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Niegan que exista orden de suspensión contra presidente de Colombia

Bogotá, 10 jun (Prensa Latina) El congresista Jorge Ocampo, que también integra la Comisión de Acusaciones de la Cámara de Representantes de Colombia, negó hoy que exista una suspensión contra el mandatario, Gustavo Petro, como divulgaron más temprano medios locales.

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Fortalecen medidas de seguridad para presidenciables en Colombia

Bogotá, 10 jun (Prensa Latina) El Gobierno de Colombia fortalece hoy las medidas de seguridad de los candidatos presidenciales, sus fórmulas vicepresidenciales y equipos de campaña de cara a la segunda vuelta del próximo 21 de junio.

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República 14 – Olhão | Concerto dos “Proyecto Jazz Colombia”

A República 14 recebe, dia 13 de Junho, sábado às 21h00, o concerto dos Proyecto Jazz Colombia, uma formação sediada em Sevilha que cruza a riqueza dos ritmos tradicionais colombianos com a linguagem livre e improvisada do jazz, criando uma experiência musical singular marcada pelo encontro entre culturas e sonoridades. Fundado em Sevilha, em 2020, […]

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Selección Femenina de Fútbol llena de júbilo a Colombia

Bogotá, 10 jun (Prensa Latina) La consagración de la Selección de Fútbol de Colombia como campeona de la primera edición de la Conmebol Liga de Naciones Femenina llena hoy de júbilo a la nación neogranadina.

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Os Ritmos da Colômbia na República 14

Proyecto Jazz Colombia – Sábado 13 de junho às 21h00 – Olhão

A República 14 recebe este sábado o concerto dos Proyecto Jazz Colombia, uma formação sediada em Sevilha que cruza a riqueza dos ritmos tradicionais colombianos com a linguagem livre e improvisada do jazz, criando uma experiência musical singular marcada pelo encontro entre culturas e sonoridades.

Fundado em Sevilha, em 2020, o projeto tem vindo a afirmar-se nos palcos andaluzes, onde já participou em diversos festivais e ciclos de concertos, conquistando públicos de diferentes idades através de uma abordagem inovadora à música tradicional e contemporânea.

O grupo reúne três músicos andaluzes com sólida experiência no flamenco e jazz e a guitarrista e cantora colombiana Juana Gaitán, investigadora dedicada das tradições musicais do seu país. Desta colaboração nasceu uma sonoridade original, onde o diálogo entre as heranças musicais da Andaluzia e da Colômbia assume um papel central. Durante os concertos, os músicos partilham ainda algumas das ligações históricas e musicais entre estas culturas, revelando afinidades surpreendentes entre ritmos de ambos os lados do Atlântico.

No espetáculo será apresentado o álbum de estreia, “De Aquel Alto Vengo”, um trabalho que percorre as diversas regiões da Colômbia através de uma viagem sonora profundamente inspirada pelas suas tradições. Ritmos africanos, europeus e indígenas – elementos fundamentais da identidade musical colombiana – encontram-se com o jazz, que funciona como ponte entre a tradição e a modernidade, dando origem a uma música simultaneamente enraizada e contemporânea.

A formação é composta por Juana Gaitán (guitarra elétrica, voz e arranjos), Bernardo Parrilla (saxofones, flauta e arranjos), Javier Delgado (contrabaixo) e Nacho Megina (bateria e percussão).

Uma oportunidade para descobrir as múltiplas paisagens sonoras da Colômbia através de uma abordagem criativa, envolvente e aberta à improvisação, onde o jazz serve de ponto de encontro entre diferentes tradições musicais.
Sábado dia 13 de Junho às 21h na República 14 em Olhão.

Bilhetes estão disponíveis no local ou clicando AQUI.

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A man convicted of killing his ex-partner’s cat in Spain will be deported to Colombia

Spain’s National Police on Monday arrested a 29-year-old Colombian national who had been sentenced by a court to five years’ expulsion from the country for deliberately killing his ex-partner’s cat in Torrevieja, a resort town on the Mediterranean coast. According to Asociación Leal, an animal-welfare group that filed a private criminal complaint in the case, this is the first time that “animal abuse has had real consequences.” The court ruling, it said, “sets a precedent.”

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© POLICÍA NACIONAL (POLICÍA NACIONAL)

Spanish National Police officers arrest a man convicted of killing his ex-partner's cat in Torrevieja.
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Última dança de CR7 é o destaque do Grupo K da Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.

A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.

Notícias relacionadas:

Male players who've scored at 5 consecutive World Cups:

◆ Cristiano Ronaldo

That's it. pic.twitter.com/z5gGi3U0Qd — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) February 5, 2025

Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.

Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.

Cristiano Ronaldo 🇵🇹 #FIFAWorldCup pic.twitter.com/34v3xAgMDC

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) May 9, 2026

Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).

Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).

🇨🇴 Colombia have qualified for #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/sLhmz8Dwyq

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) September 5, 2025

A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.

Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.

🇺🇿👏 Uzbekistan are headed to the #FIFAWorldCup for the first time!@UzbekistanFA | #WeAre26

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.

Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.

This is what it means. Congo DR dared to dream. 🇨🇩#FIFAWorldCup pic.twitter.com/Zz1zr6sXix

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).

