A ministra do Ambiente destacou hoje a água como “o maior exemplo” da articulação entre agricultura e ambiente, apontando investimentos em curso e o reforço da capacidade de rega como prioridades do Governo.
Na sessão de abertura da Feira Nacional de Agricultura, em Santarém, a governante afirmou que a estratégia nacional para a água “não é uma manifestação de intenções, é um plano de execução”, sublinhando que já há obras no terreno e projetos em fase avançada.
Segundo disse, no Algarve estão em curso intervenções no ciclo urbano da água que totalizam cerca de 800 milhões de euros, incluindo reutilização de águas residuais, reforço de infraestruturas e aproveitamento de recursos existentes.
A ministra indicou que o foco do investimento está agora a deslocar-se para o Alentejo, onde destacou a barragem do Pisão, uma obra “esperada há 70 anos” e atualmente em execução, bem como projetos das Águas Públicas do Alentejo avaliados em mais de 250 milhões de euros.
Referiu ainda o lançamento iminente da barragem de Girabolhos, no Mondego, destinada ao controlo de cheias, abastecimento público e produção de energia.
Como resultado da recuperação das reservas hídricas, a governante adiantou que a Agência Portuguesa do Ambiente levantou a maioria das restrições à captação de águas subterrâneas, mantendo limitações apenas numa massa de água no Algarve.
No âmbito do reforço da disponibilidade hídrica para a agricultura, Maria da Graça Carvalho anunciou um aumento do volume máximo anual de Alqueva de 620 para 730 hectómetros cúbicos, permitindo concretizar o bloco de rega de Moura, há décadas reivindicado.
“São promessas com décadas que estão finalmente a avançar”, afirmou, defendendo que o atual Governo está a concretizar projetos adiados por sucessivos executivos.
A ministra enquadrou estas medidas numa visão mais ampla de articulação entre agricultura, ambiente e energia, salientando que o setor agrícola é “essencial” para a economia, o emprego e a coesão territorial, mas também para a sustentabilidade e a resposta às alterações climáticas.
“Falar de agricultura é cada vez mais falar de ambiente, de biodiversidade, de recursos hídricos e de energia”, afirmou.
Nesse âmbito, destacou a aposta no biometano como prioridade governativa e programas de apoio à eficiência energética e à produção de energia renovável no setor agrícola, incluindo o agrofotovoltaico.
A governante sublinhou ainda a cooperação entre os ministérios do Ambiente e da Agricultura, apontando medidas conjuntas como os apoios ao pastoreio para redução de combustível florestal, financiados em 30 milhões de euros pelo Fundo Ambiental.
Questionada pela Lusa sobre as críticas da associação ZERO, que considera a construção de barragens um modelo ultrapassado, a ministra rejeitou a acusação, defendendo que os projetos são alvo de “grande escrutínio ambiental” e têm sido validados judicialmente.
A associação ambientalista ZERO tem criticado a aposta do Governo na construção de novas barragens, considerando que esta resposta à escassez hídrica assenta num modelo ultrapassado, com impactos nos ecossistemas.
“Há um grande rigor e escrutínio ambiental nos projetos”, disse.
A Taviraverde - Empresa Municipal de Ambiente lançou o concurso para a aquisição de serviços de aluguer operacional de nove viaturas ligeiras de mercadorias.
Putin raffredda ogni ogni prospettiva di vertice dopo la lettera aperta con cui Zelensky aveva rilanciato l’ipotesi di un incontro diretto. E dall’Ucraina, come ha confermato il suo presidente, è partito un massiccio attacco su vasta scala di droni su San Pietroburgo, dove sono rimaste ferite quattro persone, tra cui un bambino. Un raid avvenuto in coincidenza con la chiusura del Forum economico internazionale di San Pietroburgo (Spief), mentre il governatore della città baltica, AlexanderBeglov, ha rivolto un appello senza precedenti alla popolazione perché rimanesse in casa. Un altro bombardamento di droni ucraini era avvenuto nella giornata inaugurale, il 3 giugno. “Stanotte, i nostri droni hanno percorso una distanza di circa mille chilometri fino alla regione di San Pietroburgo, agli arsenali della Marina nemica e a una base a Kronstadt“, ha scritto Zelensky su X, rivendicando il lancio di droni sulla Russia e definendoli “sanzioni”. “È ora di porre fine a questa guerra. Ma il leader della Russia vuole continuare a combattere. È per questo che le sanzioni ucraine contro questa aggressione stanno funzionando”, ha affermato.
“Le nostre sanzioni a lungo raggio hanno raggiunto anche circa 500 chilometri nella regione di Krasnodar e hanno colpito un deposito di petrolio. Questi sono importanti risultati degli sforzi congiunti dei guerrieri delle Forze Armate ucraine, del Servizio di Sicurezza dell’Ucraina e dell’Intelligence della Difesa dell’Ucraina. La Russia deve porre fine alla sua guerra e fermare i suoi attacchi. Qualsiasi manifestazione di ingiustizia contro l’Ucraina riceverà una risposta giusta”, ha concluso.
Alexander Drozdenko, governatore della regione di Leningrado, di cui San Pietroburgo è capoluogo, ha detto che “in un attacco senza precedenti, sono stati abbattuti 144 droni nemici sopra il territorio della regione”. Drozdenko ha aggiunto che i detriti di uno dei droni, precipitati al suolo, hanno causato un incendio “presso un impianto del ministero della Difesa a Bolshaya Izhora”, provocando il ferimento di 4 persone. Uno solo di questi è stato ricoverato in ospedale, mentre gli altri tre, tra cui un bambino, hanno ricevuto assistenza medica sul posto. Oltre 600 persone sono state evacuate dalla zona.
Intanto, al Forum economico di San Pietroburgo si fatto in larga misura finta che la guerra non esistesse, malgrado le colonne di fumo nero sollevate da un attacco di droni di Kiev sulla città ad accogliere i partecipanti al loro arrivo in città mercoledì mattina. Non palpabile il disagio fra i partecipanti, il ‘gotha’ dell’economia e della finanza del Paese. Nulla è stato detto al Forum su come potrà essere affrontata la crisi in vista che non intaccherà il modello dominante, anche se il cash flow delle grandi imprese ha cominciato a risentirne, e rischia di portare, oltre che allo scontento del mondo dell’impresa, anche aumenti delle tasse e altre misure restrittive per le persone della classe media.
