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El rumor que incendia la Fórmula 1: esta es la escudería en la que pilotaría Alonso la próxima temporada

El futuro de Fernando Alonso sigue acaparando todos los focos en la previa la carrera del GP de Barcelona - Cataluña y un rumor ha incendiado el paddock en las últimas horas.

El piloto de Aston Martin Fernando Alonso sorprendía el pasado jueves al asegurarque esta será "probablemente" su "última carrera" en el circuito de Montmeló (Barcelona).

¿Un adiós o un cambio?

"Va a ser un fin de semana especial, probablemente mi última carrera en Barcelona en la Fórmula 1, así que gracias a todos. No seré competitivo y no estaré mucho tiempo en la Q1, pero espero que todos puedan disfrutar del fin de semana", afirmó el piloto asturiano, de 44 años, que termina contrato a final de temporada.

Alonso daba a entender que no espera continuar en la competición en 2028, cuando el circuito de Montmeló volverá a acoger un Gran Premio de Fórmula Uno. El trazado catalán se alternará con el belga de Spa-Francorchamps durante los próximos cursos, y estará en el calendario en los años 2028, 2030 y 2032.

"Creo que es mi 23ª vez aquí, la conexión con los aficionados siempre ha sido mágica", ha valorado Alonso, que ha ganado dos carreras de Fórmula Uno en Montmeló, todavía bajo la denominación de Gran Premio de España, en 2006 con Renault -que ha elegido como su mejor recuerdo en Barcelona- y en 2013 con Ferrari.

Preguntado por su futuro, el piloto español respondió que no tiene "nada en mente" y que "después del verano" tomará "la decisión de seguir o no" en la competición.

Sin embargo, los rumores sobre su futuro se ha convertido en la comidilla del Gran Circo en las últimas horas y la posibilidad de cambiar de equipo empieza a cobrar fuerza.

Los dos escenarios que baraja Alonso

Según adelanta Motorsport Italy, actualmente circulan dos escenarios sobre su futuro. El primero sigue relacionado con Aston Martin y, concretamente, con el coche que debutará en poco más de un mes en el Gran Premio de Bélgica. Se trata de una especie de AMR26 "B", en el que el equipo ha depositado sus últimas esperanzas para revertir la situación tras un inicio de temporada que no cumplió con las expectativas. Fernando incluido.

Pero otra posibilidad está cobrando fuerza en el paddock de Barcelona. Existe una posibilidad real de que Alonso pueda disfrutar de un último capítulo en el equipo con el que ganó sus dos títulos mundiales. Alpine está dirigido actualmente por Flavio Briatore, el mánager de Alonso, y aunque ha recalcado repetidamente que el crecimiento técnico del equipo es su prioridad, la idea de dar la bienvenida a Fernando para la que podría ser su última temporada en la Fórmula 1 no se considera en absoluto descabellada.

Él sería el "cuarto" de Alonso en la historia de Fernando en Enstone. El equipo lo acogió como piloto de Renault entre 2003 y 2006, el período más glorioso de su carrera, y nuevamente entre 2008 y 2009 tras la traumática ruptura con McLaren. Fue el mismo equipo, que para entonces se había convertido en Alpine, el que lo trajo de vuelta a la Fórmula 1 en 2021, uno de los regresos más sorprendentes en la historia de este deporte.

Una última etapa con el equipo que le brindó los momentos más importantes de su trayectoria tendría, sin duda, un gran valor simbólico. Pero no sería solo romántico. Aston Martin sigue teniendo un enorme potencial sobre el papel, pero no hay garantía de que la colaboración con Honda se traduzca en un éxito rotundo en 2027. Alpine, gracias a su alianza con Mercedes, se presenta ahora como una opción más segura para quienes aún sueñan con al menos un último podio.

Si Aston Martin sigue defraudando, Fernando tiene un as bajo la manga y no duraría en dar el salto.

© EFE

Tercera sesión de entrenamientos libres y clasificación para el Gran Premio de Fórmula 1 de Barcelona-Cataluña
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Fim da 6×1 teria impacto de bilhões, diz diretora da SRB

A proposta de fim da escala 6×1 segue em tramitação no Congresso Nacional com posições divergentes entre Câmara dos Deputados e Senado Federal. Enquanto a Câmara avança com a designação de um relator e a sinalização de pauta para breve, o Senado indica que deve conduzir o debate com mais cautela e sem pressa, com possibilidade de alterações no projeto original.

Patrícia Arantes, diretora-executiva da SRB (Sociedade Rural Brasileira), defendeu que a discussão sobre o tema seja feita de forma menos acelerada, levando em conta as especificidades do setor agropecuário.

“O setor agropecuário emprega praticamente 30 milhões de pessoas, então isso corresponde a um em cada quatro trabalhadores do Brasil”, afirmou. “Toda mudança que a gente tiver nesse setor realmente tem um impacto muito grande.”

Patrícia Arantes citou estudo apresentado pela Frente Parlamentar da Agropecuária na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados para ilustrar a dimensão financeira da proposta.

Segundo os dados, o setor de etanol sofreria um impacto de R$ 4 a R$ 5 bilhões, o de proteína suína e avícola de R$ 9 bilhões, e as cooperativas de R$ 2,5 bilhões. “Realmente esse impacto é muito grande”, destacou.

A representante da SRB também apontou que o prazo de transição previsto na proposta — de 60 dias para uma parte e 14 meses no total — seria inviável para o empresariado.

Segundo ela, essa condição poderia gerar ainda mais dificuldades de contratação. O cenário, na avaliação de Patrícia Arantes, seria agravado pelo veto integral do projeto de lei dos safristas pela Presidência da República, medida que, segundo ela, torna o quadro ainda mais preocupante para o setor.

