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A trovoada de junho matou os porcos

18 June 2026 at 15:51

VTM

Dos Fundegos vinham os primeiros raios, anunciando uma tragédia para a agricultura.

Os mais velhos vaticinavam que chegaria uma tempestade capaz de destruir as culturas já feitas. A sabedoria popular, guiada pelo desenho e pelas cores das nuvens, anunciava uma tarde arrasadora. Assim dizia uma velha sentada num banco de pedra, os óculos caídos sobre o nariz. Afagava de vez em quando um bichaninho peludo e ranhoso. Ao passar por ali uma mulher, sentenciou:

– Ó Olímpia, vem aí uma trovoada que vai pôr tudo de pantanas. Vamos ensaiar a prece a Santa Bárbara Bendita?

Ti Olímpia respondeu-lhe que a aldeia já estava habituada às trovoadas de maio e junho. Entretanto, um homem de sacho ao ombro, bigode revirado, seguia para a Granja, cantarolando uma moda brejeira, como quem desdenha o aviso das velhas.

Mas a chuva, os relâmpagos e os trovões não tardaram. Em pouco tempo, a ribeira mal continha a cheia que descia pelas vertentes dos montes. E a velha azenha, à sua margem, tornou-se testemunha de uma tragédia que se abatia sobre Mateus.

Os relâmpagos rasgaram a negrura das nuvens: tudo parecia um inferno. A natureza em estado de guerra. As gotas caíam grossas, num ruído assustador, e os trovões rebentavam com tal violência que os mais medricas se benziam à pressa.

Cheirava a terra quente e molhada num odor intenso que subia do chão.

Estavam quarenta graus.

O ar era sufocante, quase irrespirável.

Um trovão, mais violento, fez correr a ti Carolina até casa da minha mãe. Pedia abrigo, pois sabia que ali ninguém temia as trovoadas. O que caía do céu era já uma tromba de água. As nuvens negras abafavam toda a aldeia.

Da Rua da Flores desciam cordas de água desenfreadas, arrastando tudo à sua passagem. A estrada nacional oferecia um quadro sinistro: lama, pedras e entulho.

Os cavalos dos ciganos, fustigados pelos mosquitos, sacudiam-se inquietos. O patriarca fazia estalar o chicote, enquanto os animais patinhavam na lama. Uma cigana grávida de 16 anos, abanou a cabeça em reprovação, recebendo também ela um açoite.

Os cachões de água, furiosos, galgaram a estrada junto à Casa da Dona Maria e invadiram a nitreira do conde, onde estavam vários porcos bem tratados.

Encurralados, sem possibilidade de fuga, os animais grunhiram, mas ninguém os ouviu. A mortandade, porém, não passou despercebida aos ciganos.

Com autorização do administrador do conde- César Augusto Monteiro- levaram os animais para as tendas onde viviam.

Pelas barrigas inchadas dos ciganinhos, dos cães e até dos cavalos, percebeu-se que o festim fora abundante.

Depois da trovoada devastadora, Mateus reergueu-se.

E a vida não tardou a recomeçar.

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Diplomacia de Israel corta contactos com Kaja Kallas

18 June 2026 at 13:18
Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita acusa a alta representante da UE de "calúnia de sangue", após ter comparado as ações de Israel em Gaza ao regime do apartheid sul-africano.

© MARTIN DIVISEK/EPA

Kallas visitou Israel e o território palestiniano da Cisjordânia em março de 2025, mantendo uma postura crítica em relação à ofensiva israelita em Gaza, mas frisou o direito de Israel à autodefesa

Diplomacia de Israel corta contactos com Kaja Kallas

18 June 2026 at 13:18
Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita acusa a alta representante da UE de "calúnia de sangue", após ter comparado as ações de Israel em Gaza ao regime do apartheid sul-africano.

© MARTIN DIVISEK/EPA

Kallas visitou Israel e o território palestiniano da Cisjordânia em março de 2025, mantendo uma postura crítica em relação à ofensiva israelita em Gaza, mas frisou o direito de Israel à autodefesa

Aumenta a pressão para reverter o Brexit. “Perder tempo a olhar para o passado”, diz Starmer

By: ZAP
18 June 2026 at 09:30
Rivais do primeiro-ministro britânico defendem o regresso do Reino Unido à União Europeia. Keir Starmer alerta que não se deve “perder tempo a olhar para trás”, e garante que mantém o compromisso do programa eleitoral do Labour de não voltar a aderir ao bloco europeu. O Reino Unido e a União Europeia não devem perder tempo a “olhar para trás” para o Brexit, afirmou Keir Starmer esta quarta-feira, numa altura em que enfrenta pressões para reconsiderar o regresso do país à UE. O primeiro-ministro reafirmou o compromisso assumido no programa eleitoral do seu Governo de não voltar a entrar no

