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Trump prevé que la tregua con Irán se firme este domingo y que Ormuz quede abierto “inmediatamente”

13 June 2026 at 19:18

El presidente de EE UU, Donald Trump, ha asegurado este sábado que la tregua con Irán se firmará este domingo. En una ceremonia de la confusión que se ha convertido en rutina en Oriente Próximo, Irán ha negado que la rúbrica del acuerdo de paz se vaya a producir tan pronto.

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© ZUMA vía Europa Press (ZUMA vía Europa Press)

Trump, en el Despacho Oval.

US-Iran Peace Deal Expected Within 24 Hours, Pakistan PM Says

13 June 2026 at 18:54
Iran
The United States and Iran are to sign an initial peace deal, but the date is not certain yet. Talks continue in Islamabad with Pakistan as mediator. Photo credit: Sohail Shahzad / EPA via AMNA

The United States and Iran are to sign an initial peace deal within the next 24 hours, Pakistani ‌Prime Minister Shehbaz Sharif said on Saturday, Reuters reports.

The US and Iran have agreed on a framework for a peace deal that could end the months-long war in the Middle East, with the final text of the agreement having been drawn up. The Pakistani prime minister said that his country is preparing for the two sides to sign the initial agreement electronically before technical-level talks next week.

However, on Wednesday, USA and Iran exchanged missile attacks putting in danger the fragile ceasefire agreement.

On Friday, the Trump administration voiced confidence that the two sides would agree to peace terms. However, Iranian descriptions of the agreement have differed from some details released by the US, CNN says. A senior U.S. administration official saying both ​sides had agreed on a text and that Washington expected to sign an initial deal in coming days.

While both sides signal progress on a peace deal, Iran says the initial agreement will not be signed on Sunday. Iranian Foreign Minister Abbas Araqchi said on Friday that ‌while changes in ⁠the deal were still possible, the tentative agreement showed his country had emerged stronger from the conflict. “Iran is the winner of the war with the US,” he said on state television on Friday.

Trump speaks of imminent signing of agreement

On the other camp, US President Donald claimed on Friday that a deal was likely to be signed imminently. That was a day after the US president had declared the US would strike Iran “very hard” again. Later on the day, however, he said he is cancelling the strike because negotiators had “just made a great settlement” with Iran.

He told reporters it was “subject to finalization of documents, which should get done over the next few days” and that there would “probably” be a signing ceremony in Europe.

Reuters, citing multiple sources, an agreement includes the US releasing billions of dollars in frozen Iranian assets and ​waive sanctions on its oil exports, in return for Iran opening the Strait of Hormuz. Furthermore, Iran’s nuclear program would be addressed during a 60-day period of talks. The ​US official said the agreement ⁠would ultimately lead to the dismantling of Iran’s nuclear program, with its stockpile of highly enriched uranium to be destroyed and removed.

However, sources said that Iran has not accepted the dismantling of its nuclear program, wanted to retain the uranium in diluted form.
The proposals also include discussion of possible war reparations for Tehran and dropping longstanding US demands for limits on Iran’s missile program, the sources said.

Trump says Iran deal ‘scheduled to be signed’ Sunday, trashes Obama-era pact

13 June 2026 at 18:39
President Trump confirmed plans to sign a new framework for a peace deal with Iran on Sunday. “The Deal is scheduled to get signed tomorrow,” Trump wrote Saturday afternoon on Truth Social, adding, “Our relationship with Iran is a much different and better one than previous Administrations have had.” “Hopefully, this process will all work…

Trump says Iran deal ‘scheduled to be signed’ Sunday, trashes Obama-era pact

13 June 2026 at 18:39
President Trump confirmed plans to sign a new framework for a peace deal with Iran on Sunday. “The Deal is scheduled to get signed tomorrow,” Trump wrote Saturday afternoon on Truth Social, adding, “Our relationship with Iran is a much different and better one than previous Administrations have had.” “Hopefully, this process will all work…

Irán compara plan sobre Ormuz con nacionalización del petróleo

13 June 2026 at 15:35

Teherán, 13 jun (Prensa Latina) El presidente del Comité de Seguridad Nacional del Parlamento iraní, Ebrahim Azizi, afirmó hoy que el plan de su país para la gestión del estrecho de Ormuz constituye una iniciativa permanente, comparable con la nacionalización de la industria petrolera.

