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República 14 – Olhão | Concerto dos “Proyecto Jazz Colombia”

10 June 2026 at 13:31

A República 14 recebe, dia 13 de Junho, sábado às 21h00, o concerto dos Proyecto Jazz Colombia, uma formação sediada em Sevilha que cruza a riqueza dos ritmos tradicionais colombianos com a linguagem livre e improvisada do jazz, criando uma experiência musical singular marcada pelo encontro entre culturas e sonoridades. Fundado em Sevilha, em 2020, […]

Selección Femenina de Fútbol llena de júbilo a Colombia

10 June 2026 at 13:23

Bogotá, 10 jun (Prensa Latina) La consagración de la Selección de Fútbol de Colombia como campeona de la primera edición de la Conmebol Liga de Naciones Femenina llena hoy de júbilo a la nación neogranadina.

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Os Ritmos da Colômbia na República 14

10 June 2026 at 11:16

Proyecto Jazz Colombia – Sábado 13 de junho às 21h00 – Olhão

A República 14 recebe este sábado o concerto dos Proyecto Jazz Colombia, uma formação sediada em Sevilha que cruza a riqueza dos ritmos tradicionais colombianos com a linguagem livre e improvisada do jazz, criando uma experiência musical singular marcada pelo encontro entre culturas e sonoridades.

Fundado em Sevilha, em 2020, o projeto tem vindo a afirmar-se nos palcos andaluzes, onde já participou em diversos festivais e ciclos de concertos, conquistando públicos de diferentes idades através de uma abordagem inovadora à música tradicional e contemporânea.

O grupo reúne três músicos andaluzes com sólida experiência no flamenco e jazz e a guitarrista e cantora colombiana Juana Gaitán, investigadora dedicada das tradições musicais do seu país. Desta colaboração nasceu uma sonoridade original, onde o diálogo entre as heranças musicais da Andaluzia e da Colômbia assume um papel central. Durante os concertos, os músicos partilham ainda algumas das ligações históricas e musicais entre estas culturas, revelando afinidades surpreendentes entre ritmos de ambos os lados do Atlântico.

No espetáculo será apresentado o álbum de estreia, “De Aquel Alto Vengo”, um trabalho que percorre as diversas regiões da Colômbia através de uma viagem sonora profundamente inspirada pelas suas tradições. Ritmos africanos, europeus e indígenas – elementos fundamentais da identidade musical colombiana – encontram-se com o jazz, que funciona como ponte entre a tradição e a modernidade, dando origem a uma música simultaneamente enraizada e contemporânea.

A formação é composta por Juana Gaitán (guitarra elétrica, voz e arranjos), Bernardo Parrilla (saxofones, flauta e arranjos), Javier Delgado (contrabaixo) e Nacho Megina (bateria e percussão).

Uma oportunidade para descobrir as múltiplas paisagens sonoras da Colômbia através de uma abordagem criativa, envolvente e aberta à improvisação, onde o jazz serve de ponto de encontro entre diferentes tradições musicais.
Sábado dia 13 de Junho às 21h na República 14 em Olhão.

Bilhetes estão disponíveis no local ou clicando AQUI.

A man convicted of killing his ex-partner’s cat in Spain will be deported to Colombia

10 June 2026 at 11:09

Spain’s National Police on Monday arrested a 29-year-old Colombian national who had been sentenced by a court to five years’ expulsion from the country for deliberately killing his ex-partner’s cat in Torrevieja, a resort town on the Mediterranean coast. According to Asociación Leal, an animal-welfare group that filed a private criminal complaint in the case, this is the first time that “animal abuse has had real consequences.” The court ruling, it said, “sets a precedent.”

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© POLICÍA NACIONAL (POLICÍA NACIONAL)

Spanish National Police officers arrest a man convicted of killing his ex-partner's cat in Torrevieja.

Última dança de CR7 é o destaque do Grupo K da Copa do Mundo

10 June 2026 at 11:00

Logo Agência Brasil

A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.

