Normal view

Empresa municipal algarvia investe meio milhão em viaturas

6 June 2026 at 19:45

A Taviraverde - Empresa Municipal de Ambiente lançou o concurso para a aquisição de serviços de aluguer operacional de nove viaturas ligeiras de mercadorias.

O conteúdo Empresa municipal algarvia investe meio milhão em viaturas aparece primeiro em Algarve Marafado.

Pequenos negócios: força da economia também está no cooperativismo

6 June 2026 at 17:30

Wanda Oliveira
Especial para o DM

De norte a sul, de leste a oeste de Goiás, um modelo de negócio que tem dado certo é o cooperativismo. Essa forma de organização, muitas vezes associada aos pequenos negócios, movimenta cidades, fortalece a economia e transforma sonhos em realidade.

Do salão de beleza aos mais variados tipos de cooperativas, pessoas de todas as idades encontram, em uma união coletiva de necessidade e coragem, alternativas de renda, crescimento e fortalecimento da agricultura familiar no Estado.

Em Goiás, a cooperativa Floryá – composta exclusivamente por mulheres -, que nasceu em Bela Vista de Goiás em 2023, a 45 km de Goiânia, começou as suas atividades bem antes do seu registro formal.

A empresa iniciou os trabalhos durante a pandemia de Covid-19, período que, apesar da dificuldades sanitárias, também revelou a força do empreendedorismo feminino.

Segundo a diretora de inclusão de qualidade da Floryá, Ana Caroline Carmo da Silva, naquele período, quando muitas famílias enfrentavam medo, insegurança alimentar, queda de renda e dificuldade de escoar a produção, um grupo de agricultoras se organizou, por meio da Associação de Agricultores Familiares de Bela Vista de Goiás (Afabev), para garantir que os produtos do campo continuassem chegando à mesa das famílias.

“Na pandemia, começaram as primeiras experiências de comercialização direta, entregas, valorização da produção local e fortalecimento das agricultoras.

Com o crescimento das ações, surgiu a necessidade de criar uma estrutura capaz de ampliar mercados, gerar renda, ter acesso a políticas públicas, fortalecer a gestão e consolidar o protagonismo feminino”, revela Ana Caroline.

A cooperativa não é apenas um espaço de comercialização. Nasceu também para romper a invisibilidade de mulheres no campo. “A agricultora já produzia, mas não se reconhecia como empreendedora e protagonista econômica. A Floryá ajuda a transformar essa percepção”, afirma.

O protagonismo feminino da Floryá não é apenas discurso. É prática cotidiana.

A cooperada-fundadora, Elza Teixeira diz que é muita responsabilidade e até mesmo gratificante fazer parte dessa história. “Vamos em encontros, reuniões às feiras. Representar a cooperativa é voltar para casa sabendo que meu trabalho tem valor” afirma Elza.

Parceria

Atualmente, a Floryá está presente em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Nerópolis. Nesse processo de expansão, o Sebrae Goiás tem sido um importante parceiro, principalmente nas áreas de gestão, comercialização e estruturação do modelo cooperativo.

A analista do Sebrae-GO, Camilla Carvalho explica que, por meio de consultorias, capacitações e acompanhamentos técnicos oferecidos pelo Sebrae, a cooperativa amadureceu seus processos internos, aperfeiçoou a gestão, avançou na precificação dos produtos, estruturou estratégias de venda e passou a enxergar a Floryá como um empreendimento economicamente sustentável.

“Esse apoio é importante porque iniciativas da agricultura familiar têm uma força social enorme, mas precisam de ferramentas de gestão para se manter, crescer e acessar novos mercados. O Sebrae contribuiu, ajudando a transformar potência coletiva em estratégia, organização e viabilidade econômica”, explica Camilla.

Em outubro de 2025, membros da Floryá estiveram na maior feira de alimentos e bebidas do mundo, na Alemanha. Na oportunidade, foram expostos produtos da cooperativa.

A Floryá atua na comercialização de mel, hortaliças, frutas, produtos processados, além da organização de feiras, entregas, vendas institucionais e projetos de formação.

Para a analista da Regional Metropolitana do Sebrae-GO, Cinely Carlotto, o protagonismo feminino cresce ao longo dos anos, com cada vez mais mulheres à frente dos negócios. “Em cooperativas onde as mulheres atuam, a sororidade é presente e todas se fortalecem”, diz.

Sebrae de portas abertas

Os pequenos negócios, inclusive aqueles que atuam na informalidade e ainda não possuem CNPJ, desempenham papel fundamental na economia de Goiás e do Brasil. Para atender a essa demanda silenciosa, formada por milhares de microempreendedores, o Sebrae-GO oferece atendimento rápido e acessível à população em todos os 246 municípios do Estado.

Analista do Sebrae-GO, Camilla Carvalho explica que uma das principais frentes de atuação do órgão é justamente o apoio aos negócios informais. Segundo ela, com ou sem CNPJ, uma pessoa que comercializa produtos ou presta serviços já pode ser considerada uma empreendedora.

“Consultores do Sebrae visitam empresas de porta em porta e fazem ações em feiras e eventos. Também oferecemos toda uma estrutura de cursos on-line, para identificar esses potenciais empresários”, revela.

Camilla diz que muitos desses empreendedores começam de forma simples, dentro de casa, comercializando produtos ou oferecendo serviços em pequena escala.

Também fazem parte desse grupo de produtores rurais, prestadores de serviços e profissionais da economia criativa, principalmente aqueles que atuam com artesanato.

Brasil

No cooperativismo, 9 milhões de mulheres representam 41% dos cooperados, no Brasil. Elas também são maioria na força de trabalho das cooperativas, respondendo por cerca de 52% dos empregos gerados pelo setor. Já nos casos de liderança, ocupam 23% dos cargos de alta gestão, percentual que vem crescendo desde 2020, segundo dados do Anuário Coop de 2024.

Histórias de anônimos que conquistaram o próprio negócio

Neide e Tânia. Duas microempreendedoras que transformaram histórias de vida em trajetórias de sucesso. Apostar em um pequeno negócio vai além de ter um CNPJ ou até mesmo saber executar com maestria as tarefas diárias. Para essas mulheres, o bom empreendedor precisa pensar, e de maneira certa.

A microempresária Jacineide Santos, 39, carinhosamente chamada de Neide, planejou com calma o momento de abrir o próprio negócio.

Manicure e pedicure há quase duas décadas, ela trabalhou a maior parte desse período como colaboradora em um salão de beleza, em Goiânia.

Nesse tempo, dividia as despesas, como água, energia e demais custos operacionais, com outra profissional. Ao longo dos anos, Neide construiu uma clientela fiel, investiu em cursos de capacitação oferecidos pelo Sebrae Goiás e traçou, de maneira estratégica, o caminho para conquistar a independência profissional.

Em janeiro deste ano, ela virou a chave: deixou de ser colaboradora para se tornar proprietária do próprio negócio. Anteriormente, Neide havia trabalhado como doméstica e babá. Também concluiu um curso de técnico em enfermagem, mas decidiu não seguir carreira na área.

Neide migrou da Bahia para Goiânia ainda na infância, após a separação dos pais. “Agora, tenho um CNPJ. Estou expandindo os meus negócios. Aqui vendo produtos de beleza, lingeries, pijamas, arrumo cabelo, faço massagem.

Essa mudança dá muito medo, paralisa, mas precisava empreender, avançar, e deu certo”, comemora. O negócio está indo tão bem que, em menos de seis meses, Neide já passou a contar com a ajuda de outra manicure e pedicure para atender à demanda, que só aumenta.

“Não gosto de falar quanto estou tirando por mês como microempreendedora, mas posso garantir que as coisas estão no caminho certo.”

Sabor une mãe e filhos

A empresária Tânia Maria Magalhães é um exemplo de superação. Após 16 anos de trabalho com carteira assinada, atuando como vendedora de roupas, ela decidiu deixar o emprego para investir nos próprios sonhos.

A primeira tentativa foi abrir a própria loja. Durante cinco anos, o negócio prosperou, mas, com o passar do tempo, Tânia precisou encerrar as atividades.

A partir daí, ela enfrentou uma fase difícil. Além das dívidas acumuladas, separou-se do marido com três filhos menores para criar e chegou a enfrentar a privação de alimentos dentro de casa. “Mesmo diante de tantas lutas, não perdi a minha fé e a confiança em Deus”, afirma.

A virada começou após a mudança dela para Caldas Novas, na região Sul de Goiás. Ali, Tânia começou vendendo minipizzas nas ruas e nos comércios da cidade. Aos poucos, ela conquistou clientes fiéis e logo surgiu a oportunidade de adquirir uma pequena lanchonete.

O negócio expandiu. Tânia passou a comercializar salgados, minipizzas e empadas, tudo preparado pelas próprias mãos. Com o tempo, ela percebeu que as empadas faziam muito sucesso com os clientes e resolveu apostar no tradicional salgado brasileiro.

A aposta deu certo. Originou a marca Empadão Goiano da Tânia. “Nessa época, conheci o Sebrae, que teve papel importante no crescimento da empresa por meio de consultorias e orientações”, lembra.

Com o crescimento da marca, os filhos passaram a acompanhar de perto a rotina dos negócios e, hoje, também participam da administração das unidades. Atualmente, a marca já conta com duas unidades em Caldas Novas e uma em Rio Quente. “O maior orgulho da minha trajetória é ver meus filhos e meu neto cuidando da administração da empresa”, afirma.

