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Oitante: Dividendos de 10,1 milhões elevam para 186,3 milhões montante entregue ao Fundo de Resolução

18 June 2026 at 12:53

O Fundo de Resolução já recebeu 186,3 milhões de euros da Oitante desde 2015.

A sociedade que herdou os ativos problemáticos do Banif aquando da sua resolução e venda ao Santander Totta anunciou hoje a distribuição de um dividendo de 10,1 milhões de euros, antes de impostos.

“Com o pagamento deste dividendo, o montante distribuído ao Fundo de Resolução, desde a constituição da Oitante, totalizará 186,3 milhões de euros, antes de impostos”, sublinha o Fundo de Resolução em comunicado.

“Na Assembleia-Geral da Oitante foi ainda aprovada a distribuição ao Fundo de Resolução de um dividendo de 10,1 milhões de euros, antes de impostos”, frisou o Fundo liderado por Luís Máximo dos Santos.

Fruto dos resultados acumulados desde 2015, os capitais próprios da Oitante – detida a 100% pelo Fundo de Resolução – ascendiam, a 31 de dezembro de 2025, a 115,7 milhões de euros, já descontadas as distribuições de lucros e de reservas feitas ao Fundo de Resolução até àquela data”, explica o Fundo.

Na Assembleia-Geral ficou ainda prevista a possibilidade de ser realizada uma nova distribuição ao Fundo de Resolução no final do ano.

“Os valores obtidos e a receber pelo Fundo de Resolução em resultado da sua participação no capital da Oitante contribuirão para a redução dos prejuízos de 489 milhões de euros suportados por este Fundo na resolução do Banif e serão utilizados no reembolso da dívida do próprio Fundo de Resolução, nomeadamente perante o Estado”

Investigação: relatório da ONU implica exército moçambicano e trabalhadores de um projeto da TotalEnergies em abusos sexuais

Soldados moçambicanos foram acusados de violação e violência sexual contra mulheres e menores de idade em Cabo Delgado, enquanto funcionários a trabalhar no projeto de GNL da TotalEnergies terão coagido mulheres a ter relações sexuais, de acordo com entrevistas e um relatório da ONU nunca publicado e obtido pelo consórcio Forbidden Stories

Chefe da AIE afirma que o Estreito de Ormuz deve ser reaberto sem condições

18 June 2026 at 12:50

O diretor-geral da AIE (Agência Internacional de Energia), Fatih Birol, saudou na quinta-feira (18 de junho) o acordo provisório para pôr fim à guerra com o Irã e pediu a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições.

Birol afirmou que vários países estavam revendo suas políticas energéticas, pois era evidente que a hidrovia poderia ser fechada novamente, após seu fechamento durante a guerra.

A AIE discutirá novas estratégias com diversos países, visto que a crise redesenhou o mapa energético global, afirmou Birol em um evento em Istambul, acrescentando que a “confiança” é fundamental nos mercados globais de energia, onde os preços caíram desde o acordo de paz.

O acordo inclui a reabertura do estreito por Teerã e o levantamento do bloqueio naval dos EUA ao Irã, o que pode pôr fim à maior interrupção no fornecimento de petróleo da história.

Estima-se que a guerra com o Irã, que começou com ataques conjuntos dos EUA e de Israel ao país em 28 de fevereiro, tenha bloqueado mais de 14 milhões de bpd (barris por dia) da produção de petróleo do Oriente Médio, de acordo com a AIE (Agência Internacional de Energia).

Bancos dos EUA entregam proposta ao Fed para mudanças nas regras de capital

18 June 2026 at 12:44

Os grandes bancos dos EUA apresentarão formalmente ao banco central, nesta quinta-feira (18), uma proposta do Fed (Federal Reserve) para reduzir os fundos que devem reservar para absorver possíveis perdas.

Essa proposta surge na reta final de uma longa reforma das regras de capital dos EUA.

Entre as principais reivindicações estão a redução do capital alocado às atividades de negociação em Wall Street, a eliminação da exigência de manter capital para linhas de crédito não utilizadas e novos ajustes para reduzir o impacto da sobretaxa cobrada de bancos interconectados globalmente, segundo cinco executivos e funcionários do setor.

, Os representantes falaram anonimamente para discutir assuntos regulatórios em andamento e o conteúdo de cartas de comentários que ainda não foram divulgadas.