UE debate apoio à Ucrânia com Zelensky

18 June 2026 at 06:51
Na sequência das negociações de expansão do bloco, a UE volta a debater o apoio à Ucrânia numa cimeira de dois dias que começa esta quinta-feira. Luís Montenegro estará presente.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Os líderes deverão ainda trocar impressões sobre a competitividade da economia europeia e a relação com a China, bem como sobre a situação no Médio Oriente

UE debate apoio à Ucrânia com Zelensky

18 June 2026 at 06:51
Na sequência das negociações de expansão do bloco, a UE volta a debater o apoio à Ucrânia numa cimeira de dois dias que começa esta quinta-feira. Luís Montenegro estará presente.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Os líderes deverão ainda trocar impressões sobre a competitividade da economia europeia e a relação com a China, bem como sobre a situação no Médio Oriente

O TJUE, Portugal e a febre anti-abuso

18 June 2026 at 00:06

Há acórdãos que resolvem um litígio – e depois há acórdãos que obrigam um sistema fiscal inteiro a olhar para o espelho. O recente Acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) no caso Nova Iberomoldes (processo C-837/24, com Acórdão de 4 de Junho de 2026) pertence, creio, à segunda categoria, porque atinge um nervo exposto do nosso regime tributário: a tendência para transformar normas concebidas para combater abusos fiscais em regras de tributação automática.

A velha Sisa (esse fóssil fiscal que mudou de nome para IMT, mas continua a assombrar o imobiliário português) nasceu para tributar transmissões onerosas de imóveis. Com o tempo, a lei passou também a alcançar transmissões de participações sociais em sociedades com imóveis. A lógica é simples: se alguém compra uma sociedade cujo valor está essencialmente em imóveis, pode estar, na prática, a comprar os imóveis sem pagar imposto sobre a compra dos imóveis. Palavra-chave: pode.

O problema começa quando uma linha de defesa contra manobras artificiais passa a funcionar como rede de malha fina lançada sobre operações empresariais normais. Apanha o peixe certo, mas também a arte, o pescador e a traineira.

O artigo 2.º do Código do IMT (CIMT) começa pela incidência clássica: transmissões onerosas de imóveis situados em Portugal. Depois, a lei alargou o conceito até incluir a aquisição de participações sociais em sociedades com património imobiliário relevante. Durante muito tempo, esta ficção respeitava sobretudo a sociedades de pessoas e sociedades por quotas, mas em 2020, passou a abranger também sociedades anónimas, desde que se verifiquem, em síntese, três requisitos: mais de 50% do activo em imóveis portugueses, não afectos a actividade operacional, e aquisição que coloque alguém com pelo menos 75% do capital social.

Ora, o caso em notícia explica-se sem latim fiscal: uma sociedade holding foi constituída e o seu capital foi realizado através de entradas em espécie: em vez de dinheiro, o accionista entregou participações sociais noutras sociedades. Entre elas estava o capital de uma sociedade com imóveis no activo. A Autoridade Tributária entendeu que a nova sociedade adquirira, indirectamente, domínio sobre imóveis em Portugal e liquidou IMT, nos termos da lei.

O contribuinte respondeu que a operação era uma entrada de capital e uma reestruturação protegida pela Directiva 2008/7/CE, relativa aos impostos indirectos sobre reuniões de capitais. O Tribunal deu-lhe razão: quando uma operação se qualifica como reestruturação abrangida pela Directiva, Portugal não pode cobrar IMT apenas porque, por trás das participações transmitidas, existem imóveis.

O Tribunal não acabou com o IMT sobre transmissões indirectas de imóveis, nem abriu uma auto-estrada para meter prédios dentro de sociedades e vender as sociedades por baixo do radar. Decidiu algo mais preciso: uma ficção fiscal nacional não pode transformar uma reestruturação empresarial protegida pelo Direito da União Europeia numa transmissão imobiliária tributável.

Em abstracto, a regra interna parece prudente. Na prática, o IMT acabou por incidir sobre operações societárias onde pode não haver venda de imóveis, especulação imobiliária ou abuso. A reestruturação de empresas é uma necessidade normal da vida económica: grupos reorganizam participações, criam holdings, simplificam estruturas, refinanciam actividades e separam riscos. Quando estes movimentos passam por sociedades com imóveis, o IMT aproxima-se perigosamente de uma taxa de fricção sobre a organização das empresas.

