PIP claimants may be due back payments of around £5,600 after DWP rule change



Mestrados em Finanças. Portugal tem em 2026 pela primeira vez seis Mestrados em Finanças no leque dos 70 melhores do mundo entre centenas de programas nos cinco continentes. No geral, os mestrados portugueses, melhoram a performance com destaque para a entrada no ranking do programa de Finanças do Iscte e a manutenção da Nova SBE no top 10.
De cinco mestrados nem 2025, Portugal passa a seis em 2026. O facto confirma a qualidade, a competitividade e a projeção internacional do nosso ensino superior na área das Finanças, ao lado de países como o Reino Unido, a França, os Estados Unidos, Suíça e Singapura e afirma o país como hub europeu de excelência académica, capaz de atrair talento, empresas e reconhecimento internacional.
O Ranking Global do Financial Times 2026 compreende os 70 melhores do mundo. Eis os destaques dos programas lecionados em Portugal:
Nova School of Business and Economics: mantém-se no top 10 mundial, passando da 6.ª para a 8.ª posição, e consolida o seu estatuto de escola portuguesa mais bem classificada neste ranking.
Católica Lisbon School of Business and Economics: sobe da 23.ª para a 19.ª posição, registando uma progressão significativa e reforçando a sua presença no top 20 global.
ISEG – Lisbon School of Economics and Management: passa da 27.ª para a 33.ª posição, mantendo-se entre as escolas de referência no panorama global.
University of Porto – FEP | PBS: mantém uma trajetória de crescimento sustentado nos últimos anos, depois de ter subido de 55.º lugar em 2024 para 41.º em 2025, fixa-se agora na 43.ª posição global.
Iscte Business School entra diretamente no top 50, ocupando a 47.ª posição global.
Católica Porto Business School: regista uma das progressões mais expressivas entre as escolas portuguesas, subindo nove posições, do 63.º, para onde entrou diretamente em 2025, para o 54.º lugar.
O ranking Financial Times Masters in Finance é uma das mais prestigiadas avaliações internacionais de programas de Finanças, analisando dimensões como progressão salarial dos alumni, empregabilidade, apoio à carreira, internacionalização, diversidade, sustentabilidade e experiência académica.
NOVA SBE

O Mestrado Internacional em Finanças da Nova SBE consolida a presença no top 10, destacando-se por uma avaliação consistente na maioria dos critérios avaliados. Em particular, no indicador International Work Mobility (carreira internacional dos graduados), com o 3.º lugar mundial. Este indicador avalia a capacidade dos graduados para prosseguirem e desenvolverem as suas carreiras em contextos internacionais, fora do seu país de origem.
No indicador International Course Experience (experiência internacional do curso, que reflete a exposição internacional proporcionada pelo curso, avaliando a capacidade dos alunos para estudar e realizar estágios, durante o programa, fora do país e do campus de origem), ocupa a 5.ª posição no mundo, com muitos dos seus alunos a completar programas de intercâmbio e estágios – ou ambos – fora de Portugal e do país de origem.
O compromisso com a sustentabilidade é também reconhecido pelo Financial Times, através da 9.ª posição mundial no indicador Carbon Footprint. Esta métrica avalia a classificação da pegada de carbono das escolas, considerando a definição de metas concretas e a publicação de relatórios de emissões, reforçando o posicionamento da Nova SBE como uma escola comprometida com os desafios ambientais globais.
Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, destaca “a integração da Nova SBE no grupo de elite (Tier 1) do ranking de mestrados de finanças do Financial Times, com a pontuação mais elevada alguma vez alcançada por uma escola portuguesa. “Representa o reconhecimento da consistência e da qualidade do nosso projeto académico. Esta distinção confirma que estamos entre as escolas de gestão, economia e finanças com melhor desempenho global, combinando excelência académica, alcance e projeção internacionais, inovação e compromisso com a sustentabilidade”.
Catherine da Silveira, asssociate dean for International Affairs & Partnerships da Nova SBE, acrescenta: “Os resultados alcançados demonstram também a forte dimensão internacional, uma das características distintivas da nossa Escola. Através da nossa rede internacional alargada, seja com outras business schools ou parceiros corporativos, garantimos oportunidades de intercâmbio e experiências verdadeiramente transformadoras em diferentes mercados”.
Católica-Lisbon

O Mestrado em Finanças da Católica-Lisbon SBE, considerado pelo FT como um dos melhores do mundo desde 2017, funciona como porta de entrada para uma excelente carreira a nível internacional, sendo uma das melhores escolas do mundo (12ª) na Experiência Internacional do Mestrado, sendo também a Escola portuguesa com maior percentagem de alunos internacionais (87%).
Este ranking abrange todos os graduados do Mestrado International em Finanças, que aumentam o seu salário inicial 52% nos seus primeiros três anos, o que coloca a Católica-Lisbon SBE na 16ª posição Mundial em Progressão Salarial dos seus Graduados e que evidencia a sua capacidade de criação de valor.
A Escola é a instituição portuguesa mais bem classificada na integração da sustentabilidade e da transição climática nos seus programas académicos, alcançando o 9.º lugar no indicador da Sustentabilidade. Este resultado é consequência de uma aposta estratégica, materializada na criação do Center for Sustainable Finance, que, em apenas três anos, se tornou um dos principais polos europeus de investigação, formação e debate nesta área. Paralelamente, a Escola organiza anualmente, no final de junho, a Lisbon Sustainability Week, uma conferência internacional de referência que reúne alguns dos mais destacados académicos, reguladores, investidores e líderes empresariais do mundo, incluindo vencedores do Prémio Nobel da Economia.
“O mercado de trabalho reconhece o valor e excelente preparação dos nossos graduados, os quais são rapidamente promovidos e valorizados, aumentando o seu salário em mais de 50% em três anos, critério onde estamos mesmo na posição 16ª mundial. . Dou os parabéns a todos os nossos alunos e graduados de Finanças, e à nossa equipa tão bem liderada pelo Professor José Faias pela ascensão ao TOP 20 mundial.”, afirma Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon SBE
O Ranking Global do Financial Times atribui ao mestrado da Católica Lisbon School of Business & Economics a 19º melhor posição mundial em 2026, uma subida de quatro posições.
ISEG

