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Pizzi homenageado na cidade do Futebol

10 June 2026 at 13:51

VTM

Natural de Bragança, Pizzi recordou alguns pontos altos do seu percurso como as conquistas da Liga Europa, pelo Atlético de Madrid, e da Liga das Nações por Portugal, os dois títulos internacionais que alcançou como profissional.

“Tive títulos que me marcaram muito enquanto jogador, que foram a conquista da Liga Europa e, depois, claro, pela seleção, a Liga das Nações. Acho que é um dos pontos mais altos para um jogador representar a seleção e ganhar um título, o primeiro de seleções em Portugal, e acho que esse foi um ponto especial para mim”, recordou.

O futebolista de 36 anos, que se retirou dos relvados a 16 de maio, lamentou não ter tido a oportunidade de participar na fase final de um Campeonato da Europa ou do Mundo por Portugal, mas preferiu destacar a “carreira muito feliz” que protagonizou tanto pela equipa das ‘quinas’, na qual acumulou três golos em 17 internacionalizações, como nos emblemas que representou.

“Acho que todos os jogadores que estão no espaço da seleção nacional querem os grandes torneios, seja Europeu ou Mundial. Eu não tive a oportunidade de estar presente, mas acho que não há nenhum sentimento amargo em relação a isso, porque esta foi, sem dúvida, uma carreira muito feliz, seja nos clubes ou na seleção”, assinalou.

Formado no GD Bragança, Luís Fernandes (Pizzi) iniciou o percurso sénior no seu clube da terra e passou depois pelo Ribeirão, Sporting da Covilhã, Paços de Ferreira e Sporting de Braga, antes de rumar a Espanha, onde representou as ‘cores’ de Atlético de Madrid, Deportivo da Corunha e Espanyol. Em 2022 deixou o Benfica para representar os turcos do Basaksehir, passando, depois, pelo Al Wahda (Emirados Árabes Unidos), Sporting de Braga, APOEL (Chipre) e Estoril Praia.

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Vereador do Chega pede esclarecimentos sobre investimento em nova marca

VTM

Em comunicado, Alberto Moura esclarece que as suas críticas surgem após a análise da documentação relativa aos contratos celebrados em 2017 e em 2026, que lhe foi facultada pela maioria socialista.

Segundo o vereador, os documentos consultados apontam para um investimento acumulado de 58 mil euros no desenvolvimento da identidade visual do município, valor que ascende a 71.340 euros com a aplicação do IVA.

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Mais de 100 câmaras para vigiar floresta num investimento de 32 mil euros

VTM

O projeto contempla a colocação de 125 câmaras, distribuídas por zonas estratégicas do território, permitindo a monitorização em simultâneo de áreas florestais consideradas mais sensíveis.

São 25 locais que estarão sob vigilância destes novos equipamentos que foram entregues à Polícia Judiciária (PJ), após a assinatura do protocolo de cooperação no âmbito do Programa de Redução do Número de Ignições em Espaço Rural.

Segundo o presidente da Câmara Municipal, a medida resulta de um desafio lançado pela PJ no âmbito do grupo de trabalho dedicado à investigação das ignições em espaço rural, em articulação com a Guarda Nacional Republicana e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). “Fomos interpelados para sermos uma entidade colaboradora, disponibilizando tecnologia que permita melhorar a prevenção e, quando necessário, apoiar também a investigação de situações de dolo”, explicou.

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“Quem termina em 1.º devia subir automaticamente”

10 June 2026 at 12:28

VTM

A posição foi assumida no programa “Bola ao Centro”, onde o técnico analisou uma época marcada por um percurso acima das expectativas. O Bragança terminou a época no 1.º lugar da série A e lutou pela promoção até ao último jogo, mas acabou por falhar o objetivo de subida à Liga 3.

“Quem termina em 1.º devia subir automaticamente”, afirmou André Irulegui, sublinhando que o atual modelo “torna injusto” o desfecho de uma época longa e exigente para equipas que conseguem regularidade ao longo da temporada. “Acabaram por subir as equipas que tinham ficado em 2º”, vinca.

Segundo o treinador, a época terminou com sentimento de orgulho, mas também alguma frustração. “O balanço é claramente positivo pelo que foi construído, mas no fim fica aquela sensação de termos estado muito perto”, referiu, acrescentando que a equipa “foi além do que era esperado no início da época”, quando o objetivo passava essencialmente pela manutenção.

Apesar do desfecho, o técnico fez questão de enaltecer o grupo de trabalho. “Tenho muito orgulho nos jogadores. Foram de uma entrega enorme, muitas vezes a jogar no limite físico”, destacou, lembrando o desgaste acumulado ao longo da época e a dificuldade em gerir um plantel curto.

