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Seguro defende que “boas relações” com EUA e autonomia da Europa são complementares

By: Lusa
9 June 2026 at 19:30
O Presidente da República defendeu esta terça-feira que se deve manter “boas relações” com os EUA, e aprofundá-las, mas ao mesmo tempo assegurar a “autonomia estratégica” da Europa em matéria de segurança e defesa. “Acho que as duas dimensões são perfeitamente complementares”, declarou António José Seguro aos jornalistas, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, onde chegou, para as comemorações do Dia de Portugal, e se reuniu com a representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Susana Goulart Costa. Questionado pelos jornalistas sobre qual o momento adequado para uma eventual revisão do acordo de cooperação e defesa entre

China está “a crescer mais rápido do que qualquer outro país”. Já chegou às 620 armas nucleares

9 June 2026 at 17:10
A China está a expandir o seu arsenal nuclear de armas mais rapidamente do que qualquer outro país. O mais recente anuário do Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo (SIPRI) afirma que Pequim possui atualmente cerca de 620 ogivas nucleares. Esta evolução poderá constituir motivo de preocupação para os EUA e os seus aliados, uma vez que, segundo o relatório, a China continua a desenvolver novos sistemas nucleares. “A China poderá potencialmente ter, até ao final da década, pelo menos tantos mísseis balísticos intercontinentais como a Rússia ou os EUA”, refere o relatório. Segundo o Interesting Engineering,

Portugueses concluem projeto de baterias na América

A EDP Renováveis concluiu um projeto de baterias no estado do Arizona, nos Estados Unidos da América.

Este é o seu maior sistema de armazenamento de baterias com capacidade de 200 MW/800 MWh, suficiente para abastecer mais de 44 mil famílias.

O projeto Flatland Energy Storage vai contribuir para “garantir um fornecimento fiável durante períodos de maior procura e para apoiar o crescimento das necessidades energéticas do estado”.

“Os sistemas elétricos estão a tornar-se cada vez mais complexos e a procura de energia continua a aumentar, tornando cada vez mais importante o investimento em sistemas mais resilientes. Projetos de armazenamento de energia à escala, como este — o maior dentro do Grupo EDP até à data — são fundamentais para reforçar a estabilidade e a resiliência da rede, bem como para assegurar um desempenho mais fiável do sistema”, disse Miguel Stilwell d’Andrade, presidente-executivo do Grupo EDP.

Este projeto vai gerar mais de 17 milhões de euros de impacto económico local e regional ao longo da sua vida útil, incluindo receitas para as autoridades locais.

“A EDP Renováveis América do Norte é um dos principais promotores e operadores de infraestruturas de energia limpa no Arizona, com cerca de 600 MW de capacidade operacional bruta em energia solar e armazenamento, abastecendo o equivalente a mais de 113.000 lares”, segundo a companhia.

A EDP conta com um portfólio de mais de 460 MW de armazenamento em operação e em construção nos Estados Unidos, Europa, América do Sul e Ásia-Pacífico.

Helicóptero dos EUA cai junto ao estreito de Ormuz

By: ZAP
9 June 2026 at 11:30
Um helicóptero AH-64 Apache do exército dos EUA caiu perto do Estreito de Ormuz nesta segunda-feira. Os dois tripulantes da aeronave sobreviveram ao acidente e foram resgatados em segurança. Ainda não é claro se o Apache foi abatido por fogo iraniano, sofreu uma avaria mecânica ou se ocorreu outro problema. Este incidente ocorreu um dia depois de o Irão e Israel terem afirmado que tinham suspendido os ataques mútuos, na sequência de um apelo de Trump, embora Teerão tenha advertido que retomaria as hostilidades se Israel continuasse a atacar o Hezbollah no Líbano. De acordo com o New York Times,

Médio Oriente: guerra pode escapar das mãos de Donald Trump

De retaliação em retaliação: o Irão atacou Israel em retaliação pelos ataques israelitas a uma base do Hezbollah nos arredores de Beirute, capital do Líbano; e o exército israelita atacou o Irão em retaliação a este ataque. A muitos quilómetros dali o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exige que os dois países cumpram o cessar-fogo e parem de aumentar a tensão regional – mas é muito duvidoso que Teerão e Telavive o ouçam.

