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Endesa e Iberdrola pierden casi un millón de clientes de electricidad desde la guerra de Ucrania

10 June 2026 at 02:19
Repsol, con 740.000 altas en tres años, emerge como el ganador absoluto de la fuga de usuarios que está debilitando el histórico dominio de las dos mayores eléctricas de España Leer

Repsol, con 740.000 altas en tres años, emerge como el ganador absoluto de la fuga de usuarios que está debilitando el histórico dominio de las dos mayores eléctricas de España

Cómo buscar un sitio perfecto para ver el eclipse total: tres apps y una web resuelven el dilema

10 June 2026 at 04:30

Considerado el evento astronómico del siglo en España, porque será total en casi el 40% de su territorio, el eclipse solar del 12 de agosto tiene el inconveniente de que sucederá demasiado cerca de la puesta de sol, en torno a las ocho y media de la tarde. Eso hará fácil que montañas y hasta pequeñas elevaciones del terreno en el horizonte, además de árboles y edificios, nos puedan tapar la visión del fenómeno; sobre todo, en el este peninsular y Baleares, pues allí el sol estará aún más bajo durante el máximo del eclipse.

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Pantallazos de la app IGN Eclipses.Pantallazos de la apps Brújula y Sky Tonight.

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Fotografía del último eclipse solar total, el del 8 de abril de 2024, visto desde el Lago Monroe (en Indiana, EE UU).

Bolivia’s failed economic model: From the ‘energy heart of South America’ to the risk of blackouts

9 June 2026 at 14:56

There is an old propaganda poster advertising Evo Morales’ third-term program: “Bolivia will be the energy heart of South America. Bolivia will have energy sovereignty. We will export energy to neighboring countries and become a regional leader.” The former president began that term in 2015 backed by an overwhelming electoral victory of more than 60%. The support reflected the economic stability the country had enjoyed since his first term in 2006, sustained mainly by natural gas exports, which in 2014 alone reached $6.1 billion. International reserves became the highest in South America relative to GDP. But behind the scenes, the picture was different. Reserve certifications did not match the extravagant figures that had been proclaimed, and oil companies had neglected exploration of new fields.

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© José Luis Quintana (LatinContent via Getty Images)

Gualberto Villarroel oil refinery in Cochabamba, Bolivia, in 2014.

Portugal em risco muito elevado de exposição à radiação UV

9 June 2026 at 07:56
O risco muito elevado de exposição à radiação UV vai manter-se muito elevado pelo menos até sexta-feira, em todo o país. O IPMA recomenda que se evite a exposição ao sol sempre que possível.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O IPMA aconselha a utilização de óculos de sol com filtro UV, chapéu, 't-shirt', guarda-sol, protetor solar e que se evite a exposição das crianças ao sol

Liberadas 29 mujeres víctimas de explotación sexual en supuestas viviendas turísticas de la Costa del Sol

8 June 2026 at 17:04

Jardines con palmeras, esculturas de leones en la puerta y enormes habitaciones en el interior. Aparentaban ser viviendas turísticas de lujo, pero en realidad formaban parte de una red de explotación sexual de mujeres. La Policía Nacional ha liberado a 29 víctimas que ejercían la prostitución en casas de Benalmádena y Marbella en condiciones abusivas, sin tiempos de descanso y con disponibilidad las 24 horas, además de la exigencia de ofrecer ciertos servicios sexuales y tomar y suministrar drogas a sus clientes. Han sido detenidas 22 personas, entre ellas la cabecilla de la organización, una mujer de 72 años, así como sus hijos, con quienes controlaba el negocio. Los investigadores les han intervenido 300.000 euros en metálico y han bloqueado cuentas con 1,1 millones de euros, además de inmuebles valorados en 6,5 millones de euros. Tras pasar a disposición judicial, todas las personas arrestadas han quedado en libertad.

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© Policía Nacional (EUROPA PRESS REMITIDAS)

Coche de la Policía Nacional, en una imagen de archivo.

Ministra sugere um desenho à entrada da praia a informar onde colocar o guarda-sol

A ministra Graça Carvalho, esteve esta sexta-feira, 5 de junho, no Algarve, onde defendeu que à entrada das praias deve existir um desenho que possa esclarecer onde é que os utilizadores podem colocar o seu guarda-sol.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, encontrava-se a visitar a obra de intervenção de reforço sedimentar em curso na Praia da Fuseta-Mar, no concelho de Olhão.

Em declarações aos jornalistas, transmitidas pela RTP, a governante aconselhou a que “haja um desenho à entrada da praia, a dizer este espaço é concessão, este espaço é segurança, tudo o resto é livre”.

Contudo, “sabendo que nas áreas de segurança e nas áreas de concessão, não é livre acesso. Tudo fora é livre. Portanto, a lei é esta, as regras são estas, são muito simples.” argumentou a ministra do Ambiente.

Temos é que ter para cada praia o seu plano de praia e a sua sinalética”, adiantou a ministra Graça Carvalho.

