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Segurança de carrinha de valores assaltado em Celorico de Basto. Ladrões fogem com 3 sacos de dinheiro

12 June 2026 at 16:39

Um segurança de uma carrinha de valores foi assaltado à mão armada, ao início da tarde desta sexta-feira, no Lugar de Mota, freguesia de Fervença, Celorico de Basto.

O crime ocorreu quando uma carrinha Prosegur chegou junto de um multibanco, para o carregar com notas. No momento em que o funcionário saiu da carrinha com três sacos de dinheiro, dois homens saíram a correr de uma viatura que estava no local estacionada.

Um deles terá usado uma arma de fogo para ameaçar o segurança e ainda um transeunte, que foi forçado a deitar-se no chão.

Segurança de carrinha de valores assaltado em Celorico de Basto. Ladrões fogem com 3 sacos de dinheiro
Foto: Ivo Borges / O MINHO

Os dois ladrões conseguiram roubar os três sacos, com uma quantia em numerário ainda não apurada, e colocaram-se em fuga num carro a alta velocidade, conduzido por um cúmplice.

Vídeo: Ivo Borges / O MINHO

A GNR foi de imediato para o local com duas patrulhas e a Polícia Judiciária foi acionada.

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Fafe: Juízes dão segunda oportunidade a homem que assaltou à mão armada uma grávida

11 June 2026 at 23:17

Um homem que assaltou à mão armada duas mulheres, dentro de uma farmácia, em Fafe, uma das quais grávida, para comprar medicamentos, em outra farmácia, destinados à sua esposa, igualmente grávida, foi condenado a cinco anos de pena suspensa.

O arguido, de 33 anos, desempregado, residente na freguesia de São Torcato, em Guimarães, esteve em prisão preventiva até à leitura do acórdão, tendo o Tribunal de Guimarães decidido dar-lhe uma oportunidade, pois não tem antecedentes criminais.

A meio da tarde de 19 de julho de 2025, o homem abeirou-se da Farmácia Maria José, na freguesia de Arões São Romão, em Fafe, onde se encontrava uma funcionária a atender uma cliente em adiantado estado de gravidez, assaltando-as com uma faca.

“O arguido agarrou a grávida pelas costas, colocando-lhe o braço esquerdo à volta do pescoço, enquanto segurava a faca com a mão direita, que apontou, alternadamente, à barriga em estado de grávida, ao pescoço e cabeça, assim a fazendo temer pela sua vida e integridade física, bem como à do seu bebé, e colocando-a na impossibilidade de resistir”, conforme ficou provado.

“Indiferente às súplicas das ofendidas para que não fizesse mal à grávida, exatamente por estar grávida, o arguido prosseguiu, exigindo que ambas lhes entregassem tudo o que tivessem”, segundo refere o acórdão condenatório do Tribunal de Guimarães.

À cliente roubou logo dez euros que a vítima tinha na carteira a tiracolo e à funcionária 215 euros, que tinha na caixa registadora, sendo este o apuro da farmácia, após o que se colocou em fuga no seu automóvel e cujas matrículas estavam ambas alteradas.

Arguido declarou estar arrependido e pediu desculpa

Na data do assalto, o arguido, tal como a mulher, encontravam-se ambos desempregados, pagando uma renda de casa mensal de 650 euros, pelo que decorridos dois terços do mês, o agregado familiar já não tinha dinheiro, segundo referiu no julgamento.

Declarando-se arrependido da autoria do assalto e pedindo já desculpa a ambas as vítimas, o arguido justificou a sua conduta “motivada pelo desespero que sentia à data”, explicando aos juízes que “na data dos factos, embora a trabalhar na construção civil, por ter já esgotado o salário que nesse mês lhe fora pago deduzido do adiantamento anterior que o patrão lhe havia feito”.

“Tal adiantamento foi para pagar a renda e a caução da casa que tomara de arrendamento, encontrava-se desesperado, sem dinheiro e a precisar de fazer compras para as filhas e a mulher grávida”, acrescentou o arguido, adiantando que “sobre o dia dos factos, recordou que, depois de procurar o patrão para lhe pedir um novo adiantamento e não o tendo encontrado, em desespero, decidiu assaltar tal farmácia, onde nunca antes tinha ido”.

“Postura colaborante” do arguido

A pena de quatro anos e nove meses de prisão, suspensa por cinco anos, sujeito ao regime de prova durante este último período, foi tida como adequada pelo Tribunal Coletivo, “atendendo à postura colaborante do arguido durante as investigações da PJ”.

“Importa notar que o arguido é primário, sem qualquer antecedente criminal averbado ao seu registo, sendo pessoa socialmente integrada, casado, com três filhos menores, o mais novo dos quais com três meses de idade”, como consideraram os três juízes.

“Ponderados estes fatores, sem olvidar as circunstâncias da prática do crime, circunscritas a um único episódio da sua vida, entende-se que as exigências de prevenção se bastam com a aplicação de pena não privativa da liberdade”, decidiram os juízes.

“A sua confissão, o arrependimento declarado e demonstrado, a sua inserção familiar e profissional, a ausência de antecedentes criminais e à sua reclusão desde agosto de 2025, período que lhe permitiu consciencializar-se da ilicitude e gravidade dos seus atos e respetivas consequências para o próprio e para a sua família direta”, levaram a suspender a execução da pena de prisão.

“Em contexto prisional, o arguido revelou uma postura de acordo com o normativo institucional, afirma não ser consumidor de droga, nem ter outras dependências e aceitou a oportunidade de trabalhar como faxina no Bar dos Reclusos e da sala de jogos do estabelecimento prisional a auferir uma quantia módica”, segundo o acórdão condenatório, ao qual O MINHO acedeu.

Fafe: Juízes dão segunda oportunidade a homem que assaltou à mão armada uma grávida
Advogado Germano de Vasconcelos defendeu o arguido. Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

O advogado de defesa, Germano Vasconcelos, em declarações a O MINHO, elogiou “a compreensão de ambas as vítimas que compreenderam o desespero do arguido e a ponderação dos três juízes perante a situação em que o meu cliente se encontrava”.

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Concelho de Albufeira com vários assaltos a automóveis nas últimas semanas

Vários carros foram assaltados nas últimas semanas em plena luz do dia no concelho de Albufeira, alguns deles na zona das Açoteias, de acordo com publicação no website do Correio da Manhã (CM) e com informação chegada ao jornal diariOnline Região Sul.

O último assalto ocorreu no passado sábado, 6 de junho, quando “uns clientes americanos estavam a almoçar e tinham o carro estacionado à porta do restaurante“, segundo um empresário da zona declarou ao CM.

Um vizinho viu um carro alugado com o vidro partido e alertou os turistas. “Levaram malas, portáteis e passaportes que estavam nos bancos“, adianta o empresário.

Também neste sábado, 6 de junho, outras viaturas foram furtadas no estacionamento da praia dos Tomates, situada na zona das Açoteias, cujo clima de insegurança tem deixado os empresários apreensivos. “Sabemos que a GNR faz o que pode com os meios que tem, mas era importante reforçar o patrulhamento nesta zona” afirma o empresário.

Um outro automóvel, de um funcionário de um restaurante também no concelho de Albufeira, foi vandalizado, tendo-lhe sido partidos os vidros e roubados todos os documentos.

O CM adianta na sua publicação que a GNR tomou conta das ocorrências e tenta localizar os suspeitos.

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