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Barbeiro de Barcelos cortou cabelo a Ronaldo: “Perguntei-lhe como se sentia para o seu penúltimo Mundial”

9 June 2026 at 21:42

Vasco Coelho, de Barcelos, é barbeiro há quase nove anos, abriu o seu salão há três e cumpriu um “sonho” na passada sexta-feira: cortou o cabelo a Cristiano Ronaldo em plena Cidade do Futebol, em Oeiras, na véspera do jogo frente ao Chile em que o capitão da seleção nacional foi titular.

“Nem sei bem explicar o que foi aquilo, ainda não estou bem ciente do que aconteceu. É difícil dizer por palavras a experiência que eu tive”, diz Vasco Coelho.

Durou pouco mais de uma hora, entre o corte e outros tratamentos que estavam previamente agendados. Num espaço reservado apenas para o futebolista, o barbeiro e Diogo Dalot – amigo de ambos – falaram da terra de Cristiano Ronaldo, a ilha da Madeira, e também, claro, de futebol.

E Vasco Coelho fez Ronaldo rir: “Perguntei-lhe como se sentia para o seu penúltimo Mundial. Achou muita graça”.

“Não sabemos, é o Cristiano Ronaldo, ele até pode fazer mais dois não sei. É o que ele quiser”, conta o barbeiro, em declarações a O MINHO.  

Pressão? “A cabeça daquele homem vai ser vista pelo mundo todo”

Vasco Coelho confessa que há “uma pressão diferente” por estar a cortar o cabelo àquele que é considerados por muitos o melhor jogador de futebol da história.

“É uma coisa que eu faço há oito anos e não tenho problema nenhum em cortar qualquer cabelo, mas a cabeça daquele homem vai ser vista pelo mundo todo. Então, faz uma pessoa ter mais receio, não é a mesma coisa que cortar ao vizinho… mas sempre fui uma pessoa segura na minha área e as coisas correram bem”, explica.

“É uma pessoa como nós”

O barbeiro não esquece a “presença forte” do astro português e do seu cheiro: “É uma pessoa que cheira muito bem”.

Contudo, sublinha que Ronaldo é “uma pessoa super acessível”, que o “deixou à vontade” e mostrou interesse em o ouvir. “É uma pessoa engraçada, uma pessoa como nós, mas tem a amplitude dele”, refere o barbeiro de 28 anos.

Vasco Coelho é barbeiro de ‘craques’

Este “sonho” foi concretizado graças a Diogo Dalot, que é de Braga, e lhe fez uma grande “assistência”. Vasco Coelho corta o cabelo do lateral do Manchester United há cerca de cinco anos e pelas suas mãos já passaram outros ilustres como o vianense Pedro Neto, Rafael Leão, Samuel Lino ou Carlos Forbs.

Mas, apesar da proximidade que tem com Dalot, “nunca foi tema de conversa pedir-lhe uma ajuda para chegar ao Ronaldo”. “Mas ele confiou em mim e surgiu”, conta o profissional que tem um salão na freguesia de Manhente, em Barcelos.

Agora, depois de cumprido do “sonho” que não imaginava ser “possível”, quer fazer a “dobradinha”. “O impossível já aconteceu uma vez, portanto pode ser que surja. Ainda tenho muita coisa para lhe dizer”, atira.

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Euromilhões: ‘Jackpot’ de 174 milhões sai no estrangeiro. Portugueses ganham 1.200 euros

9 June 2026 at 21:35

O quarto prémio do Euromilhões, no valor de 1.204,46 euros, saiu a três apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros 54 apostadores no estrangeiro também ganharam o quarto prémio, com quatro números certos e duas estrelas.

O primeiro prémio, de 174 milhões de euros, foi atribuído a um ‘sortudo’ no estrangeiro.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 09 de junho: 2, 7, 23, 44, 46 (números), 3 e 5 (estrelas).