Depois ainda reforçou: “já se sabe que dentro da concessão e nas áreas que são de segurança as pessoas individuais que não foram para a concessão não podem pôr os seus chapéus. Fora, podem pôr o chapéu”.

EB1/PE da Lombada distinguida com Certificado de Escola Tecnológica Inovadora

5 June 2026 at 18:43
A Escola Básica do 1.º Ciclo com Pré-Escolar da Lombada, na Ponta do Sol, foi distinguida, no passado dia 3 de Junho, com o Certificado de Escola Tecnológica Inovadora. A distinção reconhece o trabalho desenvolvido ao longo do último ano lectivo nas áreas relacionadas com a tecnologia educativa, destacando-se a criatividade, a inovação e o […]

AREMDA promove Torneio de Golfe anual solidário no Vila Sol

A AREMDA – Associação Regional de Esclerose Múltipla do Algarve, é uma instituição particular de solidariedade social (IPSS), com sede em Faro, que tem por fins contribuir para melhorar as condições de vida dos portadores de Esclerose Múltipla, e de pessoas portadoras de outras patologias neurodegenerativas ou incapacitantes, que residam ou trabalhem na região, bem como das pessoas que com eles convivem, promovendo uma melhor integração social e comunitária, de forma a contribuir para uma sociedade mais inclusiva.

Mais uma vez a AREMDA leva a efeito o Torneio de Golf anual, a realizar no campo de Vila Sol & Resort Hotel Vilamoura, que servirá para angariação de fundos de modo a permitir que os portadores possam usufruir de uma vida mais leve, e sentindo que estão a ser apoiados por pessoas que se preocupam com eles e respetivas famílias.

O Torneio de Golfe vai realizar-se no dia 25 de julho de 2026, com início às 08h00, pelo que quanto a preços dos ingressos, são os seguintes:

  • Golf + Almoço por pessoa = 87,50€
  • Golf + Almoço por casal = 160,00€
  • Golf + Almoço para associado Vila Sol = 82,50 €
  • Apenas Almoço por pessoa = 60,00€
  • Apenas Almoço para Portadores = 15,00€

A AREMDA agradece que facilitem a inscrição, procedendo ao pagamento através do IBAN: PT 50 0007 0000 0044 5517 6062 3, até 48 horas antes do torneio, enviando o respetivo comprovativo, cujo pedido também serve para quem pretende só almoçar.

Mais de 70 mulheres tiveram mandatos cassados em 10 anos no país

Logo Agência Brasil

De 2015 a 2025, 71 mulheres tiveram seus mandatos cassados ou tornados alvo de cassações malsucedidas, em 19 unidades federativas. De acordo com o Instituto E Se Fosse Você, que divulgou o dado hoje (3), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com o levantamento Mulheres Ameaçadas no Brasil: dos feminicídios às cassações de mandatos (2015-2025), foi a partir de 2019, início do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro, que houve um boom de casos.

No ano de 2015, ainda não havia sido registrada nenhuma ocorrência. Em 2026 foi inaugural nesse tipo de situação, quando a então presidenta da República, Dilma Rousseff, foi deposta, por meio de um golpe.

Notícias relacionadas:

Em 2023, em que as Casas do Congresso Nacional, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, se renovaram, o total foi 11 casos. O recorde, de 30 episódios, foi atingido no ano passado. 

Apesar desse contexto eleitoral, são as vereadoras as principais vítimas de perseguição. Sete de cada dez (73%) mulher com cargo eletivo atacada ocupam essa função. Parlamentares estaduais/distritais e federais estão no centro de um quinto (20%) dos casos. 

Sua identidade de gênero, o poder que têm em suas mãos, ao ocuparem assento em espaços onde o destino de populações inteiras é decidido, e o partido ao qual são filiadas diz bastante sobre os motivos do cerco que enfrentam. Como destaca a entidade no relatório, constata-se o que o movimento feminista denomina de backlash, que é uma reação organizada contra avanços obtidos por mulheres. 

Quase metade (40%) das mulheres eleitas para serem representantes do povo e que tiveram a legitimidade de seu trabalho posta em xeque eram do Partido dos Trabalhadores (PT) ou do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Do outro lado, os agressores pertencem, majoritariamente, a siglas do espectro conservador (70%), como o Partido Liberal (PL), União Brasil, Partido Progressistas (PP), Partido Social Democrático (PSD) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Outra característica inerente a eles é ser identificado como homem cisgênero, ou seja, que vê compatibilidade entre sua identidade de gênero e seu sexo biológico (78%).

"Esse dado sugere que a incidência dos ataques não se dirige apenas à condição de gênero, mas também a posicionamentos políticos e agendas de gênero assumidas publicamente", dizem os especialistas que conduziram o estudo. 

