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GWM Haval H6 é o primeiro híbrido plug-in flex fabricado no Brasil

10 June 2026 at 13:55

A GWM acaba de apresentar ao mercado o Haval H6 2027 com motorização flex. A família do SUV eletrificado mais vendido do país agora pode rodar com gasolina ou etanol em todas as versões, tornando-se a primeira linha de veículos híbridos plug-in flex fabricada no Brasil.

O novo Haval H6 foi desenvolvido para o combustível brasileiro desde sua concepção, com uma calibração inédita liderada por engenheiros brasileiros em conjunto com especialistas da matriz chinesa. Seu preço inicial é de R$ 199.900 na nova versão de entrada HEV ONE, que retorna em definitivo à linha Haval H6.

Para receber a nova motorização flex, testada por mais de 400 mil quilômetros em condições reais de uso, o conjunto mecânico do Haval H6 passou por uma ampla evolução técnica. O projeto do motor 1.5 Turbo incorporou novas bombas de combustível de baixa e alta pressão compatíveis com etanol hidratado, bicos injetores com geometria específica para as características de atomização do combustível, além de velas de ignição desenvolvidas para as condições de combustão do etanol em Ciclo Miller.

Os componentes internos do motor também foram revisados. Sedes de válvulas, juntas, vedações e demais peças em contato com o combustível receberam materiais compatíveis com o uso prolongado de etanol. Tratamentos especiais de superfície foram aplicados em componentes internos para garantir durabilidade mesmo com utilização de E100.

Outro diferencial é a adoção de um sensor de etanol integrado ao sistema de gerenciamento eletrônico. Com auxílio de algoritmos desenvolvidos pela GWM, o veículo identifica em tempo real qualquer proporção de mistura entre gasolina e etanol e recalibra automaticamente a estratégia de funcionamento do motor, de forma imperceptível para o motorista. 

Uma grande novidade do powertrain do Haval H6 Flex é a nova linha de transmissões DHT (Dedicated Hybrid Transmission), cujo diferencial é ter sida projetada para trabalhar totalmente integrada ao motor a combustão.

As versões HEV ONE, HEV2 e PHEV19 contam agora com uma nova DHT de duas marchas, que entrega mais desempenho e eficiência energética do que o modelo anterior. Já as versões PHEV35 e GT receberam uma nova DHT de quatro marchas (duas a mais que na anterior), a mesma que equipa o SUV híbrido de luxo GWM Wey 07.

A linha Haval H6 2027 agora é composta pelas versões HEV ONE, HEV2, PHEV19, PHEV35 e GT. O retorno do HEV ONE acontece agora em sua configuração definitiva, ampliando o acesso à tecnologia híbrida da marca e fortalecendo a gama de entrada da família H6.

As versões HEV ONE e HEV2 passam a utilizar uma nova bateria de 1,53 kWh, mais leve, eficiente e em nova posição, o que contribuiu para elevar a potência combinada para 248 cv (tanto no uso com etanol quanto com gasolina), um ganho de 5 cv em relação à linha anterior.

A evolução da tecnologia híbrida e da calibração dos sistemas também resultou em melhores números de desempenho em todas as configurações. As versões HEV ONE e HEV2 passam a acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, ante 7,9 segundos da linha anterior.

A versão PHEV19, por sua vez, reduziu o tempo de 7,6 segundos para 7,4 segundos, enquanto a PHEV35 cumpre a aceleração em 4,8 segundos (4,9 segundos anteriormente). Por fim, a GT atinge a marca em apenas 4,7 segundos (antes 4,8 segundos), posicionando-se entre os SUVs mais rápidos do segmento.

A linha Haval H6 2027 também avança em autonomia elétrica. A versão PHEV19 passa a oferecer até 77 km de autonomia no padrão PBEV, do Inmetro, contra 73 km do modelo anterior. Já as versões PHEV35 e GT alcançam 126 km pelo PBEV (antes 119 km) e até 180 km (170 km anteriormente) pelo ciclo WLTP.

