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IPO da SpaceX: saiba como investir nas ações da empresa

A estreia da SpaceX na Nasdaq, bolsa de tecnologia dos Estados Unidos, movimentou o mercado financeiro nesta sexta-feira (12). A empresa de foguetes e satélites controlada por Elon Musk realizou o maior IPO da história e precificou suas ações a US$ 135 e movimentou US$ 75 bilhões. 

Apesar de as ações da SpaceX serem negociadas nos Estados Unidos sob o código SPCX, investidores brasileiros também conseguem acessar a empresa sem precisar abrir conta em corretoras internacionais.

A B3 disponibilizou, já no primeiro dia de negociação da companhia, os BDRs da SpaceX, recibos de ações negociados no Brasil que representam papéis de empresas listadas no exterior.

Os recibos negociados no Brasil utilizam o código SPCX34 e podem ser comprados diretamente pelas corretoras brasileiras, da mesma forma que ações negociadas na bolsa local.

Segundo Bernardo Pascowitch, apresentador da Resenha do Dinheiro, o preço inicial dos BDRs ficou na faixa entre R$ 50 e R$ 70, o que amplia o acesso de investidores brasileiros ao IPO da companhia.

“É uma forma muito mais simples de acessar a empresa no mesmo dia da abertura de capital”, afirma.

Além da SpaceX, o mercado também acompanha possíveis futuras aberturas de capital de gigantes da inteligência artificial, como OpenAI e Anthropic.

O tema foi discutido no quadro “Papo de Investidor”, apresentado por Bernardo Pascowitch na Resenha do Dinheiro desta semana.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

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Investidores acompanham novo tarifaço com reação mais moderada

A nova proposta de tarifas de 25% sobre produtos importados pela recomendação do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), gerou tensão sobre uma nova guerra comercial global. 

Um estudo da FIA Business School estima que as novas medidas podem provocar uma perda de até R$ 38 bilhões no consumo brasileiro e afetar US$ 9,5 bilhões em exportações industriais. Segundo a projeção, o impacto também poderia reduzir em até 0,6% o crescimento do PIB brasileiro.

A proposta apresentada pelos Estados Unidos ainda passa por etapas políticas e regulatórias antes de entrar efetivamente em vigor. Trump tem até 15 de julho para decidir sobre a definição e a aplicação das tarifas.

Segundo Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro, o momento é considerado delicado para o Brasil, já que boa parte da sustentação da atividade econômica vem do agronegócio e das exportações. 

“Uma imposição de tarifas prejudica ainda mais um crescimento que já está frágil e concentrado, além de provocar consequências no emprego e no consumo”, observa Marilia. 

Além dos impactos econômicos, o mercado também acompanha a incerteza sobre a efetiva implementação das medidas. Isso porque o primeiro grande pacote tarifário anunciado por Trump, em 2025, teve recuos, flexibilizações e mudanças ao longo dos meses.

“No início, houve uma reação de muito medo, mas depois os investidores enxergaram parte das medidas mais como retórica do que algo efetivamente prático”, diz Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb. 

Para Thiago Godoy, educador financeiro, ainda existe uma dúvida sobre até que ponto Trump estaria blefando ou se realmente pretende implementar todas essas medidas. 

“O mercado passou a levar parte do discurso mais a sério, mas esse movimento de anunciar e depois recuar também desgasta a credibilidade dele”, complementa. 

Nesse cenário, acordos comerciais e alianças econômicas ganham força. O avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia, além do fortalecimento do Brics, é visto como um caminho para reduzir a dependência econômica dos Estados Unidos.

A inflação americana também segue no radar dos investidores globais. Com preços elevados de imóveis e alimentos, cresce a preocupação com a perda de poder de compra da população.

Outro efeito percebido pelo mercado é a desvalorização do dólar nos últimos meses. 

“Esse movimento já vem sendo observado, com investidores retirando recursos dos EUA e buscando oportunidades em outras geografias, como por exemplo a bolsa brasileira”, explica Marilia Fontes. 

Apesar disso, Godoy pondera que o movimento não elimina a importância do dólar dentro de uma estratégia de diversificação internacional. 

