“Gasolina para cima do fogo”. O El Ninõ já começou
VTM
“Perante esta chaga, a comunidade eclesial é chamada a responder com a escuta, a verdade, a justiça, a reparação e um compromisso cada vez mais decidido na prevenção e na cultura do cuidado”, afirmou Leão XIV, acrescentando que “cada pessoa ferida deve poder encontrar uma escuta sincera, acolhimento, proteção e caminhos reais de cura”.
O Papa assumiu que esta é uma das “situações mais dolorosas” que atinge a Igreja Católica, dirigindo a sua palavra a todos os que “foram feridos precisamente por quem deveria cuidar deles, incluindo membros do clero”.
Leão XIV está de visita ao território espanhol até sexta-feira (12 de junho), cumprindo um roteiro com passagens por Madrid, Barcelona, Las Palmas de Gran Canária e Santa Cruz de Tenerife. Durante a visita, o Papa vai reunir-se com vítimas de abusos sexuais durante a viagem apostólica a Espanha.
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Barcelona, 10 jun (Prensa Latina) No podemos creer en Jesucristo y promover la guerra, ni matar al inocente, dijo hoy el Papa Leon XIV en una ceremonia solemne en la Sagrada Familia de Barcelona.
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En la vía 15 de la estación de Atocha, con estola, alzacuellos y la cruz colgada al pecho, César García Magán, secretario general de la Conferencia Episcopal Española (CEE), se detiene ante la cabecera del tren. Extiende las manos, reza una oración, se santigua y esparce agua bendita. “Que este medio de transporte sirva al bien común”. Está a punto de comenzar uno de los viajes más singulares en el marco de uno de los grandes acontecimientos del año: la visita del Papa León XIV a España.


Para los barceloneses, el conflicto entre la Sagrada Familia y sus vecinos de enfrente no es nuevo. El desacuerdo aparece de manera cíclica cada vez que la finalización del templo acecha: las edificaciones habitadas deberían ser expropiadas y demolidas para encajar la gran escalinata y la amplia avenida previstas en algunos planos.
O Município de Odemira assinou um contrato‑programa com a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) e o Fundo Ambiental, no valor de 750 mil euros, para financiar intervenções urgentes de recuperação e restabelecimento das zonas costeiras afetadas pelas tempestades.
A formalização deste financiamento decorreu na segunda-feira, 8 de Junho, em Valada do Ribatejo, no concelho do Cartaxo, no âmbito da iniciativa “Territórios Resilientes”.
A representar o Município de Odemira esteve o vice-presidente da Câmara, Ricardo Cardoso.
A cerimónia foi presidida pela ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e contou também com a presença do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, e do presidente da APA, José Pimenta Machado.
No concelho de Odemira, o contrato-programa destina-se à reconstrução de infraestruturas das zonas costeiras danificadas e na reposição de condições de segurança, designadamente a beneficiação de escadas, passadiços, rampas e consolidação de acessos.
As obras financiadas ao abrigo destes contratos serão executadas pela autarquia, sendo que algumas intervenções já estão em curso, com a autorização do Governo para avançar com os trabalhos após as tempestades.
Este financiamento é assegurado pelo Fundo Ambiental, sob gestão da Agência para o Clima.
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