Para todos os efeitos, os analistas dizem que a guerra entre Israel e Irão foi retomada no domingo, depois de o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter desafiado o pedido de Trump para que as hostilidades fossem suspensas. Israel atacou Teerão e outras cidades após o Irão lançar mísseis em direção a Israel.

Segundo a imprensa norte-americana, Trump ligou novamente para Netanyahu na manhã de segunda-feira, 8 de junho, e pediu que interrompesse os ataques no Irão. Netanyahu informou Trump que estava pronto para interromper os ataques se o Irão não realizasse mais disparos contra Israel.

Mais cordato, o Irão anunciou a suspensão das operações militares contra Israel, mas ameaça com “medidas mais severas e repressivas” caso a “agressão” israelita continue, no que se inclui as operações de Israel no sul do Líbano. Para vários analistas citados pela imprensa norte-americana, Trump arrisca deixar de ter controlo sobre a guerra. Se Israel continuar a usar a força contra o Irão independentemente da vontade de Washington, Trump ficará ‘agarrado’ àquilo que o Estado hebraico decidir que fará. O receio do presidente dos Estados Unidos é que mais esta escalada encerre de vez a possibilidade de um acordo de paz entre Teerão e Washington. Para todos os efeitos, a ‘trapalhada’ entre Israel e os Estados Unidos é claramente favorável ao Irão – que observa a desarticulação das prioridades no seio da coligação que iniciou os ataques em fevereiro passado. A aparente falta de sintonia deu-se também mais tarde, quando oficiais norte-americanos afirmaram que as forças armadas dos EUA não estiveram envolvidas nos ataques israelitas deste domingo contra o Irão, ao mesmo tempo que um oficial israelita disse que os norte-americanos ajudaram a intercetar os ataques iranianos contra Israel.

Um oficial das Forças de Defesa de Israel disse na segunda-feira que Israel está a preparar-se para vários dias de combates, embora as declarações tenham sido feitas antes de o Irão anunciar a pausa. Na manhã de segunda-feira, as Forças de Defesa de Israel afirmaram ter atacado sistemas de defesa aérea que os iranianos reconstruíram durante o cessar-fogo. Posteriormente, Israel atacou uma grande instalação petroquímica no Irão, que as Forças de Defesa de Israel alegaram ser usada para produzir matéria-prima para a produção de armas. Os militares iranianos dispararam mais de 25 mísseis contra alvos em Israel, incluindo a capital, Telavive.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irão, Esmail Baghaei, afirmou que os Estados Unidos são diretamente responsáveis ​​pelas ações de Israel e que os acontecimentos “só irão agravar a situação caótica do processo diplomático”.

Entretanto, os houthis – instalados no Iémen e apoiados por Teerão – voltaram a entrar em combate, lançando dois mísseis contra Israel e anunciando que atacariam embarcações israelitas no Mar Vermelho.

Afinal, o que quer Israel?

9 June 2026 at 00:08

Há uma velha piada entre historiadores do Médio Oriente que diz que a região moderna foi desenhada por homens que nunca lá viveram, sobre mapas que nunca compreenderam e com réguas que nunca deveriam ter utilizado. Como quase todas as boas piadas, contém uma parte significativa de verdade.

Quando o Império Otomano colapsou após a Primeira Guerra Mundial, as potências europeias dividiram a região segundo interesses estratégicos, linhas ferroviárias, recursos energéticos e equilíbrios imperiais. O resultado foi um conjunto de fronteiras artificiais que separaram tribos, dividiram comunidades religiosas e obrigaram grupos rivais a coexistir dentro dos mesmos Estados. Síria, Iraque, Jordânia e Líbano são, em larga medida, produtos dessa engenharia geopolítica do século XX.

É importante recordar este facto porque muitos dos conflitos atuais não acontecem entre nações antigas com fronteiras milenares. Acontecem dentro de uma arquitetura política relativamente recente, construída sobre equilíbrios frágeis e frequentemente contestados.

Israel nasceu precisamente nesse contexto. Desde a sua fundação, em 1948, enfrentou guerras, invasões, terrorismo, atentados suicidas, ataques de foguetes e uma contestação permanente da sua própria existência. Nenhuma análise séria pode ignorar esta realidade. Mas reconhecer a legitimidade das preocupações de segurança de Israel não significa deixar de fazer uma pergunta cada vez mais inevitável: afinal, o que quer Israel?

