Salário médio só aumenta com aumento de produtivide





Cerca 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental apresentam hoje perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os concelhos que estão em perigo máximo pertencem aos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.
Vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Lisboa, Beja e Faro apresentam hoje perigo muito elevado e elevado de incêndio.
O perigo de incêndio rural vai manter-se máximo e muito elevado pelo menos até domingo devido ao tempo quente.
Este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.
Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.
Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.
Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.
Portugal continental regista temperaturas elevadas com valores da temperatura máxima a variar entre os 23 graus Celsius em Sagres e os 37 graus em Évora.
O IPMA prevê para hoje céu pouco nublado, com aumento de nebulosidade no interior Norte e Centro durante a tarde, com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoada.
Prevê ainda uma pequena descida da temperatura
máxima na região Sul e no litoral Norte e Centro.
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A restituição do Imposto de Renda (IR) em 2026 pode representar uma oportunidade para reorganizar as finanças e fortalecer o planejamento financeiro. Antes de escolher uma aplicação, especialistas recomendam avaliar a situação atual do orçamento, principalmente em relação a dívidas com juros elevados, como cartão de crédito e cheque especial.
As taxas cobradas nessas modalidades costumam superar, com ampla margem, os rendimentos de investimentos conservadores. Nesse aspecto, utilizar a restituição para quitar ou reduzir débitos pode gerar economia imediata, aliviar o orçamento mensal e melhorar o histórico de crédito do contribuinte.
Antes de investir, é importante definir prioridades e entender quais são os objetivos financeiros para o curto, médio e longo prazo. As principais possibilidades de uso da restituição são:
A recomendação é direcionar o recurso para decisões que contribuam para maior estabilidade financeira ao longo do tempo. Instituições financeiras como o Inter oferecem diferentes modalidades de investimentos para clientes conservadores, moderados e arrojados.
Essas respostas ajudam a identificar os produtos financeiros mais adequados para cada momento.
A escolha do investimento depende do perfil do investidor, do prazo dos objetivos e do nível de risco que cada pessoa está disposta a assumir. Para perfis mais conservadores, a renda fixa costuma ser a principal alternativa. Entre as opções mais utilizadas estão:
Já investidores com perfil moderado ou arrojado podem considerar aplicações com maior potencial de rentabilidade, ainda que envolvam oscilações mais significativas, como:
Nesses casos, a diversificação da carteira tende a ser uma estratégia importante para equilibrar risco e retorno.
Investir esse recurso poder contribuir para o fortalecimento do patrimônio e aumentar a segurança financeira. Mesmo valores menores podem gerar resultados relevantes quando aplicados de forma consistente e alinhada aos objetivos pessoais. Os benefícios dessa estratégia são:
A restituição do IR pode funcionar, portanto, como um ponto de partida para decisões financeiras mais estruturadas e sustentáveis. Combinar segurança, liquidez e diversificação tende a ser uma estratégia eficiente para utilizar a restituição do Imposto de Renda de forma mais inteligente e alinhada ao planejamento financeiro.
A seleção brasileira joga pela primeira vez na Copa do Mundo neste sábado (13) contra o Marrocos. Na expectativa do hexa, assistir ao jogo do Brasil exige um amuleto da sorte. Seja vestindo a camisa amarela ou com a bandeira enrolada ao corpo, é difícil que algum brasileiro veja a partida sem seu produto da seleção preferido.
Segundo levantamento realizado pela Nuvemshop, às vésperas da estreia do Brasil, as vendas de artigos relacionados ao torneio cresceram mais de 20 vezes no e-commerce em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os produtos, estão as camisas oficiais, os itens temáticos e produtos personalizados.
Não foram só as vendas que avançaram. O número de empresas que entraram para a disputa pela atenção dos torcedores cresceu quase seis vezes ante maio de 2025.