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CNN processa Perplexity e acusa empresa de IA de copiar 17 mil reportagens sem autorização

9 June 2026 at 20:32

A rede de televisão americana CNN entrou na Justiça contra a empresa de inteligência artificial Perplexity, acusando a companhia de utilizar cerca de 17 mil reportagens, fotografias e vídeos sem autorização para o treinamento de seus modelos de IA.

A ação foi protocolada em 28 de maio e representa o primeiro processo movido pela emissora contra uma empresa do setor. Segundo a CNN, a prática viola direitos autorais e explora indevidamente o trabalho produzido por jornalistas e profissionais da comunicação.

Em nota, a Perplexity rebateu as acusações e afirmou que “não é possível impor propriedade intelectual sobre os fatos”.

Conflito envolve mais de 100 ações judiciais

O processo da CNN se soma a uma crescente onda de disputas entre produtores de conteúdo e empresas de inteligência artificial. Segundo levantamento da plataforma ChatGPT is Eating the World, já existem pelo menos 115 ações judiciais em andamento movidas por veículos de imprensa, escritores, artistas e outros criadores.

Entre os casos mais conhecidos está a ação do jornal The New York Times contra a OpenAI e a Microsoft. A empresa alega que seus conteúdos foram utilizados no treinamento de sistemas de IA e que os modelos conseguem reproduzir trechos de reportagens.

No Brasil, a Folha de S.Paulo também acionou judicialmente a OpenAI, mas encerrou o conflito após firmar um acordo de licenciamento com a desenvolvedora do ChatGPT no fim de maio.

Debate opõe direitos autorais e inovação tecnológica

A CNN argumenta que empresas de inteligência artificial obtêm lucro a partir de conteúdos produzidos por organizações jornalísticas sem oferecer qualquer compensação financeira.

Segundo a emissora, a produção de jornalismo profissional exige investimentos elevados e, muitas vezes, envolve riscos para os profissionais envolvidos. Por isso, sustenta que companhias de tecnologia devem remunerar adequadamente os detentores dos direitos autorais.

Do outro lado, empresas de IA defendem que o uso de livros, reportagens e outros materiais para treinamento de modelos se enquadra no conceito jurídico de “uso justo” (“fair use”), previsto na legislação americana. Elas alegam que os sistemas não reproduzem integralmente as obras, mas geram conteúdos transformados a partir dos dados utilizados no treinamento.

Caso Anthropic abriu precedente importante

Entre as ações em curso, uma das mais avançadas envolve a empresa Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude. O processo foi movido por um grupo de escritores norte-americanos liderado pelo autor George R. R. Martin, criador da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a produção televisiva “Game of Thrones”.

A Anthropic concordou em desembolsar US$ 1,5 bilhão para encerrar a ação coletiva que questionava o uso de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de seus modelos de inteligência artificial.

O caso ganhou repercussão internacional após a revelação de que obras de autores brasileiros, como Chico Buarque, Paulo Coelho e Clarice Lispector, estavam entre os materiais utilizados sem autorização.

Apesar do acordo, a empresa não admitiu irregularidades e afirmou continuar comprometida com o desenvolvimento responsável de sistemas de inteligência artificial.

Justiça ainda busca definir limites da IA

Enquanto processos avançam em diferentes tribunais, o debate jurídico permanece aberto. Recentemente, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou acusações apresentadas contra gigantes da tecnologia como Apple, Google, Meta, Nvidia, OpenAI, Perplexity e xAI por falta de provas suficientes.

Já as acusações contra a Anthropic seguiram adiante, especialmente após investigações apontarem o uso de bibliotecas digitais piratas para obtenção de conteúdos utilizados no treinamento dos sistemas.

As decisões que forem tomadas nos próximos anos podem definir os limites legais para o treinamento de inteligências artificiais e estabelecer novas regras para a relação entre empresas de tecnologia, veículos de comunicação e criadores de conteúdo.