Irulegui detalhou também os desafios estruturais enfrentados pelo clube, apontando diferenças significativas face a adversários mais preparados. “Há equipas com mais profundidade, que conseguem rodar jogadores sem perder qualidade. Nós tivemos de ir quase sempre com os mesmos”, explicou.

O treinador destacou, ainda, a eliminatória da Taça de Portugal com o S.C. Braga como o momento chave da temporada. Apesar da eliminação, o jogo serviu como ponto de viragem. “Esse jogo mostrou-nos que podíamos competir. A partir daí houve um clique no grupo”, afirmou.

Ainda sobre o último jogo da época, no reduto do Leça, o treinador luso-brasileiro falou de um balneário com um misto de emoções “Havia tristeza, mas também orgulho pelo caminho feito. Vi jogadores a consolar outros e isso diz muito sobre o grupo”, contou.

Outro dos temas abordados foi a importância da comunicação e da liderança no futebol atual, com André Irulegui a defender uma abordagem baseada na proximidade com os jogadores e na adaptação individual. “Não se pode falar para todos da mesma forma, porque cada jogador reage de maneira diferente”, explicou, acrescentando que a equipa técnica teve um papel fundamental na gestão diária do grupo.

Quanto ao futuro, o técnico não adiantou se vai ou não continuar no Bragança. Contudo, acredita que, na próxima época, a equipa será “forte” e vai querer “mostrar o que vale”.

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Parque da Cal pretende preservar e valorizar território

VTM

O espaço, inicialmente ligado à antiga fábrica de cal localizada na Campeã, aproveita as ruínas e toda a área envolvente, preservadas e transformadas num espaço de lazer integrado na natureza.

Fernando Pereira, engenheiro florestal, é o “cérebro” por detrás do parque natural de vários hectares e que junta arte, poesia e natureza. O proprietário do Parque Empresa da Cal afirma que o espaço nasceu com um propósito que vai muito além da componente turística ou recreativa. “O principal objetivo é que as pessoas se encontrem consigo próprias”, explica à VTM, defendendo que o contacto com a natureza, aliado aos pilares do amor, da poesia, da arte e da contemplação, pode proporcionar momentos de reflexão e autoconhecimento. “Acredito que o verdadeiro bem-estar está na relação profunda entre o homem e a natureza”, sustenta.

Situado na serra do Marão, o projeto procura também sensibilizar para a preservação ambiental e para a valorização dos territórios rurais. O responsável considera que a região possui um enorme potencial, beneficiando da proximidade aos centros urbanos, tanto do interior como do litoral, mas alerta para as pressões exercidas por grandes projetos energéticos sobre o território.

“Gostava de criar um alerta de sensibilização para a proteção da natureza”, diz Fernando Pereira. “Hoje em dia, existe nas zonas rurais uma tentativa de as grandes empresas de energia apoderarem-se do território de Trás-os-Montes, que é um território barato para desenvolverem as energias ditas verdes, que, no meu ponto de vista, de verdes não têm nada. Vêm para cá, porque o solo é barato”.

Por isso, o empresário assume que o seu “principal objetivo” é proteger a floresta. “O dinheiro que eu conseguir ganhar como empresário é para comprar área florestal para poder protegê-la, porque muito francamente, a sensibilização das pessoas fica muito aquém daquilo que deveria ser”, considera.

Sobre a questão económica de manter o território, Fernando Pereira quer distanciar-se de alguns proprietários florestais. “Há os produtores florestais do eucalipto, que são as grandes celuloses, essas não precisam de apoio absolutamente nenhum, porque são responsáveis pelo problema da floresta em Portugal”, explica, acrescentando que “fizeram uma monocultura de uma espécie que, para mim, deveria ser combatida”.

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Vila Pouca vence dérbi e conquista Taça AFVR

10 June 2026 at 11:32

VTM

O SC Vila Pouca conquistou a Taça AFVR ao derrotar o Juventude Pedras Salgadas por 3-1, numa final bem disputada e com uma excelente moldura humana.

A partida começou equilibrada, com o Pedras Salgadas a entrar ligeiramente melhor. Aos oito minutos, Tiago Magalhães obrigou Meireles a uma boa intervenção, num dos primeiros lances de perigo do encontro. A resposta do Vila Pouca surgiu pouco depois, por intermédio de Lucas.

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Saúde e ensino foram os setores mais afetados pela greve geral

VTM

Ao longo do dia, registaram-se níveis de adesão muito distintos entre concelhos e serviços, com unidades encerradas, outras a funcionar em serviços mínimos e várias estruturas com funcionamento condicionado.