Setor defende liberdade contratual e PEC alternativa

Questionada sobre uma PEC alternativa que propõe maior flexibilização das leis trabalhistas, Patrícia Arantes afirmou que a Sociedade Rural Brasileira apoia a iniciativa. Ela argumentou que a liberdade de contratar é fundamental, especialmente diante da competitividade internacional.

“Estados Unidos, Austrália e Argentina são três países que são concorrentes nossos e têm legislações trabalhistas com muito mais liberdade contratual”, disse, acrescentando que essa diferença impacta negativamente o custo do Brasil.

Patrícia Arantes também ressaltou que aplicar lógica urbana à realidade rural seria, nas palavras dela, “um erro muito grande“. A SRB afirma estar fornecendo dados técnicos ao Senado para que as especificidades do campo sejam contempladas nas propostas em discussão.

Entre os exemplos citados estão a pecuária leiteira, com suas duas ordenhas diárias, os frigoríficos com escala de 12 por 36, e os trabalhadores safristas, todos com dinâmicas de trabalho distintas das atividades urbanas.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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Антонелли получил полотенце с надписью для Кими после истории с Кардашьян

Итальянский гонщик «Мерседеса» Антонио Кими Антонелли получил полотенце с надписью, связанной с недавним эпизодом и его общением с Ким Кардашьян. Надпись гласит: «Для Кими, а не Ким» или, по другой версии, «Для Кими от Ким».

Во время одной из практик Формулы-1 в прямом эфире показали полотенце с этой фразой. Точная формулировка остаётся неизвестной, но она явно отсылает к случаю на Гран-при Монако, где Кардашьян впервые появилась в паддоке и забрала полотенце у Антонелли. Этот момент стал заметен широкой аудитории после публикации видео российской телеведущей и блогера Виктории Бони.

Переход на сайт «7 Новостей»Недавние события вокруг Ким Кардашьян и Антонио Кими Антонелли поднимают интересные вопросы о личной жизни знаменитостей. В этом контексте стоит обратить внимание на статью о сомнениях в искренности романа Ким Кардашьян и Льюиса Хэмилтона.

Сам Антонелли отнёсся к ситуации с юмором. Он позже снял видео со словами: «Эй, ты видел моё полотенце?», что вызвало дополнительный интерес в соцсетях.

Антонелли получил полотенце с надписью для Кими после истории с Кардашьян • Опубликовано на FiNE NEWS

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Governo aposta em urgência do PL da Câmara para pressionar Senado por 6×1

A decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de votar o projeto de lei do governo sobre o fim da 6×1 na próxima semana, resolve os problemas da Casa e tende a jogar uma pressão para o Senado. Aliados do governo apostam na aprovação para reforçar a cobrança do avanço da pauta na Casa Alta.

O texto que hoje está em regime de urgência está travando a pauta da Câmara e, se avançar, pode bloquear também as deliberações dos senadores no segundo semestre.

O texto proposto pelo governo em forma de projeto de lei também estabelece o fim da escala 6×1 e o limite de 40 horas semanais de jornada. O conteúdo do projeto é o mesmo da PEC aprovada na Câmara no final de maio. A diferença, no entanto, está justamente no regime de urgência. Como foi apresentado em 14 de abril, o texto deveria ser votado até o final de maio.

Como não foi votado, o plenário só pode deliberar PECs, PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) e requerimentos de urgência até que o texto do governo seja aprovado. Por isso, o presidente da Casa marcou para terça-feira (16) a votação do projeto, mirando conseguir destravar a pauta da Câmara.

Motta tentou convencer o governo a retirar a urgência, mas o Planalto não mudou de ideia para pressionar pela votação da PEC que está parada no Senado. Isso porque, caso avance na Câmara, o PL também carregaria consigo a urgência para a Casa Alta. Logo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria 45 dias para pautar o texto antes de travar também os trabalhos do plenário assim que o projeto seja despachado pelos deputados.

A pressão sobre Alcolumbre se dá justamente porque o presidente do Senado travou a PEC do fim da 6×1 e não sinalizou celeridade para a aprovação neste semestre. O senador pediu “tempo” para a análise e reforçou que o Senado não seria uma Casa “carimbadora” dos projetos que vieram da Câmara.

Como a ideia de Motta é usar no projeto do governo o mesmo texto da PEC da 6×1, o regime de urgência joga pressão para Alcolumbre acelerar a votação da PEC ou lidar com a urgência do texto.

Mesmo que o segundo semestre seja pautado pelas eleições, o Senado ainda tem projetos a serem votados nos últimos seis meses do ano. Com a pauta travada, o Senado fica impossibilitado de votar os textos remanescentes.

Na Câmara, Hugo Motta definiu o deputado Leo Prates (Republicanos-BA) como relator do texto do governo. Prates foi o responsável pela PEC do fim da 6×1 na comissão especial e costurou o texto que foi aprovado no plenário. A proposta determina a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e ao menos 2 dias de descanso por semana sem redução dos salários.

Por ser idêntico à PEC e precisar de menos votos para avançar no plenário, o projeto enviado pelo governo não deve enfrentar resistência durante a semana.

Com a liberação da pauta da Câmara, Motta conseguiria focar em três textos que estão no plenário: o texto que regulamenta a Inteligência Artificial no Brasil, a proposta para um reajuste no teto de faturamento para os MEIs (Microempreendedores Individuais) e o projeto que trata do refinanciamento das dívidas rurais.

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Oposição avalia “plano B” à PEC alternativa sobre fim da 6×1 no Senado

Em meio à indefinição do avanço sobre o fim da escala de trabalho 6×1 no Senado, parlamentares da oposição avaliam estratégias para negociar ajustes no texto. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) aprovada pela Câmara dos Deputados ainda não recebeu um encaminhamento do presidente da Casa Alta, senador Davi Alcolumbre (União-AP).