O ticket médio, por sua vez, alcançou R$ 189 por venda, uma alta de 12% sobre os R$ 169 registrados no mesmo período do ano passado. As camisetas oficiais foram o principal motor dessa temporada, correspondendo a 73,8% do faturamento gerado.
Em seguida, aparecem outros itens temáticos (13,8%), álbuns e figurinhas (6,8%), insumos e produtos para impressão 3D (3,4%), artigos de decoração e torcida (2,1%) e bolas (0,2%).
De acordo com o presidente da plataforma, em eventos como esse é comum que esses dados sejam impulsionados. “Eles concentram um pico de consumo em poucas semanas; quem tem loja própria consegue responder rapidamente à demanda”, afirma.
Fora do e-commerce, a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) também identificou as tendências de consumo dos torcedores. Segundo a federação, eletrônicos, alimentos, bebidas e artigos esportivos devem concentrar a maior parte das vendas durante o torneio.
Entre os itens mais procurados estão TVs, soundbars e cabos. Outros destaques são os itens de vestuário como camisas, bonés e bandeiras, além de alimentos, itens para churrasco e artigos de decoração.
Dados da Scanntech apontam que, em edições anteriores da Copa, algumas dessas categorias chegaram a apresentar aumento de até 200% no volume comercializado, enquanto as vendas de churrasqueiras cresceram 227%.
Outro produto que já demonstra forte desempenho é o álbum oficial da Copa do Mundo. A pedido do CNN Money, o professor da FGV-EESP e Portfolio Manager do Bradesco, Osvaldo Assunção, realizou um levantamento para estimar quanto um colecionador gastaria para completar o novo modelo do álbum.
Em simulações feitas pelo especialista, o custo mínimo, levando em consideração repetições de figurinhas, ficou próximo de R$ 4.298, enquanto o máximo ultrapassou R$ 18 mil.
Mesmo com o custo necessário para completar a coleção, um levantamento do Itaú Unibanco mostrou que as vendas em bancas de jornais e revistas do estado de São Paulo cresceram 140% em maio, impulsionadas pela comercialização de figurinhas e álbuns das seleções que disputarão a competição.
*Com informações de Beatriz Oliveira, da CNN Brasil
Copa 26: 51% dos brasileiros pretendem gastar mais com comida e bebida
O Programa de Reabilitação para Incendiários, anunciado em 2018, deverá ter início em julho e será implementado em sete cadeias, incluindo Lisboa e Porto, depois da formação de 20 técnicos especialistas que acontece na próxima semana.
A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) disse à Lusa que, para já, o programa vai funcionar em formato individual, uma decisão que resultou da análise do projeto-piloto que decorreu entre 2019 e 2022 e em que foram detetadas algumas dificuldades na aplicação do programa em formato de grupo.
O programa destinado a condenados pelo crime de incêndio vai funcionar tanto em prisões como fora delas e, por isso, foi dada prioridade de formação aos técnicos das cadeias “onde existe maior número de indivíduos condenados por crime de incêndio florestal e às Equipas de Reinserção Social que acompanham o maior número de indivíduos condenados por este crime”.
Para já, o programa será implementado em sete cadeias: Castelo Branco, Coimbra, Izeda (Bragança), Lisboa, Vale do Sousa, Viseu e Porto.
Em relação à formação dos técnicos, a DGRSP explicou que o objetivo será habilitar os profissionais para que possam aplicar o programa em questão e também para “formar outros técnicos posteriormente, numa filosofia de disseminação de acordo com as necessidades de aplicação do programa a cada momento”.
Neste momento, estão nas cadeias portuguesas 29 presos preventivos, 59 condenados e 20 inimputáveis com medida de internamento em instituição psiquiátrica pelo crime de incêndio florestal.
Fora das prisões, a DGRSP conta 108 pessoas com suspensão da execução da pena de prisão e quatro com obrigação de permanência na habitação com pulseira eletrónica.