O ISEG – Lisbon School of Economics & Management volta a afirmar-se entre as principais escolas de Finanças do mundo, integrando o ranking Financial Times Masters in Finance 2026 – Pre-experience programmes, onde ocupa o 33.º lugar mundial e se posiciona no Top 3 nacional, entre as seis escolas portuguesas classificadas nesta edição.
Entre as escolas portuguesas presentes no ranking, o ISEG destaca-se sobretudo pela progressão salarial dos seus diplomados, com um aumento médio de 75%, o melhor resultado nacional e o 7.º melhor resultado a nível mundial neste indicador. O programa regista ainda 100% de empregabilidade a três meses, confirmando a forte ligação ao mercado de trabalho e a capacidade de preparar profissionais altamente procurados pelas empresas e instituições financeiras.
“Estar no 33º dos melhores Masters in Finance do mundo é um resultado que confirma a consistência, a qualidade e a relevância internacional do ISEG e em particular na área financeira. Num ecossistema cada vez mais competitivo, destacarmo-nos pela melhor progressão salarial entre as escolas portuguesas mostra que o nosso Mestrado em Finanças cria valor real para os estudantes, para as empresas e para a economia”, afirma João Duque, presidente do ISEG.
O Mestrado em Finanças do ISEG é um programa reconhecido pela sua forte orientação para o mercado financeiro e pela ligação a standards internacionais da profissão. O programa é também alinhado com o currículo CFA®, proporcionando aos estudantes uma formação robusta, exigente e preparada para os desafios de uma carreira global em Finanças.
Uma das características distintivas do mestrado que muito contribui para este sucesso é a viagem de campo que se realiza todos os anos a Frankfurt em que os alunos voam até àquela cidade alemã para fazerem uma imersão no coração do mundo financeiro europeu, conhecendo autoridades de supervisão financeira, bancos, seguradoras, gestoras de ativos, bolsas de valores, escolas de gestão, e antigos alunos.
FEP

O Mestrado em Finanças (MIF) da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) afirma-se no ranking Masters in Finance 2026 do Financial Times (FT), ocupando a 43.ª posição global entre 70 escolas.
Este desempenho confirma a consistência da estratégia da escola, “assente na excelência académica, na proximidade ao mercado e numa forte orientação internacional”, salienta o diretor da FEP, Óscar Afonso, para quem “a liderança contínua em Value for Money é particularmente relevante num contexto em que os candidatos procuram formações com elevado impacto e retorno”.
De facto, pelo segundo ano consecutivo, a FEP é 1.ª em Portugal e 7.ª no mundo no indicador Value for Money, que avalia a relação entre o custo do programa e os resultados profissionais alcançados após a sua conclusão, um posicionamento que a consolida como uma das opções mais competitivas a nível internacional. Este desempenho é acompanhado por um crescimento médio salarial de 50% três anos após a graduação.
O impacto do programa na progressão profissional dos seus diplomados continua também em evidência: o MIF atinge o 18.º lugar mundial em progressão de carreira, demonstrando a sua capacidade de acelerar trajetórias para funções de maior responsabilidade.
Para Jorge Farinha, Diretor do programa, estes resultados refletem “um alinhamento cada vez mais claro com as exigências de um mercado financeiro global e altamente competitivo”, salientando que o curso tem vindo a reforçar “a preparação dos estudantes para carreiras internacionais exigentes e em constante transformação”.
ISCTE

O MSc in Finance da Iscte Business School entra diretamente para a 47.ª posição global, reforçando a presença portuguesa no grupo de programas de excelência internacional reconhecido pelo Financial Times.
O mestrado evidencia desempenhos particularmente relevantes em áreas diretamente valorizadas por estudantes, alumni e empregadores, nomeadamente no apoio à carreira, na satisfação dos diplomados, no retorno do investimento, na progressão salarial e na diversidade.
O programa destaca-se igualmente no indicador Value for Money Rank e na progressão salarial dos alumni. Os resultados revelam ainda elevados níveis de satisfação entre os alumni, dimensão em que a Escola ocupa o 2.º lugar nacional e se destaca pelo seu compromisso com a diversidade e a inclusão.
Entre as escolas portuguesas classificadas, a Iscte Business School alcança o melhor desempenho nacional no indicador Career Services Rank, que avalia a qualidade do apoio prestado aos estudantes na preparação e desenvolvimento das suas carreiras. Neste indicador, a Escola ocupa a 24.ª posição mundial e o 1.º lugar nacional, confirmando a forte ligação ao mercado de trabalho e a relevância dos seus serviços de carreira no percurso profissional dos estudantes.
Para Maria de Fátima Salgueiro, dean da Iscte Business School, este resultado reflete não apenas a evolução da escola, mas também a maturidade e a competitividade internacional do ensino superior português:
“Portugal consolidou-se como um HUB Europeu de referência na formação em Finanças. A presença da Iscte Business School no Top 50 mundial do Financial Times reforça a projeção internacional deste ecossistema e confirma a capacidade das escolas portuguesas para competir ao mais alto nível. O desempenho do nosso MSc in Finance é motivo de orgulho para a Escola e para o país, refletindo uma aposta consistente na qualidade académica, na ligação ao mercado e na formação de talento preparado para responder aos desafios do setor financeiro global.”
Católica Porto Business School