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BIBAL lança Catálogo Agregador Regional das Bibliotecas do Algarve

9 June 2026 at 20:11

A Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Algarve (BIBAL) lança amanhã, 10 de junho, o Catálogo Agregador Regional, uma plataforma que agrega os catálogos das bibliotecas municipais algarvias e da Biblioteca da Universidade do Algarve, permitindo a pesquisa integrada dos recursos documentais disponíveis na região. A aquisição e implementação da plataforma foram promovidas pela AMAL – […]

Alemania busca alternativa al FCAS y estudia un nuevo proyecto de avión de combate liderado por Airbus

9 June 2026 at 18:44
Sede de Airbus.

Una filial de Airbus con sede en Alemania, y otras empresas armamentísticas germanas proponen una alianza para desarrollar un nuevo avión de combate tras el fracaso del proyecto franco-alemán FCAS de cazas de sexta generación en el que también participaba España, según la revista Der Spiegel.

Encabezada por Airbus Defence and Space, la división de defensa del fabricante aeronáutico europeo Airbus, la industria armamentística alemana quiere aprovechar el vacío que ha creado el naufragado proyecto del Futuro Sistema Aéreo de Combate (FCAS).

La alianza se autodenomina 'Team Gen 6', en referencia a los cazas de sexta generación, que aún no existen en Europa y que en el proyecto franco-germano se iba a concretar en el reemplazo a partir de 2040 de los aviones Eurofighter y Rafale hoy en servicio, según EFE.

Ese grupo ha explicado en una carta dirigida al canciller alemán, Friedrich Merz, su intención de desarrollar conjuntamente un avión de combate de sexta generación, según Der Spiegel.

Además de Airbus Defence and Space, con sede en Taufkirchen, en el sur de Múnich, la alianza incluye a las empresas MBDA, Hensoldt, Diehl Defence, Liebherr, MTU Aero Engines, Rhode & Schwarz y Autopflug, de acuerdo con la misma fuente.

El principal impulsor de la iniciativa sería el jefe de Airbus Defence and Space, Michael Schöllhorn.

Der Spiegel asegura que los planes no están todavía muy desarrollados y que la intención de la carta era "enviar una señal al Gobierno alemán", que la víspera anunció el fin definitivo del proyecto germano-francés FCAS por diferencias entre Airbus y la gala Dassault, que quería hacerse con el control del 80 % del proyecto, pese a que inicialmente se había pactado una participación del 33 % para cada uno de los socios, que incluía a la española Indra.

La idea es hacer publica la alianza este miércoles en compañía de Merz en la Feria Internacional Aeoroespacial (ILA) en Berlín, como se desprende de una carta enviada al ministro alemán de Defensa, Boris Pistoriis.

El proyecto apunta a un caza menos complejo que el que preveía el proyecto del FCAS, teniendo en cuenta que los drones cobran cada vez más importancia en la estrategia militar, indicó Der Spiegel.

Los iniciadores de la alianza quieren sumar a la misma al consorcio aeronáutico sueco Saab.

Mientras que Airbus ha desarrollado aviones de combate como el Tornado y el Eurofighter siempre en colaboración con otros países y empresas, Suecia ha desarrollado de forma independiente aviones como el Saab JAS 39 Gripen.

No obstante, añade Der Spiegel, el Gripen, en su configuración actual, no se considera una base adecuada para un caza de sexta generación.

En cambio, los nuevos socios parecen descartar una cooperación con el consorcio de combate GCAP, impulsado por el Reino Unido, Italia y Japón, ya que consideran que su concepto no se ajusta a los requisitos alemanes.

Preguntado en una rueda de prensa junto a su homólogo checo, Jaromír Zůna, Pistorius señaló que hay "varias opciones" sobre la mesa para un nuevo avión de combate para Alemania.

"La primera sería adquirir más F-35 (estadounidenses), ya sea como solución temporal o para otros fines. La segunda opción sería incorporarnos a otro proyecto internacional que ya esté en marcha. Y la tercera sería desarrollar nosotros mismos un avión bajo liderazgo alemán, encabezado por Airbus y otros socios", explicó.