Na área da educação, verificaram-se encerramentos totais e parciais em vários agrupamentos de escolas. Em Vila Real, a Escola Diogo Cão encerrou logo pela manhã, após não estarem reunidas condições para o funcionamento normal das atividades letivas. Também a Escola Secundária de São Pedro não teve qualquer atividade letiva, ao mesmo tempo que no Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, o Centro Escolar Abade de Mouçós, a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral e a própria escola-sede não reuniram condições para o funcionamento, tendo igualmente encerrado.

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Vida militar não é apenas uma profissão, é uma escolha

VTM

Os militares não são apenas essenciais para conflitos bélicos, sendo uma linha de defesa importante em tempo de paz. Isso ficou provado, mais do que uma vez, no passado recente do nosso país. Seja contra o fogo no verão, seja contra as cheias no inverno ou mesmo durante a pandemia, soldados estiveram sempre presentes para prestar apoio às populações.

Numa altura em que é muito difícil atrair jovens para as fileiras de qualquer ramo das Forças Armadas, assim como o é para bombeiros e muitas outras instituições que estão prontas para intervir em tempos de necessidade, ainda há bons exemplos de jovens que preferem a vida militar, seja pelo contexto familiar, por vontade própria ou por encararem a possibilidade de prosseguir uma carreira profissional neste meio.

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Milano 2027, La Russa accelera e insiste: “Il candidato entro l’estate, Lupi sarebbe un ottimo nome”

10 June 2026 at 08:41

Il centrodestra deve smettere di alimentare il toto-nomi e individuare il prima possibile il candidato con cui tentare la conquista di Palazzo Marino nel 2027. A chiedere un’accelerazione è Ignazio La Russa, che invita la coalizione a chiudere la partita entro l’estate. “È ora di decidere”, afferma il presidente del Senato in un’intervista al Corriere della Sera. “Non possiamo permetterci di perdere altro tempo mettendo o lasciando che si mettano nomi nel frullatore. Entro l’estate un’indicazione dobbiamo darla.” Secondo La Russa, il confronto tra i partiti dovrebbe concentrarsi ormai esclusivamente sul profilo del candidato, perché l’intesa sui contenuti sarebbe già stata raggiunta. “Tenendo conto che siamo già uniti sul programma, basato su quattro temi chiave: sicurezza, urbanistica, innovazione e viabilità. Si tratta di trovare il nome giusto.”

“Non importa se politico o civico, conta la persona”

Il presidente del Senato non ritiene necessario stabilire in anticipo se il candidato debba provenire dai partiti oppure dalla società civile. Il criterio determinante, sostiene, deve essere la capacità di conquistare consenso e amministrare una città complessa come Milano. “Non esiste una categoria, esiste la persona. Se ad esempio civici come Flavio Cattaneo, Tronchetti Provera o Ruth Shammah mi dicessero che sono disponibili, direi ‘benissimo’, noi abbiamo bisogno di una persona capace, che attiri consensi, che sappia governare, che conosca il territorio, magari che abbia anche notorietà.” “Non importa l’appartenenza partitica, importa che sia la persona giusta”, aggiunge La Russa. Il candidato dovrebbe inoltre presentarsi agli elettori insieme a un primo nucleo della futura squadra di governo. “E, secondo me, dovrebbe essere accompagnato da una squadra di quattro possibili assessori già indicati prima del voto: civici (senza dover essere candidati) se sarà un politico, politici se sarà un civico. Si va assieme, in squadra.”

“Lupi? Confermo, è persona capace e nota”

Tra i nomi indicati negli ultimi mesi, La Russa torna a valorizzare quello di Maurizio Lupi, presidente di Noi Moderati ed ex assessore all’Urbanistica del Comune di Milano. “In una occasione ho detto che apprezzo Lupi, e lo confermo, è persona capace, nota, ha le caratteristiche del neo sindaco di Venezia: ha fatto il consigliere, l’assessore all’Urbanistica, in più è stato anche ministro ed è leader di un partito. Certamente lo vedrei come ottimo candidato.” Lupi dispone, nella valutazione del presidente del Senato, di un curriculum che unisce esperienza amministrativa, conoscenza della città e visibilità nazionale. Una combinazione che potrebbe renderlo competitivo nella sfida per la successione a Giuseppe Sala.

Tra i nomi anche Silvia Sardone

La Russa non limita però la rosa al leader di Noi Moderati. Tra i profili politici giudicati adeguati cita anche l’europarlamentare e vicesegretaria della Lega Silvia Sardone. “È valida anche Silvia Sardone, è donna, capace. Come sono validi pure alcuni nomi della società civile”, conclude.