Os ganhos de eficiência também aparecem no consumo de combustível. As versões HEV ONE e HEV2 registram agora 15,8 km/l em uso urbano com gasolina, contra 14,7 km/l da versão anterior. O PHEV19 passa a entregar 37,7 km/l na gasolina (35,0 km/l anteriormente), enquanto o PHEV35 alcança 30,7 km/l (29,3 km/l antes) em ciclo urbano, reforçando o equilíbrio entre eletrificação, desempenho e economia.

O Haval H6 HEV ONE Flex é a versão de entrada. Sua motorização híbrida combina o novo motor 1.5 Turbo Flex com um motor elétrico, gerando 248 cv de potência e 535 Nm de torque (no etanol e na gasolina). O modelo é um híbrido autocarregável, ou seja, não tem tomada de carregamento externo.

A lista de equipamentos traz sistema de condução semiautônomo (ADAS) Nível 2+, Head Up Display, comandos de voz inteligente, bancos dianteiros ventilados com ajuste elétrico, sistemas de segurança ativa, câmera 540° e carregamento sem fio de 50W. O HEV2 recebe o mesmo trem de força – a diferença entre as versões fica por conta da lista de equipamentos, que agrega itens como teto solar panorâmico elétrico, porta-malas com abertura hands-free.

O PHEV19 Flex já é um SUV híbrido plug-in, que necessita de carregamento externo. Equipado com motor 1.5 Turbo Flex e motor elétrico dianteiro, entrega 326 cv de potência e 535 Nm de torque combinados (no etanol e na gasolina), além de bateria de 19 kWh. Além da lista de itens de série do HEV2, a versão agrega rodas de 19 polegadas diamantadas, função V2L (gerador de energia) e sistema de som de 9 alto-falantes com subwoofer e amplificador.

As versões PHEV35 Flex e GT Flex trazem o novo motor 1.5 Turbo Flex associado a dois motores elétricos (um em cada eixo), alimentados por uma bateria de 35 kWh. Outra novidade técnica dessas versões é a nova transmissão DHT, que passa a contar com quatro marchas, duas a mais do que na versão anterior.

Assim, esse conjunto rende 393 cv de potência e 642 Nm de torque (no etanol e na gasolina). Há ainda tração integral variável e avançados recursos de assistência ao motorista. Entre os itens de série, as duas versões contam com câmera de reconhecimento facial com ajuste de perfil de motoristas, banco elétrico com memória e sete modos de condução.

A linha Haval H6 mantém a evolução estética apresentada na mais recente atualização do modelo, em novembro do ano passado. As versões HEV ONE, HEV2, PHEV19 e PHEV35 trazem a nova grade frontal inspirada no conceito Estética Galática, formada por 87 blocos de maior amplitude e integrada à nova assinatura luminosa. 

Na traseira, a GWM optou por preservar as lanternas integradas que se tornaram uma das características mais reconhecidas do modelo no Brasil, mantendo a identidade visual aprovada pelos consumidores nacionais. A versão GT continua apostando na carroceria cupê e no perfil esportivo que a consagrou dentro da gama.

O interior recebe atenção especial para aprimorar ergonomia e experiência de uso. Conforme foi revelado na atualização da linha em novembro, o volante foi redesenhado com aro mais espesso, empunhadura aprimorada e base achatada. Os comandos físicos foram simplificados por meio de novos controles giratórios multifuncionais.

O console central também foi totalmente reformulado, com melhor distribuição dos comandos e carregador por indução de 50 W, mais potente e posicionado de forma mais acessível ao motorista.

As versões HEV ONE, HEV2 e PHEV19 trazem acabamento interno de couro ecológico na cor preta. A PHEV35 pode receber ainda acabamento dual tone, que combina tons de marfim e preto, enquanto a GT recebe interior escurecido com detalhes de camurça e elementos exclusivos na cor vermelha.

Outro destaque da linha 2027 é a plataforma digital Coffee OS 3, sistema operacional desenvolvido pela GWM apresentado na renovação da linha Haval H6 em novembro. A nova interface apresenta menus reorganizados, respostas mais rápidas e experiência de navegação inspirada nos smartphones de última geração. O sistema permite ainda a personalização de menus de acesso para se adequar à preferência de uso de cada motorista.