O Programa de Reabilitação para Incendiários começou a ser desenhado em 2016, tendo a DGRSP avançado com uma proposta de adaptação para o contexto português do programa “Firesetting Intervention, Programme For Prisoners”, da Universidade de Kent, no Reino Unido, que tinha como objetivo prevenir a reincidência.
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Moscú, 13 jun (Prensa Latina) La publicación de documentos que confirman la existencia de biolaboratorios de Estados Unidos en Ucrania demuestra que Rusia tuvo razón desde el principio, dijo hoy el político Kiril Dmítriev.
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Um suspiro coletivo de alívio percorreu Wall Street após a negociação do lançamento histórico da SpaceX na Nasdaq na sexta-feira (12), estabelecendo um novo padrão para as corretoras e bolsas de valores que se preparam para os também gigantescos IPOs da OpenAI e da Anthropic ainda este ano.
A estreia recorde da SpaceX superou em quase três vezes o maior IPO anterior nas bolsas americanas. A magnitude do lançamento havia preocupado os participantes do mercado, que ainda se lembravam da estreia do Facebook na bolsa em 2012, que enfrentou problemas técnicos na listagem histórica.
No entanto, os sistemas de negociação dos bancos que coordenaram o IPO, das bolsas de valores, dos market makers, das câmaras de compensação e de outras empresas de infraestrutura de mercado lidaram bem com o desafio de processar milhões de ordens de clientes.
“Honestamente, acho que os bancos nos Estados Unidos fizeram um trabalho fantástico, a equipe da SpaceX fez um trabalho fantástico ao contar a história durante as apresentações. E, como vocês podem ver, tudo correu extremamente bem”, declarou Jeff Parks, CEO da empresa de investimentos canadense Stack Capital Group. Quase um terço do portfólio da Stack é composto por ações da SpaceX, na qual a empresa começou a investir em 2021.
As ações da SpaceX registraram fortes ganhos em sua estreia, elevando o valor de mercado da empresa para mais de US$ 2 trilhões e consolidando o status de Elon Musk como o primeiro trilionário do mundo.
De acordo com a Citadel Securities, a maior market maker de varejo dos EUA, a estreia da SpaceX gerou o maior volume de pedidos de varejo para um leilão de IPO da história. Um porta-voz da Citadel Securities afirmou que a empresa intermediou a maioria dos pedidos de varejo da SpaceX.
O Morgan Stanley, o chamado “agente estabilizador” da estreia da SpaceX na bolsa, teve um papel fundamental na gestão da abertura de capital da companhia. O banco teve que garantir uma implementação ordenada, mesmo diante de uma demanda sem precedentes por parte dos investidores. Um agente estabilizador normalmente compra ações no mercado aberto para sustentar as ações que sofrem quedas acentuadas no dia da abertura.
A plataforma de negociação Charles Schwab informou ter recebido mais de um milhão de ordens de compra de ações da SpaceX nas primeiras horas de negociação, um número significativo em comparação com IPOs anteriores, segundo um porta-voz da empresa.
A Reuters noticiou na quinta-feira (11) que operadores, corretoras e bolsas de valores de Wall Street vinham realizando testes de estresse em sistemas de negociação há várias semanas, antes do IPO em questão.
As ações da SpaceX “não estão subindo em grandes blocos, mas estão subindo aos poucos, e muito disso se deve a uma abertura de capital um pouco mais fraca e sem brilho do que muitos esperavam”, disse Mike Dickson, chefe de pesquisa e estratégias quantitativas da Horizon Investments. “Estou um pouco surpreso com a falta de volatilidade, considerando as notícias sobre a supervalorização das ações”.
As estreias de grandes IPOs no passado frequentemente enfrentaram atrasos, porque as bolsas precisam conciliar enormes volumes de ordens de compra e venda antes de determinar o preço de abertura. No caso da SpaceX, as ações começaram a ser negociadas ainda no início da sexta-feira (12). Isso foi relativamente cedo em comparação com os IPOs recentes da Cerebras Systems e da Quantinuum, que abriram mais para o final da tarde nos respectivos dias de estreia.
