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Irán compara plan sobre Ormuz con nacionalización del petróleo

13 June 2026 at 15:35

Teherán, 13 jun (Prensa Latina) El presidente del Comité de Seguridad Nacional del Parlamento iraní, Ebrahim Azizi, afirmó hoy que el plan de su país para la gestión del estrecho de Ormuz constituye una iniciativa permanente, comparable con la nacionalización de la industria petrolera.

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EUA x Irã: Entenda os desafios para assinatura do acordo provisório

13 June 2026 at 14:41

Há de repente um otimismo recém-descoberto em relação à possibilidade de o governo Trump chegar a um acordo com o Irã para estender o cessar-fogo e começar a encaminhar o fim da guerra — e não apenas na cabeça do presidente Donald Trump desta vez.

Até o ministro das Relações Exteriores do Irã diz que um acordo “nunca esteve tão próximo”.

Mas é importante notar que, mesmo que haja boas razões para o otimismo, isso não seria, por si só, um acordo de paz. É o primeiro passo de um processo muito mais longo.

Chegar até aqui provavelmente foi a parte mais fácil; o que vem a seguir será ainda mais difícil.

O acordo interino em discussão envolveria essencialmente que os dois lados chegassem a um entendimento sobre alguns dos pontos mais simples — como o fim da restrição imposta pelo Irã ao Estreito de Ormuz e o bloqueio norte-americano nas proximidades — enquanto se estabelece um prazo de 60 dias e uma agenda para resolver as questões mais difíceis.

O governo Trump também afirma que o Irã concordou com concessões muito importantes, mas a mídia iraniana apresenta uma versão bastante diferente de um acordo ainda provisório.

A manhã de sexta-feira reforçou a natureza tensa do que está por vir. Após veículos de comunicação ligados ao governo iraniano relatarem detalhes de um possível acordo que pareciam muito favoráveis a Teerã, Trump atacou seus líderes como “pessoas muito desonrosas para lidar”, com quem “não existe tal coisa como agir de boa-fé”.

Então o que Trump estaria tentando resolver com seus contrapartes irremediavelmente desonestos?

Vamos analisar alguns dos possíveis pontos de impasse e por que Trump pode ter dificuldade em vender os termos finais ao público americano como uma verdadeira conquista.

Suspensão do programa nuclear do Irã

Este é o aspecto mais importante de qualquer possível acordo de paz, e é extremamente complexo.

O governo Trump está sinalizando que o Irã estaria concordando em desmantelar seu programa nuclear e se comprometer “indefinidamente” a não construir uma arma nuclear. Mas, mesmo que isso seja verdade, os detalhes de como isso aconteceria e de como seria aplicado no futuro são críticos — e já foram um grande ponto de discórdia antes. Levará certamente semanas apenas para acertar isso.

Um alto funcionário do governo afirmou na sexta-feira a existência de um novo “regime de inspeção”, mas os detalhes ainda são escassos.

Por exemplo, o Irã abriria mão de todo o seu programa nuclear, inclusive das partes que aparentemente poderiam ter uso civil? Ou apenas concordaria em não enriquecer urânio além de certo nível, impedindo teoricamente o acesso a urânio com grau bélico?

Parece ser o segundo caso, com o funcionário afirmando na sexta-feira que “não temos nenhum problema com a ideia de usinas de energia civis no Irã”.

E, de forma crucial, como os inspetores garantiriam que o Irã está cumprindo qualquer acordo?

Trump tem reforçado a ideia de que o compromisso do Irã de não construir uma arma nuclear seria uma grande vitória. Mas, na prática, o Irã afirma há muitos anos que não está fazendo isso.

O verdadeiro ponto central seria como o governo Trump garantiria a conformidade. A complicar ainda mais a situação, o presidente dos EUA precisará deixar claro como o acordo seria melhor do que o negociado pelo governo Obama, já que ele o critica constantemente como fraco demais. Aquele acordo impunha restrições ao enriquecimento de urânio do Irã e tinha o órgão nuclear da ONU verificando o cumprimento.

O grande obstáculo aqui: muitos, dentro do próprio partido de Trump, que dizem que Teerã simplesmente não é confiável para cumprir os termos de qualquer acordo. As declarações de Trump na sexta-feira sobre a falta de confiabilidade do Irã evidenciam esse problema.