Estudo revela que um MEI sobrevive até 3,2 anos

Estudo do Sebrae Goiás, divulgado em maio e denominado “Perfil do MEI em Goiás – 2026”, mostra que a maioria de empresas cadastradas como microempreendedores individuais no Estado é formada por homens (56%), enquanto as mulheres representam 44%.

Beleza, alimentação, comércio de vestuário, publicidade e transporte estão entre as atividades mais comuns. Um dado que chama a atenção é que, mesmo diante de um cenário econômico desafiador, o tempo médio de sobrevivência de um MEI em Goiás é de 3,2 anos. Já a taxa de mortalidade chega a 59% em até cinco anos.

Para se ter uma ideia, os MEIs representam 54% dos pequenos negócios no Estado, ou seja, mais da metade do total. Até maio deste ano, mais de 634 mil MEIs foram formalizados em Goiás. Desse total, mais de 518 mil estão ativos. (Reportagem da jornalista Wanda Oliveira, especial para o Diário da Manhã)

The post Pequenos negócios: força da economia também está no cooperativismo appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Escola Profissional de Cândido Guerreiro lança Formações Modulares em Regime Pós-Laboral

A Escola Profissional de Cândido Guerreiro, em Alte, anuncia a realização de um conjunto de formações modulares, com a duração de 25 horas cada, em regime pós-laboral, dirigidas à comunidade em geral. As ações formativas visam proporcionar oportunidades de aprendizagem flexíveis e acessíveis, conciliáveis com os horários profissionais e pessoais dos participantes.

Com uma oferta diversificada e orientada para as necessidades atuais da sociedade, estas formações abrangem temáticas de elevada relevância, desde a tecnologia ao ambiente, passando pelo bem-estar pessoal e pelo conhecimento da natureza.

Formações Modulares Disponíveis

Literacia Digital

Num mundo cada vez mais digitalizado, esta formação capacita os participantes para a utilização segura e eficaz das ferramentas tecnológicas do quotidiano. Serão abordadas competências essenciais como a navegação na internet, a comunicação digital, a segurança online e a utilização de serviços públicos eletrónicos, promovendo a inclusão digital de todos os cidadãos.

Técnicas de Compostagem

A gestão sustentável dos resíduos orgânicos é uma das prioridades ambientais da atualidade. Esta formação introduz os fundamentos da compostagem doméstica e comunitária, ensinando técnicas simples e eficazes para transformar resíduos orgânicos em composto de qualidade, contribuindo para a redução do desperdício e para a melhoria dos solos.

Gestão de Stress e Gestão de Conflitos

Direcionada para o equilíbrio emocional e a melhoria das relações interpessoais, esta formação oferece ferramentas práticas para identificar e gerir situações de stress, bem como estratégias para a resolução construtiva de conflitos no contexto pessoal e profissional. Uma aposta no bem-estar e na qualidade de vida dos participantes.

Cultura de Plantas Aromáticas, Medicinais e Condimentares

Descobrir e valorizar o potencial das plantas aromáticas, medicinais e condimentares é o objetivo desta formação. Os participantes irão aprender técnicas de cultivo, colheita e conservação destas plantas, bem como as suas propriedades e utilizações na gastronomia e na saúde, incentivando a produção local e o contacto com a natureza.

Cuidados de rotina diária e atividades promotoras do desenvolvimento das Crianças

Identificar os materiais lúdico-didáticos e os equipamentos necessários para o exercício da atividade de ama. Planificar as rotinas diárias e as atividades estruturadas que promovam o pleno desenvolvimento das crianças. Desenvolver as atividades lúdico-didáticas interligando-as com o quotidiano da criança, tanto na família como na comunidade. Reconhecer a importância da integração dos valores e dos princípios educativos fundamentais na atividade quotidiana da ama

Informações

  • Regime: Pós-laboral
  • Destinatários: Ativos (empregados e Desempregados) e Reformados, se em regresso ao mercado de trabalho
  • Apoios:
    • Subsídio de refeição
    • Subsídio de Transporte*
    • Bolsa de formação*
    • *Quando aplicável

Para mais informações devem os interessados contactar a Escola Profissional de Cândido Guerreiro por e-mail: epalte@epalte.pt , ou através do website: www.epalte.pt

Meloni al 52%, Schlein al 19%, Conte e Vannacci all’8%: le “quote” sul futuro premier per gli scommettitori online

6 June 2026 at 07:57

Chi sarà il prossimo presidente del Consiglio? Il 52% dice Giorgia Meloni: per oltre metà la leader di Fratelli d’Italia rivincerà alle prossime elezioni. Impressionante la crescita dei consensi su Roberto Vannacci (all’8%, ma nei giorni scorsi aveva superato il 10) che “vale” quasi metà delle chance di Elly Schlein (19%), tanto quanto Giuseppe Conte e insegue Silvia Salis (12%) dopo averla battuta nei giorni scorsi, la stessa Salis che solo pochi giorni fa però a sua volta aveva superato la segretaria del Pd. Le indicazioni oscillano continuamente. Un sondaggio? No, parola dei prediction market di Polymarket, una sorta di mercato digitale a metà tra la finanza e le scommesse. Non si tratta di singoli scommettitori, si badi bene, ma di puntate. E cambiare i “pronostici” costerebbe poche migliaia di euro.

Le previsioni sono dunque estremamente volatili, ma anche manipolabili per creare l’effetto bandwagon, cioè attrarre il consenso degli indecisi che sono propensi a saltare sul carro del possibile vincitore. E ci sono stati già casi celebri. È uno dei motivi per i quali in Italia è vietato scommettere sulla politica e i risultati elettorali. Ma all’estero no.

I prediction market (o mercati predittivi) sono piattaforme di scambio online in cui gli utenti acquistano e vendono contratti basati sul verificarsi di eventi futuri reali. Funzionano convertendo la probabilità di un evento (politico, economico, geopolitico o di costume) in un prezzo di mercato regolato dalla legge della domanda e dell’offerta. Questi mercati si basano sul principio della “saggezza della folla”: l’aggregazione delle scommesse finanziarie di migliaia di individui genera previsioni spesso più accurate dei sondaggi tradizionali o dei singoli esperti.

Il funzionamento di un prediction market è strutturato su contratti standardizzati. Ogni mercato si apre con un quesito verificabile che prevede una risposta netta (“Il candidato X vincerà le elezioni?” oppure “Il traffico nello Stretto di Hormuz tornerà alla normalità entro fine giugno?”). Gli utenti acquistano quote a favore del “sì”o del “no”. Il valore finale del contratto a evento concluso è tipicamente fissato a 1 dollaro per la risposta corretta e a zero per quella errata. Se una quota del “sì” viene scambiata a 0,6 dollari, significa che il mercato attribuisce al verificarsi di quell’evento una probabilità del 60%. Chi ha comprato il “sì” a 0,6 incasserà 1 in caso di vittoria (guadagnando 0,4) o perderà l’intero investimento se l’evento non si verifica.

A differenza delle scommesse tradizionali, dove le quote sono fissate unilateralmente dal banco, nei prediction market il prezzo nasce dall’incontro tra domanda e offerta su basi peer-to-peer. Molte di queste piattaforme, come Polymarket, sono decentralizzate e basate su blockchain, mentre altre come Kalshi sono regolate e operano negli Stati Uniti offrendo contratti su economia e politica. La forza di questi strumenti risiede nella loro reattività in tempo reale: i prezzi oscillano istantaneamente durante dibattiti o eventi geopolitici, spesso anticipando i risultati elettorali con precisione maggiore rispetto ai sondaggi demoscopici.

Mentre nel Regno Unito scommettere sul prossimo Primo Ministro è una tradizione consolidata ed è possibile farlo su bookmaker come William Hill, in Italia è vietato scommettere sulle elezioni nazionali. Questo divieto è radicato nel Codice penale e blindato dall’Agenzia delle dogane e dei monopoli (Adm). Sono tre le ragioni politiche e giuridiche di questo orientamento. Innanzitutto la tutela della democrazia: si teme che le scommesse possano incentivare il voto di scambio o la manipolazione dell’opinione pubblica. In secondo luogo, le norme sulla par condicio: le fluttuazioni delle quote agirebbero come un “sondaggio clandestino continuo” nei 15 giorni precedenti il voto, periodo in cui i sondaggi sono vietati. Infine, il rischio di insider trading politico: politici o funzionari potrebbero usare informazioni riservate per scommettere, alterando l’integrità del mercato. Un rischio che di recente si è già verificato: militari Usa e israeliani sono stati arrestati per aver puntato sulle date dell’attacco al Venezuela e all’Iran grazie a informazioni riservate in loro possesso. Per queste ragioni, l’Adm ha inserito siti come Polymarket in una blacklist, rendendoli inaccessibili dall’Italia se non tramite sistemi di anonimizzazione degli indirizzi web.