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Última dança de CR7 é o destaque do Grupo K da Copa do Mundo

Logo Agência Brasil

A última dança de um dos grandes nomes do futebol atual, é isto que o Grupo K da Copa do Mundo oferece ao público. Isto porque o atacante português Cristiano Ronaldo disputará, aos 41 anos de idade, o último mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase da competição, a equipe de Portugal comandada por CR7 terá pela frente a Colômbia, a República Democrática do Congo e o Uzbequistão.

A seleção de Portugal começa o Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre os dias 11 de junho e 19 de julho, como a grande favorita a ficar com a primeira colocada de sua chave. Isto porque conta com uma geração muito talentosa que permite a Cristiano Ronaldo brilhar para levantar o seu primeiro troféu da Copa do Mundo.

Notícias relacionadas:

Male players who've scored at 5 consecutive World Cups:

◆ Cristiano Ronaldo

That's it. pic.twitter.com/z5gGi3U0Qd — FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) February 5, 2025

Comandados pelo técnico espanhol Roberto Martínez, os Lusos contam em seu plantel com alguns destaques do futebol europeu. Dois deles são titulares incontestáveis do PSG (França), o meio-campista Vitinha e o lateral Nuno Mendes. Mais experiente, mas não menos importante, é Bruno Fernandes, o grande nome do Manchester United (Inglaterra) e que pode ser considerado o maestro da seleção portuguesa.

Para Cristiano Ronaldo, a conquista de uma Copa do Mundo, justamente em sua última participação na competição, seria um belo capítulo final de carreira. Em sua melhor campanha em um Mundial, Portugal terminou no terceiro lugar no ano de 1966. No Catar, em 2022, os Lusos pararam nas quartas de final.

Cristiano Ronaldo 🇵🇹 #FIFAWorldCup pic.twitter.com/34v3xAgMDC

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) May 9, 2026

Porém, o time de CR7 tem um forte adversário no Grupo K, a seleção colombiana. O técnico argentino Néstor Lorenzo tem em mãos uma boa geração de jogadores. O mais destacado é o atacante Luis Díaz, que, após brilhar no Liverpool (Inglaterra), foi defender as cores do Bayern de Munique (Alemanha).

Outros nomes que chamam a atenção no time da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica (Portugal), e Jhon Arias (Palmeiras). Na defesa a principal peça é o zagueiro Davinson Sánchez, que defende o Galatasaray (Turquia).

🇨🇴 Colombia have qualified for #FIFAWorldCup 26!@aramco | #WeAre26 pic.twitter.com/sLhmz8Dwyq

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A chave conta com um estreante em mundiais de seleções masculinas, o Uzbequistão. Comandado por um dos grandes zagueiros da história do futebol, o italiano Fábio Cannavaro, a equipe da Ásia Central tem a solidez defensiva como maior virtude.

Além de contar com a força de seus defensores, o Uzbequistão apostas nas transições rápidas para o ataque, onde o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir (Turquia) e com passagem pela tradicional Roma (Itália), aparece como a grande referência.

🇺🇿👏 Uzbekistan are headed to the #FIFAWorldCup for the first time!@UzbekistanFA | #WeAre26

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) June 5, 2025

O quarto integrante da chave é uma seleção que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de 52 anos, a República Democrática do Congo. A equipe africana, que conquistou sua classificação apenas na Repescagem Mundial, é apontada como a mais frágil do Grupo K.

Porém, para os congoleses a participação na Copa já é uma grande vitória, pois a última vez em que o país esteve na competição foi no ano de 1974, ainda como Zaire. Naquela oportunidade os africanos enfrentaram a seleção brasileira, perdendo por 3 a 0 em jogo com gols de Jairzinho, Rivelino e Valdomiro.

This is what it means. Congo DR dared to dream. 🇨🇩#FIFAWorldCup pic.twitter.com/Zz1zr6sXix

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre o nome que mais chama a atenção é o do atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis (Espanha).

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The black crab of Providencia’s obstacle course to spawn and survive

Asilvina Pomare Lever takes part in a night monitoring shift during the annual migration of the black crab in Providencia.

With the first rains of the year, everything changes on the islands. Residents of the Archipelago of San Andrés and Providencia, about 775 km (481 miles) northwest of mainland Colombia, know that in the rainy season the migration of a nine-centimeter (3.5 inch) crustacean disrupts everyone’s routine. It has been this way for as long as islanders can remember. When she was little, Asilvina slept with earplugs, Darson placed towels under his doors and Nicolás’ school bus driver would get down with a palm frond to sweep crabs off the road as they crossed from the mountain to the sea. Hundreds of thousands of Gecarcinus ruricola once carpeted the main road in black and purple, making it impossible for any vehicle to pass at night. Today, the same children who used to go to sleep worried that the claws would catch their ears are the biologists who, from April to July, close the roads so the few individuals that now climb the hill can reach the coast to spawn without being crushed by a car.

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A couple of tourists watch the passage of black crabs during the nocturnal migration in Providencia.Imarsita Carmelita Livingstone holds a black crab she has kept frozen since before Providencia’s annual closed season began.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

A black land crab (Gecarcinus ruricola) on a road in Providencia.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

“Curramba”, a resident of Providencia and owner of the B&B High Hill, lives on one of the main migration routes for the crab on the island.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

Drawings and messages left by guests at the B&B High Hill.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

“Curramba”, owner of High Hill in Providencia, catches crabs that get inside the building as they migrate to the sea.