“L’economia russa può sostenere un peso di queste dimensioni quasi indefinitivamente. La questione non è quanto si possa andare avanti. O se l’economia possa sostenere la spesa attuale destinata al comparto militar industriale. La questione è piuttosto come ulteriori aumenti della spesa potranno essere finanziati, quando sarà necessario”, ha spiegato, citato dal Moscow Times, l’economista Dmitry Nekrasov, già direttore del Centro di analisi del servizio federale per il fisco, dichiarato ‘agente stranierò e ora all’estero, sottolineando che il peso della crisi ricadrà su chi al forum non è stato invitato. Nel clima della conferenza, tradizionale occasione per attrarre investimenti, quindi da cui ogni forma di pessimismo è bandita, qualche lapsus nel generale clima di rimozione è stato fatto.
(nella foto: droni su San Pietroburgo il 3 giugno 2026)
De norte a sul, de leste a oeste de Goiás, um modelo de negócio que tem dado certo é o cooperativismo. Essa forma de organização, muitas vezes associada aos pequenos negócios, movimenta cidades, fortalece a economia e transforma sonhos em realidade.
Do salão de beleza aos mais variados tipos de cooperativas, pessoas de todas as idades encontram, em uma união coletiva de necessidade e coragem, alternativas de renda, crescimento e fortalecimento da agricultura familiar no Estado.
Em Goiás, a cooperativa Floryá – composta exclusivamente por mulheres -, que nasceu em Bela Vista de Goiás em 2023, a 45 km de Goiânia, começou as suas atividades bem antes do seu registro formal.
A empresa iniciou os trabalhos durante a pandemia de Covid-19, período que, apesar da dificuldades sanitárias, também revelou a força do empreendedorismo feminino.
Segundo a diretora de inclusão de qualidade da Floryá, Ana Caroline Carmo da Silva, naquele período, quando muitas famílias enfrentavam medo, insegurança alimentar, queda de renda e dificuldade de escoar a produção, um grupo de agricultoras se organizou, por meio da Associação de Agricultores Familiares de Bela Vista de Goiás (Afabev), para garantir que os produtos do campo continuassem chegando à mesa das famílias.
“Na pandemia, começaram as primeiras experiências de comercialização direta, entregas, valorização da produção local e fortalecimento das agricultoras.
Com o crescimento das ações, surgiu a necessidade de criar uma estrutura capaz de ampliar mercados, gerar renda, ter acesso a políticas públicas, fortalecer a gestão e consolidar o protagonismo feminino”, revela Ana Caroline.
A cooperativa não é apenas um espaço de comercialização. Nasceu também para romper a invisibilidade de mulheres no campo. “A agricultora já produzia, mas não se reconhecia como empreendedora e protagonista econômica. A Floryá ajuda a transformar essa percepção”, afirma.
O protagonismo feminino da Floryá não é apenas discurso. É prática cotidiana.
A cooperada-fundadora, Elza Teixeira diz que é muita responsabilidade e até mesmo gratificante fazer parte dessa história. “Vamos em encontros, reuniões às feiras. Representar a cooperativa é voltar para casa sabendo que meu trabalho tem valor” afirma Elza.
Parceria
Atualmente, a Floryá está presente em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Nerópolis. Nesse processo de expansão, o Sebrae Goiás tem sido um importante parceiro, principalmente nas áreas de gestão, comercialização e estruturação do modelo cooperativo.
A analista do Sebrae-GO, Camilla Carvalho explica que, por meio de consultorias, capacitações e acompanhamentos técnicos oferecidos pelo Sebrae, a cooperativa amadureceu seus processos internos, aperfeiçoou a gestão, avançou na precificação dos produtos, estruturou estratégias de venda e passou a enxergar a Floryá como um empreendimento economicamente sustentável.
“Esse apoio é importante porque iniciativas da agricultura familiar têm uma força social enorme, mas precisam de ferramentas de gestão para se manter, crescer e acessar novos mercados. O Sebrae contribuiu, ajudando a transformar potência coletiva em estratégia, organização e viabilidade econômica”, explica Camilla.
Em outubro de 2025, membros da Floryá estiveram na maior feira de alimentos e bebidas do mundo, na Alemanha. Na oportunidade, foram expostos produtos da cooperativa.
A Floryá atua na comercialização de mel, hortaliças, frutas, produtos processados, além da organização de feiras, entregas, vendas institucionais e projetos de formação.
Para a analista da Regional Metropolitana do Sebrae-GO, Cinely Carlotto, o protagonismo feminino cresce ao longo dos anos, com cada vez mais mulheres à frente dos negócios. “Em cooperativas onde as mulheres atuam, a sororidade é presente e todas se fortalecem”, diz.
Sebrae de portas abertas
Os pequenos negócios, inclusive aqueles que atuam na informalidade e ainda não possuem CNPJ, desempenham papel fundamental na economia de Goiás e do Brasil. Para atender a essa demanda silenciosa, formada por milhares de microempreendedores, o Sebrae-GO oferece atendimento rápido e acessível à população em todos os 246 municípios do Estado.
Analista do Sebrae-GO, Camilla Carvalho explica que uma das principais frentes de atuação do órgão é justamente o apoio aos negócios informais. Segundo ela, com ou sem CNPJ, uma pessoa que comercializa produtos ou presta serviços já pode ser considerada uma empreendedora.
“Consultores do Sebrae visitam empresas de porta em porta e fazem ações em feiras e eventos. Também oferecemos toda uma estrutura de cursos on-line, para identificar esses potenciais empresários”, revela.
Camilla diz que muitos desses empreendedores começam de forma simples, dentro de casa, comercializando produtos ou oferecendo serviços em pequena escala.
Também fazem parte desse grupo de produtores rurais, prestadores de serviços e profissionais da economia criativa, principalmente aqueles que atuam com artesanato.
