Apple reformula Siri com ajuda da Google

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La empresa que el 5 de junio reclamó al mundo pausar el desarrollo de la inteligencia artificial acaba de poner a la venta su modelo más capaz. Apenas cuatro días separan las dos noticias. Anthropic, creadora de Claude, presentó el 9 de junio Claude Fable 5, el sistema más avanzado que ha ofrecido hasta hoy al público general.
Fable 5 estrena una categoría que la propia compañía denomina clase Mythos, por encima de su gama Opus. Llega con un gemelo, Claude Mythos 5: el mismo modelo, con algunas salvaguardas retiradas, reservado a un grupo reducido de ciberdefensores y al Gobierno de Estados Unidos. Uno es el coche con airbags; el otro, el mismo motor sin limitador.
El detalle está en la letra pequeña. Fable 5 viaja con un sistema de filtros que, ante una consulta delicada, desvía la respuesta a un modelo inferior, Claude Opus 4.8. Esos filtros se activan a veces con peticiones del todo inofensivas. La firma comercializa su mejor producto con un freno de emergencia de serie.
El 5 de junio Anthropic publicó un ensayo que pedía una moratoria global de la IA de vanguardia, con el argumento de que la humanidad podría perder el control de la tecnología. Su consejero delegado, Dario Amodei, cifró en un 25% la probabilidad de que las cosas salgan muy mal. El 9 de junio, esa misma dirección puso su modelo más avanzado al alcance de cualquiera con una suscripción.
No es la primera vez que la empresa frena en seco. En abril mantuvo en secreto su sistema más potente, Mythos, porque no podía lanzarlo sin riesgo de ciberataques graves. Según detalla Anthropic en la presentación de los nuevos modelos, Fable 5 y Mythos 5 comparten ese núcleo; la diferencia son las salvaguardas, activas en el primero y levantadas en el segundo. El temor de abril se ha convertido en el producto de junio.
Introducing Claude Fable 5: a Mythos-class model that we’ve made safe for general use.
— Claude (@claudeai) June 9, 2026
Its capabilities exceed those of any model we’ve ever made generally available. pic.twitter.com/2AvmEjHIX8
En las pruebas previas, la plataforma de pagos Stripe contó que el modelo resolvió en una sola jornada una migración sobre un código de 50 millones de líneas que a su equipo le habría llevado más de dos meses a mano. Fable 5 despunta también en trabajo de conocimiento, análisis financiero y visión, hasta el punto de terminar el videojuego Pokémon FireRed solo con capturas de pantalla, algo que modelos como Claude Opus 4.7 no conseguían sin ayudas externas. Con Mythos 5, los especialistas en diseño de proteínas de la firma afirman haber acelerado unas diez veces parte de su trabajo.
El coste aprieta a toda la competencia: 10 dólares por millón de tokens de entrada y 50 por millón de salida, una cifra que no alcanza la mitad de lo que pedía Mythos Preview. La llegada al público será escalonada, con el modelo incluido en los planes de pago hasta el 22 de junio y sujeto a créditos de uso a partir del 23. Para quien no siga el sector de cerca, el asistente Claude es la respuesta de Anthropic a ChatGPT, y este es su escalón más alto hasta la fecha.
Los filtros de Fable 5 cubren tres terrenos: la ciberseguridad, la biología y la química, y los intentos de copiar el modelo para entrenar a otros. Cuando uno salta, la respuesta pasa a Opus 4.8 y el usuario recibe el aviso correspondiente. El desvío se queda por debajo del 5% de las sesiones, una cifra que la empresa ha tensado a propósito para no dejar escapar nada peligroso, aun sabiendo que se llevará por delante peticiones legítimas. Hay además un cambio de calado en privacidad: el tráfico de estos modelos quedará guardado durante 30 días.
Las salvaguardas funcionan como la llave que abre la venta de aquello que en abril se escondía y el 5 de junio se pedía pausar. El filtro vuelve comercializable lo que la propia empresa califica de peligroso. Y queda una pregunta sin respuesta cómoda: quién decide, y con qué control público, dónde está la frontera entre la consulta que merece el modelo entero y la que acaba en la versión recortada.