© Charlie Cordero (EL PAÍS)

A crab sculpture in a square in Providencia, where the animal is part of the cultural identity and collective memory of the Raizal community.
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Iván Cepeda enters final stretch of presidential campaign with no money and Petro on his heels

Iván Cepeda begins his second week heading into the presidential runoff with no money and time running out. His campaign team, deployed across several regions of the country for the final push, is convinced that the race will be decided in two cities: Bogotá and Barranquilla. The ruling party candidate has renewed his bet on social media: he now appears in more personal videos with voters, painting murals and even playing soccer. And he has the math clear: he needs at least 2.5 million additional votes to overtake his opponent Abelardo de la Espriella and cross the threshold into the Casa de Nariño presidential residence.

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© Ivan Valencia (AP Photo/Ivan Valencia)

Iván Cepeda in Bogotá, June 7, 2026.
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De la vida electoral colombiana al día después de… ¿Cómo se verán amigos y familiares?

De ganar el progresismo, es más fácil confiar en un paso de página, su discurso no ha sido de eliminación de la diferencia, ni autoritario.

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“Todas las guerras son malas, pero la guerra civil es la peor de todas, pues enfrenta al amigo con el amigo, al vecino con el vecino, al hermano contra el hermano.”

Frase popular durante la guerra civil estadounidense

“No, si la destrucción ha de ser nuestro destino, debemos ser sus autores y finalizadores. Como nación de hombres libres, viviremos para siempre o moriremos por suicidio.”

 — Abraham Lincoln

Desarrollo general de la contienda electoral

El 21 de junio es la segunda vuelta de las elecciones presidenciales colombianas 2026 – 2030. En un artículo anterior del día 19 de mayo, desarrollé como hipótesis un posible pacto o acuerdo entre Donald Trump y Gustavo Petro, de no interferencia del primero en las elecciones; hecho que se evidenció en el cese de improperios entre los dos presidentes desde febrero de 2026.

Ante la incredulidad de muchos frente a tal posibilidad, el propio presidente colombiano la confirmó al indicar que Trump había traicionado el acuerdo hecho en su visita de febrero. Hoy viernes 5 de junio, cuando escribo estas reflexiones, señala de nuevo la injerencia estadounidense aún más decididas luego de que Trump apoyara al candidato fascista Abelardo De La Espriella.

Claro está, el congresista republicano Bernardo Moreno, -o como le gusta ser nombrado tras obtener ciudadanía estadounidense, Berny Brown- proveniente de la élite cleptócrata colombiana ya estaba interfiriendo en las elecciones colombianas y fue al país andino en calidad de observador electoral señalando que los EE.UU. podrían no reconocer las elecciones si se ven anomalías, obviamente, en contra del que ellos quieren: De La Espriella. Ahora, el cubano – estadounidense secretario de Estado, Marco Rubio, -a quien quizá le agrada ser llamado ‘Marc Blond’- señala que vigilarán los comicios en Colombia y le quitarán la visa americana al que compre votos o haga fraude. Claro. En Colombia todos tienen cédula y pasaporte con visa americana. (guiño)

Varias cosas se suceden. Nada nuevo. Los tiempos electorales colombianos se ven salpicados de fraude, odio, intrigas, lenguaje vulgar, pasiones desbordadas, intromisión extranjera, no sólo estadounidense pues el presidente del Ecuador, con vínculos con el narcotráfico, Daniel Noboa, prometió en videollamada con De La Espriella retirar los aranceles puestos a mercancías colombianas. Esto fue una puesta en escena de tipo circense, pues la Comunidad Andina ya había ordenado el 21 de mayo como la fecha límite para el retiro de tales aranceles recíprocos de la mini guerra comercial de los dos países miembros. Es decir, Noboa prometió al colombiano lo que de facto debía hacer e hizo.

El fraude electoral con el algoritmo como señaló el presidente Petro, no logró verificarse (señalaba 885.000 personas inscritas extemporáneamente) y la recuperación de votos por parte del Pacto Histórico, partido del progresista Iván Cepeda, recuperó cerca de 23 mil votos; lo que no implica un hecho significativo ante los resultados finales: Iván Cepeda: 9.703.921 votos, Abelardo de la Espriella (ADLE): 10.366.143, quien también recuperó votos.

Así, en esta época electoral y desde la pre electoral colombiana, se exacerban, se crispan los nacionalismos, y los anti nacionalismos que piden invasiones o intervenciones extranjeras, piden mano dura, militar, letal, represión, austeridad, recortes a sectores populares y minorías o a segmentos propios del enfoque diferenciado como el femenino que es la mitad o más de la población mundial. en suma, sólo se piden políticas regresivas. Piden las masas populares la cárcel y la extradición de Petro al finalizar su mandato y tras ganar su candidato ultraderechista, ADLE.

El odio en Colombia se apalanca en una reedición de la lucha contra el comunismo que NUNCA ha vivido el país andino. Aunque esto también se ve en discursos internacionales en el propio EE.UU., lo que implica siempre un acento militarista, draconiano, totalitario, donde la gente, consciente o no, está dispuesta a privarse de derechos con tal de que el oponente político sea eliminado.

Las elecciones desde hace más de diez años en Latinoamérica, se votan en contra del que se odia y en tal método se puede elegir al diablo con tal de no ver ganar al oponente. Esto se ha comprobado en Argentina donde la gente con hambre celebra haberse opuesto al peronismo y al kirchnerismo, aunque Milei les recorte pensiones y servicios.