Em março, os reguladores dos EUA, liderados pelo Federal Reserve, divulgaram novas versões mais flexíveis das regras de capital, que, segundo estimativas, reduziriam o capital de absorção de perdas dos grandes bancos em cerca de 4,8%, argumentando que as regras atuais prejudicam a economia.

As chamadas regras de Basileia reformulam a maneira como os bancos mensuram seus riscos e, consequentemente, a quantidade de capital necessária.

Os credores acreditam que a nova proposta representa uma melhoria drástica em relação ao plano original do banco central para 2023, apresentado por autoridades democratas interessadas em impor regras bancárias mais rígidas, que previa um aumento de capital de 20% após falências de bancos regionais .

Mas, após analisar centenas de páginas de alterações técnicas propostas, os credores identificaram problemas que farão um último esforço para corrigir, disseram as fontes.

O prazo para os bancos enviarem comentários formais termina na quinta-feira (18). Um porta-voz do Fed não respondeu ao pedido de comentário.

“Há uma grande pressão para concluir o processo nos próximos seis meses, porque existem outros itens na agenda regulatória”, disse Matthew Bisanz, sócio da Mayer Brown especializado em regulação financeira.

Os críticos das regras mais flexíveis argumentam que a redução dos requisitos de capital dos bancos torna as empresas mais vulneráveis ​​a riscos e pode prejudicar a economia caso as instituições financeiras enfrentem dificuldades e restrinjam os empréstimos.

No mês passado, Phillip Basil, diretor de Crescimento Econômico e Estabilidade Financeira da Better Markets, afirmou em um comunicado à imprensa que “padrões de capital robustos são a base” de um sistema bancário resiliente, porque “garantem que os bancos — e não os contribuintes, trabalhadores ou pequenas empresas — absorvam as perdas quando os riscos se materializam”.

Negociação, alterações de cartaõ de crédito 

Os bancos de Wall Street argumentarão que os reguladores têm sido muito conservadores e diretos na alocação de capital para atividades de negociação, especialmente porque o Fed avalia anualmente os riscos de cada banco com seus testes de estresse.

Grupos do setor sugerirão mudanças que poderiam reduzir drasticamente ou até mesmo eliminar o capital adicional proposto pelo Fed para esse segmento, disseram executivos.

Espera-se também que o setor bancário se oponha à exigência de manter capital equivalente a 10% das linhas de crédito não utilizadas, conhecidas como “compromissos incondicionalmente canceláveis”, sendo as mais comuns as linhas de cartão de crédito não utilizadas.

Atualmente, essas linhas de crédito não exigem capital, pois os bancos podem cancelá-las a qualquer momento, mas os reguladores argumentam que, na prática, os credores podem não fazer isso em momentos de crise econômica devido ao relacionamento com os clientes ou a outras práticas de gestão de risco.

Alguns dos maiores bancos também farão mais uma tentativa de atenuar a “sobretaxa” de capital que o Fed impôs aos bancos sistemicamente importantes em nível global nos EUA, ou “GSIB”, após a crise financeira de 2008.

O Fed propôs um ajuste único para contabilizar o crescimento econômico desde aproximadamente 2019, bem como atualizações automáticas para o crescimento futuro, o que, por sua vez, reduziria o tamanho dos bancos em relação à economia e a sobretaxa resultante.

Mas os bancos argumentarão novamente que o ajuste deve levar em conta o crescimento desde a sua criação em 2015, disseram as fontes.

Sem grandes desafios 

Os bancos não planejam pressionar tanto quanto fizeram em 2023. Vários executivos afirmaram que os bancos reduziram suas exigências, concentrando-se nas questões mais significativas.

Um grupo do setor identificou quase 100 problemas com a proposta, mas planeja defender apenas algumas dezenas deles, de acordo com uma pessoa familiarizada com o plano.

A Reuters havia relatado anteriormente que a vice-presidente de Supervisão do Fed, Michelle Bowman, que está liderando o esforço de elaboração das regras, havia comunicado aos bancos que eles deveriam ser cautelosos em seus comentários, e executivos disseram que o setor está ansioso para deixar para trás uma disputa política que consumiu anos de tempo e energia.

Após Fed e Copom, Brasil segue com 2º maior juro real do mundo

Refugiado Irakunda é o mais novo a marcar pela Austrália

18 June 2026 at 12:28
Nascido num campo de refugiados na Tanzânia, após os pais fugirem da guerra, Irankunda precisou de apenas 20 anos para colocar o seu nome na história do Mundial, ao serviço da Austrália.