All’estero, però, il rapporto tra prediction market e politica è già entrato di prepotenza sotto la lente dell’opinione pubblica e dei media. Durante le scorse elezioni presidenziali statunitensi Polymarket è stato scosso da un trader francese noto come “Théo”, che ha scommesso oltre 70 milioni di dollari sulla vittoria di Donald Trump. Théo ha iniettato progressivamente oltre 70 milioni di dollari in scommesse pro-Trump, puntando non solo sulla vittoria dell’Election College ma anche sul voto popolare, e le ha suddivise tra 11 account coordinati. Inizialmente, media e regolatori hanno gridato alla manipolazione elettorale, temendo un tentativo artificiale di creare l’effetto carrozzone. Tuttavia, le indagini di Polymarket che hanno portato all’individuazione di “Théo” e le sue successive interviste rilasciate al Wall Street Journal e a The Free Press hanno smentito l’ipotesi della manipolazione geopolitica. Secondo “Théo” si è trattato di puro calcolo finanziario, non per ingannare il pubblico ma per evitare lo “slippage“, ovvero l’aumento istantaneo del prezzo causato da un unico ordine massiccio. Il trader aveva commissionato sondaggi privati basati sul metodo dei “vicini di casa” ed era convinto che i poll ufficiali sottostimassero Trump. La sua scommessa si è rivelata corretta, portandogli un profitto netto di circa 85 milioni di dollari e dimostrando l’efficienza predittiva del mercato.

Ammesso che qualcuno volesse fare la stessa cosa sul mercato di Polymarket sul “prossimo presidente del Consiglio italiano”, le cifre in gioco però sarebbero ben più modeste. Il mercato è attualmente molto illiquido, con volumi che si aggirano tra i 25 e i 150mila dollari, assai ridotti rispetto a quelli americani. Proprio questa caratteristica lo rende però facilmente manipolabile da chiunque — esponenti politici o agenzie di comunicazione — volesse generare propaganda o “fake news”.

Modificare artificialmente le quote per rafforzare la favorita, portando Meloni dal 54% al 75%, costerebbe tra i 5mila e i 10mila dollari. L’algoritmo alzerebbe la quota in pochi secondi a causa della scarsità di contratti disponibili. Per ribaltare il mercato, portare uno sfidante come Schlein o Vannacci in testa richiederebbe tra i 20mila e i 40mila dollari. Il manipolatore dovrebbe vendere i contratti di Meloni e acquistare massicciamente quelli dell’altro candidato. Ma una simile distorsione sarebbe temporanea. I prediction market possiedono “anticorpi”: non appena i trader razionali notano un prezzo irrazionale, scommettono contro il manipolatore per guadagnare, riportando le quote al valore reale e causando al manipolatore la perdita del capitale investito.

Sempre che, naturalmente, non ci sia qualcuno disposto a perdere soldi per guadagnare influenza politica.

L'articolo Meloni al 52%, Schlein al 19%, Conte e Vannacci all’8%: le “quote” sul futuro premier per gli scommettitori online proviene da Il Fatto Quotidiano.

Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, anche Michael Saylor vende: siamo alla resa dei conti

6 June 2026 at 06:30

Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, e i gettoni dorati ormai valgono molto, ma molto meno dell’elettricità consumata per produrli. In queste ore, la madre di tutte le illusioni, lo schema Ponzi più grande di sempre, il Bitcoin, annaspa poco sopra ai 63.000 dollari, un clamoroso -50% rispetto alle vette allucinate dei 126.000 dollari toccate pochi mesi fa. E la ruota di scorta, Ethereum, fa pure peggio: a quota 1.760 dollari, è crollata -64% dal picco. Un bagno di sangue ampiamente previsto da chiunque valuti i mercati finanziari, e i vari strumenti oggi disponibili, con razionalità, e senza credere alla moltiplicazione dei pani e delle monete virtuali.

In questo quadretto idilliaco, il pessimismo attorno al feticcio digitale sale – esso sì – ai massimi. Bitcoin è sempre stato un mistero. L’inventore, da 17 anni, si nasconde dietro lo pseudonimo di Satoshi Nakamoto. Ma una scia di indizi sepolti tra gli algoritmi porta a un informatico americano: Adam Back. In molti gli sono grati, senza conoscerlo, perché ci hanno speculato e guadagnato, nei momenti di euforia. Ma ora siamo alla resa dei conti. Davvero. E a staccare la spina è proprio il cantore più invasato e esaltato di Bitcoin, Michael Saylor.

Soltanto lo scorso febbraio, questo sedicente guru giurava ai suoi adepti che, dovendo scegliere, conviene vendere un rene piuttosto che un solo Bitcoin. I reni se li è tenuti. Le crypto con la “B” ha cominciato a venderle: prima volta dal 2022 per la sua società Strategy, la più grande cassaforte di criptovalute del mondo. Ai discepoli è bastato vedere il maestro mettere mano al portafoglio per sudare freddo. E quindi anche loro, sell.

Parliamo della più grande balena del mercato, un’azienda che siede comodamente sul 4 per cento di tutta la speculazione mondiale in circolazione. Quanto abbia venduto è quasi irrilevante, una manciata di monete su un tesoro sterminato. La domanda vera è: perché il furbetto del quartierino cripto ha dovuto mettere improvvisamente mano al portafogli? Semplice: doveva pagare i conti.

Per finanziare la sua bulimica abbuffata di Bitcoin, la premiata ditta Strategy aveva piazzato sul mercato azioni privilegiate, promettendo dividendi stellari a chi abboccava all’esca. Il piano geniale era stampare e vendere nuove azioni per pagare i dividendi vecchi, una delle tante varianti – prassi regolare nell’era Trump – del classico schema Ponzi. Peccato che, con il crollo verticale del Bitcoin, anche il valore di Strategy a Wall Street sia colato a picco (per l’esattezza -73,3% dal massimo del novembre 2024). E così, senza più polli da spennare, al signor Saylor non è rimasto altro che vendere l’unico finto asset rimasto in cassa.

I mercati delle scommesse, come Polymarket, fiutano l’odore del sangue e danno ormai al 51 per cento la probabilità che il baraccone crolli sotto i 50.000 dollari. Il difetto d’origine resta quello di sempre, che l’euforia fa dimenticare: il Bitcoin non produce nulla, non paga cedole, non costruisce niente, non è accettato come come moneta da nessuna parte, se non nel dark web da terroristi, mafiosi e venditori di uranio arricchito. Vale quanto il prossimo fesso è disposto a sborsare, nel vecchio gioco in cui si vince soltanto finché si trova qualcuno più ottimista (o più stupidamente predisposto a speculare) a cui passare il cerino. E la fila degli ottimisti, di questi tempi, si sta accorciando.

L'articolo Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, anche Michael Saylor vende: siamo alla resa dei conti proviene da Il Fatto Quotidiano.

In Italia il debito delle famiglie in rapporto al Pil è molto più basso che in Paesi più solidi: un patrimonio strategico

6 June 2026 at 05:49

Quando si parla di solidità finanziaria di un Paese, il riflesso condizionato è sempre lo stesso: guardare il debito pubblico. È una specie di rito civile, come lamentarsi del traffico o del commercialista. L’Italia, in questa narrazione, parte quasi sempre con il cartellino giallo: Stato indebitato, crescita debole, produttività bassa, conti pubblici sotto osservazione. Tutto vero. Ma non tutta la verità.

Esiste un altro indicatore, molto meno popolare nel dibattito pubblico, che racconta una storia diversa: il debito delle famiglie in rapporto al Pil. Secondo il Global Debt Database del Fondo Monetario Internazionale, il debito delle famiglie pesa per il 125,4% del Pil in Svizzera, il 112,1% in Australia, il 100,1% in Canada, il 93,6% nei Paesi Bassi, il 90,1% in Corea del Sud, il 76,2% nel Regno Unito, il 69,4% negli Stati Uniti. In Italia il dato è pari al 36,1%.

Il paradosso è evidente: molti Paesi percepiti come più solidi, ordinati, efficienti e finanziariamente maturi hanno famiglie molto più indebitate di quelle italiane. Noi abbiamo uno Stato pesante e famiglie relativamente leggere. Altri hanno Stati più credibili e famiglie più cariche di mutui, prestiti e obbligazioni domestiche. La finanza, ancora una volta, dimostra di amare le contraddizioni.

La prima spiegazione è operativa: casa, credito e costo della vita. Nei Paesi in cima alla classifica, l’indebitamento privato è spesso una condizione normale di accesso alla vita adulta. Comprare una casa a Zurigo, Sydney, Vancouver, Amsterdam o Seul significa entrare in mercati immobiliari molto costosi, dove il mutuo non è un incidente di percorso, ma una struttura portante dell’esistenza familiare. Il debito non serve solo a consumare: serve a stare dentro il mercato.

In Italia, invece, il rapporto con la casa è stato storicamente diverso. La proprietà immobiliare è stata spesso costruita per accumulazione familiare, eredità, risparmio paziente, aiuti intergenerazionali. Non sempre per virtù: anche perché il credito è stato meno profondo, il mercato del lavoro più fragile, il reddito dei giovani più incerto. Ma il risultato resta: le famiglie italiane, nel confronto internazionale, sono meno esposte alla leva finanziaria.

La seconda spiegazione è culturale e fiscale. In molti Paesi avanzati il debito privato non è considerato una colpa, ma uno strumento. Il mutuo è pianificazione finanziaria. La leva è gestione patrimoniale. Il debito è una tecnologia sociale. Alcuni sistemi hanno anche incentivato fiscalmente l’indebitamento, per esempio attraverso trattamenti favorevoli sugli interessi passivi dei mutui. Il cittadino razionale, in quei contesti, non è quello che evita il debito, ma quello che lo usa bene.