Urânio altamente enriquecido do Irã

O urânio já altamente enriquecido também traz seus próprios problemas. O governo Trump afirmou que o Irã precisa entregá-lo, mas ele está enterrado em grande profundidade após ataques aéreos dos EUA há um ano.

E Trump tem feito referências repetidas e explícitas à possibilidade de que os EUA talvez não acabem obtendo esses materiais.

Ele sugeriu que os militares americanos poderiam apenas “enterrar” as áreas e monitorá-las. “Isso está tão fundo no subsolo que eu não me importo com isso”, disse ele em abril.

Também há discussões sobre como o urânio poderia, em vez disso, ser “rebaixado”, de modo a não estar tão altamente enriquecido, mas permanecer em posse do Irã como combustível.

Um alto funcionário do governo afirmou na sexta-feira que o acordo interino envolve que o urânio seja “destruído no local e depois retirado do país”. Mas ele reconheceu que “vai levar um pouco de tempo para descobrir” exatamente como isso será feito.

É difícil ver como Trump poderia vender isso como uma grande vitória sem obter o urânio enriquecido que o Irã já possui.

Ativos congelados do Irã

Aqui é onde a retórica antiga de Trump pode realmente voltar para assombrá-lo. Em 2016, ele e outros republicanos criticaram duramente o governo Obama por entregar ao Irã 400 milhões de dólares em dinheiro em uma transação ligada à libertação de reféns e ao acordo nuclear.

O dinheiro não era estritamente uma doação. Ele foi usado para resolver reivindicações em um tribunal internacional em Haia relacionadas a um fracassado acordo de armas de 1979. Mas a imagem foi muito negativa, e Trump e outros afirmaram que o dinheiro seria usado para o terrorismo.

Os 400 milhões de dólares eram, na verdade, a primeira parcela de 1,7 bilhão de dólares devidos ao Irã.

Hoje, o Irã parece estar exigindo o descongelamento de uma soma muito maior de seus ativos: 24 bilhões de dólares.

Quando a possível liberação desses ativos foi noticiada pela primeira vez em abril, Trump garantiu: “Nenhum dinheiro será transferido de forma alguma, em nenhum sentido ou forma”.

Mas ele pode estar fazendo um jogo semântico, diferenciando entre liberar ativos e entregar dinheiro em espécie. Essa parece ser a linha tênue que o governo Trump pode tentar manter, ao menos julgando pela publicação do vice-presidente JD Vance no X na sexta-feira.

Vance reiterou que o Irã não receberia “dinheiro”, mas acrescentou que “nenhum fundo está sendo liberado apenas por assinar um acordo ou participar de uma reunião”. Isso soa como se os fundos realmente fossem descongelados em algum momento.

Mas, tecnicamente, o pagamento de 2016 também envolvia dinheiro que já estava em posse do Irã.

Com base nas linhas vermelhas públicas do Irã, parece que algum tipo de dinheiro terá de estar envolvido. Mas, se estiver, Trump se expõe a alegações semelhantes de que está entregando dinheiro ao Irã que poderia ser usado para o terrorismo.

Abertura do Estreito de Ormuz

Embora muitos detalhes corram o risco de parecerem semelhantes ao acordo nuclear do governo Obama, o Estreito de Ormuz apresenta uma nova variável nessas negociações.

Afinal, a guerra deu ao Irã uma grande vitória estratégica ali. Ele demonstrou ser capaz de, na prática, fechar o estreito — e afetar negativamente a economia mundial inteira — como forma de alavancagem.

A grande questão aqui não é tanto se o Irã abriria mão do controle efetivo do estreito por agora; o governo Trump certamente exigiria isso. É como o acordo aborda a aparente capacidade do Irã de bloquear o estreito no futuro.

Se essa questão for deixada sem resposta e o restante do acordo parecer muito com o acordo nuclear de Obama, será fácil para os críticos de Trump argumentarem que se trata de um acordo ainda pior.

Grupos por procuração do Irã

No início, Trump e seus aliados disseram que um de seus objetivos mais importantes era garantir que o Irã não pudesse mais financiar seus grupos por procuração — como Hamas e Hezbollah — que espalham o terror na região.

Quando Trump afirmou falsamente há dois meses que o Irã havia concordado com todas as suas exigências, ele disse que isso incluía o compromisso de parar de apoiar todos os grupos por procuração.