Brasil
No cooperativismo, 9 milhões de mulheres representam 41% dos cooperados, no Brasil. Elas também são maioria na força de trabalho das cooperativas, respondendo por cerca de 52% dos empregos gerados pelo setor. Já nos casos de liderança, ocupam 23% dos cargos de alta gestão, percentual que vem crescendo desde 2020, segundo dados do Anuário Coop de 2024.
Histórias de anônimos que conquistaram o próprio negócio
Neide e Tânia. Duas microempreendedoras que transformaram histórias de vida em trajetórias de sucesso. Apostar em um pequeno negócio vai além de ter um CNPJ ou até mesmo saber executar com maestria as tarefas diárias. Para essas mulheres, o bom empreendedor precisa pensar, e de maneira certa.
A microempresária Jacineide Santos, 39, carinhosamente chamada de Neide, planejou com calma o momento de abrir o próprio negócio.
Manicure e pedicure há quase duas décadas, ela trabalhou a maior parte desse período como colaboradora em um salão de beleza, em Goiânia.
Nesse tempo, dividia as despesas, como água, energia e demais custos operacionais, com outra profissional. Ao longo dos anos, Neide construiu uma clientela fiel, investiu em cursos de capacitação oferecidos pelo Sebrae Goiás e traçou, de maneira estratégica, o caminho para conquistar a independência profissional.
Em janeiro deste ano, ela virou a chave: deixou de ser colaboradora para se tornar proprietária do próprio negócio. Anteriormente, Neide havia trabalhado como doméstica e babá. Também concluiu um curso de técnico em enfermagem, mas decidiu não seguir carreira na área.
Neide migrou da Bahia para Goiânia ainda na infância, após a separação dos pais. “Agora, tenho um CNPJ. Estou expandindo os meus negócios. Aqui vendo produtos de beleza, lingeries, pijamas, arrumo cabelo, faço massagem.
Essa mudança dá muito medo, paralisa, mas precisava empreender, avançar, e deu certo”, comemora. O negócio está indo tão bem que, em menos de seis meses, Neide já passou a contar com a ajuda de outra manicure e pedicure para atender à demanda, que só aumenta.
“Não gosto de falar quanto estou tirando por mês como microempreendedora, mas posso garantir que as coisas estão no caminho certo.”
Sabor une mãe e filhos
A empresária Tânia Maria Magalhães é um exemplo de superação. Após 16 anos de trabalho com carteira assinada, atuando como vendedora de roupas, ela decidiu deixar o emprego para investir nos próprios sonhos.
A primeira tentativa foi abrir a própria loja. Durante cinco anos, o negócio prosperou, mas, com o passar do tempo, Tânia precisou encerrar as atividades.
A partir daí, ela enfrentou uma fase difícil. Além das dívidas acumuladas, separou-se do marido com três filhos menores para criar e chegou a enfrentar a privação de alimentos dentro de casa. “Mesmo diante de tantas lutas, não perdi a minha fé e a confiança em Deus”, afirma.
A virada começou após a mudança dela para Caldas Novas, na região Sul de Goiás. Ali, Tânia começou vendendo minipizzas nas ruas e nos comércios da cidade. Aos poucos, ela conquistou clientes fiéis e logo surgiu a oportunidade de adquirir uma pequena lanchonete.
O negócio expandiu. Tânia passou a comercializar salgados, minipizzas e empadas, tudo preparado pelas próprias mãos. Com o tempo, ela percebeu que as empadas faziam muito sucesso com os clientes e resolveu apostar no tradicional salgado brasileiro.
A aposta deu certo. Originou a marca Empadão Goiano da Tânia. “Nessa época, conheci o Sebrae, que teve papel importante no crescimento da empresa por meio de consultorias e orientações”, lembra.
Com o crescimento da marca, os filhos passaram a acompanhar de perto a rotina dos negócios e, hoje, também participam da administração das unidades. Atualmente, a marca já conta com duas unidades em Caldas Novas e uma em Rio Quente. “O maior orgulho da minha trajetória é ver meus filhos e meu neto cuidando da administração da empresa”, afirma.
Estudo revela que um MEI sobrevive até 3,2 anos
Estudo do Sebrae Goiás, divulgado em maio e denominado “Perfil do MEI em Goiás – 2026”, mostra que a maioria de empresas cadastradas como microempreendedores individuais no Estado é formada por homens (56%), enquanto as mulheres representam 44%.
Beleza, alimentação, comércio de vestuário, publicidade e transporte estão entre as atividades mais comuns. Um dado que chama a atenção é que, mesmo diante de um cenário econômico desafiador, o tempo médio de sobrevivência de um MEI em Goiás é de 3,2 anos. Já a taxa de mortalidade chega a 59% em até cinco anos.
Para se ter uma ideia, os MEIs representam 54% dos pequenos negócios no Estado, ou seja, mais da metade do total. Até maio deste ano, mais de 634 mil MEIs foram formalizados em Goiás. Desse total, mais de 518 mil estão ativos. (Reportagem da jornalista Wanda Oliveira, especial para o Diário da Manhã)
Trattative in corso – e in salita – alla Natuzzi, che il 4 giugno scorso ha confermato il trasferimento in Romania del 15% delle attività oggi svolte tra Puglia e Basilicata. “Quella di Natuzzi è una vertenza complessa, delicata, che coinvolge centinaia di lavoratori e uno dei marchi storici della manifattura pugliese e nazionale. Proprio per questo, pur nella difficoltà del momento e nelle distanze ancora presenti tra le parti, riteniamo importante registrare alcuni segnali di apertura. L’auspicio è che Natuzzi possa arrivare al tavolo dell’11 giugno con un piano industriale capace di tenere insieme sostenibilità aziendale e tutela del lavoro”, dice l’assessore regionale allo Sviluppo economico e lavoro, Eugenio Di Sciascio.
