca de 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) que a empresa está a colocar, numa operação com elevada procura. Já há análises de mercado a colocar avaliações acima dos 200 dólares por ação [uma subida de 48,1%]”, disse a research do Millennium.
O banco que vai liderar o IPO da empresa será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.
A posição que Elon Musk possui na SpaceX, onde detém um pouco mais de 40%, está avaliada em cerca de 708 mil milhões de dólares (612,9 mil milhões de euros). Os 12% que detém na Tesla está avaliada em cerca de 180 mil milhões de dólares (155 mil milhões de euros). E na Neuralink e na Boring Company estima-se um valor superior a 20 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões de euros). E ainda tem as participações na xAI, que desenvolve inteligência artificial, e na rede social X. No total a fortuna de Elon Musk ficaria nos 1,02 biliões de dólares (cerca de 870 mil milhões de euros). Só 14 cotadas são bilionárias. A saber: Nvidia, Alphabet (proprietária da Google), Apple, Microsoft, Amazon, TSMC, Broadcom, Saudi Aramco, Tesla, Meta, Samsung, Micron, Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly.
Anthropic e OpenAI oficializam entrada em bolsa
Este ano deve também ficar marcado pela entrada em bolsa da Anthropic e da OpenAI, que são a segunda e terceira não cotadas mais valiosas do mundo. Estas empresas, lideradas por Dario Amodei e Sam Altman, já oficializaram, em junho, a sua intenção de entrar no mercado de capitais junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC).
A Anthropic, que detém o Claude, manifestou a 1 de junho a sua intenção de entrar em bolsa, de forma confidencial, junto do regulador. Contudo não avançou em que data é que isso vai acontecer. Apenas referiu que isso dependerá das “condições de mercados e de outros fatores”.
Mas em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.
A expetativa é que a empresa angarie 60 mil milhões de dólares (52 mil milhões de dólares), o que superaria também o máximo estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.
A última ronda de investimento da Anthropic colocou o valor da empresa em 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros).
A OpenAI formalizou a sua intenção de entrar em bolsa, junto da SEC, a 8 de junho.
“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, disse a OpenAI ao regulador.
O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da empresa poderia acontecer no quarto trimestre do ano.
A última ronda de investimento da OpenAI colocou o valor da empresa em 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).
A confirmar-se, o Citigroup e o JP Morgan iriam juntar-se ao Goldman Sachs e ao Morgan Stanley neste processo de entrada em bolsa da empresa detentora do ChatGPT, avançaram as mesmas fontes à agência noticiosa.
Marvel ha acabado convirtiéndose en un titán de escala global que está presente en prácticamente todo el espectro del entretenimiento. Aunque se hizo un nombre inicialmente en los cómics, el mundo de las viñetas no fue el único en el que esta marca se adentró. Tras consolidarse, Marvel comenzó a abrirse hueco hasta llevar sus personajes al cine, las series de televisión o, más actualmente, los videojuegos más populares.
Pues bien, tras la expansión de la franquicia de Marvel Studios, la propiedad ha encontrado en Disney+ el espacio ideal para seguir desarrollando algunos de sus proyectos más importantes. Después de todo, la plataforma se ha convertido en el hogar de numerosas series que han permitido profundizar en personajes ya conocidos y explorar con mayor profundidad los rincones que apenas habían sido desarrollados en el cine.
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Las series de Marvel más importantes que puedes ver en Disney+
En este sentido, la apuesta de Marvel Studios por el formato televisivo ha dado lugar a producciones de todo tipo. Gracias a esta variedad, el catálogo de Disney+ ofrece opciones para prácticamente cualquier espectador. Aquí podrás encontrar las mejores series abanderadas por Marvel disponibles en Disney+. Asimismo, recalcar que no necesariamente tienen que estar vinculadas al UCM. Principalmente, se trata de una selección que reúne algunos de los títulos clave si quieres sumergirte en lo que el Universo Marvel puede ofrecerte.
Agente Carter fue una de las series pioneras en expandir Marvel Studios. También fue el proyecto que dio un protagonismo central a un personaje que hasta ese momento había sido concebido como secundario. Como es lógico, esto ayudó a cimentar el legado de Peggy Carter al colocarla en un contexto distinto. Tras la Segunda Guerra Mundial, Peggy Carter debe reconstruir su vida mientras continúa trabajando en misiones secretas como parte de una realidad que hace caso omiso a su verdadero potencial.
Además de situar la acción en un marco temporal cercano a 1940, la serie se alejó del prototipo de Marvel Studios al construir una propuesta sustentada en el espionaje y la intriga. Asimismo, destacó por la estética de la época, la cual fue clave al reforzar su identidad como proyecto independiente. A lo largo de sus episodios, destacó por ser una propuesta breve pero muy valorada.
Agentes de S.H.I.E.L.D. se trata de una de las series más importantes que ayudan a comprender el proceso de expansión televisiva que ejecutó Marvel a lo largo de varios años. Después de todo, esta fue la producción encargada de profundizar en el funcionamiento interno de la organización principal de este universo, la cual se encarga de proteger al mundo de amenazas imposibles.
Phil Coulson y el resto de miembros de la agencia investigan casos relacionados con experimentos secretos y sucesos vinculados directamente con los acontecimientos de las películas de Marvel Studios. Dada la escala del proyecto, su narrativa terminó derivando en un concepto más ambicioso, ya que, poco a poco, incorporó elementos de ciencia ficción o incluso viajes en el tiempo. Fue previa a Disney+, pero terminó siendo clave para todo lo que vino después.
Es muy posible que esta lista no hubiese existido, o al menos no de este modo, sin el lanzamiento de Bruja Escarlata y Visión. Conocida principalmente como WandaVision, esta fue la primera serie de Marvel Studios que se estrenó en Disney+. Además, se alejó de la tónica de la franquicia cinematográfica, por lo que se trata, al mismo tiempo, de una producción sumamente innovadora por muchos de sus aspectos narrativos.
Como cabría esperar, Wanda Maximoff y Visión encabezan una historia en la que aparentemente viven una vida perfecta. Todo se complica cuando pronto comienzan a surgir extrañas anomalías que revelan que nada es exactamente lo que parece. Debido a su original estructura narrativa y un efectivo desarrollo de personajes, esta serie fue una de las más comentadas.
Son muchas las personas que ven a Caballero Luna como la versión de Batman en el Universo Marvel. Aunque no es exactamente así, sobre todo porque el legado de ambos personajes difiere por varias razones, lo cierto es que comparten varios rasgos inconfundibles. Lo que está claro es que es una de las series de Disney+ más oscuras.