A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.

Notícias relacionadas:

Male players who've scored at 5 consecutive World Cups:

◆ Cristiano Ronaldo

That's it. pic.twitter.com/z5gGi3U0Qd — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) February 5, 2025

Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.

Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.

Cristiano Ronaldo 🇵🇹 #FIFAWorldCup pic.twitter.com/34v3xAgMDC

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) May 9, 2026

Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).

Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).

🇨🇴 Colombia have qualified for #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/sLhmz8Dwyq

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 5, 2025

A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.

Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.

🇺🇿👏 Uzbekistan are headed to the #FIFAWorldCup for the first time!@UzbekistanFA | #WeAre26

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.

Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.

This is what it means. Congo DR dared to dream. 🇨🇩#FIFAWorldCup pic.twitter.com/Zz1zr6sXix

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).

Última dança de CR7 é o destaque do Grupo K da Copa do Mundo

10 June 2026 at 11:00

Logo Agência Brasil

A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.

A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.

Notícias relacionadas:

Male players who've scored at 5 consecutive World Cups:

◆ Cristiano Ronaldo

That's it. pic.twitter.com/z5gGi3U0Qd — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) February 5, 2025

Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.

Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.

Cristiano Ronaldo 🇵🇹 #FIFAWorldCup pic.twitter.com/34v3xAgMDC

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) May 9, 2026

Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).

Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).

🇨🇴 Colombia have qualified for #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/sLhmz8Dwyq

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 5, 2025

A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.

Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.

🇺🇿👏 Uzbekistan are headed to the #FIFAWorldCup for the first time!@UzbekistanFA | #WeAre26

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.

Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.

This is what it means. Congo DR dared to dream. 🇨🇩#FIFAWorldCup pic.twitter.com/Zz1zr6sXix

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).

Petro se roba los focos de la campaña presidencial

10 June 2026 at 05:05

Obligado a remontar en una campaña que se ha puesto cuesta arriba, el senador Iván Cepeda, el candidato de la izquierda colombiana en la segunda vuelta del 21 de junio, no consigue soltar el lastre que representan muchas de las posturas más vehementes de Gustavo Petro. Omnipresente, el presidente no ceja, se empecina en participar en política electoral y no deja que los reflectores se aparten de su figura, a pesar de que el candidato intenta marcar distancia, al menos en los asuntos más sensibles para su aspiración.

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© Ovidio Gonzalez S (Presidencia de Colombia)

Gustavo Petro en Córdoba (Colombia), el 6 de junio.

Colombia: Ordenan a candidato eliminar símbolos patrios de su campaña

9 June 2026 at 23:45

Bogotá, 9 jun (Prensa Latina) El Tribunal Superior de Bogotá ordenó hoy al candidato ultraderechista Abelardo De La Espriella eliminar, en un término de 24 horas, toda la publicidad de su campaña en la cual aparezcan símbolos patrios de Colombia o alusiones a saludos castrenses.

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Llaman en Colombia a movilizarse contra programa de ultraderechista

9 June 2026 at 19:20

Bogotá, 9 jun (Prensa Latina) La Central Unitaria de Trabajadores (CUT), la mayor organización sindical de Colombia, convocó hoy a una movilización social a celebrarse el próximo jueves, para rechazar las propuestas del programa de gobierno del candidato ultraderechista, Abelardo De la Espriella.

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The black crab of Providencia’s obstacle course to spawn and survive

9 June 2026 at 18:53
Asilvina Pomare Lever takes part in a night monitoring shift during the annual migration of the black crab in Providencia.