A central multimídia vem com tela Full HD de 14,6 polegadas, acompanhada por quadro de instrumentos digital de 10,25 polegadas com três modos de visualização personalizáveis. O sistema mantém conectividade com Apple CarPlay e Android Auto sem fio e oferece uma nova barra de atalhos configurável pelo usuário.

Há também atualizações remotas (OTA) e acesso remoto via aplicativo My GWM, que permite controlar funções como climatização remota, abertura e travamento das portas, localização do veículo, monitoramento do status da bateria, alertas de segurança e notificações em tempo real.

Como anunciado no lançamento do novo Haval H6 em novembro, a suspensão recebeu nova calibração, com amortecedores revisados e adoção de batentes mecânicos para melhorar a absorção de impactos em pisos irregulares. As mudanças elevam o conforto sem comprometer a estabilidade em velocidades mais altas.

O sistema de frenagem também evoluiu com a adoção de um atuador eletrônico integrado, proporcionando respostas mais progressivas, previsíveis e precisas.

As versões HEV ONE e HEV2 utilizam rodas de 18 polegadas voltadas ao conforto de rodagem, enquanto as versões PHEV19, PHEV35 e GT trazem rodas de 19 polegadas para privilegiar desempenho e estabilidade dinâmica.

A linha 2027 do Haval H6 Flex já está disponível em todas as concessionárias da marca, no site oficial da marca e no seu e-commerce a partir desta terça, 9 de junho. Os preços são de R$ 199.900 para a HEV ONE (reajuste de apenas R$ 900 apesar da nova tecnologia flex), R$ 225.000 para a HEV2, R$ 250.000 para a PHEV19, R$ 290.000 para a PHEV35 (alteração de R$ 1.000) e R$ 326.000 para a GT (manteve seu preço).

A adoção da tecnologia flex na linha Haval H6 2027 tornou o modelo uma opção ainda mais atraente no mercado brasileiro, pois diversos estados oferecem benefícios para esse segmento, como é o caso de São Paulo, onde híbridos flex de até R$ 261.154,45 recebem isenção de IPVA em 2026.

Com a chegada da família Haval H6 Flex fabricada em Iracemápolis (SP), a GWM reforça sua posição como protagonista da mobilidade sustentável no país. Ao combinar eletrificação com etanol, combustível renovável amplamente disponível no mercado brasileiro, a marca estabelece um novo padrão tecnológico para os veículos híbridos produzidos localmente.

GWM HAVAL H6 2027 – Preços

HEV ONE: R$ 199.900
HEV2: R$ 225.000
PHEV19: R$ 250.000
PHEV35: R$ 290.000
GT: R$ 326.000

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El subidón de las temperaturas golpea a los empleados más expuestos al calor: “Trabajas a costa de tu cuerpo”

10 June 2026 at 04:45
Carteles en contra de las condiciones climáticas en el colegio Carmen Benítez, en Sevilla el 3 de junio.

Antes de trabajar en un colegio de educación especial, Nuria Mateos fue teleoperadora. “En esa oficina sí había aire acondicionado, a veces tan fuerte que tenías que ponerte una chaqueta. Ahora, en clases con chavales con necesidades especiales, estoy con un ventilador que lo único que hace es mover aire caliente. Trabajas a costa de tu cuerpo, el calor te aturulla la cabeza”, explica esta docente de 43 años de Alcalá de Henares (Madrid). Muy cerca, en un instituto de Torrejón de Ardoz, es profesor de Economía Eduardo Serna, de 38 años: “Trabajé como periodista y nunca estuve en una redacción sin aire acondicionado. Es bastante alucinante. Al final de la mañana se hace muy difícil”.

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Cómo buscar un sitio perfecto para ver el eclipse total: tres apps y una web resuelven el dilema

10 June 2026 at 04:30

Considerado el evento astronómico del siglo en España, porque será total en casi el 40% de su territorio, el eclipse solar del 12 de agosto tiene el inconveniente de que sucederá demasiado cerca de la puesta de sol, en torno a las ocho y media de la tarde. Eso hará fácil que montañas y hasta pequeñas elevaciones del terreno en el horizonte, además de árboles y edificios, nos puedan tapar la visión del fenómeno; sobre todo, en el este peninsular y Baleares, pues allí el sol estará aún más bajo durante el máximo del eclipse.