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EUA x Irã: Entenda os desafios para assinatura do acordo provisório

13 June 2026 at 14:41

Há de repente um otimismo recém-descoberto em relação à possibilidade de o governo Trump chegar a um acordo com o Irã para estender o cessar-fogo e começar a encaminhar o fim da guerra — e não apenas na cabeça do presidente Donald Trump desta vez.

Até o ministro das Relações Exteriores do Irã diz que um acordo “nunca esteve tão próximo”.

Mas é importante notar que, mesmo que haja boas razões para o otimismo, isso não seria, por si só, um acordo de paz. É o primeiro passo de um processo muito mais longo.

Chegar até aqui provavelmente foi a parte mais fácil; o que vem a seguir será ainda mais difícil.

O acordo interino em discussão envolveria essencialmente que os dois lados chegassem a um entendimento sobre alguns dos pontos mais simples — como o fim da restrição imposta pelo Irã ao Estreito de Ormuz e o bloqueio norte-americano nas proximidades — enquanto se estabelece um prazo de 60 dias e uma agenda para resolver as questões mais difíceis.

O governo Trump também afirma que o Irã concordou com concessões muito importantes, mas a mídia iraniana apresenta uma versão bastante diferente de um acordo ainda provisório.

A manhã de sexta-feira reforçou a natureza tensa do que está por vir. Após veículos de comunicação ligados ao governo iraniano relatarem detalhes de um possível acordo que pareciam muito favoráveis a Teerã, Trump atacou seus líderes como “pessoas muito desonrosas para lidar”, com quem “não existe tal coisa como agir de boa-fé”.

Então o que Trump estaria tentando resolver com seus contrapartes irremediavelmente desonestos?

Vamos analisar alguns dos possíveis pontos de impasse e por que Trump pode ter dificuldade em vender os termos finais ao público americano como uma verdadeira conquista.

Suspensão do programa nuclear do Irã

Este é o aspecto mais importante de qualquer possível acordo de paz, e é extremamente complexo.

O governo Trump está sinalizando que o Irã estaria concordando em desmantelar seu programa nuclear e se comprometer “indefinidamente” a não construir uma arma nuclear. Mas, mesmo que isso seja verdade, os detalhes de como isso aconteceria e de como seria aplicado no futuro são críticos — e já foram um grande ponto de discórdia antes. Levará certamente semanas apenas para acertar isso.

Um alto funcionário do governo afirmou na sexta-feira a existência de um novo “regime de inspeção”, mas os detalhes ainda são escassos.

Por exemplo, o Irã abriria mão de todo o seu programa nuclear, inclusive das partes que aparentemente poderiam ter uso civil? Ou apenas concordaria em não enriquecer urânio além de certo nível, impedindo teoricamente o acesso a urânio com grau bélico?

Parece ser o segundo caso, com o funcionário afirmando na sexta-feira que “não temos nenhum problema com a ideia de usinas de energia civis no Irã”.

E, de forma crucial, como os inspetores garantiriam que o Irã está cumprindo qualquer acordo?

Trump tem reforçado a ideia de que o compromisso do Irã de não construir uma arma nuclear seria uma grande vitória. Mas, na prática, o Irã afirma há muitos anos que não está fazendo isso.

O verdadeiro ponto central seria como o governo Trump garantiria a conformidade. A complicar ainda mais a situação, o presidente dos EUA precisará deixar claro como o acordo seria melhor do que o negociado pelo governo Obama, já que ele o critica constantemente como fraco demais. Aquele acordo impunha restrições ao enriquecimento de urânio do Irã e tinha o órgão nuclear da ONU verificando o cumprimento.