With the first rains of the year, everything changes on the islands. Residents of the Archipelago of San Andrés and Providencia, about 775 km (481 miles) northwest of mainland Colombia, know that in the rainy season the migration of a nine-centimeter (3.5 inch) crustacean disrupts everyone’s routine. It has been this way for as long as islanders can remember. When she was little, Asilvina slept with earplugs, Darson placed towels under his doors and Nicolás’ school bus driver would get down with a palm frond to sweep crabs off the road as they crossed from the mountain to the sea. Hundreds of thousands of Gecarcinus ruricola once carpeted the main road in black and purple, making it impossible for any vehicle to pass at night. Today, the same children who used to go to sleep worried that the claws would catch their ears are the biologists who, from April to July, close the roads so the few individuals that now climb the hill can reach the coast to spawn without being crushed by a car.

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A couple of tourists watch the passage of black crabs during the nocturnal migration in Providencia.Imarsita Carmelita Livingstone holds a black crab she has kept frozen since before Providencia’s annual closed season began.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

A black land crab (Gecarcinus ruricola) on a road in Providencia.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

“Curramba”, a resident of Providencia and owner of the B&B High Hill, lives on one of the main migration routes for the crab on the island.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

Drawings and messages left by guests at the B&B High Hill.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

“Curramba”, owner of High Hill in Providencia, catches crabs that get inside the building as they migrate to the sea.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

A crab sculpture in a square in Providencia, where the animal is part of the cultural identity and collective memory of the Raizal community.

Un hombre condenado por matar al gato de su expareja en Torrevieja será deportado a Colombia

9 June 2026 at 17:35

La Policía Nacional detuvo en la tarde del lunes a un ciudadano colombiano de 29 años condenado por un juzgado a cinco años de expulsión por matar a golpes a Nala, la gata de su expareja, en Torrevieja (Alicante, 110.000 habitantes). Según la Asociación Leal, una entidad animalista que se personó en el juicio como acusación particular, es la primera vez que “el maltrato animal ha tenido consecuencias reales” y el fallo judicial “marca un precedente”. El acusado prefirió aceptar la expulsión a su encarcelamiento y será devuelto a su país de origen, desde el que no podrá viajar a ningún país de la Unión Europea durante el periodo vigente de la sentencia.

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© POLICÍA NACIONAL (POLICÍA NACIONAL)

Momento en el que agentes de la Policía Nacional detienen al condenado por matar al gato de su expareja en Torrevieja.

Iván Cepeda enters final stretch of presidential campaign with no money and Petro on his heels

9 June 2026 at 13:50

Iván Cepeda begins his second week heading into the presidential runoff with no money and time running out. His campaign team, deployed across several regions of the country for the final push, is convinced that the race will be decided in two cities: Bogotá and Barranquilla. The ruling party candidate has renewed his bet on social media: he now appears in more personal videos with voters, painting murals and even playing soccer. And he has the math clear: he needs at least 2.5 million additional votes to overtake his opponent Abelardo de la Espriella and cross the threshold into the Casa de Nariño presidential residence.

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© Ivan Valencia (AP Photo/Ivan Valencia)

Iván Cepeda in Bogotá, June 7, 2026.

Juan y Alejandro Osses, de Migra la food: “La riqueza de la cocina española se sostiene en gran parte sobre las manos migrantes, pero poco se escuchan sus historias, saberes y memorias”

9 June 2026 at 04:25
Juan (izquierda) y Alejandro Osses (derecha) en el madrileño Mercado de Maravillas.

“Las manos juegan un papel bien importante”, dice Alicia Pacas mientras va cerrando y dándole forma a la pupusa que acaba de elaborar frente a un reducido público en una de las cocinas de Infinito Delicias, en Madrid. Palmea la masa de maíz rellena de chicharrón, frijoles y queso hasta que, lo que comenzó siendo una bola, se convierte en una tortilla plana y gruesa. “A hacer las pupusas aprendí después de la guerra”, afirma mientras comprueba —directamente con la mano, como solo una experimentada cocinera podría hacer— el calor de la superficie donde, poco después, se cocinará esa pupusa junto a otras tantas, que el público degustará acompañadas de música.