O Mestrado em Finanças da Católica Porto Business School figura pelo segundo ano consecutivo no ranking do FT, registando uma das maiores subidas: nove posições a nível mundial e oito posições a nível europeu, face à edição anterior. Um dos pontos em destaque: 100% de empregabilidade.
“A subida do Mestrado em Finanças no ranking do Financial Times confirma a qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver e a capacidade da Católica Porto Business School para competir ao mais alto nível internacional,” refere João Pinto, diretor da Católica Porto Business School.
Também Paulo Alves, diretor do Mestrado em Finanças e vice-dean para a Qualidade da Católica Porto Business School, afirma: “O que nos distingue é o foco continuado no desenvolvimento da pessoa. Cultivamos um ambiente de proximidade com os alunos e com o mercado de trabalho. Criamos pontes que serão o início de carreiras profissionais de excelência”.
Para a Católica Porto Business School, os rankings não são um objetivo; são o resultado do que fazemos. Por isso, este é o momento de dar os parabéns e agradecer a cada colega, a cada aluno, a cada colaborador e a cada parceiro que nos desafia. Cada subida aumenta o nível de exigência, mas estou certo de que, juntos, vamos continuar a reforçar a nossa posição como Escola de referência.

A Inteligência Artificial é um dos temas do ano e a formação executiva não foge à regra. Era de esperar. À medida que os indivíduos e as empresas adotam ferramentas de IA, cresce a procura por formação específica nesta área do conhecimento.
“Estamos a assistir a uma transformação estrutural na forma como as organizações operam e tomam decisões. É fundamental que os profissionais desenvolvam competências que lhes permitam aplicar novas ferramentas de IA de forma crítica, ética e estratégica”, explica José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education.
A instituição está a reforçar de forma significativa a oferta nesta área, o que reflete a diversidade de perfis e necessidades do mercado, desde gestores e decisores a perfis mais técnicos.
Também no ISEG Executive Education , inteligência artificial e data science têm-se destacado, no primeiro semestre. “O que nos parece mais significativo este ano não é apenas o volume, é a amplitude, afirma Joana Santos Silva, CEO da Escola, ao JE. A procura revela-se “muito sólida” em domínios como liderança, estratégia, compliance, ESG, vendas, marketing e finanças, o que, na sua leitura, “sugere que os profissionais e as empresas estão a responder a uma agenda de transformação que é simultaneamente tecnológica, regulatória e humana”.
O ISEG introduziu novos programas em áreas como gestão de projetos e gestão financeira para PME e a adesão foi positiva desde a primeira edição, revela Joana Santos Silva, o que, justifica, “valida a leitura feita sobre necessidades emergentes no mercado”.
Em termos comparativos “não houve uma disrupção de tendência, mas antes uma consolidação do crescimento da procura. Não deixando de destacar que vemos públicos mais diferenciados a procurarem for mação executiva de forma mais estruturada”, adianta a CEO.
A Portucalense Business School está em linha com a tendência. IA, análise de dados e sustentabilidade, explica Marta Lopes Ferreira, coordenadora executiva, “deixaram de ser temáticas complementares para passarem a ser estruturantes nos modelos de negócio atuais, influenciando diretamente a forma como as organizações operam, tomam decisões e criam valor.”
Na Portucalense, a integração destes temas nos programas formativos tem vindo a ser feita de “forma progressiva e intencional”, garantindo que “os conteúdos acompanham as tendências emergentes e respondem às necessidades reais do mercado.”
A Católica Porto Business School confirma: as temáticas mais procuradas estão hoje fortemente ligadas à transformação digital, à IA, à sustentabilidade e à regeneração. “São áreas que trazem oportunidades, mas também preocupações muito concretas para as empresas, que sentem necessidade de preparar as suas equipas, rever os modelos de governação e reforçar a sua resiliência”, adianta João Pinto, dean da CPBS ao JE.
Segundo este responsável, mantêm-se “muito relevantes” as áreas mais clássicas da gestão e da liderança. “As organizações continuam a investir na capacitação de quadros superiores e intermédios, seja para responder a processos de crescimento, internacionalização, sucessão ou transformação interna”, justifica.
Na AESE Business School, as áreas de liderança, estratégia e gestão de pessoas continuam a ser centrais na formação aberta. Num contexto de mudança acelerada, cresce também o interesse pela IA, transformação digital e inovação, revela Pedro Nuno Ferreira, assistant professor da business school.
“Mais do que uma rutura face ao ano anterior, observamos uma evolução: mantém-se o foco na qualidade da decisão e da liderança, agora complementado pela necessidade de integrar novas tecnologias e reforçar a capacidade de adaptação e criação de valor sus tentável.




Cereja no topo do bolo da formação para executivos de topo, o MBA (Master in Business Administration) é um nicho de mercado, onde Portugal tem tradicionalmente uma presença modesta. Mas algo parece estar a mudar.
O The Lisbon MBA Católica|Nova celebrou no final de maio o ter atingido a 20.ª posição mundial e o 9.º lugar na Europa no QS Executive MBA Rankings 2026: Joint Programmes.
O programa conjunto da Católica-Lisbon e da Nova SBE, desenvolvido em colaboração com a norte-americano MIT Sloan School of Mana gement, é o único português nesta categoria do ranking.

