Eljay Crisp-Carr, 20, was taken into custody on Thursday and charged with 11 counts of felonious assault. Court documents do not list an attorney for him, and no one answered a call to a phone number associated with him on Friday morning.
Dylan Phelan, 21, of Leeds, sentenced to more than six years for encouraging the suicide of 21-year-old Travis Dyer
A Yorkshire man has been sentenced to more than six years in jail after admitting encouraging a US citizen to kill themselves while on a video call.
Dylan Phelan, 21, was sentenced on Friday at Leeds crown court after previously pleading guilty to intentionally doing an act that was capable of encouraging the suicide of another person.
O Presidente da República, António José Seguro, vai dar posse na segunda-feira, às 12:30, aos quatro novos juízes do Tribunal Constitucional, hoje eleitos pelo Parlamento, em lista conjunta de PSD, Chega e PS.
“Eu já marquei a tomada de posse para segunda-feira ao meio-dia e meia”, anunciou o chefe de Estado, em resposta aos jornalistas, que o questionaram sobre a eleição dos novos juízes, à saída da Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, onde participou numa cerimónia comemorativa dos 100 anos da Ordem dos Advogados.
O Parlamento elegeu hoje quatro novos juízes para o Tribunal Constitucional, através de uma lista conjunta apresentada por PSD, Chega e PS, que teve 176 votos favoráveis, alcançado a necessária maioria de dois terços.
Após sucessivos adiamentos ao longo da atual sessão legislativa, os três partidos com maior representação parlamentar entregaram em 29 de maio uma lista conjunta de candidatos para substituir quatro juízes do Tribunal Constitucional: dois indicados pelo PSD, um pelo Chega e um pelo PS.
O PSD indicou Joaquim Cardoso da Costa, antigo secretário de Estado e atual diretor do Centro Jurídico do Estado, e a professora catedrática Maria Paula Ribeiro Faria.
O PS indicou Gabriela Cunha Rodrigues, juíza desembargadora que exerce atualmente as funções de chefe de gabinete do presidente do Supremo Tribunal de Justiça, e o Chega propôs Luís Filipe Brites Lameiras, que foi juiz desembargador nos tribunais da Relação de Lisboa e do Porto.
O Tribunal Constitucional funcionava desde o ano passado com menos dois juízes, depois de José António Teles Pereira e Gonçalo Almeida Ribeiro, ambos eleitos por proposta do PSD, terem renunciado ao cargo em 01 de outubro.
Os outros dois juízes que vão ser substituídos são Joana Fernandes Costa, que aguardava substituição por ter ultrapassado os nove anos de mandato, e o atual presidente do Tribunal Constitucional José João Abrantes, que decidiu renunciar às suas funções. Os dois tinham sido eleitos pelo parlamento por proposta do PS.
José João Abrantes, juiz do Tribunal Constitucional desde julho de 2020 e presidente desde abril de 2023, comunicou há um mês que decidiu renunciar às funções com efeitos a partir da posse do seu substituto, por “razões pessoais e institucionais”.
Se a renúncia de José João Abrantes tivesse tido efeitos imediatos, os atuais 11 juízes do Tribunal Constitucional teriam de eleger um novo presidente. Assim, essa eleição só ocorrerá com a nova composição do tribunal, com 13 juízes.
Nos termos da Constituição, o Tribunal Constitucional é composto por 13 juízes, sendo dez designados pela Assembleia da República e os outros três cooptados por estes. Dos 13, seis são obrigatoriamente escolhidos de entre juízes dos restantes tribunais e os demais de entre juristas.
Os juízes do Tribunal Constitucional são designados por um período de nove anos, contados da data da posse, mas apenas cessam funções com a posse do juiz designado para ocupar o respetivo lugar, salvo situações como a renúncia.
A shooting on Friday in Midland, Texas, has killed one person and sent a further nine to the hospital with injuries, according to the city’s authorities.