O grupo ainda não definiu uma estratégia clara e espera a sinalização do presidente do Senado para escolher o caminho para travar ou negociar mudanças no texto.

A primeira aposta feita pela oposição foi a chamada PEC alternativa. O texto cria um regime alternativo com remuneração por hora trabalhada e foi apresentado pela direita para contrapor a redução na jornada de trabalho.

O objetivo era juntar a proposta alternativa à PEC do fim da 6×1. Para os governistas essa manobra “mataria” o texto original. O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), senador Otto Alencar (PSD-BA), já sinalizou que a PEC alternativa não deve ter prioridade.

Neste contexto, a oposição cogita possíveis estratégias como “plano B”. A principal delas é a apresentação de emendas ao texto que já foi aprovado na Câmara sobre o fim da escala 6×1.

O grupo mira pressionar por uma “indenização” para as empresas. Representantes de setores econômicos pedem uma compensação financeira para amortecer os possíveis impactos de uma redução na jornada. Esse tema já havia sido levantado nos debates na Câmara e deve ser retomado agora pelos senadores.

Outra possibilidade ventilada é usar o lobby de empresários no Senado para reforçar a tese de que é necessário alargar o período de transição o máximo possível para diluir os impactos para os setores produtivos.

O texto aprovado na Câmara propõe uma transição de 14 meses para a redução da jornada atual de 44 horas para 40 horas semanais em duas etapas com diminuição de duas horas cada, sem redução de salários. A primeira será feita 60 dias depois da promulgação do texto. A segunda será feita 12 meses depois.

O prazo foi considerado “muito curto” pelos empresários que foram ao Senado articular contra a PEC. Nesta semana, representantes de confederações tiveram um encontro com Alcolumbre para tentar convencer o congressista a atrasar a votação da PEC.

A CNN apurou que um outro caminho avaliado pela oposição é a defesa de uma emenda para acabar com a regra de transição da redução da jornada. A ideia seria “constranger” o governo a ter que defender a transição acordada na Câmara.

Em outra frente, o senador Carlos Viana (PSD-MG), também adiantou que deve sugerir uma emenda para criar uma escala 4×3 – quatro dias de trabalho e três de descanso – para servidores das áreas da segurança e saúde.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), tentou usar manobra semelhante durante a votação da PEC no plenário e jogar a responsabilidade para o governo. “Nós não somos hipócritas e oportunistas como este governo. Nós queremos agora 4 por 3”, afirmou no plenário durante a votação da matéria na Casa.

A ideia do deputado foi propor o modelo 4×3 para todos os trabalhadores no país. Essa estratégia, no entanto, foi avaliada por senadores da própria oposição como uma “bola fora” e um “tiro no pé”. No Senado, os congressistas miram atrasar a votação e investir em cavar margem maior de negociação em prol de setores econômicos.

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Orari F1 Gp Barcellona: Antonelli contro tutti, la Ferrari in attesa | Dove vedere qualifiche e gara in tv e streaming

A Barcellona si arriva con un solo uomo nel mirino di tutti: Andrea Kimi Antonelli. Il 19enne bolognese della Mercedes ha appena conquistato a Monaco la quinta vittoria consecutiva e si presenta in Catalogna da leader sempre più solitario del Mondiale, dopo aver dominato anche su una pista che, almeno sulla carta, non avrebbe dovuto esaltare le caratteristiche della sua monoposto. Il Montmeló, tradizionalmente considerato il banco di prova più attendibile della stagione, dirà se il dominio della Mercedes è destinato a proseguire oppure se gli avversari potranno finalmente ridurre il divario.

Tra i temi più caldi del weekend c’è anche il caso Aduo, il sistema introdotto dalla FIA per concedere finestre di sviluppo supplementari ai costruttori di power unit meno competitivi. A sorpresa, la prima valutazione federale avrebbe indicato la Red Bull-Ford come motore di riferimento del campionato, davanti a una Mercedes che ha vinto tutte le gare disputate finora. Un risultato che ha spinto il team di Milton Keynes a chiedere ulteriori verifiche e che potrebbe avere conseguenze importanti sugli sviluppi tecnici della seconda parte di stagione.

Grande attesa anche in casa Ferrari, chiamata a reagire dopo il deludente fine settimana di Monaco. Charles Leclerc arriva in Spagna con il desiderio di lasciarsi alle spalle il ritiro nel GP di casa e con una novità tecnica sotto osservazione: il possibile cambio nell’impianto frenante, seguendo la strada già intrapresa da Lewis Hamilton. Proprio il sette volte campione del mondo, ora secondo nella classifica Piloti, invita però alla prudenza: gli aggiornamenti attesi a Barcellona potrebbero rappresentare un primo passo, ma il vero avversario della Rossa al momento può essere più la McLaren, anche guardando ai tempi delle libere del venerdì. La Mercedes continua a sembrare irraggiungibile.

F1 GP Barcellona 2026: dove vederlo in tv e streaming

Il Gran Premio MSC Cruises de Barcelona-Catalunya 2026, in programma sul circuito di Montmelò da venerdì 12 a domenica 14 giugno, viene trasmesso in diretta su Sky (il canale di riferimento è Sky Sport F1canale 207) ed è disponibile anche in mobilità tramite Sky Go e in streaming per gli abbonati alla piattaforma Now. Il weekend è visibile anche su TV8, che propone in chiaro e in differita le qualifiche del sabato e la gara della domenica.

F1 GP Barcellona 2026: gli orari e la diretta tv

Di seguito tutti gli orari televisivi del Gran Premio di Barcellona.