“Num contexto de crescente competitividade no ensino exe cutivo internacional, esta distinção assume particular relevância por reconhecer programas desenvolvidos em parceria entre várias instituições académicas de referência”, salienta Maria José Amich, diretora executiva do The Lisbon MBA Católica|Nova.
O The Lisbon MBA, nascido da junção de forças de duas das principais escolas de negócios do país para ter presença internacional que se visse, foi o primeiro português a brilhar além fronteiras. Figura no Financial Times (FT) Global MBA Ranking desde 2015. Na turma de 2026, 78% de alunos são de fora.
Para Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon, e Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, o reconhecimento “reflete a força de uma parceria académica que, há quase duas décadas, junta duas escolas de referência em Portugal em torno de uma ambição comum: criar, a partir de Lisboa, um MBA capaz de competir com os melhores programas do mundo”.
O International MBA do The Lisbon MBA Católica|Nova ganhou em 2025 a companhia do International MBA da Porto Business School, lecionado há mais de duas décadas na cidade Invicta, dando a Portugal pela primeira vez duas presenças no ranking global do Financial Times.


Além destes dois MBA, o nome de Portugal surge por três vezes também na mais recente lista dos Executive MBA do Financial Times. Um pertence ao consórcio The Lisbon Católica|Nova, outro é do Iscte Executive Education e o terceiro, tem a chancela da Porto Business School.
No auge da pandemia, em 2020, esta mesma Porto Business School arriscou noutra frente e… petiscou. Foi a primeira escola de negócios portuguesa a oferecer um MBA 100% online, que cinco anos depois era oitavo no mundo e este ano subiu a sexto, no ranking global do FT.
A Porto Business School aposta tão claramente na formação avançada em gestão que é a única escola de negócios com três programas nos rankings do FT.
O Executive MBA do Iscte Executive Education, também habitué do QS World University Rankings como um dos melhores Executive MBA europeus, conta com quase duas décadas e capacita os participantes para lugares de topo e cargos de administração. Coordenado por Dulce Mota e Pedro Fontes Falcão, o programa combina “rigor académico, visão internacional e um enfoque consistente em liderança, inovação e sustentabilidade”.





Há 50 anos era impossível pensar que isto pudesse acontecer. O Portugal analfabeto tornar-se uma força na formação para executivos e ter seis instituições a competir com as melhores do mundo. Não foi preciso tanto tempo.
O caminho levou umas duas décadas a percorrer e não tem fim à vista. O paradigma da aprendizagem ao longo da vida e a necessidade de requalificar a força de trabalho tornaram a formação uma ferramenta indispensável. A academia está a agarrar o filão.
De acordo com as principais escolas de Formação de Executivos, os programas para quadros de middle e top management continuam a crescer em quantidade e qualidade, abrangendo todas as temáticas que se possa imaginar, enquanto cada vez mais estreitam laços com o sector empresarial, para o qual desenham programas específicos. Dentro e fora do país. Como se chegou até aqui?
“Os fundamentos da estratégia são consistência, proximidade às empresas, internacionalização, qualidade pedagógica, capacidade de ter impacto e coragem para melhorar todos os anos”, explica José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, um dos protagonistas desta história bem sucedida, ao Jornal Económico (JE).

Como corolário da estratégia individual das escolas de formação, este ano, pela primeira vez na história, Portugal aparece 12 vezes no Financial Times Executive Education Ranking 2026. O reconhecimento internacional é o resultado da explosão do merca do interno. Com quatro escolas na lista, Lisboa afirma-se como hub europeu de excelência na formação avançada em gestão e o Porto, com duas escolas, ensaia passos nesse sentido.

“Os rankings internacionais são uma consequência, não um objetivo em si mesmo”, afirma ao JE Pedro Brito, CEO da Nova SBE Executive Education, outro protagonista desta história. “O que estes resultados mostram é que Portugal consegue competir ao mais alto nível internacional quando existe ambição, qualidade académica, proximidade às empresas e capacidade de inovação”.
Dito e feito. A Nova SBE Executive Education é agora a nona melhor do mundo na formação Customizada, “feita à medida” ou tailor made, do original em inglês. Duas outras escolas pontificam no top 50 e outras duas estão na proximidade: Iscte (31.ª), ISEG (48.ª), Católica-Lisbon (52.ª) e Porto Business School (54.ª). A Católica Porto Business School faz a sua estreia – 99.ª ex-aequo. Na Formação Aberta, a progres são não é menor.
A Nova SBE, que também é a primeira escola portuguesa nesta vertente, sobe 10 posições e é 20.ª no mundo, a Católica-Lisbon sobe 11 e é 26.ª e a Porto Business School galga oito e passa a 35.ª. O ISCTE Executive Education é 51.º, o ISEG Executive Education 70.º e a Católica Porto Business School entra para 85.ª.
“Este resultado reconhece a consistência do trabalho que temos desenvolvido na formação de líderes, profissionais e organizações, com uma proposta assente em rigor académico, proximidade com o mundo empresarial e impacto real”, explica ao JE João Pinto, dean da Católica Porto Business School, outro dos protagonistas.

Para o responsável da nova estrela de topo da formação esxecutiva, a presença nos rankings do “Financial Times”, tanto em Formação Executiva como no ranking europeu de business schools, mostra que a Escola “está a crescer de forma sustentada, combinando proximidade às empresas, com excelência académica e capacidade de resposta aos desafios concretos das organizações”.
A porta do caminho para Portugal ter hoje seis escolas de Gestão no topo da Formação Executiva mundial, foi aberta há 19 anos pela Católica Lisbon School of Business & Economics, que este ano alcança a melhor posição de sempre nos programas Abertos.

Filipe Santos, o dean, considera-a uma prova de “consistência e compromisso com a excelência”, em particular, “a qualidade” do corpo docente e “a inovação” dos programas, “pilares essenciais na formação de líderes preparados para antecipar tendências, tomar decisões estratégicas e liderar com visão, responsabilidade e impacto”.
O centenário ISEG abraçou decisivamente o caminho da formação executiva no consulado da presidente Clara Raposo, tendo feito, nessa altura, a sua estreia nos rankings. Joana Santos Silva está ao leme do Iseg Executive Education, sendo a protagonista de uma estratégia que dá frutos. “Este reconhecimento confirma o caminho que temos vindo a construir: uma escola profundamente ligada às empresas, capaz de cocriar soluções relevantes, inovadoras e transformadoras”, diz a CEO ao JE.