The possible suspect was in a standoff with officers for about two hours but later on Friday afternoon was reported deceased, police and the city’s mayor said.
O ex-bombeiro de Alfândega da Fé acusado de ter ateado 18 incêndios florestais naquele concelho em 2019 foi hoje, novamente, absolvido, tendo o tribunal entendido que a geolocalização do telemóvel não prova que esteve no local exato dos fogos.
O ex-bombeiro, agora de 46 anos, já tinha sido ilibado em 2023, pela inconstitucionalidade da Lei dos Metadados, que não permitia o acesso à localização do telemóvel do acusado próximo dos locais dos fogos e que eram a base da acusação do Ministério Público, datada da 2020.
O arguido estava acusado de atear 18 incêndios florestais neste concelho do distrito de Bragança e de causar prejuízos na ordem dos 270 mil euros.
Segundo o Ministério Público, “decidiu atear incêndios a terrenos florestais e agrícolas, sabendo que seriam combatidos pela corporação de bombeiros de que fazia parte, para poder evidenciar-se nesse combate, nomeadamente pelo exercício das referidas funções de chefia, e assim progredir hierarquicamente”.
Na análise do recurso, o Tribunal da Relação de Guimarães entendeu valorar a geolocalização do arguido, devido a uma alteração à lei que permite o uso de metadados para investigação criminal, determinando que o processo voltasse à primeira instância para nova apreciação.
Hoje foi lido o novo acórdão, no Tribunal de Bragança, com o coletivo de juiz presente por videoconferência e sem a presença do arguido.
Para o Tribunal de Bragança, existem provas que os incêndios foram provocados por mecanismos de combustão lenta, no entanto, não dá como provado as horas exatas a que foram ateados esses mesmos incêndios em 2019, nem que o ex-bombeiro esteve nesse local.
Segundo o coletivo de juiz, a geolocalização abrange uma área e não o local exato onde começou o incêndio e, por isso, “não permitindo concluir que o suspeito estava no local”, é “incapaz” de provar que ateou os fogos.
As testemunhas ouvidas no processo revelaram ter visto o ex-bombeiro passar pelos locais, mas nenhuma viu o ato de ignição.
O comandante dos bombeiros de Alfândega da Fé disse também em tribunal que o arguido lhe chegou a confessar que tinha provocado o incêndio. Contudo, o tribunal considerou hoje que esta declaração é “ambigua”, porque não foi determinado quais terá ateado e não há uma confissão oficial.
Além disso, o Tribunal de Bragança também aceitou a anulação das buscas feitas ao canil e do material ali apreendido para prova, pedidas pela defesa do arguido, que alegou que os mandados de busca não abrangiam a infraestrutura em questão.
Assim, o Tribunal de Bragança considerou que não há provas “suficientemente fortes” para condenar o antigo bombeiro de Alfândega da Fé.
A Lusa tentou obter reação da advogada de defesa, que disse não querer falar, referindo em tribunal que durante “estes sete anos” a verdadeira pessoa responsável pelos incêndios não foi julgada.
Um segurança de uma carrinha de valores foi assaltado à mão armada, ao início da tarde desta sexta-feira, no Lugar de Mota, freguesia de Fervença, Celorico de Basto.
O crime ocorreu quando uma carrinha Prosegur chegou junto de um multibanco, para o carregar com notas. No momento em que o funcionário saiu da carrinha com três sacos de dinheiro, dois homens saíram a correr de uma viatura que estava no local estacionada.
Um deles terá usado uma arma de fogo para ameaçar o segurança e ainda um transeunte, que foi forçado a deitar-se no chão.
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Os dois ladrões conseguiram roubar os três sacos, com uma quantia em numerário ainda não apurada, e colocaram-se em fuga num carro a alta velocidade, conduzido por um cúmplice.
Vídeo: Ivo Borges / O MINHO
A GNR foi de imediato para o local com duas patrulhas e a Polícia Judiciária foi acionada.