Sabato 13 giugno 2026
12:30-13:30 – F1 Prove Libere 3 – Sky, Sky Go e Now – Diretta
16:00-17:00 – F1 Qualifiche – Sky, Sky Go e Now – Diretta

Domenica 14 giugno 2026
15:00 – F1 Gara –Sky, Sky Go e Now – Diretta

F1 GP Barcellona 2026: gli orari delle repliche in chiaro

Di seguito tutti gli orari per vedere le qualifiche e il Gran Premio di Barcellona in replica gratis in chiaro su TV8, dove vengono trasmessi in differita.

Sabato 13 giugno 2026
18:30 – F1 Qualifiche – TV8 (in chiaro) – Differita

Domenica 14 giugno 2026
18:00 – F1 Gara (66 giri) – TV8 (in chiaro) – Differita

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Especialista: Capacidade produtiva reduzida deve ser notada com fim da 6×1

A possível aprovação do fim da escala 6×1 no Brasil traz consigo impactos econômicos relevantes que vão além do debate sobre qualidade de vida dos trabalhadores. Em entrevista ao CNN Prime Time, Gustavo Madi, da consultoria LCA, avaliou que, embora a medida atenda a um anseio da sociedade por maior equilíbrio entre trabalho e lazer, ela carrega custos significativos para o setor produtivo.

Para Madi, a sociedade precisa estar ciente de que a redução da jornada de trabalho encarece os processos produtivos.

“Essa medida atende a um pedido da sociedade de reequilibrar o tempo de vida entre as horas de trabalho e o lazer ou as demais atividades não remuneradas, mas ela tem um custo”, afirmou.

Produtividade por hora versus produção total

Madi explicou a diferença entre produtividade por hora e capacidade produtiva total.

Segundo ele, o trabalhador mais descansado tende a render mais, cometer menos erros e apresentar menor rotatividade, o que eleva a produtividade por hora trabalhada.

No entanto, esse ganho não é suficiente para compensar a redução no total de horas trabalhadas ao longo de um mês.

“Esse aumento da produtividade por hora não é suficiente para compensar a produção total no intervalo maior de tempo. Ao longo de um mês, por exemplo, o total trabalhado por esse funcionário vai se reduzir, isso significa um menor nível de produção”, disse Madi.

Para ele, a medida tem, portanto, “um custo em termos de redução da capacidade produtiva da população como um todo”.

Possível aumento de trabalhadores autônomos e novas contratações CLT

Questionado sobre a possibilidade de crescimento no número de profissionais autônomos após a mudança na escala, Madi reconheceu que isso pode ocorrer para parte dos trabalhadores, que podem optar por continuar trabalhando o mesmo número de horas para obter maior renda.

Contudo, ele avaliou que o efeito predominante deve ser outro.

“O efeito predominante vai ser você ter uma certa compensação com o aumento de empregos CLT para compensar a redução de horas trabalhadas por cada funcionário”, explicou.

Ao ser indagado sobre quem arcará com os custos da medida, Madi afirmou que a resposta depende das dinâmicas de cada setor.

Segundo ele, a conta deve ser dividida entre uma redução da lucratividade das empresas e um aumento de preços ao consumidor.

“Ao longo do tempo, esse aumento de preços significa a inflação. A inflação corrói o poder de compra dos trabalhadores”, alertou.

Madi ponderou que, num primeiro momento, a expectativa de reduzir a jornada sem diminuir salários ou rentabilidade pode se concretizar, mas que esse benefício tende a ser reduzido pelo efeito inflacionário ao longo do tempo.

Além disso, ele destacou impactos sobre as finanças públicas: empresas menos lucrativas recolhem menos imposto de renda, mas o aumento de contratações pode elevar a arrecadação sobre a folha salarial, criando um efeito parcialmente compensatório.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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F1: Norris supera concorrência no TL2 do GP de Barcelona

Lando Norris, campeão mundial em título, terminou hoje o TL2 do GP de Barcelona da Fórmula 1 com o crono mais rápido da primeira jornada deste fim de semana.

No encerramento do segundo treino livre (TL2) desta sexta-feira (12), em Barcelona, o piloto da McLaren averbou o tempo de 1:15,426s alcançando assim o topo da tabela classificativa.

Com uma marca apenas 0,009s mais lenta que o seu adversário, também britânico, George Russell ficou na segunda posição. Oscar Paistri, Charles Leclerc e Kimi Antonelli completaram as cinco primeiras posições do treino sem grandes problemas.

O piloto da Audi, Gabriel Bortoleto completou o dia em Espanha com a oitava posição da tabela – uma melhoria significativa em relação ao anterior treino livre.

Quase metade do TL2 já tinha sido cumprido e o único piloto que ainda não tinha deixado as boxes era Valtteri Bottas, que tinha problemas no seu Cadillac. Aliás, nesse momento, a maior parte do pelotão estava nas boxes.

A ordem na pista estava com Oscar Piastri, seguido por George Russell e Max Verstappen, perseguidos por Norris, Leclerc, Hadjar, Hülkenberg, Antonelli, Lawson e Sainz. O treino começava a ficar com aspecto semelhante à Classificação.

Os tempos começavam a cair em Barcelona. Com a maior parte do pelotão com pneu macio, Lando Norris estava em primeiro, perseguido por Russell.
Antonelli, líder do campeonato, era o quinto, com Bortoleto em oitavo lugar.

Perto do final, Isack Hadjar e Sergio Pérez protagonizaram um breve momento na pista. O francês da Red Bull, nervoso, no rádio, dizia não entender o que o mexicano tinha feito no meio do traçado, onde os dois quase colidiram.

