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© MANDEL NGAN / AFP
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‘Absolutely crazy’: Horror as Trump moves to dismantle crucial ocean monitoring system


This story originally appeared in Common Dreams on June 02, 2026. It is shared here under a Creative Commons (CC BY-NC-ND 3.0) license.
In what a number of scientists suggested was the Trump administration’s latest effort to stop tracking the changing climate in hopes of convincing the public that the climate emergency isn’t happening, the National Science Foundation announced Monday that it was dismantling a crucial deep-ocean monitoring system that for years has helped researchers understand the impacts of the crisis on the world’s oceans.
The NSF said it plans to send ships this month to remove more than 900 instruments, part of a project called the Ocean Observatories Initiative. The project collects data on temperatures, currents, and the ocean’s absorption of carbon dioxide off the coasts of Oregon, Alaska, Washington, and North Carolina, as well as in the Irminger Sea between Iceland and Greenland.
A spokesperson for NSF told The New York Times that the dismantling of the initiative will help the NSF in “prioritizing support for evolving scientific priorities and emerging technologies as well as a deliberate approach to smart life cycle management within its portfolio of research infrastructure.”
The reasoning given for the shuttering of the project, said Tara Blume, a journalist at Oklahoma City NBC affiliate KFOR, was “a master class in obfuscation and doublespeak.”
Genevieve Guenther of the group End Climate Silence shared her own interpretation of why the $368 million ocean observation system is being discontinued, despite the fact that it had been set to collect data for 25 years.
“We need to track ocean currents to assess how close we are to climate tipping points that will essentially destroy the world as we know it,” said Guenther. “The GOP doesn’t want us to be able to do that. That’s why they’re dismantling ocean monitoring.”
"By dismantling such a system, we push the United States back yet again into a rear seat in global scientific leadership." https://t.co/TSKsORuTX9
— Eric Geller (@ericgeller) June 2, 2026
Scientists have used data gathered by moorings, robotic vehicles, and other instruments that transmit the information to research laboratories, to study changes in the Atlantic Meridional Overturning Current (AMOC), a current system that moves warm water northward and cools the Arctic and Northern Atlantic regions while absorbing carbon dioxide deep into the ocean and keeping it out of the atmosphere.
Data gathered at the observation station in the Irminger Sea has been key to understanding AMOC, which scientists fear is gradually weakening due to planetary heating and could ultimately collapse, likely causing major global weather changes.
“This is absolutely crazy,” said David Doniger, a senior strategist and attorney at the Natural Resources Defense Council’s climate and energy department. “Wouldn’t you want to know if the ocean currents are changing? Wouldn’t you want to know ocean temperatures? These things affect everything from fishing to hurricanes.”
Following the announcement that the stations will be dismantled in the coming weeks, said Blume, “science gasps for breath.”
President Donald Trump has attempted several times to shut down or drastically reduce the budget of the Ocean Observatories Initiative, which costs $48 million annually to run. Congress has restored the program’s funding.
The dismantling of the program comes months after the Environmental Protection Agency repealed the “endangerment finding,” which for years had underpinned the department’s environmental regulations; after the administration closed down the National Center for Atmospheric Research, which had gathered data on hurricanes and extreme weather to help improve forecasts; and after the National Aeronautics and Space Administration released a statement on record-breaking temperatures in 2024 and 2025—without any mention of the climate crisis or climate change.
“Blinding the public to climate change won’t make it go away. It will only accelerate its profound consequences,” said clinical researcher Iris Gorfinkel.
According to the Trump administration, said historian Nick Kapur, “apparently climate change doesn’t exist if you prevent scientists from measuring it.”
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Bombeiros de Lagos combateram 21 incêndios rurais em maio
Ao longo do mês de maio, os Bombeiros Voluntários de Lagos foram chamados a um total de 426 Emergências Hospitalares, o que dá uma média de quase 14 transportes por dia.
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Descubra os melhores bairros e opções de onde ficar em Buenos Aires
Escolher a região certa para se hospedar pode transformar completamente sua experiência na capital argentina. A escolha do hotel e região onde ficar em Buenos Aires depende muito do perfil do visitante e de seus gostos pessoais. Cada bairro oferece características únicas, desde a elegância europeia da Recoleta até a modernidade de Puerto Madero, passando pela vida noturna vibrante de Palermo.
A histórica Recoleta é considerada o melhor lugar para se hospedar em uma primeira viagem à capital portenha. Para quem busca hotéis baratos com boa localização, explorar as diferentes regiões da cidade permite encontrar opções que combinam conforto e praticidade sem comprometer o orçamento.
Recoleta: elegância e localização privilegiada
A Recoleta é onde as manhãs são mais bonitas em Buenos Aires e é a melhor localização para se hospedar pela primeira vez na cidade. Este bairro aristocrático encanta com sua arquitetura de inspiração francesa, ruas arborizadas e atmosfera sofisticada que remete à Paris.
Escolhendo se hospedar na Recoleta, você fica no meio do caminho entre as atrações turísticas do Centro e os restaurantes badalados de Palermo, com transporte público sempre à mão. O cemitério da Recoleta, a livraria El Ateneo Grand Splendid e diversos museus estão a poucos passos de distância, tornando a região ideal para quem aprecia cultura e história.
A variedade de hospedagens atende desde viajantes econômicos até quem busca luxo, com hotéis boutique e opções cinco estrelas espalhados pelas elegantes avenidas do bairro.
Palermo: vida noturna e gastronomia de primeira
Palermo é considerado um dos melhores bairros em Buenos Aires, muito pela diversidade de subdivisões regionais, com zonas conhecidas como Palermo Botânico, Palermo Soho, Palermo Viejo, Palermo Hollywood e Palermo Chico.
Palermo Soho: charme e criatividade
Palermo Soho concentra os melhores cafés, restaurantes autorais e lojas de design da cidade. É o bairro mais badalado não só de Palermo, mas também de Buenos Aires, com seu delicioso ambiente de ruas arborizadas repletas de antigas casas restauradas onde funcionam restaurantes, bares, lojas, cafeterias e galerias de arte.
Palermo Hollywood: entretenimento e modernidade
Esta subdivisão ganhou fama por abrigar produtoras de TV e cinema, além de oferecer excelente vida noturna. Palermo é uma enorme zona com tudo o necessário para a comodidade do visitante, com áreas verdes, muitos restaurantes, preços médios, boa comunicação e segurança, sendo bem conectado ao centro por ônibus e metrô.
Palermo para famílias
Palermo possui qualidades semelhantes ao microcentro e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Os Bosques de Palermo, o Jardim Japonês e diversas praças tornam a região perfeita para quem viaja com os pequenos.

