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US consumer sentiment improves in June due to easing gas prices

Consumer sentiment still remains at historically low levels amid Iran war and rising inflation, new survey shows

Easing gas prices are making Americans feel better about their personal finances and the economy in June, but consumer sentiment remains at historically low levels amid ongoing conflict in the Middle East, according to new survey data from the University of Michigan.

The latest numbers come as SpaceX marks its historic stock market debut, which has made Elon Musk the world’s first trillionaire. Yet many Americans still feel like they are struggling even as the stock market reaches record highs.

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© Photograph: Mike Blake/Reuters

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Reeves grudgingly resorts to departmental salami slicing to fund UK defence budget

Starmer shows no will to pursue the main options for rising commitments: spending cuts, tax rises or borrowing

When Keir Starmer wanted to promise Donald Trump that the UK would increase defence spending, he decided to fund it by slashing the UK’s aid budget – losing a cabinet minister, Anneliese Dodds, in the process.

This time around, with John Healey’s Ministry of Defence (MoD) demanding an additional £18.5bn over four years to fund the defence investment plan, there was no such lever to hand.

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© Photograph: Adrian Dennis/AFP Pool/AP

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Oil prices plummet as Trump claims he is close to US-Iran deal

Brent crude falls as optimism rises that strait of Hormuz could reopen over the weekend

Global oil prices fell on Friday to lows not seen since the first week of the Iran crisis after Donald Trump claimed he was close to reaching a peace deal with Tehran.

The price of Brent crude began to tumble from about $93 a barrel in overnight trade after the US president called off further military strikes against Iran scheduled for the evening.

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© Photograph: AFP/Getty

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Pedro Oliveira: “Queremos ser um farol para o ensino superior em Portugal”

Pedro Oliveira, dean da Nova School of Business and Economics (NOVA SBE), foi apresentado aos jornalistas em fevereiro de 2023, no metaverso. Engenheiro de formação, entusiasta do avanço tecnológico, defensor de um ensino superior português exportador, tem mandato até 2027.

No início da polémica com a Universidade Nova de Lisboa, escreveu no “Expresso” que o debate sobre a utilização do inglês nas designações académicas “não deve distrair-nos do essencial”. O que é essencial?
O essencial é muito simples: Portugal precisa de instituições públicas fortes capazes de competir a nível global. Orgulhamo-nos de ser uma escola pública que representa Portugal no mundo ao mais alto nível, e que tem impacto real no país e, por consequência, nos portugueses. O essencial é não só a qualidade de ensino e investigação, mas também a internacionalização e a capacidade de colocar Portugal e os portugueses no mapa do conhecimento global. Queremos ser um “farol” para o ensino superior em Portugal e isso é o que não podemos perder de vista. Obviamente não vamos deixar que isso aconteça.
Mais do que a pequena polémica que se instalou, o que está verdadeiramente em causa é algo maior: é se o ensino superior público português tem ambição para desenvolver as capacidades que lhe permitam ser uma alavanca de desenvolvimento económico e científico do país, ou se se resigna a uma lógica burocrática e administrativa como a dessa polémica.

O nome Nova School of Business and Economics/Nova SBE é vital para a internacionalização, como defendem alguns professores da instituição?
Sem dúvida. A marca é um ativo construído ao longo de décadas, reconhecido nos rankings e no mercado global. Mas não é a marca em si, o que internacionaliza uma escola é o que essa marca representa e que foi construído ao longo das últimas décadas e não permitiremos que seja destruído. O que a Nova SBE comunica a um aluno, um investigador ou professor, ou a uma empresa (seja ela nacional ou estrangeira), é um padrão de excelência académica, de rigor científico e de ambiente globalizado. Mudar – ou diluir – essa marca seria destruir um investimento feito pelo país, por toda uma comunidade de alunos, professores, alumni e parceiros empresariais.
A designação legal em português existe, sempre existiu e existirá. As duas coexistem com naturalidade. A questão não é uma ou outra, é perceber que proteger a marca é defender um ativo público de grande valor.
Falemos dos resultados dessa estratégia. Quantos alunos de fora estudam aqui e quais as nacionalidades dominantes?
Conseguimos tornar Portugal num destino mundial de talento, num país procurado por alunos de todo o mundo para estudar. Mais de metade da nossa comunidade académica é internacional. Só no ano letivo 2025/2026, recebemos quase 4.000 novos alunos vindos de 90 países. Os países mais representados são, além de Portugal, a Alemanha, Itália, França e Áustria. Registámos, este ano, crescimentos muito expressivos: a ‘fatia’ de alunos dinamarqueses e polacos subiu 67% e 41%, respetivamente; enquanto a de alunos belgas aumentou 23% e de americanos 18%. Nada disto acontece por acaso, pelo contrário: é o resultado de décadas de investimento consistente em qualidade, reputação e ligação às redes internacionais do conhecimento.