Treino encerrado e Lando Norris completava a sessão com o crono mais rápido do dia no GP de Barcelona da F1. George Russell e Oscar Piastri seguiram-no na tabela, com o líder do campeonato, Kimi Antonelli, a ficar apenas em quinto.

Tabela de tempos no TL2 do GP de Barcelona:

1) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.426
2) George Russell (Mercedes) 1’15.435
3) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.483
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.799
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.015
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.321
7) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.411
8) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’16.611
9) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.631
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.674
11) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.934
12) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’16.945
13) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.967
14) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.020
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.051
16) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.260
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’17.538
18) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’18.225
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.790
20) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’19.261
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.286
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’19.459

(Colaboração F1Mania)

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Aprovação da PEC da 6×1 na Câmara foi irresponsabilidade, diz Abrasel

Ao Hora H, Paulo Solmucci, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), classificou como “irresponsabilidade” a velocidade com que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados.

Solmucci afirmou que o tema deveria ser debatido com muito mais tempo e cautela, dado o impacto que a medida teria sobre a vida de todos os brasileiros.

Críticas à celeridade da votação

Solmucci foi enfático ao avaliar o processo legislativo na Câmara.

“Eu nunca vi tanta irresponsabilidade na minha vida na política brasileira, como aconteceu na Câmara“, declarou.

Segundo ele, houve uma pressão para que um assunto de tamanha relevância fosse votado em apenas 45 dias, sem o devido debate com a sociedade.

Em contrapartida, Solmucci demonstrou satisfação com a postura adotada pelo senador Davi Alcolumbre no âmbito do Senado Federal.

“Estamos muito animados com a postura do senador Davi Alcolumbre, que tem mostrado uma responsabilidade democrática muito grande”, disse.

De acordo com Solmucci, Alcolumbre tem defendido abertamente que o tema seja discutido com calma e que toda a sociedade conheça os custos envolvidos.

Impacto econômico para o setor

O representante da Abrasel detalhou os efeitos práticos que a aprovação da PEC traria para bares e restaurantes.

Segundo ele, o setor enfrentaria um aumento de custo de 20%, além de uma dificuldade estrutural relacionada à substituição de funções especializadas.

“É impossível pegar um garçom e ele virar cozinheiro”, exemplificou, ao explicar que, para manter a oferta de serviços, as empresas precisariam contratar um trabalhador adicional para cobrir o dia a menos trabalhado, elevando proporcionalmente os custos.

Solmucci alertou ainda que os impactos não se restringiriam ao setor de alimentação.

Segundo ele, condomínios residenciais e clínicas médicas também registrariam aumentos de cerca de 20% em seus custos.

O representante da Abrasel criticou a narrativa de que seria possível “trabalhar menos, ganhar igual e ficar mais tempo com a família” sem consequências econômicas, chamando-a de “falácia”.

Como alternativa, ele citou a proposta do senador Rogerio Marinho (PL), que prevê o trabalho por hora, permitindo que cada trabalhador ajuste sua jornada conforme suas necessidades e seu desejo de geração de renda.

Risco para trabalhadores de periferias

Solmucci também destacou um efeito colateral que considera grave: a possibilidade de empresas maiores e mais ricas disputarem mão de obra especializada com pequenos estabelecimentos de bairros periféricos.

Na prática, segundo ele, restaurantes de regiões mais abastadas de São Paulo poderiam atrair cozinheiras de bairros como Campo Limpo, levando ao fechamento de pequenos negócios locais e ao desemprego de outros trabalhadores.

“Vai todo mundo trabalhar longe de casa. Duas horas de ônibus para ir e duas horas de ônibus para voltar”, afirmou, concluindo que a medida, na forma como foi aprovada na Câmara, pioraria a qualidade de vida dos trabalhadores em vez de melhorá-la.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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Fim da 6×1 merece discussão centrada, diz presidente da Fiepa

Em entrevista exclusiva à CNN Money, Alex Carvalho, da Fiepa (Federação das Indústrias do Estado do Pará), criticou a forma como vem sendo conduzido o debate sobre o fim da escala 6×1. Segundo ele, a discussão tem sido marcada por superficialidade e apelo eleitoral, em detrimento de uma análise técnica mais aprofundada.

Para Carvalho, a tramitação da proposta na Câmara dos Deputados ocorreu sem o devido embasamento. “Existe um nós contra eles de forma desnecessária”, afirmou.

Na avaliação dele, defender mais cautela e aprofundamento no debate não significa ser contrário aos trabalhadores, mas agir com responsabilidade diante dos possíveis efeitos de uma mudança aprovada de forma precipitada.

O principal ponto de preocupação do setor industrial são os impactos econômicos da medida. Com base em estudos do Observatório da Indústria do Estado do Pará, Carvalho afirmou que a proposta, nos moldes aprovados pela Câmara, elevaria os custos em 13% na construção civil e em 11% na indústria de transformação.

Segundo ele, esse aumento acabaria sendo repassado aos consumidores, afetando toda a sociedade.

Diante desse cenário, Carvalho demonstra expectativa de que o Senado conduza uma discussão mais madura. Ele destacou a proposta do senador Rogério Marinho como uma alternativa que amplia a flexibilidade nas relações de trabalho ao reforçar o princípio de que o negociado deve prevalecer sobre o legislado.

De acordo com ele, a iniciativa conta com o apoio de mais de 40 senadores.

Questionado sobre a possibilidade de incluir mudanças na jornada de trabalho na Constituição, Carvalho avaliou que esse não seria o instrumento mais adequado. Para ele, constitucionalizar o tema pode gerar rigidez excessiva e efeitos negativos de difícil reversão, especialmente em um contexto de crescente competição global.