"Tal vez surja una cuarta opción de la que ahora no quiero hablar, pero sí, es algo imaginable y constituye una de las posibilidades", dijo sobre la alianza liderada por la filial germana de Airbus.

"Es lógico que, cuando se prevé que un proyecto pueda terminar, se empiece a estudiar qué otras opciones o alternativas podrían seguirle. Pero todavía no hay ninguna decisión tomada", indicó el ministro. 

Trump amenaza con represalias a Irán tras derribar un helicóptero de EEUU

9 June 2026 at 18:28
Donald Trump, presidente de EEUU, en una comparecencia en el Despacho Oval.

La tregua entre Estados Unidos e Irán podría estar a punto de saltar por los aires. El presidente de Estados Unidos, Donald Trump, ha dicho este martes que habrá represalias contra Irán por haber derribado un helicóptero estadounidense en el estrecho de Ormuz. El ataque no dejó víctimas. Tuvo lugar 100 días después del inicio de las hostilidades. Desde el 7 de abril está en vigor una tregua cada vez más frágil.

"Acabo de ser informado por nuestras Fuerzas Armadas de que los iraníes derribaron uno de nuestros helicópteros Apache de alta tecnología mientras patrullaba el estrecho de Ormuz", ha escritoTrump en su red Truth Social. "Dos pilotos estuvieron involucrados, ambos sanos y salvos. No obstante, Estados Unidos debe, necesariamente, responder a este ataque", ha añadido.

El helicóptero estadounidense cayó cerca de la costa de Omán, donde los dos soldados a bordo sobrevivieron, según informó este martes el Comando Central de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos (Centcom). Fuerzas estadounidenses rescataron a los dos tripulantes del helicóptero AH-64 Apache, según informa la agencia Efe.

En el golfo de Omán, el Ejército estadounidense disparó a un buque petrolero por violar el bloqueo que Washington impone desde el 13 de abril contra embarcaciones que salen y llegan a puertos iraníes.

Discrepancias con Netanyahu

Estos hechos ocurren en medio de los nuevos enfrentamientos en la región, donde Irán e Israel han intercambiado ataques en los últimos días. Trump exigió el lunes a las dos partes que pararan. Las discrepancias con su aliado, el primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, son cada vez más intensas. Netanyahu quiere seguir atacando el Líbano hasta reducir a su mínima expresión a Hizbulá. Pero la campaña militar contra Irán y sus aliados se ha revertido contra Israel y EEUU.

El presidente estadounidense aseguró que podría alcanzar un acuerdo con Irán en "dos o tres días", el enésimo plazo que plantea tras varias semanas de negociación con la República Islámica. Sin embargo, en cualquier momento puede decidir más ataques. Irán no se quedará de brazos cruzados y la escalada salpicará a toda la región.

Turisme Comunitat Valenciana reivindica la IA y la robotización como herramientas para reforzar la competitividad hotelera

9 June 2026 at 16:24

Turisme Comunitat Valenciana ha participado este martes en el ITH Innovation Summit 2026, el encuentro de referencia sobre innovación, inteligencia artificial y transformación digital aplicada al sector hotelero que se celebra los días 9 y 10 de junio en Madrid.

En el marco de este foro, el secretario autonómico de Turismo, José Manuel Camarero, ha intervenido en la mesa de debate 'F&B autónomo: IA, robotización y rediseño operativo ante la escasez de talento', centrada en analizar cómo la automatización inteligente, la inteligencia artificial y la transformación de procesos pueden contribuir a mejorar la eficiencia, la competitividad y la sostenibilidad de los establecimientos hoteleros.

Durante su participación, Camarero ha destacado la colaboración público-privada como un elemento clave para acelerar la transformación del sector turístico y ha defendido una innovación "útil, accesible y orientada a reforzar la rentabilidad, la profesionalización y el atractivo del empleo turístico".