© Instagram de Irankunda

Na celebração do seu golo, o jogador correu para a bandeira do canto, replicando o icónico gesto de Tim Cahill

Aos 18 anos, filho de Luciano Huck revela que pretende mudar de cidade

18 June 2026 at 12:20

Aos 18 anos, o filho do meio de Angélica e Luciano Huck já sabe o que quer estudar na faculdade.

Benício Huck compartilhou nas redes sociais que vem estudando em um cursinho preparatório para cursar Engenharia de Produção no Insper, instituição privada de ensino superior em São Paulo.

A universidade informa no site oficial que o valor da mensalidade do curso é de R$ 8.300. Ao ano, o valor total pode ultrapassar os R$ 100 mil.

Benício contou que uma das dificuldades no estudo é a matemática e agradeceu a ajuda dos professores no ensino da matéria e da prática da redação.

Um engenheiro de produção pode atuar em setores como logística, transporte, agronegócio, varejo, energia, indústria de transformação e em setores como o financeiro e o de saúde, que vêm sendo impactados pela transformação digital.

O jovem optou por não seguir os passos do irmão mais velho e vai seguir os estudos no Brasil.

Joaquim Huck, 21, que cursa Administração na NYU (Universidade de Nova York) desde 2024. Por lá, já se graduaram personalidades internacionais como Lady Gaga, Timothée Chalamet, Mahershala Ali, Spike Lee, Donald Glover, entre outros. 

Além de Joaquim e Benício, Angélica e Luciano também são pais de Eva, de 13 anos. 

5 formas de usar a nota do Enem: estudar em Portugal, ProUni e mais

 

Migrantes. França usará canhões de água. Reino Unido apoia

18 June 2026 at 12:04
Acordo entre Inglaterra e França (de valor superior a 760 mil euros) prevê uso de canhões de água e gás lacrimogéneo contra migrantes. Organização humanitária denuncia "escalada da violência estatal".

© Getty Images

Downing Street diz que 40% das tentativas de travessia do Canal da Mancha em maio foram interrompidas graças ao aumento das operações na área

El Banco de España agrava el déficit de vivienda a 750.000 para atender el aumento de la demanda y la creación de hogares

18 June 2026 at 12:04
Eleva al 3,6% la inflación esperada para este año en promedio, seis décimas más que en marzo, y muestra su preocupación por que en España sube más que en la UE a diferencia de los salarios Leer

Eleva al 3,6% la inflación esperada para este año en promedio, seis décimas más que en marzo, y muestra su preocupación por que en España sube más que en la UE a diferencia de los salarios

Bloomberg: Trump to ask US arms makers to license missile production in Ukraine and Europe

18 June 2026 at 12:00

g7

US President Donald Trump plans to ask American defense companies to license weapons production in Europe and Ukraine, Bloomberg reported on 17 June, citing officials familiar with discussions at the Group of Seven summit in Évian-les-Bains, France.

The interceptor missiles Ukraine relies on to stop Russian ballistic strikes are made only in the United States, and Washington has drawn its stocks down. "They would like to be able to do it, we'll take a look at it," Trump told reporters at the summit.

Allies describe "comprehensive licenses"

German Chancellor Friedrich Merz said the specific licenses would be worked out among the participating countries and would involve American firms granting full production rights to European and Ukrainian manufacturers, he told reporters on 17 June. "We all face the problem that we are currently producing too little," Merz said, adding that the gap could be closed by licensing companies with spare capacity, both European and Ukrainian.

French President Emmanuel Macron said Trump had pushed for the mobilization of the US defense industry and its capacity to supply such equipment, speaking at his closing news conference as summit host.

Why licensing, and why now

Ukraine's problem is arithmetic. Russian ballistic and drone strikes outpace the interceptors Washington can ship, and US output has been stretched further by stocks burned through during the war with Iran, Bloomberg reported.

Building new American capacity takes time, so Trump told allies that licensing could move faster, the officials said. The United States already makes some systems abroad, including Patriot missiles in Germany, but generally guards its licensing agreements over intellectual property and supply-chain concerns.

What is not settled

The push builds on language the G7 adopted a day earlier. In their joint statement on 17 June, the leaders said they would increase deliveries of air defense systems, interceptors, and long-range capabilities, and were ready to consider granting Ukraine licenses to raise its own output.