“Il primo spiraglio attiene all’impegno aziendale di convocare d’urgenza, comunque prima del tavolo Mimit, le rappresentanze sindacali aziendali, per l’esclusiva discussione dei calendari dell’ammortizzatore sociale“, spiega l’assessore. Sul fronte dell’incentivazione all’esodo “è stato varato un primo piano sperimentale di esodo per il quale Natuzzi ha messo a disposizione 6 milioni di euro, destinati a un’indennità massima di 50mila euro a favore dei dipendenti che, su base esclusivamente volontaria, sceglieranno di aderire”. Il terzo spiraglio riguarda “invece l’annuncio, dell’azienda, di un accordo raggiunto con una realtà pugliese del settore gomma-plastica per la cessione dello stabilimento dismesso di Ginosa“.
Meno ottimista la segretaria della Cgil Puglia, Gigia Bucci, che chiede l’intervento dello Stato. “Chiediamo alle Istituzioni ancora una volta di svolgere fino in fondo il proprio ruolo di mediazione, nei confronti di un’azienda che ha beneficiato di ingenti contributi pubblici e che, da venti anni, ricorre in modo sistematico alla cassa integrazione“. Per la segretaria si tratta di scelte che “si fanno beffa del ruolo della rappresentanza sindacale e dello stesso lavoro di mediazione di Ministero delle Imprese e Regione Puglia“. Secondo la sindacalista, poi, “l’atteggiamento del management Natuzzi, incapace ancora una volta di mantenere gli accordi paventati ai tavoli istituzionali, è gravissimo. Non si gioca con il lavoro e la vita di migliaia di lavoratori e lavoratrici”.
Dal canto suo il ministro delle imprese, Adolfo Urso, già venerdì 5 giugno aveva ricordato che “quello che non si è fatto in questi 20 anni dobbiamo farlo insieme nei prossimi 20 giorni”. Secondo Urso “il fatto stesso che l’azienda utilizzi la cassa integrazione da vent’anni, vuol dire che da vent’anni vi è un problema industriale. Perché la cassa integrazione non può essere uno strumento per coprire una questione industriale in maniera duratura e continuativa per due decenni, ma deve essere uno strumento che si utilizza temporaneamente per consentire un rilancio industriale”.
È atterrato in Francia con tutti i sei figli al seguito, sollevando polemiche sui costi del viaggio e interrogativi sui protocolli di sicurezza che il capo del Pentagono è tenuto a rispettare. Ma oltre alle critiche dell’opinione pubblica americana, il viaggio di Pete Hegseth per l’82mo anniversario del D-Day – quando il 6 giugno 1944 decine di migliaia di militari americani sbarcarono sulle spiagge della Normandia – ha avuto un risvolto politico tutto europeo, visto che il capo della Difesa americana ha usato il suo discorso al cimitero militare americano di Colleville-sur-mer per lanciare un nuovo attacco ai Paesi europei che non farebbero abbastanza contro quella che viene descritta come “un’invasione” dei migranti. E, soprattutto, invitandoli al riarmo.
Hegseth, parlando di fronte alle croci dei 9.387 militari americani morti nello sbarco in Normandia, ha esortato gli alleati “ad imparare dal passato”, con un chiaro riferimento alle critiche che l’amministrazione Trump muove agli alleati europei della Nato riguardo ad un loro insufficiente impegno per garantire la sicurezza del continente e sostenere l’alleato transatlantico. Invitandoli, sostanzialmente, al riarmo. “Gli uomini sepolti qui hanno combattuto in un’alleanza in cui ogni partner ha portato la propria piena capacità, coraggio e sacrificio. Non slogan vuoti, non summit nel lusso, non comunicati”. E ancora: “I veri alleati fanno cose vere, accettano perdite vere per una causa comune per la quale vale la pena combattere e morire”, ha aggiunto il capo del Pentagono, precisando che mentre l’America deve “guidare”, i suoi “capaci alleati devono stare con noi, al nostro fianco, sulla breccia quando conta davvero”. “La pace è garantita solo attraverso la forza”, ha continuato il ‘segretario della Guerra’ di Donald Trump, ribadendo un principio chiave della dottrina del presidente, ma senza fare esplicito riferimento al conflitto con l’Iran. “Ed è una forza su entrambe le sponde dell’Atlantico, fortificata dalla prontezza operativa, dalle capacità militari condivise e da una volontà politica incrollabile”.
Ma il suo intervento si è concentrato anche su un altro fronte, quello della gestione dell’immigrazione da parte dell’Europa. E qui ha citato esplicitamente l’Italia, e precisamente le sue spiagge, insieme a quelle di Spagna, Grecia e Bulgaria, dove “arrivano imbarcazioni e uomini”. “Tristemente oggi altre spiagge europee sono assalite da altre ideologie pericolose. Quando le capitali europee faranno qualcosa contro questa invasione? O sarà troppo tardi?”, ha aggiunto il capo del Pentagono, in linea con l’amministrazione Trump, che ha fatto delle deportazioni di massa un segno distintivo della sua politica. Le dichiarazioni di Hegseth sui migranti ricalcano il pensiero espresso dal vicepresidente Usa Jd Vance a febbraio 2025 quando, intervenendo alla Conferenza di Monaco, ha definito l’immigrazione di massa la minaccia più urgente per l’Europa, criticando duramente i suoi leader per la gestione delle frontiere. Vance ha sostenuto che il vero pericolo per il continente non derivi da attori esterni, ma dal cedimento interno sui valori fondamentali e dalle politiche migratorie incontrollate.
Se le critiche su migranti e riarmo si rivolgono direttamente ai Paesi europei, l’arrivo di Hegseth in Francia ha suscitato anche polemiche tutte interne agli Usa, per la scelta del capo del Pentagono di atterrare il 5 giugno con tutti i sei figli e la moglie. “Non ho mai visto una cosa del genere, andare con l’intera famiglia”, ha detto al Washington Post un ex agente della ufficio del Pentagono preposto alla sicurezza in patria e all’estero del segretario alla Difesa. Anche se dallo staff di Hegseth si ribadisce che le spese di viaggio dei familiari verranno pagate personalmente dal segretario, da più parti si sottolinea che il fatto che viaggi insieme alla sua numerosa famiglia, in un momento di rischi aumentati a causa del conflitto con l’Iran, pone una serie di problemi per garantire la sicurezza della visita. “Il segretario Hegseth segue tutte le regole etiche, regolamenti e linee guda alla lettera”, è la replica del portavoce Sean Parnell che afferma che il dipartimento mantiene “standard rigorosi per assicurare che i soldi dei contribuenti siano protetti mentre gli alti funzionari svolgono i loro compiti ufficiali”.