En este sentido, ha puesto en valor iniciativas como TechYroom, impulsada por la Generalitat en colaboración con el Instituto Tecnológico Hotelero, que ha permitido acercar soluciones de robótica y tecnologías aplicadas a hoteles de distintos tamaños. Según ha señalado, este proyecto ha contribuido a impulsar una modernización adaptada a las necesidades reales tanto de las empresas como de los visitantes.

Asimismo, el secretario autonómico ha incidido en que "la innovación debe servir para hacer el sector más competitivo, más sostenible y también más atractivo para el talento, al tiempo que contribuye a extender oportunidades a todo el territorio y a visibilizar productos y destinos, incluido el turismo de interior".

La sesión, moderada por Beatriz Heras, ha reunido además a la consultora hotelera Patricia Ainhoa García, al cofundador de RH Bots, Javier Sirvent, y a la cofundadora y COO de DeepUpsell, Petya Yaneva. Durante el debate se abordaron algunos de los principales desafíos que afronta la hotelería en un contexto marcado por la escasez de talento, la presión sobre los márgenes y la necesidad de adaptar las operaciones a un entorno cada vez más digitalizado.

El ITH Innovation Summit 2026 cuenta en esta edición con un programa centrado en inteligencia artificial, análisis de datos, sostenibilidad y nuevos modelos de negocio, consolidándose como uno de los principales espacios de reflexión sobre el presente y el futuro del turismo y la industria hotelera.

De las restricciones a Irán a la deportación del árbitro somalí: el bochornoso espectáculo de EEUU a 48 horas de empezar el Mundial 2026

9 June 2026 at 15:32
Imagen del sorteo del Mundial celebrado en diciembre

A dos días de que arranque el Mundial 2026, Estados Unidos ha convertido la previa del torneo en un cúmulo de polémicas que van más allá del fútbol. Lo que debía ser la gran celebración internacional del deporte rey se ha visto empañado por restricciones migratorias, visados emitidos a última hora, denuncias de trato discriminatorio y la exclusión de un árbitro somalí designado por la FIFA. El resultado es una imagen muy poco edificante para un país que aspira a ejercer de gran anfitrión global.

Una previa llena de ruido

El foco principal se ha puesto en Irán. La selección iraní vivió durante semanas con la incertidumbre de no saber si sus futbolistas podrían entrar en Estados Unidos para disputar el Mundial 2026. A comienzos de junio, la situación parecía desbloquearse con la aprobación de visados para los jugadores, pero la tensión no desapareció. La federación iraní denunció que varios miembros de su cuerpo técnico seguían sin autorización para entrar en territorio estadounidense. Además, también asegura que se habían producido trabas para los aficionados del país.

La controversia fue creciendo con informaciones sobre visados limitados, permisos exprés de apenas 24 horas y quejas por parte de Irán sobre el trato recibido. El problema no era solo administrativo, sino simbólico. La Copa del Mundo se presentaba como un evento de unión, pero en la práctica una de sus selecciones participantes estaba siendo sometida a un escrutinio extraordinario. En paralelo, el trasfondo político entre Washington y Teherán añadió más combustible a la polémica.

El caso Omar Artan

La otra gran sacudida de la semana ha sido la expulsión del árbitro somalí Omar Abdulkadir Artan, uno de los colegiados designados para el Mundial 2026. Artan aterrizó en Miami, pero las autoridades estadounidenses lo retuvieron y lo devolvieron a su país. Esto lo deja fuera del torneo pese a que la FIFA lo había seleccionado para formar parte de la cita.

El caso ha generado una fuerte indignación porque Artan estaba llamado a hacer historia como el primer árbitro somalí en dirigir una fase final mundialista. Que un torneo de tal alcance arranque con la salida forzada de uno de sus árbitros designados resulta especialmente incómodo para la imagen del país anfitrión. Además, el episodio refuerza la percepción de que Estados Unidos no está gestionando el acceso al Mundial con la neutralidad y la claridad que exigiría una cita de este nivel.