Para ADLE, el candidato progresista no es un contrincante político, ‘EL UNICO ENEMIGO ES CEPEDA’, señala a menudo. Al ganar la primera vuelta, fue igual de agresivo con la campaña del progresista y amenazó, señalando como siempre que actuará por la razón o por la fuerza. Y bueno, propone o imagina dar 30 días a los alcaldes municipales para acabar con la guerrilla y que demuestren resultados, lo que prevé la sombra del regreso de los asesinatos extrajudiciales llamados ‘falsos positivos’ (más de 8 mil). Rechaza el debate con Cepeda, porque dice que ‘no se sentará a hablar con enemigos’.

Estas demandas son propias de la ultra derecha que, en sus bases más humildes e iletradas, ignoran que apoyan el fascismo y son como corderos afilando el cuchillo de su pastor. Conozco a muchas personas maravillosas que se ven cegadas por el odio, por los clichés como Petro guerrillero, marica y borracho.

Pero omiten o desconocen que ADLE se ha declarado homosexual en más de una entrevista y lidera un partido anti diversidad, no sin antes transitar del ateísmo al ferviente amor y fe en Dios en plena campaña electoral; sin duda todo un milagro a favor del exterminio de la diferencia, mientras acumuló una fortuna de 40 mil millones de pesos en menos de 10 años en negocios con paramilitares, estafadores y narcotraficantes. Su lema de campaña: “firmes por la patria.”

Por su parte el progresismo afianza su discurso en ideas de paz, continuidad del proceso marcado por la administración Petro, promete hacerle un homenaje al final de su mandato. El lema de campaña, “Me la juego por la vida” o “Nos la jugamos por la vida”.

Reconoce errores en el desarrollo del programa Paz Total, el cual fue liderado por el propio Cepeda. Sobre este programa efectué un análisis en el artículo Colombia: todas las negociaciones con grupos al margen de la ley fracasarán mientras…

Reconocen que la corrupción se infiltró en la administración y que es una batalla a dar en la administración Cepeda, de darse.

La forma de expresarse Cepeda de la oposición y ADLE, es mediante críticas duras basadas en memoria histórica, los tilda de ultra derechistas, extrema derecha, fascistas o mafiosos. La adjetivación nunca ha desconocido que es un candidato, que es un opositor y no un enemigo a eliminar. Su campaña da continuidad de garantías a la derecha, como hasta ahora las han tenido durante la administración Petro. Sin embargo, sus bases sociales apelan a frases o adjetivos más duros, respecto a ADLE o Uribe, de lo cual no está exenta la base popular de ultraderecha, pero más en consonancia con la pobreza discursiva de su referente político, ADLE.

Cepeda llega como candidato tras derrotar en una consulta interna a Carolina Corcho, y por haber llevado a juicio y triunfado sobre el jefe paramilitar nunca demostrado, pero afirmado por sus lugartenientes, Álvaro Uribe Vélez; de cuyo hermano se acaba de ratificar sentencia de 28 años de prisión por crear un grupo criminal llamado Doce apóstoles, mediante el cual cometió asesinatos y paramilitarismo.

Su estilo es mesurado, firme pero carente a veces de ímpetu. Ha invitado o desafiado a ADLE a un debate público sin apuntes, pero como se vio, éste último no se expondrá a un debate. Su éxito se basa en el antecedente de lucha en el senado nacional y el juicio a Uribe, como señalé, así como en el acumulado de base social del progresismo y el petrismo.

Sin embargo, un público exigente e iletrado por obra del abandono estatal histórico, parido por décadas de violencia, en mi concepto necesita conectar con personajes pintorescos y agresivos como ADLE. No es que necesiten un tipo grosero y chabacano, ordinario como este cordobés, de tierras paramilitares que ha señalado desear ser como el paramilitar genocida Salvatore Mancuso. ADLE, señaló en entrevista para el pasquín Semana: “Mancuso es mi paisano y se echó a espaldas una lucha que debimos haber dado todos los cordobeses.”

Pero se necesita alguien de bríos tal vez tropicales como Petro, sucreño y costeño como ADLE. El reto de Cepeda y de sus jefes de campaña es cautivar, seducir al centro y confiar en la juventud que se ha volcado a apoyarlo sin esperar llamado alguno. El plan de gobierno, cercano a lo que se prospecta será su Plan Nacional de Desarrollo, consta de 433 páginas, lleva por lema, El poder de la verdad.

Este breve esbozo de algunos elementos y características de la contienda electoral tendrán como episodio final de tanto éxtasis, incertidumbre y odio acumulado, la definición presidencial el 21 de junio. El progresismo que no sólo ha sido gobierno sin poder por cuatro años, de perder, volverá a su lucha habitual de más de dos siglos con el sabor de haber experimento la gestión y la administración de lo público.

Si la ultra derecha pierde, entrará en un ciclo violento aún más peligroso en el contexto regional y ante un senado y cámara donde son minoría. Aunque si gana ha prometido llevar al caos y la violencia al país y esto no es amarillismo mío. Es el programa de gobierno de ADLE de tres páginas así como las múltiples intervenciones públicas del candidato.

Colombia: al menos desde 1920 en guerra civil

Aunque según la historiografía de la violencia, puede haber controversias y otras delimitaciones temporales, planteándose de 1920 al 1960 o de 1948 a 1958, según los hechos históricos que cada historiador propone englobar en tales recortes de tiempo, es importante reconocer que el país no ha tenido una paz significativa, que se redujera a anécdotas sobre delincuencia común o mafias y contrabando de todas las épocas.