É certo que o artigo 60.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais oferece uma válvula de segurança para certas operações de reestruturação, oferecendo isenções de IMT e de Selo; mas não resolve o problema de fundo: aquilo que deveria ser regra aparece como benefício fiscal, dependente de fiscalização posterior e de uma margem prática de enorme incerteza (o que não é bom para o negócio, e muitas vezes o estraga).

Mas generalizando, o que importa destacar, a meu ver, é que esta decisão do TJUE é mais do que um episódio técnico sobre uma Directiva pouco conhecida. É um sinal sonoro de uma linha jurisprudencial europeia que vem sendo construída há anos em defesa do contribuinte: o combate ao abuso é legítimo, mas exige abuso.

Em Cadbury Schweppes, o Tribunal apontou para montagens puramente artificiais, desligadas da realidade económica. Em Eqiom e Enka, recusou presunções gerais de fraude ou abuso. Em Deister Holding e Juhler Holding, travou uma regra nacional assente nesse tipo de presunções. E em Foggia, caso português, recordou que uma reestruturação pode ter razões económicas válidas mesmo gerando vantagens fiscais, desde que estas não sejam predominantes.

A lição é simples: uma norma anti-abuso não pode ser um piloto automático. Para a sua aplicação não basta carregar no botão. Tem de haver análise concreta, realidade económica e proporcionalidade. O Estado pode combater a fraude, fechar atalhos artificiais e tributar transmissões imobiliárias encapotadas. Mas não pode usar o vocabulário do abuso para criar uma incidência fiscal sem abuso.

Essa é a tentação portuguesa – e europeia, pelo menos nos tempos mais recentes: normas de incidência (ou de anti-abuso) largas, cómodas e agressivas, potencialmente violadoras do princípio constitucional da legalidade do imposto. O contribuinte entra no processo já com ar de culpado, obrigado a explicar que a sua reorganização não é uma trapaça fiscal. No caso, e como bom exemplo, a lei abstém-se de distinguir entre quem reorganiza uma empresa e quem, abusivamente, monta uma capa societária para vender prédios sem imposto.

Para o Estado do Orçamento, esta indiferença é tentadora. Para o Estado de Direito, é tóxica.

Obviamente, o Acórdão Nova Iberomoldes não resolve todos os problemas. Haverá sempre casos fora da Directiva 2008/7/CE, casos abusivos e planeamentos artificiais que continuarão a poder ser atacados, e ainda bem. Mas um sistema fiscal sério não pode ser preguiçoso. A Autoridade Tributária deve investigar o abuso onde ele exista, prová-lo e fundamentá-lo.

A consequência prática desta decisão parece-me clara: o artigo 2/2/d do CIMT tem de ser lido à luz do Direito da União Europeia. Deve ser afastada a aplicação automática da norma a operações de capitalização e reestruturação protegidas pela Directiva – e o legislador faria bem em criar regras de segurança para reorganizações empresariais genuínas.

O mais importante a assinalar é que o TJUE tem vindo a assumir um papel que deveria caber antes de mais aos legisladores: deixar claro que a luta contra o abuso fiscal não justifica tudo. O TJUE não está a proteger aldrabices, mas sim a proteger contribuintes contra normas cegas, excessivas e perfunctórias.

O combate ao abuso fiscal precisa de acertar num alvo legítimo. Disparar primeiro e perguntar depois constitui doutrina aceitável em maus filmes de guerra; já num Estado de Direito, é apenas má pontaria com excesso de danos colaterais.

Ou dito de outra forma: façam-nos o favor de não abusar das cláusulas anti-abuso.

Harry Kane sobra em campo e Inglaterra bate Croácia por 4 a 2 na Copa

18 June 2026 at 00:06

Logo Agência Brasil

A Inglaterra levou a melhor sobre a Croácia, com vitória pora 4 a 2 no primeiro clássico europeu da Copa do Mundo, disputado no AT&T Stadium, na cidade de Dallas(Estados Unidos). Os Três Leões - apelido da seleção britânica - mostraram determinação em campo para buscar o segundo título mundial, após jejum de 60 anos. No jogo de abertura do Grupo L do Mundial, o atacante Hary Kane balançou a redes duas vezes para os britânicos e tornou-se o maior artilheiro do país, ao lado de Gary Lineker, com 10 gols. Bellinghan e Rashford completaram o placar dos Três Leões, enquanto Baturina e Musa descontaram para os croatas, os Xadrezistas (apelido em alusão ao uniforme).

