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15 tons of diesel, $22,500 in damages: Ukraine charges eight in Poltava military fuel-theft scheme

11 June 2026 at 18:25

A Ukrainian soldier refuels a vehicle with gasoline. Source: ArmyInform

Six Ukrainian servicemembers and two civilians have been charged in a fuel-theft scheme that diverted over 15 tons of diesel fuel from a military unit in 2025, the Special Prosecutor's Office for Defense Sector of the Central Region announces. The scheme caused damages of over $22,500 to the military unit, whose fuel was destined for Ukrainian Defense Forces operations.

The defendants face up to 15 years' imprisonment under Article 410, Part 4, of the Ukrainian Criminal Code, for theft of military property during martial law by a prior conspiracy group.

The Poltava fuel-theft prosecution is one of several Ukrainian military corruption cases prosecuted in early June 2026.

How did scheme work? 

The scheme was organized by a technician of the Poltava-area military unit, prosecutors said.

The technician engaged refueling drivers with direct access to fuel during transport, along with civilians who acted as buyers and resellers of the stolen diesel. During loading operations, drivers manipulated the measuring sticks and exploited specific technical features of fuel tanker vehicles so that part of the diesel did not appear in official accounting.

They also artificially created fuel surpluses by reducing the actual consumption recorded during transport and entering false data into trip sheets, listing fuel as consumed when it was not.

The "surplus" fuel was poured into canisters and hidden in forest strips near the military unit. The technician then transported the stolen fuel to private buildings, where he stored and sold it to civilians. Proceeds were divided among scheme participants.

Ukraine's defense anti-corruption apparatus continues prosecution

Ukraine's defense-sector anti-corruption apparatus has continued to actively investigate and prosecute internal theft cases during the war. The DBR, Special Prosecutor's Office for Defense Sector, and SBU have pursued cases ranging from procurement fraud at the Defense Ministry level to FPV-drone theft from frontline supply caches to organized fuel-theft schemes like the Poltava case.

Medic stole 16 FPV from firm that entered $1.1 billion Pentagon competition and hid them for four months. Ukraine arrested him when he tried to sell them for 19% of their value

«Maior feira vegan e sustentável» do país marcada para Loulé em Setembro

11 June 2026 at 16:14

A «maior feira vegan e sustentável do país», que celebra a sua 7.ª edição em Loulé, entre 18 e 20 de Setembro, já abriu candidaturas para expositores, comerciantes e projetos sociais e ideias ecológicas inovadoras.

A FAVA – Feira do Ambiente e Vegan do Algarve, organizada pela BENFAZER – Associação para o Bem-Estar Social, Ambiental e Animal, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, também está a receber propostas de atividades e espetáculos para o programa oficial.

Segundo a organização, a FAVA assume-se atualmente como uma das maiores feiras ao ar livre e gratuitas da Europa dedicadas à promoção de práticas de sustentabilidade e do veganismo.

Para a edição de 2026, o grande objetivo da FAVA é «melhorar a experiência das marcas e projetos participantes, dos visitantes, parceiros e colaboradores».

Uma das principais novidades deste ano é a criação de «um recinto exclusivo» no Parque Municipal, desenhado para «estreitar a ligação com as áreas verdes e cultivar um profundo sentimento de pertença e proximidade com a natureza».

A nova edição vai reforçar a experiência gastronómica com vários momentos de degustação de produtos e petiscos, assim como dezenas de opções de alimentação no recinto.

Vai ainda incluir iniciativas novas, como por exemplo o encontro nacional de fornos solares, o mercado de hortícolas biológico, provas radicais, e uma zona de reparações e transformações permanente, que irão compor um programa intergeracional com mais de 100 atividades e espetáculos gratuitos.

A distinção de “Expositor do Ano” mantém-se nesta 7.ª edição, mas chega com um incentivo extra: um prémio monetário no valor de 500 euros para o projeto vencedor.

Segundo a organização, na FAVA 2025 participaram 140 expositores e comerciantes de 20 setores de atividade diferentes, tendo sido servidas 4.125 refeições inteiramente de base vegetal.