Apostó por un enfoque centrado en thriller psicológico, pero con una particularidad interesante: sumó la mitología egipcia. En este caso, Steven Grant, un hombre con trastorno de identidad disociativo, descubre que comparte cuerpo con Marc Spector, un mercenario ligado a Khonshu. Es esto lo que lo convierte en el héroe que responde al nombre de Caballero Luna. Presentó a un héroe marcado por el conflicto interno y la dualidad de su identidad, así que realmente vale la pena.
Debido a que es una de las series más recientes de la compañía, Daredevil: Born Again recibió un enorme seguimiento porque suponía el acercamiento real a Matt Murdock de manera mucho más profunda. Fue aquí donde Marvel Studios definitivamente recuperó a uno de los héroes más queridos. Continuando la estela de su predecesora en Netflix, esta renovada producción mostró al abogado ciego de Hell's Kitchen protegiendo una ciudad cada vez más marcada por la corrupción y la tensión política.
Lo más aplaudido es que consigue recuperar el tono más urbano y maduro que se suele asociar al personaje, enfrentándolo nuevamente a figuras clave como Wilson Fisk. Entre su conflicto personal y la lucha por el control de Nueva York, Daredevil: Born Again profundiza en los dilemas morales que hacen de Matt Murdock una de las figuras más especiales del Universo Marvel.
Titulada como Falcon y el Soldado de Invierno, esta serie en concreto se sitúa casi inmediatamente después de Vengadores: Endgame. Tras la renuncia de Steve Rogers como Capitán América, el Universo Marvel se preparó para una salida que trastocó por completo la comunidad de héroes. Ante esta situación, Sam Wilson y Bucky Barnes tratan de adaptarse a un mundo que ha cambiado drásticamente tras el regreso de la mitad de la población desaparecida.
Ambos personajes están unidos por su pasado en común con Steve Rogers. El asunto se enrevesa cuando colaboran en una misión que los llevará a preguntarse cuál es realmente el papel que ocupan en el legado del Capitán América. Conforme avanzan los episodios, los protagonistas se ven sometidos al juicio de su propio conflicto interno para entender qué rol deben desempeñar. Pese a que tuvo una crítica más tibia, la serie merece la pena por su manera de explorar el lado más humano de este universo tan popular.
Sin duda alguna, Hit-Monkey posiblemente sea la propuesta más peculiar vinculada a Marvel. Y es que destaca especialmente por su puesta en escena tan desenfadada. La protagoniza un mono japonés que, tras sobrevivir a una tragedia y ser entrenado de forma accidental por un asesino profesional, comienza una violenta misión de venganza contra los responsables que fueron partícipes en la destrucción de su hogar. Y sí, por más descabellado que resulte, funciona a la perfección.
A lo largo de su aventura, cuenta con la ayuda del fantasma de quien fue su maestro, actuando como guía en la mayor parte de sus decisiones. Con una mezcla de acción frenética y humor negro, esta violenta serie de animación se aleja de todo lo que uno imagina que Marvel quiere representar. El resultado final es una historia que resulta tan irreverente como divertida.
Legión es la producción que posiblemente merezca más un lugar en el panteón de las mejores series de Marvel, sobre todo por su personal apuesta en lo experimental. El apartado visual también destaca por ser sumamente innovador. La trama presenta a David Haller, una persona diagnosticada con esquizofrenia. El problema surge cuando descubre que, en realidad, posee un poder extraordinario relacionado con la manipulación de la mente. Esto lo convierte en uno de los X-Men más poderosos.
A lo largo de la serie, la historia se sumerge en un escenario surrealista que se ve difuminando constantemente por el límite entre lo que es real y lo que es imaginario. A través de una estética arriesgada poco convencional, Legión se aleja de la fórmula tradicional asociada al género para dar pie a una experiencia más introspectiva que sobresale, sobre todo, por un detalle concreto: resulta especialmente única.
Aunque la Saga del Multiverso ha dejado tras de sí momentos especialmente turbulentos, Loki apareció como un rayo de luz en medio de la tormenta. Y es que, pese a su corta duración, ocupa un lugar clave en la expansión del multiverso. Lo más sorprendente es que está protagonizada por una versión de Loki surgida tras los eventos de Vengadores: Endgame, cuando es capturado por la Agencia de Variación Temporal.
Esta organización es la que se encarga de supervisar y proteger el flujo de las diferentes líneas de tiempo existentes. A raíz de esa premisa, la serie fue derivando a una idea más compleja centrada, entre otras cosas, en mostrar las consecuencias de alterar la realidad. Además de ofrecer una renovada perspectiva sobre Loki, la producción de Disney+ pasó a ser una pieza fundamental para comprender algunos de los acontecimientos más importantes de los últimos años en el UCM.
Ojo de Halcón es quizás la propuesta que pretende mostrar una mirada más cercana de esta franquicia. En definitiva, se centra en la figura de Clint Barton tras el desenlace de la Saga del Infinito. Mientras intenta disfrutar de unas vacaciones en compañía de su familia en Nueva York, el icónico miembro de los Vengadores se ve perseguido por su pasado como Ronin tras el chasquido de Thanos.
Sumado a esto, introdujo en profundidad a Kate Bishop, una joven aspirante a heroína que demostró admirar su trabajo como Vengador, ya que aspira a seguir los pasos de Clint Barton. A través de su relación, Ojo de Halcón sigue el impacto que tiene el legado de los héroes y el relevo generacional clave que poco a poco empezó a construirse a raíz de esta producción.
Alejada completamente del tipo de producción más familiar de Marvel, The Punisher llegó como un huracán al ser considerada una de las series más oscuras. Interpretado por Jon Bernthal, Frank Castle es un exmarine cuya vida cambia tras el asesinato de su familia. Tras ser consumido por la sensación de pérdida, emprende un violento camino contra el crimen organizado. Lo más sorprendente es que no duda en emplear métodos extremos para cumplir su objetivo.
A lo largo de la serie, se profundiza en el trauma y en los límites de la justicia que ningún personaje suele quebrantar. Basada en un contexto más realista, The Punisher plantea un retrato más psicológico del que probablemente sea el antihéroe más violento que se encuentra en el Universo Marvel.
Como broche de oro, es imposible olvidarse de mencionar ¿Qué pasaría si...? A fin de cuentas, no existe mejor alternativa posible con la que poder descubrir los escenarios más surrealistas del Universo Marvel. A través de episodios independientes, plantea preguntas sobre cómo habrían cambiado los eventos del UCM si ciertos momentos clave hubieran sucedido de un modo diferente.