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O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kássio Nunes Marques, criou uma comissão permanente para discutir e acompanhar o uso de ferramentas de IA (Inteligência Artificial) pela Justiça Eleitoral.
A medida foi oficializada em portaria publicada nesta terça-feira (9). De acordo com o documento, o grupo será responsável por elaborar um plano para orientar o uso da tecnologia tanto nas atividades administrativas quanto nos julgamentos conduzidos pela Justiça Eleitoral.
A comissão terá como uma de suas principais atribuições propor medidas para o combate à desinformação e à disseminação de notícias falsas, um dos principais desafios enfrentados pelas autoridades eleitorais nos últimos anos.
O colegiado também deverá elaborar diretrizes para garantir que ferramentas de Inteligência Artificial sejam utilizadas de forma segura, transparente e em conformidade com princípios éticos. Caberá ainda ao grupo definir critérios para a contratação, aquisição e desenvolvimento dessas tecnologias pelos órgãos da Justiça Eleitoral.
Outra tarefa da comissão será criar padrões para integração e compartilhamento de sistemas entre os tribunais eleitorais, além de manter um cadastro nacional das soluções de Inteligência Artificial desenvolvidas ou utilizadas pela Justiça Eleitoral.
Ainda de acordo com a portaria, a comissão também acompanhará parcerias firmadas com universidades e instituições especializadas em Inteligência Artificial para ampliar a capacidade técnica da Justiça Eleitoral em identificar e enfrentar crimes praticados no ambiente digital.
Ao assumir a presidência do TSE no mês passado, o ministro Kássio Nunes Marques citou a Inteligência Artificial como um dos principais desafios para as eleições de 2026. Segundo ele, o processo eleitoral passou a ser fortemente impactado pelo ambiente digital e pelas plataformas tecnológicas.
Desde o ano passado o TSE passou a conduzir estudos e iniciativas para antecipar riscos relacionados ao uso de IA, especialmente após a disseminação de vídeos hiper-realistas.
Em 2024, durante as eleições municipais, o Tribunal regulamentou pela primeira vez o uso de Inteligência Artificial na propaganda eleitoral, proibindo deepfakes. Também foi proibida a publicação de conteúdos manipulados para divulgar fatos falsos ou descontextualizados com potencial de afetar o equilíbrio da disputa eleitoral.
Para o pleito deste ano, sob a relatoria de Nunes Marques, as regras foram ampliadas: ficou proibida a publicação, republicação e o impulsionamento de conteúdos produzidos ou alterados por IA nas 72 horas que antecedem a votação e nas 24 horas após o seu encerramento.
O uso de IA em postagens também precisa ser, obrigatoriamente, sinalizado.
A rede de televisão americana CNN entrou na Justiça contra a empresa de inteligência artificial Perplexity, acusando a companhia de utilizar cerca de 17 mil reportagens, fotografias e vídeos sem autorização para o treinamento de seus modelos de IA.
A ação foi protocolada em 28 de maio e representa o primeiro processo movido pela emissora contra uma empresa do setor. Segundo a CNN, a prática viola direitos autorais e explora indevidamente o trabalho produzido por jornalistas e profissionais da comunicação.
Em nota, a Perplexity rebateu as acusações e afirmou que “não é possível impor propriedade intelectual sobre os fatos”.
O processo da CNN se soma a uma crescente onda de disputas entre produtores de conteúdo e empresas de inteligência artificial. Segundo levantamento da plataforma ChatGPT is Eating the World, já existem pelo menos 115 ações judiciais em andamento movidas por veículos de imprensa, escritores, artistas e outros criadores.
Entre os casos mais conhecidos está a ação do jornal The New York Times contra a OpenAI e a Microsoft. A empresa alega que seus conteúdos foram utilizados no treinamento de sistemas de IA e que os modelos conseguem reproduzir trechos de reportagens.
No Brasil, a Folha de S.Paulo também acionou judicialmente a OpenAI, mas encerrou o conflito após firmar um acordo de licenciamento com a desenvolvedora do ChatGPT no fim de maio.
A CNN argumenta que empresas de inteligência artificial obtêm lucro a partir de conteúdos produzidos por organizações jornalísticas sem oferecer qualquer compensação financeira.