Three points for the Three Lions 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿#FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 17, 2026

Notícias relacionadas:

A Croácia começou pressionando a saída de bola dos ingleses, mas durou muito pouco. Os Três Leões apostaram em contra-ataques velozes pela direita. E logo aos 8 minutos, após cobrança de escanteio, Modric se adiantou para cortar a bola, mas acabou atingindo Madueke, filho de nigerianos nascido na Inglaterra. Após revisão do VAR, o árbitro anotou pênalti a favor dos ingleses. O camisa 9 Harry Kane cobrou duas vezes: na primeira delas, o goleiro Livakovic defendeu, mas o VAR identificou que o goleiro croata não manteve um dos pés na linha, como manda a regra. O árbitro mandou repetir, e Kane abriu placar com um chute forte, à direita de Livakovic, que caiu para o outro lado.  Musa e 

O gol motivou ainda mais os ingleses, que enfileiram contra-ataques perigosos. Num deles, aos 20 minutos, Kane deu passe para Bellingham arrancar com a bola até a área, mas o goleiro Livcokovic se adiantou e defendeu.

Aos 35 minutos, a Croácia roubou a bola próximo à intermediária e iniciou a jogada do empate. Após levantamento na área, Sucic rolou para Baturina deixar tudo igual em Dallas: 1 a 1. Mas nem deu tempo de comemorar: seis minutos depois, os Três Leões voltaram a liderar  o placar com gol de bola parada. Em jogada ensaiada, Rice cobrou escanteio na medida para Kane cabecear, ao subir sozinho vindo de trás.

E quem já aguardava o intervalo do jogo, ainda viu a Croácia arrancar novo empate último minuto do jogo, após Pasalic lançar na grande área para Perisic, que escorou para Musa marcar um golaço.

Starting strong! 💪 pic.twitter.com/iytFvfNbUr

— England (@England) June 17, 2026

No segundo tempo, logo o primeiro minuto, os ingleses voltaram a liderar o placar. A jogada começou com Elliot Anderson, que lançou para na direita para Bellinghan. O atacante arrancou, invadiu a área e chutou cruzado para o fundo da rede, apliando para 3 a 1 a vantagem dos britânicos. A partir daí, pressão total no campo da Croácia. Aos 3 minutos, após escanteio, o lateral O’Reilly cabeceia livre para o gol, mas a bola vai para fora. Seis minutos depois, O’Reilly de novo tenta fazer marcar de cabeça, mas Livakovic evita, mas dá rebote e faz outra defesa incrível.

A Inglaterra sufoca a Croácia e faz Livakoviv brilhar novamente aos 11 minutos, ao pegar um chute de Harry Kane dentro da área.

Após a parada para a hidratação, os croatas esboçaram uma reação. Aos 30 minutos, Marco Pasalic desferiu um foguete para o fundo do gol, mas o goleiro Pickford espalmou para longe. No minuto seguinte, foi a vez de Matanovic mandar um bola perigosa, e novamente o goleiro britânico fez bela defesa.

A noite era mesmo dos Três Leões. Aos 39 minutos, os ingleses selaram a vitória por 4 a 2, com linda jogada iniciada pelo atacante Saka do lado direito. Ele se livra da marcação e rola para Rashford, que invadiu a área e chutou certeiro no canto esquerdo do gol croata.

Harry Kane sobra em campo e Inglaterra bate Croácia por 4 a 2 na Copa

18 June 2026 at 00:06

Logo Agência Brasil

A Inglaterra levou a melhor sobre a Croácia, com vitória pora 4 a 2 no primeiro clássico europeu da Copa do Mundo, disputado no AT&T Stadium, na cidade de Dallas(Estados Unidos). Os Três Leões - apelido da seleção britânica - mostraram determinação em campo para buscar o segundo título mundial, após jejum de 60 anos. No jogo de abertura do Grupo L do Mundial, o atacante Hary Kane balançou a redes duas vezes para os britânicos e tornou-se o maior artilheiro do país, ao lado de Gary Lineker, com 10 gols. Bellinghan e Rashford completaram o placar dos Três Leões, enquanto Baturina e Musa descontaram para os croatas, os Xadrezistas (apelido em alusão ao uniforme).

Three points for the Three Lions 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿#FIFAWorldCup

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 17, 2026

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A Croácia começou pressionando a saída de bola dos ingleses, mas durou muito pouco. Os Três Leões apostaram em contra-ataques velozes pela direita. E logo aos 8 minutos, após cobrança de escanteio, Modric se adiantou para cortar a bola, mas acabou atingindo Madueke, filho de nigerianos nascido na Inglaterra. Após revisão do VAR, o árbitro anotou pênalti a favor dos ingleses. O camisa 9 Harry Kane cobrou duas vezes: na primeira delas, o goleiro Livakovic defendeu, mas o VAR identificou que o goleiro croata não manteve um dos pés na linha, como manda a regra. O árbitro mandou repetir, e Kane abriu placar com um chute forte, à direita de Livakovic, que caiu para o outro lado.  Musa e 

O gol motivou ainda mais os ingleses, que enfileiram contra-ataques perigosos. Num deles, aos 20 minutos, Kane deu passe para Bellingham arrancar com a bola até a área, mas o goleiro Livcokovic se adiantou e defendeu.