Mas depois disso, Trump e o governo praticamente pararam de falar sobre o assunto.

Um alto funcionário do governo disse à CNN na sexta-feira que o Irã está concordando em não financiar grupos terroristas. Mas, novamente, mesmo que isso seja verdade, o detalhe está nos pormenores — como o que isso significa na prática e como será verificado.

E, se Trump não conseguir algo sólido nesse ponto, significará que ele falhou em cumprir um de quatro objetivos principais que estabeleceu no início da guerra.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Projétil desconhecido atinge navio-tanque em Omã, diz organização

13 June 2026 at 13:54

Um navio-tanque foi atingido por um projétil desconhecido na costa de Omã, informou neste sábado (13) a UKMTO (Operação de Comércio Marítimo do Reino Unido).

O incidente ocorreu na sexta-feira (12), segundo a UKMTO, a seis milhas náuticas a leste de Omã.

Todos os tripulantes a bordo do navio foram considerados a salvo pela UKMTO (Organização Marítima e de Transporte do Reino Unido) e nenhum impacto ambiental foi relatado. O navio-tanque está seguindo para seu próximo porto de escala, informou a Organização.

 

O Estreito de Ormuz está efetivamente fechado há 105 dias, interrompendo o fornecimento de 20% do petróleo mundial para os mercados globais, além de gás natural liquefeito e fertilizantes necessários para o funcionamento da economia global, o que provocou um aumento drástico nos preços do petróleo.

Embora o Irã tenha afirmado repetidamente que o estreito está funcionando normalmente, o acesso a essa via navegável crucial tem se mostrado difícil. O tráfego foi significativamente reduzido, com apenas algumas embarcações cruzando o estreito diariamente.

Os ataques a embarcações na região tornaram-se comuns, com petroleiros sendo atingidos tanto pelo Irã quanto pelos Estados Unidos. Na quarta-feira (10), um ataque americano a um petroleiro comercial com bandeira de Palau matou três marinheiros indianos e provocou indignação pública em toda a Índia.

Entenda como tensão em Ormuz afeta cessar-fogo entre EUA e Irã

Acordo entre EUA e Irã pode ser assinado neste fim de semana; entenda

13 June 2026 at 08:00

Autoridades dos EUA e do Irã afirmaram na sexta-feira (12) que um memorando de entendimento para encerrar o atual conflito está próximo de ser concluído, aumentando a expectativa de que o documento seja assinado nos próximos dias.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo “nunca esteve tão próximo” e disse que o memorando poderá ser assinado remotamente após a conclusão das negociações finais.

Segundo autoridades americanas e iranianas, o documento serviria como uma etapa preliminar para um acordo mais amplo e abriria um período de 60 dias de negociações técnicas entre os dois países.

Entenda os pontos do acordo

De acordo com uma autoridade do governo dos Estados Unidos, o memorando inclui:

  • Reabertura do Estreito de Ormuz;
  • Fim do bloqueio americano aos portos iranianos;
  • Desmantelamento do programa nuclear iraniano;
  • Transferência do material nuclear enriquecido do Irã para os Estados Unidos, onde seria destruído;
  • Possível alívio gradual das sanções econômicas impostas a Teerã.

O governo americano afirma que qualquer benefício econômico só seria concedido após o cumprimento das obrigações por parte do Irã.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura”, afirmou uma autoridade americana. Segundo a fonte, cada etapa cumprida pelo regime iraniano resultaria em contrapartidas econômicas específicas.

Divergências

Apesar do avanço das negociações, Washington e Teerã seguem apresentando versões distintas sobre os termos do entendimento.

Enquanto os Estados Unidos destacam concessões iranianas relacionadas ao programa nuclear, o governo iraniano tem enfatizado pontos como o alívio das sanções, o respeito à soberania do país e o encerramento dos conflitos regionais.

Araghchi afirmou que o memorando incluirá não apenas questões nucleares e econômicas, mas também uma solução para os confrontos no Líbano e em “todas as outras frentes” do conflito regional.

O chanceler iraniano também declarou que o Irã está preparado para retomar a guerra caso os termos negociados não sejam cumpridos.

Israel mantém posição

Em meio às negociações, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país não pretende se retirar das áreas que ocupa no Líbano, na Síria e em Gaza.

Segundo Katz, Israel continuará atuando contra ameaças ligadas ao Irã e aos grupos armados apoiados por Teerã na região.