"Essa assimetria sugere que as cassações respondem a padrões estruturados de hostilidade político-ideológica contra mulheres progressistas, frequentemente orquestradas por bancadas conservadoras. Vale destacar que o PT aparece nos dados tanto como partido de algumas vítimas quanto, em menor grau, como agente em conflitos intrapartidários internos– ou seja, casos em que disputas dentro do próprio partido levam à tentativa de cassar mandatos de correligionárias, em geral por divergências ou disputas de poder locais. Em suma, mulheres que desafiam hegemonias políticas locais – seja por posição ideológica, atuação oposicionista ou renovação geracional – têm sido alvos preferenciais desse tipo de violência institucional."

 

Mais de 70 mulheres tiveram mandatos cassados em 10 anos no país

Logo Agência Brasil

De 2015 a 2025, 71 mulheres tiveram seus mandatos cassados ou tornados alvo de cassações malsucedidas, em 19 unidades federativas. De acordo com o Instituto E Se Fosse Você, que divulgou o dado hoje (3), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com o levantamento Mulheres Ameaçadas no Brasil: dos feminicídios às cassações de mandatos (2015-2025), foi a partir de 2019, início do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro, que houve um boom de casos.

No ano de 2015, ainda não havia sido registrada nenhuma ocorrência. Em 2026 foi inaugural nesse tipo de situação, quando a então presidenta da República, Dilma Rousseff, foi deposta, por meio de um golpe.

Notícias relacionadas:

Em 2023, em que as Casas do Congresso Nacional, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, se renovaram, o total foi 11 casos. O recorde, de 30 episódios, foi atingido no ano passado. 

Apesar desse contexto eleitoral, são as vereadoras as principais vítimas de perseguição. Sete de cada dez (73%) mulher com cargo eletivo atacada ocupam essa função. Parlamentares estaduais/distritais e federais estão no centro de um quinto (20%) dos casos. 

Sua identidade de gênero, o poder que têm em suas mãos, ao ocuparem assento em espaços onde o destino de populações inteiras é decidido, e o partido ao qual são filiadas diz bastante sobre os motivos do cerco que enfrentam. Como destaca a entidade no relatório, constata-se o que o movimento feminista denomina de backlash, que é uma reação organizada contra avanços obtidos por mulheres. 

Quase metade (40%) das mulheres eleitas para serem representantes do povo e que tiveram a legitimidade de seu trabalho posta em xeque eram do Partido dos Trabalhadores (PT) ou do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Do outro lado, os agressores pertencem, majoritariamente, a siglas do espectro conservador (70%), como o Partido Liberal (PL), União Brasil, Partido Progressistas (PP), Partido Social Democrático (PSD) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Outra característica inerente a eles é ser identificado como homem cisgênero, ou seja, que vê compatibilidade entre sua identidade de gênero e seu sexo biológico (78%).

"Esse dado sugere que a incidência dos ataques não se dirige apenas à condição de gênero, mas também a posicionamentos políticos e agendas de gênero assumidas publicamente", dizem os especialistas que conduziram o estudo. 

"Essa assimetria sugere que as cassações respondem a padrões estruturados de hostilidade político-ideológica contra mulheres progressistas, frequentemente orquestradas por bancadas conservadoras. Vale destacar que o PT aparece nos dados tanto como partido de algumas vítimas quanto, em menor grau, como agente em conflitos intrapartidários internos– ou seja, casos em que disputas dentro do próprio partido levam à tentativa de cassar mandatos de correligionárias, em geral por divergências ou disputas de poder locais. Em suma, mulheres que desafiam hegemonias políticas locais – seja por posição ideológica, atuação oposicionista ou renovação geracional – têm sido alvos preferenciais desse tipo de violência institucional."

 

Algarve: Chapéus-de-sol dividem banhistas e concessionários e Polícia Marítima já teve que intervir – SIC

Antes do arranque oficial da época balnear, instalou-se a confusão nas praias do Algarve, tendo em conta que enquanto em algumas já se permite chapéus de sol em frente das concessões, outras, como a de Monte Gordo, mantêm a proibição. Repetem-se os conflitos com os banhistas e até a Polícia Marítima já foi chamada a intervir, como é referido na reportagem da SIC.

A confusão começa cedo na Praia de Monte Gordo, no momento de abrir o chapéu de sol. Quem pensava que já não havia limitação descobre que tem mesmo de ir para outro sítio.

Em causa está a ideia de que não há lei que impeça colocar o chapéu de sol em frente da concessão. As declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ainda não tiveram impacto na sinalética da praia.

No vazio, cada praia parece encontrar uma forma de reagir. Se na Galé, em Albufeira, os chapéus já se instalam onde antes lhes era vedado, Vila Real de Santo António mantém a proibição.

Os concessionários e o município estão unidos contra qualquer mudança. Alegam questões de segurança e temem, dizem, a “selva”.

Há, claro, outro impacto temido sobre quem paga atualmente cerca de 20 euros para estar numa concessão. Para já, aqui, vão mantendo a vista desafogada.

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