In Italia resiste invece una cultura del risparmio difensivo. La famiglia italiana accumula perché non si fida: dello Stato, del mercato del lavoro, della pensione futura, della banca, del vicino di casa e, spesso con buone ragioni, anche del cugino che propone investimenti “sicuri”. Il risparmio privato diventa così una forma di welfare domestico: paga l’università dei figli, aiuta l’acquisto della casa, copre le malattie, sostiene l’impresa familiare, assorbe le crisi.

Non è romanticismo. È una supplenza. Dove il welfare pubblico è lento o incompleto, interviene il patrimonio privato. Dove il reddito non basta, interviene la famiglia. Dove il mercato non finanzia, interviene il conto corrente dei genitori. Siamo un Paese con uno Stato indebitato e una società che ha imparato a fare da ammortizzatore di se stessa.

La terza spiegazione è sistemica. Non bisogna leggere l’alto debito delle famiglie come sinonimo automatico di povertà. Sarebbe un errore grossolano, quindi perfettamente compatibile con molto dibattito pubblico. Un alto debito privato può indicare mercati finanziari sviluppati, accesso al credito, fiducia nel futuro, patrimonio immobiliare diffuso, capacità delle banche di finanziare famiglie ritenute solvibili. Il problema nasce quando questa architettura viene colpita da tassi alti, redditi stagnanti o prezzi immobiliari in calo. A quel punto il debito privato cambia natura: da strumento di crescita diventa vincolo. La rata del mutuo smette di essere il prezzo della stabilità e diventa il rubinetto che prosciuga reddito disponibile. Nei Paesi dove le famiglie sono esposte per quote molto elevate del Pil, un rialzo dei tassi può trasmettersi rapidamente ai consumi, al mercato immobiliare e alla stabilità bancaria.

L’Italia, al contrario, presenta una vulnerabilità opposta. Il punto debole resta il debito pubblico. Il punto di forza resta il bilancio delle famiglie. Banca d’Italia segnala che alla fine del 2024 la ricchezza netta delle famiglie italiane era pari a 11.732 miliardi di euro; nello stesso tempo, nei rapporti sulla stabilità finanziaria, evidenzia rischi limitati per le famiglie anche per effetto del basso debito privato e della ricchezza finanziaria accumulata.

Questo non significa che gli italiani siano ricchi nel senso quotidiano del termine. Molte famiglie hanno redditi bassi, salari compressi, figli precari, pensioni che reggono interi nuclei familiari. La ricchezza privata italiana è anche diseguale, immobilizzata, spesso poco produttiva. Molta è mattone, non liquidità. Molta è nelle mani delle generazioni anziane.

Quindi attenzione a trasformare il dato in autocelebrazione nazionale, sarebbe il solito patriottismo da bar. Però il dato resta politicamente ed economicamente rilevante. Se giudichiamo un Paese solo dal debito dello Stato, vediamo metà bilancio. Se ignoriamo il debito delle famiglie, non capiamo dove si trovi davvero il rischio. Nei Paesi nordici o anglosassoni il rischio è spesso distribuito nei bilanci privati. In Italia è concentrato maggiormente nel bilancio pubblico. Sono due modelli diversi di fragilità.

La domanda allora è semplice: ha senso continuare a valutare la solidità di un Paese guardando solo al debito pubblico e ignorando quello dei cittadini?

Nel caso italiano, il risparmio privato è ancora uno degli ultimi scudi sistemici. Non può diventare un alibi per non ridurre il debito pubblico, non può sostituire la crescita, non può compensare per sempre salari bassi e produttività stagnante. Ma è un patrimonio strategico. E come tutti i patrimoni strategici andrebbe protetto, non spremuto o usato come bancomat silenzioso per coprire l’inefficienza pubblica.
Il vero paradosso è questo: l’Italia è spesso descritta come un Paese finanziariamente fragile perché ha uno Stato indebitato. Ma una parte importante della sua tenuta deriva proprio da cittadini che, per prudenza, sfiducia e memoria storica, si sono indebitati meno degli altri.

Non sarà moderno. Non farà curriculum nei convegni sulla finanza sofisticata. Ma quando i tassi salgono e le rate mordono, anche la vecchia prudenza familiare italiana smette di sembrare arretratezza e torna a chiamarsi con il suo nome: difesa.

L'articolo In Italia il debito delle famiglie in rapporto al Pil è molto più basso che in Paesi più solidi: un patrimonio strategico proviene da Il Fatto Quotidiano.

Ogni impresa dovrebbe dotarsi di una policy sull’intelligenza artificiale

6 June 2026 at 03:45

L’utilizzo degli strumenti di intelligenza artificiale nei contesti lavorativi non è più un fenomeno di nicchia. Secondo Bankitalia, il trentadue per cento delle imprese italiane con almeno venti addetti utilizza l’intelligenza artificiale per ottimizzare i processi esistenti e, raramente, per creare nuovi prodotti o servizi. Molte di queste aziende hanno iniziato a usare i large language models senza dotarsi di una specifica policy per regolare i limiti di impiego da parte del personale.

Il punto di partenza di qualsiasi policy sull’IA è la distinzione tra strumenti aziendali e strumenti personali. Avvalersi del supporto di ChatGPT, Claude o Gemini con un profilo privato per svolgere attività lavorativa pone una serie di questioni giuridiche delicate e, pertanto, dovrebbe essere vietato. Gli account consumer non forniscono quasi mai garanzie in tema di riservatezza e tutela dei dati. Inoltre, i dati immessi nei prompt possono essere utilizzati per addestrare i modelli di terze parti, con la conseguenza che informazioni riservate fuoriescono dal perimetro aziendale in modo irreversibile.

L’azienda deve anche stabilire in maniera chiara i confini dei dati che possono essere condivisi con l’intelligenza artificiale. Secondo la normativa privacy, infatti, il trattamento dei dati deve essere fondato su una base giuridica adeguata e compatibile con le misure di sicurezza adottate dall’impresa. Dati sensibili come quelli riguardanti lo stato di salute o l’iscrizione ad un sindacato di un dipendente non dovrebbero essere inseriti in un large language model prima di un attenta valutazione.

L’intelligenza artificiale produce errori, allucinazioni e imprecisioni con una frequenza che la rende inidonea a sostituire il giudizio umano in qualsiasi attività avente rilevanza giuridica o economica. Una policy ben fatta dovrebbe attribuire esplicitamente al lavoratore la responsabilità di verificare gli output più importanti prima di ogni utilizzo.

Regolare l’utilizzo dell’intelligenza artificiale in azienda è fondamentale per proteggere i dati dell’impresa, la privacy dei dipendenti e la posizione del datore di lavoro in caso di contenzioso. Anche in questo campo, prevenire è sempre meglio che curare.

*La newsletter “Labour Weekly. Una pillola di lavoro una volta alla settimana” è prodotta dallo studio legale Laward e curata dall’avvocato Alessio Amorelli. Linkiesta ne pubblica i contenuti ogni. Qui per iscriversi

L'articolo Ogni impresa dovrebbe dotarsi di una policy sull’intelligenza artificiale proviene da Linkiesta.it.

L’Italia può essere la chiave di volta del progetto Imec

6 June 2026 at 03:45

Mai come di questi tempi vi è un bisogno impellente di costruttori e saldatori, per creare e rafforzare sinergie e connessioni. Gli scenari sono in continuo mutamento – basti guardare al Medio Oriente – e in tale clima d’incertezza, di tensioni e conflittualità, le relazioni tra i Paesi contano. La crisi dello Stretto di Hormuz sta dimostrando che l’Iran, per quanto non sia dotato di una marina paragonabile a quella di altri Paesi occidentali, può bloccare uno dei più strategici passaggi del traffico commerciale mondiale e mettere in seria difficoltà i nostri approvvigionamenti e le nostre economie.

È una crisi, però, che ci dimostra anche quanto il Mediterraneo sia al centro delle rotte di tutto il mondo. Allora, alla luce dell’attualità, si comprende quanto lungimirante sia stato il governo Meloni, fin dal suo insediamento, a spingere per tracciare una nuova via dall’Indo-Pacifico al Mare Nostrum. Il Corridoio infrastrutturale ed economico che collegherà le città portuali dell’India, del Medio Oriente e dell’Europa, Imec, è un progetto dal potenziale gigantesco. L’obiettivo è semplice: stabilizzare le connessioni, per generare una nuova, diffusa, prosperità tra le nostre regioni.

Imec è la chiave per unire, finalmente, tanti punti di convergenza globali. Perché se è vero che tutti i mari del mondo sono collegati tra loro come narra l’epica antica, è altrettanto vero che le dimensioni dell’Indo-Pacifico, del Mediterraneo, dell’Atlantico sono interconnesse. Forgiare nuove rotte è una sfida. Consolidarle altrettanto. Gli Stati Uniti sono ben consci dell’importanza di una maggior cooperazione nell’Indo-Pacifico. Non a caso, il Segretario di Stato statunitense Rubio ha guidato, come primo passo ufficiale, la riunione del Quad, il Dialogo quadrilaterale di sicurezza tra Stati Uniti, Australia, India e Giappone.

L’Italia, poi, grazie alla sua posizione geografica, non può che essere il connettore perfetto con l’Indo-Pacifico, trovandosi al centro dello sviluppo economico, sociale, culturale, politico del Mediterraneo. Nel 2023, Roma e Washington sono stati tra i primi firmatari con Nuova Delhi di questa ambiziosa iniziativa. Oggi è ancora più forte il convincimento, a tre anni di distanza, che si è trattato di una scelta giusta.