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Pantallazos de la app IGN Eclipses.Pantallazos de la apps Brújula y Sky Tonight.

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Fotografía del último eclipse solar total, el del 8 de abril de 2024, visto desde el Lago Monroe (en Indiana, EE UU).

Primero fue la baliza V-16 y ahora llegan los conos conectados

9 June 2026 at 17:13
Dos empresas ya han conseguido homologar estos conos, cuya finalidad es avisar en tiempo real de obras, carriles cortados, etc. Una información que llega a la nube de la DGT y luego a los conductores. Pero tranquilo, no tendrá que comprar uno. Leer

Dos empresas ya han conseguido homologar estos conos, cuya finalidad es avisar en tiempo real de obras, carriles cortados, etc. Una información que llega a la nube de la DGT y luego a los conductores. Pero tranquilo, no tendrá que comprar uno.

La DGT estrena los conos inteligentes y los conductores no tendrán que pagarlos

9 June 2026 at 10:37
Conos inteligentes

La Dirección General de Tráfico (DGT) avanza en la digitalización de las carreteras españolas. Tras la implantación de la baliza V-16 conectada, Tráfico ha homologado los primeros conos inteligentes capaces de comunicar incidencias y obras en tiempo real.

Estos dispositivos, los conos inteligentes, alertan a los conductores de forma anticipada sobre la presencia de trabajos de mantenimiento, cortes de carril o cualquier incidencia en la vía. Así se mejora la seguridad vial y se reduce los riesgos en carretera.

¿En qué consisten los conos y para que se utilizan?

Según la DGT, los conos son dispositivos diseñados para comunicar automáticamente el inicio y la finalización de una obra o incidencia en carretera. A diferencia de los tradicionales, incorporan sistemas de geolocalización y conectividad que permiten transmitir su ubicación exacta a la plataforma de vehículo conectado del Punto de Acceso Nacional de Información de Tráfico y Movilidad (NAP).

Estos dispositivos están concebidos para informar en tiempo real de la existencia de trabajos en la vía. Facilitan que la información llegue tanto a los centros de gestión del tráfico como a los propios conductores. La medida se enmarca dentro de la estrategia de modernización de las infraestructuras viarias y del despliegue de los Sistemas Inteligentes de Transporte impulsados (SIT).

Cómo funcionan los nuevos conos conectados

El funcionamiento de estos dispositivos es automático. Una vez desplegados sobre la carretera, los conos envían una señal a la plataforma de vehículo conectado de la DGT. Informan de la ubicación exacta de la incidencia o de la zona de obras.

La información se integra en el NAP siguiendo las especificaciones establecidas en la Resolución de 17 de enero de 2025 de la DGT. Esta regula el protocolo para el envío de datos sobre actuaciones en la vía mediante conos conectados.

Gracias a esta tecnología, los avisos pueden trasladarse a los paneles de mensaje variable instalados en las carreteras y también a los sistemas de navegación de los vehículos conectados, permitiendo que los conductores reciban advertencias antes de llegar al punto afectado.

La mayor antelación sobre advertencias favorece una reducción de la velocidad progresiva y minimiza maniobras bruscas que puedan generar situaciones de riesgo.

Además, los conos inteligentes también resultan útiles cuando una incidencia debe permanecer señalizada sin presencia de operarios. En estos casos, continúan transmitiendo información sobre el peligro existente para que los vehículos que se aproximen reciban la correspondiente alerta

Netun Solutions es la primera compañía

La primera compañía en obtener la homologación oficial para comercializar estos conos ha sido la empresa españolaNetun Solutions, conocida por desarrollar la baliza conectada Help Flash.

La certificación supone el primer paso para la implantación progresiva de esta nueva señalización inteligente en las carreteras españolas y abre la puerta a futuras homologaciones de otros fabricantes.

Los conductores no tendrán que pagar nada

Uno de los aspectos más relevantes de esta nueva tecnología es que su implantación no supondrá ningún coste para los conductores.