That text named no timeline, no system, and no manufacturer, and "ready to consider" is not a license. Whether it becomes production on Ukrainian or European soil is the question Évian left open. One diplomatic source went further, telling Le Parisien the US and several G7 states would license long-range strike production in Ukraine as well as air defense, though that wider claim rests on a single anonymous source.

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy has chased the licenses for more than a year. He raised them again with NATO Secretary General Mark Rutte in Brussels on 17 June and in an evening call with Trump and Macron. Earlier at Évian, Zelenskyy said Trump had responded "positively" to the request, but warned that US plants cannot supply Ukraine, Europe, and the Middle East at once.

Howden prepara IPO. CEO do Grupo admite que “o futuro eventual será o de uma empresa cotada”

18 June 2026 at 11:40

Numa entrevista ao Expansión,  David Howden (Fundador e CEO do Grupo Howden) e Salvador Marín (CEO da Howden Iberia), admitem o caminho para um eventual IPO (entrada em Bolsa) da empresa.

A Howden Group, um dos maiores corretores de seguros do mundo, já desenha o seu horizonte estratégico a longo prazo com os olhos postos nos mercados de capitais, segundo revelaram os gestores na entrevista.

A Howden é um grupo global de corretagem de seguros, resseguros e gestão de riscos, com forte presença em Portugal através da Howden Insurance Portugal.

Na entrevista ao jornal espanhol, os gestores da multinacional de corretagem de seguros assumem o objetivo de avançar para um eventual IPO a longo prazo, mantendo em paralelo a aposta em aquisições seletivas na Península Ibérica e numa base sólida de acionistas internos.

Na entrevista, David Howden analisa a evolução do Grupo, as suas ambições futuras e o valor da construção de uma empresa sustentável a longo prazo. Salvador Marin, por sua vez, destaca o papel estratégico da Península Ibérica no crescimento internacional da Howden e as oportunidades que continuam a impulsionar o nosso desenvolvimento em Espanha e em Portugal.

David Howden, fundador e CEO do grupo, e Salvador Marín, CEO da Howden Iberia, clarificaram a visão de crescimento da empresa, destacando que o destino natural e eventual da multinacional britânica será a cotização em Bolsa.

IPO no horizonte sem pressas e aquisições seletivas em Espanha

“O nosso futuro eventual será o de uma empresa cotada”, afirmou David Howden na entrevista. No entanto, o líder do grupo assegura que este passo estratégico só será dado no “momento adequado”. Para o gestor, a transição para o mercado de capitais não colide com o modelo que tem sido o motor do seu sucesso: a forte componente dos trabalhadores na estrutura acionista combinada com investidores institucionais de longo prazo (como a General Atlantic, CDPQ e HgCapital).

Atualmente, cerca de um terço (33%) da empresa pertence à própria equipa. A ambição declarada de David Howden é alcançar receitas anuais de 10.000 milhões de libras (cerca de 11.500 milhões de euros) até 2030, ano em que prevê que cerca de metade dos colaboradores sejam também acionistas diretos do negócio.

Com um histórico robusto de crescimento inorgânico — traduzido em 67 aquisições de corretoras de seguros nos últimos tempos —, o foco na Península Ibérica permanece altamente estratégico. Salvador Marín sublinhou o dinamismo da Howden Iberia, que representa cerca de 15% do negócio europeu do grupo (excluindo o Reino Unido).

“Realizaremos compras seletivas”, garantiu Marín, apontando o desejo de reforçar a presença em regiões espanholas como a Catalunha, Levante, Andaluzia e Galiza, mas deixando claro que o foco ibérico se estende de forma muito especial a Portugal e a outras regiões onde continuam a analisar oportunidades de mercado de forma prudente e estratégica.

Questionado sobre o atual panorama macroeconómico, Salvador Marín reconheceu os desafios impostos pela inflação e pela volatilidade global, que têm forçado uma revisão generalizada das apólices e coberturas, especialmente em setores de ativos intensivos como a indústria e a construção.

No entanto, este cenário de incerteza tem impulsionado a procura por soluções altamente especializadas. Riscos cibernéticos, alterações climáticas e a dependência tecnológica continuam a ser áreas críticas onde a Howden pretende liderar, apoiando tanto grandes corporações como PMEs a mitigar disrupções e garantir a continuidade dos seus negócios.

O gestor explica que a Howden, com uma autonomia local consolidada e uma forte ambição global, “solidifica o seu posicionamento como um dos poucos corretores verdadeiramente globais com sede na Europa, preparando o terreno para uma futura estreia bolsista que promete marcar o setor financeiro internacional”.