En consecuencia, esto dio lugar a realidades alternativas protagonizadas por variantes inéditas de los personajes más icónicos. Además, gracias a su formato antológico, la serie permite una libertad creativa enorme a la hora de reinterpretar los sucesos relevantes de la franquicia. Si quieres ver cómo son las versiones más alocadas de esta franquicia, no te la puedes perder.
O ministro das Finanças considerou hoje que a subida das taxas de juro anunciada pelo Banco Central Europeu devido às pressões inflacionistas da guerra no Médio Oriente “não era absolutamente necessária”, sendo uma “crise diferente da de 2022”.
“Naturalmente há uma preocupação do Banco Central Europeu [BCE]. O BCE, que teve uma ação muito importante em 2022 [na anterior crise energética], entendeu dar este primeiro sinal ao mercado, mas veremos nos próximos meses. Eu mantenho a minha opinião de que podia não ter dado este sinal e não era absolutamente necessário, mas respeito naturalmente o mandato e a independência do BCE”, disse Joaquim Miranda Sarmento.
Falando aos jornalistas portugueses no Luxemburgo, à chegada para a reunião do Eurogrupo, o governante apontou que “esta é uma crise diferente de 2022”, que foi causada pela invasão russa da Ucrânia e que levou a máximos da inflação.
“O Banco Central Europeu, em todo caso, decidiu subir as taxas de juros, mas estamos numa situação muito diferente, quer do ponto de vista da inflação, quer do ponto de vista das taxas de juros do Banco Central”, adiantou o ministro das Finanças.
O Presidente norte-americano ameaçou hoje que os Estados Unidos vão voltar a atacar o Irão “com muita força” esta noite e assumiu que quer controlar os mercados de petróleo e gás, tal como na Venezuela.
“Os Estados Unidos vão atacar o Irão (cuja Marinha, Força Aérea, radares, defesas antiaéreas e todas as outras formas de defesa, juntamente com a maior parte da sua capacidade ofensiva, já desapareceram!) com toda a força esta noite”, escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social.
Além destes ataques, o republicano ameaçou tomar “num futuro não muito distante” a “ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura petrolífera, assumindo o controlo total dos seus mercados de petróleo e gás”, tal como fez na Venezuela e que está, segundo Trump, “a funcionar brilhantemente” tanto para Caracas como para Washington.
A fabricante automóvel chinesa BYD pretende tornar-se o maior produtor mundial de veículos até 2030, em termos de produção e de vendas, afirmou o fundador e presidente da empresa, Wang Chuanfu, durante a assembleia anual de acionistas.
Citado hoje pelo portal económico chinês Yicai, Wang considerou que um “sistema tecnológico maduro” permitirá à BYD expandir simultaneamente os mercados doméstico e internacional.
O responsável destacou que o mercado chinês continua pressionado por uma intensa guerra de preços e pela redução dos incentivos fiscais à compra de veículos elétricos.
Após o lançamento de uma nova geração de baterias e de tecnologias de carregamento rápido, concebidas para responder aos principais desafios enfrentados pelos utilizadores de veículos elétricos, Wang prometeu a introdução de “muitas mais” tecnologias “novas e exclusivas” nos próximos dois anos.
Com sede na cidade de Shenzhen, no sul da China, a BYD deixou de fabricar veículos com motores de combustão em 2022 e ultrapassou a norte-americana Tesla como maior vendedora mundial de automóveis elétricos.
Em 2025, as vendas globais da empresa aumentaram 8%, para cerca de 4,6 milhões de veículos, o que a colocou na quinta posição mundial do setor, ainda longe da japonesa Toyota, que vendeu mais de 10 milhões de unidades pelo quinto ano consecutivo, segundo o Yicai.
Wang considerou que a atual conjuntura, marcada pela subida dos preços dos combustíveis devido à guerra no Irão e ao bloqueio do estreito de Ormuz, é favorável à BYD.
A empresa foi afetada no primeiro trimestre pela redução das isenções fiscais concedidas por Pequim à compra de veículos elétricos, que passaram de 10% para 5%, com um limite máximo equivalente a 2.200 dólares (cerca de 1.900 euros).
Como consequência, as vendas da BYD caíram 30% face ao mesmo período do ano anterior, para pouco mais de 700 mil unidades. No entanto, a recuperação registada nos dois meses seguintes fez com que o balanço dos primeiros cinco meses do ano fosse praticamente idêntico ao de 2025.
A desaceleração do mercado interno levou a BYD, à semelhança de outras fabricantes chinesas, a apostar na internacionalização para sustentar o crescimento.
Em maio, as vendas da empresa no exterior aumentaram 81%, ultrapassando os 160 mil veículos, impulsionadas em parte pela produção local em países como Brasil, Tailândia e, futuramente, Hungria.
Paralelamente, a empresa está a estudar um investimento de cerca de dois mil milhões de euros para instalar uma rede de 3.000 postos de carregamento ultrarrápido de 1.500 quilowatts na Europa até ao final do próximo ano, depois de já ter iniciado a instalação de estações na Alemanha e no Reino Unido.
Segundo Wang, a BYD conseguiu construir uma imagem de marca “premium” nos mercados internacionais, prevendo que a empresa ultrapasse este ano a meta de 1,5 milhões de veículos vendidos no exterior.
O Mecanismo Europeu de Estabilidade admite “riscos negativos” para o crescimento económico de Portugal este ano devido à dependência energética externa face à atual crise, elevados preços da habitação, atrasos nas reformas do PRR e efeitos das tempestades.
“Espera-se que a economia portuguesa permaneça resiliente em 2026, [mas] a relativamente elevada dependência energética externa de Portugal deixa o país exposto a preços elevados da energia, na sequência do conflito no Médio Oriente, o que poderá aumentar a inflação e pesar sobre o crescimento económico, incluindo através de um abrandamento dos principais parceiros comerciais”, assinala o MEE no seu relatório anual, hoje publicado e ao qual a agência Lusa teve acesso.
Num capítulo dedicado a Portugal, o fundo permanente de estabilidade da zona euro elenca “riscos negativos para o crescimento” da economia portuguesa, que “decorrem de episódios de incerteza global, agravamento das tensões geopolíticas, preços da habitação elevados, atrasos nas reformas e nos investimentos financiados pelo fundo europeu de recuperação pós-pandemia [o mecanismo que financia o Plano de Recuperação e Resiliência – PRR], bem como das tempestades ocorridas no início de 2026”.
Lembrando também que “o envelhecimento da população, as alterações climáticas e o aumento dos custos da defesa representam desafios orçamentais significativos a longo prazo”, o MEE sugere que, para enfrentar tal contexto, o país deve “garantir a implementação eficaz dos investimentos financiados pelo PRR e prosseguir reformas estruturais fundamentais”.