O programa contou com 46 entidades envolvidas e 137 atividades e espetáculos totalmente gratuitos, foram distribuídos 730 cheques ao público para consumo na feira e foram oferecidos 1844 produtos de marcas parceiras.

Na última edição, 228 pessoas deram uma nova vida a 1.495 peças de vestuário, calçado ou livros usados, retirando de circulação 210 kg de artigos e poupando recursos ao planeta.

Os empreendedores, artesãos, produtores, marcas e associações que promovam um estilo de vida ecológico, consciente e compassivo devem apresentar a sua proposta de participação através do site oficial.

Estão também abertas as inscrições para oficinas, palestras, aulas de bem-estar, nutrição, espetáculos de música, dança e teatro de rua que se alinhem com os valores do certame.

As vagas para expositores são limitadas, sendo as candidaturas analisadas por critérios de sustentabilidade, relevância e criatividade.

Para as atividades e espetáculos, a originalidade e o impacto na promoção de um estilo de vida sustentável e vegano serão os fatores decisivos de seleção.

As condições de participação e os respetivos formulários estão disponíveis no site.

O conteúdo «Maior feira vegan e sustentável» do país marcada para Loulé em Setembro aparece primeiro em Sul Informação.

Russia trained 900 more Ukrainian children at Volgograd — a camp Britain already sanctioned in 2024

11 June 2026 at 17:21

Ukrainian teenagers in Avangard camp uniforms pose with flags of four Russian-occupied Ukrainian regions in front of the Motherland Calls statue at Mamayev Kurgan in Volgograd

More than 900 Ukrainian children completed military training at a Volgograd camp, the resistance movement Yellow Ribbon reported on 11 June. The two-week shift drew teenagers from occupied Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia, and Kherson oblasts.

The session, Yellow Ribbon argued, is evidence of "systemic policy" rather than isolated cases. The documentary record supports that framing. Russia's Warrior Center is a creation of Vladimir Putin's 2022 decree. It ran 1,290 Ukrainian children through the same Avangard base in 2024 alone, a Kyiv Independent investigation found. Yale's Humanitarian Research Lab has separately mapped 210 facilities across Russia and occupied Ukraine that hold or militarize children.

Two weeks of drills, drones, and indoctrination

The "Time of Young Heroes" session at the Avangard defense base ran for two weeks. Teenagers aged 14 to 17 trained in basic military preparation, drone operations, tactical medicine, and physical drills. The program also featured meetings with Russian war veterans and events built around loyalty to the Russian army, Yellow Ribbon said.

"The scale of such programs is striking. We are no longer talking about isolated cases, but about systemic policy." — Yellow Ribbon resistance movement, 11 June 2026

Avangard operates as a network of military-patriotic centers under Russia's Defense Ministry. The United Kingdom sanctioned the camp in November 2024 for deporting and indoctrinating Ukrainian children. At the same site, Ukrainian teenagers practice trench-digging, mine clearance, and weapons handling. The Kyiv Independent first documented that training pipeline in October. Ukrinform also reported the Yellow Ribbon findings the same day.

From occupied schools to the Volgograd pipeline

The 900 teenagers arrived at Volgograd from a re-education infrastructure built across the occupied territories. Schools in the occupied Donbas have made military training a mandatory subject from fifth grade onward. Occupation authorities enroll children as young as six in the Yunarmiya youth army for drills and pro-Kremlin lessons.

More than 19,000 Ukrainian children have been deported to Russia since 24 February 2022, Yale researchers estimate. Up to 1.6 million more remain under Russian occupation. Ukraine has returned just over 2,000 through its Bring Kids Back UA initiative.

In March 2026, Yale's lab tied Russian energy giants Gazprom and Rosneft to the camps. The two firms helped transfer at least 2,158 Ukrainian children across Russia, the report found.

Three months earlier, a Ukrainian rights lawyer told the US Senate of further escalation. Russia had sent teenagers to North Korea's Songdowon International Children's Camp9,000 kilometers from home.