Na entrevista os responsáveis traçam a evolução do grupo, desde uma empresa formada por três pessoas até um grupo de 25.000 profissionais em 57 países. “Crescimento impulsionado pelo talento, espírito empreendedor e um modelo diferenciado em que os nossos colaboradores são também donos do negócio”, dizem.

Ana Rosa, sobre Zapatero: "Hay que hacer como Pulgarcito, seguir el rastro de los zafiros de Zambia que llevan a su caja fuerte"

18 June 2026 at 11:35

Como cada día, Ana Rosa Quintana ha arrancado su matinal en Telecinco con su editorial que, una vez más, no ha dejado indiferente a nadie. En esta ocasión, la presentadora de El programa de Ana Rosa ha empleado los primeros minutos de su programa para cargar contra José Luis Rodríguez Zapatero.

"'Les pido confianza. No les decepcionaré'. Zapatero nos pide fe, como el 14 de marzo de 2004 cuando nos prometió que el poder no le iba a cambiar. Confianza ciega. Zapatero, acusado de cuatro delitos, salió como entró de la Audiencia, sin medidas cautelares, pero igual de imputado. El juez ve indicios razonables de delito. Solo hay que hacer como Pulgarcito, en vez de migas de pan, podemos seguir el rastro de los zafiros de Zambia que llevaban a su caja fuerte. Las pruebas dicen una cosa y ZP dice otra. Pocos argumentos y mucho victimismo", ha comenzado Quintana.

En la misma línea, la presentadora ha agregado: "Zapatero fue ayer a la Audiencia Nacional a pedir el voto al juez Calama en un mitin en el que usó sus dotes de orador. Los jueces están acostumbrados a que todos los acusados le digan que son inocentes, desde El Vaquilla, a Zapatero, lo único que cambia es la forma de adornarlo. Te puedes proclamar inocente con palabras del cine quinqui o con la sofisticación de un expresidente. Da igual. Dice Zapatero que la verdad se abrirá paso. Para Zapatero la verdad tiene dos caras, una cara tan dura como sus diamantes, y otra cara, la verdad de los hechos".

Finalmente, Ana Rosa ha sentenciado: "La cara dura de la verdad decía que las joyas tenían un valor de 50.000 euros y los hechos tasan las joyas en un 1.300.000 euros. Como los pimientos, los regalos de 'ZP' son los regalos del Padrón, unos me los quedo y los otros no. Sobre las joyas no dijo ni una palabra al juez. Como decía Cicerón, la verdad se corrompe tanto con la mentira como con el silencio. También se desvinculó de Plus Ultra y de su amigo Julito, solo le ha faltado echarle la culpa a Gertru, su secretaria. Aunque para el PSOE, la culpa de todo es de Donald Trump. En medio de tanto escándalo, el Gobierno es el perro del hortelano, ni vota, ni deja votar".

Occupied Crimea seizes 100 motorbikes in two days because they sound like drones

18 June 2026 at 11:33

konfisk

Russia's installed authorities in occupied Crimea seized 59 motorcycles, mopeds, and other two-wheelers on the first day of a night-riding ban, after impounding 41 the day before, the occupation's interior ministry reported. Officers logged 181 traffic violations involving the vehicles in a single day, including 37 riders without a license and 28 minors.

The seizures are the latest sign that Ukraine's intensifying drone campaign has put air defenses across the peninsula on edge. Crimea's Russian-appointed head, Sergei Aksyonov, announced the restriction on motorized two-wheelers between 20:00 and 06:00, citing the protection of military sites; his adviser said the engines sound enough like drones to disrupt the mobile fire teams that hunt them at night.

"The enemy is recruiting your children for nighttime rides," Oleg Kryuchkov wrote on Telegram, according to Mesuza. He gave no evidence for the claim.

Russia had already halted long-distance night trains in Crimea on 10 June, after a drone struck a Moscow–Simferopol service.

Ukraine has spent weeks severing the peninsula's supply lines, hitting fuel depots, tankers, and the road bridges that link Crimea to the mainland. Defense Minister Mykhailo Fedorov said this week the strikes are turning Crimea into an island, and partisan networks report Russian air-defense crews avoiding duty assignments in anticipation of more attacks.

The confiscated vehicles are being held at a specialized impound lot, the ministry said.