Tensão em Ormuz

No fim da noite de sexta-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou ter interceptado diversos drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz.

Segundo os militares americanos, as aeronaves buscavam interromper o tráfego marítimo comercial na região. O CENTCOM afirmou que todos os drones foram abatidos e que a navegação no corredor marítimo segue sem restrições.

(Com informações de Kevin Liptak, Sophia Saifi, Mitchell McCluskey, Alayna Treene, Oren Liebermann e Michael Williams, da CNN)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

EUA abatem drones iranianos perto do Estreito de Ormuz, diz Exército

13 June 2026 at 03:28

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) anunciou na noite desta sexta-feira (12) que as forças armadas americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional perto do Estreito de Ormuz.

O Irã lançou diversos drones de ataque que buscavam interromper o tráfego marítimo comercial próximo ao estreito, informou o CENTCOM em uma publicação no Facebook.

Os militares americanos afirmaram que suas forças “abateram todos eles nas últimas horas, enquanto o fluxo de tráfego pelo estreito continua sem impedimentos”.

“O corredor comercial internacional permanece aberto para trânsito”, afirmou o CENTCOM.

Possível acordo

A movimentação acontece em meio a especulações de um possível memorando de entendimento entre os EUA e o Irã.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou mais cedo nesta sexta-feira que o acordo pdoerá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias.

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Irã diz que declaração conjunta com Omã sobre Ormuz será divulgada em breve

12 June 2026 at 22:10

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou na noite desta sexta-feira (12) que uma declaração conjunta com Omã sobre o futuro controle do Estreito de Ormuz deve ser divulgada “em breve”.

Araghchi disse à televisão estatal iraniana que a declaração será divulgada em conjunto com o governo omanita, segundo a agência de notícias semioficial ISNA. O Estreito de Ormuz está situado entre o território de ambas as nações.

Os comentários surgem em meio a rumores de que um suposto acordo entre os EUA e o Irã estaria sendo finalizado, com sua assinatura prevista para os próximos dias.

Autoridades americanas destacaram vários pontos do memorando de entendimento, incluindo a reabertura completa do estreito e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos ao longo do estreito.

Acordo aborda o Estreito de Ormuz

Araghchi disse que o memorando abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o chanceler.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Memorando com EUA pode ser assinado remotamente nos próximos dias, diz Irã

12 June 2026 at 21:53

Um memorando de entendimento entre os EUA e o Irã poderá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em pronunciamento na televisão estatal nesta sexta-feira (12).

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Irã diz que acordo aborda Estreito de Ormuz e conflito no Líbano

12 June 2026 at 21:01

O memorando de entendimento entre os EUA e o Irã abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, nesta sexta-feira (12).

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o ministro das Relações Exteriores.

“As ameaças devem parar e o povo iraniano deve ser tratado com respeito”, afirmou.

Araghchi acrescentou que o Irã está pronto para retornar à guerra se os EUA escolherem esse caminho.

“Se os termos do memorando de entendimento não forem cumpridos, o acordo final não será assinado”, disse ele.

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Ele também alertou que, até que o acordo seja finalizado, “a mídia deve se abster de especular sobre seu conteúdo”.

“Em consonância com nossa abordagem responsável e transparente, todos os detalhes serão compartilhados com o público oportunamente”, escreveu o chanceler no X.

presidente dos EUA, Donald Trump, republicou a postagem de Araghchi na Truth Social, em meio às declarações de que o entendimento entre os dois países está próximo.

Mais cedo, Trump criticou o regime iraniano após o que considerou descrições imprecisas da proposta terem aparecido na mídia estatal do país.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Pakistan: ‘Final, agreed upon text’ of deal to end Iran war reached

12 June 2026 at 18:20
The prime minister of Pakistan said Friday the U.S. and Iran reached an agreement on a peace framework to end the more than 100-day war. The country has been leading the mediation efforts between the two sides to bring the Middle East hostilities to an end and reopen the Strait of Hormuz. The effective closure…

Pakistan: ‘Final, agreed upon text’ of deal to end Iran war reached

12 June 2026 at 18:20
The prime minister of Pakistan said Friday the U.S. and Iran reached an agreement on a peace framework to end the more than 100-day war. The country has been leading the mediation efforts between the two sides to bring the Middle East hostilities to an end and reopen the Strait of Hormuz. The effective closure…