Il portavoce non ha però precisato se Hegseth sosterrà personalmente i costi aggiuntivi per garantire la sicurezza ai suoi familiari in Francia dove il dipartimento di Stato raccomanda agli americani di aumentare la cautela a causa del rischio di “terrorismo e rivolte”. In generale, a tutti gli americani che vanno all’estero il governo americano ricorda che “gruppi che sostengono l’Iran possono perndere di mira interessi Usa all’estero o altri obiettivi collegati agli Usa e agli americani in tutto il mondo”.
O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), anunciará nesta segunda-feira (08/06) um decreto que estabelece novas medidas para responsabilizar empresas de telefonia e internet pela manutenção inadequada da fiação instalada nos postes da capital. O objetivo é ampliar a fiscalização sobre cabos soltos, rompidos, abandonados ou instalados em altura irregular, situação que tem gerado riscos à segurança de pedestres, motociclistas e motoristas.
As novas regras serão detalhadas durante coletiva de imprensa marcada para as 10h30, na Paróquia Nossa Senhora da Rosa Mística, no Setor Bueno. Segundo a Prefeitura, o decreto criará mecanismos para reforçar a cobrança das empresas responsáveis pelas redes de telecomunicações e acelerar a retirada de estruturas irregulares.
A iniciativa ocorre após meses de atuação da Operação Cidade Segura, força-tarefa coordenada pela Agência Municipal de Regulação (AR). Desde outubro de 2025, foram retiradas 81,9 toneladas de cabos das ruas da capital e regularizados 2.526 postes distribuídos em mais de 70 quilômetros de vias urbanas.
Mais do que a recuperação de um edifício, a reabilitação das ruínas do Castelo de Alcantarilha representou uma oportunidade para devolver à vila um papel cultural ativo, ligando património, arte e participação pública.
O Castelo de Alcantarilha foi edificado durante o período de ocupação muçulmana com o objetivo principal de defesa das povoações costeiras.
A partir do século XVII, entrou numa fase de declínio e degradação estrutural. No século XX, teve múltiplas funções e ocupações, e, nos últimos 25 anos, esteve fechado, sem utilização pública ou privada.
Promovido e executado pelo executivo camarário de Silves, as ruínas do Castelo de Alcantarilha sofreram um processo de reabilitação profunda para se transformar no atual Centro de Exposições de Alcantarilha (CEA).
Foi inaugurado no dia 3 de setembro de 2023, pela então presidente da Câmara Municipal de Silves, Dra. Rosa Palma.
É um equipamento cultural de média dimensão, destinado à promoção e divulgação de arte contemporânea nas suas diferentes expressões e manifestações: pintura, escultura, fotografia, desenho, etc.
Alcantarilha é uma vila milenar que, após a Revolução do 25 de Abril e com as transformações económicas associadas ao crescimento do turismo, foi perdendo progressivamente a importância económica e o protagonismo cultural de outros tempos.
Hoje, tenta recuperar esse dinamismo humano, social, cultural e económico.
Várias associações culturais privadas laicas, como a Aldepa (Associação de Defesa do Património Cultural e Natural de Alcantarilha), e outras de cariz religioso, como a Irmandade do Nosso Senhor Jesus dos Passos de Alcantarilha, têm promovido, nos últimos anos, várias iniciativas e eventos que visam promover e divulgar Alcantarilha, com base no seu património e passado cultural, religioso, artístico, arqueológico e arquitetónico.
A inauguração e a atividade do CEA vêm integrar-se neste processo de renovação de Alcantarilha, assumindo a Câmara Municipal de Silves uma maior responsabilidade para dar à vila uma nova vida.
Coleção de Arte Contemporânea Privada Luís Negrão e Família
A Coleção de Arte Contemporânea Privada Luís Negrão e Família (CLNF) é uma coleção dedicada à arte contemporânea portuguesa, reunindo obras de arte de vários artistas de reconhecido percurso, que refletem diferentes tendências e movimentos artísticos e percorre várias décadas de criação artística.
A coleção tem sido apresentada ao público em vários espaços expositivos do país, particularmente em Alcantarilha, no Centro de Exposições de Alcantarilha.
A programação da sua atividade costuma explorar temas variados, promovendo o diálogo entre obras, estilos e contextos, o que enriquece a experiência do público e estimula a reflexão sobre a arte contemporânea.
À semelhança de outras coleções privadas de arte, a CLNF tem, na sua matriz de origem, o compromisso cívico e o dever ético de partilha pública da coleção.
Independente da posse, pública ou privada, as obras de arte fazem parte do património cultural de um povo e o usufruto e apreciação por todos deve ser estimulado e apoiado.
A CLNF apresentou, no ano de 2023, e pela primeira vez, um conjunto de obras de arte em duas exposições distintas, no Centro de Arte e Espetáculos da Figueira da Foz e no Edifício Chiado de Coimbra.
Ainda no ano de 2023, a convite da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Silves, Dra. Rosa Palma, organiza uma exposição de arte para a inauguração do CEA, no dia 3 de setembro, dia do município. Foi apresentada a exposição “Quebra-Costas”, com curadoria de Hugo Dinis. Recordando um espaço público célebre de Coimbra, o quebra-costas, a mostra reuniu 29 obras de arte, numa viagem visual eclética percorrendo várias décadas de arte contemporânea portuguesa.
A colaboração entre a CLNF e a Câmara Municipal de Silves desenvolveu-se nos anos seguintes.
Em 2024 e integrada nas comemorações municipais da celebração dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril, apresentou a exposição “Eduardo Gageiro”, organizada por Hugo Dinis, e que reuniu um conjunto de 14 fotografias históricas sobre a Revolução do 25 de Abril, da autoria de Eduardo Gageiro.
Ainda em 2025, é apresentada a exposição “Homenagem”, com 16 obras do artista autodidata alcantarilhense Inácio José de Oliveira Mendonça, reforçando o sentimento da arte local e memória cultural.