Europe scrambles to fill the gap left by the United States in NATO defense

18 June 2026 at 11:13

NATO’s European allies are scrambling to fill the new gap in the security umbrella that the United States is set to leave over the continent. After Washington announced last month that it will no longer make available to the Alliance a significant quantity of forces and assets —from fighters and tanker aircraft to ships, aircraft carriers and submarines— that are stationed at U.S. bases but assigned and ready to deploy to Europe in a crisis, European countries and Canada are negotiating how to make up for it.

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© Artur Widak (NurPhoto/Getty Images)

U.S. soldiers prepare an interceptor drone in Poland last November.

Adyen lança plataforma para integrar comércio por IA sem alterar sistemas de retalho

18 June 2026 at 10:08

A Adyen anunciou esta terça-feira o lançamento do Adyen Agentic, uma plataforma composta por um conjunto de interfaces de programação (API) que pretende permitir às empresas integrar canais de comércio baseados em inteligência artificial (IA) através de uma única ligação, evitando a necessidade de adaptar os sistemas a cada nova plataforma.

Segundo a empresa de tecnologia financeira, a solução foi desenvolvida para responder ao crescimento do chamado agentic commerce, um modelo em que agentes de IA acompanham os consumidores em diferentes etapas do processo de compra, desde a descoberta de produtos até ao pagamento.

A plataforma assenta em três componentes: o Agentic Feed, responsável pela disponibilização de catálogos, preços e inventário em tempo real; o Agentic Cart, que liga os sistemas existentes de checkout, logística e gestão de encomendas às plataformas de comércio conversacional; e o Agentic Payments, dedicado ao processamento de pagamentos, autenticação e prevenção de fraude.

De acordo com a Adyen, o objetivo é funcionar como um “tradutor universal” entre os sistemas dos comerciantes e os diferentes protocolos utilizados pelas plataformas de IA, permitindo que as empresas integrem apenas uma vez a infraestrutura de comércio e a utilizem em vários ecossistemas.

Numa primeira fase, a solução está disponível de forma limitada para comerciantes empresariais nos Estados Unidos, estando prevista uma expansão para outros mercados numa fase posterior.

Entre os primeiros parceiros do ecossistema encontram-se a American Express, Mastercard, Salesforce e Visa, bem como os retalhistas ESW, Scheels, Sézane e SharkNinja.

“Cada nova superfície agentic exige que os comerciantes reconstruam tudo do zero”, afirmou no comunicado Karan Katyal, Global Head of Agentic Commerce na Adyen. “Acreditamos que o futuro do agentic commerce deve ser aberto, pelo que desenhámos intencionalmente o Adyen Agentic para ajudar os retalhistas a integrarem-se uma única vez e a participarem em plataformas, protocolos e experiências em evolução – sem terem de apostar em quais os ecossistemas que acabarão por vencer. O ecossistema está a evoluir rapidamente e estamos entusiasmados por permitir que comerciantes inovadores experimentem em primeira mão o agentic commerce.”

A empresa indicou ainda que o Adyen Agentic é compatível com o sistema de checkout por IA da Meta e suporta protocolos de comércio desenvolvidos por entidades como a Google e a OpenAI.

Rússia ataca solo ucraniano com sete mísseis e 239 drones

18 June 2026 at 10:04

As forças russas lançaram um total de 7 mísseis balísticos e 239 drones de longo alcance de vários tipos contra a Ucrânia esta madrugada, de acordo com o boletim diário da Força Aérea ucraniana.

As defesas ucranianas conseguiram neutralizar 4 dos mísseis balísticos e 212 dos drones em várias regiões do norte, leste e sul da Ucrânia.

Outros 2 mísseis balísticos e 26 drones de ataque atingiram 9 locais distintos na Ucrânia, não especificados pela Força Aérea, que informou ainda sobre a queda de fragmentos de drones ou mísseis abatidos em voo em outros sete locais.

A Força Aérea está a investigar o que aconteceu com o sétimo míssil balístico russo, e vários drones continuavam a sobrevoar a Ucrânia quando o comunicado foi publicado.

Instituto alemão Ifo prevê que a economia da Alemanha cresça 0,8% em 2026 mantendo o mesmo ritmo estimado para 2027

18 June 2026 at 10:02

O instituto alemão Ifo prevê que a economia da Alemanha cresça 0,8% em 2026, mantendo o mesmo ritmo estimado para 2027, num contexto marcado por forças opostas entre o choque energético e a política orçamental expansionista.