O relatório surge numa altura em que a guerra no Irão, desencadeada por ataques israelitas e norte-americanos, continua a pressionar os mercados energéticos, em que os preços elevados da habitação em Portugal dificultam o acesso ao mercado residencial e em que aumentam os apelos para acelerar as reformas e os investimentos do PRR, cujo prazo de execução termina no final de agosto próximo.
A estes fatores juntam-se os efeitos de fenómenos meteorológicos extremos, como as tempestades do início do ano em Portugal, que aumentaram a vulnerabilidade do país e impactaram a produção e as infraestruturas.
Para esta instituição comunitária, a política orçamental portuguesa “deve permanecer prudente e direcionar a despesa em defesa para projetos de investimento com efeitos positivos sobre o restante tecido económico”, já que “estes esforços são essenciais para estimular o crescimento, criar emprego e salvaguardar a sustentabilidade da dívida pública a longo prazo”.
No relatório, o MEE aponta que a economia portuguesa manteve um crescimento sólido em 2025, impulsionado pelo consumo privado e pelo aumento dos rendimentos, enquanto a inflação abrandou, o emprego atingiu níveis recorde e a dívida pública desceu para menos de 90% do PIB devido a excedentes orçamentais.
O documento destaca, ainda, o forte desempenho do setor bancário, com lucros históricos e elevados níveis de solvabilidade, liquidez e qualidade dos ativos.
O MEE adianta que Portugal mantém capacidade para cumprir todas as obrigações devidas ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira em 2026.
“A avaliação do Mecanismo Europeu de Estabilidade indica que os riscos de tensão nos mercados permanecem reduzidos no curto prazo”, adianta.
Portugal esteve sob assistência financeira durante a crise da dívida soberana, entre 2011 e 2014.
A necessidade de mão de obra estrangeira nos países da União Europeia (UE) não corresponde ao tratamento dispensado a esses trabalhadores, que enfrentam elevados níveis de discriminação e exploração, segundo um relatório sobre direitos fundamentais publicado hoje.
A Agência dos Direitos Fundamentais (FRA) da UE, no seu relatório anual divulgado hoje, foca com especial atenção a exploração laboral no espaço comunitário, classificando-o como um dos grandes problemas que enfrentam os 27 Estados-membros.
A FRA destaca que os trabalhadores de fora da UE estão a ser cada vez mais utilizados para colmatar a escassez de mão de obra, muitas vezes em contradição com as rigorosas políticas comunitárias de migração e com as posições anti-imigração de alguns dos seus países membros.
Uma vez na Europa, esses trabalhadores estão expostos ao risco de discriminação, racismo e exploração.
A agência da UE assinala, por exemplo, que as autorizações de residência concedidas em ligação a um determinado posto de trabalho expõem esses trabalhadores ao perigo de exploração laboral.
Em 2025, a UE registava uma taxa de vagas de emprego de 2,1%, o que representa milhões de postos de trabalho por preencher, especialmente na construção, saúde, cuidados e na hotelaria.
O relatório refere-se às tentativas de atrair trabalhadores, por exemplo, através de uma plataforma digital de ofertas de emprego acordada em novembro passado, e recorda que a regulamentação proposta oferece garantias e salvaguardas para os imigrantes.
No entanto, as organizações sindicais europeias têm assinalado que existe o risco de práticas de contratação fraudulentas e de problemas no cumprimento dos direitos laborais.
A FRA recorda que, em relatórios anteriores, já tinha salientado que os trabalhadores estrangeiros são mais vulneráveis à exploração, devido à sua dependência em relação aos empregadores para renovar as respetivas autorizações de residência, assim como ao desconhecimento da língua e respetivos direitos.
O relatório sublinha evidências de um aumento do tráfico de pessoas para a UE com o objetivo de exploração laboral, assim como de condições de trabalho precárias dos trabalhadores de países terceiros em comparação com os nascidos nos países da União Europeia.
A FRA presta especial atenção à situação dos trabalhadores deslocados da Ucrânia devido à invasão da Rússia, salientando que, enquanto os cidadãos ucrianianos podem aceder ao mercado de trabalho logo à chegada à UE, os requerentes de asilo de outros países podem ser obrigados a esperar até seis meses.
De acordo com os dados da agência, a taxa de emprego dos imigrantes de países terceiros é 13 pontos inferior à dos nacionais, uma diferença que sobe para 20 quando se trata de mulheres.
Além das taxas de emprego, a FRA alerta que a qualidade do trabalho dos nacionais de países terceiros pode afetar significativamente o seu bem-estar e o risco de viverem na pobreza.
“Os resultados dos inquéritos da FRA apontam para uma elevada insegurança laboral e um emprego precário, particularmente entre os nacionais de países terceiros recém-chegados”, alerta o relatório.
O texto indica que 35% dos estrangeiros de países terceiros têm empregos pouco qualificados, em comparação com 8% da população geral nos 27 países da União Europeia, sendo que quase metade dos trabalhadores de fora da UE desempenha funções para as quais estão sobrequalificados.
Em geral, os imigrantes denunciam que enfrentam muitos obstáculos para aceder ao mercado de trabalho, discriminação e racismo nos respetivos empregos, e um terço deles revela dificuldades em chegar ao fim do mês com os salários que lhes são pagos, o dobro do que se verifica na população em geral.
Himesh Patel, uno de los protagonistas que formará parte del reinicio de Expediente X encabezado por Ryan Coogler, reveló una importante novedad sobre el rodaje de la serie. Él mismo fue quien reveló que se encuentra en Vancouver rodando el que se ha descrito como el episodio piloto. En realidad, al menos por ahora, no se sabe mucho sobre el reinicio. Precisamente, Himesh Patel ni siquiera puede confirmar si su personaje se parecerá más a Fox Mulder o a Dana Scully.
Sin embargo, sí mencionó que, cuando los miembros del reparto llegaron al set de rodaje, tuvieron que "definirse como escépticos o creyentes". Ante este escenario, el mismo sugirió que se trata de "un creyente, pero solo una vez de cada diez". Dicho esto, una parte del público considera que esta insinuación coincide con la postura de Dana Scully en la producción original.
El actor desvela una curiosa dinámica del reparto de 'Expediente X'
Estas fueron sus palabras:
Existe una pared justo afuera de la oficina de Ryan, y nos tomaron fotos instantáneas a todos. Tuvimos que definirnos como escépticos o creyentes. Escribí que soy creyente, pero solo una vez de cada diez.