O Iseg Executive Education consolida “um modelo formativo equilibrado entre a oferta tradicional de pós-graduação e formação aberta e uma aposta cada vez mais forte na oferta para empresas”.
A Porto Business School acumula desde 2020 uma progressão de 40 lugares na Formação Aberta, o que representa a consolidação de uma trajetória de crescimento consistente e de crescente reconhecimento internacional.
“Em 2026, a aposta da Porto Business School na Formação Aberta concentra-se em três grandes áreas, cuja procura tem sido mais expressiva nos primeiros meses do ano: inovação, transformação digital e inteligência artificial; gestão geral e estratégia; e liderança e desenvolvimento de talento”, revela Patrícia Teixeira Lopes, Vice dean da PBS e protagonista desta história.

A formação executiva não se circunscreve às seis magníficas com lugar no FT. A escola de negócios AESE e a Universidade Portucalense (UPT) também são protagonistas da aposta séria no sector.
Marta Lopes Ferreira, coordenadora executiva da Portucalense Business School diz ao JE ser “fundamental que a formação produza resultados tangíveis”, tanto ao nível do desenvolvimento das carreiras dos participantes, como da competitividade das organizações. “Procuramos que todos os programas contem com parceiros empresariais e com docentes que possuam uma forte experiência profissional, uma ligação próxima às empresas e um profundo conhecimento das dinâmicas do mercado”.

No desenho de programas, Abertos ou Customizados, o principal desafio passa por “responder de forma eficaz” às necessidades reais do mercado. E adianta Marta Lopes Ferreira: “a participação das empresas na construção dos cursos e na identificação de problemas concretos revela-se essencial para garantir que os conteúdos têm aplicabilidade prática e impacto efetivo no contexto empresarial”.
A AESE Business School dedica-se à formação específica em direção e gestão de empresas segundo uma perspetiva cristã do homem e da sociedade. Tem no Método do Caso, desenvolvido em Harvard, um trunfo.
Pedro Nuno Ferreira, professor da Escola, explica ao JE que “a formação Customizada é uma dimensão central da missão da AESE: ajudar as organizações a desenvolver liderança com impacto. Mais do que transmitir conhecimento, trata-se de cocriar soluções alinhadas com a estratégia, a cultura e os desafios concretos de cada empresa”.

Chegados aqui, questionamos – até onde irá a expansão da For mação Executiva em Portugal?

Resulta muy edificante contemplar los joyones de Zapatero mientras rellenamos puntillosa y religiosamente las casillas de la Declaración de la Renta. La verdad es que a uno le entran ganas de defraudar como un campeón cuando contempla ese collar de diamantes aderezado con esmeraldas de Zambia valorado en 278.000 euros, el precio de una vivienda media española, y no digamos ya cuando repasa los 103 conjuntos de piedras preciosas de un ajuar de 1,3 millones. No lo haré por convicción y porque con un servidor, como con cualquiera de ustedes, la Agencia Tributaria no guarda la condescendencia que dispensa a un ex presidente del Gobierno que debería tener ya encima de la mesa una paralela. A nadie se le escapa que en su coyuntura cualquier otro justiciable estaría entre rejas por el evidente riesgo de fuga y de destrucción de pruebas, sus hijas góticas imputadas y su vivienda registradísima como, por cierto, ha sucedido con todos y cada uno de los integrantes de la banda Plus Ultra. En el fondo lo que están haciendo los golfos del Ejecutivo es darle tiempo para que regularice. Si confiesas antes de que te meta mano Hacienda, se esfuma la posibilidad del delito fiscal. Apoquinas y a vivir que son dos días. ZP es una de las mayores mentiras de nuestra historia, un producto de propaganda goebbelsiana que entre los medios de izquierdas y buena parte de los de derechas contribuyeron a construir tras su inesperada llegada a Moncloa. Su entorno nos vendió la imagen del «José Luis» honrado moral y económicamente, austero, al que le importaba «tres cojones» el dinero y al que nunca pillarían en un renuncio en contraposición a un José Bono al que todos los suyos daban como lo que es, un bulto sospechoso. Pero, en realidad, nadie reparó en el pecado original de la zapateromanía: se hizo con el poder tras manipular vilmente un atentado islamista que segó la vida de 192 compatriotas y dejó cientos de mutilados y quemados. Vamos, que ya apuntaba maneras innobles. Que no era trigo limpio lo intuimos cuando escuchamos el relato de la persona de servicio que había trabajado en su casa antes de ser presidente y que aseguró que cada semana se encontraba sobres atestados de billetes de 500 en los bajos de la cama que compartían él y Sonsoles Espinosa. La achicharraron a injurias, consiguieron amordazarla y su testimonio quedó en el olvido. Visto lo visto, está claro que no mentía. Pero más allá de los hechos, está la moraleja que queda tras todas estas marranadas, más aún teniendo en cuenta que estamos ante el gran faro moral de la izquierda en el último cuarto de siglo. Conviene no olvidar que hace tan sólo un mes, no hace un año o un lustro, ¡hace un mes!, este sujeto era el telonero de María Jesús Montero en la campaña de las andaluzas. Miento: fue hace menos de un mes, el 15 de mayo concretamente, en el cierre de campaña en Motril. Veintinueve días después el individuo que daba lecciones de ética cual León XIV acumula ya seis delitos el muy bestia: organización criminal, blanqueo de capitales, tráfico de influencias, falsedad documental, por supuesto uno contra la Hacienda Pública y un último y no menos increíble de contrabando. Éste es el que hace cinco años apuntó en el XL Congreso del PSOE que «ser socialista es tener muy poco y estar dispuesto a dar mucho». También nos vendieron que ser socialista es ser feminista, y están plagaditos de puteros y acosadores sexuales, pero olvidaron contarnos que ser socialista es también ser contrabandista. Estas joyitas gobiernan España (pequeño detalle).