In March 2023, the International Criminal Court issued arrest warrants for Putin and Russian Children's Rights Commissioner Maria Lvova-Belova. Both face charges for the unlawful deportation of Ukrainian children. The court classified the practice as a war crime.

Quercus volta a ser parceira do ‘Salva a Terra Ecofestival’ que decorrerá em Salvaterra do Extremo, Idanha-a-Nova

11 June 2026 at 16:25

Está de regresso mais uma edição do Salva a Terra Ecofestival a Salvaterra do Extremo. Entre os dias 25 e 28 de junho, a vila recebe músicos, artistas, oficinas, conversas, dança e sessões de ioga, e uma feira de produtos biológicos, em vários espaços espalhados pela localidade, todos de acesso gratuito.  A iniciativa é co-organizada […]

“Non mi candido, le spese della comunicazione sono cose mie”: ma la conferenza di primo anno di Salis è proprio in “stile premier”

11 June 2026 at 16:01

Esclude di scendere in campo alle prossime politiche: “Sono sicura che non cambierò idea, perché questo è il mandato che mi ha dato la città e lo porterò avanti per cinque anni”. Sono passati due mesi dall’intervista a Bloomberg in cui Silvia Salis disse che invece ci avrebbe riflettuto, se il campo largo le avesse affidato un ruolo da federatrice nazionale. Ma la sovraesposizione comunque, assicura, non è un problema che la distrae dal suo ruolo: “La pressione c’è, è un dato di fatto. La cosa positiva però è che Genova è stata sui giornali come mai nella sua storia”. Si spazientisce un po’ invece, e alla fine non risponde, quando le viene chiesto quanto costano e chi paga i servizi comunicativi dell’agenzia Jump di Matteo Agnoletti, ex spin doctor di Matteo Renzi, che oggi cura immagine e presenza mediatica della sindaca più popolare d’Italia: “E’ una cosa personale, questa è una domanda che riguarda solo me. E avevamo chiesto di restringere le domande all’amministrazione della città”. Su questo aspetto l’unica cosa chiara è che, se vi sono dei costi, non sono a carico del Comune di Genova.

Questa restrizione delle domande, insieme all’invito a inviare prima gli argomenti su cui i giornalisti avrebbero voluto intervenire, è stata oggetto di aspre polemiche, che si sono riaffacciate nel corso della conferenza stampa di questa mattina: “Nessuno ha chiesto le domande, ci sono qua persone che non si sono registrate, l’anticipazione dei temi deriva dal fatto che qua ci sono i nostri dirigenti, e questo è un momento di approfondimento molto diverso da quello che si può avere a margine degli eventi per avere numeri e dati specifici su determinati elementi, era solo un modo per dare maggiore trasparenza alle risposte, perché chi vuole fare domande senza segnalarle le fa tranquillamente”. Sul caso Salis era stata punzecchiata dal governatore Marco Bucci, protagonista alcuni mesi fa di una burrascosa vicenda di presunti dossieraggi a cronisti, il quale aveva rimarcato di non aver mai chiesto a nessuno le domande prima: “Devo dire che il presidente Bucci ha molta più esperienza di me, accolgo i suoi consigli, lo prendo come punto di riferimento per quanto riguarda il rapporto con la stampa e i giornalisti – ha detto la sindaca in modo ironico – saprò imparare dai suoi consigli e saprò capire. Magari questa conferenza stampa poteva essere organizzata in modo diverso e meglio, sicuramente lo userò come esempio per il futuro”.

Silvia Salis siede in prima fila in mezzo a tutti gli assessori della giunta, alle sue spalle presenziano silenziosi una ventina tra dirigenti comunali e membri dello staff, ai quali si aggiungono i consiglieri comunali delegati. Alla fine il format rischia di diventare quasi più rilevante degli argomenti, dibattuti in oltre due ore mezza: Silvia Salis è forse l’unica sindaca in Italia ad aver convocato una conferenza stampa per celebrare il suo “primo anno di giunta”, evento che ricorda l’incontro con la stampa che Giorgia Meloni ha ridotto ad uno all’inizio di ogni anno.