E de aposta nos estrangeiros.
Importa dizer com clareza que o nosso objetivo nunca foi ter muitos alunos estrangeiros como um fim em si mesmo. O objetivo é trazer para Portugal e para os portugueses o melhor que se faz no mundo e gerar um polo de ensino e investigação que coloque Portugal, os portugueses e as nossas empresas no mapa global. E isto não se faz em isolamento.
Por outro lado, enquanto escola pública portuguesa, para nós foi essencial desenvolver um programa de bolsas e apoios financeiros para garantir que todos os alunos nacionais que tenham capacidade académica para serem admitidos na nossa escola, o fazem e não deixar de estudar na Nova SBE por dificuldades financeiras relacionadas com custos de deslocação (alojamento e refeições) ou propinas.

Que montante destinaram a bolsas neste ano letivo?
Em 2025, investimos 3,1 milhões de euros no nosso programa de bolsas, de modo a garantir que qualquer aluno com a excelência académica necessária para estudar na Nova SBE não ficasse impedido de o fazer por questões financeiras. Para os próximos anos, o objetivo é continuar a garantir que o talento não pode ser desperdiçado por razões económicas.

No corpo docente, qual o rácio de estrangeiros?
Temos uma percentagem muito significativa de docentes internacionais (cerca de 55%), e isso é deliberado e desejado. Uma escola que quer estar no top europeu não pode recrutar apenas no mercado local – nem, na nossa opinião, recrutar os seus próprios alunos doutorados, como parte de uma estratégia que a Nova SBE já assume de recusa de endogamia académica. Competimos globalmente por talento académico, tal como as melhores universidades do mundo.

Quais as principais vantagens?
Beneficia diretamente os nossos alunos portugueses porque estudar com professores que publicam nas melhores revistas científicas do mundo e que trazem perspetivas de diferentes culturas académicas é uma vantagem competitiva que nenhuma escola fechada sobre si própria consegue oferecer. A qualidade académica não tem passaporte.

A cada ranking seja de que segmento for (Formação Executiva é o último), a NOVA SBE continua a subir. O que está na base deste sucesso?
A base é a consistência da qualidade de ensino ao longo dos anos. Não há segredos. São décadas de investimento em qualidade científica, em atrair os melhores professores e investigadores, em construir uma comunidade académica verdadeiramente internacional, e em manter padrão muito elevado. Em 2025, o nosso Mestrado em Gestão ficou em 4.º lugar mundial no Financial Times e o Mestrado em Finanças em 6.º. Somos a primeira escola portuguesa com dois mestrados no top 10 mundial do FT. Também a formação de executivos entrou, este ano, no top 10 mundial do FT de programas customizados (9.º lugar mundial) e no top 20 mundial em programas abertos.
Fazemos parte do 1% de escolas no mundo com acreditação Triple Crown (AACSB, EQUIS e AMBA) e pertencemos, ainda, a redes como o CEMS, que junta as mais prestigiadas business schools do mundo.

Até onde podem ir?
A pergunta “até onde podemos e queremos ir” é a mais interessante: a minha resposta honesta é que ainda há muito caminho a trilhar. E temos as condições para isso, se tivermos a autonomia e o investimento necessários para continuar a construir.