O representante da Fiepa também apontou uma contradição entre o discurso de reindustrialização do país e medidas que, em sua visão, reduzem a competitividade do setor produtivo. Ele citou fatores como a instabilidade geopolítica, os juros elevados e os desafios da economia global para defender um debate mais técnico e equilibrado.

O pleito da entidade, apoiado por mais de 3 mil organizações, é que o tema seja discutido com mais calma, parcimônia e base em dados concretos, longe das pressões do calendário eleitoral.

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Australia can switch from fossil fuel exports to renewables, says next Cop president

Climate minister Chris Bowen says country must prepare for changing world and can play bigger role in reducing emissions

Australia will find exporting fossil fuels increasingly difficult but can switch to exporting clean energy products, the president of the next UN climate negotiations has declared.

Speaking at a climate conference in Bonn, Germany, Chris Bowen, Australia’s minister for climate change and energy, argued his country had led the global push to “transition away from fossil fuels” – based on the rapid growth of renewable energy and batteries in its domestic power grids – and that its economy could manage the switch.

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© Photograph: Bec Lorrimer/The Guardian

© Photograph: Bec Lorrimer/The Guardian

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Берни Экклстоун, ФИА и Формула-1 могут обжаловать разрешение на слушание дела Массы

Бывший руководитель Формулы-1 Берни Экклстоун, Международная автомобильная федерация (ФИА) и руководство Формулы-1 получили разрешение подать апелляцию на решение суда, которое позволило бывшему гонщику Фелипе Массе провести полноценное слушание по делу «крашгейта» 2008 года. Об этом пишет RacingNews365.

Во время слушаний Масса требовал компенсацию в размере 64 млн фунтов стерлингов (около 6 млрд рублей). Он утверждал, что Экклстоун и тогдашний президент ФИА Макс Мосли знали в уикенд Гран-при Бразилии 2008 года о том, что Нельсон Пике-младший намеренно устроил аварию на Гран-при Сингапура. Экклстоун и Мосли настаивали, что узнали о признаниях Пике только в 2009 году после его публичных заявлений.

Судья разрешил провести полное судебное разбирательство по одному из первоначальных исков — по обвинению в сговоре с применением незаконных методов. Апелляция была удовлетворена тремя лордами-судьями: Ридом, Хамбленом и Ричардсом 4 июня.

Представители Формулы-1 и ФИА отказались от комментариев по поводу возможности подачи апелляции.

Переход на сайт «Нева Инфо»Старейший петербургский завод масел и смазок обязан доплатить налог на сумму в 400 млн рублей после решения суда. Подробности можно узнать в статье Налоговая требует с петербургского завода 400 млн рублей НДС.

Берни Экклстоун, ФИА и Формула-1 могут обжаловать разрешение на слушание дела Массы • Опубликовано на FiNE NEWS

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Fim da 6×1: Estamos preocupados com risco econômico, diz Alfredo Cotait

A discussão sobre o fim da escala 6×1 voltou ao centro do debate econômico e trabalhista no Brasil. Em entrevista ao CNN 360º, Alfredo Cotait, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), defendeu uma abordagem mais flexível para a reforma da jornada de trabalho e alertou para os riscos econômicos da proposta aprovada na Câmara dos Deputados.

Segundo Cotait, a entidade não é contrária à discussão sobre mudanças na jornada de trabalho, mas considera que o texto aprovado pelos deputados impõe restrições excessivas. “A proposta que foi aprovada na Câmara engessa de tal forma que vai prejudicar uma série de setores que precisariam ser examinados com um pouco mais de cuidado”, afirmou.

PEC alternativa como saída

Cotait destacou como alternativa a PEC apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL), que, segundo ele, flexibiliza a jornada de trabalho sem retirar os direitos garantidos pela CLT. “Essa PEC vem a calhar porque ele flexibiliza o horário de trabalho, a jornada de trabalho, sem que o trabalhador perca os seus direitos na CLT”, explicou. Na visão da entidade, o modelo ideal seria aquele em que o trabalhador pudesse definir quantas horas deseja trabalhar, recebendo por hora trabalhada, de acordo com suas necessidades.

O representante do setor empresarial ressaltou ainda que a proposta de jornada flexível seria de aplicação imediata, uma vez que a legislação trabalhista vigente já permite a negociação entre empregadores e empregados. “O negociado prevalece sobre o legislado”, reiterou Cotait, referindo-se à reforma trabalhista aprovada anteriormente.

Risco econômico e impacto nos preços

Um dos pontos centrais da fala de Cotait foi a preocupação com os efeitos econômicos da extinção da escala 6×1 nos moldes propostos pela Câmara. Ele alertou que o aumento dos custos trabalhistas seria repassado aos preços ao consumidor, gerando pressão inflacionária. “A gente está muito preocupado com o risco econômico, porque quem vai pagar a conta são os próprios trabalhadores e a sociedade civil em geral, porque vai haver um aumento de custos”, disse.

O presidente da CACB completou que: “Todo aumento de custos de mão de obra é repassado para preço. Provavelmente vai ter uma inflação, e isso vai ser pago pela sociedade”.

Cotait apontou os setores de comércio e serviços como os mais vulneráveis às mudanças, por dependerem de escalas variadas que não se encaixam no modelo 5×2. Ele citou exemplos concretos, como restaurantes que precisariam contratar mais funcionários sem encontrar mão de obra disponível no mercado, e condomínios que teriam de reorganizar toda a sua equipe de trabalho.

Período de transição insuficiente

Outro ponto de crítica levantado por Cotait foi o prazo de transição previsto na proposta da Câmara. Para ele, os dois meses estipulados são insuficientes para que as empresas se adaptem às novas regras. “Os dois meses que eles estão colocando é muito pouco”, afirmou. “Eu acho que teria que ter uma certa transição paulatina um pouco mais longa para que as empresas pudessem se adaptar.”