Si parla di mobilità, sicurezza, trasporto pubblico, servizi sociali. Cose realizzate e altre da realizzare, con un retrogusto di fondo che lascia la sensazione che l’evento serva (anche) per smentire chi descrive Salis come distratta dalle sirene nazionali e troppo acerba per essere giudicata come amministratrice: “Nessun sindaco è stato ispezionato dalla testa ai piedi come sono stata io. E sinceramente se l’unica cosa che si è riuscito a trovare è il verbale di un incidente che è stato riportato scorrettamente, ecco io sono abbastanza soddisfatta di questo resoconto sulla mia vita. Detto questo è una pressione, ma una pressione che hai se stai facendo una cosa importante. E amministrare Genova è importante. D’altronde se non stessimo facendo niente di buono, se non fossimo interessanti, di noi non parlerebbe nessuno”. Alla conferenza stampa di Silvia Salis hanno poi replicato le opposizioni di centrodestra: “È solo un anno che Silvia Salis guida la città? Se invece analizziamo gli obiettivi raggiunti, le riforme completate e le nuove infrastrutture che non si vedono, l’unico commento possibile è: ma davvero è in carica da addirittura un anno? L’unico risultato positivo sono stati i nuovi follower che ha acquisito per consolidare la sua posizione nazionale di anti Meloni”.

L'articolo “Non mi candido, le spese della comunicazione sono cose mie”: ma la conferenza di primo anno di Salis è proprio in “stile premier” proviene da Il Fatto Quotidiano.

Dl Accise, ok dal Senato: rottamazione, stretta sul telemarketing e stop alla sanatoria Iva. Le novità

11 June 2026 at 13:32

Accise, il decreto passa al Senato: novità su fisco e consumatori tra rottamazione, bonus autobus e nuove regole Tlc

Il Senato ha approvato con voto ad alzata di mano il decreto accise, che ora passa alla Camera per la conversione in legge entro il 30 giugno. Il provvedimento, esaminato in Aula a Palazzo Madama giovedì 11 giugno, introduce una serie di modifiche su fisco, trasporti e tutela dei consumatori, confermando però anche alcune misure rimaste fuori dal perimetro finale del testo. Tra i principali interventi figura la proroga dei termini legati alla rottamazione, insieme a nuove disposizioni sul telemarketing e a un pacchetto di misure di sostegno per il settore dell’autotrasporto. Restano invece escluse alcune misure più controverse, come la sanatoria per le partite Iva e il blocco dei pignoramenti per chi è in regola con le rate della pace fiscale.

Rottamazione: tempi più lunghi e nuovo calendario

Il decreto estende di un mese, dal 30 giugno al 31 luglio, il termine per le delibere di Comuni ed enti locali che vogliono aderire alla rottamazione quinquies. Una misura che amplia la possibilità di includere anche multe e Tari tra i debiti sanabili. Rivisto anche il calendario delle dichiarazioni, che potranno essere presentate tra il 16 ottobre e il 15 dicembre, con possibilità di integrazione fino alla scadenza. Per i pagamenti, la prima rata (o unica soluzione su 54 bimestrali) slitta dal 31 gennaio al 31 marzo 2027.

Bonus autobus per l’autotrasporto

Via libera in commissione anche al credito d’imposta destinato all’autotrasporto passeggeri su autobus, pensato per attenuare l’impatto dell’aumento dei costi legati al caro-carburante.

Leggi anche: Carburanti, taglio delle accise fino al 3 luglio. Sconto di 5 centesimi per la benzina. Ma per il diesel…

Stretta sul telemarketing nelle Tlc

Una delle novità più rilevanti riguarda il contrasto al telemarketing selvaggio. Il divieto di contatti commerciali indesiderati viene esteso anche al settore delle telecomunicazioni, oltre a luce e gas. Le chiamate saranno consentite solo con consenso esplicito dell’utente e da numeri identificabili.