Outras iniciativas baseadas estão programadas para os anos de 2026 e 2027, com a ambição de consolidar uma programação cultural regular e qualificada.
As coleções privadas de arte contemporânea desempenham hoje um papel cultural relevante e cada vez mais importante no país e têm colaborado ativamente com instituições culturais públicas (museus regionais, municipais e nacionais) e privadas (Fundação Gulbenkian e Fundação de Serralves, por ex.) para apresentar as obras de arte que têm sob a sua responsabilidade.
Estes três anos, 2023-2026, de colaboração entre a Câmara Municipal de Silves e a Coleção de Arte Contemporânea Privada Luís Negrão e Família, são um bom exemplo como entidades públicas e o colecionismo privado podem colaborar para a afirmação cultural de uma região, e neste caso, do concelho de Silves.
O Futuro
O Algarve, ainda enfrentando desafios comuns às regiões periféricas – como público reduzido e financiamento limitado -, tem apresentado, nos últimos anos, uma experiência cultural cada vez mais inovadora e diversificada, com múltiplas iniciativas que promovem diálogo, experimentação e produção artística.
Através de novos equipamentos culturais (como o CEA, por ex.), e programações culturais dinâmicas e atualizadas, o Algarve tem procurado ganhar o seu lugar no movimento cultural mais geral do país e da arte contemporânea em particular.
Mas, apesar do esforço das entidades públicas e privadas, e de movimentos culturais recentes e importantes, o Algarve ainda carece de instituições de grande escala, como museus ou centros de arte contemporânea com programação contínua e com acervo próprio (ou em situação de comodato).
O CEA tem vindo a afirmar-se como polo importante de difusão de arte contemporânea regional, promovendo exposições com programas educativos, e projetando num futuro próximo, residências artísticas e colaboração com artistas nacionais. O seu impacto e relevância baseia-se na diversificação da programação, no acesso aberto ao público com entrada livre (ampliando a circulação cultural), e promovendo artistas locais ou ligados à região, criando vínculos entre identidade cultural e práticas contemporâneas.
O futuro cultural do Algarve não se construirá apenas nos grandes centros urbanos, mas também em lugares como Alcantarilha, onde património, iniciativa pública, colecionismo privado e participação comunitária podem definir uma nova forma de centralidade.
Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo. Obrigado por fazer parte desta missão!
Luca Palamara è stato condannato a risarcire con 23mila euro Giovanni Salvi, ex procuratore generale della Corte di Cassazione, che lo aveva citato in giudizio per alcune affermazioni contenute nel best-seller Il Sistema, scritto con l’attuale direttore di LiberoAlessandro Sallusti. Il Tribunale civile di Roma ha giudicato diffamatorio il racconto dell’ex pm – radiato dall’ordine giudiziario in seguito allo scandalo nomine – in merito a un pranzo tra i due avvenuto il 23 giugno 2017, nel periodo in cui Salvi, allora procuratore generale di Roma, aveva presentato per la prima volta la sua candidatura per il vertice dell’ufficio requirente della Suprema Corte, poi ottenuto due anni dopo. In quel momento Palamara era presidente della Quinta Commissione del Consiglio superiore della magistratura, quella che si occupa delle assegnazioni degli incarichi direttivi. “In giugno – ce n’è traccia sul mio cellulare – vedo Giovanni Salvi, che mi invita su una splendida terrazza di un lussuoso albergo romano nei pressi di corso Vittorio Emanuele”, scrive nel libro. “Un candidato che incontra privatamente il presidente designato della commissione che dovrà giudicarlo?”, lo imbecca Sallusti. “Se lo fanno un politico su una nomina pubblica o un imprenditore su un appalto finiscono diritti sotto inchiesta, se lo fa un magistrato nulla da dire”, risponde l’ex magistrato. E ancora: “Nel momento stesso in cui uno si raccomanda per una nomina vìola le regole del gioco, ammette che i curricula e l’oggettività del giudizio non sono l’unico criterio possibile e accettabile. (…) Quando il procuratore Giovanni Salvi si apparecchiò con me su una terrazza romana per diventare procuratore generale della Corte di Cassazione, cosa si aspettava? Che ne avrei parlato la sera a cena con mia moglie o che avrei messo in campo tutte le mie relazioni per fargli raggiungere l’obiettivo?”.
Insomma, Palamara sostiene che Salvi lo invitò a pranzo per “autoraccomandarsi” per la nomina a pg. Una ricostruzione che la sentenza – depositata il 4 giugno – definisce falsa e diffamatoria sotto più aspetti: in primo luogo, scrive il giudice Francesco Rossini, dallo scambio di messaggi tra i due “non è possibile determinare con ragionevole certezza da chi sia partito l’invito per l’incontro conviviale oggetto della contestazione”. Ma “da ritenersi falsa” è soprattutto “la circostanza riferita dal dottor Palamara sul contenuto dell’incontro”: l’ex ras delle nomine, infatti, non ha “prodotto né registrazioni, né documenti, né articolato prove testimoniali che dimostrino la verità delle dichiarazioni rese nel libro”. L’ex pg della Cassazione, invece, ha fornito una versione diversa, spiegando che l’oggetto dell’incontro era la comunicazione della Prefettura di Roma di non voler rinnovare la scorta a Palamara: per il rinnovo della tutela era necessario il parere del procuratore generale della Capitale, ruolo in quel momento ricoperto dallo stesso Salvi. Una ricostruzione, riconosce il giudice, “supportata dalla documentazione acquisita agli atti” e in particolare da cinque sms scambiati tra i due. Secondo il Tribunale, “il tenore complessivo” del libro-intervista “induce il lettore alla constatazione per cui anche il dottor Salvi faceva parte del “sistema” descritto dal Palamara”, attraverso affermazioni che “sviliscono l’onorabilità” dell’ex alto magistrato con “modalità espositive suggestive”.