“O que isso não significa é que o investidor deva deixar de olhar para o dólar, já que continua sendo uma moeda forte. Esse cenário pode mudar rapidamente e, com a moeda americana em um patamar mais baixo, muitos investidores enxergam uma oportunidade para ampliar a exposição internacional”, conclui Thiago.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

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Canetas emagrecedoras: 65% de pacientes param de usar por falta de dinheiro

Os medicamentos da classe GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras“, consolidaram-se como uma das maiores transformações recentes na área da saúde, impactando o tratamento do diabetes tipo 2, da obesidade e doenças cardiometabólicas.

Porém, apesar dos benefícios clínicos reconhecidos pelos médicos, o alto custo ainda limita o acesso e a continuidade do tratamento para grande parte dos pacientes brasileiros.

É o que revela uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Ifepec, a pedido da Febrafar, com 1.067 médicos de diferentes especialidades e regiões do país. O levantamento, conduzido em maio de 2026, é considerado um dos maiores já realizados no Brasil sobre a percepção médica em relação aos medicamentos agonistas do receptor de GLP-1.

Os dados mostram que o preço atual torna o tratamento viável para apenas 28% dos pacientes considerados aptos ao uso dessas terapias. Além disso, 65% dos pacientes acabam abandonando o tratamento ou não conseguem manter a orientação indicada por limitações financeiras.

Por outro lado, os médicos acreditam que uma redução de aproximadamente 35% nos preços poderia elevar a viabilidade do tratamento para cerca de 45% dos pacientes, ampliando significativamente o acesso.

Segundo Edison Tamascia, presidente da Febrafar, os resultados demonstram que o principal desafio para a expansão dessa classe terapêutica não está na aceitação médica, mas sim na capacidade financeira da população.

“Os médicos reconhecem os benefícios dos medicamentos GLP-1 e observam resultados importantes na saúde dos pacientes. O grande obstáculo hoje é o custo do tratamento. Quando analisamos que 65% dos pacientes abandonam a terapia por questões financeiras, fica evidente a necessidade de ampliar o acesso por meio de maior concorrência e da chegada de novas opções ao mercado“, afirma.

A Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) reúne 74 redes associativistas e representa mais de 19 mil lojas em todo o Brasil.

Uso irregular preocupa médicos e reforça papel do farmacêutico

A pesquisa também identificou um fenômeno que vem preocupando os profissionais de saúde. Em média, 7% dos pacientes relatam já ter utilizado medicamentos GLP-1 sem prescrição médica antes da primeira consulta.

O dado acende um alerta para a comercialização irregular desses produtos e reforça a importância de combater canais clandestinos de venda, que colocam em risco a saúde dos pacientes ao oferecer medicamentos sem a devida orientação profissional e sem o cumprimento das exigências sanitárias.

Para Tamascia, as farmácias legalmente estabelecidas cumprem rigorosamente a legislação e têm papel fundamental na promoção do uso racional dos medicamentos. “O combate à comercialização irregular desses medicamentos é fundamental para proteger a saúde da população. O lugar desses tratamentos é dentro do canal farmacêutico regular, com dispensação responsável e acompanhamento profissional”, afirma.

Segundo o executivo, além de garantir o cumprimento das normas sanitárias, o farmacêutico exerce uma função estratégica na orientação dos pacientes sobre armazenamento, aplicação, uso correto e importância do acompanhamento médico durante todo o tratamento.

Biossimilares e similares podem transformar o mercado

Outro destaque da pesquisa é o elevado grau de expectativa dos médicos em relação à chegada de biossimilares, genéricos e similares de GLP-1, impulsionada pelo vencimento de patentes e pela perspectiva de ampliação da concorrência no setor.

Os resultados indicam que a maioria dos profissionais pretende incorporar essas novas alternativas à prática clínica, desde que apresentem comprovação de qualidade, segurança e eficácia.

Edison Tamascia afirma que a ampliação da oferta tende a representar um marco para o mercado farmacêutico brasileiro. “A expectativa é que a entrada de novos concorrentes contribua para ampliar a concorrência e reduzir gradualmente os preços praticados atualmente. Embora os medicamentos genéricos ainda não devam chegar ao mercado no curto prazo, o aumento da oferta tende a favorecer o acesso e melhorar os índices de adesão ao tratamento”.

Benefícios vão além da perda de peso

Os médicos entrevistados destacaram que os benefícios dos medicamentos GLP-1 vão muito além do emagrecimento. Entre os principais ganhos observados estão o controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2, a redução da compulsão alimentar, a perda de peso significativa, além da proteção cardiovascular, renal e hepática.