El odio entre liberales y conservadores, la agresividad imperante en estos últimos, emparentados con el fascismo desde el grupo Legión Organizada para la Restauración del Orden Social o ‘Leopardos’, formado hacia 1920, ya introducía el germen autoritario venido de la vieja Europa.

El asedio tuvo como corolario el asesinato del liberal Jorge Eliécer Gaitán, en abril de 1948 y fue la inflexión histórica para la creación de grupos de autodefensa liberal campesina que luego pasaron a configurar guerrillas con iniciativas de toma del poder.

De ello devino la violencia estatal protectora del interés privado terrateniente y empresarial que debió organizarse no sólo mediante un ejército profesional sino una mano negra capaz de ejecutar todo aquello que no es permitido por los convenios internacionales.

Así, los pájaros, al inicio, luego el F2, el Departamento Administrativo de Seguridad DAS y finalmente los bloques paramilitares fueron configurando este grupo anti subversivo, anti estudiantil, anti intelectualidad y anti sindical, que se apalancaba de la mano del enemigo interno, el anti comunismo, el Plan Laso, Plan Cóndor, los informes Rockefeller, el Estatuto de Seguridad del Presidente Turbay en 1978 y aunque otros presidentes no fueron santos como Virgilio Barco, la ‘seguridad democrática’ de Álvaro Uribe Vélez marcó la historia reciente y disparó la violencia, las masacres y el desplazamiento interno a más de siete millones de colombianos.

La droga, marihuana y coca, personajes como Pablo Escobar, sus luchas y negocios con la DEA, las guerrillas colombianas y la institucionalidad que no lograba controlar el poder del narcotráfico han marcado parte de la historia colombiana.

Es la época de los 90’s, donde las guerrillas pierden sentido, se desgastan por su obrar interno errático de guerra prolongada, con insuficiente o nula proyección comunitaria o socialista, cayendo en el narcotráfico, con la excusa de pagar una guerra moderna más cara, pero confinados a un negocio que le mató desde adentro y acrecentó el hastío de la sociedad colombiana.

De ello ha devenido el diálogo de sordos. Si alguien dice tener ideas de izquierda, se le señala de guerrillero, de comunista terrorista, de vándalo o bandido. Si alguien es de derecha es paramilitar o paraco. En Colombia, esta guerra civil está viva y cuando se olvida se recicla para fomentar los sectarismos. El fantasma de la polarización está implícito, no solo en el sentido de pobres y ricos sino de liberales y conservadores, izquierda – derecha, paramilitares – guerrilleros, gente de bien – vándalos. Claro, esto así visto es simplista, hay matices, pero la animadversión sólo ve opuestos nítidos.

Dentro de las élites regionales esto se aprecia. Salvatore Mancuso, líder paramilitar condenado y quien ha confesado crímenes del paramilitarismo ante organismos estatales de EE.UU. y Colombia, es de la élite del departamento de Córdoba, al igual que Juvenal Ovidio Ricardo Palmera Pineda, alias Simón Trinidad, jefe guerrillero de las FARC que paga condena en EE.UU. es de la élite de Valledupar, departamento de Cesar. Hasta donde sé, se conocieron, fueron amigos antes de sus respectivos rumbos ideológicos.

En los barrios populares bogotanos, como el Policarpa, hay hombres que son amigos de infancia y ‘bloquean’ o integran un bloque paramilitar o ‘frentean’ y hacen parte de algún frente guerrillero. Se toman sus tragos, comparten, pero en sus roles militares pueden pactar o pelear.

Paradójicamente, como demostró el propio ADLE líneas atrás, ser paramilitar es una opción, un orgullo o una necesidad. También, el ministro de hacienda, Germán Ávila, respondió al gerente del Banco de la República que se sentía orgulloso de su militancia guerrillera en el M-19, grupo que hizo la paz y fue artífice de la Constitución de 1991.

En medio de este universo, que apenas describo de manera sucinta, el de una guerra civil permanente, los colombianos intentan ponerse al día con las tendencias políticas extranjeras como los gobiernos de Milei, Noboa, Bukele, Sheinbaum o Trump y a integrar a su cotidianidad las nuevas formas de entender la singularidad, el género y lo generacional, las violencias globales, sean el narcotráfico, la migración venezolana, particularmente, la trata de personas, de órganos, la exportación de combatientes para el mercenarismo en los conflictos ucraniano, africano o mexicano y demás.

Todo esto articulado bajo una sola y tóxica ‘pedagogía’: la difusión de información y adoctrinamiento de los medios de comunicación propiedad de grandes consorcios internacionales, como por ejemplo lo es el grupo empresarial ultraderechista, Prissa de España, dueño en México, Chile y Colombia del espacio radial llamado W Radio, en cada país. Por si fuera poco, el mismo grupo hace los libros de texto de ciencias sociales y educación primaria y secundaria para Iberoamérica con la editorial Santillana.

Así, solo una guerra civil, sin memoria, pero con el dolor, la paranoia y el odio como premisas puede enmascararse tras el debate más superfluo: ponerse o no una camiseta de una selección de fútbol arribista y que niega su origen humilde en varios de esos jugadores, como James Rodríguez que no saludó a la hija del presidente -una niña que juega fútbol- en la despedida para el mundial o las manifestaciones de Luis Díaz y otros abiertamente uribistas.