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Vittoria Bucknall has been recognised in the King’s Birthday Honours List

© PA

When a Ukrainian strike hit Russian-occupied Starobilsk on May 22, Moscow seized on the attack almost instantly, with Russian officials claiming that 21 students of a local vocational college were killed and dozens more injured and portraying the strike as a deliberate attack on civilians — which Ukraine denied.
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Pedro Oliveira, dean da Nova School of Business and Economics (NOVA SBE), foi apresentado aos jornalistas em fevereiro de 2023, no metaverso. Engenheiro de formação, entusiasta do avanço tecnológico, defensor de um ensino superior português exportador, tem mandato até 2027.
No início da polémica com a Universidade Nova de Lisboa, escreveu no “Expresso” que o debate sobre a utilização do inglês nas designações académicas “não deve distrair-nos do essencial”. O que é essencial?
O essencial é muito simples: Portugal precisa de instituições públicas fortes capazes de competir a nível global. Orgulhamo-nos de ser uma escola pública que representa Portugal no mundo ao mais alto nível, e que tem impacto real no país e, por consequência, nos portugueses. O essencial é não só a qualidade de ensino e investigação, mas também a internacionalização e a capacidade de colocar Portugal e os portugueses no mapa do conhecimento global. Queremos ser um “farol” para o ensino superior em Portugal e isso é o que não podemos perder de vista. Obviamente não vamos deixar que isso aconteça.
Mais do que a pequena polémica que se instalou, o que está verdadeiramente em causa é algo maior: é se o ensino superior público português tem ambição para desenvolver as capacidades que lhe permitam ser uma alavanca de desenvolvimento económico e científico do país, ou se se resigna a uma lógica burocrática e administrativa como a dessa polémica.
O nome Nova School of Business and Economics/Nova SBE é vital para a internacionalização, como defendem alguns professores da instituição?
Sem dúvida. A marca é um ativo construído ao longo de décadas, reconhecido nos rankings e no mercado global. Mas não é a marca em si, o que internacionaliza uma escola é o que essa marca representa e que foi construído ao longo das últimas décadas e não permitiremos que seja destruído. O que a Nova SBE comunica a um aluno, um investigador ou professor, ou a uma empresa (seja ela nacional ou estrangeira), é um padrão de excelência académica, de rigor científico e de ambiente globalizado. Mudar – ou diluir – essa marca seria destruir um investimento feito pelo país, por toda uma comunidade de alunos, professores, alumni e parceiros empresariais.
A designação legal em português existe, sempre existiu e existirá. As duas coexistem com naturalidade. A questão não é uma ou outra, é perceber que proteger a marca é defender um ativo público de grande valor.
Falemos dos resultados dessa estratégia. Quantos alunos de fora estudam aqui e quais as nacionalidades dominantes?
Conseguimos tornar Portugal num destino mundial de talento, num país procurado por alunos de todo o mundo para estudar. Mais de metade da nossa comunidade académica é internacional. Só no ano letivo 2025/2026, recebemos quase 4.000 novos alunos vindos de 90 países. Os países mais representados são, além de Portugal, a Alemanha, Itália, França e Áustria. Registámos, este ano, crescimentos muito expressivos: a ‘fatia’ de alunos dinamarqueses e polacos subiu 67% e 41%, respetivamente; enquanto a de alunos belgas aumentou 23% e de americanos 18%. Nada disto acontece por acaso, pelo contrário: é o resultado de décadas de investimento consistente em qualidade, reputação e ligação às redes internacionais do conhecimento.
E de aposta nos estrangeiros.
Importa dizer com clareza que o nosso objetivo nunca foi ter muitos alunos estrangeiros como um fim em si mesmo. O objetivo é trazer para Portugal e para os portugueses o melhor que se faz no mundo e gerar um polo de ensino e investigação que coloque Portugal, os portugueses e as nossas empresas no mapa global. E isto não se faz em isolamento.
Por outro lado, enquanto escola pública portuguesa, para nós foi essencial desenvolver um programa de bolsas e apoios financeiros para garantir que todos os alunos nacionais que tenham capacidade académica para serem admitidos na nossa escola, o fazem e não deixar de estudar na Nova SBE por dificuldades financeiras relacionadas com custos de deslocação (alojamento e refeições) ou propinas.
Que montante destinaram a bolsas neste ano letivo?
Em 2025, investimos 3,1 milhões de euros no nosso programa de bolsas, de modo a garantir que qualquer aluno com a excelência académica necessária para estudar na Nova SBE não ficasse impedido de o fazer por questões financeiras. Para os próximos anos, o objetivo é continuar a garantir que o talento não pode ser desperdiçado por razões económicas.
No corpo docente, qual o rácio de estrangeiros?
Temos uma percentagem muito significativa de docentes internacionais (cerca de 55%), e isso é deliberado e desejado. Uma escola que quer estar no top europeu não pode recrutar apenas no mercado local – nem, na nossa opinião, recrutar os seus próprios alunos doutorados, como parte de uma estratégia que a Nova SBE já assume de recusa de endogamia académica. Competimos globalmente por talento académico, tal como as melhores universidades do mundo.
Quais as principais vantagens?
Beneficia diretamente os nossos alunos portugueses porque estudar com professores que publicam nas melhores revistas científicas do mundo e que trazem perspetivas de diferentes culturas académicas é uma vantagem competitiva que nenhuma escola fechada sobre si própria consegue oferecer. A qualidade académica não tem passaporte.