Palamara ha commentato la decisione con una nota, rivendicando il fatto che il Tribunale abbia “escluso la sussistenza di qualsiasi profilo diffamatorio” rispetto ad altri passaggi del libro oggetto della causa, in cui si faceva riferimento a Salvi relativamente alla sua nomina a pg di Catania e poi di Roma. “In particolare, sulla vicenda della Procura generale di Roma, il Tribunale ha riconosciuto che la descrizione delle dinamiche correntizie e del confronto interno al Csm sulle nomine degli incarichi direttivi rientrava nel legittimo racconto di fatti di interesse pubblico, escludendo che tale ricostruzione potesse integrare una lesione della reputazione personale di Salvi”, afferma l’ex presidente dell’Associazione magistrati. Sulla vicenda del pranzo per la nomina in Cassazione, lamenta invece, “il giudizio si è formato senza che fosse ammessa la prova testimoniale richiesta dalla mia difesa, che avrebbe consentito di dimostrare la veridicità della ricostruzione contenuta nel libro e il contesto nel quale si svolse l’incontro richiamato. Lo stesso Tribunale dà atto che la richiesta istruttoria è stata rigettata (per irrilevanza in quanto volta a “a provare fatti diversi rispetto a quanto controverso”, ndr). Per questa ragione”, conclude Palamara, “ho già conferito mandato ai miei legali di proporre appello dinanzi alla Corte d’Appello di Roma, affinché possa essere svolto un pieno accertamento dei fatti e possano essere valutati tutti gli elementi di prova”.
Uno scatenato Marc Marquez domina e vince la gara Sprint del Gran Premio di Ungheria, valido per il Mondiale della MotoGp. Il pilota spagnolo della Ducati, reduce da una operazione alla spalla, ha fatto gara di testa dall’inizio alla fine partendo dalla pole position. Il solo che ha provato ad impensierirlo è stato il connazionale Pedro Acosta, su Ktm, che ha provato ad attaccarlo nei primi giri. Alla fine si è dovuto accontentare del secondo posto davanti al leader del Mondiale, Marco Bezzecchi, terzo con la sua Aprilia.
Bagnaia in difficoltà
In difficoltà Pecco Bagnaia solo nono con l’altra Ducati ufficiale davanti a Fabio Di Giannantonio con una Ducati del Team VR46. Per Marquez vittoria numero 16 nelle Sprint, la terza quest’anno. Complice anche il sesto posto del compagno di squadra Jorge Martin, Bezzecchi consolida il primato nella classifica del Mondiale portandosi a +20 sullo spagnolo. Domenica è in programma la gara lunga.
“Sosteniamo il sacrosanto diritto del cittadino colpito da malagiustizia a essere risarcito”. Dopo lo scontro con Fratelli d’Italia al vertice di maggioranza di mercoledì, Forza Italia torna a sfidare gli alleati sul tema della responsabilità civile dei magistrati, la bandiera scelta dagli azzurri in tema giustizia per l’ultima parte di legislatura. Nelle scorse settimane, nell’ambito del nuovo corso chiesto da Marina Berlusconi, il capogruppo alla Camera Enrico Costaha chiesto un provvedimento per ampliare i casi in cui giudici e pm possono essere chiamati a risarcire i danni causati dalle loro decisioni: l’idea è di intervenire sulla norma per cui “non può dar luogo a responsabilità l’attività di interpretazione di norme di diritto né quella di valutazione del fatto e delle prove“, nonché sulla definizione di “colpa grave” che fonda la responsabilità. Il ministro Carlo Nordio – ispirato da FdI – aveva alzato un muro da subito: “Non è nel programma, né all’ordine del giorno e, per quanto mi riguarda, non lo sarà”, ha tagliato corto. Costa, però, non si arrende e rilancia con una nota congiunta firmata insieme all’omologa al Senato, Stefania Craxi: “Rendere effettiva la responsabilità civile del magistrato significa mettere al centro la persona, i suoi diritti e le sue libertà”, si legge. “La centralità della persona è un principio che appartiene al dna di Forza Italia e della sua azione politica, ed è la chiave con cui va affrontato il tema”.
“A scanso di equivoci”, sottolineano i due capigruppo, “non parliamo di censure alla discrezionalità di giudizio delle toghe, ma di errori gravi per i quali le persone hanno perso libertà, lavoro, risparmi e occasioni professionali e imprenditoriali, hanno avuto la reputazione infangata e subìto il tracollo della propria attività e la disgregazione della famiglia. In 15 anni, soltanto 15 vittime di malagiustizia hanno ottenuto il risarcimento del danno: una all’anno, per colpa di una legge inadeguata. È mai possibile? Nell’identità liberale che ci anima, la priorità è la tutela del cittadino e dei suoi diritti, specialmente se a violarli è lo Stato”, incalzano. I berlusconiani replicano anche al mantra di Nordio – ripetuto ancora sabato in un’intervista a Repubblica – secondo cui i magistrati inadeguati “non vanno colpiti nel portafoglio ma nella carriera“, cioè sul piano disciplinare: “La responsabilità civile non è uno strumento per “colpire” nel portafoglio il magistrato che sbaglia, ma un istituto di tutela di fronte alle ingiustizie. Ecco perché il ballottaggio tra responsabilità civile e responsabilità disciplinare a nostro parere non è appropriato: si tratta di istituti giuridici con natura e finalità diverse. E dev’essere chiaro che per Forza Italia la tutela dei diritti del cittadino è una missione irrinunciabile”.