Misure ritirate: sanatoria e pignoramenti

Non entra nel testo finale la sanatoria per le partite Iva, proposta che avrebbe introdotto un ravvedimento speciale per il periodo 2020-2024 per chi aderisce al concordato preventivo biennale 2026-2027. L’emendamento, a firma del senatore Claudio Lotito, potrebbe comunque essere ripresentato come ordine del giorno. Ritirata anche la proposta che prevedeva lo stop al pignoramento dei conti correnti per i contribuenti in regola con le rottamazioni, per problemi di copertura finanziaria.

Il decreto ora attende il passaggio alla Camera, che dovrà completare l’iter di conversione entro la fine del mese.

LEGGI LE NEWS DI ECONOMIA

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ISW: Russia gains ground in Kostiantynivka but Fortress Belt stays out of reach

11 June 2026 at 11:40

isw russia gains ground kostiantynivka fortress belt stays out reach · post assessed control terrain near 10 2026 kostyantynivka-june-10-2026 ukraine news ukrainian reports

Russian forces have made fresh tactical advances into Kostiantynivka, the Institute for the Study of War (ISW) assessed on 10 June. The city sits at the southern tip of Ukraine's Donetsk Oblast Fortress Belt — Moscow's main effort for the spring-summer 2026 offensive. Russia missed its own May deadline to take the city, and the wider fortified chain stays out of operational reach.

For more than four years now, Russia has been struggling to seize the rest of Donetsk Oblast in eastern Ukraine, making only gradual costly advances. Ukraine's Fortress Belt anchors the region's defense. Unable to capture the Ukrainian-controlled part, the Kremlin demanded the whole region in peace talks, which predictably isn't a condition Ukraine can accept. Slow infiltration drains Russian reserves while Ukrainian drone interdiction continues to erode Moscow's assault tempo across the theater.

Two Russian tactical groups push into eastern Kostiantynivka

Two named Russian formations have pushed into eastern Kostiantynivka from the south, Ukrainian military observer Kostiantyn Mashovets reported on 10 June. He identified them as the "Bakhmut" tactical group and the "Dzerzhinsk" (Toretsk) tactical group. The "Bakhmut" group is built around Russia's 3rd Army Corps (AC) under the Southern Grouping of Forces. The "Dzerzhinsk" group operates in the area of responsibility of the 8th Combined Arms Army (CAA) of the Southern Military District. It likely includes elements of five CAAs, the 3rd AC, and Russian naval fleets, Mashovets noted.

Elements of the "Bakhmut" group pushed from Stupochky through Novodmytrivka into northeastern Kostiantynivka. They also advanced along the T-0504 Pokrovsk-Bakhmut road as far as the city's railway station. The "Dzerzhinsk" group moved from Illinivka, south of the city, into areas stretching from northwestern to southwestern Kostiantynivka near the railway station. Mashovets assessed that it has likely achieved a tactical breakthrough in the western, central part of the city. Forward assault elements of the two groups now stand roughly two kilometers apart. Russian forces have so far failed to seize the railway station. Ukrainian troops cleared the village of Dovha Blaka southwest of the city of Russian infiltrators.

isw russia gains ground kostiantynivka fortress belt stays out reach · post kostyantynivka-druzhkivka-tactical-area-june-10-2026 ukraine news ukrainian reports
Map: ISW

Eight months of grinding, one missed deadline

ISW noted that Russian forces opened the campaign for Kostiantynivka in August 2025 after seizing the majority of Chasiv Yar and Toretsk, with Toretsk alone running to roughly 26,000 Russian casualties. The first Russian troops infiltrated Kostiantynivka itself in October 2025. Russia has since worked into at least 12.69% of the city. Ukrainian officials reported earlier this spring that the Russian command had set a May 2026 deadline for the seizure. That deadline has come and gone.

russia's monthly land grab ukraine has collapsed hundreds km² 14 · post double tap strike russian trucks rear highway russian-occupied occupied territory 1st azov corps news ukrainian reports
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Russia’s monthly land grab in Ukraine has collapsed from hundreds of km² to 14, OSINT data show

Russia has poured forces into the effort regardless. Ukrainian Commander-in-Chief Oleksandr Syrskyi said on 2 May that Russian activity in this direction noticeably increased in April. Russian units in the area had reportedly been replenished by 80% as of 6 June, ISW noted. The Russian command reportedly redeployed elements of the 70th Motorized Rifle Division to the Kostiantynivka-Chasiv Yar area last December. The redeployment likely came in preparation for the spring push.