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Toman medidas en sector agrícola por fenómeno de El Niño en Colombia

8 June 2026 at 23:49

Bogotá, 8 jun (Prensa Latina) El Ministerio de Agricultura informó que destinará más de 14 mil 200 millones de pesos (tres millones 950 mil dólares al cambio actual) para inversiones hídricas, ante las alertas emitidas hoy en Colombia por el fenómeno de El Niño.

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Actividad volcánica afecta labor aeroportuaria en Popayán, Colombia

8 June 2026 at 19:17

Bogotá, 8 jun (Prensa Latina) La Aeronáutica Civil de Colombia informó hoy el cierre temporal de las operaciones del Aeropuerto Guillermo León Valencia, de la ciudad de Popayán, debido a la actividad reciente registrada en el volcán Puracé, en esa zona del suroeste.

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Proyectan arribo de más de 15 millones de turistas a Bogotá en 2026

8 June 2026 at 17:56

Bogotá, 8 jun (Prensa Latina) La capital de Colombia recibiría más de 15 millones 300 mil turistas entre nacionales y extranjeros durante 2026, lo que representaría un crecimiento del 4,5 por ciento frente a 2025, reveló un informe divulgado hoy aquí.

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Colombia: Denuncian que candidato ultraderechista planea autoatentado

8 June 2026 at 17:29

Bogotá, 8 jun (Prensa Latina) El aspirante a la presidencia de Colombia por el movimiento progresista Pacto Histórico, Iván Cepeda, denunció hoy que la campaña de su contendiente, Abelardo de la Espriella, estaría preparando un autoatentado para el ultraderechista.

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De la vida electoral colombiana al día después de… ¿Cómo se verán amigos y familiares?

By: A A
7 June 2026 at 21:34

De ganar el progresismo, es más fácil confiar en un paso de página, su discurso no ha sido de eliminación de la diferencia, ni autoritario.

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Escríbenos: info@strategic-culture.su

“Todas las guerras son malas, pero la guerra civil es la peor de todas, pues enfrenta al amigo con el amigo, al vecino con el vecino, al hermano contra el hermano.”

Frase popular durante la guerra civil estadounidense

“No, si la destrucción ha de ser nuestro destino, debemos ser sus autores y finalizadores. Como nación de hombres libres, viviremos para siempre o moriremos por suicidio.”

 — Abraham Lincoln

Desarrollo general de la contienda electoral

El 21 de junio es la segunda vuelta de las elecciones presidenciales colombianas 2026 – 2030. En un artículo anterior del día 19 de mayo, desarrollé como hipótesis un posible pacto o acuerdo entre Donald Trump y Gustavo Petro, de no interferencia del primero en las elecciones; hecho que se evidenció en el cese de improperios entre los dos presidentes desde febrero de 2026.

Ante la incredulidad de muchos frente a tal posibilidad, el propio presidente colombiano la confirmó al indicar que Trump había traicionado el acuerdo hecho en su visita de febrero. Hoy viernes 5 de junio, cuando escribo estas reflexiones, señala de nuevo la injerencia estadounidense aún más decididas luego de que Trump apoyara al candidato fascista Abelardo De La Espriella.

Claro está, el congresista republicano Bernardo Moreno, -o como le gusta ser nombrado tras obtener ciudadanía estadounidense, Berny Brown- proveniente de la élite cleptócrata colombiana ya estaba interfiriendo en las elecciones colombianas y fue al país andino en calidad de observador electoral señalando que los EE.UU. podrían no reconocer las elecciones si se ven anomalías, obviamente, en contra del que ellos quieren: De La Espriella. Ahora, el cubano – estadounidense secretario de Estado, Marco Rubio, -a quien quizá le agrada ser llamado ‘Marc Blond’- señala que vigilarán los comicios en Colombia y le quitarán la visa americana al que compre votos o haga fraude. Claro. En Colombia todos tienen cédula y pasaporte con visa americana. (guiño)