Com exceção de alguns problemas com as negociações iniciais na Robinhood na sexta-feira (12), Wall Street praticamente não apresentou as falhas técnicas que prejudicaram o lançamento do Facebook em 2012 – para grande alívio da Nasdaq, dos market makers e dos investidores.
“Trabalhamos muito bem em equipe. Fizemos uma preparação extensa com nossos parceiros bancários”, destacou a CEO da Nasdaq, Adena Friedman, em entrevista à CNBC na sexta-feira (12). “Garantimos que conversássemos com todas as empresas durante todo o processo de preparação, e tudo correu perfeitamente”, concluiu.
Esta página podría acabar en la pared que queda a mano derecha cuando entras en el Iberia (Mare de Déu del Port, 219), colgada junto a otras crónicas relacionadas con el negocio de los inseparables gemelos Francisco y Longinos Álvarez Castro. No se malinterprete como una sugerencia, porque es una simple reflexión: sin todos esos artículos se llenaría igual este bullicioso local de Zona Franca al que acompañamos a unos amigos entusiastas del lugar. Francisco y Longino (Longi, como le llaman, heredó el nombre del padre) dicen que toda recomendación ayuda, “como cuando salimos en el programa de la Melero en TV3 o en BTV. Y ya ni te digo cuando vino a comer Ferran Adrià, que no sabes cómo disfrutó con nuestro cap i pota ”. Quines lo frecuentan saben que el Iberia es uno de esos sitios que los amigos se recomiendan unos a otros y su éxito desde que abrieron en 2015 va mucho más allá de un artículo elogioso, o dos, o tres, o cuatro.

Uma decisão do ministro do STF, Flávio Dino dando cinco dias úteis para que a União apresente novas metas superiores à produtividade alcançada em anos mais recentes pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) impactou ainda mais o clima da agência de fiscalização do mercado de ações brasileiro já ressabiado com o novo presidente da entidade, Otto Lobo escolhido contra vontade do governo numa articulação que envolveu senadores entre eles Ciro Nogueira e Davi Alcolumbre que costuraram sua aprovação.
Dino rejeitou a meta apresentada pelo governo de reduzir em 20% o estoque de processos administrativos e autorizou a adoção imediata de medidas excepcionais para acelerar a análise dos processos, incluindo o pagamento de horas extras, o trabalho aos fins de semana, a concessão de incentivos funcionais, a realização de mutirões, contratações emergenciais e a celebração de convênios e acordos de cooperação.
Dino na CVM
O ministro chegou a determinar uma série de medidas a serem adotadas para reforçar a CVM e estabeleceu que, para tanto, o órgão poderia utilizar a íntegra da arrecadação da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários.
A CVM não faz parte do grupo das demais agências que foram afetadas pelo bloqueio de R$ 22,1 bilhões anunciado pelo governo federal no final de março. Semelhante ao corte que ocorreu no ano passado quando esses órgãos sofreram corte de 20% em seus orçamentos.

Faltou dinheiro
O motivo alegado pelo governo foi um aumento de R$14,1 bilhões na previsão de gastos com o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) foi a mais afetada com 21,3%. A seguir vêm a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com 20,5% e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com 19,9%.
Governo gastador
Seria normal se o governo Lula não viesse, desde o começo do ano, patrocinando um estouro no seu próprio caixa de modo a estimular a economia, que já soma R$ 215 bilhões (1,6% do PIB), acima das receitas de R$ 109 bilhões (0,8% do PIB), desrespeitando a regra que ele mesmo criou, em substituição à rigidez do Teto de Gastos instituído no governo Temer e passando a procurar meios de contornar essa regra.
O problema desse quadro é que ele junta as previsões de menos receitas com gastos a mais com a dívida pública, uma redução real na arrecadação e a inclusão dos gastos extraorçamentários (uma invenção do governo Lula) de não considerar uma despesa apenas porque ele mesmo não a reconheceu no orçamento.