Vance: Iran will get no cash from deal with US

12 June 2026 at 17:39
The Trump administration is pushing back against reported details regarding the proposed deal with Iran, with Vice President Vance insisting Tehran would not be “receiving any cash” under the agreement. Vance on Friday morning reupped President Trump’s dismissal of details leaked by Tehran about a possible memorandum of understanding between the two sides.  “I’m seeing…

Vance: Iran will get no cash from deal with US

12 June 2026 at 17:39
The Trump administration is pushing back against reported details regarding the proposed deal with Iran, with Vice President Vance insisting Tehran would not be “receiving any cash” under the agreement. Vance on Friday morning reupped President Trump’s dismissal of details leaked by Tehran about a possible memorandum of understanding between the two sides.  “I’m seeing…

Trump dismisses ‘fake’ leaked Iran deal terms

12 June 2026 at 16:28
President Trump on Friday discredited details of a new U.S.-Iran peace deal that Tehran shared with various news organizations. “The terms that Iran leaked out to the Fake News have NOTHING to do with the terms that were agreed to, in writing,” Trump wrote in a Truth Social post.  “What they said, including their weak…

Trump dismisses ‘fake’ leaked Iran deal terms

12 June 2026 at 16:28
President Trump on Friday discredited details of a new U.S.-Iran peace deal that Tehran shared with various news organizations. “The terms that Iran leaked out to the Fake News have NOTHING to do with the terms that were agreed to, in writing,” Trump wrote in a Truth Social post.  “What they said, including their weak…

Petróleo cai abaixo de US$ 90 com alívio na guerra do Oriente Médio

12 June 2026 at 15:49

Os preços do petróleo operam em queda nesta sexta-feira (12), atingindo o nível mais baixo em quase dois meses, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, cancelou novos ataques contra o Irã, diminuindo os temores de uma escalada das hostilidades após os ataques recíprocos ocorridos no início da semana.

Por volta das 11h30, o petróleo WTI, referência nos EUA, caía 1,7%, cerca de US$ 86 o barril.

No mesmo horário, o petróleo Brent recuavam 1,5%, para cerca de US$ 88 por barril.

Ambos os contratos atingiram seu nível mais baixo desde 17 de abril.

Um memorando entre os Estados Unidos e o Irã para pôr fim à guerra no Golfo poderia ser assinado já no domingo, disse uma fonte ocidental à Reuters nesta sexta-feira, com Genebra surgindo como o local mais provável.

Trump cancelou os ataques na quinta-feira, enquanto a agência de notícias iraniana Mehr informou que as negociações finais sobre um memorando de entendimento com os EUA se concentrariam em questões nucleares e econômicas, mas excluiriam discussões sobre o programa de mísseis do Irã.

Enquanto isso, a agência de notícias iraniana IRNA informou que as negociações nucleares ocorreriam dentro de um período de 60 dias após a assinatura do memorando de entendimento.

*Com informações da Reuters 

Dai semiconduttori all’Africa. Tutte le intese tra Roma e Seul

12 June 2026 at 15:38

Non solo Indopacifico e Hormuz, ma anche capisaldi della geopolitica futura come chip, IA e spazio con nel mezzo il piano d’azione strategico 2026-2030. Ricco il paniere di temi fra Italia e Repubblica di Corea: il vertice di oggi a Villa Doria Pamphilj tra Giorgia Meloni e Lee Jae Myung ha decretato una svolta fra Roma e Seul. Il bilaterale, la cerimonia di scambio degli accordi e il forum imprenditoriale di alto livello, con la partecipazione di una qualificata delegazione di aziende coreane e italiane, racconta di un’accelerazione oggettiva impressa alle relazioni fra i due Paesi.

Si tratta del terzo incontro tra il presidente Meloni e il presidente Lee in meno di un anno (dopo quelli del 19 gennaio 2026 a Seul e del 24 settembre 2025 a margine dell’Assemblea generale delle Nazioni Unite a New York) che punta forte sulla collaborazione bilaterale in ambito politico, economico, scientifico-tecnologico, culturale e nel campo della sicurezza e difesa. Quattro gli accordi siglati nel settore della cooperazione allo sviluppo, nel campo delle scienze, delle tecnologie avanzate e delle tecnologie dell’informazione e comunicazione, nella collaborazione nel campo dell’economia sociale e solidale e nel settore delle micro, piccole e medie imprese.