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WATCH LIVE: SSA chief testifies before House subcommittee on embattled agency's performance

Frank Bisignano is expected to face pointed questions from lawmakers at a hearing on his agency's customer service performance, its ability to pay Americans their benefits, protect their privacy, and other questions about the inner workings of the SSA.

Estádio do Boavista FC recebe proposta superior a 25 milhões

O estádio do Boavista FC recebeu uma proposta superior a 25 milhões de euros no leilão de insolvência que terminou esta terça-feira.

A última de 12 licitações deu entrada esta tarde, com a última a atingir os 25,7 milhões de euros, ainda abaixo do valor mínimo de quase 33 milhões de euros, segundo a leiloeira Leilosoc.

O leilão inclui o estádio do Bessa, assim como o complexo desportivo do Boavista, na cidade do Porto, que obteve 15 licitações, com a última a ser de 6,5 milhões de euros, acima do valor mínimo.

Os licitadores são principalmente do setor desportivo e imobiliário, segundo a leiloeira.

Longe dos dias de glória, o Boavista Futebol Clube está agora em processo de insolvência e viu vários ativos a serem vendidos.

Num passado longínquo, a 18 de maio de 2001, este clube da invicta conseguiu derrubar o domínio dos três grandes ao fim de 70 anos de primeira liga. No jogo frente ao Desportivo dos Aves, o Boavista Futebol Clube sagrou-se campeão nacional ao com 100 anos de história. A equipa era então capitaneada por Pedro Emanuel, treinada por Jaime Pacheco e presidida por João Loureiro.

ANSR, GNR e PSP | Balanço da campanha de segurança rodoviária “VIAJE SEM PRESSA” dedicada à velocidade

9 June 2026 at 18:05

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP), divulgam o balanço da sexta campanha do Plano Nacional de Fiscalização de 2026 “Viaje sem Pressa”, dedicada à velocidade, que decorreu entre 2 e 8 de junho nos distritos de Aveiro, Faro e Lisboa. Esta campanha […]

Il senatore Silvestro (FI) indagato per violenza sessuale, La Russa: “Ai questori gli accertamenti su telecamere e orari di ingresso e uscita”

9 June 2026 at 17:55

“Non vogliamo sottovalutare questa vicenda. L’auspicio è che non infici il buon nome e l’immagine di un’istituzione”, il Senato, “che tendiamo tutti a considerare al di sopra dei singoli interessi di ognuno di noi”. Sono le parole del presidente di Palazzo Madama, Ignazio La Russa, al termine dell’incontro coi senatori questori sul caso che ha coinvolto il parlamentare di Forza Italia, Francesco Silvestro, indagato con l’ipotesi di violenza sessuale all’interno del suo studio nel palazzo di San Luigi de’ Francesi.

La Russa ha affidato l’istruttoria ai tre senatori questori, vale a dire Gaetano Nastri (FdI), Antonio De Poli (Udc) e Marco Meloni (Pd), a cui si sono aggiunti per assistere alla riunione anche Gian Marco Centinaio (Lega), Mariolina Castellone (M5S), Licia Ronzulli (FI) e Anna Rossomando (Pd).

Sull’ipotesi di poter ascoltare il senatore Silvestro, La Russa ha precisato: “Non credo che nei compiti dei questori vi sia quello di ascoltare minimamente l’interessato, né tanto meno l’interessata la cui identità, peraltro, è protetta dalla legge nella maniera più tassativa, né noi abbiamo motivo o interesse a fare diversamente”. E ancora: “Certamente non possiamo interrogare la persona offesa, certamente non abbiamo l’accesso neanche al testo della denuncia, certamente non sarebbe corretto sentire noi di nostra iniziativa il parlamentare prima che decida di sentirlo la magistratura. Quindi in questa condizione escludo che noi si possa assumere decisioni prima, se non della decisione definitiva, quantomeno della piena conoscenza degli atti”.

Il punto importante è che il presidente del Senato “convocherà in settimana” un ufficio di presidenza per proporre “che sia data la delega ai questori, a compiere tutti gli accertamenti irripetibili“, con riferimento a “telecamere, stato dei luoghi, orario di ingresso, orario di uscita, cose che magari fra sei mesi o fra un anno sarebbe difficile fare”.