Ouvi-o dizer várias vezes que o Ensino Superior pode vir a ser tão bem-sucedido como o turismo ou o futebol. Já estamos no ponto de ser considerados um exportador?
Estamos a caminho. Ter seis escolas de negócios portuguesas com programas reconhecidos internacionalmente no mesmo ranking é um sinal inequívoco de que o país desenvolveu uma capacidade real. Tal como aconteceu com o turismo ou o futebol, o ensino superior pode tornar-se um setor de exportação de referência, não porque o tentamos imitar, mas porque reunimos as condições estruturais de qualidade, localização, custo-benefício, segurança e diversidade. O que falta é, sobretudo, escala e coordenação. Uma escola só não faz um setor. Precisamos de mais instituições com esta ambição e de uma aposta política consistente que trate o ensino superior como ativo estratégico nacional, não como centro de custo a gerir.

Disse-nos há dias que não tem intenção de aprofundar a polémica com a Universidade Nova, que, em rigor, não originou, mas esclareça-nos: já está enterrado o machado de guerra que tem vindo a decepar valor nas duas marcas?
Somos UNL e isso não muda com os reitores que passam. O que existe é, como é normal em qualquer organização complexa, um debate sobre como as instituições se organizam para responder aos desafios do futuro. Uma escola com o nível de internacionalização e de competitividade da Nova SBE precisa de agilidade para tomar decisões rápidas, para fechar parcerias internacionais, para gerir o campus. Vivemos tempos institucionalmente desafiantes, não vou negar isso. Mas existe um alinhamento muito forte entre as unidades orgânicas da UNL para que este impasse se resolva da melhor forma possível para todos. Esse é o único critério que importa.

Disse numa conferência do JE que a Nova SBE quer liderar o conceito de “escola do futuro”. Como a descreve em cinco palavras?
Adaptabilidade. Inovação. Interdisciplinaridade. Impacto. Comunidade.

Como se preparam os estudantes para profissões que não existem? Que ferramentas lhes estão a dar aqui que não sejam obsoletas amanhã?
Essa é, na verdade, a pergunta mais importante que qualquer escola deve fazer a si própria. A ferramenta mais valiosa que podemos dar a um estudante hoje não é técnica, é a capacidade de aprender a pensar e aprender a aprender – é a capacidade de navegar a incerteza com rigor, inovação e criatividade. As profissões vão continuar a mudar. O que não muda é a necessidade de pensar bem e criticamente, de colaborar e de ter princípios. É nisso que estamos a investir.
A resposta não está nos currículos, está na forma de ensinar e de aprender. O que estamos a construir aqui não é um conjunto de disciplinas atualizadas, é uma plataforma onde a inteligência artificial é infraestrutura, não tema de estudo; onde a multidisciplinaridade é o ponto de partida, não um módulo opcional; onde os estudantes aprendem a aprender, a questionar e a adaptar-se.

Com base em que pressupostos estão a formar os futuros líderes?
Com base em três pressupostos: primeiro, que a liderança se exerce em contextos de incerteza radical. Não adianta formar para a estabilidade quando a estabilidade já não existe. Segundo, que os melhores líderes não são os que têm todas as respostas, mas os que fazem as perguntas certas e constroem equipas capazes de responder. Terceiro, que ética e impacto social não são ornamentos da formação em gestão, devem ser o seu centro. Uma escola de negócios que forma pessoas para maximizar resultados sem consciência do contexto em que operam está a produzir um problema, não uma solução. O nosso objetivo é formar líderes que sejam simultaneamente competitivos e responsáveis.

O que falta ao país para conseguir transformar a ciência em inovação, fazer produto e criar riqueza?
Falta menos do que costumava faltar, e mais do que deveria. Já temos investigação de qualidade, temos proximidade com empresas e temos ecossistemas de empreendedorismo. O que ainda falta é velocidade na transferência de conhecimento, é tolerância ao risco e ao fracasso, é capital paciente para fazer a ponte entre a investigação e o mercado. E falta, também, uma cultura empresarial que veja a universidade não como fornecedora de mão de obra barata, mas como parceira estratégica de inovação. Quando isso existir – e há sinais de que está a emergir – Portugal tem condições reais para criar riqueza a partir do conhecimento.