De acordo com a instituição sediada em Munique, o aumento dos preços da energia, associado ao conflito no Médio Oriente, deverá travar o crescimento em cerca de 0,4 pontos percentuais em ambos os anos. Em contrapartida, a despesa pública adicional — direcionada para infraestruturas, transição climática e defesa — deverá acrescentar cerca de 0,5 pontos percentuais ao produto interno bruto (PIB).

“O desempenho da economia está atualmente a ser moldado por forças contraditórias”, afirmou no comunicado Timo Wollmershäuser, responsável pelas previsões do Ifo. O economista antecipa uma estagnação temporária no segundo trimestre de 2026, sem entrada em recessão, seguindo-se uma retoma a partir do terceiro trimestre, caso se verifique um alívio das tensões no Médio Oriente.

Apesar da recuperação, o crescimento terá custos significativos nas contas públicas. O défice orçamental deverá agravar-se de 2,8% do PIB em 2025 para 4,1% em 2026 e 4,9% em 2027, enquanto a dívida pública poderá atingir cerca de 68% do PIB até 2027.

O choque energético deverá também traduzir-se numa perda acumulada de cerca de 34 mil milhões de euros em poder de compra em 2026 e 2027, refletindo a subida dos preços das importações energéticas. A inflação deverá fixar-se em 2,9% em 2026, descendo apenas ligeiramente para 2,7% no ano seguinte.

No longo prazo, as perspetivas permanecem frágeis. O Ifo estima que o crescimento potencial da economia alemã se mantenha em apenas 0,1% até ao final da década, pressionado pelo envelhecimento demográfico e pela fraca produtividade. Segundo Wollmershäuser, as atuais medidas governamentais têm um efeito estabilizador, mas são insuficientes para gerar crescimento sustentado, exigindo reformas estruturais mais profundas.

A projeção assume uma desescalada do conflito no Médio Oriente e a reabertura do Estreito de Ormuz nas próximas semanas. Neste cenário, o preço do petróleo deverá iniciar uma trajetória descendente a partir do terceiro trimestre de 2026, situando-se abaixo dos 80 dólares por barril até ao final de 2027. Ainda assim, o ifo alerta que um eventual agravamento do conflito poderá manter os preços energéticos elevados, intensificando o abrandamento económico.

Estados Unidos poderão não fornecer apoio prometido à NATO, diz secretário-geral

18 June 2026 at 09:37

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou hoje não poder garantir que, em caso de guerra, os Estados Unidos disponibilizem à Aliança os recursos militares que prometeram por terem de se “ocupar de múltiplos teatros de operações”.

“Se rebentar uma guerra, é claro que todos os aliados, incluindo os Estados Unidos, farão tudo o que estiver ao seu alcance. Não digo que possam cumprir tudo o que prometeram no âmbito do modelo de forças da NATO, mas darão o máximo”, disse Rutte à imprensa à chegada a uma reunião dos ministros aliados da Defesa, na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas.

O antigo primeiro-ministro neerlandês precisou que “isso dependerá, naturalmente, do tipo de guerra em causa, das limitações existentes e dos desafios que surjam”.

“Mas estou bastante seguro de que lutaremos nessa guerra e a venceremos”, acrescentou.

Rutte pronunciou-se depois de Washington ter anunciado que vai reajustar a sua contribuição para o Modelo de Forças da NATO, a estrutura operacional que organiza, gere e comanda as forças militares dos países aliados.

“Os EUA disseram, e sabíamos que isto iria acontecer, que têm de se ocupar de múltiplos teatros de operações, e que não podem dispersar demasiado os seus recursos. Disseram que tinham de reduzir, em certa medida, a sua contribuição para o modelo de forças da NATO”, explicou.

O secretário-geral da NATO sublinhou que este reajuste é imediato, mas insistiu que se trata de uma “planificação” e que, em caso de guerra ou de ativação do artigo 5.º relativo à defesa coletiva da Aliança, “todos os aliados, incluindo os EUA, fariam tudo para garantir que pudéssemos travar a guerra”.

“Devemos ter em conta que os EUA estão a reduzir a sua contribuição, que continua a ser considerável”, disse o secretário-geral da NATO, deixando claro que os aliados europeus já estão “a cobrir essa diferença”.

Antes do mesmo encontro, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o país vai realizar um investimento de 1.500 mil milhões de dólares (1.302 mil milhões de euros) em Defesa em 2027, investimento que, considerou, irá também beneficiar a defesa da NATO.