O grande obstáculo aqui: muitos, dentro do próprio partido de Trump, que dizem que Teerã simplesmente não é confiável para cumprir os termos de qualquer acordo. As declarações de Trump na sexta-feira sobre a falta de confiabilidade do Irã evidenciam esse problema.

Urânio altamente enriquecido do Irã

O urânio já altamente enriquecido também traz seus próprios problemas. O governo Trump afirmou que o Irã precisa entregá-lo, mas ele está enterrado em grande profundidade após ataques aéreos dos EUA há um ano.

E Trump tem feito referências repetidas e explícitas à possibilidade de que os EUA talvez não acabem obtendo esses materiais.

Ele sugeriu que os militares americanos poderiam apenas “enterrar” as áreas e monitorá-las. “Isso está tão fundo no subsolo que eu não me importo com isso”, disse ele em abril.

Também há discussões sobre como o urânio poderia, em vez disso, ser “rebaixado”, de modo a não estar tão altamente enriquecido, mas permanecer em posse do Irã como combustível.

Um alto funcionário do governo afirmou na sexta-feira que o acordo interino envolve que o urânio seja “destruído no local e depois retirado do país”. Mas ele reconheceu que “vai levar um pouco de tempo para descobrir” exatamente como isso será feito.

É difícil ver como Trump poderia vender isso como uma grande vitória sem obter o urânio enriquecido que o Irã já possui.

Ativos congelados do Irã

Aqui é onde a retórica antiga de Trump pode realmente voltar para assombrá-lo. Em 2016, ele e outros republicanos criticaram duramente o governo Obama por entregar ao Irã 400 milhões de dólares em dinheiro em uma transação ligada à libertação de reféns e ao acordo nuclear.

O dinheiro não era estritamente uma doação. Ele foi usado para resolver reivindicações em um tribunal internacional em Haia relacionadas a um fracassado acordo de armas de 1979. Mas a imagem foi muito negativa, e Trump e outros afirmaram que o dinheiro seria usado para o terrorismo.

Os 400 milhões de dólares eram, na verdade, a primeira parcela de 1,7 bilhão de dólares devidos ao Irã.

Hoje, o Irã parece estar exigindo o descongelamento de uma soma muito maior de seus ativos: 24 bilhões de dólares.

Quando a possível liberação desses ativos foi noticiada pela primeira vez em abril, Trump garantiu: “Nenhum dinheiro será transferido de forma alguma, em nenhum sentido ou forma”.

Mas ele pode estar fazendo um jogo semântico, diferenciando entre liberar ativos e entregar dinheiro em espécie. Essa parece ser a linha tênue que o governo Trump pode tentar manter, ao menos julgando pela publicação do vice-presidente JD Vance no X na sexta-feira.

Vance reiterou que o Irã não receberia “dinheiro”, mas acrescentou que “nenhum fundo está sendo liberado apenas por assinar um acordo ou participar de uma reunião”. Isso soa como se os fundos realmente fossem descongelados em algum momento.

Mas, tecnicamente, o pagamento de 2016 também envolvia dinheiro que já estava em posse do Irã.

Com base nas linhas vermelhas públicas do Irã, parece que algum tipo de dinheiro terá de estar envolvido. Mas, se estiver, Trump se expõe a alegações semelhantes de que está entregando dinheiro ao Irã que poderia ser usado para o terrorismo.

Abertura do Estreito de Ormuz

Embora muitos detalhes corram o risco de parecerem semelhantes ao acordo nuclear do governo Obama, o Estreito de Ormuz apresenta uma nova variável nessas negociações.

Afinal, a guerra deu ao Irã uma grande vitória estratégica ali. Ele demonstrou ser capaz de, na prática, fechar o estreito — e afetar negativamente a economia mundial inteira — como forma de alavancagem.