Varias cosas se suceden. Nada nuevo. Los tiempos electorales colombianos se ven salpicados de fraude, odio, intrigas, lenguaje vulgar, pasiones desbordadas, intromisión extranjera, no sólo estadounidense pues el presidente del Ecuador, con vínculos con el narcotráfico, Daniel Noboa, prometió en videollamada con De La Espriella retirar los aranceles puestos a mercancías colombianas. Esto fue una puesta en escena de tipo circense, pues la Comunidad Andina ya había ordenado el 21 de mayo como la fecha límite para el retiro de tales aranceles recíprocos de la mini guerra comercial de los dos países miembros. Es decir, Noboa prometió al colombiano lo que de facto debía hacer e hizo.

El fraude electoral con el algoritmo como señaló el presidente Petro, no logró verificarse (señalaba 885.000 personas inscritas extemporáneamente) y la recuperación de votos por parte del Pacto Histórico, partido del progresista Iván Cepeda, recuperó cerca de 23 mil votos; lo que no implica un hecho significativo ante los resultados finales: Iván Cepeda: 9.703.921 votos, Abelardo de la Espriella (ADLE): 10.366.143, quien también recuperó votos.

Así, en esta época electoral y desde la pre electoral colombiana, se exacerban, se crispan los nacionalismos, y los anti nacionalismos que piden invasiones o intervenciones extranjeras, piden mano dura, militar, letal, represión, austeridad, recortes a sectores populares y minorías o a segmentos propios del enfoque diferenciado como el femenino que es la mitad o más de la población mundial. en suma, sólo se piden políticas regresivas. Piden las masas populares la cárcel y la extradición de Petro al finalizar su mandato y tras ganar su candidato ultraderechista, ADLE.

El odio en Colombia se apalanca en una reedición de la lucha contra el comunismo que NUNCA ha vivido el país andino. Aunque esto también se ve en discursos internacionales en el propio EE.UU., lo que implica siempre un acento militarista, draconiano, totalitario, donde la gente, consciente o no, está dispuesta a privarse de derechos con tal de que el oponente político sea eliminado.

Las elecciones desde hace más de diez años en Latinoamérica, se votan en contra del que se odia y en tal método se puede elegir al diablo con tal de no ver ganar al oponente. Esto se ha comprobado en Argentina donde la gente con hambre celebra haberse opuesto al peronismo y al kirchnerismo, aunque Milei les recorte pensiones y servicios.

Para ADLE, el candidato progresista no es un contrincante político, ‘EL UNICO ENEMIGO ES CEPEDA’, señala a menudo. Al ganar la primera vuelta, fue igual de agresivo con la campaña del progresista y amenazó, señalando como siempre que actuará por la razón o por la fuerza. Y bueno, propone o imagina dar 30 días a los alcaldes municipales para acabar con la guerrilla y que demuestren resultados, lo que prevé la sombra del regreso de los asesinatos extrajudiciales llamados ‘falsos positivos’ (más de 8 mil). Rechaza el debate con Cepeda, porque dice que ‘no se sentará a hablar con enemigos’.

Estas demandas son propias de la ultra derecha que, en sus bases más humildes e iletradas, ignoran que apoyan el fascismo y son como corderos afilando el cuchillo de su pastor. Conozco a muchas personas maravillosas que se ven cegadas por el odio, por los clichés como Petro guerrillero, marica y borracho.

Pero omiten o desconocen que ADLE se ha declarado homosexual en más de una entrevista y lidera un partido anti diversidad, no sin antes transitar del ateísmo al ferviente amor y fe en Dios en plena campaña electoral; sin duda todo un milagro a favor del exterminio de la diferencia, mientras acumuló una fortuna de 40 mil millones de pesos en menos de 10 años en negocios con paramilitares, estafadores y narcotraficantes. Su lema de campaña: “firmes por la patria.”

Por su parte el progresismo afianza su discurso en ideas de paz, continuidad del proceso marcado por la administración Petro, promete hacerle un homenaje al final de su mandato. El lema de campaña, “Me la juego por la vida” o “Nos la jugamos por la vida”.