Más polémicas en la entrada

Pero el malestar no se limita a Irán ni al caso del árbitro somalí. En las últimas horas también han trascendido otros episodios que alimentan la sensación de que la previa del Mundial 2026 está marcada por controles excesivos y una gestión migratoria muy discutida. La selección de Irak denunció que Aymen Hussein, uno de sus jugadores más relevantes, fue retenido durante horas en un aeropuerto estadounidense. Este episodio fue interpretado por la delegación como un trato desproporcionado.

A esto se suman los controles de seguridad reforzados aplicados a delegaciones como Senegal y Uzbekistán. Las revisiones con detectores de metales, la inspección exhaustiva y los controles adicionales a la llegada han provocado críticas y debate en redes sociales. Aunque estas medidas se justifiquen como parte de los protocolos de seguridad, lo cierto es que visualmente dejan una sensación poco amable y bastante alejada del clima festivo que debería rodear una Copa del Mundo.

Trámites acelerados, pero con filtro

Estados Unidos también ha intentado responder a la presión con medidas que faciliten la llegada de aficionados. Entre ellas, la activación de un sistema de citas prioritarias para visados de personas con entradas oficiales y la aprobación de millones de exenciones de visado. Sobre el papel, el objetivo es agilizar procesos y evitar colapsos en plena antesala mundialista.

Sin embargo, el mensaje que termina calando es otro. El Mundial 2026 está rodeado de un filtro migratorio especialmente severo. La organización ha querido vender eficiencia, pero lo que ha trascendido es la existencia de una barrera muy selectiva para jugadores, técnicos y aficionados. Y eso choca frontalmente con la idea de una Copa del Mundo abierta, inclusiva y pensada para recibir a todos los países.

La imagen del anfitrión

El problema de fondo no es solo cada caso aislado, sino el efecto acumulativo. En términos deportivos, estas decisiones alteran la preparación y la tranquilidad de las delegaciones. En términos mediáticos, alimentan una narrativa incómoda que sitúa al Mundial 2026 como un evento atravesado por la política, la inmigración y la seguridad. Y en términos de imagen, dejan la sensación de que el país que debía proyectar capacidad organizativa está ofreciendo, en cambio, una colección de episodios que rozan el bochorno.

Clientes da Spinumviva já podem ser consultados na declaração de interesses de Luís Montenegro

9 June 2026 at 19:58

A lista de clientes da Spinumviva já se encontra disponível para consulta pública na plataforma da Entidade para a Transparência (EpT) na declaração única de interesses do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

A informação, constatou a Lusa, está agora visível no campo “Outras situações” do separador “Registo de interesses” da plataforma eletrónica da EpT, cumprindo a exigência feita pelo órgão responsável por fiscalizar a declaração única de rendimentos, património e interesses dos titulares de cargos políticos.

Em abril de 2025, a Transparência rejeitou a entrega dos clientes da Spinumviva feita pelo primeiro-ministro por ter sido através de um ficheiro anexo, uma vez que esse formato inviabiliza o acesso público à informação.

Até há algumas semanas não constava naquela área qualquer informação relativa aos clientes da Spinumviva, porém esses dados são agora visíveis na declaração mais recente entregue pelo primeiro-ministro, datada do passado dia 05 de maio.

A lista de clientes agora publicada na plataforma da EpT não traz novidades relativamente àquela que já tinha sido divulgada por Luís Montenegro, em março deste ano, e pelo semanário Expresso, em abril de 2025.

O primeiro-ministro indicou os seguintes clientes: Rádio Popular, SA; Lopes Barata, Consultoria e Gestão, Lda; CLIP – Colégio Luso Internacional do Porto, SA; Ferpinta – Indústrias de Tubo de Aço de Fernando Pinho Teixeira, S.A; Solverde, Sociedade de Investimentos Turísticos da Costa Verde, S.A; Cofina S.A; Grupo Joaquim de Barros Rodrigues & Filhos Lda, Rodáreas – Áreas de Serviço, Lda; ITAU SA; Sogenave SA; Portugalenses Transportes SA; Beetsteel ; INETUM PORTUGAL SA e Grupel SA.