Tactical gains likely, the Fortress Belt still out of reach

ISW assessed that Russian forces will likely keep infiltrating throughout Kostiantynivka. They will likely consolidate positions in parts of the city while suffering high casualties. Russia's 3rd AC northeast of the city appears to be struggling to dislodge Ukrainian forces from Chasiv Yar. That inhibits any move to envelop Kostiantynivka from the north. A Russian milblogger claimed on 9 June that Ukrainian forces recently counterattacked near Chasiv Yar. The milblogger added that Ukraine still holds Podilske and Mykolaivka west of the town.

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ISW: Russia’s grand territorial ambitions are divorced from battlefield reality

The northern flank of the Fortress Belt is also bogged down. Russia opened its spring-summer 2026 offensive with mechanized assaults around Lyman. Those assaults signaled intent to advance on Sloviansk from the northeast. They produced no significant gains, ISW noted. The Russian command likely shifted weight south to Kostiantynivka. Russia's Western Grouping of Forces covers the front from Kupiansk through Lyman. It likely lacks the combat power to push on Sloviansk while balancing operations toward Kupiansk and Borova. 

Ukrainian counterattacks in the Borova direction have likely forced Russian units to choose between defending their positions and pushing north or northwest of Lyman, ISW says.

Transição energética, o contributo a nível local

11 June 2026 at 10:45

VTM

No passado dia 27 de maio, a RTP apresentou um muito interessante programa – o Episódio nº 3 do Grande Debate – exatamente, sobre esta problemática. Vários especialistas em presença, nomeadamente, dois ex-responsáveis governativos pelas questões da energia – Nuno Ribeiro da Silva e João Galamba. Integravam, ainda, o painel pessoas da área empresarial ou da investigação, claramente competentes. Dois dias depois, pude ler na newsletter “The European Correspondent” um trabalho sobre a crise energética e a sua resolução a nível local. Deve notar-se que esta newsletter, fundada por Julius Fintelman em 2022, é feita por jornalistas de toda a Europa que tratam temas das suas regiões com interesse não só para Bruxelas, mas para todo o continente, designadamente, na área da política, economia e cultura, e procuram fazê-lo de modo independente. Este trabalho trata a crise energética e a sua resolução a nível local. Por isso mesmo me despertou especial interesse.

Começa por apresentar o desafio: «será que a sua cidade está a fazer o suficiente para garantir energia segura?» E afirma que «os municípios podem fornecer energia limpa, local e acessível durante e após uma crise.» Apresenta três exemplos de municípios europeus que desenvolvem uma especial atividade procurando respostas para alcançar esse objetivo: Guimarães, Malaunay, no norte da França e Valencia, em Espanha. De Guimarães destaca o ser no presente ano Capital Verde Europeia e algumas atividades que envolvem os habitantes locais bem como o desenvolvimento de uma comunidade energética destinada a abastecer edifícios públicos e residenciais; de Malaunay realça a produção de energia com painéis solares nos edifícios do município e a expansão para edifícios privados criando comunidades energéticas; em Valência, as autoridades oferecem os telhados do município a organizações de cidadãos que produzem energia para si, comprometendo-se a ceder 10% ao município e a 5% a famílias vulneráveis ​​identificadas pelos serviços sociais locais para ajudar a reduzir seus custos com eletricidade. Experiências bem interessantes.

Por cá conheço um caso que tem tanto de inovador como de frustrante. Exatamente, no âmbito do programa INOVAR+2.0. Foi a tentativa de criar numa aldeia um bairro solar. Algo de semelhante ao que acontece em Malaunay. Um morador dispunha-se a distribuir o excedente da sua produção em painéis fotovoltaicos pelos vizinhos. A E-Redes criou problemas. E as expetativas goraram-se. Frustração, pois!

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Começa nesta quinta-feira a Copa do Mundo de 2026

Logo Agência Brasil

Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em 2026, terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá.