Es increíble que la forma más excelsa de nacionalismo sea robar o no dejarse robar una camiseta, pero ello es expresión de la banalidad discursiva del colombiano hecho a pulso de la violencia en la cual el Estado ha invertido históricamente más que en educación y en ésta, ha ELIMINADO el estudio de la historia.

Pero, ¿Cómo quedarán los ciudadanos de a pie tras despertar de la borrachera del insulto?

El día después de…  ¿Cómo se verán amigos y familiares?

Cuando alguien de la familia o amigo le va a un equipo de fútbol, e incluso a un partido político, puede haber acaloramientos y subsanarlos. Pero, cuando uno de los partidos promete aniquilar al diferente, cuando ve en el otro partido no a un adversario ideológico sino un enemigo, no ve estudiantes de universidad pública sino vándalos o vagos, ¿acaso estos familiares y amigos no comprenden que a mediano plazo pueden ser apartados de sus seres queridos? ¿Qué pueden ser despojados de derechos?

Durante la creación y afianzamiento de los regímenes totalitarios todos los ciudadanos trabajan para el Estado. Por lo cual, deben denunciar a amigos o familiares por el bien del Estado. Ello lo retrató de manera pasmosa George Orwell en su película 1984.

Piensan acaso que sólo será una resaca electoral para quien pierda, que vendrá el perdón a la agresión, que todo seguirá ahora normal, que se restauró la democracia o se logrará una venganza o justicia sólo a otros comunistas, progresistas, pero NO a los hermanos, familia o amigos de tales tendencias.

Ignoran que las retaliaciones pueden desatarse, como ocurrió con la administración Uribe, que su familiar o amigo puede perder su puesto por su tendencia ideológica o ser puesto preso o asesinado.

De ganar el progresismo, es más fácil confiar en un paso de página, su discurso no ha sido de eliminación de la diferencia, ni autoritario.

Mirarán progres y ultraderechistas en familia los partidos del mundial y celebrarán el triunfo o la derrota. Verán que la camiseta les pertenece a ambos, como la guerra civil que viven hace más de cien años, mucho antes de tener una selección de fútbol en un mundial.

Discutirán sobre las fallas técnicas, el arbitraje, las opciones perdidas o las grandes jugadas y aplazarán una vez más la discusión fundamental: la guerra civil, la animadversión y el odio que les han sembrado.

Todo se sabrá, poco a poco, tras la resaca electoral.

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Anti-cartel candidate 'The Tiger' channels Trump and Bukele in Colombia election shocker

Colombia’s first-round presidential election, won by tough-talking conservative Abelardo de la Espriella, signaled what analysts describe as a growing backlash across Latin America against leftist governments.

The presidential election could carry significant implications for U.S. interests in the region, including drug trafficking, migration and regional stability, as voters increasingly prioritize security, counternarcotics policies and economic stability ahead of a June 21 runoff between de la Espriella and leftist candidate Ivan Cepeda.

"For the Trump administration, a Colombia that recommits itself to security cooperation, counternarcotics efforts, and stronger democratic institutions would be a major win and an important step forward towards restoring stability across the Western Hemisphere," Melissa Ford Maldonado of the America First Policy Institute (AFPI) told Fox News Digital from Colombia.

ANTI-CARTEL HARDLINER CHANNELS TRUMP IN BID TO END COLOMBIA'S LEFTIST ERA IN PIVOTAL ELECTION

"What happens in Colombia affects the flow of drugs into American communities, the strength of transnational criminal networks, migration pressures and the broader balance between democratic governments and criminalized regimes throughout the region," she added.

The first-round winner, de la Espriella, a conservative lawyer and political outsider known as "El Tigre" ("The Tiger"), has emerged as the face of Colombia's security-focused shift. 

An admirer of President Donald Trump and El Salvador's President Nayib Bukele, won 43.7% of the vote Sunday, outperforming most polls and advancing to a runoff against left-wing Cepeda, the candidate backed by President Gustavo Petro. 

His campaign has centered on a hardline crackdown on criminal organizations, which he argues have flourished under Petro's "Total Peace" policy.

In an interview with the Associated Press, de la Espriella pledged to open mega-prisons and take a far more aggressive approach toward criminal groups. "Criminals will either surrender or leave the country," he said.

The vote comes as Colombia faces rising violence, expanding criminal organizations and growing criticism of President Gustavo Petro’s "Total Peace" strategy, which sought negotiations with armed groups and criminal networks.

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"Colombia heads into a June 21 runoff with armed groups controlling vast stretches of the country, a failed ‘Total Peace’ negotiating strategy leaving communities more exposed than when it began, and a Venezuelan refugee crisis that has overwhelmed the state's already thin capacity to govern its own territory," Daniel Swift, senior research analyst at the Foundation for Defense of Democracies told Fox News Digital.

Maldonado said Colombia’s election reflects a wider political shift taking place across Latin America.

"This election is part of a broader trend across Latin America, where voters are increasingly rejecting the failed promises of the left in favor of security, sovereignty and economic opportunity," she said.

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"We’ve seen it in Argentina, Ecuador, Bolivia, Chile, Honduras, Costa Rica and now increasingly in Colombia."

Swift agreed the election results reflect a broader regional trend.