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Il blitz di La Russa in consiglio a Milano: “Se ci fosse una giunta di centrodestra, avrebbero già circondato il palazzo…”

8 June 2026 at 18:35

Una visita inattesa a Palazzo Marino si trasforma in un nuovo terreno di scontro politico su Milano. Ignazio La Russa, presidente del Senato, ha seguito l’inizio dei lavori del Consiglio comunale dalla zona destinata al pubblico, per poi incontrare il gruppo di Fratelli d’Italia. A margine della seduta, La Russa ha attaccato duramente l’amministrazione di centrosinistra, mettendo in discussione la capacità della Giunta di assumere decisioni e portare avanti l’ultima parte del mandato. “La cosa che non capisco è se questa giunta è ancora in grado di decidere qualcosa. Il sindaco è prigioniero ormai di questa giunta, si capisce. Tra tutti, il migliore è il sindaco, e non voglio dire figuriamoci gli altri, ma il punto è l’ingovernabilità di questa giunta”, ha dichiarato.

“Servirebbe un atto di coraggio: la parola ai cittadini”

Secondo La Russa, dopo le vicende politiche e giudiziarie che hanno investito Palazzo Marino, la maggioranza dovrebbe valutare la possibilità di interrompere anticipatamente l’esperienza amministrativa e restituire la parola agli elettori. “Io mi sarei aspettato, dopo tutto quello che è successo, un atto di coraggio verso la città: la voce ai cittadini. Sarebbe un atto di coraggio. Qui tutti i sondaggi danno la sinistra in vantaggio, non rischiano neanche tanto”, ha affermato il presidente del Senato. La Russa ha descritto quella milanese come “una giunta immobile” che “non decide nulla”, sostenendo che una Giunta di centrodestra sarebbe stata sottoposta a una pressione molto maggiore se fosse stata coinvolta nelle stesse vicende. “Se metà delle cose, anche giudiziarie, fossero capitate a una giunta di centrodestra, a quest’ora qui era circondato il palazzo. Qui sembra che non sia successo assolutamente nulla”, ha aggiunto.

La Russa: “Candidato del centrodestra, scelta entro luglio”

La visita a Palazzo Marino è stata anche l’occasione per tornare sulla corsa alle comunali e sulla scelta del candidato che dovrà sfidare il centrosinistra per la successione a Sala. La Russa non ha bocciato l’iniziativa dei gazebo annunciata dalla Lega, ma ha ridimensionato il peso che una consultazione di questo tipo potrà avere nella selezione definitiva. “Di gazebo ne abbiamo fatti tutti a migliaia quindi chi sono io per dire che la Lega non lo può fare? Ma il primo a sapere che non sono decisivi per scegliere il candidato sindaco è sicuramente Matteo Salvini. Ma, capisco, è una buona iniziativa di presenza politica”, ha spiegato. Il presidente del Senato ha auspicato che anche gli altri partiti della coalizione promuovano iniziative sul territorio, ribadendo però che la priorità resta quella di arrivare rapidamente a una decisione condivisa.

“Non siamo in ritardo, ma neppure in anticipo”

La Russa ha riconosciuto che il centrodestra non può ancora essere considerato in ritardo, ma ha invitato la coalizione a non rinviare ulteriormente la scelta. “Il capogruppo a Palazzo Marino Riccardo Truppo ha detto che non siamo in ritardo. È vero non siamo in ritardo, ma non siamo neanche in anticipo, quindi credo che prima delle vacanze una decisione sul candidato nostro, da opporre a un candidato ipotetico della sinistra, che ancora non si conosce, vada trovato”, ha affermato. La scadenza indicata è quella di luglio: “Ritengo, quindi, che entro luglio un’idea chiara bisogna assolutamente averla e non basta più dire o un politico o un civico”.

La Russa: “Lupi? Serve chi ha più possibilità di vincere”

Il presidente del Senato ha anche ridimensionato le ricostruzioni che lo vorrebbero schierato esclusivamente a favore di Maurizio Lupi. La Russa aveva indicato il leader di Noi Moderati durante una manifestazione, ma ha precisato di non avere preclusioni tra un candidato politico e uno proveniente dalla società civile. “Dicono tutte le volte che La Russa vuole Lupi. È vero che a una manifestazione ho detto Lupi, perché era presente Lupi, ma poi ho detto 20 volte che per me è indifferente che sia un civico o un politico, vince quello che ha più chance e che è più bravo. Quindi, deve essere competente e avere chance di vincere”, ha sottolineato.