Imec potrà essere un elemento d’unione tra le regioni, un vero e proprio nuovo asse globale per le nostre economie, per le risorse energetiche e per la rete di comunicazioni. Il Corridoio risponderà a quell’incertezza per il commercio globale che iniziative come la Belt and Road Initiative, o le politiche di coercizione di Pechino, generano, o ancora, risponderà anche alla turbolenza che Paesi come l’Iran diffondono a macchia d’olio.

Imec infatti vuole essere una risposta alla necessità occidentale di maggiore indipendenza e al bisogno di mettersi in sicurezza. Grazie al Corridoio, l’impulso a settori come la logistica, il digitale, o ancora la collaborazione culturale e scientifica, potrà essere significativo. Sarà anche un’ulteriore opportunità di integrazione per il continente africano, e ancora una volta, qui, il ruolo di primissimo piano dell’Italia, grazie al Piano Mattei del Governo Meloni, è evidente.

Queste sono solo alcune delle tante, ottime, ragioni per promuovere, come terminale in Europa di Imec, il porto italiano di Trieste. Oltre a essere da sempre un crocevia di culture e saperi, Trieste ha caratteristiche strategiche assolutamente uniche. Innanzitutto, rispetto ad altri approdi, Trieste costituisce una porta diretta sull’intera Europa, indipendente da ogni ingerenza. Si collega perfettamente, infatti, al cuore industriale del continente europeo con ben quattro Corridoi Strategici (Mediterraneo, Reno-Alpi, Scandinavo-Mediterraneo e Baltico-Adriatico) e all’Europa orientale, in particolare alla regione baltica. Il timing c’è. La stabilità politica del governo Meloni ha tracciato un solco deciso, che auspichiamo tutti resti ben visibile e sempre più profondo.

Questo è l’articolo di apertura del nuovo Linkiesta Paper – Speciale Imec. Si può comprare adesso, qui sullo store.

L'articolo L’Italia può essere la chiave di volta del progetto Imec proviene da Linkiesta.it.

Google compra la potenza dell’IA: maxi accordo da oltre 30 miliardi con SpaceX

5 June 2026 at 21:16

La corsa globale alla potenza di calcolo per l’intelligenza artificiale aggiunge un nuovo capitolo miliardario. A pochi giorni dalla sua quotazione in Borsa, SpaceX ha annunciato un accordo di dimensioni eccezionali con Google per la fornitura di capacità computazionale destinata ai sistemi di intelligenza artificiale e ai servizi cloud.

Secondo quanto emerge da documenti finanziari resi pubblici oggi, la società di Elon Musk metterà a disposizione del colosso di Mountain View una infrastruttura composta da circa 110.000 Gpu prodotte da NVIDIA, oltre a Cpu, memoria e altri componenti necessari all’elaborazione avanzata dei dati.

L’intesa prevede che Google versi a SpaceX circa 920 milioni di dollari al mese a partire da ottobre 2026 fino a giugno 2029. Nell’arco dell’intero contratto, il valore complessivo dell’accordo supera i 30 miliardi di dollari, confermandosi tra i più rilevanti mai siglati nel settore delle infrastrutture per l’intelligenza artificiale.

L’operazione testimonia come il vero collo di bottiglia della rivoluzione dell’IA non sia più soltanto lo sviluppo di modelli sempre più sofisticati, ma la disponibilità di enormi quantità di potenza di calcolo. Le Gpu Nvidia, considerate lo standard di riferimento per l’addestramento e l’esecuzione dei modelli di intelligenza artificiale generativa, sono diventate una risorsa strategica per le grandi aziende tecnologiche.

La domanda di capacità computazionale è infatti cresciuta a ritmi senza precedenti. Le principali società statunitensi stanno investendo centinaia di miliardi di dollari nella costruzione o nell’affitto di data center specializzati, indispensabili per sostenere chatbot, assistenti virtuali, sistemi di ricerca avanzata e applicazioni aziendali basate sull’intelligenza artificiale.

L’accordo tra SpaceX e Google si inserisce proprio in questa competizione. Il mese scorso anche Anthropic, una delle principali aziende americane attive nell’IA generativa, aveva annunciato un maxi contratto con SpaceX per l’utilizzo di uno dei suoi principali data center.

Per SpaceX, tradizionalmente associata alle attività spaziali, ai lanci orbitali e alla rete satellitare Starlink, il contratto rappresenta anche la conferma della crescente diversificazione del business verso il mercato delle infrastrutture digitali. Per Google, invece, l’intesa garantisce accesso a una riserva di capacità computazionale fondamentale per sostenere la competizione con rivali come Microsoft, Amazon e Meta nella corsa all’intelligenza artificiale.

La battaglia tecnologica si gioca ormai sempre meno sugli algoritmi e sempre più sulla disponibilità di energia, chip e data center. E il maxi accordo tra Google e SpaceX ne è una delle dimostrazioni più evidenti.

L'articolo Google compra la potenza dell’IA: maxi accordo da oltre 30 miliardi con SpaceX proviene da Il Fatto Quotidiano.

Cabrita Reserva Tinto 2024 é o Melhor Vinho do Algarve, mas há outros premiados

5 June 2026 at 15:31

O prémio Grande Ouro do 18º  Concurso de Vinhos do Algarve foi conquistado pelo vinho Cabrita Reserva Tinto 2024, do produtor José Manuel Cabrita, que foi também reconhecido como o Melhor Vinho Tinto da edição, anunciou a Comissão Vitivinícola do Algarve, que promove o certame.

Os vencedores das restantes categorias a concurso foram o Herdade Barranco do Vale Arinto, Alvarinho, Antão Vaz Reserva Branco 2023, da Herdade Barranco do Vale (Melhor Branco), o Villa Alvor Touriga Nacional, Cinsault, Grenache e Syrah Rosé 2025, da Aveleda S.A. (Melhor Rosé) e ainda o Adega do Cantor Syrah Espumante Cravos Rosado 2022, da Adega do Cantor – Sociedade de Vitivinicultura Lda (Melhor Espumante).

O Concurso de Vinhos do Algarve decorreu no dia 22 de Maio, reunindo profissionais e especialistas do setor numa prova dedicada à avaliação dos vinhos da região.

O concurso, organizado pela Comissão Vitivinícola do Algarve com o apoio do Município de Lagoa, conta já com uma longa tradição na promoção da produção vínica algarvia.

Sul Informação

Como sublinhou Sara Silva, presidente da CVA, “este concurso assume um papel importante na valorização da produção regional, pois destaca a qualidade e identidade dos vinhos produzidos no Algarve”.

Nesta edição, participou um total de 31 produtores, o que resultou em 119 amostras avaliadas. A avaliação esteve a cargo de um painel de 30 jurados, sob a presidência de Gilmar de Brito, que pontuou os vinhos participantes através de provas técnicas e criteriosas.

As distinções atribuídas foram as medalhas Grande Ouro, Ouro e Prata, de forma a reconhecer os produtores e vinhos que mais se destacaram nesta edição.

Além das várias medalhas atribuídas, os vinhos ainda foram avaliados em diferentes categorias, entre as quais Vinho Tinto, Vinho Branco, Vinho Rosado e Vinho Espumante, o que reflete a diversidade e evolução da produção vínica algarvia.

A cerimónia de entrega dos prémios decorreu no dia 29 de maio, no Vale d´El Rei Hotel & Villas, no concelho de Lagoa.

Clique aqui para conhecer a lista dos Medalhados no 18º Concurso de Vinhos do Algarve

Sul Informação

Sul Informação

Sul Informação

Sul Informação

Sul Informação

Sul Informação

Sul Informação

O conteúdo Cabrita Reserva Tinto 2024 é o Melhor Vinho do Algarve, mas há outros premiados aparece primeiro em Sul Informação.

Il vicepremier Salvini torna a promettere un contributo straordinario sugli extraprofitti delle banche: “Da Unicredit e Intesa, 20 miliardi di utili. Saremo intransigenti nel chiederlo”

5 June 2026 at 15:31

“Andate a vedere la trimestrale di Unicredit e Intesa San Paolo. Chiuderanno quest’anno di difficoltà per la stragrande maggioranza delle famiglie e imprese, con 20 miliardi di utile. Per questo la Lega chiederà agli istituti bancari che stanno facendo guadagni e profitti senza precedenti un contributo alla crescita economica del Paese”. Parola del vice premier Matteo Salvini che nel corso di un evento sul Piano Casa a Milano è tornato a promettere un contributo straordinario sugli extraprofitti delle banche. “Lo dico con rispetto ammirazione e curiosità economica e antropologica” precisa Salvini che sottolinea come “una parte importante di quell’utile è garantita dallo Stato” poiché“una parte di quei prestiti che ricevono le banche vengono erogati con la garanzia dello Stato. Quindi vuol dire io ti presto dei soldi, se va tutto bene ci guadagno se va tutto male lo Stato mi rimborsa. Sono bravo anche io a fare impresa così”. Da qui la richiesta agli istituti bancari con una promessa: “Sono convinto che il governo e la Lega su questo saranno intransigenti”

L'articolo Il vicepremier Salvini torna a promettere un contributo straordinario sugli extraprofitti delle banche: “Da Unicredit e Intesa, 20 miliardi di utili. Saremo intransigenti nel chiederlo” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Sudoeste Retail Park comemora quarto aniversário envolvendo toda a comunidade

5 June 2026 at 13:18

Uma feira de produtos tradicionais, promovendo o contacto direto com produtores locais de mel, azeite, vinhos, queijos e doces, dando a conhecer os sabores e a cultura da comunidade local à população residente, mas também aos muitos veraneantes que nesta altura já procuram o Algarve e a região de Armação de Pêra para momentos de lazer. Esta é uma das formas escolhidas pelo Sudoeste Retail Park, situado perto de Alcantarilha, para comemorar, no próximo dia 10, o seu quarto aniversário, com um programa cheio de atividades que envolve toda a comunidade local.