Aos 35 minutos, a Croácia roubou a bola próximo à intermediária e iniciou a jogada do empate. Após levantamento na área, Sucic rolou para Baturina deixar tudo igual em Dallas: 1 a 1. Mas nem deu tempo de comemorar: seis minutos depois, os Três Leões voltaram a liderar  o placar com gol de bola parada. Em jogada ensaiada, Rice cobrou escanteio na medida para Kane cabecear, ao subir sozinho vindo de trás.

E quem já aguardava o intervalo do jogo, ainda viu a Croácia arrancar novo empate último minuto do jogo, após Pasalic lançar na grande área para Perisic, que escorou para Musa marcar um golaço.

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No segundo tempo, logo o primeiro minuto, os ingleses voltaram a liderar o placar. A jogada começou com Elliot Anderson, que lançou para na direita para Bellinghan. O atacante arrancou, invadiu a área e chutou cruzado para o fundo da rede, apliando para 3 a 1 a vantagem dos britânicos. A partir daí, pressão total no campo da Croácia. Aos 3 minutos, após escanteio, o lateral O’Reilly cabeceia livre para o gol, mas a bola vai para fora. Seis minutos depois, O’Reilly de novo tenta fazer marcar de cabeça, mas Livakovic evita, mas dá rebote e faz outra defesa incrível.

A Inglaterra sufoca a Croácia e faz Livakoviv brilhar novamente aos 11 minutos, ao pegar um chute de Harry Kane dentro da área.

Após a parada para a hidratação, os croatas esboçaram uma reação. Aos 30 minutos, Marco Pasalic desferiu um foguete para o fundo do gol, mas o goleiro Pickford espalmou para longe. No minuto seguinte, foi a vez de Matanovic mandar um bola perigosa, e novamente o goleiro britânico fez bela defesa.

A noite era mesmo dos Três Leões. Aos 39 minutos, os ingleses selaram a vitória por 4 a 2, com linda jogada iniciada pelo atacante Saka do lado direito. Ele se livra da marcação e rola para Rashford, que invadiu a área e chutou certeiro no canto esquerdo do gol croata.

Montenegro avisa que país deve preparar-se para concorrer ao fundo europeu de competitividade

17 June 2026 at 21:34

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, avisou hoje que “ninguém pode ficar a dormir na forma” e que Governo, empresas e universidades devem preparar-se para concorrer ao futuro Fundo Europeu de Competitividade.

“Ninguém pode dormir na forma. O Governo, a administração pública, as universidades, politécnicos, agentes económicos têm de estar na primeira linha da antecipação de 01 janeiro de 2028, aplicados desde a primeira hora em entrar nesse processo concorrencial”, defendeu o chefe do Governo, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, no qual o próximo orçamento da União Europeia (Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034) estará em debate.

A proposta do executivo comunitário prevê a criação de um fundo dirigido às empresas e universidades, que terão de apresentar projetos em concorrência com outros países.

“Temos de preparar o país para os fundos concorrenciais. Não podemos ter medo da concorrência, temos de vencer a concorrência”, sublinhou Montenegro.

Pelo PS, Eduardo Pinheiro considerou que “esta nova realidade exige uma capacidade muito maior de antecipação, preparação e articulação”.

“Não está em causa a capacidade, mas saber se estamos estruturalmente preparados para concorrer com os melhores projetos da Europa”, sublinhou.

Sobre o próximo orçamento plurianual comunitário, o primeiro-ministro afirmou que a mais recente proposta da presidência cipriota do Conselho da UE “é um ponto de partida, ainda está longe de ser o ponto de chegada”.

Portugal, prosseguiu, privilegia “as politicas de coesão e um panorama que não prejudique o caminho que fez até aqui”, além de “não esquecer as regiões ultraperiféricas”, Açores e Madeira, e querer “aprofundar as condições de aplicação e acesso a fundos competitivos, em especial o da competitividade”.

“Queremos uma Europa mais competitiva, menos burocrática e focada no conhecimento e inovação para que não fiquemos mais uma vez para trás no desenvolvimento”, defendeu.

O primeiro-ministro recordou que a Comissão “propôs um acréscimo de recursos que precisa de ter a aceitação dos Estados”, referiu o primeiro-ministro, antecipando uma “negociação muito difícil”.

“Nós temos de robustecer o orçamento (…) mas é preciso que os Estados queiram, é preciso que haja apoio político”, acrescentou.