Também foram relatadas melhorias em comorbidades associadas à obesidade, como apneia do sono, dores articulares, hipertensão e alterações metabólicas.

Entre os efeitos adversos mais frequentemente relatados pelos médicos estão náuseas, constipação, vômitos, diarreia, azia, dores de cabeça, fadiga, tontura e, em alguns casos, perda de massa muscular e alterações estéticas decorrentes da rápida perda de peso.

Para a Febrafar, os resultados indicam que o mercado brasileiro de GLP-1 ainda possui amplo potencial de crescimento, mas que sua expansão sustentável dependerá da combinação entre acesso econômico, orientação profissional e uso responsável.

“A pesquisa mostra que existe um ambiente muito favorável para o crescimento dessa categoria no Brasil. No entanto, esse avanço precisa ocorrer com responsabilidade, acompanhamento médico, atuação ativa dos farmacêuticos e foco na segurança do paciente. O desafio agora é transformar uma terapia altamente eficaz em uma solução acessível para um número cada vez maior de brasileiros”, conclui Tamascia.

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Hoje é um “dia sombrio para a democracia”. Elon Musk será mais rico do que 46% do mundo

SpaceX estreia-se na bolsa esta sexta-feira, o que deverá fazer do empresário o primeiro bilionário do mundo. Oxfam alerta para uma “concentração extrema de riqueza” e fala num “dia sombrio para a democracia”. IPO “encherá os bolsos” de funcionários da administração Trump. O bilionário Elon Musk será mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial — cerca de 3,8 mil milhões de pessoas — quando a sua empresa aeroespacial e de inteligência artificial (IA), SpaceX, entrar em bolsa, segundo uma análise publicada esta quinta-feira pela organização humanitária Oxfam. A fortuna pessoal de Musk, dono da rede social

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Ex-auditor preso responde por mais de 130 crimes e prejuízo bilionário

O ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, preso novamente nesta quarta-feira (10) pelo esquema de fraudes em ICMS em São Paulo, responde por mais de 130 crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, além de já ter causado um prejuízo bilionário às contas públicas.

A CNN Brasil apurou que Artur já configura como réu em sete ações penais movidas pelo Ministério Público de São Paulo. Até a próxima semana, ele deve ser denunciado em outras três investigações.

Ao todo, Artur responde por mais de 130 vezes de lavagem de dinheiro e corrupção nos esquemas relacionados às empresas Fast Shop, Ultrafarma e a Rede 28. Os casos foram investigados durante as operações Ícaro, Mágico de Oz e Fisco Paralelo, todas realizadas pelo Ministério Público paulista.

“Artur tinha um catálogo de serviços de corrupção”, afirma uma fonte ligada à investigação.

O ex-auditor da Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo), exonerado em agosto de 2025, foi preso em casa nessa quarta, alvo de dois mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão. Com ele, foram encontrados diversos documentos evidenciando a contínua prática criminosa, mesmo sob medidas cautelares.

Documentos obtidos pela reportagem também detalham os impactos financeiros do esquema liderado por Artur, identificados desde o início das investigações nos primeiros meses de 2025, que somam R$ 8,53 bilhões em prejuízos ao Estado.

Segundo os levantamentos, a Sefaz-SP já contabiliza R$ 5,75 bilhões em danos relacionados ao esquema. Desse total, R$ 1,93 bilhão estão ligados a créditos de ressarcimento e R$ 3,82 bilhões a outros créditos investigados.

Entre as empresas citadas nas apurações aparecem Fast Shop, com cerca de R$ 2 bilhões envolvidos, e Ultrafarma, com aproximadamente R$ 1 bilhão. As investigações também apontam um prejuízo estimado em R$ 1,74 bilhão à Receita Federal do Brasil.

Além disso, a Controladoria-Geral do Estado de São Paulo aplicou à Fast Shop uma multa de R$ 1,04 bilhão com base na Lei Anticorrupção, apontada como a maior já aplicada no Brasil dentro da legislação.

A investigação também aponta um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro por meio de criptomoedas. Artur armazenaria recursos ilícitos em carteiras frias de criptomoedas, conhecidas como cold wallets, que ficam desconectadas do sistema financeiro, para fazer movimentações para o exterior.