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

Notícias relacionadas:

Só a partida final, disputada entre as seleções da Argentina e da França, contabilizou mais de 1,5 bilhão de espectadores. Foi a maior audiência esportiva da história, de acordo com o relatório oficial da Fifa.

No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.

Unir o mundo

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.

Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.

As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.

Caldeirão cultural

Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.

Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.

Novidades

Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.

Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

Cerimônia de abertura

Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

Polêmicas

Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.

Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.

Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.

Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.

Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.

Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.

Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

 

Começa nesta quinta-feira a Copa do Mundo de 2026

Logo Agência Brasil

Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em 2026, terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá.

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

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Só a partida final, disputada entre as seleções da Argentina e da França, contabilizou mais de 1,5 bilhão de espectadores. Foi a maior audiência esportiva da história, de acordo com o relatório oficial da Fifa.

No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.

Unir o mundo

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.

Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.

As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.

Caldeirão cultural

Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.

Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.

Novidades

Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.

Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

Cerimônia de abertura

Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

Polêmicas

Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.

Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.

Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.

Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.

Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.

Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.

Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

 

Lídia Jorge recebeu medalha de mérito cultural na sua “Terra Mãe”

11 June 2026 at 07:00

Escritora vai ser a Patrona da candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura 2027

Foram já muitas e diversas as distinções que Lídia Jorge recebeu ao longo da sua carreira, tanto nacionais como internacionais, mas a última é especial e constituiu um momento que a própria assumiu como “inesquecível”. Na passada quarta-feira, 8 de junho, a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, esteve em Loulé, terra natal da escritora, para, em nome do Governo, entregar a Medalha de Mérito Cultural a uma das maiores figuras do pensamento europeu contemporâneo.

O Solar da Música Nova, “casa” do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado, reuniu diversas personalidades da vida pública, política e cultural da região, mas sobretudo muitos amigos que vieram celebrar a obra e a vida desta louletana, a poucos dias de celebrar 80 anos.

Foi com emoção que a romancista aceitou a distinção, destacando a sensibilidade da Ministra ao assinalar publicamente o seu percurso literário, sublinhando que os mesmos livros e desafios “poderiam ter passado despercebidos”. Lídia Jorge celebrou o facto de a homenagem acontecer “ao fim da tarde, entre amigos”, na sua terra natal.

Foi, de resto, o amor e orgulho pelo lugar que a viu nascer que Lídia Jorge reafirmou durante o seu discurso. “Por natureza, e não por plano, nunca enjeitei o espaço da origem. Pelo contrário, fui somando à experiência primordial da infância, sucessivos círculos concêntricos que se foram alargando, pelas vivências geograficamente longínquas que a vida me tem proporcionado. A propósito desta fidelidade intrínseca, certa vez escrevi sobre este sentimento de pertença – Algarve, minha primeira pátria. O resto do mundo é apenas o seu deslumbrante prolongamento. E assim é. Por isso, Senhora Ministra, à Medalha de Mérito de âmbito nacional, que me atribui, eu devo acrescentar – Medalha de Mérito atribuída em Loulé, Algarve. Esta localização precisa não a restringe, aumenta-a”, declarou.

Esta homenagem pretendeu exaltar o percurso de 50 anos como uma voz fundamental na literatura portuguesa, focada na memória, condição humana e democracia. Para a Ministra Margarida Balseiro Lopes, a distinção, que celebra também o 80º aniversário da autora (no próximo dia 18 de junho, Lídia Jorge completa 80 anos de vida), reconhece o impacto internacional da sua obra e o seu contributo extraordinário para a cultura nacional.

A responsável da pasta da Cultura relevou o impacto de “O Dia dos Prodígios”, o primeiro livro editado pela autora, em 1980, “uma das obras mais marcantes da literatura portuguesa do pós-25 de Abril”, sublinhando a projeção internacional da escritora e o seu papel fundamental na interpretação da sociedade contemporânea.