Haverá também música, oferta de brindes e o habitual bolo comemorativo, que irão reunir lojistas, clientes, prestadores de serviços e equipa de gestão, num “momento que muito nos orgulha”, refere Andreia Ramos, senior property manager do Retail Mind Group e responsável pela gestão do Sudoeste Retail Park.

O RMG continua a consolidar a sua posição no mercado nacional ao reforçar a área de Asset Management, com a integração do Lagos Retail Park na sua carteira de ativos sob gestão.

Com este reforço, a empresa assume uma abordagem cada vez mais integrada, que combina gestão operacional, estratégia financeira, comercialização e valorização de ativos de retalho.

“A gestão integrada permite-nos compreender melhor as necessidades reais dos operadores e dos proprietários, antecipar desafios e desenvolver soluções mais sustentáveis para todas as partes envolvidas. Este é um dos pilares do sucesso da nossa área de Asset Management”, refere Andreia Ramos.

O crescimento da área de ativos imobiliários tem igualmente contribuído para reforçar a confiança de marcas, investidores e operadores no grupo. A capacidade de acompanhamento diário da operação dos ativos, aliada a um sólido conhecimento estratégico do mercado, tem permitido fortalecer relações com as marcas representadas e potenciar novas oportunidades de expansão comercial.

O conteúdo Sudoeste Retail Park comemora quarto aniversário envolvendo toda a comunidade aparece primeiro em Sul Informação.

Barranco Longo Wine Experience vence prémio de inovação em enoturismo sustentável

5 June 2026 at 12:20

O projeto algarvio Barranco Longo Wine Experience – Enoturismo Integrado e Sustentável no Algarve foi o vencedor da categoria “Turismo & Vinho” na Final do Concurso de Projetos e Atividades Inovadores – Inova Algarve + Diversificar, promovido pelo NERA. O projeto, além da distinção, recebeu um prémio monetário de 2.500 euros.

A entrega do prémio decorreu durante a conferência dedicada à Fileira do Vinho, que reuniu produtores, enólogos, investigadores, comerciais, responsáveis de enoturismo, empreendedores e entidades ligadas ao desenvolvimento económico regional.

Segundo o NERA, o projeto vencedor, apresentado por Flávia Luz, «destacou-se pela sua abordagem inovadora ao enoturismo, propondo uma experiência integrada que alia vinho, gastronomia, alojamento, formação e atividades de natureza». 

«Através de iniciativas como visitas à adega, provas comentadas, workshops vínicos, experiências vínicas ao pôr do sol, observação de aves nas vinhas e eventos temáticos, o projeto cria um ecossistema de experiências assente nos recursos locais, contribuindo para diversificar a oferta turística regional e reforçar o posicionamento do Algarve enquanto destino vínico diferenciador».

O ciclo de Conferências Inova Algarve + Diversificar prossegue nos próximos meses com novas conferências dedicadas às fileiras estratégicas da região.

Depois da Fileira do Vinho, seguem-se as sessões dedicadas à Alfarroba e Amêndoa (9 de junho) e ao Medronho (18 de junho).

Após a época estival, o programa regressa com iniciativas centradas nas Plantas e Flores, Economia do Mar, Recursos Geológicos e Citrinos.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, estando o programa, inscrições e calendário completo das conferências disponíveis em: inova-algarve.pt/ciclo-de-conferencias

A iniciativa é organizada pelo NERA – Associação Empresarial do Algarve, em parceria com a Algarve Evolution, Associação KIPT, CCDR Algarve, Região de Turismo do Algarve, Tertúlia Algarvia e Universidade do Algarve, no âmbito do Projeto Inova Algarve 3.0, cofinanciado pelo Programa Regional Algarve 2030 | Portugal 2030.

O conteúdo Barranco Longo Wine Experience vence prémio de inovação em enoturismo sustentável aparece primeiro em Sul Informação.

Albufeira acolhe conferência no dia 15 sobre as alterações à legislação urbanística de 29 de maio

O URBANISMO REGULA TUDO O QUE RESPEITA À VIDA EM SOCIEDADE

Desde a – interminável – crise da habitação, à transformação do coberto vegetal, passando pela simples utilização de uma parcela do solo, à localização da Start Campos, o maior investimento privado a concretizar no país, que irá atrair mais de trinta mil milhões de Euros em investimento, tudo depende e se relaciona com o planeamento e a gestão urbanística.

DE ACORDO COM O DIVULGADO PELO GOVERNO, O CIDADÃO PODERÁ INICIAR AS OBRAS “OITO DIAS APÓS A APRESENTAÇÃO DO PEDIDO”

Com a publicação do Decreto-Lei nº 108/2026, de 29 de maio, o Governo vem introduzir profundas alterações à legislação que regula o “licenciamento de obras particulares”.

As alterações são profundas, mas o resultado dependerá sempre de quem aplica a lei e não de quem legisla.

Na realidade, o novo diploma encurta prazos para que as câmaras se pronunciem, cria figuras diferentes de controlo prévio, elimina a apreciação liminar nos processos sujeitos a comunicação prévia, no entanto, não pode eliminar o procedimento, como é óbvio, e mantém por isso a etapa de análise preliminar.

O GOVERNO NÃO AUMENTA OS PRAZOS PARA RESPOSTA, MAS ADAPTA AO TIMING ANORMAL DAS CÂMARAS MUNICIPAIS, PERMITINDO A PRORROGAÇÃO DESSE PRAZO

A adaptação – dilatação – dos prazos para resposta aos projetos, ao timing das câmaras municipais, sem responsabilizar de forma objetiva de todos os intervenientes.

O DEFERIMENTO TÁCITO SERÁ A FERRAMENTA ESSENCIAL NO PROCESSO URBANÍSTICO, MAS NÃO FUNCIONA SEM A RESPONSABILIZAÇÃO DOS INTERVENIENTES

O deferimento tácito “representa um ato constitutivo de direitos, válido para todos os efeitos”. Enquanto não se fizer valer esse deferimento “como efetivo ato constitutivo de direitos que é, nunca, mas nunca mesmo, existirá qualquer tipo de simplificação.

A revogação, ou seja, o indeferimento depois de ultrapassado o prazo legal, só é permitido mediante indemnização do interessado por parte das Câmaras Municipais.

COM O DEFERIMENTO TÁCITO EM VIGOR, O INDEFERIMENTO DO PEDIDO, DEPOIS DE ULTRAPASSADO O PRAZO LEGAL, SÓ É PERMITIDO, MEDIANTE INDEMNIZAÇÃO DO INTERESSADO POR PARTE DA AUTARQUIA

As câmara municipais não podem decidir sobre as pretensões dos particulares fora do prazo determinado por lei, sem observar o estabelecido no Código do Procedimento Administrativo, ou seja, de forma muito complexa e assumindo a autarquia, quando devida, a responsabilidade pela indemnização do interessado.

CONFERÊNCIA EM ALBUFEIRA SOBRE AS ALTERAÇÕES À LEGISLAÇÃO URBANÍSTICA PUBLICADAS NO DIA 29 DE MAIO

Dia 15 de junho, entre as 9h00 e as 16h00, em Albufeira, em local ainda a designar, colaboração com a Câmara Municipal de Albufeira, será realizada uma breve e incisiva Conferência inicial sobre as alterações mais relevantes, introduzidas no Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação, designadamente:

  • resolução arbitrária de conflitos – (inovação fundamental e muito importante no contexto da gestão urbanística);
  • a utilização da inteligência artificial no processo urbanístico; 
  • a nova configuração dos mecanismos de controlo administrativo;
  • o papel da nova figura da comunicação prévia;
  • a revogação do deferimento tácito implícito e explícito;
  • e as perspetivas futuras resultantes destas modificações.

Será uma abordagem objetiva mas cirúrgica sobre este novo paradigma. Como sempre convido as Ordens Profissionais dos Advogados, dos Arquitetos, dos Engenheiros, Associação Portuguesa dos Urbanistas, entre outras instituções.

O organizador, António Góis Nóbrega, urbanista, contará também com organizações empresariais relacionadas com a habitação e construção civil, bem como da mediação imobiliária, entre outras. 

Será uma oportunidade de debate e esclarecimento desta matéria fundamental em todos os domínios da sociedade. A participação tem um custo de 90,00€, valor que deve ser pago através de transferência bancária para o NIB: 0045.7012.4000.1231702.11, enviando depois o comprovativo para o e-mail: urbanismoordenamento@gmail.com . Pode inscrever-se clicando aqui.

La richiesta di una nuova stazione alta velocità sulla linea Brescia-Verona è la certificazione di un errore progettuale

5 June 2026 at 06:03

È sconcertante assistere al dibattito che si è aperto in queste settimane sulla presunta necessità di realizzare una nuova stazione dell’alta velocità sulla linea Brescia-Verona, a circa dieci chilometri dal lago di Garda. Una discussione che arriva con almeno trent’anni di ritardo e che rappresenta la certificazione di un errore progettuale e politico compiuto da chi ha pianificato, approvato e sostenuto quest’opera.