A questão tornou-se particularmente relevante esta semana. Depois dos ataques iranianos e dos apelos explícitos de Donald Trump para evitar uma escalada, Israel voltou a atacar alvos iranianos. Não é a primeira vez que Telavive ignora pedidos de contenção por parte de aliados. O que torna este episódio interessante é que revela algo mais profundo do que uma simples divergência táctica.

Pela primeira vez em muitos anos, parece existir uma diferença de objetivos entre Washington e Jerusalém. Os Estados Unidos procuram estabilidade. Israel procura segurança. À primeira vista parecem sinónimos. Na prática podem significar coisas completamente diferentes.

Para Washington, um acordo com Teerão, por imperfeito que seja, continua a ser preferível a uma guerra regional permanente. Para Israel, pelo contrário, qualquer acordo que permita ao regime iraniano sobreviver, reorganizar-se e recuperar capacidades estratégicas pode ser visto como uma ameaça futura. É aqui que começa a divergência. A estratégia americana continua assente na gestão do conflito. A estratégia israelita parece cada vez mais orientada para a transformação do equilíbrio regional.

Nos últimos anos, Israel combateu ou confrontou diretamente cinco frentes distintas. O Hamas em Gaza. O Hezbollah no Líbano. Os Houthis no Iémen. As milícias pró-iranianas no Iraque e na Síria. E, naturalmente, a própria República Islâmica do Irão. Nenhum outro país democrático enfrenta simultaneamente uma rede tão vasta de atores hostis armados e financiados por um mesmo centro de poder regional. Ignorar este facto seria intelectualmente desonesto.

Mas também seria desonesto ignorar outra realidade. Em vários setores da atual coligação governamental israelita existe uma visão estratégica que vai muito além da simples autodefesa.

Figuras como Itamar Ben-Gvir e Bezalel Smotrich defendem uma leitura profundamente maximalista do futuro de Israel. Não falam apenas de segurança. Falam de soberania. Não falam apenas de dissuasão. Falam de expansão da presença israelita sobre territórios disputados.

Nos Estados Unidos, algumas vozes próximas da atual administração têm reforçado esse discurso. O atual embaixador americano em Israel, Mike Huckabee, provocou controvérsia ao afirmar que seria aceitável que Israel controlasse uma área muito mais vasta da região, evocando referências bíblicas que se estendem do Nilo ao Eufrates. Mais do que uma declaração diplomática, foi uma janela para um pensamento político que existe há muito tempo, mas que raramente era expresso de forma tão explícita.

Naturalmente, não existe qualquer plano oficial israelita para conquistar metade do Médio Oriente. A ideia de um “Grande Israel” pertence mais ao domínio ideológico do que ao planeamento militar real. Mas as ideias importam porque influenciam decisões, moldam prioridades, ajudam a explicar comportamentos e revelam que a discussão dentro de Israel já não é apenas sobre como sobreviver, mas também sobre qual deve ser o papel regional do Estado israelita nas próximas décadas.

A questão torna-se ainda mais complexa quando olhamos para o outro lado. O regime iraniano não é uma democracia liberal incompreendida. Durante décadas financiou organizações armadas em vários países da região, patrocinou grupos que atacaram civis israelitas e construiu uma arquitetura de influência baseada em milícias, proxies e guerra indireta.

Para muitos israelitas, o problema não é apenas o programa nuclear iraniano. É a própria natureza do regime. É por isso que, mesmo quando Washington fala em negociações, muitos em Israel continuam a pensar em termos de contenção permanente ou mesmo de enfraquecimento estrutural do poder iraniano.

O problema é que existe uma diferença fundamental entre enfraquecer uma ameaça e viver num estado de guerra contínua. A história ensina que nenhuma potência consegue permanecer indefinidamente mobilizada sem custos políticos, económicos e morais. É precisamente aqui que surge a grande interrogação estratégica.

Israel quer regressar ao statu quo anterior a 7 de Outubro? Quer apenas destruir as capacidades militares dos seus adversários? Ou pretende criar uma nova ordem regional em que os seus inimigos deixem de ter capacidade para desafiar a sua superioridade?