Majorino (Pd): “Attacco pazzesco e segnale di disperazione”

Alle parole di La Russa ha risposto Pierfrancesco Majorino, capogruppo del Partito democratico in Consiglio regionale e componente della segreteria nazionale dem. “È davvero pazzesco che il presidente del Senato, cioè la seconda carica dello Stato, occupi il suo tempo attaccando il sindaco Sala e l’amministrazione di centrosinistra. Si tratta di un segno di disprezzo verso le istituzioni e anche, tuttavia, di un clamoroso segnale di disperazione da parte della destra milanese”, ha dichiarato. Majorino ha poi spostato il confronto sulle difficoltà interne al centrodestra e sulla concorrenza rappresentata dalla nuova formazione politica legata a Roberto Vannacci: “La Russa sa che la destra a Milano, tra conflitti interni e concorrenza di Vanacci, è infatti totalmente allo sbando”.

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Associação Bino cria guia de apoio para famílias neurodivergentes

6 June 2026 at 15:01

Depois de apoiar crianças através do projeto “ParaKarate Inclusão”, Albino Sousa, presidente da Associação Bino Academia Desportiva Inclusiva e mestre de karaté há mais de 18 anos, decidiu alargar a sua intervenção para fora do dojo. Inspirado pela própria experiência enquanto pai e pelo contacto próximo com famílias de crianças neurodivergentes, lançou um guia prático que reúne direitos, benefícios e medidas disponíveis em Portugal para crianças neurodivergentes e com síndrome de Down.

O documento, pensado para pais e cuidadores, procura simplificar um processo que muitas famílias descrevem como “confuso”, burocrático e emocionalmente desgastante, sobretudo após um diagnóstico ou perante as primeiras suspeitas de alterações no desenvolvimento infantil.

A publicação, intitulada “Guia de Direitos e Apoios para Crianças e Jovens com Deficiência”, reúne informação sobre prestações como o Abono de Família, Bonificação por Deficiência, Prestação Social para a Inclusão (PSI), Subsídio de Educação Especial, Subsídio por Assistência de Terceira Pessoa e ainda o acesso ao Atestado Médico de Incapacidade Multiuso (AMIM).

Além de explicar os direitos existentes, o guia alerta também para a importância da ordem dos pedidos, já que algumas candidaturas podem influenciar o acesso a outros benefícios. O objetivo passa por evitar que famílias percam apoios sociais por desconhecimento ou falta de orientação.

A iniciativa surge na sequência do trabalho desenvolvido por Albino Sousa no ParaKaraté, projeto ligado à inclusão através do desporto que o colocou em contacto próximo com crianças neurodivergentes e respetivas famílias. No entanto, foi a experiência pessoal recente que acabou por acelerar a criação do guia.

“Em março de 2025 estávamos no início de um percurso muito intenso a nível emocional e de decisões. E digo ‘estávamos’ porque vivi tudo lado a lado com a minha esposa. Quando descobrimos a condição do nosso bebé, percebemos rapidamente que, apesar do enorme esforço e boa vontade das equipas médicas, muitas vezes não existia informação clara sobre os recursos disponíveis e os passos a seguir”, explicou Albino Sousa.

Segundo o responsável, uma das maiores dificuldades foi precisamente navegar entre processos e medidas muitas vezes desconhecidas até pelos próprios serviços.

“O próprio gabinete de apoio do Hospital de Faro chegou a contactar-nos porque sabia que o nosso bebé iria ser avaliado numa junta médica da Segurança Social para atribuição, ou não, da bonificação. Pediram-nos depois que partilhássemos o resultado, porque tinham conhecimento de um caso semelhante em Portimão em que esse benefício tinha sido recusado a outra bebé”, contou.

Ao longo do processo, Albino admite que houve momentos de frustração e desorientação: “Sentimos também muitas dificuldades no acesso à informação. Em vários momentos tivemos a sensação de que até os próprios serviços de atendimento da Segurança Social desconheciam determinados direitos. Foi aí que nasceu a vontade de criar algo que pudesse realmente ajudar outras famílias como a nossa.”

Foi precisamente dessa necessidade que nasceu a ideia do guia: “Lembro-me perfeitamente de um dia, enquanto esperávamos por mais uma consulta, em que comecei a pesquisar informação online. Encontrei muitos conteúdos úteis, mas quase sempre dispersos, difíceis de compreender ou acessíveis apenas após pesquisas demoradas. Nesse momento pensei: ‘Tenho de transformar isto em algo simples, prático e direto, que qualquer família consiga consultar facilmente.’”

Para Albino Sousa, o principal objetivo passa por aliviar o peso sentido por muitas famílias após um diagnóstico: “Quando uma família recebe uma notícia destas, já tem preocupações emocionais, médicas e pessoais mais do que suficientes. Não deveria ter de travar uma luta adicional para perceber a que apoios tem acesso ou por onde começar.”