A grande questão aqui não é tanto se o Irã abriria mão do controle efetivo do estreito por agora; o governo Trump certamente exigiria isso. É como o acordo aborda a aparente capacidade do Irã de bloquear o estreito no futuro.

Se essa questão for deixada sem resposta e o restante do acordo parecer muito com o acordo nuclear de Obama, será fácil para os críticos de Trump argumentarem que se trata de um acordo ainda pior.

Grupos por procuração do Irã

No início, Trump e seus aliados disseram que um de seus objetivos mais importantes era garantir que o Irã não pudesse mais financiar seus grupos por procuração — como Hamas e Hezbollah — que espalham o terror na região.

Quando Trump afirmou falsamente há dois meses que o Irã havia concordado com todas as suas exigências, ele disse que isso incluía o compromisso de parar de apoiar todos os grupos por procuração.

Mas depois disso, Trump e o governo praticamente pararam de falar sobre o assunto.

Um alto funcionário do governo disse à CNN na sexta-feira que o Irã está concordando em não financiar grupos terroristas. Mas, novamente, mesmo que isso seja verdade, o detalhe está nos pormenores — como o que isso significa na prática e como será verificado.

E, se Trump não conseguir algo sólido nesse ponto, significará que ele falhou em cumprir um de quatro objetivos principais que estabeleceu no início da guerra.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Projétil desconhecido atinge navio-tanque em Omã, diz organização

13 June 2026 at 13:54

Um navio-tanque foi atingido por um projétil desconhecido na costa de Omã, informou neste sábado (13) a UKMTO (Operação de Comércio Marítimo do Reino Unido).

O incidente ocorreu na sexta-feira (12), segundo a UKMTO, a seis milhas náuticas a leste de Omã.

Todos os tripulantes a bordo do navio foram considerados a salvo pela UKMTO (Organização Marítima e de Transporte do Reino Unido) e nenhum impacto ambiental foi relatado. O navio-tanque está seguindo para seu próximo porto de escala, informou a Organização.

 

O Estreito de Ormuz está efetivamente fechado há 105 dias, interrompendo o fornecimento de 20% do petróleo mundial para os mercados globais, além de gás natural liquefeito e fertilizantes necessários para o funcionamento da economia global, o que provocou um aumento drástico nos preços do petróleo.

Embora o Irã tenha afirmado repetidamente que o estreito está funcionando normalmente, o acesso a essa via navegável crucial tem se mostrado difícil. O tráfego foi significativamente reduzido, com apenas algumas embarcações cruzando o estreito diariamente.

Os ataques a embarcações na região tornaram-se comuns, com petroleiros sendo atingidos tanto pelo Irã quanto pelos Estados Unidos. Na quarta-feira (10), um ataque americano a um petroleiro comercial com bandeira de Palau matou três marinheiros indianos e provocou indignação pública em toda a Índia.

Entenda como tensão em Ormuz afeta cessar-fogo entre EUA e Irã

Acordo entre EUA e Irã pode ser assinado neste fim de semana; entenda

13 June 2026 at 08:00

Autoridades dos EUA e do Irã afirmaram na sexta-feira (12) que um memorando de entendimento para encerrar o atual conflito está próximo de ser concluído, aumentando a expectativa de que o documento seja assinado nos próximos dias.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo “nunca esteve tão próximo” e disse que o memorando poderá ser assinado remotamente após a conclusão das negociações finais.

Segundo autoridades americanas e iranianas, o documento serviria como uma etapa preliminar para um acordo mais amplo e abriria um período de 60 dias de negociações técnicas entre os dois países.

Entenda os pontos do acordo

De acordo com uma autoridade do governo dos Estados Unidos, o memorando inclui:

  • Reabertura do Estreito de Ormuz;
  • Fim do bloqueio americano aos portos iranianos;
  • Desmantelamento do programa nuclear iraniano;
  • Transferência do material nuclear enriquecido do Irã para os Estados Unidos, onde seria destruído;
  • Possível alívio gradual das sanções econômicas impostas a Teerã.