Montenegro indicou que defende que “um caminho para um bolo um pouco maior é adiar, protelar, reequacionar a forma de devolução do pagamento do PRR”.

“Já que não temos a oportunidade de constituir mais dívida comum, então vamos aproveitar para recalendarizar a que temos e permitir que ela possa ter uma utilização ou os recursos que estavam destinados a pagá-la possam ter uma utilização no próximo quadro financeiro plurianual”, disse.

Com esta medida, salientou, “ninguém vai ficar mais pobre, não há nenhum problema com aprovação nos parlamentos nacionais, não há nenhuma necessidade de alterar a filosofia”.

Líderes debatem apoio à Ucrânia e iniciam difíceis negociações sobre orçamento

17 June 2026 at 20:38

Os líderes da União Europeia (UE) vão debater, esta semana, o apoio contínuo à Ucrânia numa fase de avanços no alargamento e iniciar difíceis negociações em torno do próximo orçamento de longo prazo visando um acordo este ano.

Dias depois de a UE e a Ucrânia terem aberto o primeiro bloco de negociações de adesão, os chefes de Estado e de Governo da União reúnem-se em Bruxelas, na quinta e sexta-feira, para reafirmar o compromisso político, militar e financeiro com Kiev, incluindo novas verbas que deverão ser mobilizadas ainda este mês, e defender uma paz “justa e duradoura” na sequência da invasão russa.

Neste que é, à semelhança de outras reuniões, o primeiro tema na agenda do Conselho Europeu, os líderes da UE vão garantir ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, presente na capital belga, apoio para reforçar a posição ucraniana e manter a pressão sobre Moscovo para quando se chegar a uma fase de negociações de paz.

A discussão acontece numa altura em que o alargamento da UE ganha novo impulso, num processo que Bruxelas considera ter uma dimensão geopolítica fundamental para a estabilidade e segurança do continente, embora assente no mérito e na concretização das reformas exigidas aos países candidatos.

“Queremos avançar com o alargamento em boa e devida forma”, afirmou uma fonte europeia na antevisão da cimeira.

A mesma fonte destacou que, pela primeira vez em quatro anos, os líderes deverão aprovar conclusões sobre a Ucrânia com o apoio dos 27 Estados-membros, depois de a Hungria ter vindo a impedir a adoção unânime do texto em anteriores Conselhos Europeus.

Na sexta-feira, segundo dia da reunião, as atenções estarão centradas no Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para o período 2028-2034, considerado por diplomatas como o tema politicamente mais complexo do encontro.

“Chegou agora o momento em que as coisas começam a ficar mais difíceis e mais tensas”, admitiu uma fonte europeia ouvida pela agência Lusa.

Os líderes vão fazer o ponto da situação das negociações apresentado pela presidência cipriota, que neste semestre liderou o Conselho da UE, numa fase em que as posições entre os Estados-membros continuam afastadas.

“A cimeira de junho será sobre fazer convergências e intensificar o trabalho sobre os recursos próprios”, referiu um alto funcionário europeu.

Apesar de não ser esperado um acordo nesta fase, mantém-se o objetivo de concluir as negociações até ao final de 2026, evitando atrasos que possam comprometer a entrada em vigor do novo orçamento em 2028, numa altura em que o calendário eleitoral em alguns Estados-membros (como França e Itália) no próximo ano poderá dificultar um compromisso.

“Não é surpreendente que as posições ainda não estejam convergentes. Temos de consolidar o caminho para chegar a acordo até final do ano”, comentou um diplomata europeu.

Outra fonte alertou que “há um risco elevadíssimo” de atrasos caso não seja possível fechar um entendimento ainda este ano.

Um dos principais pontos de discórdia prende-se com os novos recursos próprios (novos impostos) da União, que representam cerca de 23% da proposta da Comissão Europeia e continuam a dividir os Estados-membros.

Portugal chega a esta fase das negociações com uma posição reforçada, depois de Bruxelas ter reconhecido a necessidade de um ajustamento do envelope nacional, traduzido num reforço adicional de cerca de 1,6 mil milhões de euros, sobretudo na coesão.

Ainda assim, o resultado final permanece em aberto, dependendo do equilíbrio global do orçamento, incluindo o desfecho das negociações sobre as novas fontes de receita.

A cimeira abordará ainda, na quinta-feira à noite, os desafios à competitividade europeia, nomeadamente os desequilíbrios económicos globais e a relação da UE com a China.

Na sexta-feira, durante o almoço, os líderes discutirão também a situação no Médio Oriente, incluindo a evolução dos conflitos em Gaza e no Líbano e o impacto do recente entendimento entre os Estados Unidos e o Irão.