Quando termina o seu mandato? Já pensou no que vai fazer a seguir?
O meu atual mandato termina em janeiro de 2027. Sou professor e empreendedor, mas quanto ao que se segue ainda é cedo para anunciar seja o que for. O que posso dizer é que sou uma pessoa de projetos e de objetivos. O poder pelo poder não me interessa, nem serve o país, nem a Nova SBE. O que me interessa atualmente é o espetacular projeto que temos na Nova SBE, o impacto que geramos, e, enquanto estiver neste cargo, o foco é o de deixar a escola numa melhor posição do que a encontrei: mais preparada para um futuro incerto e com capacidade de ajudar a definir esse mesmo futuro e com muita ambição de continuar a contribuir para o nosso país.

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UK economy shrank by 0.1% in April as Iran war held back growth

GDP hit by higher energy prices caused by Middle East conflict, after 0.3% rise in March

The UK economy contracted by 0.1% in April as the Iran war began to take its toll on growth, official figures show.

As energy prices have risen as a result of the conflict, after Iran closed off the strait of Hormuz – a vital shipping route for global trade – the UK’s strong expansion in the first quarter slid into reverse.

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© Photograph: Bloomberg/Getty Images

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ECB raises eurozone interest rates as Iran war stokes inflation

European Central Bank increases main deposit rate to 2.25%, with two further rises expected by next spring

The European Central Bank has raised interest rates for the first time since 2023 in response to higher inflation caused by the war in Iran.

The ECB raised its main deposit rate from 2% to 2.25% in a move that financial markets expect to be the first of three rises by next spring.

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© Photograph: Kirill Kudryavtsev/AFP/Getty Images

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US inflation jumped to 4.2% in May, the third consecutive increase since start of Iran war

Before the conflict began, inflation was at 2.4%, but the closure of the strait of Hormuz has affected energy prices

US inflation jumped to an annual rate of 4.2% in May, the third consecutive monthly increase since the start of the Iran war and a three-year high, as Americans continue to face steep oil prices.

Prices have increased sharply over the past several months, rising at an annual rate of 3.3% in March before going up to 3.8% in April. In February, before the conflict began, inflation was at 2.4%.

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© Photograph: Bonnie Cash/UPI/Shutterstock

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Friedrich Merz: Meet the Most Unpopular Chancellor in Modern German History

Germany’s economic decline is no longer merely an economic story. It has become a political one. Chancellor Friedrich Merz has become the focal point of this broader crisis of governance and legitimacy. For decades, Germany was regarded as the economic engine of Europe and, alongside France, a principal political architect of the European Union. Today, […]
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The Strait of Hormuz Blockade: A Threat to Indonesia and Its Defense Strategy

The escalation of the conflict between Iran and the US-Israeli coalition has caused a multidimensional crisis that has a significant impact on Indonesia, requiring it to develop a maritime defense strategy that is in line with international law and ensures national resilience. Tensions peaked when Iran officially closed the Strait of Hormuz on March 1, […]
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Digital Hormuz: Iran Turns Underwater Cables into a Trump Card Against the US and Israel

The global economy has yet to grasp the main military secret of the Middle East: the next big war will not begin with a strike on oil rigs but with a “silent shutdown” of the internet. While the Pentagon spends billions on missile defense, Iran has found an asymmetric response to the technological superiority of […]
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On China, Trump picked the right battle but the wrong strategy

A long trade war looms. Trump’s scattershot protectionism, chaotic tariffs and belligerence against our natural allies guarantees that US trade policy will remain a hot mess

We are in for a long trade war.

In the months since “Liberation Day” last year, when Donald Trump let loose a volley of tariffs against imports from everywhere, countries have rushed to build new relationships in the hope of maybe circumventing the US to protect the global trading system.

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© Composite: The Guardian/Getty Images

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Greece Shakes Off Crisis-Era Label With Major EU Economic Upgrade

European Commission headquarters
The Commission’s assessment highlights a reduction in risks associated with Greece’s public and external debt. Credit: tiseb, CC BY 2.0/flickr

The EU’s Commission removed Greece from its list of macroeconomic imbalances on Wednesday, marking a turning point in the nation’s post-crisis recovery. The move formally winds down a painful sixteen-year chapter of heightened economic surveillance that led to the era of bailouts.