Cotait também ponderou que o momento atual não seria o mais adequado para avançar com a discussão, em razão da proximidade das eleições. No entanto, reiterou o apoio da entidade a um debate mais amplo e cuidadoso sobre o tema. “Somos a favor da discussão, quem sabe num outro momento”, concluiu.

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Японский компактный ПК AironiA AIR-AD-AI-001 с мощным ИИ-ускорителем

Компания Analog Tech представила компактный персональный компьютер AironiA AIR-AD-AI-001, предназначенный для задач искусственного интеллекта.

Фото Analog Tech/ithome

Устройство выполнено в корпусе объемом около 5 литров (размеры 200 х 250 х 95 мм). По данным ixbt.com, AironiA позиционируется как решение для локальной обработки данных с минимальной задержкой, без необходимости обращаться к облачным сервисам.

В основе компьютера лежит процессор Intel Core Ultra 5 225. Для ускорения ИИ-задач модель оснащена dNPU INT8 с вычислительной мощностью до 214 TOPS, подключаемым через слот PCIe. Этот ИИ-чип основан на Metis AIPU от AxeleraAI, изготовлен по 5-нанометровой технологии Samsung и использует цифровую память D-IMC. Энергопотребление чипа составляет от 8 до 15 ватт. Разработчик отмечает, что система способна одновременно обрабатывать до 24 видеопотоков.

Переход на сайт «Нева Инфо»Евгений Машаров из Общественной палаты рассказал о новых схемах мошенников, которые выманивают у россиян коды из смс для взлома аккаунтов «Госуслуг». Подробнее об этом можно узнать в статье В Общественной палате предупредили о новых схемаx мошенников от имени «Госуслуг».

Фото Analog Tech/ithome

AIR-AD-AI-001 оборудован 32 ГБ оперативной памяти DDR5 со скоростью 5600 МТ/с, установленной в двух слотах SO-DIMM. Объем предустановленного SSD формата M.2 2280 PCIe NVMe составляет 512 ГБ. В наборе сетевых интерфейсов есть две карты — на 2,5 Гбит/с и 1 Гбит/с. Для подключения внешних устройств доступны порты HDMI 2.1, HDMI 2.0, DisplayPort 1.4a и четыре USB 3.X.

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Pejotização pode crescer com o fim da jornada 6×1, diz especialista

A possível aprovação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê o fim da escala 6×1 pode gerar um aumento significativo nos custos das empresas e impulsionar a pejotização no Brasil. A avaliação é de Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador da FGV Ibre, em entrevista ao CNN Novo Dia.

Segundo Barbosa Filho, a redução da jornada de trabalho prevista no texto aprovado na Câmara dos Deputados — de 44 para 40 horas semanais — representa uma queda de 9% no tempo disponível do trabalhador. “A produtividade total desse trabalhador por mês vai cair”, afirmou. “Isso significa que somente a redução do trabalho daria um aumento de 10% no custo do trabalho.”

O pesquisador explicou que, ao se considerar também os dois dias de descanso remunerado por semana previstos na proposta, o impacto total sobre os custos das empresas pode chegar a 20%.

“Obviamente, a empresa vai buscar a alternativa. A alternativa pode ser a informalidade, pode ser a quebra do vínculo de trabalho”, disse Barbosa Filho. Ele acrescentou que todas as empresas que puderem repassar esse aumento de custo aos preços o farão, atingindo o consumidor de forma geral e pressionando a inflação.

Barbosa Filho destacou ainda o risco de aumento da rotatividade no mercado de trabalho. De acordo com ele, é comum que, diante de reduções de jornada com manutenção de salário, as empresas substituam trabalhadores que ganham acima do piso da categoria por outros com remuneração menor.

“O risco que a gente tem hoje em dia da PEC é que uma parte desse aumento de custo vire rotatividade, uma parte vire o trabalhador migrar para a informalidade”, alertou.

Pejotização como saída para as empresas

Questionado sobre o risco de pejotização, o pesquisador foi direto: “Quando isso é possível, o trabalhador acaba virando uma PJ, ele cria um CNPJ e acaba prestando um serviço para a empresa.”

Para Barbosa Filho, sempre que o custo relativo do trabalho aumenta, tanto empresas quanto trabalhadores reagem, e a pejotização é uma das possibilidades que estarão “em cima da mesa”.

O pesquisador também comentou sobre alternativas que circulam no Congresso para mitigar os impactos econômicos da proposta, como a ampliação do limite do MEI. No entanto, ele ponderou que essa medida traz riscos próprios.

“Você abrir mais espaço para o MEI, que tem um grande subsídio na Previdência, vai contra o equilíbrio fiscal do governo e ao mesmo tempo você acaba fortalecendo um tipo de vínculo que não é aquele vínculo formal com carteira”, concluiu.

Barbosa Filho ressaltou que empresas de pequeno porte, com margens menores, serão as mais afetadas caso a PEC seja aprovada nos moldes atuais.

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ANR: PEC sobre 6×1 não pode trazer limitações para as relações de trabalho

Em entrevista à CNN, o presidente da ANR (Associação Nacional de Restaurantes), Erik Momo, avaliou que a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 tem viés eleitoral e não leva em conta as particularidades do setor de restaurantes. Para ele, a ausência de um período de transição adequado representa um dos principais complicadores para os empresários do segmento.

Momo destacou que os restaurantes são empregadores de grande número de pessoas e que a mão de obra precisa estar disponível exatamente no momento em que o consumidor busca atendimento. “A gente não tem muita flexibilidade de alocar essas pessoas para os horários em que seria interessante para o estabelecimento”, afirmou.