Himesh Patel cuenta una curiosidad relacionada con el set de rodaje de la nueva 'Expediente X'
Junto a Himesh Patel, el actor estará acompañado por Danielle Deadwyler en el reinicio de Expediente X. Esta última trabajó, por ejemplo, en Estación Once. Lo cierto es que el primero también participó en esta misma serie de ciencia ficción, pero como sus personajes no se encontraban en la misma línea temporal, nunca aparecieron juntos en pantalla.
Su papel revelación en la industria llegó con la comedia romántica musical Yesterday, una película dirigida por Danny Boyle. Más tarde, apareció en Tenet, No mires arriba o Enola Holmes 2. Ahora, tanto Himesh Patel como Danielle Deadwyler protagonizarán una nueva versión de Expediente X, 33 años después del estreno de la serie que Fox sacó adelante.
Después de tanto tiempo, Ryan Coogler será quien lidere el resurgimiento de la aclamada serie de ciencia ficción. Él mismo actuará como director y guionista del episodio piloto. Estará respaldado por Jennifer Yale como showrunner y Chris Carter, creador de la serie original, como productor ejecutivo. Algunos miembros del reparto que forman parte del proyecto son Amy Madigan, Steve Buscemi, Devery Jacobs o Ben Foster, entre muchos otros.
Aunque es cierto que Himesh Patel no puede revelar detalles de la serie, uno de los pocos que se han dado a conocer es que su personaje y el de Danielle Deadwyler tendrán la misión de reactivar una división del FBI ya desaparecida que se ocupaba de investigar fenómenos extraterrestres y resolver los misterios más extraños. Es probable que se revele más información en los próximos meses, sobre todo si Hulu producirá una temporada completa de este reinicio de Expediente X que tanta expectación está teniendo.
O grupo SER – Senior Exclusive Residences lidera o setor das residências assistidas e dos cuidados continuados em Portugal, com 1.386 camas em funcionamento e a intenção de alcançar duas mil camas até 2030.
A liderança acontece na sequência da aquisição de cinco unidades ao Grupo Naturidade, que representam 296 camas, num investimento de 9,5 milhões de euros, referiu a CoRe Capital, um dos acionistas.
Paralelamente, o SER prevê colocar em funcionamento até novembro mais 430 camas de cuidados continuados, resultantes de um investimento de 22 milhões de euros, lançado em 2024.
“No decurso de 2027, vamos acrescentar 42 camas às unidades que adquirimos ao Grupo Naturidade, fixando-nos nessa altura nas 1.428 camas. Mas não ficaremos por aí: temos um ‘pipeline’ de novos investimentos em avaliação e negociação para alcançar, até 2030, as duas mil camas em operação”, afirmou o CEO do grupo SER, Pedro Capitão.
A integração da Naturidade permitirá igualmente um aumento da dimensão económica do grupo. As nove unidades atualmente operadas pelo SER registaram receitas de cerca de 15 milhões de euros em 2025. Com as 16 unidades em pleno funcionamento, o grupo estima atingir uma faturação de 45 milhões de euros em 2027, ano em que Pedro Capitão acredita que poderá ser de “consolidação do grupo SER como operador de referência do setor em Portugal, uma marca que representa a qualidade de serviço para os segmentos médio e médio-alto nas regiões Norte, Centro e de Lisboa”.
A totalidade das 430 novas camas previstas para este ano será integrada na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), através de contratos celebrados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A escassez de camas de cuidados continuados contribui para internamentos hospitalares sociais, “representando mais de 10% do total de internamentos no SNS, gerando custos anuais superiores a 300 milhões de euros” e levando ao “adiamento de muitas intervenções cirúrgicas por falta de camas disponíveis nos hospitais”.
“Há uma aposta clara do SER num setor que o Estado considera uma prioridade nacional, com falta de 30 mil novas camas a médio prazo”, afirmou o sócio da CoRe Capital e presidente do conselho de administração do grupo SER, Pedro Araújo e Sá.
O grupo SER opera nos dois segmentos principais do mercado das residências assistidas: os chamados estabelecimentos residenciais para pessoas de idade (ERPI) e as camas das unidades de cuidados continuados integrados (UCCI) contratadas com a respetiva rede nacional.
Além da expansão da capacidade instalada, o grupo está a desenvolver iniciativas destinadas a reforçar a qualidade dos serviços prestados. Entre elas incluem-se projetos de investigação em parceria com a Universidade do Porto nas áreas das demências, nutrição, fisioterapia, cognição e terapia ocupacional.
O administrador responsável pelas operações, Francisco Ribeiro, adiantou ainda que o grupo pretende certificar todas as suas unidades na metodologia Humanitude nos próximos dois anos, colocando a humanização dos cuidados no centro do modelo operacional.
A CoRe Capital entrou no setor das residências assistidas em 2020 através do fundo CoRe Restart. Em 2024, mobilizou o fundo CoRe Consolida para acelerar a expansão da operação e, em 2025, lançou a marca SER, que passou a concentrar as atividades do grupo neste segmento. O mesmo fundo financiou a recente aquisição das unidades do Grupo Naturidade.
O Governo de Macau anunciou hoje que vai oferecer cinco mil patacas (536 euros) por mês a residentes que realizem estágios em empresas da China continental com negócios nos países de língua portuguesa e espanhola.
De acordo com a Direção dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL), o programa terá a duração de 12 semanas e disponibiliza 15 vagas, em áreas como operações comerciais, recursos humanos, administração, finanças e assuntos jurídicos.
Os estágios vão decorrer na vizinha zona económica especial de Hengqin (ilha da Montanha), que está sob a tutela do município de Zhuhai, em empresas de “alta qualidade” com presença nos mercados lusófonos e hispânicos, para “reforçar as competências linguísticas e profissionais dos jovens de Macau”.
Podem candidatar-se residentes de Macau com menos de 35 anos, licenciados ou recém-graduados em 2026, desde que possuam as competências exigidas para os postos de estágio e um salvo-conduto para deslocação ao interior da China.
Os portugueses com estatuto de residentes em Macau ficam assim excluídos dos estágios, uma vez que este salvo-conduto é apenas atribuído a pessoas que detém a nacionalidade chinesa.
A DSAL atribuirá a cada estagiário um subsídio mensal de subsistência de cinco mil patacas (536 euros), além de um subsídio único de 500 patacas (36 euros) para transporte de ida e volta e seguro de viagem.
Os participantes terão ainda direito a alojamento e subsídio de almoço durante o período de estágio, ficando as restantes despesas pessoais a seu cargo.