O governo americano afirma que qualquer benefício econômico só seria concedido após o cumprimento das obrigações por parte do Irã.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura”, afirmou uma autoridade americana. Segundo a fonte, cada etapa cumprida pelo regime iraniano resultaria em contrapartidas econômicas específicas.

Divergências

Apesar do avanço das negociações, Washington e Teerã seguem apresentando versões distintas sobre os termos do entendimento.

Enquanto os Estados Unidos destacam concessões iranianas relacionadas ao programa nuclear, o governo iraniano tem enfatizado pontos como o alívio das sanções, o respeito à soberania do país e o encerramento dos conflitos regionais.

Araghchi afirmou que o memorando incluirá não apenas questões nucleares e econômicas, mas também uma solução para os confrontos no Líbano e em “todas as outras frentes” do conflito regional.

O chanceler iraniano também declarou que o Irã está preparado para retomar a guerra caso os termos negociados não sejam cumpridos.

Israel mantém posição

Em meio às negociações, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país não pretende se retirar das áreas que ocupa no Líbano, na Síria e em Gaza.

Segundo Katz, Israel continuará atuando contra ameaças ligadas ao Irã e aos grupos armados apoiados por Teerã na região.

Tensão em Ormuz

No fim da noite de sexta-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou ter interceptado diversos drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz.

Segundo os militares americanos, as aeronaves buscavam interromper o tráfego marítimo comercial na região. O CENTCOM afirmou que todos os drones foram abatidos e que a navegação no corredor marítimo segue sem restrições.

(Com informações de Kevin Liptak, Sophia Saifi, Mitchell McCluskey, Alayna Treene, Oren Liebermann e Michael Williams, da CNN)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

EUA abatem drones iranianos perto do Estreito de Ormuz, diz Exército

13 June 2026 at 03:28

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) anunciou na noite desta sexta-feira (12) que as forças armadas americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional perto do Estreito de Ormuz.

O Irã lançou diversos drones de ataque que buscavam interromper o tráfego marítimo comercial próximo ao estreito, informou o CENTCOM em uma publicação no Facebook.

Os militares americanos afirmaram que suas forças “abateram todos eles nas últimas horas, enquanto o fluxo de tráfego pelo estreito continua sem impedimentos”.

“O corredor comercial internacional permanece aberto para trânsito”, afirmou o CENTCOM.

Possível acordo

A movimentação acontece em meio a especulações de um possível memorando de entendimento entre os EUA e o Irã.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou mais cedo nesta sexta-feira que o acordo pdoerá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias.

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Irã diz que declaração conjunta com Omã sobre Ormuz será divulgada em breve

12 June 2026 at 22:10

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou na noite desta sexta-feira (12) que uma declaração conjunta com Omã sobre o futuro controle do Estreito de Ormuz deve ser divulgada “em breve”.

Araghchi disse à televisão estatal iraniana que a declaração será divulgada em conjunto com o governo omanita, segundo a agência de notícias semioficial ISNA. O Estreito de Ormuz está situado entre o território de ambas as nações.

Os comentários surgem em meio a rumores de que um suposto acordo entre os EUA e o Irã estaria sendo finalizado, com sua assinatura prevista para os próximos dias.

Autoridades americanas destacaram vários pontos do memorando de entendimento, incluindo a reabertura completa do estreito e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos ao longo do estreito.

Acordo aborda o Estreito de Ormuz

Araghchi disse que o memorando abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o chanceler.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Memorando com EUA pode ser assinado remotamente nos próximos dias, diz Irã

12 June 2026 at 21:53

Um memorando de entendimento entre os EUA e o Irã poderá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em pronunciamento na televisão estatal nesta sexta-feira (12).

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

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