La delegazione italiana è stata composta dai ministri Tajani, Bernini; dai viceministri Valentini e Bellucci. Per la Repubblica di Corea presenti il vice primo ministro e ministro della Scienza e delle Tecnologie dell’Informazione, Bae Kyung Hoon; il ministro dell’interno e della sicurezza, Yun Ho-Jung; il vice ministro delle PMI e delle Start-Up, Yong-Seok Roh. La visita di Stato in Italia di Lee, che l’11 giugno è stato ricevuto al Quirinale dal presidente della Repubblica Sergio Mattarella, si inserisce all’interno dell’ampia missione del leader sudcoreano in Europa, che ha visto il 10 giugno Lee partecipare al Vertice Ue-Corea a Bruxelles.

Il Paese è caratterizzato da un interscambio commerciale con l’Italia da circa 11 miliardi di euro, rendendolo il primo mercato asiatico per l’export italiano in termini pro capite. In cima al dialogo tra i due leader ci sono stati i semiconduttori, settore nel quale la Corea è uno dei leader mondiali, senza dimenticare anche la cooperazione industriale in settori nevralgici come spazio, automotive ed energia. Nel corso del loro incontro il presidente del Consiglio e il presidente della Repubblica di Corea hanno deciso di elevare le relazioni tra le due Nazioni al livello di Partenariato Strategico Speciale e hanno concordato il Piano d’azione strategico per il periodo 2026-2030.

Si tratta di un impegno per rafforzare la cooperazione economica, promuovendo le opportunità di investimento tra i rispettivi settori privati. Verrà creato, per questa ragione, un comitato di coordinamento congiunto per i semiconduttori, le materie prime critiche e la produzione automobilistica, sulla base del Memorandum d’intesa sulla cooperazione industriale firmato il 9 novembre 2023 tra il ministero delle Imprese e del Made in Italy della Repubblica Italiana e il ministero del Commercio, dell’Industria e dell’Energia della Repubblica di Corea. Inoltre verrà data un’accelerata all’attuazione dell’accordo di libero scambio Ue-Repubblica di Corea per massimizzare le opportunità derivanti dall’accordo Ue-Repubblica di Corea sul commercio digitale e verrà consentito ai rispettivi settori privati di cogliere le opportunità comuni nei mercati terzi, inclusa l’Africa.

In questo senso saranno preziose le sinergie tra il Piano Mattei per l’Africa e le iniziative attuate dalla Korea International Cooperation Agency (KOICA) per promuovere la crescita, la prosperità e la creazione di posti di lavoro in Africa. In grande evidenza anche il XIV Programma Esecutivo sulla cooperazione scientifica e tecnologica per il periodo 2026-2028, attraverso progetti congiunti in aree di ricerca prioritarie quali: scienze ambientali e transizione energetica; fisica e scienza quantistica; materiali avanzati e nanotecnologie; patrimonio culturale; intelligenza artificiale in medicina e biotecnologia. Un’alleanza che spazierà anche alla cultura, al turismo, alla sicurezza e alla difesa.

Non solo accordi, anche l’attualità della geopolitica è stata inevitabilmente attenzionata dai leader: lo scambio di vedute è stato “sui principali dossier internazionali, riaffermando il comune impegno per la stabilità e la prosperità dell’Indopacifico e l’intenzione condivisa di contribuire agli sforzi in corso per riaprire lo Stretto di Hormuz”.

Schiff: Trump ‘telling falsehood after falsehood’ about war in Iran

12 June 2026 at 14:49
Sen. Adam Schiff (D-Calif.) said Thursday evening that President Trump’s account of the state of negotiations to end the Iran war “lacks a lot of credibility.”  Trump earlier in the day threatened ramped-up strikes on Tehran but later canceled them with a promise that Iran’s supreme leader had approved a deal to reopen the Strait…

Schiff: Trump ‘telling falsehood after falsehood’ about war in Iran

12 June 2026 at 14:49
Sen. Adam Schiff (D-Calif.) said Thursday evening that President Trump’s account of the state of negotiations to end the Iran war “lacks a lot of credibility.”  Trump earlier in the day threatened ramped-up strikes on Tehran but later canceled them with a promise that Iran’s supreme leader had approved a deal to reopen the Strait…

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