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Registos em greve. Sindicato ameaça queixa ao MP

9 June 2026 at 18:13
O STRN qualifica como "ilegal e intimidatória" a recolha e divulgação de dados de adesão à greve pela tutela. Até ao momento, não existem reuniões agendadas nem o Governo fez alguma aproximação.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

De acordo com o STRN, o segundo dia de paralisação ficou marcado pelo encerramento total de serviços em vários distritos

Registos em greve. Sindicato ameaça queixa ao MP

9 June 2026 at 18:13
O STRN qualifica como "ilegal e intimidatória" a recolha e divulgação de dados de adesão à greve pela tutela. Até ao momento, não existem reuniões agendadas nem o Governo fez alguma aproximação.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

De acordo com o STRN, o segundo dia de paralisação ficou marcado pelo encerramento total de serviços em vários distritos

Ex-diretor-geral da DGRDN em silêncio no julgamento

9 June 2026 at 17:11
Acusado de sete crimes de corrupção, Alberto Coelho, um dos 73 arguidos no processo iniciado pela PJ em 2022, decidiu não falar no julgamento, realizado esta terça-feira.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Alberto Coelho, ex-diretor-geral da DGRDN, optou por não prestar declarações no julgamento esta terça-feira

Ex-diretor-geral da DGRDN em silêncio no julgamento

9 June 2026 at 17:11
Acusado de sete crimes de corrupção, Alberto Coelho, um dos 73 arguidos no processo iniciado pela PJ em 2022, decidiu não falar no julgamento, realizado esta terça-feira.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Alberto Coelho, ex-diretor-geral da DGRDN, optou por não prestar declarações no julgamento esta terça-feira

Uber da Droga. Jorge Fonseca garante não ter consumido

9 June 2026 at 14:50
Atleta olímpico rejeita ter participado em "atividade criminosa". "Não chegou a existir qualquer compra ou consumo", garante em comunicado. Tribunal colocou-o na lista de clientes de Uber da Droga.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Judoca rejeita qualquer envolvimento no processo conhecido como Uber da Droga

Uber da Droga. Jorge Fonseca garante não ter consumido

9 June 2026 at 14:50
Atleta olímpico rejeita ter participado em "atividade criminosa". "Não chegou a existir qualquer compra ou consumo", garante em comunicado. Tribunal colocou-o na lista de clientes de Uber da Droga.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Judoca rejeita qualquer envolvimento no processo conhecido como Uber da Droga

A lista de clientes VIP do Uber da Droga que a PSP apanhou

7 June 2026 at 22:01
Foi um ano de investigação. Conversas intercetadas mostram familiaridade com várias figuras públicas. Uber da Droga liderava rede de tráfico com um sócio e apoio da própria mãe.

© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

Operação cumpre mandados contra esquema que lavava dinheiro do CV

Logo Agência Brasil

Os ministérios públicos estaduais do Rio de Janeiro (MP-RJ) e do Mato Grosso do Sul (MP-MS) realizaram nesta terça-feira (2) a Operação Riqueza Sombria, para desarticular uma quadrilha especializada na lavagem de dinheiro para a facção Comando Vermelho (CV).

De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP-RJ, o grupo movimentou mais de R$ 116 milhões entre os anos de 2020 a 2025.

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A análise dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) usados na investigação  revelaram um padrão de depósitos realizados em agências bancárias próximas a áreas dominadas pelo Comando Vermelho, especialmente na região do Complexo do Chapadão, na zona norte do Rio de Janeiro. Os beneficiários eram residentes em Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai.

De acordo com o MP-RJ, a ligação entre o Rio de Janeiro e Sete Quedas chamou atenção porque a cidade é considerada ponto estratégico na rota de entrada de armas, cocaína e maconha no país. As movimentações ocorriam de forma fracionada, técnica conhecida como "smurfing", utilizada para dificultar a identificação pelos sistemas de controle financeiro.

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Os valores arrecadados com a venda de entorpecentes no Rio de Janeiro eram pulverizados em dezenas de depósitos em espécie e direcionados para contas de pessoas físicas e empresas de fachada utilizadas como "laranjas". Posteriormente, os recursos eram redistribuídos e reinseridos no sistema financeiro formal, dificultando o rastreamento de sua origem ilícita.

A pedido do Gaeco, a Justiça expediu 18 mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos com auxílio da Polícia Civil. A investigação foi iniciada a partir das informações coletadas em uma operação realizada em julho de 2020 na Comunidade do Tatão, em Anchieta, Zona Norte do Rio. Na ação, os policiais apreenderam drogas, rádios comunicadores, um simulacro de arma de fogo e diversos comprovantes bancários.

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