La TAV Brescia-Verona è infatti una delle infrastrutture ferroviarie più controverse e travagliate del Paese. Tra progettazione, approvazioni, contenziosi e finanziamenti, è la tratta che ha richiesto più tempo per arrivare alla fase realizzativa.

L’idea della linea ad alta velocità Milano-Venezia nasce all’inizio degli anni Novanta. Nei primi anni Duemila viene sviluppato il progetto preliminare che prevedeva anche il cosiddetto “Shunt di Brescia”, una variante esterna alla città con collegamento all’aeroporto di Montichiari, uno scalo che non è mai realmente decollato e che oggi non svolge alcun ruolo significativo nel trasporto passeggeri.

Quel progetto incontrò forti opposizioni territoriali e rilevanti criticità ambientali, urbanistiche e trasportistiche. Alla fine il CIPE abbandonò l’ipotesi dello Shunt, ma scelse comunque di non realizzare il quadruplicamento in affiancamento alla linea storica Milano-Venezia. Una decisione che avrebbe condizionato pesantemente il futuro del trasporto ferroviario gardesano e dell’intero corridoio ferroviario.

Nel 2017 venne approvato il progetto definitivo della tratta Brescia Est-Verona, inizialmente stimato in circa 2,5 miliardi di euro. Nel 2018 partirono i cantieri. Il nuovo tracciato, lungo circa 48 chilometri, corre prevalentemente lungo il corridoio dell’autostrada A4, lontano dalla linea storica e soprattutto dal più importante bacino turistico dell’Italia settentrionale.

Oggi gli stessi soggetti politici e istituzionali che per decenni hanno sostenuto questa scelta scoprono improvvisamente che il Garda è rimasto escluso dall’alta velocità e chiedono una nuova stazione nel Basso Garda. È una contraddizione evidente e molto costosa: si parla infatti di un investimento aggiuntivo di circa 210 milioni di euro. È paradossale che chi oggi denuncia l’assenza di una fermata sul Garda sia lo stesso che, quando era il momento di decidere, non ha sostenuto le alternative progettuali che avrebbero consentito di servire direttamente Desenzano e Peschiera.

Europa Verde ricorda che già nel 2015 Legambiente Lombardia aveva presentato una proposta alternativa di quadruplicamento in sede della linea storica, sostenuta da tecnici, docenti universitari e professionisti del settore. La proposta prevedeva:
– la realizzazione di due nuovi binari affiancati a quelli esistenti;
– velocità comprese tra 240 e 250 km/h, ritenute pienamente adeguate per i servizi ad alta velocità e successivamente adottate anche da RFI;
– l’utilizzo flessibile dei quattro binari da parte di treni regionali, merci e ad alta velocità;
– il mantenimento delle fermate del Garda;
– una riduzione del consumo di suolo di circa 330 ettari;
– costi inferiori rispetto al progetto poi realizzato.

Quella proposta venne ignorata anche da chi oggi sostiene che sia sbagliato realizzare la stazione di San Martino della Battaglia e che all’epoca ricopriva ruoli istituzionali e politiche di rilievo lcale e nazionale. Si preferì realizzare un’infrastruttura più impattante, più costosa e meno utile ai territori attraversati. Nel frattempo il costo dell’opera è quasi raddoppiato, passando dagli iniziali 2,5 miliardi agli attuali 4,7 miliardi di euro.

La richiesta di una nuova stazione AV a San Martino della Battaglia non rappresenta quindi una soluzione. È piuttosto l’ammissione di un fallimento progettuale: il tracciato è stato concepito senza considerare adeguatamente le esigenze del territorio gardesano e senza valorizzare una rete ferroviaria esistente che avrebbe potuto essere potenziata con minori costi, minore consumo di suolo e maggiori benefici per il trasporto ferroviario.

Oggi si tenta di rimediare con una costosa opera aggiuntiva a un errore che Legambiente e numerosi esperti avevano denunciato oltre dieci anni fa. Ma la realtà è che il danno è già stato fatto: il Garda è stato escluso dalle scelte strategiche quando si decideva il tracciato, e ora i cittadini rischiano di pagare una seconda volta il prezzo di decisioni sbagliate assunte in passato.

L'articolo La richiesta di una nuova stazione alta velocità sulla linea Brescia-Verona è la certificazione di un errore progettuale proviene da Il Fatto Quotidiano.

Governo de Goiás regulamenta perdão de dívidas de ICMS para mais de 10 mil produtores rurais

4 June 2026 at 23:31

O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, definiu as regras para conceder o perdão de dívidas de ICMS relacionadas à movimentação de gado bovino entre propriedades rurais realizada no passado sem a emissão de nota fiscal. Em muitos casos, os animais foram transferidos apenas com a Guia de Trânsito Animal (GTA) ou o Termo de Transferência Animal. A iniciativa deve beneficiar mais de 10 mil produtores rurais que foram autuados pela Receita Estadual.

As cobranças originais somavam aproximadamente R$ 1 bilhão. Atualmente, o valor é estimado em cerca de R$ 400 milhões, devido ao tempo decorrido e ao andamento dos processos administrativos. O perdão dessas dívidas foi autorizado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e está previsto na Lei nº 24.145, sancionada em março de 2026. E as regras para a concessão do benefício foram regulamentadas pela Instrução Normativa nº 1.634, publicada no Diário Oficial do Estado em 27 de maio.

Em muitos casos, o produtor não precisará fazer nenhum pedido. Quando a documentação do processo já comprovar que ele atende aos requisitos da lei e não houver recurso administrativo ou ação judicial em andamento, o perdão da dívida será concedido automaticamente pela Secretaria da Economia.

Nos demais casos, será necessário apresentar um requerimento pela Plataforma Digital de Processos (PDP), disponível no site da Secretaria da Economia, utilizando certificado digital. Os produtores que ainda possuem recursos administrativos ou ações judiciais relacionados a esses débitos deverão desistir desses processos para ter acesso ao benefício.

Quem precisar de orientação também poderá buscar atendimento presencial nas Delegacias Regionais de Fiscalização (DRFs), mediante agendamento prévio pelo portal da Secretaria da Economia. A análise dos casos ficará sob responsabilidade da Subsecretaria da Receita Estadual, que verificará quais débitos atendem aos critérios definidos pela legislação.

Foto: Denis Marlon

The post Governo de Goiás regulamenta perdão de dívidas de ICMS para mais de 10 mil produtores rurais appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Uber demite 23% da equipe de RH em reestruturação global

A empresa de mobilidade Uber anunciou, nesta quinta-feira (4), a demissão de 23% de seus funcionários das áreas de recursos humanos, recrutamento e cultura, que inclui também o relacionamento com os motoristas.

O gigante do transporte por aplicativo disse que os cortes devem afetar cerca de 1% de seus 35 mil empregados, segundo memorando interno visto pela emissora americana CNBC. A companhia ainda mobiliza o trabalho de cerca de 10 milhões de motoristas parceiros.

Procurada, a Uber não esclareceu se os cortes vão afetar a sede da empresa no Brasil.

Reestruturação e cortes

A demissão em massa, focada principalmente em cargos seniores, faz parte de uma reestruturação comandada por Jill Hazelbaker, diretora de assuntos corporativos recém-promovida a presidente da empresa de transporte por aplicativo. O objetivo é simplificar a gestão das equipes.

Diferentemente de grandes dispensas recentes em empresas de tecnologia, a Uber afirmou em entrevista à Bloomberg que os cortes não estão ligados ao uso de inteligência artificial generativa.

Expansão no Brasil

A empresa tem um centro de tecnologia na capital paulista, com cerca de 500 engenheiros. Em entrevista à Folha, o CEO da empresa Dara Khosrowshahi anunciou uma expansão para o Rio, investindo mais de R$ 2 bilhões em tecnologia.

Apenas no Brasil, são mais de 2 milhões de motoristas que trabalham com a Uber. “Estimamos que mais de 85% da população brasileira já usou a Uber de alguma forma”, disse Khosrowshahi. (Pedro S. Teixeira/FOLHAPRESS)

The post Uber demite 23% da equipe de RH em reestruturação global appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Nucleare, la Camera approva la legge delega. Pichetto: “Scelta di concretezza, non ideologica”. Opposizioni di traverso

4 June 2026 at 15:20

La Camera approva la legge delega sul nucleare con 155 voti favorevoli, 86 contrari e 8 astenuti. Come da cronoprogramma annunciato settimane fa dal ministro dell’Ambiente, Gilberto Pichetto Fratin, il testo passa ora al Senato. Il governo conta nell’approvazione definitiva prima della pausa estiva e sull’emanazione dei decreti delegati entro il 2026. Perché il Governo Meloni portasse l’Italia fino a questo punto, è accaduto di tutto. Fino alla fine, alla vigilia del voto. Mercoledì, infatti, la maggioranza ha deciso di cambiare l’ordine dei lavori della Camera contro il parere delle opposizioni, imponendo la discussione sulla legge delega per il nucleare, invece che quella su una mozione che riguarda il gioco d’azzardo. Poi, l’Aula della Camera ha bocciato con 74 voti favorevoli e 116 contrari le pregiudiziali di costituzionalità di Avs ed M5s sulla legge delega sul nucleare. Anche Azione ha votato contro, insieme alla maggioranza. E così si è arrivati al voto finale della Camera, che non ha svelato nulla di nuovo sul fronte delle posizioni. Tramite la legge le camere conferiranno al governo una delega, da esercitare entro un anno, per disciplinare la produzione di energia da ‘fonte nucleare sostenibile’, la ricerca sulla fusione e la gestione dei rifiuti radioattivi. Il testo definisce i campi d’intervento dei futuri decreti governativi tra cui la disciplina per la costruzione e l’esercizio di impianti nucleari (SMR, AMR e micro-reattori), la produzione di idrogeno tramite energia nucleare, la gestione del combustibile esaurito, la sicurezza nucleare e la riorganizzazione della governance, con il riordino delle funzioni degli enti competenti. Per gli esponenti di maggioranza – in questo caso appoggiati da Azione – la legge è il primo passo verso l’indipendenza energetica, per le altre forze politiche questa legge è una forzatura. E ci sono una serie di perplessità sull’iter seguito, sull’utilità e anche sul nodo del nucleare a scopi militari. Su cui il Governo Meloni si lascia la porta aperta. Anche se il ministro ha precisato che il ddl “riguarda solo il nucleare civile”.