As respostas a estas perguntas determinarão o futuro do Médio Oriente muito mais do que qualquer ataque aéreo desta semana. Porque a verdadeira questão já não é militar. É política.

O povo israelita merece viver em segurança. Merece viver sem sirenes, sem foguetes e sem ameaças existenciais. Mas o povo israelita não se confunde com Benjamin Netanyahu. Nem a democracia israelita se resume à sua atual coligação governamental.

Da mesma forma que criticar Netanyahu não significa ser anti-Israel, apoiar o direito de Israel à defesa não implica concordar com todas as decisões do seu governo. Essa distinção tornou-se cada vez mais importante, sobretudo agora que a pergunta central da política regional deixou de ser o que o Irão quer.

A pergunta central passou a ser outra: depois de Gaza, do Líbano, do Iémen, da Síria, do Iraque e agora do Irão, afinal, o que quer Israel?

Walmart diz aos trabalhadores que a IA vai melhorar os seus empregos, não roubá-los

8 June 2026 at 15:51

O maior empregador privado dos EUA e gigante do retalho está a mergulhar de cabeça na Inteligência Artificial para apoiar uma série de tarefas, desde a criação de vestuário à gestão de frotas de camiões, numa aposta que os executivos transmitiram a milhares de funcionários que se deslocaram à sede da empresa no Arkansas no início desta semana. A Walmart anunciou que qualquer funcionário nos EUA pode agora obter certificação na utilização da OpenAI.

De acordo com o Financial Times (FT) a adoção da IA pela empresa surge em meio à ansiedade gerada pelo potencial da tecnologia para tornar certos trabalhadores redundantes. A IA tem sido a principal razão apontada pelas empresas norte-americanas para o corte de postos de trabalho em cada um dos últimos três meses, de acordo com a Challenger, Gray and Christmas, uma empresa de recolocação profissional.

Na assembleia geral anual de quinta-feira, os acionistas tentaram sem sucesso que a Walmart elaborasse um relatório sobre o impacto da IA nos trabalhadores da empresa. As equipas de tecnologia e design de produto da empresa anunciaram no mês passado centenas de despedimentos, sem os associar à IA.

A FT indica que os executivos presentes na Associates Week da Walmart traçaram um futuro em que a IA vai mudar a forma como as pessoas trabalham, não necessariamente quantas trabalham. “A tecnologia vai impulsionar o nosso futuro. Mas os nossos colaboradores vão liderá-lo”, disse Donna Morris, diretora de recursos humanos da Walmart, numa intervenção recebida com grande entusiasmo numa arena de basquetebol, na sexta-feira.

A Walmart acelerou a adoção da IA no ano passado com a contratação, em agosto, de Daniel Danker, proveniente da empresa de tecnologia alimentar Instacart, para o cargo de vice-presidente executivo para a aceleração da IA, produto e design. Foi-lhe paga uma remuneração de 44 milhões de dólares no ano passado (38,2 milhões de euros) , incluindo ações condicionadas, um valor superior ao do CEO cessante Doug McMillon.

McMillon passou o leme ao novo presidente John Furner, referindo que o seu sucessor estava “de forma única capacitado” para liderar a empresa numa transformação impulsionada pela IA. Na sexta-feira, Furner atribuiu um prémio a dois engenheiros da Walmart que desenvolveram uma plataforma de “vibe coding” atualmente em uso em toda a empresa, que permite a funcionários com salário horário criar código para resolver problemas de negócio.

O número total de funcionários da Walmart a nível global diminuiu ligeiramente ao longo dos últimos cinco anos, mesmo com as receitas a dispararem 151 mil milhões de dólares para 713 mil milhões em 2025. «Não sabemos o que o futuro reserva, mas temos sido um grande empregador e continuaremos a sê-lo», disse um porta-voz ao FT.

Lo Stomski, diretora de talentos da Walmart, elogiou um gestor de transporte de mercadorias que tinha programado uma forma de encontrar as melhores cargas para os motoristas perto do fim da sua semana de trabalho. “Reduz as quilometragens em vazio. Poupa dinheiro à empresa e ajuda a Walmart a cumprir o compromisso de fazer com que os motoristas cheguem a casa”, disse Stomski.