As candidaturas ao programa abrem a 15 de junho, numa iniciativa coorganizada pela DSAL e pela Direção dos Serviços de Assuntos de Subsistência da Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin, com organização do Centro de Serviços Económicos e Comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa/Espanhola (CECPS), criado em 2025.
“Com esta medida, o Governo de Macau procura consolidar o papel da região como ponte entre a China e os países de língua portuguesa e espanhola, ao mesmo tempo que investe na formação e empregabilidade dos jovens locais”, indicou a DSAL.
A China definiu em 2003 Macau como uma ponte entre o país e os países de língua portuguesa, papel que foi expandido pelo novo líder do governo, Sam Hou Fai, para englobar também os 21 países de língua oficial espanhola.
Em abril, durante a primeira visita ao estrangeiro desde que tomou posse, Sam Hou Fai passou por Lisboa e por Madrid, cidade onde assinou 43 acordos de cooperação em áreas como a tecnologia e desporto.
O chefe do Executivo fez ainda questão de realçar que Macau quer aproveitar a plataforma sino-lusófona para se expandir também a Espanha e aos mercados de língua espanhola.
Os planos de integração e cooperação existentes de Macau com a província de Guangdong e a zona económica especial de Hengqin, estabelecida para ajudar a diversificação económica da cidade, oferecem também uma via para a entrada das empresas dos países de língua espanhola na China.
O Irão voltou hoje a encerrar completamente o estreito de Ormuz, uma passagem estratégica para o transporte de petróleo e gás, em resposta aos mais recentes ataques norte-americanos, anunciou a autoridade marítima iraniana.
“Devido às tensões provocadas pela agressão das forças americanas na região, o estreito de Ormuz está fechado até nova ordem”, afirmou em comunicado a Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico, que gere a passagem.
O Irão controla o estreito desde o início do conflito desencadeado por ataques norte-americanos e israelitas contra o regime de Teerão a 28 de fevereiro, mas os militares têm permitido a passagem diária de cerca de 20 navios.
A Guarda Revolucionária Islâmica iraniana disse hoje ter lançado mísseis balísticos contra uma base norte-americana na Jordânia, após anunciar ataques a bases dos EUA no Kuwait e Bahrein, em resposta aos últimos ataques de Washington.
A ofensiva de Teerão surge depois de o exército norte-americano ter lançado, na quarta-feira, novos ataques contra “múltiplos alvos” no Irão como “resposta às agressões” do país persa, de acordo com a justificação do Centcom.
“As forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar bombardeamentos adicionais de autodefesa hoje às 17:15 [22:15 em Lisboa] contra múltiplos alvos no Irão, sob a ordem do comandante-chefe”, o Presidente norte-americano, Donald Trump, escreveu o organismo, com sede na Florida, numa mensagem na rede social X.
O Centcom, que não esclareceu a duração dos ataques nem os alvos, afirmando apenas que os “bombardeamentos são uma resposta às agressões injustificadas e contínuas do Irão”.
A agência iraniana Mehr informou que as defesas antiaéreas foram ativadas em Teerão, enquanto a Fars relatou explosões em cidades do sul, como Sirik e a ilha de Qeshm, entre outras.
Tanto o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, como Trump anunciaram durante uma conferência de imprensa na quarta-feira que os bombardeamentos contra o Irão seriam retomados nas horas seguintes, depois de ataques anteriores na sequência do abate de um helicóptero norte-americano Apache na segunda-feira, e após Trump ter dito no início da semana que o acordo de paz estaria em fase e últimos acertos e deveria ser assinado em “um ou dois dias”.
Esta quarta-feira, o Presidente norte-americano voltou a acusar Teerão de estar a empatar as negociações para pôr fim à guerra no Médio Oriente.
O preço do cabaz alimentar que é monitorizado pela DECO PROteste atingiu um custo de 255,57 euros, na semana compreendida entre 3 de junho e 10 de junho, menos 3,74 euros que na semana anterior. “Depois da subida registada na semana anterior, o preço do cabaz tem a maior descida das últimas semanas e fica próximo dos valores registados no início de abril”, refere a associação de defesa do consumidor.
“Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 13,75 euros (menos 5,69%). Há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,79 euros (menos 6,14%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 67,87 euros (uma diferença de 36,16%)”, refere a DECO PROteste.
A associação adianta que na semana, entre 3 de junho e 10 de junho, a “couve-coração aumentou 0,15 euros (9%), o pão de forma sem côdea subiu 0,16 euros (7%) e a manteiga com sal registou um acréscimo de 0,12 euros (5%)”, sendo os três produtos que sofrem a maior subida no seu preço, em comparação com a semana anterior.
“Comparando com o mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como a couve-coração (37% custando atualmente 1,85 euros/kg), o carapau (32%, custando atualmente 5,38 euros/kg) e os brócolos (28%, o que se reflete num custo de 3,39 euros/kg)”, diz a mesma entidade.
Desde que a DECO PROteste iniciou esta análise, a 5 de janeiro de 2022, os “maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (125% para 13,08 euros/kg), a couve-coração (87% para 2,10 euros/kg) e os ovos (84% para 2,10 euros)”.
O preço médio da produção agrícola na União Europeia (UE) teve no primeiro trimestre um recuo homólogo de 2,9%, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
Por outro lado, o preço médio dos fatores de produção agrícola (bens e serviços consumidos na agricultura e não relacionados com o investimento, tais como energia, fertilizantes ou alimentos para animais) teve uma descida homóloga de 0,4%, entre janeiro e março.
No primeiro trimestre, o preço médio da produção agrícola apresentou quedas homólogas em 19 países da UE, com os recuos acentuados a registarem-se na Bélgica (12,9%), na Alemanha (11,0%) e na Lituânia (10,8%).
Os preços aumentaram nos restantes oito países da UE, com maior destaque para Malta (14,8%), Croácia (8,5%) e Finlândia (5,5%).
Em termos de preço médio dos fatores de produção não relacionados com o investimento, registaram-se quedas em 14 países da UE, com as taxas mais acentuadas na Alemanha (3,8%), nos Países Baixos (3,4%), em Chipre e em Portugal (ambos com 3,1%).
Nos outros 13 países da UE verificaram-se aumentos, com as taxas mais elevadas na Lituânia (16,8%), na Roménia (5,0%) e na Irlanda (3,6%).
Ao nível da UE, os preços do leite e dos cereais diminuíram, em média, 15,5% e 11,7%, respetivamente, no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo trimestre de 2025.
Entre os bens e serviços consumidos na agricultura, os preços médios dos fertilizantes e corretores do solo na UE aumentaram 6,6% no mesmo período, enquanto os alimentos para animais e a energia registaram quedas de 4,9% e 0,6%, respetivamente.