Reconoce errores en el desarrollo del programa Paz Total, el cual fue liderado por el propio Cepeda. Sobre este programa efectué un análisis en el artículo Colombia: todas las negociaciones con grupos al margen de la ley fracasarán mientras…

Reconocen que la corrupción se infiltró en la administración y que es una batalla a dar en la administración Cepeda, de darse.

La forma de expresarse Cepeda de la oposición y ADLE, es mediante críticas duras basadas en memoria histórica, los tilda de ultra derechistas, extrema derecha, fascistas o mafiosos. La adjetivación nunca ha desconocido que es un candidato, que es un opositor y no un enemigo a eliminar. Su campaña da continuidad de garantías a la derecha, como hasta ahora las han tenido durante la administración Petro. Sin embargo, sus bases sociales apelan a frases o adjetivos más duros, respecto a ADLE o Uribe, de lo cual no está exenta la base popular de ultraderecha, pero más en consonancia con la pobreza discursiva de su referente político, ADLE.

Cepeda llega como candidato tras derrotar en una consulta interna a Carolina Corcho, y por haber llevado a juicio y triunfado sobre el jefe paramilitar nunca demostrado, pero afirmado por sus lugartenientes, Álvaro Uribe Vélez; de cuyo hermano se acaba de ratificar sentencia de 28 años de prisión por crear un grupo criminal llamado Doce apóstoles, mediante el cual cometió asesinatos y paramilitarismo.

Su estilo es mesurado, firme pero carente a veces de ímpetu. Ha invitado o desafiado a ADLE a un debate público sin apuntes, pero como se vio, éste último no se expondrá a un debate. Su éxito se basa en el antecedente de lucha en el senado nacional y el juicio a Uribe, como señalé, así como en el acumulado de base social del progresismo y el petrismo.

Sin embargo, un público exigente e iletrado por obra del abandono estatal histórico, parido por décadas de violencia, en mi concepto necesita conectar con personajes pintorescos y agresivos como ADLE. No es que necesiten un tipo grosero y chabacano, ordinario como este cordobés, de tierras paramilitares que ha señalado desear ser como el paramilitar genocida Salvatore Mancuso. ADLE, señaló en entrevista para el pasquín Semana: “Mancuso es mi paisano y se echó a espaldas una lucha que debimos haber dado todos los cordobeses.”

Pero se necesita alguien de bríos tal vez tropicales como Petro, sucreño y costeño como ADLE. El reto de Cepeda y de sus jefes de campaña es cautivar, seducir al centro y confiar en la juventud que se ha volcado a apoyarlo sin esperar llamado alguno. El plan de gobierno, cercano a lo que se prospecta será su Plan Nacional de Desarrollo, consta de 433 páginas, lleva por lema, El poder de la verdad.

Este breve esbozo de algunos elementos y características de la contienda electoral tendrán como episodio final de tanto éxtasis, incertidumbre y odio acumulado, la definición presidencial el 21 de junio. El progresismo que no sólo ha sido gobierno sin poder por cuatro años, de perder, volverá a su lucha habitual de más de dos siglos con el sabor de haber experimento la gestión y la administración de lo público.

Si la ultra derecha pierde, entrará en un ciclo violento aún más peligroso en el contexto regional y ante un senado y cámara donde son minoría. Aunque si gana ha prometido llevar al caos y la violencia al país y esto no es amarillismo mío. Es el programa de gobierno de ADLE de tres páginas así como las múltiples intervenciones públicas del candidato.

Colombia: al menos desde 1920 en guerra civil

Aunque según la historiografía de la violencia, puede haber controversias y otras delimitaciones temporales, planteándose de 1920 al 1960 o de 1948 a 1958, según los hechos históricos que cada historiador propone englobar en tales recortes de tiempo, es importante reconocer que el país no ha tenido una paz significativa, que se redujera a anécdotas sobre delincuencia común o mafias y contrabando de todas las épocas.