Danker, em entrevista, disse que a IA poderia transformar o processo de armazenamento, agrupamento e expedição de mercadorias, passando de “determinístico” a “preditivo” e capaz de antecipar picos de procura. “O que espero, a espécie de estrela-guia que imagino, é que, se houver uma vaga de calor repentina, de repente todos os artigos de que precisaria numa vaga de calor estejam ali, disponíveis para entrega em 30 minutos ou menos”, disse Danker.

Os gestores falaram também de usar a IA para sintetizar opiniões dos consumidores com vista ao desenvolvimento de novos produtos e para apoiar os terminais de self-checkout na identificação de produtos frescos sem código de barras.

Israel não cede à pressão de Trump e ataca complexo petroquímico iraniano

By: ZAP
8 June 2026 at 10:40
Israel e o Irão trocaram disparos esta segunda-feira. Os novos ataques, incluindo um ataque a um complexo petroquímico iraniano, ocorreram horas depois de Donald Trump ter apelado a Israel para não realizar novos ataques.  O Exército israelita anunciou ainda ter intercetado, esta madrugada, um míssil lançado a partir do Iémen. O lançamento ocorreu cerca de uma hora e meia depois de Israel ter afirmado ter atacado “alvos militares” no oeste e no centro do Irão, em resposta a ataques da República Islâmica e no contexto da escalada de tensões na região. Segundo o The Guardian, Teerão tem insistido que qualquer

Já se pode fazer pagamentos com uma (verdadeira) varinha de fada

By: ZAP
8 June 2026 at 09:00
A nova varinha de pagamento da Cash App é pura fantasia. “Até as partes práticas do dia a dia devem ter um lado pessoal e divertido”, afirma o seu designer. A tecnológica norte-americana  Cash App está a introduzir uma nova forma de pagar: acenando com uma varinha de fada. A tecnologia não tem nada de mágico. Trata-se, antes, de uma das etiquetas com NFC da Cash App, que permitem aos utilizadores efetuar pagamentos contactless sem ter que ter um cartão tradicional ou um telemóvel. A varinha nacarada, que custa 25 dólares (cerca de 22 euros), tem uma falsa pedra preciosa

EUA estão a ponderar comprar as Ilhas Chagos

By: ZAP
8 June 2026 at 06:40
A Casa Branca está a preparar um plano para comprar as ilhas Chagos, uma opção que poderá comprometer o plano do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, de ceder a soberania do território às Maurícias. Responsáveis norte-americanos elaboraram uma proposta para contornar o Reino Unido e fechar o seu próprio acordo para assumir o controlo de Diego Garcia, a base militar britânico-americana estrategicamente importante, num momento de incerteza sobre o seu futuro, apurou o The Telegraph. A proposta faz parte de várias opções preparadas pela administração de Donald Trump num documento destinado a apresentar alternativas ao plano do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer,

Vídeo: Atentado a tiros deixa feridos e eleva alerta de segurança nos EUA em período pré-Copa do Mundo

7 June 2026 at 16:39

Um atentado a tiros registrado na cidade de Toledo, no estado de Ohio, nos Estados Unidos, no sábado (06/06), deixou várias pessoas feridas e provocou uma grande mobilização das forças de segurança. As vítimas receberam atendimento de emergência e foram encaminhadas para hospitais da região.

Após o ataque, as autoridades iniciaram uma ampla operação para localizar o responsável pelos disparos. Até o momento, o suspeito não havia sido encontrado. A polícia reforçou o patrulhamento e ampliou as buscas em diferentes áreas da cidade.

Diante da gravidade da ocorrência, os moradores da região foram orientados a permanecer em suas residências como medida preventiva. Equipes policiais mantiveram o isolamento de pontos estratégicos para garantir a segurança da população.

O episódio ocorreu a poucos dias do início da Copa do Mundo e aumentou a preocupação das autoridades com a segurança pública. O caso ganhou repercussão nacional em meio ao reforço dos protocolos adotados para grandes eventos esportivos no país.

As circunstâncias do atentado ainda são investigadas. As autoridades trabalham para esclarecer a motivação do ataque e identificar possíveis conexões que auxiliem na captura do suspeito.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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Brasil quer convencer EUA de que acordo seria melhor que taxar em 25%

Logo Agência Brasil

O governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil.

O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil.

Notícias relacionadas:

A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses.