Impacto nos custos e nos preços

Segundo Momo, a implementação acelerada da mudança forçaria os estabelecimentos a realizarem um número maior de contratações para cobrir os horários em que a mão de obra não estaria disponível.

“Vai ter com certeza que fazer maior número de contratações para cobrir essa necessidade nos horários em que a gente não tem a mão de obra disponível”, disse. Como consequência direta, ele alertou que os custos adicionais seriam inevitavelmente repassados ao preço final cobrado do consumidor.

Momo também ressaltou que a proposta não contempla o tempo necessário para que os empresários realizem estudos de impacto e reorganizem suas escalas de trabalho. “Para ter um tempo de a gente conseguir fazer esse impacto, esse estudo, precisaria ter uma transição mais lenta, que se fosse por etapas”, declarou.

Ele sugeriu que uma alternativa seria já inserir os novos contratados no regime diferente, evitando o impacto imediato de uma equiparação salarial generalizada.

Diversidade do setor exige regras flexíveis

O representante da ANR chamou atenção para a grande diversidade de modelos de negócio dentro do setor de alimentação fora do lar. Enquanto um restaurante que funciona apenas no horário de almoço, de segunda a sexta, em uma zona comercial, já opera naturalmente em escala 5×2, estabelecimentos em cidades litorâneas dependem de uma mão de obra intensa em períodos específicos de temporada.

“A gente não tem uma regra que a gente consegue implantar para todo mundo e que seja igual para todos”, afirmou Momo.

Ele também questionou a lógica de proibir determinadas jornadas sem considerar a vontade do próprio trabalhador. “Se eu tenho um garçom que trabalha para mim hoje seis dias na semana e está ganhando bem, eu vou chegar para ele e falar: infelizmente, você está sendo proibido de trabalhar um sexto dia”, exemplificou.

Para Momo, a PEC, ao focar no objetivo de “acabar com a escala 6×1”, adota uma visão que não considera as consequências práticas da medida. “Quando a gente coloca acabar com a 6×1, a gente acaba trazendo uma visão mais obtusa de terminar com um tipo de jornada”, disse.

Necessidade de regra geral sem limitações operacionais

Momo defendeu que, por se tratar de uma PEC que altera a Constituição, a norma precisa ser uma regra geral que funcione para todos os setores, “sem limitações que tragam complexidades para a operação”.

Ele citou como exemplo setores que já possuem regulamentações específicas, como trabalhadores de plataformas petrolíferas e profissionais de saúde em hospitais, que operam em regimes diferenciados por necessidade. “Por que não olhar para as necessidades individuais?”, questionou.

Para o representante da ANR, a medida, da forma como está sendo conduzida, impõe uma solução sem efetividade real. “A gente está enfiando goela abaixo do empreendedor e da população uma solução que não vai ter uma efetividade a não ser um repasse para preço, para proteger a margem e proteger o próprio emprego”, afirmou.

Momo concluiu que, se o empreendedor for obrigado a fechar o negócio por falta de resultado, toda a equipe contratada acabará perdendo — algo que, segundo ele, não é do interesse nem dos trabalhadores nem dos empresários.

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Economista defende que transição para fim da 6×1 seja “mais longa possível”

O sucesso da PEC do fim da escala 6×1 dependerá diretamente do ritmo de implementação das mudanças. Essa é a avaliação do professor de economia do Insper Sergio Firpo, em entrevista ao Live CNN desta sexta-feira (12). Ele alertou que uma redução implementada de forma precipitada pode não gerar os efeitos desejados.

“Não adianta a gente, na canetada, querer reduzir jornada, querer reduzir número de dias trabalhados, sem ter muito bem pensado como isso vai se refletir em ganhos de produtividade por hora trabalhada”, disse o professor.

Ele ressaltou que a redução simples da jornada de trabalho não aumentará a produtividade de forma imediata e poderá elevar custos. “Isso pode gerar informalidade em setores específicos da economia. Informalidade é aquele emprego sem carteira, que é a forma que empresas pequenas, com margens muito pequenas, têm para poder sobreviver”, explicou Firpo.

Para o especialista, a saída está em tratar cada setor e cada empresa de forma diferente, levando em conta tamanho e região. Ele defendeu que a transição seja “a mais longa possível”, para que as empresas tenham tempo de reorganizar o trabalho, promover treinamentos e, em alguns casos, adotar novas tecnologias.

“O sucesso dessa mudança depende de como a gente vai lidar com essa transição”, afirmou Firpo, reforçando que uma implementação acelerada e desordenada pode comprometer os resultados esperados.

Discussão sobre detalhes da proposta

Segundo Firpo, o debate sobre o mérito da proposta já está superado. “O mérito está estabelecido, os deputados e senadores estão convencidos de que essa proposta deve ir à frente”, afirmou. A discussão agora, de acordo com ele, concentra-se nos detalhes de como a redução da jornada será colocada em prática.

O especialista explicou que a solução encontrada pelo Congresso, para evitar que a pauta trave os trabalhos da Câmara, foi fazer com que o Projeto de Lei enviado pelo Executivo contenha apenas o essencial. As mudanças mais relevantes relacionadas à implementação da redução da jornada deverão vir por meio de lei complementar futura.

“A gente tem que acompanhar o encaminhamento desse Projeto de Lei complementar, porque isso vai ser decisivo para o sucesso da redução da jornada”, destacou Firpo.

Ao ser questionado sobre como construir uma convergência entre as demandas dos trabalhadores e as preocupações do setor produtivo, Firpo foi categórico ao rejeitar a desoneração da folha de pagamentos como solução intermediária.

“Acho que pode ser muito ruim do ponto de vista fiscal”, afirmou, acrescentando que “pioras fiscais têm impactos importantes sobre a qualidade de vida da população como um todo”, pressionando juros e inflação.

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