Portugal’s parliament has today approved the final version of the government’s proposal that modifies the mechanism for extended confiscation of assets – allowing the confiscation of proceeds from crime even
Cyber agency says BlackCore targeted John Swinney, as well as interfering in New York and French elections
France’s cybersecurity agency has accused the Israeli tech company BlackCore of interfering in the Scottish elections earlier this year by targeting the first minister, John Swinney.
The disinformation detection agency Viginum said BlackCore had this year used proxy social media accounts to target Swinney, the Scottish National party, and the Scottish government on four occasions.
Yoon procurou “criar condições de guerra” para impor a lei marcial, em dezembro, concluíram os procuradores. O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol foi esta quinta-feira condenado a 30 anos de prisão por enviar drones militares para a Coreia do Norte em 2024, com o objetivo de provocar Pyongyang e decretar a lei marcial. Os procuradores especiais consideraram, em abril, que a tentativa de Yoon de “criar condições de guerra” através do envio desses drones tinha prejudicado a segurança do Estado, aumentando as tensões com o Norte. O antigo chefe de Estado, de 65 anos, já tinha sido condenado a prisão perpétua
A South Korean court sentenced former President Yoon Suk Yeol to 30 years in prison Friday in a case that accused him of ordering drone flights over North Korea in an effort to justify his declaration of martial law.
Then-Defense Minister Kim initially issued a vague denial before South Korea's Defense Ministry said it could neither confirm nor deny the allegations.
Although tensions between the two Koreas escalated following the incident, the drone flights did not lead to any military clashes.
Prosecutors accused Yoon of attempting to create a crisis with North Korea while plotting an authoritarian power grab aimed at removing political opponents and consolidating control.
Before declaring martial law, Yoon delivered a televised address accusing liberal lawmakers of sympathizing with North Korea.
Yoon has argued that he possessed the constitutional authority to declare martial law and said the move was intended to draw attention to what he viewed as obstruction by opposition parties.
His attempt to impose martial law lasted roughly six hours before lawmakers voted to overturn it amid mass public protests.
Yoon was arrested in July 2025 and continues to face multiple criminal proceedings.
Um médico radiologista será julgado pela acusação de coação sexual a uma mulher, a quem fazia um exame clínico, em Braga, colocando um aparelho no clitóris da cliente, durante uma ecografia que visava apenas e só avaliar uma lesão no nervo ciático.
O Ministério Público (MP) acusou o médico radiologista, de 71 anos, casado, natural do Porto e morador em Braga, de um crime de coação sexual agravado, solicitando que seja condenado, inibido de exercer a sua profissão e ainda de contactar com menores.
Segundo a acusação, à qual O MINHO teve acesso, a vítima é uma mulher de 49 anos, residente em Braga, que na sequência de um acidente de trabalho, por decisão da companhia de seguros teve que fazer uma ecografia numa clínica privada em Braga.
“No dia 16 de dezembro de 2024, cerca das 15:30, a vítima deslocou-se à clínica, a fim de realizar o citado exame, tendo sido encaminhada para um consultório, onde a técnica lhe pediu para despir a roupa, com exceção da camisola e cuecas, o que a vítima fez, deitando-se de seguida numa cama ali existente”, segundo começa por enquadrar a acusação do MP.
“Após, o médico abeirou-se da vítima e pediu-lhe para abrir as pernas, momento em que esta se queixou de dores e disse que tinha de o fazer devagar, ao que aquele retorquiu ‘isso é muito mau não conseguir abrir as pernas aos 49 anos’, o que a incomodou”, sendo que “de seguida, o médico iniciou a ecografia, passando o respetivo aparelho na virilha direita da vítima”.