O Brasil rebateu que os argumentos não são legítimos e que a decisão parte de uma tentativa de ingerência em assuntos internos, além de expressar o protecionismo comercial unilateral de Washington.

O governo vem questionando as tarifas adicionais dos EUA com o argumento de que a tarifa média aplicada pelo Brasil sobre as importações dos EUA é de 2,7%, o que não justificaria o argumento de que as empresas norte-americanas seriam prejudicadas no acesso ao mercado brasileiro.

Novo prazo

O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. Essa foi a data fixada pela USTR para uma definição sobre o tema. Tal prazo ainda poderia, em tese, ser prorrogado.

Com isso, os negociadores brasileiros esperam ter mais tempo para um acordo, uma vez que o prazo inicial estipulado após a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, no mês passado, foi de 30 dias que terminam neste domingo (7).

Dificuldades das negociações

Entre as dificuldades da negociação, está o fato de os EUA estarem envolvidos em várias outras negociações tarifárias ao redor do mundo, além do conflito bélico que lidera no Oriente Médio contra o Irã.

Enquanto isso, o governo brasileiro avalia a conveniência de um novo encontro de Trump e Lula. Existe a possibilidade de os dois se encontrarem no G7, na França, entre os dias 15 a 17 de junho. Porém, não há ainda confirmação de um encontro bilateral.

Outra dificuldade para negociar com os EUA é que os norte-americanos costumam ter demandas muito amplas, o que abarcaria diversas reinvindicações em diferentes áreas.

Porém, por enquanto, o Brasil busca um acordo especificamente sobre questões tarifárias e comerciais, sem outras pautas que poderiam interessar os norte-americanos, como terras raras. Ao mesmo tempo, o governo afirma que o Pix não entra em qualquer negociação com Washington.

A tarifa de 12,5%

Por outro lado, a taxação adicional de 10% ou 12,5% imposta a 60 países sob o argumento de que essas nações não combateriam, de forma eficiente, o trabalho análogo à escravidão é vista pelo governo brasileira como feita para não ser negociada.

Como é uma taxação imposta a boa parte do planeta, ela teria mais o objetivo de recompor, sob novas bases legais e argumentativas, o tarifaço anterior derrubado pela Suprema Corte de Justiça dos EUA.

A nova taxa afeta, além do Brasil, os aliados históricos de Washington, como Japão, União Europeia, Canadá e Índia, além da Argentina, presidida por Javier Milei, que tem se posicionado sempre ao lado de Donald Trump nas questões internacionais.

Brasil quer convencer EUA de que acordo seria melhor que taxar em 25%

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O governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil.

O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil.

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A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses.

O Brasil rebateu que os argumentos não são legítimos e que a decisão parte de uma tentativa de ingerência em assuntos internos, além de expressar o protecionismo comercial unilateral de Washington.

O governo vem questionando as tarifas adicionais dos EUA com o argumento de que a tarifa média aplicada pelo Brasil sobre as importações dos EUA é de 2,7%, o que não justificaria o argumento de que as empresas norte-americanas seriam prejudicadas no acesso ao mercado brasileiro.

Novo prazo

O Brasil agora trabalha com o prazo de 15 de julho para fechar um acordo tarifário. Essa foi a data fixada pela USTR para uma definição sobre o tema. Tal prazo ainda poderia, em tese, ser prorrogado.

Com isso, os negociadores brasileiros esperam ter mais tempo para um acordo, uma vez que o prazo inicial estipulado após a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington, no mês passado, foi de 30 dias que terminam neste domingo (7).

Dificuldades das negociações

Entre as dificuldades da negociação, está o fato de os EUA estarem envolvidos em várias outras negociações tarifárias ao redor do mundo, além do conflito bélico que lidera no Oriente Médio contra o Irã.

Enquanto isso, o governo brasileiro avalia a conveniência de um novo encontro de Trump e Lula. Existe a possibilidade de os dois se encontrarem no G7, na França, entre os dias 15 a 17 de junho. Porém, não há ainda confirmação de um encontro bilateral.

Outra dificuldade para negociar com os EUA é que os norte-americanos costumam ter demandas muito amplas, o que abarcaria diversas reinvindicações em diferentes áreas.

Porém, por enquanto, o Brasil busca um acordo especificamente sobre questões tarifárias e comerciais, sem outras pautas que poderiam interessar os norte-americanos, como terras raras. Ao mesmo tempo, o governo afirma que o Pix não entra em qualquer negociação com Washington.