Novos desafios
Entretanto, desde o começo de junho, o país começou a enfrentar um novo desafio: a aprovação de projetos de novos gastos sem previsão orçamentária que a imprensa chamou de pautas-bomba. O conceito é o de aprovar em votação sem muito debate e rapidíssimos projetos que agregam custos ao Executivo, independentemente de haver previsão orçamentária já na proposição.
São casos como uma linha de crédito rural para socorrer produtores rurais prejudicados por conflitos internacionais ou eventos climáticos extremos, estimada em R$ 140 bilhões em dez anos; um novo piso para médicos e cirurgiões-dentistas e aprovação de um regime de aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde que, segundo as primeiras estimativas, somam mais de R$ 250 milhões.
Queixa do Senado
Os três fatos criaram uma situação inusitada. O mesmo governo que argumenta que, graças ao Senado, teremos projetos que estouraram o orçamento é o mesmo que desrespeitou uma regra que ele mesmo criou para tornar menos rígido o controle de gastos. Enquanto isso, ele faz contingenciamento de verbas do orçamento vigente, alegando falta de recursos arrecadados, deixando sem verbas as suas agências de fiscalização.
E ao mesmo tempo em que, no caso da CVM, terá que cumprir uma determinação de um ministro do STF que excepcionalizou uma agência igual às demais que vêm perdendo verbas para cumprir a missão para a qual foi criada.

Verbas presas
A nível federal, são 11 agências onde a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) , a de Energia Elétrica (Aneel) e a de Vigilância Sanitária (Anvisa) são as que têm maior arrecadação. Mas que nem por isso as três são isentas da falta de recursos e de pessoal, especialmente pela fuga de quadros especializados.
Temos um quadro de cada vez menos fiscalização federal. Porque nos últimos anos as agências federais foram objeto de uma captura do governo, do legislativo e dos atores que deveriam ser fiscalizados. E não é por falta de verbas. Em 2024, as agências reguladoras arrecadam R$ 50 bilhões por ano em taxas de fiscalização. No entanto, foram liberadas para gastar apenas R$ 5 bilhões ao longo do ano.

Taxa da Blusinhas
O fim da Taxa da Blusinhas elevou de 16.584.719 em março para 19.942.330 em maio, mostrando que os consumidores estão aproveitando a isenção. Mas nem por isso o governo deixou de arrecadar. Em maio, a Receita Federal contabilizou uma receita de R$ 347,7 milhões contra R$ 484,1 milhões em março, quando ainda eram cobradas as taxas. Em abril foram 16.513.993 importações com valor arrecadado de R$ 501,3.
De acordo com dados da Receita Federal, nos quatro primeiros meses de 2026, o governo arrecadou R$ 1,78 bilhão em impostos de importação com as encomendas. Foi uma alta de 25% na comparação com o mesmo período do ano passado. Ou seja, mesmo antes do fim da taxa, as compras já vinham em alta.


© Divulgação
Cuando Delphine Horvilleur (Nancy, 51 años) fue ordenada rabina, solo había tres en Francia. Tras vivir en Jerusalén y en Nueva York, cría a sus hijos en París. Allí es la entrevista. Cerca de su casa, en un café del Marais. La mujer con prisas y aparentemente desconfiada que inicia la conversación cambia de actitud a lo largo de la charla.
© Ed Alcock (EL PAÍS)

La investigación de los Mossos d’Esquadra por la muerte de Isak Andic en la montaña de Montserrat —bautizado como caso Monestir— ha supuesto un reto, en el que la policía ha dedicado esmero y empeño en descubrir qué ocurrió. Pero el esfuerzo no siempre se ve recompensado: los Mossos no lograron encontrar en 17 meses de instrucción a dos excursionistas que auxiliaron a Jonathan Andic cerca de media hora después de la caída de su padre. Los agentes de seguridad ciudadana que acudieron al lugar no les tomaron los datos. Y eso supuso un quebradero de cabeza para los investigadores, que revisaron imágenes, comprobaron matrículas de coches, y hasta se plantearon un llamamiento público para dar con ellos. El hijo del fundador de Mango tampoco les contó que había intercambiado el número con uno de ellos, al que le hizo una llamada perdida, lo que habría permitido localizarlos.