“Depois, descendo de seguida para junto da vagina, pedindo que afastasse as cuecas, o que esta acabou por fazer de forma integral, deixando essa parte do corpo desnudada, logo após, o arguido colocou o aparelho diretamente no clitóris, massajando essa zona, enquanto a vítima dizia que a dor não era nessa zona, questionando-o se não se tratava de uma hérnia inguinal, mas então o arguido disse à vítima não estar a detetar nada, “apenas uns gânglios, mas que poderiam ser pela sua bela depilação”.
“O arguido disse à vítima que se colocasse em pé e de lado para ele, o que esta fez, sempre seguindo as suas instruções, sendo que o arguido, que estava sentado num banco, colocou as suas pernas rodeando a perna direita da vítima, assim a tocando com as coxas, e, de seguida, com a mão direita, passou o aparelho na zona da virilha em que sentia dor, enquanto passava a mão esquerda nas nádegas da vítima, para cima e para baixo, apenas parando para carregar no aparelho”, refere o MP.
“A vítima ficou assustada, sentiu humilhação e repulsa, chorando nesse dia e nos que se seguiram, tomando banho quando chegou a casa com o intuito de afastar esses sentimentos, tendo aumentado a dosagem de medicação para dormir que já usava e dificuldades na manutenção de relações sexuais sempre por se recordar” daquele episódio, segundo refere a acusação pública.
MP pede pena inferior a cinco anos
O MP decidiu que o médico seja julgado só por um juiz, não por Tribunal Coletivo, “considerando não ser de aplicar pena de prisão superior a cinco anos, tendo em conta a sua culpa e as exigências de prevenção, uma vez que o arguido não tem antecedentes criminais e encontra-se inserido, o que permite ter uma maior expectativa quanto à sua ressocialização”.
“Os comportamentos do arguido são demonstrativos de personalidade da sua personalidade, altamente desvaliosa, malformada, indiferente à proteção e bem-estar da vítima, caso o arguido estabeleça relações de proximidade com menores, designadamente por motivo de profissão, emprego, funções ou atividades, públicas ou privadas, adoção, tutela, curatela, acolhimento familiar, apadrinhamento civil, entrega, guarda ou confiança de menores, irá praticar factos semelhantes aos narrados”, considera o MP.
“O arguido agiu livre, voluntária e conscientemente, com o propósito concretizado de satisfazer a sua lascívia e os seus instintos libidinosos, bem sabendo que, com a conduta supra descrita ofendia de forma séria e grave a intimidade e liberdade da vítima, assim atentando contra o património íntimo e a reserva pessoal da sua sexualidade, colocando em causa a sua liberdade e consciência sexual”, segundo refere a acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do MP.
Médico radiologista não prestou declarações
O médico radiologista, muito conhecido em Braga, que é licenciado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, não prestou declarações durante o inquérito do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Braga do MP.
A vítima, representada pelo advogado António Lima Martins, com escritório em Braga, solicitou uma indemnização de 25 mil euros, tendo em conta os danos causados e a necessidade de prevenir situações futuras do mesmo médico com outras clientes.
Advogado António Lima Martins representa a vítima. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO
“O arguido sabia que, ao agir da forma descrita, no exercício das suas funções, não respeitava o procedimento necessário à realização do exame pretendido, bem sabendo que os atos praticados não eram necessários nem clinicamente justificados e que o fazia sempre contra a vontade da vítima, a quem nunca foi prestada qualquer informação prévia, nem consentimento”, segundo acrescenta a acusação do MP, que tem concordância daquele mesmo advogado, António Lima Martins.
“Era ainda o arguido sabedor que actuou sempre em aproveitamento do ascendente gerado pela sua qualidade de profissional de saúde, a de médico especialista em radiologia, conjugado com o contexto de realização do aludido exame, bem sabendo que a vítima, que se encontrava doente e com uma incapacidade, se apresentava numa posição de vulnerabilidade e por via disso se submeteria às suas instruções e atos, como veio a acontecer, assim a obrigando a suportar a sua atuação”, refere o MP.