A recente crise no Médio Oriente, iniciada com o ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irão em 28 de fevereiro, levou à escalada dos preços da energia e fertilizantes.
Como sugieren los avances de la tercera temporada de La Casa del Dragón, Daemon Targaryen parece que ya no formará parte de una historia aislada y repleta de visiones como se vio en el transcurso de la segunda temporada. Tras partir de Rocadragón para tomar el control de Harrenhal, este personaje permaneció separado del resto del elenco principal durante la mayor parte de la última temporada emitida.
De hecho, la mayor parte de sus escenas transcurrieron en compañía de Simon Strong y Alys Rivers. Esta última fue quien le facilitó el acceso a una serie de visiones que se desarrollaron a lo largo de la temporada. Sin embargo, pese al potencial que tenía, esta trama en concreto provocó opiniones encontradas y ciertas dudas entre el público. Ante esta situación, la tercera temporada pretende cambiar su rol en la historia, sobre todo porque lo volverá a traer al campo de batalla.
Daemon Targaryen abandonará la narrativa aislada de la segura temporada
Será en este escenario donde se reúna con personajes clave al colocarse en el centro de eventos y momentos de mayor relevancia. La primera consecuencia de esto es que lo acercará al papel que tuvo en la temporada inicial. A medida que Daemon Targaryen regresa para interactuar con las figuras más importantes, Matt Smith reveló que está "feliz de estar de vuelta en casa".
Así explicó cómo sintió el aislamiento de su personaje:
Estuvo bien. Creo que el personaje está contento de volver a casa. Sobre Daemon Targaryen, no sé, su adicción y su inclinación por la violencia, ese es su mayor anhelo. Para mí, como actor, fue genial por poder volver e interactuar con todos los actores con los que trabajo a diario.
Matt Smith, sobre el papel que Daemon Targaryen ocupará en la tercera temporada de 'La Casa del Dragón'
Tras apenas tener oportunidades de entrar en combate en la segunda temporada, Daemon Targaryen regresa a su concepción original en la próxima entrega. Es por eso que el icónico personaje de Matt Smith volverá a sacar partido de su ardiente sed de violencia. Al igual que Rhaenyra, Daemon está interesado en estar en el centro de la acción y desempeñar un papel más activo en los acontecimientos que serán tan determinantes en el futuro de Poniente.
Mientras tanto, el actor se mostró entusiasmado por poder interactuar con una mayor variedad de actores en la tercera temporada. Después de todo, la interacción social de Daemon en Harrenhal fue tan mínima que algunas de sus escenas más significativas como parte de sus visiones fueron en compañía de varios animales. Esta vez, el personaje tendrá más relevancia en los siguientes ocho episodios. Además, se espera que su intensa trama le dé más impulso a la serie en su recta final.
A segunda edução do relatório macroeconómico de Portugal, do BFF Banking Group, conclui que a situação financeira de Portugal “atingiu um marco histórico”, destacando-se que o país conseguiu atingir a sua dívida pública mais baixa desde junho de 2010 (89,7% do PIB).
O documento, intitulado “Choque Energético e Resiliência Orçamental”, abrange o segundo trimestre, é liderado pela BFF Insights (a divisão de investigação do BFF Banking Group) e conta com a colaboração com a NOVA SBE. Os autores são: Pedro Brinca, João B. Duarte, Diogo Reis e Manuel Franco.
“O setor público encerrou o ano de 2025 com um excedente orçamental de 0,7% do PIB, superando as previsões tanto do Banco de Portugal (BdP) como da Comissão Europeia. Consequentemente, a dívida pública diminuiu significativamente para 89,7% do PIB, atingindo o seu nível mais baixo desde junho de 2010. O mercado reconheceu esta solidez, com a taxa de rendibilidade da dívida soberana a 10 anos a situar-se nos 3,33% e Portugal a manter notações sólidas (A+ pela S&P e A pela Fitch)”, refere o relatório.
Contudo o documento salienta que a economia portuguesa enfrentou uma desaceleração no início do ano. “Embora o PIB real tenha crescido 1,9% em 2025, o crescimento trimestral estagnou (0,0%) no primeiro trimestre de 2026”, diz o relatório.
“Esta estagnação reflete o impacto do conflito no Médio Oriente, a procura externa mais fraca e um choque nos preços da energia, que subiram 13,0% em termos homólogos e empurraram o índice de preços no consumidor (IPC) global para 3,4% em abril”, explica o BFF.
O relatório salienta que para contrariar estas fragilidades externas, que incluem um aumento de 29,9% nos custos
unitários do trabalho desde o final de 2019 e perturbações industriais no início de 2026, o investimento surgiu como a “principal” surpresa positiva. “A formação bruta de capital fixo acelerou antes do prazo do PPR de agosto de 2026. Em resposta à necessidade de prolongar a dinâmica económica para além do PPR, o Governo introduziu o programa PTRR (Transformação, Recuperação e Resiliência de Portugal). Com uma dotação de 22,6 mil milhões de euros até 2034, o programa visa proporcionar a Portugal um sólido conjunto de projetos de investimento público a longo prazo e apoiar a reconstrução após a tempestade Kristin”, acrescenta.
Setor externo enfraquece no início de 2026
Quanto ao setor externo “enfraqueceu significativamente” no início de 2026. “No primeiro trimestre, as exportações
nominais de bens registaram uma queda de 6,4% em termos homólogos, enquanto as importações aumentaram 2,6%. Paralelamente, o ambiente comercial dos Estados Unidos (EUA) passou a aplicar uma tarifa uniforme de 10% sobre todas as importações, alterando a exposição de Portugal ao risco”, diz o relatório.
O documento elaborado pelo BFF diz ainda que na sequência do recorde histórico registado em 2025, o setor do turismo “continuou a crescer, mas a um ritmo visivelmente mais lento” no início de 2026. “Em fevereiro, o crescimento anual do número de hóspedes abrandou para 0,8%, com as dormidas a aumentarem apenas 1,3%”, esclarece.
“À medida que as transações de compradores estrangeiros caíram 20,9% no 4.º trimestre de 2025, as famílias nacionais absorveram a pressão do mercado, representando um recorde de 87,5% do total de compras. Esta dependência do crédito interno está a suscitar alarme no Banco de Portugal, uma vez que a percentagem de novas hipotecas classificadas como de alto risco saltou de apenas 3% em 2024 para 21% em 2025″, diz o relatório com a autoria de Pedro Brinca, João B. Duarte, Diogo Reis e Manuel Franco.