Non passa nemmeno mezza giornata, però, che il Guardasigilli torna a respingere gli alleati usando la stessa argomentazione: “La responsabilità civile dei magistrati secondo me è un provvedimento inutile, perché colpire il magistrato inetto, inadeguato, indegno, impreparato sul portafoglio non ha nessuna deterrenza e non ha neanche nessuna efficacia sanzionatoria, perché sono e siamo tutti ultra-assicurati”, dice alla festa del Foglio a Venezia. “Io capisco il principio “chi sbaglia paga”, e il nostro referendum era fondato su quello, perché avevamo previsto il sorteggio nella sezione disciplinare (del Csm, ndr) proprio per evitare la giustizia domestica. Bocciato questo, l’idea anche di costituire un tavolo tecnico per discutere la responsabilità civile dei magistrati, a parte che in questa legislatura non avremmo il tempo di portarlo in Parlamento, rischia di essere una specie di surrogato – su cui discuteremo – ma che vedo inutile”, ripete. “Non c’è nessun senso nel sanzionare pecuniariamente un magistrato inadeguato. Va invece sanzionato nella carriera, nella promozione o addirittura nel caso di inadeguatezza assoluta con la rimozione. Cioè, o deve cambiare mestiere o magari deve cambiare ufficio”. Nordio frena anche sulle altre riforme spinte da Forza Italia, quelle della prescrizione e del sequestro degli smartphone, già approvate in un ramo del Parlamento ma ferme rispettivamente al Senato e alla Camera: “Il Parlamento è sovrano e deciderà”, si limita a dire. Ma allo stesso tempo pronuncia parole simili a una resa dopo la sconfitta al referendum costituzionale: “È chiaro che di fronte a una manifestazione di volontà popolare, che può essere interpretata in mille modi – politico, emotivo o altro – però è stata manifestata e va rispettata, il cammino delle riforme è molto più difficile“, ammette.
Forza Italia però non ha intenzione di abbandonare la sua crociata. Sull’ampliamento della responsabilità civile Costa ha battuto sabato anche in un’intervista al Corriere: “È falso che metta a rischio l’indipendenza della magistratura. Autonomia non significa immunità. Anche di fronte a macroscopici errori, il magistrato non è mai chiamato a rispondere”. La legge attuale, sostiene il deputato, “prevede limitazioni che non fanno scattare la responsabilità del magistrato neppure di fronte a enormi ingiustizie. Addirittura, gli errori sulla valutazione del fatto e della prova non sono sindacabili. Questo impedisce al cittadino di far valere il proprio diritto al risarcimento del danno”. Sulla stessa linea il viceministro azzurro alla Giustizia Francesco Paolo Sisto: “Nella riunione di maggioranza abbiamo chiesto un tavolo per discutere della responsabilità civile dei magistrati. È chiaro che non esiste una responsabilità senza sanzioni: un intervento è necessario. Non c’è nessun revanchismo, non c’è voglia di punire nessuno, ma di responsabilizzare tutti. È necessario stabilire delle regole per cui, come per tutti gli altri, i magistrati siano effettivamente chiamati a dare conto degli errori gravi”, ha detto al Quotidiano nazionale.
Non fu solo una malattia, ma il possibile esito di anni vissuti in scenari operativi ad alto rischio. La Corte d’Appello di Lecce ha riconosciuto lo status di vittima del dovere a un militare originario di Grottaglie, morto nel 2015 a 38 anni per una grave patologia ematologica insorta dopo la missione in Kosovo. I giudici hanno così ribaltato la decisione del Tribunale di Taranto, che in primo grado aveva respinto la richiesta dei familiari di accesso ai benefici previsti dalla normativa. Con la nuova sentenza, la Corte ha invece riconosciuto il diritto dei parenti alle provvidenze economiche, accogliendo integralmente l’appello.
Il militare aveva prestato servizio nel 9° Reggimento d’Assalto Paracadutisti “Col Moschin”, prima di entrare nei ruoli della Polizia di Stato. Durante la missione internazionale nei Balcani, avrebbe operato in un contesto caratterizzato da possibile esposizione a uranio impoverito e nanoparticelle, elementi al centro delle valutazioni del collegio giudicante.
Per i giudici, proprio quel contesto operativo avrebbe avuto un ruolo concausale nell’insorgenza della patologia che ha portato al decesso. Una ricostruzione che ha consentito di riconoscere il legame tra servizio e malattia, elemento decisivo per l’applicazione dello status di vittima del dovere.
Dopo la morte del militare, i genitori avevano avviato un lungo contenzioso giudiziario per ottenere il riconoscimento dei diritti previsti dalla legge, sostenendo il nesso tra la missione all’estero e l’aggravarsi delle condizioni di salute del figlio. La vicenda è stata seguita dagli avvocati Massimo Spagnulo, Ciro Santoro e Maria Santoro, che hanno sottolineato come la sentenza confermi un principio rilevante nei casi di patologie multifattoriali: il nesso con il servizio può essere riconosciuto anche in termini di concorso di cause, quando emergano elementi significativi legati all’esposizione operativa e alle condizioni del teatro di impiego. Per la difesa, la decisione non ha solo valore giuridico ma anche umano, perché chiude una lunga battaglia dei familiari e riapre l’attenzione sulle condizioni di rischio affrontate dai militari italiani nelle missioni internazionali.
The US House of Representatives on Thursday passed a bill to provide Ukraine with billions in additional military aid and increase sanctions on Russia, a move that comes as the more than four-year-old war between Russia and Ukraine is escalating. The Ukraine Support Act passed in a vote of 226-195, with 18 Republicans joining Democrats […]
Ivanka Trump, hija del presidente de los EE.UU. y su esposo, Jared Kushner, han adquirido la isla de Sazan, en la costa adriática de Albania, un antiguo enclave militar comunista…
Por Ivone Alves García El Gobierno anunció el Gemelo Digital Social, una herramienta de inteligencia artificial destinada a diseñar, simular y predecir el impacto de políticas públicas. El Ministerio de…
El representante permanente de Rusia ante la ONU, Vasili Nebenzia, instó este martes a los ciudadanos extranjeros a abandonar Kiev «lo antes posible» ante los ataques de represalia de Moscú…
El papa León XIV sostuvo este lunes que «la inteligencia artificial necesita ser desarmada». «La palabra es fuerte, lo sé, pero elegida deliberadamente, porque este momento necesita palabras capaces de…
Por Marcelo Ramírez La guerra de Ucrania abrió una fractura que muchos todavía no quieren mirar de frente o simplemente no consiguen concebir por lo anómala que les parece. Durante…
El presidente de Rusia, Vladímir Putin, y el líder de China, Xi Jinping, mantuvieron este miércoles una ronda de conversaciones que concluyó con la firma de un amplio conjunto de…
Por Ivone Alves García Argentina acaba de ofrecer una de esas postales que parecen absurdas, pero que en realidad explican con bastante claridad el fondo del problema nacional: un país…