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    Cartas e anotações mostram pedidos de alinhamento de defesas, menções a criptos e suposta distribuição de mesadas a outros denunciados • Reprodução

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    Cartas e anotações mostram pedidos de alinhamento de defesas, menções a criptos e suposta distribuição de mesadas a outros denunciados • Reprodução

Cartas mostram orientações para acusados

Cartas manuscritas apreendidas pelo Ministério Público na casa do ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto revelam tentativas de alinhar versões entre investigados do esquema bilionário de corrupção e lavagem de dinheiro investigado pela Operação Ícaro.

CNN Brasil teve acesso aos documentos encontrados durante o cumprimento dos mandados de prisão e busca e apreensão realizados na quarta-feira (10), em São Paulo.

Em uma das cartas, Artur pede que um dos investigados assine uma procuração para o advogado responsável pela defesa do grupo.

“Confia em mim, pode assinar a procuração para (advogado de Arthur) assinar por favor. Isso é muito importante para vencermos tudo. Você me conhece muito bem para saber que sou eu falando”, diz o manuscrito.

 

 

Outra carta, intitulada “obrigações a fazer”, traz anotações relacionadas a pagamentos e movimentações financeiras. Entre os itens listados aparecem frases como “fazer conexão de trabalho”, “receber honorários da Fast Shop” e “negociar dívidas”.

Os investigadores também encontraram documentos com cálculos numéricos e anotações ligadas ao pagamento de mesadas para investigados e familiares.

Em outro trecho, direcionado a uma pessoa identificada como Rafael, Artur orienta o investigado a não colaborar com o Ministério Público.

“Rafael, não faça acordo com o MP, não faça delação, não confie no MP. Fica tranquilo que nós vamos resolver tudo”, escreveu. Ao final da mensagem, ele assina como “The King”.

Artur havia sido solto no último dia 2 de junho, quando o alvará de soltura foi cumprido. No entanto, antes mesmo da liberação, o Gedec (Grupo de Atuação Especial de Combate aos Delitos Econômicos) do Ministério Público já havia protocolado dois novos pedidos de prisão preventiva, concedidos pela Justiça no dia 3 de junho

A reportagem tenta contato com a defesa de Artur para um posicionamento. O espaço está aberto.

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Português entre seis detidos por falsificação de moeda

Natural de Santarém, de 54 anos, o cidadão português foi apanhado com angolanos numa rede que produzia notas falsas de alta qualidade para circular em Luanda.

© SOPA Images/LightRocket via Gett

O porta-voz da DIIP realçou que foi desmantelado o laboratório onde eram produzidas notas falsas de dólares
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Deolane e Marcola são denunciados por lavagem de dinheiro para o PCC

Logo Agência Brasil

O Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncia contra seis pessoas acusadas de integrar organização criminosa destinada a lavar dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).  Entre os denunciados estão a advogada e influencer Deolane Bezerra e Marco Willians Herbas Camacho (Marcola), apontado como líder do PCC.

Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o núcleo operava uma estrutura financeira "voltada à dissimulação e à reinserção na economia formal dos recursos ilícitos obtidos pela facção criminosa", que atuou entre 2018 e 2025 através de uma empresa de transportes administrada por Ciro Cesar Lemos, já condenado por organização criminosa.

Notícias relacionadas:

Lemos recebia ordens de Marcola e de seu irmão Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, outra liderança da organização, para repassar rendimentos aos outros membros da rede. 

A rede também era composta pelo operador financeiro Everton de Sousa e pelos filhos de Alejandro, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho e Paloma Sanches Herbas Camacho. De acordo com o Gaeco, Leonardo e Paloma estão foragidos no exterior.

Segundo o Gaeco, Deolane recebia depósitos fracionados provenientes da transportadora, ocultando sua origem mediante o uso de contas próprias.

"A acusada planejava, segundo a investigação, reestruturar suas empresas e transferi-las para fundos sediados no exterior, operando a lavagem de dinheiro dos valores oriundos de integrantes do PCC. Sousa supervisionava prestações de contas e o fluxo de valores como operador intermediário. Já Paloma e Leonardo recebiam parcelas dos rendimentos ilícitos por determinação do pai, cabendo a Paloma orientar Lemos sobre a distribuição dos valores, a partir de informações repassadas por Alejandro", afirmou o Gaeco, por meio de nota.