Among the factors emphasized in the European Commission’s report are: Greece’s resilient growth rate of 2.1% of GDP in 2025 in spite of conditions of global uncertainty, projections for continued strong growth, the continuous high primary surplus, reaching 1.7% of GDP in 2025, and the significant decline in public debt, projected to drop to 123.4% of GDP in 2027, making it one of the fastest rates of debt reduction in Europe. The country’s extensive reforms and speedy progress in the digital transition, especially in tax and public administration, were also taken into consideration.

Prime Minister Kyriakos Mitsotakis welcomed the milestone on social media, writing that the decision effectively “closes a negative chapter that began 16 years ago.” He emphasized that the achievement was not merely a technocratic assessment but rather the “foundation for a better life” made possible by the sustained hard work of Greek citizens and the state.

According to Mitsotakis, the structural budget surpluses achieved through recent reforms can now be directly “channeled into higher wages and pensions,” offering tangible domestic relief to a population that endured years of harsh austerity. “This also marks the official end of all surveillance,” he stressed.

The Commission’s assessment highlights a reduction in risks associated with Greece’s public and external debt, alongside solid economic growth, progress on structural reforms, and a stabilized banking sector.

EU says Greece still lags behind

While the removal from the imbalance list signals Brussels’ confidence in Athens’ current trajectory, the Commission also issued a stark reminder: Greece still lags behind its European Union peers in several key economic areas. The country continues to carry a heavy public debt burden, and average disposable income remains well below Western European standards.

Nevertheless, analysts say that the formal easing of surveillance provides a major psychological and financial boost, potentially lowering market borrowing costs and attracting crucial foreign investment. For a nation that spent over a decade as the epicenter of the Eurozone crisis, the validation from Brussels confirms a hard-fought return to economic normalcy.

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The African century begins with unity – or it does not begin Part 2: Money or Freedom – a single currency to break the last colonial lock

Africa is the richest continent in the world, yet it is inhabited by some of the poorest people. This paradox is not inevitable. It is a two-pronged form of organized crime, the second pillar of which is addressed by the single economic zone. There is a form of violence so normalized that it has become […]
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Reactions of Tehran and the Approach of France in the War Against Iran

Post-2022 geopolitical developments and escalating tensions in the Persian Gulf have significantly strained relations between Iran and France, raising questions about the future of diplomatic engagement between the two countries. After the June 2025 military strike against Iran, France did not condemn it, and the subsequent triggering of the snapback mechanism caused relations between the […]
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The Eurasian Rebalancing

The emerging Eurasian era reflects not the collapse of the Western system but a gradual redistribution of global power toward a more complex multipolar order. For much of the post-Cold War era, the dominant assumption within the Atlantic world was that history had entered a permanent phase. Liberal globalization, maritime financial dominance, and Western institutional […]
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The Contest to Redefine the Middle East

The Middle East is not being remade; it is being contested widely and publicly. The emerging alignment between Israel and the United Arab Emirates appears, at first glance, to signal a decisive geopolitical shift. Yet beneath the optics of normalization and wartime cooperation lies a more complex struggle: not over whether the region will change, […]
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UAE’s OPEC Exit Is No Cartel Killer—It’s a Calculated Power Shift

The United Arab Emirates’ decision to leave OPEC has sparked intense debate about the future of the global oil market and the stability of collective production management. What would an expert tell me in layman’s language, particularly about who or what really stands behind this decision? Reports of the UAE leaving OPEC are often portrayed […]
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Kazan as a Strategic Interface in a Fragmenting Global Order

Amidst growing global disorder and a lack of central power, the Kazan Forum’s increasing significance reflects the rise of Russia’s diplomatic outreach. Kazan Forum as an Emerging Eurasian Interface The Kazan Forum has emerged as a reconfiguration of economic imagination, connectivity, and power across the Eurasian region. The XVII International Economic Forum “Russia-Islamic World: Kazan […]
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Afghanistan: America’s Other Ongoing Proxy War

The development of Afghanistan’s mineral resources has become the center of an information and geopolitical struggle where economic projects intersect with security issues, propaganda, and great-power rivalry. A recent article published by the US arms-industry, big-tech, banking, and other Western special interests-funded Lowy Institute’s “Interpreter,” boldly claims, “Afghanistan is surrendering its mineral wealth — and its […]
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