He said with de la Espriella outperforming "every poll, with security at the top of every voter's mind — confirms that Colombia is part of a broader regional reckoning: Latin Americans are losing patience with governments that cannot provide security," Swift said.

Maldonado said the results reflected mounting frustration with the country’s direction under Petro.

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"Years of growing insecurity, rising coca cultivation, expanding criminal organizations, and concessions to armed groups have left many Colombian people frustrated with the direction of the country," she added.

The June 21 runoff is expected to focus heavily on security policy, organized crime and Colombia’s future relationship with the United States under the Trump administration. Maldonado argues it "offers Colombia an opportunity to begin reversing course and reestablish a principle that should have never been up for debate: criminal organizations should be confronted, not negotiated with."

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Anti-cartel hardliner channels Trump in bid to end Colombia's leftist era in pivotal election

A hardline, law-and-order candidate who promises to dismantle drug cartels and reset Colombia’s security doctrine is gaining traction with voters as Colombians vote in Sunday's presidential election.

As the world’s largest cocaine producer and a long-standing U.S. security partner, Colombia’s internal policies directly affect narcotics flows, migration dynamics and regional stability.

Analysts believe a shift in Bogotá’s leadership could reshape cooperation with Washington on drug interdiction, intelligence sharing and counter-cartel operations — issues that remain central to U.S. domestic and foreign policy.

Abelardo De La Espriella, a businessman and successful defense attorney, has emerged as a leading candidate on the right with a platform focused on aggressive counternarcotics enforcement, institutional reform and a decisive break from current leftist President Gustavo Petro’s negotiation-based approach with armed rebel groups. 

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The 47-year-old, nicknamed ‘The Tiger,' recently told the Associated Press, "The only peace process I believe in is one imposed by the force of arms and the laws of the republic. Under my government, any bandit who resists will be eliminated as appropriate, and if he submits, we will imprison him in a mega prison so he can pay his debt to justice as they should."

His rise mirrors a regional pattern seen with leaders like Javier Milei, Nayib Bukele and José Antonio Kast figures who have built political momentum around security-first agendas and voter frustration with crime and economic instability.

According to an Associated Press report, polls say De La Espriella is likely to fight it out with leftist candidate Iván Cepeda, who is from the same party as President Gustavo Petro, and center-right candidate Paloma Valencia. There are 14 candidates on the ballot.

Valencia’s campaign is backed by most of the nation’s traditional parties and by economists who are concerned about the growing levels of debt under the Petro administration and want Colombia to return to more orthodox policies, the Associated Press reported.

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Valencia told Fox News Digital, "As president of Colombia, we will restore a strategic, close, and trustworthy relationship with the United States, based on mutual respect and the defense of our national interests. We will strengthen cooperation in security, intelligence, military training, and the fight against transnational crime; areas in which the alliance between our two countries has been essential to Colombia’s stability. We will also work to ensure that Colombia plays an active role in the Shield of the Americas and contributes to regional leadership in defense and security. "

She added, "The United States will continue to be a key partner for economic growth, investment, and job creation, as well as a vital ally for the millions of Colombians who live there. Colombia will also stand alongside the United States in defending freedom and democracy across the hemisphere, supporting efforts to restore liberty in Cuba and to help Venezuela return to a democratic path. Our relationship will be defined by trust, cooperation, and the pursuit of tangible benefits for Colombia and its citizens."

Critics say leftist candidate Iván Cepeda, represents a continuation and potential expansion of the leftist policies associated with Petro. Cepeda supports dialogue with armed groups, rural reform and a reform of Colombia’s traditional security framework, placing greater emphasis on social investment.

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Camilo Guzmán, executive director of Libertank, told Fox News Digital that Sunday’s election will likely result in a runoff between Cepeda and De La Espriella. "Abelardo earned that ticket by reading the room better than anyone else in the opposition. He offered catharsis, speaking directly to Colombian voters' indignation toward the traditional political class and the establishment. 

"Where center-right Senator Paloma Valencia offered competence and continuity with the Uribe tradition, he said, De La Espriella’s message "is built on a hard line on security," Guzman added. "Ending Petro's failed ‘total peace’ policy that emboldened guerrillas and cartels, going after narco-trafficking with full force, and rebuilding the counter-narcotics alliance with Washington that Petro spent four years dismantling."

Analysts say the outcome for the U.S. carries significant strategic weight. A De La Espriella administration could align more closely with Washington’s traditional counternarcotics priorities, potentially strengthening bilateral cooperation at a time when synthetic drug flows and organized crime networks are expanding across the hemisphere.

TRUMP-STYLE LAW-AND-ORDER CONSERVATIVE CLINCHES CHILE’S PRESIDENCY AS VIOLENT CRIME CRISIS RESHAPES NATION

Beyond bilateral relations, the election is being closely watched as a potential inflection point for Latin America. A De La Espriella or Valencia win would reinforce the momentum of security-focused leadership seen in parts of the region, while a Cepeda presidency would signal continuity for Petro’s policies.

José Manuel Restrepo, candidate for vice president on the ticket with De La Espriella talked exclusively to Fox News Digital. "The relationship between Colombia and the United States needs to be recovered and rebuilt, and this starts with a sound security policy to combat drug trafficking. It will be crucial to move beyond the current deteriorated relationship, in which we lost the historic bilateral, bicameral, bipartisan, and multisectoral relationship with our primary trading and investment partner."