Segundo a emissora, a produção de jornalismo profissional exige investimentos elevados e, muitas vezes, envolve riscos para os profissionais envolvidos. Por isso, sustenta que companhias de tecnologia devem remunerar adequadamente os detentores dos direitos autorais.
Do outro lado, empresas de IA defendem que o uso de livros, reportagens e outros materiais para treinamento de modelos se enquadra no conceito jurídico de “uso justo” (“fair use”), previsto na legislação americana. Elas alegam que os sistemas não reproduzem integralmente as obras, mas geram conteúdos transformados a partir dos dados utilizados no treinamento.
Entre as ações em curso, uma das mais avançadas envolve a empresa Anthropic, desenvolvedora do chatbot Claude. O processo foi movido por um grupo de escritores norte-americanos liderado pelo autor George R. R. Martin, criador da série “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspirou a produção televisiva “Game of Thrones”.
A Anthropic concordou em desembolsar US$ 1,5 bilhão para encerrar a ação coletiva que questionava o uso de livros protegidos por direitos autorais no treinamento de seus modelos de inteligência artificial.
O caso ganhou repercussão internacional após a revelação de que obras de autores brasileiros, como Chico Buarque, Paulo Coelho e Clarice Lispector, estavam entre os materiais utilizados sem autorização.
Apesar do acordo, a empresa não admitiu irregularidades e afirmou continuar comprometida com o desenvolvimento responsável de sistemas de inteligência artificial.
Enquanto processos avançam em diferentes tribunais, o debate jurídico permanece aberto. Recentemente, um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou acusações apresentadas contra gigantes da tecnologia como Apple, Google, Meta, Nvidia, OpenAI, Perplexity e xAI por falta de provas suficientes.
Já as acusações contra a Anthropic seguiram adiante, especialmente após investigações apontarem o uso de bibliotecas digitais piratas para obtenção de conteúdos utilizados no treinamento dos sistemas.
As decisões que forem tomadas nos próximos anos podem definir os limites legais para o treinamento de inteligências artificiais e estabelecer novas regras para a relação entre empresas de tecnologia, veículos de comunicação e criadores de conteúdo.
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Turisme Comunitat Valenciana ha participado este martes en el ITH Innovation Summit 2026, el encuentro de referencia sobre innovación, inteligencia artificial y transformación digital aplicada al sector hotelero que se celebra los días 9 y 10 de junio en Madrid.
En el marco de este foro, el secretario autonómico de Turismo, José Manuel Camarero, ha intervenido en la mesa de debate 'F&B autónomo: IA, robotización y rediseño operativo ante la escasez de talento', centrada en analizar cómo la automatización inteligente, la inteligencia artificial y la transformación de procesos pueden contribuir a mejorar la eficiencia, la competitividad y la sostenibilidad de los establecimientos hoteleros.
Durante su participación, Camarero ha destacado la colaboración público-privada como un elemento clave para acelerar la transformación del sector turístico y ha defendido una innovación "útil, accesible y orientada a reforzar la rentabilidad, la profesionalización y el atractivo del empleo turístico".
En este sentido, ha puesto en valor iniciativas como TechYroom, impulsada por la Generalitat en colaboración con el Instituto Tecnológico Hotelero, que ha permitido acercar soluciones de robótica y tecnologías aplicadas a hoteles de distintos tamaños. Según ha señalado, este proyecto ha contribuido a impulsar una modernización adaptada a las necesidades reales tanto de las empresas como de los visitantes.
Asimismo, el secretario autonómico ha incidido en que "la innovación debe servir para hacer el sector más competitivo, más sostenible y también más atractivo para el talento, al tiempo que contribuye a extender oportunidades a todo el territorio y a visibilizar productos y destinos, incluido el turismo de interior".
La sesión, moderada por Beatriz Heras, ha reunido además a la consultora hotelera Patricia Ainhoa García, al cofundador de RH Bots, Javier Sirvent, y a la cofundadora y COO de DeepUpsell, Petya Yaneva. Durante el debate se abordaron algunos de los principales desafíos que afronta la hotelería en un contexto marcado por la escasez de talento, la presión sobre los márgenes y la necesidad de adaptar las operaciones a un entorno cada vez más digitalizado.