Hegseth explicou que passará “semanas no Capitólio a defender a importância destes investimentos”, destinados a construir um “arsenal da liberdade”, que “protege os Estados Unidos e os seus interesses, mas que também sustenta a força da NATO” e restantes aliados.

O governante norte-americano agradeceu ainda o facto da Europa estar a liderar o regresso a uma “aliança militar firme”, e considerou que muitos países da organização estão a cumprir os compromissos assumidos, embora tenha salientado que outros ainda precisam de “fazer mais”.

Ao mesmo tempo, Hegseth elogiou o trabalho de Rutte na condução da transformação para a chamada “NATO 3.0”, alegando que esta mudança “representa o reconhecimento de que, após a Guerra Fria, é necessário [que a NATO] volte a ser uma aliança militar firme, dotada de capacidades militares reais, capazes de dissuadir aqui mesmo, no continente, e de assumir a liderança na defesa convencional”.

“É uma tarefa que vocês têm liderado e na qual outras nações estão a começar a participar ativamente”, acrescentou.

Rutte confirmou também que o presidente ucraniano, Volodímir Zelenski, participará hoje na reunião do grupo de contacto, que junta cerca de 50 países no apoio à Ucrânia, e que terá lugar após a reunião ministerial da NATO.

O secretário-geral destacou a declaração de apoio à Ucrânia da cimeira do G7 e agradeceu aos Estados Unidos por “manterem o fluxo de equipamento essencial para a Ucrânia”, acrescentando que trabalhará para que aliados e parceiros continuem a aportar fundos.

A Aliança tem em curso a iniciativa PURL, através da qual os aliados europeus e o Canadá compram conjuntamente armamento norte-americano, que posteriormente doam a Kiev, sobretudo sistemas de defesa aérea.

Na reunião de hoje, os ministros vão preparar a cimeira aliada de 07 e 08 de julho em Ancara, onde se discutirá o apoio à Ucrânia, mas também como os países vão atingir o objetivo de investir 5% do PIB em defesa até 2035 e o reforço da produção militar.

Ukrainian drones strike rail bridge on Crimea’s Kerch–Dzhankoi line

18 June 2026 at 10:44

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Ukrainian drones struck the railway bridge over the North Crimean Canal near the village of Rozdolne, Sovetskoye district, in occupied Crimea overnight on 18 June, setting off a large fire, the Crimea-monitoring Telegram channel Krymsky Veter reported. Residents heard around 20 explosions in the area.

The bridge carries the Kerch–Dzhankoi line, the rail route Russia uses to move freight and troops onto the peninsula from the Kerch Bridge. If it is disabled, trains from Russia could reach no farther than the Vladyslavivka junction or Feodosia, according to the channel—though the degree of damage is not yet known.

Satellite data also showed a fire along the railway near Vladyslavivka station, a key junction in eastern Crimea, the channel said. Drones struck a road bridge beside the rail crossing at Rozdolne and, on the Arabat Spit in Kherson Oblast, two road bridges over the Promoina strait.

A campaign that moved from the land corridor inward

The strike extends a June campaign that had focused on the crossings linking Crimea to mainland Ukraine. On 11 June, drones hit four bridges at the peninsula's northwestern entrance near Armiansk; on 13 June, a strike on the Dzhankoi checkpoint also damaged a railway bridge and a pontoon crossing at Chonhar.

Ukraine hit the Chonhar and Henichesk road bridges again on 15 June, and on 17 June the General Staff confirmed fresh strikes on bridges in occupied Kherson Oblast used for military logistics. Russian-installed Kherson Oblast head Vladimir Saldo has reported drone attacks on the crossings repeatedly this month.

On the mainland side, the open-source group Dnipro Osint published satellite imagery on 18 June showing fresh damage to the Henichesk road bridge to the Arabat Spit, which it said was hit by at least three FP-2 and "Behemoth" drones. A pontoon crossing had already been set up beside it.

The "island" claim

Defense Minister Mykhailo Fedorov said this week that drones are turning Crimea into an island, part of a supply-interdiction push he calls Logistics Lockdown. Unmanned Systems Forces commander Robert Brovdi, call sign Madyar, has separately vowed to isolate the peninsula from Russia.

What remains unconfirmed is whether the rail bridge is out of service. Monitors reported fire and explosions; neither Ukraine's military nor the occupation authorities had detailed the damage to the Kerch–Dzhankoi crossing.

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