Mais do que informação técnica, o autor espera que o guia consiga transmitir proximidade e esperança: “Gostava que, ao lerem o guia pela primeira vez, as famílias sentissem sobretudo duas coisas: que não estão sozinhas e que existe um caminho possível. Mesmo no meio da incerteza, é importante sentir que há alguém que já passou por isso e que está disposto a ajudar.”

Apesar de recente, a partilha do guia já começou a gerar reações emocionais entre famílias: “Recebi uma mensagem que me marcou muito. Dizia apenas: ‘Muito obrigado pela partilha. Para uns pode parecer insignificante, mas para nós fez a diferença.’ Foi uma frase simples, mas teve um impacto enorme em mim. Porque no fundo é exatamente esse o objetivo: fazer a diferença, mesmo que seja de forma pequena, na vida de uma família que naquele momento precisa de orientação ou apenas de sentir que alguém compreende aquilo que está a viver.”

Albino Sousa refere ainda que essa visão está diretamente ligada ao lema da associação que criou recentemente: “Continua sendo diferente. Isso é o que te torna genial.”

Autostrade per l’Italia, la Tangenziale di Napoli è la prima Smart Road italiana certificata dal MIT

4 June 2026 at 17:15

Autostrade per l’Italia, il MIT certifica la Tangenziale di Napoli come prima Smart Road italiana per mobilità connessa e gestione digitale del traffico

La Tangenziale di Napoli diventa la prima Smart Road italiana certificata dal Ministero delle Infrastrutture e dei Trasporti. Il riconoscimento ufficiale è stato consegnato dal sottosegretario di Stato al MIT, Tullio Ferrante, ai rappresentanti del Gruppo Autostrade per l’Italia, in conformità ai requisiti previsti dal Decreto Ministeriale 70/2018. In occasione della consegna della certificazione, i rappresentanti del Ministero hanno effettuato un sopralluogo operativo presso la sede di Tangenziale di Napoli. Durante la visita sono state illustrate le tecnologie che qualificano l’infrastruttura come Smart Road e che segnano un passaggio importante nel percorso di digitalizzazione della mobilità autostradale italiana.

Una Smart Road è un’infrastruttura dotata di tecnologie avanzate in grado di digitalizzare il monitoraggio degli asset, ottimizzare la gestione del traffico e comunicare in tempo reale con i veicoli connessi e a guida autonoma. Nel caso della Tangenziale di Napoli, il sistema si basa su una rete di sensori distribuiti lungo il tracciato e su piattaforme tecnologiche centrali capaci di raccogliere dati, elaborarli e trasformarli automaticamente in informazioni utili. I dati generati vengono condivisi in tempo reale sia con i gestori dell’infrastruttura sia con i veicoli connessi, consentendo una gestione più evoluta della circolazione, della sicurezza e dell’efficienza del servizio. Il progetto rappresenta quindi un modello di riferimento per lo sviluppo futuro delle infrastrutture stradali intelligenti in Italia.

L’iniziativa coinvolge il Ministero delle Infrastrutture e dei Trasporti, Tangenziale di Napoli, società del Gruppo Autostrade per l’Italia, e il Centro Nazionale per la Mobilità Sostenibile, MOST. Il progetto è stato realizzato con il supporto di Movyon, polo tecnologico del Gruppo ASPI, specializzato nello sviluppo di soluzioni digitali per la mobilità. Al sopralluogo erano presenti, tra gli altri, il direttore generale per le Autostrade del MIT, Sergio Moschetti, il direttore generale per la digitalizzazione, i sistemi informativi e statistici del Ministero e presidente dell’Osservatorio tecnico di supporto per le Smart Road e per il veicolo connesso e a guida automatica, Francesco Baldoni, e l’amministratore delegato di Tangenziale di Napoli, Luigi Massa.

La certificazione della Tangenziale di Napoli come prima Smart Road italiana conferma il ruolo del Gruppo Autostrade per l’Italia nel processo di innovazione e trasformazione digitale delle infrastrutture. Un percorso che punta a rendere la mobilità sempre più sicura, efficiente e connessa, aprendo la strada a nuovi modelli di gestione del traffico e di interazione tra rete stradale, utenti e veicoli del futuro.

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Le zone rosse sono un’illusione: dietro la promessa di maggior sicurezza, si nasconde qualcosa di molto diverso

4 June 2026 at 13:01

Le cosiddette Zone Rosse rappresentano una delle più grandi illusioni prodotte oggi in materia di sicurezza. Dietro un’espressione che richiama rigore e spazi interdetti si nasconde qualcosa di molto diverso da ciò che quel termine ha sempre significato. Nel linguaggio tecnico dell’ordine pubblico, la Zona Rossa indica l’applicazione operativa di una previsione di legge avente carattere eccezionale e temporaneo: la protezione dei luoghi che ospitano vertici internazionali o manifestazioni ad alto rischio, attraverso la materiale delimitazione delle aree sottoposte a controllo con varchi e filtraggi per il tempo strettamente necessario e non oltre.