El ITH Innovation Summit 2026 cuenta en esta edición con un programa centrado en inteligencia artificial, análisis de datos, sostenibilidad y nuevos modelos de negocio, consolidándose como uno de los principales espacios de reflexión sobre el presente y el futuro del turismo y la industria hotelera.

© ABEDIN TAHERKENAREH/EPA

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La Comisión Europea fuerza a Meta a abrir su servicio de mensajería WhatsApp a los asistentes de inteligencia artificial (IA) de la competencia. La decisión es provisional porque el caso, por el que Bruselas acusa al gigante tecnológico de abuso de posición dominante, sigue todavía su curso. Esta medida ha llegado en apenas seis meses con el objetivo de “prevenir un daño serio e irreparable a la competencia en un mercado creciente por la actitud de Meta, que a primera vista está quebrando las normas del mercado de la UE”, apunta el Ejecutivo europeo en el comunicado en el que ha dado a conocer su decisión.

© Daniel Cole (REUTERS)

O CEO da OpenAI (que detém o ChatGPT), Sam Altman, realizou recentemente um retrato sobre o estado da inteligência artificial (IA). Pelo meio ficou um alerta. Os custos com os tokens, ligados à tecnologia, estão a subir muito rapidamente levando mesmo a que as empresas estejam a estabelecer limites.
Os tokens nada mais são do que as unidades de dados processados pelos modelos de IA, como o Gemini, o ChatGPT, e o Claude, pertencentes à Google, OpenAI e Anthropic.
“No início de 2026, o problema nunca foi levantado. As pessoas estavam totalmente satisfeitas com o valor que estavam a gastar. Agora, os custos da IA são um grande problema”, referiu Sam Altman, durante um evento corporativo, em declarações transcritas pela Business Insider, sobre os custos ligados aos tokens de IA.
Sam Altman salientou durante um evento que há seis anos e ano o maior utilizador de tokens, da OpenAI, tinha um consumo de 100 mil por mês.
“Isso tornava-o muito provavelmente o líder mundial em gastos com tokens”, referiu o CEO da tecnológica. “Passados seis anos e meio este valor está próximo da média per capita mundial. O líder em gastos com tokens na OpenAI utiliza cerca de 100 mil milhões de tokens por mês”, referiu Sam Altman.
E este nem é o maior consumidor de tokens no mundo, algo que o CEO da OpenAI vê como uma “vergonha pessoal”. O consumo é visto por várias empresas, entre as quais a OpenAI, como algo de relevo, ao ponto de ter um ranking sobre quem mais consome. Além disso a tecnológica está também no negócio da venda de tokens.
A Business Insider salienta que a OpenAI deve ter gasto mais de mais de 100 mil milhões de tokens num mês, enquanto que o New York Times chegou a avançar que um funcionário da tecnológica chegou a gastar 210 mil milhões de tokens numa semana. Existe também relatos de que o criador da OpenClaw, Peter Steinberger, já atingiu 603 mil milhões de tokens em 30 dias.
Este consumo de tokens tem sido de tal ordem que já existem empresas a colocar limites nos gastos sendo a Amazon e a Uber alguns desses exemplos, salienta a Business Insider.
Sam Altman referiu que o tópico dos gastos em tokens tem sido de tal ordem que até já originou um meme. “A minha empresa gastou todo o orçamento de 2026 no primeiro trimestre, podem tornar isto mais eficiente?”.
No caso do CEO da Faros AI, Vitaly Gordon, um dos seus engenheiros gastou 40 mil dólares (34 mil euros) em tokens, em maio. “E eu realmente não sei se devo impedi-lo ou se devo andar por aí a dizer a todos os outros para fazerem o mesmo”, disse Vitaly Gordon, citado pela TechCrunch.
E há quem tenha faturas bem superiores. Um consultor para a área da IA, referiu à Axios, que uma empresa encontrou uma conta de 500 milhões de dólares (432 milhões de euros), para o Claude (modelo da Anthropic), depois de não ter definido limites de utilização para os seus funcionários.


© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

La inteligencia artificial ya no solo genera dudas por su impacto laboral, creativo o medioambiental. Ahora también empieza a entrar en la libertad religiosa dentro del trabajo.
Eso es precisamente lo que acaba de ocurrir en Estados Unidos, donde una ingeniera de software ha conseguido que su empresa le permita no utilizar herramientas de IA durante su jornada laboral. No hablamos de una preferencia personal ni de una simple queja interna, sino de una adaptación concedida por motivos religiosos.
La protagonista del caso es Erin Maus, una ingeniera de software de 34 años que vive en Carolina del Norte y trabaja para una gran compañía tecnológica y de entretenimiento. Según ha detallado a Business Insider, su rechazo a la IA no nace únicamente de una desconfianza hacia estas herramientas, sino de una objeción ética y medioambiental vinculada a sus creencias como unitaria universalista.
Maus solicitó la exención en abril. Para preparar el caso, recurrió a un abogado laboralista y también al ministro de su comunidad religiosa. Finalmente, la empresa aceptó la petición a mediados de mayo y le permitió seguir trabajando sin apoyarse en sistemas de inteligencia artificial.
La decisión resulta llamativa porque llega justo cuando muchas compañías están empujando a sus empleados a utilizar IA en sus tareas diarias. En una gran cantidad de casos, no se trata solo de recomendarla, sino de integrarla en los procesos internos de creatividad o en cualquier labor de productividad.
En el caso de Maus, seguirá escribiendo y revisando código “a mano" y no mediante inteligencia artificial. La propia trabajadora reconoce que suena extraño tener que aclararlo, porque hace apenas dos años era la forma normal de trabajar. Aun así, sostiene que puede mantener el mismo ritmo que otros compañeros que utilizan IA.
El caso también coincide con las críticas recientes del papa León XIV hacia los riesgos de la inteligencia artificial, especialmente cuando afectan a la dignidad humana o al empleo. Eso sí, los expertos legales advierten de que esas palabras no significan automáticamente que cualquier empleado pueda negarse a usar IA por motivos religiosos.
En este caso, la clave radica en la legislación laboral estadounidense. Bajo el Título VII, las empresas deben estudiar las solicitudes de adaptación por creencias religiosas sinceras, aunque no siempre están obligadas a aceptarlas si suponen una carga excesiva.


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ChatGPT recibe mejoras con frecuencia para ofrecer nuevas funciones a los internautas y, así, perfeccionar la experiencia de uso. Desde su lanzamiento en noviembre de 2022, OpenAI tiene claro que ChatGPT será más que un simple chatbot que responde a las peticiones de los usuarios, debido a que añadirá otras prestaciones para convertirse en una especie de red social.
En octubre del año pasado, se dio a conocer que esta nueva versión dejará enviar mensajes directos a otras personas, incorporará nombres de usuarios y perfiles personalizados, añadirá la posibilidad de poner una fotografía de perfil e introducirá la creación de conversaciones grupales. Como si se tratase de Instagram o Facebook, todavía es bastante complicado de predecir cuándo llegarían dichas funcionalidades al chatbot, pero un informe del diario Financial Times ha dado a conocer que OpenAI está preparando una gran transformación de ChatGPT.
Con este cambio, OpenAI podría convertir al chatbot en una superapp impulsada por agentes de IA, capaces de gestionar tareas tanto a nivel personal como profesional —desde completar tareas, organizar horarios, programar código, reservar viajes, generar contenido hasta gestionar flujos de trabajo—. Además, el ejecutivo de OpenAI, Thibault Sottiaux, reafirma esta idea al reconocer que tiene el objetivo de crear un "agente personal" que pueda ayudar a los usuarios "en todo lo que tienen en sus vidas", de esta manera, podrían interactuar con ChatGPT a través de móviles, ordenadores, sitios web y vehículos.
Para hacer posible este cambio, la compañía de Sam Altman podría rediseñar las interfaces móviles y web de ChatGPT para destacar las integraciones con servicios de terceros, la codificación y la generación de imágenes. También, existe la posibilidad que se potencie la plataforma de programación Codex y que las aplicaciones de socios como Canva y Booking se integren en la experiencia de uso, de esta manera, OpenAI avanzaría hacia un ecosistema de IA más conectado para que las interacciones tradicionales con el chatbot se vuelvan más valiosas.