Il ministro Pichetto Fratin: “Una scelta di concretezza, non di ideologia”

“Con l’approvazione compiamo un passo importante per il futuro energetico dell’Italia. Oggi abbiamo iniziato a porre le condizioni affinché il Paese sia pronto ad adottare il nucleare sostenibile quando le nuove tecnologie, alle quali puntiamo, saranno mature e disponibili all’inizio del prossimo decennio” ha commentato Pichetto Fratin. E ancora: “Il nucleare sostenibile significa più sicurezza energetica, più decarbonizzazione, più indipendenza. In un mondo in cui la domanda di energia è destinata a crescere rapidamente, anche per effetto dell’intelligenza artificiale, dei data center, dell’elettrificazione industriale e civile, chi sarà in grado di produrre energia sarà più libero, più forte e più sicuro”. Per il ministro il nucleare “non è una bandiera politica o ecologica: è uno strumento da valutare con serietà, fiducia nella ricerca e responsabilità verso le prossime generazioni”. Insomma, si parla di sostenibilità e sicurezza ma, intanto, il testo stabilisce anche i criteri direttivi che l’esecutivo deve seguire nel redigere i decreti: garantire sì i massimi standard di sicurezza e la protezione della salute, oltre a prevedere misure di compensazione e beneficio per i territori ospitanti gli impianti, ma anche semplificare i procedimenti autorizzativi. E, ovviamente, assicurare la partecipazione dell’industria italiana alla filiera tecnologica. “Se mi si dice quando pensi di vedere l’energia da fonte nucleare, da fissione, vi dico 2034-2035 perché poi diventerà molto più veloce. Se noi seguiamo quella che che è l’evoluzione della scienza nella ricerca – ha aggiunto il ministro – e quindi della tecnologia, l’accelerazione è notevole ed è sta avvenendo in tutto il mondo”.

Esultano gli esponenti del Governo. E puntano sulle “bollette delle famiglie”

“Sono assolutamente soddisfatto. L’Italia non può fare a meno dell’energia nucleare. È la cosa più urgente e importante per abbassare in prospettiva le bollette per le famiglie e le imprese, però dobbiamo partire con i progetti entro la fine della legislatura” ha detto il ministro delle Infrastrutture e dei Trasporti, Matteo Salvini, a margine del question time alla Camera. Anche se diversi studi indicano che l’energia da fissione nucleare non abbassa e non abbasserà le bollette. Per il viceministro dell’Ambiente e della Sicurezza Energetica, la leghista Vannia Gava “l’approvazione rappresenta un passo importante per costruire un sistema energetico più sicuro, sostenibile e competitivo. L’Italia sceglie di guardare avanti con pragmatismo, puntando su tutte le tecnologie disponibili per garantire energia stabile a famiglie e imprese, ridurre la dipendenza dall’estero e accompagnare il percorso di decarbonizzazione”. Soddisfatto anche il ministro degli esteri e vicepresidente del Consiglio dei Ministri, Antonio Tajani: “Una scelta fondamentale per la nostra economia, per le politiche energetiche nucleare di ultima generazione, ci permetterà di fare un salto di grande qualità e finalmente garantire la nostra libertà da condizionamenti esterni”. Anche la ministra dell’Università, Anna Maria Bernini, non manca di mostrare il suo sostegno alla causa: “Una scelta strategica e di visione per il futuro”. Ha votato a favore anche Azione. E Carlo Calenda lo rivendica: “Era nel nostro programma e Azione ha fatto una grande campagna per il nucleare. È l’unica energia che ci consente di essere indipendenti, di pagare poco e di emettere nulla. Un passo avanti importante per l’Italia”.

Per la maggioranza si tratta di un passo storico

Il deputato e responsabile del dipartimento energia di Forza Italia, Luca Squeri, relatore del ddl sul nucleare parla di “una visione lucida e concreta: quella di costruire un vero mix energetico. È in questa integrazione tra fonti che si gioca la sicurezza energetica nazionale – aggiunge – e in questo quadro oggi manca un elemento strategico come il nucleare”. Per Squeri “l’Italia ha già una forte base rinnovabile” (anche se è lontana dagli obiettivi al 2030, ndr), ma resta ancora esposta a una dipendenza significativa dal gas nella produzione elettrica”. “Nessuna fonte, da sola, è in grado di risolvere rapidamente il fabbisogno energetico nazionale. In questo quadro – aggiunge – il ritorno al nucleare rappresenta una scelta di realismo e di prospettiva industriale”. Il deputato di Fratelli d’Italia Massimo Milani, segretario della commissione Ambiente, Territorio e Lavori pubblici della Camera dei deputati sottolinea la differenza con il nucleare a cui gli italiani hanno detto no con il referendum: “Mettiamo un primo tassello verso una futura indipendenza energetica. Il testo della legge delega è molto chiaro: il nuovo nucleare non è tecnologicamente comparabile con quello a cui l’Italia rinunciò in passato con i due referendum, perché parliamo di nucleare di nuova generazione”. Soddisfatto anche il deputato della Lega e capogruppo in Commissione Ambiente della Camera, Gianpiero Zinzi. “Abbiamo il dovere di mettere cittadini e imprese al riparo da choc energetici come quelli provocati negli ultimi anni dalle crisi internazionali e dalle tensioni geopolitiche. Quando ne parlavamo tempo fa eravamo considerati pazzi visionari” commenta. Anche il senatore del Carroccio, Manfredi Potenti, ribadisce: “Una notizia storica e un passaggio fondamentale per il futuro energetico dell’Italia. La Lega lo dice da sempre, anche quando altri non ci credevano, perché senza nucleare non può esserci vera autonomia energetica, né bollette più leggere per famiglie e imprese”.

Le opposizioni: “Parlamento marginalizzato. Voto su delega in bianco”

Ma il dibattito è tutt’altro che chiuso. Al ministro Pichetto Fratin si rivolge in un post sui social il vicepresidente M5S Stefano Patuanelli: “A parte le grafiche sui social in cui rilancia il nucleare, ci potrebbe dire dove intendete realizzare il deposito nazionale delle scorie radioattive? Grazie”. Molto critica Chiara Braga, capogruppo Pd alla Camera dei Deputati, intervenendo a Rainews: “Ora ci impongono una legge delega sul nucleare spacciando tecnologie inesistenti sul mercato e soluzioni a 15 – 20 anni mentre ogni giorno i cittadini si chiedono quanto ancora aumenterà un litro di benzina. Hanno sempre la solita ricetta: propaganda e vittimismo, l’unica che hanno imparato a praticare bene”. A parlare dell’iter è stato il capogruppo Pd in commissione Attività produttive alla Camera, Alberto Pandolfo, intervenendo in Aula per annunciare il voto contrario del gruppo al Ddl delega sul nucleare. “Il Parlamento è stato marginalizzato su una delle scelte di politica energetica più rilevanti degli ultimi cinquant’anni. Oggi non votiamo su una scelta di politica energetica, ma su una delega in bianco. C’è una differenza netta tra la ricerca e la propaganda che fa il governo, tra una prospettiva scientifica di lungo periodo e la pretesa di presentare ipotesi di lavoro come soluzioni cantierabili, tra una politica energetica e un’illusione da conferenza stampa”. E non si placa neppure la polemica sulla questione degli scopi militari, nonostante le parole di Pichetto Fratin. “In Parlamento è successo un fatto di una gravità inaudita” denunciano Angelo Bonelli e Nicola Fratoianni, deputati Avs. Al centro, ancora una volta, l’emendamento che avrebbe impegnato il governo, all’articolo 2 della legge delega sul nucleare, a prevedere il divieto di utilizzare il nucleare per scopi militari sia nella ricerca che nell’applicazione. Solo che il Governo ha dato parere negativo determinandone la bocciatura. “Una scelta che indica l’ambiguità di Giorgia Meloni su un aspetto così importante. Si tiene aperta la porta all’uso militare del nucleare in Italia? Il voto di ieri, che ha bocciato il nostro emendamento, dice chiaramente che si è aperto un problema serio nel nostro Paese” sottolineano Bonelli e Fratoianni.

L'articolo Nucleare, la Camera approva la legge delega. Pichetto: “Scelta di concretezza, non ideologica”. Opposizioni di traverso proviene da Il Fatto Quotidiano.

❌