Oggi le nuove zone rosse, così chiamate da direttive ministeriali esplicative del recente decreto sicurezza, indicano altro: porzioni di città da sottoporre a “vigilanza rafforzata”, con possibilità di adottare ordini di allontanamento e Daspo urbani, asseritamente intrapresi per ripristinare la legalità in quel territorio. Non viene spiegato, tuttavia, in che modo o con quali risorse sarebbe assicurato il potenziamento auspicato, atteso che esso verrebbe di norma garantito con risorse già impiegate in altri contesti.

Il problema nasce proprio qui: chiamare con lo stesso nome due strumenti che non hanno quasi nulla in comune, alimentando l’illusione di una sicurezza che esiste più nella comunicazione che nella realtà. Chi ha fatto davvero polizia sulle strade sa bene quanto queste misure incidano poco o nulla sui fenomeni che dichiarano di voler contrastare. Molti avevano creduto che una politica che aveva fatto della sicurezza la propria bandiera avrebbe finalmente affrontato il problema in modo strutturale. Invece, dietro slogan, decreti e annunci, i risultati sono quelli di molta rappresentazione e poca capacità di incidere sulla vita reale delle città.

Degrado e illegalità non si combattono disegnando perimetri simbolici ma governando ciò che accade dentro e intorno, soprattutto nelle periferie, che non possono più essere considerate semplici dormitori da sottoporre solo a cicliche operazioni di polizia ma diventare invece luoghi vissuti, con scuole aperte, impianti sportivi accessibili, centri culturali, occasioni di incontro e socializzazione. Una piazza piena di vita è il primo e più efficace presidio di sicurezza: dove c’è vita arretrano delinquenza e paura.

Perché i territori non si amministrano con gli evidenziatori sulle mappe ma con la presenza dello Stato, che deve dimostrare di essere in grado di rendere effettive le regole che impone. Ciò accade solo se sicurezza e certezza del diritto sono considerate parti dello stesso sistema, tale da garantire una reale presenza delle forze di polizia e processi rapidi per chi delinque, grazie a strutture giudiziarie efficienti e organici adeguati.

È qui che emerge la contraddizione. Nell’opinione pubblica è alimentata l’idea di una svolta securitaria che, invece, esiste soltanto nella sua rappresentazione. E le zone rosse diventano così il simbolo di una fermezza più proclamata che praticata.

Qualche sera fa, in una via del centro della mia città (che potrebbe essere una qualunque città italiana), tra famiglie, ragazzi e locali affollati, era percepibile un inequivocabile odore di hashish. Non in una periferia dimenticata ma nel cuore della stessa, peraltro già dichiarata zona rossa con tanto di roboante comunicazione, senza che fosse visibile una divisa ma solo una diffusa percezione di precarietà.

È da qui che bisognerebbe partire. La sicurezza nasce quando un cittadino vede lo Stato prima di tutto, quando il degrado viene contrastato prima che diventi normalità, quando si vedono strade pulite e frequentate, negozi aperti, parchi curati, illuminazione funzionante, residenti che non hanno timore di vivere il proprio quartiere e forze di polizia che controllano. È lì che si costruiscono legalità e sicurezza attraverso una strategia politica seria e di lungo periodo.

Invece le cronache raccontano la stessa storia in tutta Italia. Zone rosse, degrado e violenza che non arretrano, nuove aree e continue proroghe di quelle esistenti. Nessun vero miglioramento sostanziale: al massimo lo spostamento dei problemi di qualche centinaio di metri. È evidente, allora, che il problema non è la durata della misura ma la sua efficacia. Ecco perché, non solo per me che ho vissuto la sicurezza sul campo per una vita, le zone rosse appaiono solo un inganno: quello che pretende di costruire sicurezza colorando una cartina e sostituendo la realtà con una rappresentazione artefatta.

L'articolo Le zone rosse sono un’illusione: dietro la promessa di maggior sicurezza, si nasconde qualcosa di molto diverso proviene da Il Fatto Quotidiano.

ANSR, GNR e PSP lançam campanha de segurança rodoviária “VIAJE SEM PRESSA” dedicada à velocidade

1 June 2026 at 15:03

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) promovem, entre os dias 2 e 8 de junho de 2026, a sexta de onze campanhas previstas no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2026, dedicada à velocidade. À semelhança das restantes campanhas do PNF 2026, […]

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