El odio entre liberales y conservadores, la agresividad imperante en estos últimos, emparentados con el fascismo desde el grupo Legión Organizada para la Restauración del Orden Social o ‘Leopardos’, formado hacia 1920, ya introducía el germen autoritario venido de la vieja Europa.

El asedio tuvo como corolario el asesinato del liberal Jorge Eliécer Gaitán, en abril de 1948 y fue la inflexión histórica para la creación de grupos de autodefensa liberal campesina que luego pasaron a configurar guerrillas con iniciativas de toma del poder.

De ello devino la violencia estatal protectora del interés privado terrateniente y empresarial que debió organizarse no sólo mediante un ejército profesional sino una mano negra capaz de ejecutar todo aquello que no es permitido por los convenios internacionales.

Así, los pájaros, al inicio, luego el F2, el Departamento Administrativo de Seguridad DAS y finalmente los bloques paramilitares fueron configurando este grupo anti subversivo, anti estudiantil, anti intelectualidad y anti sindical, que se apalancaba de la mano del enemigo interno, el anti comunismo, el Plan Laso, Plan Cóndor, los informes Rockefeller, el Estatuto de Seguridad del Presidente Turbay en 1978 y aunque otros presidentes no fueron santos como Virgilio Barco, la ‘seguridad democrática’ de Álvaro Uribe Vélez marcó la historia reciente y disparó la violencia, las masacres y el desplazamiento interno a más de siete millones de colombianos.

La droga, marihuana y coca, personajes como Pablo Escobar, sus luchas y negocios con la DEA, las guerrillas colombianas y la institucionalidad que no lograba controlar el poder del narcotráfico han marcado parte de la historia colombiana.

Es la época de los 90’s, donde las guerrillas pierden sentido, se desgastan por su obrar interno errático de guerra prolongada, con insuficiente o nula proyección comunitaria o socialista, cayendo en el narcotráfico, con la excusa de pagar una guerra moderna más cara, pero confinados a un negocio que le mató desde adentro y acrecentó el hastío de la sociedad colombiana.

De ello ha devenido el diálogo de sordos. Si alguien dice tener ideas de izquierda, se le señala de guerrillero, de comunista terrorista, de vándalo o bandido. Si alguien es de derecha es paramilitar o paraco. En Colombia, esta guerra civil está viva y cuando se olvida se recicla para fomentar los sectarismos. El fantasma de la polarización está implícito, no solo en el sentido de pobres y ricos sino de liberales y conservadores, izquierda – derecha, paramilitares – guerrilleros, gente de bien – vándalos. Claro, esto así visto es simplista, hay matices, pero la animadversión sólo ve opuestos nítidos.

Dentro de las élites regionales esto se aprecia. Salvatore Mancuso, líder paramilitar condenado y quien ha confesado crímenes del paramilitarismo ante organismos estatales de EE.UU. y Colombia, es de la élite del departamento de Córdoba, al igual que Juvenal Ovidio Ricardo Palmera Pineda, alias Simón Trinidad, jefe guerrillero de las FARC que paga condena en EE.UU. es de la élite de Valledupar, departamento de Cesar. Hasta donde sé, se conocieron, fueron amigos antes de sus respectivos rumbos ideológicos.

En los barrios populares bogotanos, como el Policarpa, hay hombres que son amigos de infancia y ‘bloquean’ o integran un bloque paramilitar o ‘frentean’ y hacen parte de algún frente guerrillero. Se toman sus tragos, comparten, pero en sus roles militares pueden pactar o pelear.

Paradójicamente, como demostró el propio ADLE líneas atrás, ser paramilitar es una opción, un orgullo o una necesidad. También, el ministro de hacienda, Germán Ávila, respondió al gerente del Banco de la República que se sentía orgulloso de su militancia guerrillera en el M-19, grupo que hizo la paz y fue artífice de la Constitución de 1991.