A cada ranking seja de que segmento for (Formação Executiva é o último), a NOVA SBE continua a subir. O que está na base deste sucesso?
A base é a consistência da qualidade de ensino ao longo dos anos. Não há segredos. São décadas de investimento em qualidade científica, em atrair os melhores professores e investigadores, em construir uma comunidade académica verdadeiramente internacional, e em manter padrão muito elevado. Em 2025, o nosso Mestrado em Gestão ficou em 4.º lugar mundial no Financial Times e o Mestrado em Finanças em 6.º. Somos a primeira escola portuguesa com dois mestrados no top 10 mundial do FT. Também a formação de executivos entrou, este ano, no top 10 mundial do FT de programas customizados (9.º lugar mundial) e no top 20 mundial em programas abertos.
Fazemos parte do 1% de escolas no mundo com acreditação Triple Crown (AACSB, EQUIS e AMBA) e pertencemos, ainda, a redes como o CEMS, que junta as mais prestigiadas business schools do mundo.
Até onde podem ir?
A pergunta “até onde podemos e queremos ir” é a mais interessante: a minha resposta honesta é que ainda há muito caminho a trilhar. E temos as condições para isso, se tivermos a autonomia e o investimento necessários para continuar a construir.
Ouvi-o dizer várias vezes que o Ensino Superior pode vir a ser tão bem-sucedido como o turismo ou o futebol. Já estamos no ponto de ser considerados um exportador?
Estamos a caminho. Ter seis escolas de negócios portuguesas com programas reconhecidos internacionalmente no mesmo ranking é um sinal inequívoco de que o país desenvolveu uma capacidade real. Tal como aconteceu com o turismo ou o futebol, o ensino superior pode tornar-se um setor de exportação de referência, não porque o tentamos imitar, mas porque reunimos as condições estruturais de qualidade, localização, custo-benefício, segurança e diversidade. O que falta é, sobretudo, escala e coordenação. Uma escola só não faz um setor. Precisamos de mais instituições com esta ambição e de uma aposta política consistente que trate o ensino superior como ativo estratégico nacional, não como centro de custo a gerir.
Disse-nos há dias que não tem intenção de aprofundar a polémica com a Universidade Nova, que, em rigor, não originou, mas esclareça-nos: já está enterrado o machado de guerra que tem vindo a decepar valor nas duas marcas?
Somos UNL e isso não muda com os reitores que passam. O que existe é, como é normal em qualquer organização complexa, um debate sobre como as instituições se organizam para responder aos desafios do futuro. Uma escola com o nível de internacionalização e de competitividade da Nova SBE precisa de agilidade para tomar decisões rápidas, para fechar parcerias internacionais, para gerir o campus. Vivemos tempos institucionalmente desafiantes, não vou negar isso. Mas existe um alinhamento muito forte entre as unidades orgânicas da UNL para que este impasse se resolva da melhor forma possível para todos. Esse é o único critério que importa.
Disse numa conferência do JE que a Nova SBE quer liderar o conceito de “escola do futuro”. Como a descreve em cinco palavras?
Adaptabilidade. Inovação. Interdisciplinaridade. Impacto. Comunidade.
Como se preparam os estudantes para profissões que não existem? Que ferramentas lhes estão a dar aqui que não sejam obsoletas amanhã?
Essa é, na verdade, a pergunta mais importante que qualquer escola deve fazer a si própria. A ferramenta mais valiosa que podemos dar a um estudante hoje não é técnica, é a capacidade de aprender a pensar e aprender a aprender – é a capacidade de navegar a incerteza com rigor, inovação e criatividade. As profissões vão continuar a mudar. O que não muda é a necessidade de pensar bem e criticamente, de colaborar e de ter princípios. É nisso que estamos a investir.
A resposta não está nos currículos, está na forma de ensinar e de aprender. O que estamos a construir aqui não é um conjunto de disciplinas atualizadas, é uma plataforma onde a inteligência artificial é infraestrutura, não tema de estudo; onde a multidisciplinaridade é o ponto de partida, não um módulo opcional; onde os estudantes aprendem a aprender, a questionar e a adaptar-se.
Com base em que pressupostos estão a formar os futuros líderes?
Com base em três pressupostos: primeiro, que a liderança se exerce em contextos de incerteza radical. Não adianta formar para a estabilidade quando a estabilidade já não existe. Segundo, que os melhores líderes não são os que têm todas as respostas, mas os que fazem as perguntas certas e constroem equipas capazes de responder. Terceiro, que ética e impacto social não são ornamentos da formação em gestão, devem ser o seu centro. Uma escola de negócios que forma pessoas para maximizar resultados sem consciência do contexto em que operam está a produzir um problema, não uma solução. O nosso objetivo é formar líderes que sejam simultaneamente competitivos e responsáveis.
O que falta ao país para conseguir transformar a ciência em inovação, fazer produto e criar riqueza?
Falta menos do que costumava faltar, e mais do que deveria. Já temos investigação de qualidade, temos proximidade com empresas e temos ecossistemas de empreendedorismo. O que ainda falta é velocidade na transferência de conhecimento, é tolerância ao risco e ao fracasso, é capital paciente para fazer a ponte entre a investigação e o mercado. E falta, também, uma cultura empresarial que veja a universidade não como fornecedora de mão de obra barata, mas como parceira estratégica de inovação. Quando isso existir – e há sinais de que está a emergir – Portugal tem condições reais para criar riqueza a partir do conhecimento.
Quando termina o seu mandato? Já pensou no que vai fazer a seguir?