He continued, "To strengthen it, we must seize the opportunity for Colombia to become the United States' best possible ally in the restoration of democracy in Venezuela. Leveraging this relationship with the United States, we can play a major role in investing in food, hygiene products and basic needs from Colombia to Venezuela. This would, among other things, give a new direction to the relationship with the United States, creating new opportunities that benefit Colombia…Under our administration, the relationship with the United States would be strengthened and revitalized.

Guzman noted that "De La Espriella's anti-establishment posture is not a libertarian agenda. His economic program leans on price controls, interest-rate subsidies, and import substitution, closer to old-school Latin American populism than to Bukele's pro-investment turn, and a world away from Milei's free-market project. Whether the economic program that comes with it creates new instability south of the border is the open question."

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Analyst, entrepreneur and son of a former president Jerónimo Uribe said the stakes could not be clearer in Sunday's presidential race. "The elections in Colombia are not between the left and the right. They are between a communist model propped up by drug traffickers and a model that defends democracy and freedom," he told Fox News Digital.

Representatives for Cepeda did not immediately respond to a request for comment from Fox News Digital.

The Associated Press contributed to this report.

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The keys to Abelardo de la Espriella’s first-round victory in Colombia: anti-Petro and anti-politics sentiment

Abelardo de la Espriella delivers a speech in Barranquilla on May 31.

Abelardo de la Espriella surprised many with his first-round victory in Colombia with 44% of the vote. The leader in the polls had consistently been left-wing senator Iván Cepeda, with the far-right candidate appearing in second place. However, those polls showed Cepeda hovering around 40% of voter intention — and he received just that. They also reflected a significant rise for the far-right candidate in recent weeks, as well as a loss of appeal for traditional right-wing candidate Paloma Valencia. In those surveys the two of them together polled roughly between 35% and 40% of voting intention. In the end, De la Espriella reached 44% and Valencia managed only 6%.

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Abelardo de la Espriella votes at La Enseñanza school in Barranquilla on May 31.
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Trump expresses ‘total endorsement’ of Colombia’s far-right presidential candidate Abelardo de la Espriella

It took a while, but the endorsement that Colombia’s far-right presidential candidate Abelardo de la Espriella was most eagerly awaiting has finally arrived. U.S. President Donald Trump expressed his support for him on Tuesday via his social media platform, Truth. And he did so in the most effusive way possible: “Congratulations to Colombian presidential candidate El Tigre, Abelardo de la Espriella, a smart, strong, and tough leader, on his decisive victory in the first round of Colombia’s presidential election,” the Republican celebrated in his message.

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© AGENCIAS

Donald Trump and Abelardo de la Espriella.
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Parcerias e Negócios anuncia parceria com a Diáspora Lusa para aproximar empresários portugueses no mundo

A Convenção Anual da Parcerias e Negócios realizou-se no dia 23 de Maio, no SDivine Fátima Hotel, reunindo empresários, empreendedores, oradores, dirigentes e profissionais de diferentes sectores de actividade. O encontro ficou marcado pela partilha de experiências, pela apresentação de…

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De la Espriella’s and Cepeda’s paths to Colombia’s presidential runoff run through abstainers

Voting stations at Corferias during election day in Bogotá this Sunday.

Abelardo de la Espriella’s unexpected victory over Iván Cepeda on Sunday, in the first round of Colombia’s presidential election, shows that right‑wing voters are now almost entirely united behind the penal lawyer, while left‑wing voters are fully consolidated behind the senator. The 653,000‑vote margin the far-right candidate held over the senator seems small in an election where 24 million people cast a vote and more than 3 million voted for other candidates. The challenge for the runoff would appear to be persuading those voters — but given the candidates’ profiles and recent history, the path necessarily also runs through the mobilization of people who did not go to the polls on Sunday.

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De la Espriella’s far-right banners

Abelardo de la Espriella in Barranquilla on Sunday.

Colombia swung to the far right this Sunday, voting overwhelmingly for a candidate who won the support of 10 million citizens, Abelardo de la Espriella, the top vote-getter in the presidential first round. The criminal defense lawyer, who has never held elected office and once defended Alex Saab, Nicolás Maduro’s alleged front man in Venezuela, promises a shake-up of individual and collective rights: from putting God back into schools to pulling Colombia out of the United Nations. He still needs to mobilize votes for a runoff on June 21 against a left that represents the continuity of Gustavo Petro’s government. De la Espriella will be carried forward by very local banners, such as anti-Petrista sentiment, and by very global ones, like promises already voiced by far-right leaders around the world. Political leaders ranging from President Javier Milei of Argentina to Santiago Abascal, head of the hard-right Vox party in Spain, have already celebrated De la Espriella’s first-round victory.

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‘Macondo York’: The gaze of a García Márquez overwhelmed by the Big Apple

Few associate Gabriel García Márquez with the asphalt jungle of New York. Collective memory places the Nobel Prize-winner in the heat of Mexico, the hustle and bustle of Barranquilla or the elegance of Barcelona. But for Colombian graphic designer and author Iván Onatra, the Big Apple was a crucial — and at times, forgotten — stage in the scribe’s life. García Márquez’s time in the city that never sleeps takes on new life in Onatra’s bilingual design book Macondo York, in which he explores the writer’s love-hate relationship that lasted for six months, while he worked as a journalist for the Prensa Latina news agency.

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© Daniel Mordzinski

Colombian designer Iván Onatra.
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