En medio de este universo, que apenas describo de manera sucinta, el de una guerra civil permanente, los colombianos intentan ponerse al día con las tendencias políticas extranjeras como los gobiernos de Milei, Noboa, Bukele, Sheinbaum o Trump y a integrar a su cotidianidad las nuevas formas de entender la singularidad, el género y lo generacional, las violencias globales, sean el narcotráfico, la migración venezolana, particularmente, la trata de personas, de órganos, la exportación de combatientes para el mercenarismo en los conflictos ucraniano, africano o mexicano y demás.

Todo esto articulado bajo una sola y tóxica ‘pedagogía’: la difusión de información y adoctrinamiento de los medios de comunicación propiedad de grandes consorcios internacionales, como por ejemplo lo es el grupo empresarial ultraderechista, Prissa de España, dueño en México, Chile y Colombia del espacio radial llamado W Radio, en cada país. Por si fuera poco, el mismo grupo hace los libros de texto de ciencias sociales y educación primaria y secundaria para Iberoamérica con la editorial Santillana.

Así, solo una guerra civil, sin memoria, pero con el dolor, la paranoia y el odio como premisas puede enmascararse tras el debate más superfluo: ponerse o no una camiseta de una selección de fútbol arribista y que niega su origen humilde en varios de esos jugadores, como James Rodríguez que no saludó a la hija del presidente -una niña que juega fútbol- en la despedida para el mundial o las manifestaciones de Luis Díaz y otros abiertamente uribistas.

Es increíble que la forma más excelsa de nacionalismo sea robar o no dejarse robar una camiseta, pero ello es expresión de la banalidad discursiva del colombiano hecho a pulso de la violencia en la cual el Estado ha invertido históricamente más que en educación y en ésta, ha ELIMINADO el estudio de la historia.

Pero, ¿Cómo quedarán los ciudadanos de a pie tras despertar de la borrachera del insulto?

El día después de…  ¿Cómo se verán amigos y familiares?

Cuando alguien de la familia o amigo le va a un equipo de fútbol, e incluso a un partido político, puede haber acaloramientos y subsanarlos. Pero, cuando uno de los partidos promete aniquilar al diferente, cuando ve en el otro partido no a un adversario ideológico sino un enemigo, no ve estudiantes de universidad pública sino vándalos o vagos, ¿acaso estos familiares y amigos no comprenden que a mediano plazo pueden ser apartados de sus seres queridos? ¿Qué pueden ser despojados de derechos?

Durante la creación y afianzamiento de los regímenes totalitarios todos los ciudadanos trabajan para el Estado. Por lo cual, deben denunciar a amigos o familiares por el bien del Estado. Ello lo retrató de manera pasmosa George Orwell en su película 1984.

Piensan acaso que sólo será una resaca electoral para quien pierda, que vendrá el perdón a la agresión, que todo seguirá ahora normal, que se restauró la democracia o se logrará una venganza o justicia sólo a otros comunistas, progresistas, pero NO a los hermanos, familia o amigos de tales tendencias.

Ignoran que las retaliaciones pueden desatarse, como ocurrió con la administración Uribe, que su familiar o amigo puede perder su puesto por su tendencia ideológica o ser puesto preso o asesinado.

De ganar el progresismo, es más fácil confiar en un paso de página, su discurso no ha sido de eliminación de la diferencia, ni autoritario.

Mirarán progres y ultraderechistas en familia los partidos del mundial y celebrarán el triunfo o la derrota. Verán que la camiseta les pertenece a ambos, como la guerra civil que viven hace más de cien años, mucho antes de tener una selección de fútbol en un mundial.

Discutirán sobre las fallas técnicas, el arbitraje, las opciones perdidas o las grandes jugadas y aplazarán una vez más la discusión fundamental: la guerra civil, la animadversión y el odio que les han sembrado.

Todo se sabrá, poco a poco, tras la resaca electoral.

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