A maioria dos serviços prestados pela Spinumviva, também agora identificados na declaração de interesses, incidiu sobre proteção de dados pessoais e aplicação do Regime Geral de Proteção de Dados (RGPD), nos casos da INETUM, Grupel, Sogenave, Solverde, Ferpinta, CLIP, Lopes Barata, Cofina e Rádio Popular.

A empresa prestou também serviços de consultoria de gestão empresarial à Portucalense Beetsteel e à Portugalenses Transportes.

Um terceiro tipo de serviço identificado prende-se com a “reestruturação de uma empresa familiar de comércio de combustíveis” a envolver consultadoria de gestão, planeamento estratégico, apoio e “embandeiramento de estações de serviço” do grupo Joaquim de Barros e Rodrigues & Filhos, a gasolineira sediada em Braga.

Nesta nova declaração é ainda possível perceber que o primeiro-ministro apresentou um pedido de oposição à consulta da matriz do seu património imobiliário, como já tinha sido noticiado pelo Correio da Manhã a 04 de junho.

O mesmo jornal adiantou ainda, citando uma resposta oficial do Tribunal Constitucional, que o primeiro-ministro interpôs dois novos recursos contra decisões da Entidade para a Transparência com o objetivo de impedir a consulta das contas bancárias e dos serviços prestados pela Spinumviva e dos números das matrizes dos imóveis do chefe do Governo.

Nesse dia, primeiro-ministro reiterou, numa nota enviada à Lusa, que não existe qualquer incumprimento declarativo no âmbito do caso relacionado com a sua antiga empresa familiar, Spinumviva, indicando que as questões em discussão têm natureza jurídica e aguardam decisão do Tribunal Constitucional.

O gabinete do primeiro-ministro negou terem sido apresentados novos recursos, indicando que a troca de correspondência com o Tribunal Constitucional se limitou à necessidade de “adaptar a instância a uma nova deliberação da Entidade para a Transparência”, mantendo-se, porém, inalterados o objeto e a questão jurídica em apreciação.

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Nova ligação da FlixBus aproxima Vila Real da capital espanhola

9 June 2026 at 19:01

VTM

A nova ligação, denominada Madrid-Braga, pretende facilitar a mobilidade entre Portugal e Espanha, ao mesmo tempo que impulsiona o turismo e oferece uma alternativa de transporte mais económica e sustentável.

Com esta nova linha, os passageiros de Vila Real passam a dispor de uma ligação direta à capital espanhola, incluindo acesso ao principal aeroporto de Espanha, permitindo maior flexibilidade para viagens internacionais. A rota inclui ainda paragens em Zamora e Bragança, reforçando a conectividade entre as regiões do Minho, Trás-os-Montes e Castela e Leão.

Segundo a FlixBus, a nova ligação permitirá reduzir tempos de deslocação entre vários destinos. A viagem entre Bragança e Zamora poderá ser realizada em menos de uma hora e meia, enquanto a ligação entre Bragança e Madrid ficará abaixo das cinco horas.

A operadora destaca ainda o potencial turístico da nova rota. Dados do Turismo de Portugal indicam que o mercado espanhol representou, em 2025, 18,3% dos hóspedes estrangeiros na região Norte, correspondendo a mais de 780 mil visitantes. A empresa acredita que a nova ligação contribuirá para reforçar os fluxos turísticos e económicos entre os dois países.

Para Tiago Cavaco Alves, diretor de operações da FlixBus em Portugal, esta nova linha representa “um reforço da conectividade entre o Minho, Trás-os-Montes e Madrid, incluindo o Aeroporto Madrid-Barajas”, respondendo à procura crescente por soluções de mobilidade acessíveis, cómodas e sustentáveis.