Fonte: Unsplash
Centro e Microcentro: praticidade e história
No Centro há várias alternativas de transporte e muitos pontos turísticos estão localizados aqui, facilitando sua vida na hora de explorar a cidade, além de os preços não costumarem ser tão altos quando comparados com bairros mais modernos.
O Obelisco, o Teatro Colón, a Casa Rosada e a Plaza de Mayo estão todos nesta região. Os hotéis costumam oferecer os melhores preços da capital. No entanto, é importante considerar que durante a semana o movimento é intenso e à noite as ruas ficam mais desertas.
Pela primeira vez em Buenos Aires onde ficar, o Microcentro oferece a vantagem de estar próximo das principais atrações turísticas, permitindo fazer muitos passeios a pé e economizar com transporte.
San Telmo: tradição e autenticidade
Mais antigo bairro da cidade, San Telmo é a Buenos Aires da nossa imaginação, com suas ruas de paralelepípedo entre casarões coloniais onde se espera que comece a soar um tango a qualquer momento.
A famosa feira de antiguidades aos domingos na Plaza Dorrego atrai multidões. San Telmo é uma boa opção de hospedagem, principalmente para quem quer economizar um pouco ou ter uma experiência mais autêntica. O bairro oferece excelentes opções gastronômicas e uma atmosfera boêmia única.
Puerto Madero: modernidade e sofisticação
Puerto Madero é o bairro mais novo da cidade, bonito, muito seguro e também mais caro, onde as ruas levam nomes de mulheres. Esta região planejada surgiu da renovação dos antigos diques portuários e hoje concentra restaurantes sofisticados, hotéis modernos e edifícios de arquitetura contemporânea.
Puerto Madero é a pedida para quem quer hotéis novos e modernos. A Reserva Ecológica Costanera Sur e o icônico Puente de la Mujer são atrações imperdíveis. Apesar de mais afastado, o bairro oferece segurança e tranquilidade incomparáveis.
Onde ficar em Buenos Aires com família
Onde ficar em Buenos Aires com familia requer atenção especial às comodidades e localização. A melhor categoria para ficar com crianças e bebês é a que se assemelha mais a uma casa, como os apart-hotéis, apartamentos ou casas de temporada, principalmente por conta da cozinha que permite o preparo de lanches e refeições.
O microcentro é estruturado e seguro, enquanto Palermo possui qualidades semelhantes e muitos dos lugares para ir com crianças estão nesse bairro. Hotéis com piscina, quartos espaçosos e proximidade de parques são diferenciais importantes para famílias.
Opções como apart-hotéis oferecem mais espaço e flexibilidade, permitindo que as crianças tenham áreas separadas e os pais possam preparar refeições quando necessário, tornando a estadia mais confortável e econômica.
Dicas práticas para escolher sua hospedagem
- Transporte: verifique a proximidade de estações de metrô (subte) para facilitar deslocamentos
- Segurança: bairros como Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os mais seguros
- Orçamento: o Centro oferece melhores preços, enquanto Recoleta e Puerto Madero são mais caros
- Perfil da viagem: turismo cultural favorece Recoleta e Centro; vida noturna aponta para Palermo
- Duração: estadias curtas se beneficiam da centralidade; viagens longas podem explorar bairros residenciais
Os melhores bairros para se hospedar em Buenos Aires de acordo com hóspedes são Palermo, Centro e Recoleta. Cada um oferece vantagens específicas que atendem diferentes estilos de viajantes.
Perguntas frequentes
Qual é o bairro mais seguro para se hospedar em Buenos Aires?
Recoleta, Palermo e Puerto Madero são considerados os bairros mais seguros da cidade, com boa iluminação, movimento constante e infraestrutura turística consolidada. Todos oferecem tranquilidade para caminhar tanto durante o dia quanto à noite.
Vale a pena se hospedar longe do centro para economizar?
Depende do seu perfil. Se você planeja usar muito transporte público e tem tempo disponível, bairros mais afastados podem oferecer preços melhores. No entanto, considere o custo e tempo de deslocamento, que podem compensar a economia na hospedagem.
Onde ficar hospedado em Buenos Aires para aproveitar a vida noturna?
Palermo, especialmente Palermo Soho e Palermo Hollywood, é a melhor escolha para quem quer aproveitar bares, restaurantes e vida noturna. A região concentra os estabelecimentos mais badalados e mantém movimento até tarde da noite.

Fonte: Unsplash
A diversidade de bairros torna Buenos Aires um destino versátil, capaz de atender desde viajantes econômicos até aqueles que buscam experiências luxuosas. Compreender as características de cada região permite tomar decisões mais acertadas sobre onde ficar em Buenos Aires.
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