O meu atual mandato termina em janeiro de 2027. Sou professor e empreendedor, mas quanto ao que se segue ainda é cedo para anunciar seja o que for. O que posso dizer é que sou uma pessoa de projetos e de objetivos. O poder pelo poder não me interessa, nem serve o país, nem a Nova SBE. O que me interessa atualmente é o espetacular projeto que temos na Nova SBE, o impacto que geramos, e, enquanto estiver neste cargo, o foco é o de deixar a escola numa melhor posição do que a encontrei: mais preparada para um futuro incerto e com capacidade de ajudar a definir esse mesmo futuro e com muita ambição de continuar a contribuir para o nosso país.
La partita sulla distribuzione dei farmaci si allarga ancora. Dopo le gliflozine, ora tocca alle insuline a lento rilascio e ai farmaci cardiovascolari. Lunedì scorso, durante una riunione tra AIFA e le Regioni rappresentate al tavolo tecnico, è stata presentata la proposta di trasferire verso la distribuzione territoriale, attraverso le farmacie convenzionate, nuove categorie di farmaci oggi gestite prevalentemente attraverso i canali regionali della distribuzione diretta e per conto. Tra i prodotti interessati figurano insuline come Lantus, Abasaglar e Toujeo, utilizzate da centinaia di migliaia di pazienti diabetici, e farmaci come Entresto, terapia di riferimento per lo scompenso cardiaco cronico sviluppata da Novartis.
La proposta arriva in un momento tutt’altro che neutrale. Da mesi il sottosegretario alla Salute Marcello Gemmato, farmacista di professione e principale sostenitore politico della riforma della remunerazione delle farmacie e della “farmacia dei servizi”, porta avanti una strategia che punta a rafforzare la sua categoria all’interno del Servizio sanitario nazionale. Una linea che alcune Regioni leggono come un progressivo trasferimento di risorse pubbliche verso il canale delle farmacie private convenzionate che, come scritto dal Fatto Quotidiano, hanno incrementato il loro fatturato nel 2025 di circa 4 miliardi rispetto al biennio 2021-2022, segnato dalla fase più intensa dell’emergenza Covid.
I farmaci oggi distribuiti attraverso i canali regionali vengono acquistati direttamente dalle Regioni, spesso a condizioni economiche vantaggiose grazie alle gare pubbliche e con un onere di servizio per la distribuzione per conto che ha una percentuale variabile da regione a regione. Questi strumenti, insieme al payback sanitario, consentono alle Regioni di mantenere il controllo sulla spesa e sui consumi. Ma lo spostamento verso la distribuzione convenzionata modifica inevitabilmente questo equilibrio. Con la nuova remunerazione delle farmacie, entrata in vigore nel 2024 e sostenuta dal Governo Meloni, ogni confezione dispensata genera infatti una remunerazione specifica per la farmacia, composta da quote fisse e da una componente percentuale. Così per le Regioni più prudenti, il problema resta aperto: ogni nuovo farmaco trasferito dal canale diretto a quello convenzionato rischia di produrre un aumento della spesa. È in questo contesto che si colloca il no dell’Emilia-Romagna. Secondo quanto ci risulta, la Regione guidata dal centrosinistra è stata l’unica a esprimere una netta contrarietà alla proposta presentata da AIFA.
Diverso l’atteggiamento delle altre Regioni presenti al tavolo — Lombardia, Veneto e Friuli Venezia Giulia — tutte amministrate dal centrodestra e apparentemente più disponibili a valutare lo spostamento di nuovi farmaci. Sul fronte opposto dell’Emilia, Federfarma, in un proprio report, difende la riforma richiamando le valutazioni contenute nella relazione tecnica della Legge di Bilancio e riprese dalla Corte dei Conti. Nel documento si sottolinea che “sebbene sia ancora prematuro formulare valutazioni definitive, le prime applicazioni della riforma consentono già alcune considerazioni”.
Il settore sostiene che il costo effettivo della riforma sia molto più contenuto di quanto spesso viene raccontato: in pratica, non costerebbe così tanto. Il nuovo sistema determina infatti un maggior onere netto per il Servizio sanitario nazionale di circa 53 milioni di euro nel 2024 e di circa 77 milioni di euro annui a regime dal 2025. Le stesse stime governative indicano un incremento lordo della remunerazione pari a circa 227 milioni di euro, ma una parte consistente di queste risorse era già riconosciuta alla categoria attraverso la remunerazione aggiuntiva introdotta negli anni precedenti, per un valore di circa 150 milioni di euro annui. Secondo il presidente di Federfarma Marco Cossolo: “La nuova remunerazione, portata avanti da numerosi governi di diversi orientamenti politici, sostiene questi servizi allineando l’Italia ai parametri europei. Grazie alla nostra capillarità, assicuriamo l’accesso alle cure anche nelle aree più isolate. Potenziare la farmacia dei servizi non costituisce un costo aggiuntivo, ma un investimento strutturale per una sanità territoriale efficiente”
Ma quali siano, i benefici economici e clinici derivanti da questi trasferimenti non è chiaro. Per i farmaci destinati a patologie croniche come il diabete o lo scompenso cardiaco, infatti, una maggiore accessibilità della farmacia sotto casa potrebbe rappresentare un vantaggio per il paziente. Ma perché l’operazione sia davvero conveniente per il Servizio sanitario nazionale, occorrerebbe dimostrare che tale beneficio produca un miglioramento misurabile dell’aderenza terapeutica e il contenimento di altre voci di spesa sanitaria. Ma finché non arriveranno dati trasparenti e verificabili dal Governo Meloni, il dubbio continuerà ad accompagnare ogni nuovo trasferimento proposto da Aifa e sostenuto dal sottosegretario farmacista di Fratelli D’Italia Marcello Gemmato.
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