Este jueves, Supervivientes cerró su edición menos vista de la historia (17% de cuota de pantalla y, por primera vez, por debajo del millón de espectadores de media) con la final con menor audiencia de su recorrido. A la décima entrega de La isla de las tentaciones aún le queda alguna emisión con reencuentros de las parejas protagonistas, pero su recorrido oficial terminó el lunes pasado. Con un 12,3% de cuota y superando por poco el millón de espectadores, también ha sido la edición menos vista del formato en España.
Se ha muerto un hombre. Era fino y peligroso. De aspecto seco, desértico, y una voz de diablo. En el escenario —con su banda, Los Redonditos de Ricota, en sitios lúgubres durante los ochenta, en predios a los que arrastraba a cientos de miles de personas tiempo después— tenía el aspecto de un obrero metalúrgico o de un monje. No hacía falta que impostara glamour con quienes íbamos a verlo. Era un dios hecho de aceite de motor y pavimento, y nos arrastró a su territorio desde que lo vimos por primera vez. A los tristes, los fundidos, los rabiosos, a los que siempre crujíamos, nos llevó más lejos. Hizo que a los 30, a los 40, a los 50, estuviéramos tan encendidos como a los 20. Yo estaba en Berna cuando se murió. Volví de una reunión de trabajo y, cuando llegué al hotel, encontré un mensaje del hombre con quien vivo que me daba aviso. Era viernes, 5 de junio de 2026. Habían pasado unos 40 años desde que lo vi por primera vez en un tugurio oscuro del barrio de Flores, Buenos Aires. Fue la banda de sonido de buena parte de mi vida. Si no sé qué hacer, ni cómo hacerlo, lo escucho cantar Había una vez, y esa parte que dice “los espíritus soplan si quieren, y vos que recién te enterás, tarde otra vez, mi amor” me recuerda que, a veces, no se puede hacer nada, que sólo hay que esperar. Cuando supe de su muerte —tenía párkinson, sufrió un accidente cerebrovascular hemorrágico en la madrugada—, caminé hasta un puente y me quedé mirando el río Aar. El mundo seguía andando, pero ese día anduvo menos. En Buenos Aires, sus fans se reunieron espontáneamente en la Plaza de Mayo. Desde el domingo, se inició un velorio público. Se formó una fila de siete kilómetros para despedirlo. Él le dio sentido a lo que no tenía sentido. Transformó la desesperación en canciones que nos hicieron mal de tanto bien que nos hicieron. Se llamaba —se llama— Carlos Alberto Solari. Nosotros, la tribu de su calle, le decíamos Indio. Le diremos siempre.

© Nehuen Rovediello (EFE)
Desde hace semanas, los foros y grupos especializados en oposiciones europeas echan humo. Bullen con consejos para superar las pruebas, con rumores sobre las fechas de examen, hojas de cálculo para estimar posibilidades de éxito y mensajes de quienes llevaban años esperando el momento para examinarse. La razón de tanta expectación cabe en una cifra: más de 174.000 personas han solicitado participar en la principal oposición para convertirse en funcionario de la Unión Europea, atraídas por hacer carrera internacional, estabilidad laboral y un salario de entrada de en torno a los 5.500 euros brutos mensuales; una cantidad que para los países del sur de Europa es tremendamente atractiva. Detrás de esta competencia masiva, además, se libra otra batalla menos visible: la de los Estados miembros por aumentar la presencia de sus nacionales en la administración europea.

© Cornelius Poppe (NTB / Alamy / Cordon Press) (EL PAÍS)