De llegar a producirse este cambio, en lugar de abrir aplicaciones para la productividad, comunicación, programación, búsqueda y viajes, los usuarios solo dependerían de un único asistente de inteligencia artificial para gestionar múltiples tareas de forma autónoma y conversacional.
Desde Financial Times consideran que OpenAI quiere plantar cara a Anthropic con este cambio, a pesar que los de Altman todavía no han confirmado oficialmente cuándo llegaría dicha renovación.
No obstante, el diario Digital Times espera que "la renovación de ChatGPT se despliegue gradualmente mediante actualizaciones de la aplicación y la web en los próximos meses" porque, si OpenAI tiene "éxito", "ChatGPT podría pronto evolucionar de un chatbot que la gente visita ocasionalmente a un asistente de IA presente constantemente integrado en la vida cotidiana".


Existe um fosso crescente entre o potencial tecnológico da Inteligência Artificial (IA) e a sua capacidade de gerar resultados financeiros tangíveis devido a barreiras estruturais e operacionais. Esta é uma das conclusões do estudo “300.000 Voices”, do Oliver Wyman Forum, que analisa cinco anos de evolução das atitudes e expectativas laborais em mais de 16 países.
Segundo Pilar de Arriba, partner de Telecomunicações, Media e Tecnologia e Líder da Plataforma de Performance Transformation da consultora Oliver Wyman, identificam-se quatro obstáculos principais que impedem que o aumento da eficiência se converta em margem de lucro. O primeiro são os modelos operacionais obsoletos, o que indica que a IA está a ser implementada como uma ferramenta sobreposta ao trabalho existente, em vez de servir para redesenhar os processos.
O segundo é a adoção desigual, na qual a velocidade de uma organização é frequentemente definida pelos colaboradores mais lentos na adaptação à tecnologia, criando um desequilíbrio interno entre quem já cria agentes de IA e quem ainda não compreende o seu impacto. A responsável acrescenta que a evolução da IA a um ritmo muito superior à capacidade das empresas de reformularem processos, governação e incentivos provoca uma espécie de “estrangulamento humano”. Por fim, aponta para a “falácia da produtividade”, indicando que “mil horas poupadas pela tecnologia não se tornam automaticamente mil horas monetizadas”, avança ao Jornal Económico (JE).
Os dados do estudo indicam que apenas 35% dos líderes empresariais consideram que a sua organização possui uma visão estratégica clara e comunica eficazmente os progressos da IA. Pilar de Arriba explica ao JE que isso acontece porque muitas organizações ainda não responderam às perguntas mais difíceis: “quais os fluxos de trabalho que vão mudar primeiro, quais as decisões que serão aumentadas ou automatizadas, que riscos não serão assumidos, que competências precisam de ser desenvolvidas, como vão evoluir as funções e como se vai medir o progresso. É isso que gera essa perceção de falta de clareza estratégica”. “Há colaboradores entusiasmados com a IA e que já a utilizam para multiplicar a sua capacidade de ação. Outros preocupam-se com a substituição, a perda de relevância ou com serem obrigados a aprender mais depressa do que se sentem capazes”, acrescenta.
Menos despesa de TI, mais transformação
O estudo revela que muitas das maiores empresas estão a começar a medir a IA menos como uma despesa de TI e mais como um portefólio de transformação. “Ao nível mais básico, as empresas medem a adoção: quem utiliza a IA, com que frequência, para que tarefas e com que nível de satisfação ou qualidade. É útil, mas utilização não é impacto”.
Para Pilar de Arriba, a verdadeira disciplina é a conversão financeira: “as empresas precisam de distinguir entre tempo poupado e valor capturado. Este é o problema do ‘último quilómetro’: o valor é criado pela tecnologia, mas capturado no modelo operacional. É por isso que a medição da IA não pode ficar apenas com as equipas de tecnologia; as finanças, os recursos humanos, as operações, o risco e o negócio têm de definir o que conta como valor, como mudam as funções e os fluxos de trabalho e para onde vai a capacidade libertada. Na ausência de métricas de ROI (Return On Investment) perfeitas, as empresas precisam de observabilidade — uma forma de ver a adoção, os pontos de fricção, as mudanças de comportamento e o impacto no negócio à medida que a transformação avança.”