“Nunca fui à ilha” e “Epstein estava a tentar usar informações sobre as minhas infidelidades para me pressionar”. Congressistas questionam-se: será que um dos gurus da era informação podia simplesmente não saber de nada? O multimilionário Bill Gates disse esta quarta-feira a uma comissão do Congresso dos Estados Unidos que nunca teve uma relação pessoal com Jeffrey Epstein e que cortou todos os laços com o criminoso sexual, quando este não conseguiu cumprir promessas de angariação de fundos para iniciativas filantrópicas. O fundador da Microsoft compareceu voluntariamente, em Washington, na audiência à porta fechada perante a Comissão de Supervisão da
Uma chamada em código e a intervenção discreta de um agente da PSP colocado na Central 112 permitiram salvar uma menina de uma alegada situação de abuso por parte de um conhecido da mãe. O suspeito, que conduzia o veículo onde seguia a menor, foi identificado na zona da Grande Lisboa, após um agente da PSP ter conseguido recolher informações essenciais junto da criança, uma pré-adolescente. Pelo seu desempenho, o polícia recebeu um louvor da direção nacional da PSP. O agente, que ingressou na PSP há cerca de um ano, encontrava-se ao serviço na linha de emergência do Centro Operacional
Eight people have been arrested in the Algarve in connection with theft offences, while police recovered three stolen vehicles and seized more than 1,000 litres of fuel during operations in
Isto surge da ideia de que os ambientes onde os indivíduos se inserem afetam os seus comportamentos, o que faz com que alguns ambientes sejam mais criminógenos que outros. Ou seja, existem espaços que, devido às suas características, podem potenciar a ocorrência do crime.
Estas características são, muitas vezes, o que se chama de incivilidades que, no fundo, são manifestações de desordem, transmitindo a perceção a quem ali vive ou passa de que aquela zona é caracterizada pela falta de ordem e de cuidado. Essas desordens podem ir desde edifícios em ruínas, lixo no chão e pouca iluminação a problemas sociais visíveis na rua (mendicidade, violência, álcool, drogas).
Estes contextos podem potenciar o medo do crime, porque o facto de estas incivilidades não serem reparadas durante longos períodos de tempo sugere que aquele espaço não é cuidado, nem vigiado, o que faz com que as pessoas fiquem mais receosas em utilizá-lo, abrem-se as portas aos ofensores motivados e surgem cada vez mais oportunidades para a prática do crime nesses locais .
De facto, tem-se verificado que para nos sentirmos seguros é fundamental termos a perceção de que dominamos o ambiente, por esse motivo, tendemos a encarar espaços bem iluminados, limpos, com edifícios cuidados e onde temos uma visão ampla do espaço, como mais seguros. Em contrapartida, espaços mal iluminados, estreitos, com um número elevado de possíveis refúgios para o ofensor (arbustos, muros, etc), reduzidas possibilidades de fuga (barreiras físicas ou incapacidade de pedir ajuda) e sinais de abandono (graffiti, vidros partidos, etc) tendem a transmitir uma perceção de insegurança.
Neste sentido, surge a Prevenção Situacional do crime, que visa reduzir as oportunidades para a prática do crime, através da modificação das condições ambientais, nomeadamente, a introdução de barreiras físicas ou obstáculos, aumentar o risco de deteção do crime – melhor iluminação, instalação de sistemas de videovigilância – e reduzir as recompensas ou benefícios associados ao crime. Isto significa que estas estratégias de prevenção vão procurar aumentar os custos e riscos percebidos associados ao cometimento do crime, aumentando o esforço e a dificuldade da prática criminal. O objetivo é tornar a prática do crime tão difícil e com uma probabilidade tão elevada de ser apanhado, que o ofensor desista de passar ao ato.
Desta forma, cuidar do espaço urbano além de assegurar a harmonia estética e visual, pode ainda potenciar o sentimento de segurança dos cidadãos.