Deolane continua presa e teve pedido de habeas corpus negado pela Justiça nesta terça-feira (9). Marcola foi preso em 1999 e Alejandro está preso desde 2006. 

Apesar disso, sua influência é considerada central para as operações da facção, através de advogados, familiares, outros presos e de redes clandestinas de comunicação, denunciadas pelas autoridades penais e judiciárias. 

Defesa

A defesa de Deolane Bezerra  afirmou que não teve acesso à acusação e que ela não faz parte de nenhuma organização  criminosa ou cometeu qualquer crime. 

A defesa de Marco Willians Herbas Camacho disse que ele e seu irmão Alejandro estão em presídio de segurança máxima desde 2019, o que torna inviável sua participação no esquema. Também acrescentou que Leonardo e Paloma "refutam integralmente as imputações formuladas", embora não negue a relação patrimonial e os "elementos financeiros" da denúncia, que serão esclarecidos e são regulares, assim como são improcedentes as acusações.

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Deolane e Marcola são denunciados por lavagem de dinheiro para o PCC

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Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o núcleo operava uma estrutura financeira "voltada à dissimulação e à reinserção na economia formal dos recursos ilícitos obtidos pela facção criminosa", que atuou entre 2018 e 2025 através de uma empresa de transportes administrada por Ciro Cesar Lemos, já condenado por organização criminosa.

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Segundo o Gaeco, Deolane recebia depósitos fracionados provenientes da transportadora, ocultando sua origem mediante o uso de contas próprias.

"A acusada planejava, segundo a investigação, reestruturar suas empresas e transferi-las para fundos sediados no exterior, operando a lavagem de dinheiro dos valores oriundos de integrantes do PCC. Sousa supervisionava prestações de contas e o fluxo de valores como operador intermediário. Já Paloma e Leonardo recebiam parcelas dos rendimentos ilícitos por determinação do pai, cabendo a Paloma orientar Lemos sobre a distribuição dos valores, a partir de informações repassadas por Alejandro", afirmou o Gaeco, por meio de nota.

Deolane continua presa e teve pedido de habeas corpus negado pela Justiça nesta terça-feira (9). Marcola foi preso em 1999 e Alejandro está preso desde 2006. 

Apesar disso, sua influência é considerada central para as operações da facção, através de advogados, familiares, outros presos e de redes clandestinas de comunicação, denunciadas pelas autoridades penais e judiciárias. 

Defesa

A defesa de Deolane Bezerra  afirmou que não teve acesso à acusação e que ela não faz parte de nenhuma organização  criminosa ou cometeu qualquer crime. 

A defesa de Marco Willians Herbas Camacho disse que ele e seu irmão Alejandro estão em presídio de segurança máxima desde 2019, o que torna inviável sua participação no esquema. Também acrescentou que Leonardo e Paloma "refutam integralmente as imputações formuladas", embora não negue a relação patrimonial e os "elementos financeiros" da denúncia, que serão esclarecidos e são regulares, assim como são improcedentes as acusações.

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115 euros: salário mínimo cada vez mais próximo do salário mediano

Salário mínimo já vale 91% do salário mediano: a diferença é de 115 euros. Banco de Portugal alerta para riscos. O salário mínimo nacional (SMN) está cada vez mais próximo do salário mediano em Portugal, alertou o Banco de Portugal (BdP) esta segunda-feira. Em 2025, a remuneração mínima fixada por lei atingiu 91% do salário mediano, deixando apenas 114,7 euros de diferença entre os dois valores. O BdP reconhece os efeitos positivos na redução da desigualdade salarial, mas alerta também para riscos sobre os incentivos dos trabalhadores, a valorização das qualificações e a produtividade da economia. Numa análise à distribuição

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Há uma cidade alemã que tem a sua própria moeda

Tudo começou como um projeto escolar para promover os negócios locais numa região remota da Baviera. Agora, a moeda “Chiemgauer” ajuda a reduzir as emissões globais de gases com efeito de estufa. Entre numa padaria ou livraria na zona de Chiemgau, na Baviera, e poderá ver um cliente a pagar com o que parece dinheiro de brincar — notas coloridas estampadas com gafanhotos, joaninhas e outros insetos. “Estima-se que 10 a 15% dos clientes paguem desta forma“, disse um livreiro à DW. Os habitantes locais chamam-lhe “Chiemgauer” e é uma moeda que eles próprios inventaram. Por mais peculiar que possa

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