A tarifa de 12,5%

Por outro lado, a taxação adicional de 10% ou 12,5% imposta a 60 países sob o argumento de que essas nações não combateriam, de forma eficiente, o trabalho análogo à escravidão é vista pelo governo brasileira como feita para não ser negociada.

Como é uma taxação imposta a boa parte do planeta, ela teria mais o objetivo de recompor, sob novas bases legais e argumentativas, o tarifaço anterior derrubado pela Suprema Corte de Justiça dos EUA.

A nova taxa afeta, além do Brasil, os aliados históricos de Washington, como Japão, União Europeia, Canadá e Índia, além da Argentina, presidida por Javier Milei, que tem se posicionado sempre ao lado de Donald Trump nas questões internacionais.

New York Times criticado por fazer perfil da “actriz” IA Tilly Norwood

By: ZAP
7 June 2026 at 06:40
Os críticos sustentam que o jornal nova-iorquino está a dar palco a este “delírio cruel e humilhante da oligarquia anti-arte”. Mas como é que se faz sequer o perfil de um modelo de IA? O The New York Times está a ser duramente criticado por leitores depois de a sua revista ter publicado um perfil da “actriz” de inteligência artificial Tilly Norwood. “Faço perfis de celebridades para viver. Nada me preparou para Tilly Norwood”, lê-se no título do artigo, assinado por Taffy Brodesser-Akner. O subtítulo reforça esta lógica de antropomorfização: “A actriz de IA fala sobre o seu ofício, o

Em virada relâmpago, seleção brasileira feminina vence Estados Unidos

O Brasil levou a melhor no primeiro de dois amistosos em casa diante da seleção mais tradicional e vitoriosa do futebol feminino. Neste sábado (6), as brasileiras derrotaram os Estados Unidos, tetracampeões mundiais e donos de cinco ouros olímpicos, por 2 a 1, de virada, na Neo Química Arena, em São Paulo.

Esta foi apenas a quinta vitória da equipe canarinho sobre as norte-americanas, em 44 jogos entre os países na história. Curiosamente, o segundo triunfo seguido. No último embate, em 8 de abril de 2025, as brasileiras ganharam por 2 a 1 no PayPal Park, em San José, alcançando o primeiro resultado positivo diante das rivais na casa delas.

Considerando o histórico de confrontos entre as seleções em solo brasileiro, o Brasil chegou a três triunfos em sete partidas, com dois empates e duas derrotas. Os times se reencontram nesta terça-feira (9), às 21h30 (horário de Brasília), na Arena Castelão, em Fortaleza.

O técnico Arthur Elias mandou o Brasil a campo com a goleira Lelê, as zagueiras Mariza, Isa Haas e Thais Ferreira; a lateral Isabela pelo lado direito e Taina Maranhão na ala esquerda; as volantes Angelina e Duda Sampaio e as atacantes Kerolin, Dudinha e Bia Zaneratto. A craque Marta, em transição após se recuperar de um edema na coxa esquerda, ficou no banco de reservas, mas sabendo que não iria entrar em campo.

O duelo começou eletrizante. Pressionando a saída de bola do Brasil, as norte-americanas saíram na frente com apenas um minuto de jogo. A meia Lily Yohannes desarmou Mariza na intermediária e a atacante Sophie Wilson aproveitou a sobra para se aproximar da área e chutar rasteiro, no canto direito de Lelê, que não chegou a tempo para efetuar a defesa.

As brasileiras não se intimidaram e se lançaram ao ataque. Aos seis minutos, Bia Zaneratto avançou pela direita, encarou a marcação e tentou a batida cruzada. O chute não saiu forte e sobrou com Dudinha, que finalizou de primeira, quase da marca do pênalti, mas por cima da meta adversária.

Não demorou para o empate sair. Aos dez minutos, Isabela cruzou pela direita e Taina Maranhão, de cabeça, escorou no contrapé da goleira Mandy McGlynn, para deixar tudo igual. Três minutos depois, Bia Zaneratto virou o placar. Ela arrancou desde o círculo central, entrou na área e rolou para Dudinha, que retribuiu a gentileza. A Imperatriz teve tempo de dominar e mandar para as redes.