Fernando Valente, the main suspect in the disappearance of Mónica Silva, known nationally as the “Pregnant Woman of Murtosa”, has been definitively acquitted after the Porto Court of Appeal upheld
Tribunal da Relação confirma absolvição do suspeito: não há provas para o condenar. Mónica Silva saiu para tomar um café há quase três anos e não voltou a aparecer. Também não fica provada a morte da grávida da Murtosa. O Tribunal da Relação do Porto confirmou a absolvição de Fernando Valente, arguido no caso do desaparecimento de Mónica Silva, conhecida como “a grávida da Murtosa”, que está desaparecida desde outubro de 2023. A decisão mantém integralmente o acórdão do Tribunal de Júri de Aveiro, que já tinha absolvido o empresário de todos os crimes de que vinha acusado. Em comunicado
“Chi oggi difende il contenuto degli hard disk di Andrea Sempio, lo fa in malafede”: sono parole dure e dirette quelle del giornalista MiloInfante sul nuovo indagato per il delitto di Garlasco. A poche ore dalla notizia delle dimissioni di Infante dalla Rai, e del passaggio al gruppo Mediaset, il conduttore televisivo è tornato sull’omicidio di Chiara Poggi come ospite del format “Segreti” di Francesco Borgonovo.
Le dichiarazioni di Infante
Le dichiarazioni più pesanti rilasciate da Infante a “Segreti” riguardano il contenuto dell’hard disk di Andrea Sempio. “Il contenuto di quegli hard disk è spaventoso” per Infante, soprattutto se confrontato con quello di Alberto Stasi, l’allora fidanzato della vittima che sta scontando in carcere la condanna a 16 anni per l’omicidio di Chiara Poggi. Secondo i giudici che hanno condannato Stasi, lo ricordiamo, il pc di Alberto conterrebbe il movente che lo avrebbe portato ad uccidere la sua fidanzata, dopo un litigio scatenato dalle visioni di immagini hard da parte di Chiara. “Chi ha parlato di mostruosità nel computer di Alberto Stasi, non ha mai visto le immagini che abbiamo visto noi. Soprattutto se confrontate a quello di Alberto Stasi”, ha detto Infante. Immagini che Infante ha avuto modo di analizzare, essendosi occupato quotidianamente del delitto di Garlasco nel suo programma Rai a Ore 14.
Le ricerche di Sempio
Ma non è tutto, oltre l’hard disk per Infante ci sarebbe dell’altro. Ci sono alcune ricerche fatte dal 38enne Andrea Sempio sul web che, secondo lui, ne delineano un profilo decisamente conturbante. “Le navigazioni, il materiale che visualizzava, le cose che ha scritto sono da, uso le virgolette, da potenziale killer; da persona disturbata”, ha dichiarato il conduttore. “Questo – ha continuato – non vuol dire che lo sia, però uno che scrive che sogna di aprire la faccia a una ragazza, colpirla con un taser, uno che fa l’elogio dell’incesto con la cugina, la legge della savana… per quello che ha scritto e quello che dice, almeno in quegli anni, era fortemente disturbato”.
Le prove scientifiche
Ma per quanto sconvolgenti, questi elementi messi insieme non dimostrano certo la colpevolezza di Andrea Sempio rispetto all’omicidio di Chiara. “Un eventuale processo dovrà fondarsi su elementi probatori solidi. La grande battaglia che si combatterà sarà proprio sulla parte scientifica, cioè i consulenti che si affronteranno in aula e il perito del giudice”, ha aggiunto Infante. Il riferimento è in particolare all’impronta 33 e al materiale genetico rinvenuto sotto le unghie della vittima. Infante non ha mancato di dire la sua sulla gestione del caso di Garlasco: “Le informazioni sono state elargite ai media con troppa leggerezza. Si è parlato di complotti, sicari, biciclette, pedofilia e armi senza che ci fosse sempre attinenza con le indagini reali. Tutto questo ha portato a inventare mostri da parte dei profili social dove sta accadendo di tutto”.