Portugal estará representado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.

Líderes da UE debatem apoio à Ucrânia e iniciam difíceis negociações sobre orçamento

Os chefes de Estado e de Governo da União reúnem-se em Bruxelas, na quinta e sexta-feira, para reafirmar o compromisso político, militar e financeiro com Kiev, incluindo novas verbas que deverão ser mobilizadas ainda este mês, e defender uma paz "justa e duradoura" na sequência da invasão russa.

Costa faz “breves contatos diplomáticos” para abrir comunicação com Rússia

17 June 2026 at 19:19

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, já iniciou “breves contactos a nível diplomático para abrir canais de comunicação” com a Rússia, face a futuras negociações de paz com a Ucrânia, indicaram hoje fontes europeias.

“Nas últimas semanas, foram realizados breves contactos ao nível diplomático para abrir canais de comunicação, mas não foi discutida qualquer questão de fundo”, referiu um alto funcionário europeu à agência Lusa.

Na véspera de uma reunião do Conselho Europeu marcada pelo reforço do apoio à Ucrânia, para fortalecer a posição ucraniana face à russa, a mesma fonte realçou que, em qualquer cenário futuro, a União Europeia (UE) “tem interesses específicos que terão de ser defendidos”.

“Por isso, é importante manter canais diplomáticos estabelecidos com a Rússia. A UE não é uma mediadora, apoia a Ucrânia nos seus esforços para alcançar uma paz justa e duradoura”, salientou, numa altura em que se intensificam os esforços em torno de um eventual processo de paz em solo ucraniano e cresce o debate sobre futuras negociações.

Lembrando que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, apelou à UE para assumir um papel mais ativo na criação das condições que facilitem as negociações de paz, a mesma fonte adiantou que, nas últimas semanas, o antigo primeiro-ministro português “tem coordenado estreitamente com os líderes europeus um possível envolvimento com a Rússia e os temas a discutir quando chegar o momento adequado”.

Esta informação surge num momento em que se intensificam as conversações internacionais sobre possíveis negociações de paz na Ucrânia e aumenta o debate sobre qual deverá ser o papel da UE nesse processo, incluindo quem poderá representar os interesses europeus em eventuais contactos diplomáticos com a Rússia.

A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022.

Volodymyr Zelensky participará, na quinta-feira, no arranque da cimeira europeia de dois dias, que decorre até sexta-feira.

A Ucrânia tem contado com ajuda financeira e em armamento dos aliados ocidentais desde que a Rússia invadiu o país.

Os aliados de Kiev também têm decretado sanções contra setores-chave da economia russa para tentar diminuir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra na Ucrânia

Luanda. UE financia projeto para modernizar gestão do lixo

17 June 2026 at 19:16
Luanda produz diariamente entre 6.000 e 8.000 toneladas de resíduos, enquanto a taxa de reciclagem continua inferior a 5%. Projeto tem como eixos centrais o reforço da governação e da regulação.

© LUSA

Projeto tem duração de quatro anos

Luanda. UE financia projeto para modernizar gestão do lixo

17 June 2026 at 19:16
Luanda produz diariamente entre 6.000 e 8.000 toneladas de resíduos, enquanto a taxa de reciclagem continua inferior a 5%. Projeto tem como eixos centrais o reforço da governação e da regulação.

© LUSA

Projeto tem duração de quatro anos

Bruxelas diz que Portugal está atrasado em tecnologias novas

17 June 2026 at 18:29
Taxa de adoção de IA nas PME portuguesas é de 11,54%, contra 19,95% na UE. Nos serviços públicos digitais, porém, Portugal está na linha da frente europeia.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Este relatório foi divulgado no âmbito do balanço que é feito anualmente pela Comissão Europeia

Bruxelas alerta que Portugal está a ficar para trás na adoção de tecnologias avançadas

17 June 2026 at 18:54

A Comissão Europeia avisou hoje que Portugal está a ficar atrás dos restantes Estados-membros da União Europeia na adoção de tecnologias avançadas pelas empresas, advertindo que isso poderá comprometer a “competitividade digital do país”.

Num relatório hoje divulgado, relativo ao cumprimento das metas do Programa da Década Digital, a Comissão Europeia refere que Portugal “dispõe de uma boa infraestrutura de conectividade em todo o território e ocupa uma posição de destaque nos serviços públicos digitais destinados aos cidadãos e às empresas”.

“No entanto, o país enfrenta uma série de desafios para alcançar uma digitalização bem-sucedida nas empresas através de tecnologias avançadas, uma vez que continua atrás dos seus parceiros europeus na adoção de computação em nuvem [‘cloud computing’] e de Inteligência Artificial (IA) pelas empresas”, refere o executivo comunitário.