Apesar de não terem saído mais gols no primeiro tempo, as equipes mantiveram a postura ofensiva. O Brasil conseguiu ocupar o campo de ataque por mais tempo e dar bastante trabalho à marcação adversária. As norte-americanas, com dificuldades, assustaram aos 44 minutos, quando Wilson ficou frente a frente com Lelê, dentro da área, mas parou duas vezes na goleira do Corinthians.

Na volta do intervalo, os Estados Unidos adotaram uma posição mais agressiva, dificultando a saída de bola do Brasil. Aos 12 minutos, a pressão norte-americana quase surtiu efeito, com um bate-rebate que terminou em chute rasteiro da lateral Avery Patterson que Isa Haas conseguiu antecipar e desviar para escanteio com a ponta do pé.

Para dar sangue novo à equipe brasileira, Arthur trocou, inicialmente, Angelina e Taina Maranhão por Yaya e Ludmila, respectivamente. Depois, promoveu quatro alterações, com Lorena, Rafaelle, Aline Gomes e Gio Garbelini nos lugares de Lelê (que deixou o campo com dores), Thais Ferreira, Kerolin e Bia Zaneratto.

O Brasil conseguiu equilibrar as ações e teve alguns contra-ataques, mas não teve êxito. Aos 45, Gio Garbelini teve grande chance, cara a cara com McGlynn, mas o chute por cobertura saiu fraco e a goleira conseguiu a defesa.

Nos acréscimos, a meia Jaedyn Shaw, após outro bate-rebate, desperdiçou a oportunidade do empate quase na pequena área, chutando por cima da meta. Apito final e festa dos mais de 31 mil torcedores presentes na Neo Química Arena.

Dia D. Como a maior invasão anfíbia da história deu início ao fim da II Guerra

6 June 2026 at 23:30
6 de junho de 1944. Assinalaram-se este sábado os 82 anos do início do desembarque do Dia D nas praias da Normandia, em França, durante a Segunda Guerra Mundial — um ponto de viragem que permitiu aos Aliados libertar a Europa do domínio da Alemanha nazi. Houve um antes e um depois do Dia D, a 6 de junho de 1944, um importante ponto de viragem durante a Segunda Guerra Mundial — que é, ainda hoje, a maior invasão anfíbia da história. Mesmo 82 anos após a batalha, o desembarque nas praias da Normandia, no noroeste de França, continua a

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https://www.youtube.com/watch?v=9UWFoTrE0g8 6 de junho de 1944. Assinalaram-se este sábado os 82 anos do início do desembarque do Dia D nas praias da Normandia, em França, durante a Segunda Guerra Mundial — um ponto de viragem que permitiu aos Aliados libertar a Europa do domínio da Alemanha nazi. H

Anthropic alerta que a IA poderá em breve começar a melhorar-se a si própria

By: ZAP
6 June 2026 at 21:15
A criadora do Claude quer que os laboratórios de IA, incluindo a própria empresa, se preparem para um abrandamento coordenado caso os modelos comecem a construir os seus sucessores. Os críticos não estão convencidos de que tal venha a acontecer. As empresas na linha da frente da inteligência artificial devem estar preparadas para abrandar, defende uma das que mais rapidamente tem avançado neste sector. A Anthropic, criadora do chatbot Claude, afirma que os sistemas de IA podem estar à beira daquilo a que chama auto-aperfeiçoamento recursivo, o ponto em que conseguem conceber e construir os seus próprios sucessores com pouca

Escalada perigosa no Médio Oriente; perigo grave no Sudão do Sul

By: Lusa
6 June 2026 at 15:17
Ataques do Irão ao Kuwait e ao Bahrein, respondendo a ataques dos EUA. Milhares de pessoas expostas a grave perigo no leste do Sudão do Sul. O Irão atacou hoje alvos no Kuwait e no Bahrein em resposta a ataques norte-americanos, apesar do cessar-fogo, prejudicando ainda mais as negociações que marcam passo, nomeadamente devido à questão dos bens iranianos congelados. Desde a trégua de 8 de abril que as hostilidades tinham quase cessado entre os Estados Unidos e o Irão, mas foram retomadas recentemente, em particular em torno do estreito de Ormuz, uma via marítima estratégica para os hidrocarbonetos controlada

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