O documento que conta com a colaboração da NOVA SBE diz ainda que mesmo com a rentabilidade bancária a “começar a estabilizar” após o pico de 2023-2024, o sistema bancário português mantém um Rácio de Cobertura de Liquidez excecional de 245,8%, “situando-se entre os mais elevados” da Zona Euro.
“Apesar dos atuais excedentes orçamentais, a Análise de Sustentabilidade da Dívida de 2026 do Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta para vulnerabilidades futuras. Impulsionado pelo envelhecimento da população, pelo aumento das despesas com a defesa e pelos cortes fiscais previstos, poderá surgir um desequilíbrio orçamental superior a 1% do PIB até 2031, caso não sejam implementadas medidas compensatórias a partir de 2027″, diz o relatório.
Os imprevistos acontecem a qualquer um, seja um acidente, um problema de saúde, um falecimento… é por estas situações incontroláveis que o consumidor deve contratar um seguro de viagem.
Cada seguro é um seguro e as situações que cobrem devem ser muito bem analisadas e comparadas com outras ofertas no mercado antes da decisão final.
As coberturas mais comuns deste género de seguros são:
Despesas médicas e hospitalares no estrangeiro
Cancelamento ou interrupção da viagem
Perda ou extravio de bagagem
Atrasos de voos ou ligações
Responsabilidade civil
Repatriamento sanitário ou funerário
É importante verificar com atenção o capital máximo coberto em cada item e as exclusões previstas na apólice. Muitos seguros não cobrem doenças pré-existentes ou eventos relacionados com desastres naturais e terrorismo, salvo contratação específica.
Tenha atenção para não estar a duplicar seguros com as mesmas coberturas. Por exemplo, se pagar a sua viagem com um cartão de crédito, por norma, este já inclui um seguro. Ou até mesmo, se optar por programar as suas férias numa agência, também é recorrente que o preço já inclua o seguro de viagem.
Questione a agência sobre o assunto e esclareça todas as suas dúvidas. É importante que conheça as coberturas do seu seguro de viagem.
Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Siga-nos nas redes sociais Facebook, Bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!
A Visa anunciou, na quarta-feira, uma colaboração estratégica com a OpenAI, detentora do ChatGPT, para viabilizar pagamentos Visa seguros em “ambientes de comércio automatizado, permitindo pagamentos contínuos e fiáveis” na plataforma OpenAI. O anúncio foi feito durante o Visa Payments Forum, em São Francisco.
“Através desta parceria, a Visa fornecerá a sua rede global, capacidades de autenticação e infraestrutura de segurança para suportar experiências de comércio automatizado, ajudando os consumidores e as empresas a interagir e a realizar transações com confiança”, referiu a empresa de pagamentos.
A colaboração faz parte da iniciativa Visa Intelligent Commerce que tem como objetivo “expandir as capacidades de pagamento seguro” para novos ambientes digitais.
“Em conjunto, as duas empresas irão também explorar uma gama de aplicações empresariais, incluindo experiências orientadas para os programadores com tecnologia Codex, bem como fluxos de trabalho mais automatizados e conversacionais, à medida que a inteligência artificial (IA) continua a evoluir como uma importante interface para as interações digitais”, salientou a empresa de pagamento.
No âmbito desta parceria as capacidades de pagamento da Visa serão “integradas” nas experiências da OpenAI, oferecendo aos programadores e comerciantes uma “forma simplificada” de aceitar pagamentos Visa iniciados por agentes. “Juntamente com a OpenAI, a Visa fornecerá a rede subjacente, a tokenização e as características de risco que suportam transações fiáveis e seguras”, refere.
“As transações serão operadas dentro de permissões, políticas e controlos de utilizador claramente definidos, tais como limites de gastos, categorias de comerciantes ou aprovações necessárias. As transações utilizarão credenciais Visa tokenizadas e autorização em tempo real, bem como monitorização de fraudes, ajudando a viabilizar novas experiências de pagamento com IA para manter uma elevada segurança e proteção do consumidor”, disse a empresa de pagamentos.
O diretor de produtos e estratégia da Visa, Jack Forestell, considerou que a IA vai “transformar o comércio de forma mais profunda” do que a internet ou a tecnologia móvel alguma vez fizeram.
“À medida que os agentes de IA se tornam participantes ativos na economia, o foco da Visa é garantir que as transações são fiáveis, seguras e perfeitas. Esta é a infraestrutura que estamos a construir com parceiros como a OpenAI“, adiantou Jack Forestell.
O chefe de parcerias de comércio da OpenAI, Marco Mahrus, disse que o comércio terá lugar em muito mais lugares e de muito mais formas do que hoje, e os agentes “desempenharão um papel cada vez mais importante” para ajudar as pessoas a completar tarefas que envolvem dinheiro — desde compras e pagamentos a transações mais complexas.
“Ao integrar com o Visa Intelligent Commerce, estamos a construir a infraestrutura para transações seguras, transparentes e controladas pelo utilizador, ajudando as pessoas a fazer mais com os agentes de IA, mantendo a confiança de que os pagamentos estão a ser processados em segurança”, acrescentou Marco Mahrus.
A China planeia avançar com 295 mil milhões de dólares (255,7 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), nos próximos cinco anos, para a construção de centros de dados em todo o país, com o intuito de rivalizar com os Estados Unidos na área da inteligência artificial (IA), como refere a agência noticiosa Bloomberg. País asiático quer apostar em fornecedores locais.
A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, que é uma agência governamental, é uma das entidades envolvidas no desenho desse plano, de acordo com as fontes consultadas pela agência noticiosa.
De acordo com a Bloomberg, a China Mobile e a China Telecom devem operar a maior parte dos centros de dados e assegurar a sua conectividade. O plano prevê uma aposta em fornecedores locais como a Huawei Technologies para pelo menos 80% da tecnologia, como os chips de IA, excluindo as norte-americanas Nvidia e a Advanced Micro Devices (AMD).
As fontes consultadas pela agência noticiosa referiram que este plano nacional de centros de dados ainda está numa fase inicial de discussão e os detalhes podem mudar. Os 295 mil milhões de dólares de investimento previsto para os centros de dados deve ser financiado através de dívida soberana, incluindo obrigações governamentais especiais de longo prazo, geralmente com maturidade superior a 10 anos, e fundos estatais para investimento em setores estratégicos. Os empréstimos bancários e o capital privado iriam complementar o financiamento, salientaram as fontes ouvidas pela Bloomberg.
O investimento anunciado não inclui os gastos de empresas como a Alibaba e a Tencent.
As fontes disseram que a China tem também planos para integrar a rede elétrica no projeto.