A diferencia de las balizas V-16 conectadas, cuya adquisición sí corresponde a los propietarios de los vehículos para cumplir con la normativa (plenamente en vigor en 2026), los conos inteligentes están destinados a ser utilizados por empresas de conservación, mantenimiento y gestión de infraestructuras viarias. Por tanto, el coste de estos dispositivos recaerá sobre las entidades responsables de las actuaciones en carretera y no sobre los ciudadanos.

Una red viaria cada vez más conectada

 La incorporación de conos inteligentes permitirá digitalizar estos procesos y mejorar la comunicación entre la infraestructura y los vehículos.

Con esta nueva homologación, la DGT continúa avanzando en su modelo de carretera conectada, donde no solo los vehículos intercambian información en tiempo real, sino también los propios elementos de señalización desplegados sobre la vía.

Una sentencia obliga a Riu a renegociar el exceso de jornada de sus trabajadores en 15 hoteles de Canarias

9 June 2026 at 04:45
Camarera en un hotel de la cadena balear Riu, en una imagen cedida por la compañía.

La justicia ha obligado a la cadena hotelera Riu a renegociar el exceso de jornada de los trabajadores de 15 de sus hoteles en Canarias. Una sentencia de la Sala de lo Social del Tribunal Superior de Justicia de las Palmas de Canarias ha estimado la demanda presentada por la Confederación Sindical de Comisiones Obreras en Canarias contra el acuerdo alcanzado el 1 de agosto de 2024 entre la Federación de Servicios, Movilidad y Consumo UGT Canarias, la más representativa en ese ámbito, y seis sociedades integradas dentro de Riu, para regular el descanso entre jornadas de los trabajadores de 15 de sus hoteles.

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La Seguridad Social avanza el trámite para anticipar la jubilación de los camioneros por la siniestralidad que sufren

8 June 2026 at 15:38

El Ministerio de Seguridad Social da un paso clave en el proceso para anticipar la jubilación de los empleados del transporte de mercancías. Según ha informado UGT en una nota de prensa, la Dirección General de Ordenación de la Seguridad Social (DGOSS) ya ha terminado un informe imprescindible al respecto, el de morbilidad y mortalidad en el sector. Llega más tarde del plazo previsto en el decreto que regula esta nueva vía para anticipar la jubilación en los sectores que más siniestralidad y bajas registran, tardanza que había soliviantado a UGT hasta tal punto que convocó una huelga para presionar al Gobierno. Con la finalización del informe y un compromiso por escrito de que el procedimiento seguirá su curso, UGT ha comunicado este lunes que desconvoca el paro.

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© Jesús Hellín (Europa Press)

Decenas de coches en la A-4, a 27 de diciembre de 2024, en Madrid (España).

Los sindicatos piden equiparar las condiciones laborales de los bomberos forestales que se enfrentan a los incendios en España

8 June 2026 at 11:58

La sucesión de desastres naturales en forma de incendios o graves inundaciones ha llevado a UGT y CC OO a reclamar una ley unitaria de bomberos que coordine sus condiciones laborales y capacidades. Estos sindicatos han instado este lunes en una rueda de prensa conjunta a aprobar un marco normativo estatal que se pueda adecuar a las comunidades, competentes en estas materias, para agilizar y perfeccionar dispositivos esenciales en emergencias. Los sindicatos han denunciado que “España cuenta actualmente con más de 130 Servicios de Prevención, Extinción de Incendios y Salvamento (SPEIS) con importantes desigualdades en materia de organización, formación, recursos, condiciones laborales y tiempos de respuesta” y apelan a la responsabilidad política para que el Ejecutivo y los grupos parlamentarios aparquen diferencias “partidistas” y favorezcan a la ciudadanía en riesgo.

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© Emilio Fraile

Un bombero en uno de los incendios en la provincia de Zamora, en agosto de 2025.

Mata a tres motoristas por una distracción y la condenan... a pagar una multa de 5.400 euros

7 June 2026 at 07:10
El accidente ocurrió en septiembre de 2022, cuando la conductora se despistó por ir tomando un café. También tendrá que indemnizar con 326.000 euros a los familiares de las víctimas. Leer

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