Os bilhetes já estão disponíveis para compra através dos canais habituais da empresa, com preços a partir de 18,49 euros para a ligação entre Vila Real e Madrid.

A rota Madrid-Braga funcionará diariamente, com duas viagens por dia, uma em cada sentido. O primeiro serviço parte do Aeroporto de Madrid às 00h15, enquanto o segundo tem origem no Centro Coordenador de Transportes de Braga às 22h45.

Entre as novas ligações disponibilizadas pela operadora destacam-se os percursos Braga–Madrid, Vila Real–Madrid e Bragança–Madrid.

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SantaFaz demonstra “vigor cultural” do concelho de Santa Cruz, diz Élia Ascensão

9 June 2026 at 18:50
A Câmara Municipal de Santa Cruz apresentou, hoje, a programação das Festas do Concelho. O evento, intitulado SantaFAZ, decorre entre os dias 19 e 25 de Junho. A presidente Élia Ascensão disse que o SantaFAZ é o espelho do vigor cultural do concelho, sendo, por isso, uma montra do que de melhor se faz em […]

New “Drone Deal” signed – Latvia and Ukraine to expand joint production and defense cooperation

9 June 2026 at 18:41

Leaders gathered at the Nordic-Baltic Summit in Estonia, 9 June 2026. Photo: Zelenskyy

Ukraine and Latvia have signed a new “Drone Deal” aimed at expanding joint production and strengthening air and drone defense capabilities, Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy said following meetings with Nordic and Baltic leaders on 9 June.

The agreement was signed during Zelenskyy’s first meeting with Latvia’s new Prime Minister Andris Kulbergs, which he described as a “concrete result” focused on co-production and shared defense development.

Zelenskyy said the deal reflects a broader model of cooperation Ukraine is building with partners who have supported Kyiv throughout the war, combining Ukrainian battlefield experience with European industrial capacity.

He said the aim is to strengthen shared protection against Russian threats, including expanding domestic production and improving coordination in drone and air defense systems.

The “Drone Deal” is a long-term cooperation format focused on developing drone capabilities through joint production, technology exchange, and practical defense support between Ukraine and partner countries.

Ukraine offers drone expertise to European partners

Zelenskyy also said Ukraine is ready to expand cooperation on drone warfare expertise, including sending specialist teams to partner countries to share operational experience gained during the war.

He said similar cooperation has already been carried out with partners in the Middle East and could now be scaled across Europe under the new drone cooperation framework.

Zelenskyy said Russia is attempting to escalate tensions across Europe, including through drone-related incidents near NATO borders, underscoring the need for coordinated defense responses among allies.

Air defense and drones central to talks with Nordic and Baltic partners

The announcement came during a series of meetings in Tallinn with leaders from Finland, Norway, Estonia, and other Nordic and Baltic states.

Zelenskyy said partners are increasingly recognizing stronger Ukrainian positions on the battlefield, while Russia continues to compensate for losses by striking civilian infrastructure.

He said air defense remains a key priority, including securing additional missile supplies and advancing work on European anti-ballistic defense systems.

Ukraine pushes for stronger sanctions and EU accession progress

Zelenskyy also discussed increased sanctions pressure on Russia, including measures targeting the shadow fleet, alongside continued support for Ukraine’s EU membership bid.

He urged rapid progress on opening EU accession negotiation clusters, saying Ukraine has met the necessary requirements and expects political decisions in the coming months.

“There is no reason to delay,” he said, calling for momentum in EU decision-making processes.

Canoagem | Jovens Castores do Arade conquistam pódios no Campeonato Nacional de Esperanças

9 June 2026 at 18:27

O Kayak Clube Castores do Arade marcou presença no dia 7 de junho, em Esposende, no Campeonato Nacional de Esperanças, com uma das equipas mais jovens do clube, voltando a demonstrar a qualidade do trabalho desenvolvido na formação de jovens atletas. Numa competição que reuniu centenas de jovens canoístas de todo o país, os atletas […]

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