Apesar de reiterar que Portugal está a mostrar “progressos consistentes no seu ecossistema de inovação digital e de crescimento empresarial”, a Comissão Europeia avisa que os “esforços das autoridades portuguesas nesta área podem ser condicionados” pela “lenta adoção” de tecnologias avançadas nas empresas.

“Esta adoção reduzida poderá comprometer a competitividade digital do país, uma vez que as empresas com baixos níveis de digitalização não conseguem tirar pleno partido dos ganhos de produtividade proporcionados pelas ferramentas digitais, nem aproveitar as oportunidades de acesso a novos mercados ‘online’”, alerta.

Nas metas analisadas pela Comissão Europeia, refere-se que a taxa de adoção de IA nas pequenas e médias empresas (PME) portuguesas é de 11,54%, abaixo da média europeia de 19,95%, com um crescimento anual de 33,7% desde 2023, igualmente inferior ao que se regista no resto da UE (48%).

O mesmo se verifica relativamente às empresas com mais de 250 empregados: a taxa de adoção de IA em Portugal é de 49,15%, contra uma média europeia de 55,03%, registando-se um crescimento anual igualmente inferior (17,3% em Portugal, contra 33,7% na UE).

O cenário é parecido na adoção de tecnologias de nuvem: a taxa é de 34,11% nas PME, contra uma média de 46,69% na UE. Para as grandes empresas, a taxa de adoção é de 74,15%, contra 78,32% na UE.

Devido a estes dados, a Comissão Europeia considera que Portugal “precisa de acelerar os seus esforços de transformação digital para reduzir a distância em relação à média da UE”.

“Deve ser dada especial atenção às tecnologias de computação em nuvem e à IA, áreas em que tanto as taxas de adoção como os ritmos de crescimento são significativamente inferiores à média europeia”, indica o executivo.

No entanto, no que se refere aos serviços públicos digitais, Portugal surge na linha da frente da UE, com a Comissão Europeia a indicar que o desempenho do país nesta área dá um “contributo significativo para o cumprimento das metas do Programa da Década Digital da UE”.

A Comissão Europeia indica que a pontuação global de Portugal nos serviços públicos digitais para utilizadores nacionais é de 99,85 pontos em 100 (contra uma média europeia de 94,01), valor que desce para os 90 pontos quando os destinatários são as empresas, ainda assim acima da média europeia de 88,59.

Este relatório foi hoje divulgado no âmbito do balanço que é feito anualmente pela Comissão Europeia para ver se os Estados-membros estão a cumprir as metas estabelecidas no Programa da Década Digital, que visa garantir que a UE reforça a sua competitividade e soberania digital até 2030.

A nível europeu, a Comissão Europeia refere que tem havido progressos, designadamente a nível da cobertura 5G ou, ao contrário de Portugal, na adoção de tecnologias pelas empresas.

No entanto, adverte que há problemas que persistem, designadamente no que se refere aos semicondutores: a UE “só representa 9% do mercado global de semicondutores, longe da meta de 20% para 2030”.

Bruxelas diz que Portugal está atrasado em tecnologias novas

17 June 2026 at 18:29
Taxa de adoção de IA nas PME portuguesas é de 11,54%, contra 19,95% na UE. Nos serviços públicos digitais, porém, Portugal está na linha da frente europeia.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Este relatório foi divulgado no âmbito do balanço que é feito anualmente pela Comissão Europeia

Governo está a preparar taxas sobre lucros extraordinários, afirma Montenegro

17 June 2026 at 18:14

O primeiro-ministro afirmou hoje no Parlamento que o Governo está a elaborar o projeto de criação de taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, anunciado em maio, que enviará depois à Assembleia da República.

“O projeto está em elaboração no Governo e chegará naturalmente à Assembleia da República”, disse hoje Luís Montenegro, durante o debate parlamentar de preparação do Conselho Europeu de quinta e sexta-feira, em resposta ao deputado único do Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo.

O bloquista recordou que o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, “anunciou em 05 de maio que ia avançar com a contribuição extraordinária” e “já passou mais de um mês”, perguntando: “Desistiu deste imposto?”.

“Não desistimos”, respondeu Luís Montenegro.

easyJet pede mais flexibilidade nos controlos aeroportuários

17 June 2026 at 18:12
As novas regras de controlo de fronteiras da UE estão a implicar mais tempo nos processos dos passageiros. O diretor para Portugal da easyjet pede "mais flexibilidade" para evitar acumulações.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

"Uma espera de três horas num controlo de fronteiras, como já se verificou, pode levar à perda de voos e "esses passageiros depois não voltam" à região, disse
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