97% dos executivos reconhecem o valor estratégico da IA
O estudo “300.000 Voices” indica ainda que os líderes empresariais estão a apostar na inteligência artificial como um potente motor de desempenho. Neste contexto, 97% dos executivos reconhecem o valor estratégico da IA, mas apenas 35% consideram que a sua empresa tem uma visão estratégica clara e que mantém os seus colaboradores informados sobre os avanços. Por outro lado, apenas 5% afirmam obter um retorno significativo do investimento.
No entanto, a utilização da IA e a perceção sobre a mesma variam entre gerações e países. A utilização frequente cresceu 65% a nível global. Para muitos colaboradores mais velhos, aproveitar os benefícios da IA é mais difícil, enquanto os mais jovens têm 1,7 vezes mais probabilidades de frequentar formações em IA, o dobro das probabilidades de referir melhorias nas suas competências, 2,3 vezes mais probabilidades de afirmar que a IA melhora o seu desempenho e o triplo de referir melhorias no equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
A Geração Z é um dos grupos mais adaptáveis, empenhados e estrategicamente valiosos da força de trabalho moderna. Para as empresas, encontra-se na intersecção dos três grandes motores que estão a transformar o trabalho: realização, competências e IA.
Na Europa, existem diferenças evidentes ao nível do uso e da aplicação. Em Espanha, por exemplo, 37% dos colaboradores utilizam IA pelo menos três vezes por semana e 14% fazem-no diariamente, valores acima da média europeia (32% e 12%, respetivamente). Também ao nível da perceção do impacto, 44% dos colaboradores espanhóis acreditam que a IA criará novas oportunidades de emprego, face a 40% no Reino Unido e em França, 37% em Itália e 35% na Alemanha, evidenciando diferentes níveis de confiança entre países. O mercado português não foi avaliado para este estudo.
A Europa está a avançar na adoção da IA mas a um ritmo mais lento do que outras regiões. Tal deve-se a uma menor confiança, já que apenas 20% dos colaboradores confiam plenamente na IA, aproximadamente metade do registado na Ásia – e a um investimento público mais limitado. Ainda assim, a Europa está a recuperar terreno, apesar do forte foco regulatório, registando o maior crescimento anual (13%) na adoção da IA no trabalho entre 2024 e 2025.
Pilar de Arriba sublinha que a mudança trazida pela IA traz um desafio de comunicação muito mais exigente do que nas vagas tecnológicas anteriores. “Os colaboradores não precisam de certeza absoluta — nenhuma empresa a pode garantir num ambiente de IA que muda de poucos em poucos meses —, mas precisam de uma direção credível e de uma explicação concreta do que a IA significa para o seu trabalho.”
La irrupción de la inteligencia artificial (IA) generativa ha puesto en guardia a los creadores de contenidos. Para que estos modelos funcionen, deben ingestar extensísimas bases de datos con todo tipo de documentos. A ese material se le aplican algoritmos que establecen patrones. Esa es la llamada fase de entrenamiento. Editores, traductores, ilustradores y actores de doblaje, entre otros, consideran injusto que empresas como OpenAI (desarrolladora de ChatGPT o DallE), Anthropic (Claude) o Microsoft (Copilot) estén lucrándose de sus creaciones sin haber pagado derechos de autor.

© INMA FLORES
El sector de la inteligencia artificial protagoniza la nueva fiebre del oro del siglo XXI. Y sus gigantes pugnan por el trofeo de ser los primeros en salir a Bolsa. OpenAI, la empresa que en 2022 empezó esta revolución al presentar ChatGPT, ha iniciado ya el proceso para salir al mercado. La decisión de la compañía encabezada por Sam Altman promete convertirse en un termómetro del interés de los inversores por la inteligencia artificial. OpenAI ha anunciado este lunes a través de un comunicado que está preparando de forma confidencial con la SEC, el regulador de los mercados de Estados Unidos, los documentos para la salida a Bolsa.

© Evelyn Hockstein (REUTERS)