“Do Prémio Ricardo Malheiros ao recente Prémio Pessoa, passando por importantes distinções internacionais, os reconhecimentos acumulados ao longo das décadas refletem não apenas a relevância da sua obra, mas também o lugar muito singular que conquistou na literatura contemporânea internacional. Contudo, mais do que os prémios ou as distinções, aquilo que permanece é a força de uma escrita que continua a dialogar com diferentes gerações de leitores – e a manter uma notável capacidade de interrogar o presente através da literatura.”, afirmou Margarida Balseiro Lopes.

Convocado para assumir o papel de “padrinho mais jovem” desta homenagem, o músico Dino D’Santiago subiu ao palco para dirigir palavras de profunda admiração e amizade à escritora. “Lídia Jorge nasceu a 18 de junho de 1946. O céu sorriu! Sorriu porque, de vez em quando, nasce alguém capaz de recordar à Humanidade aquilo que ela se esforça tanto por se esquecer: a sua própria Humanidade!”, afirmou o artista.

Lembrando as raízes da romancista em Boliqueime, “filha daqueles que conhecem o peso do sol sobre os ombros”, o músico destacou o legado único da autora: “Há pessoas que herdam propriedades, outras herdam apelidos, Lídia Jorge herdou uma coisa mais rara: o conhecimento profundo da condição humana”. Dino D’Santiago contextualizou ainda dia de nascimento da escritora com marcos históricos globais – a revolta contra o Colonialismo em Goa, a escolha da República em Itália que veio pôr termo à “sombra do Fascismo”, e a fundação do Banco Mundial -, associando o nascimento da autora aos valores da Democracia, Libertação e Construção.

“Num tempo em que tanto se escolhe o ruído, ela escolheu escutar”, enfatizou o cantor, concluindo que a obra de Lídia Jorge permanece viva porque “não nasce da ideologia, nasce da compaixão, uma forma superior de inteligência”. “Uma mulher de Boliqueime continua a lembrar-nos que escrever não é simplesmente o ato de organizar palavras, é sim recusar que a Humanidade desapareça”, sublinhou ainda.

Também Telmo Pinto, presidente do Município de Loulé, destacou a profunda ligação afetiva desta louletana a Boliqueime, lembrando “a cidadã que ama a sua terra”, e a sua genialidade em transpor histórias simples e a memória coletiva algarvia para uma dimensão universal.  “Nunca esqueceu as suas raízes e, mesmo quando escreve para o mundo, continua a escrever a partir daqui deste nosso Sul de luz”, lembrou. E notou ainda: “Ela leva-nos daqui para o mundo, mas também traz o mundo até nós”.

O autarca afirmou igualmente que Lídia Jorge é exemplo para as novas gerações, já que representa “a profundidade, o pensamento crítico, a integridade”. E, dirigindo-se aos jovens louletanos, disse ser ela “a prova viva de que é possível sair de uma pequena terra e chegar ao mundo, sem nunca deixar de pertencer a essa terra”. 

Durante a cerimónia, Telmo Pinto anunciou que a escritora será a patrona e a figura cimeira da candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura em 2028.

Num dia em que a Ministra esteve também num fórum, promovido pela tutela em Tavira, onde foi debatido o papel da cultura digital e o impacto das novas tecnologias, a escritora reiterou a sua convicção de que, perante o avanço da Inteligência Artificial, “a Literatura e a Poética representam, nos meios da Linguagem, o último porto seguro de resistência à robotização do pensamento, à artificialidade, à despersonalização e à homogeneização”.Para a autora, a preocupação tecnológica não deve alarmar os criadores: “Nenhuma máquina poderá rivalizar com a capacidade criativa que nós, os seres humanos, detemos, a capacidade de juntar o que nunca foi reunido antes, e a esse compositum novo, que se forma em cada um de nós se chama criação.”, reiterou a homenageada.

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G7: Lula vai cobrar ajuda ao desenvolvimento e nova governança global

Logo Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nos próximos dias para a cidade de Évian-les-Bains, na França, onde participará pela 10ª vez, como convidado, da Cúpula do G7, o fórum que reúne sete das maiores economias do planeta.

São membros plenos do grupo: Canadá, Estados Unidos (EUA), Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão. A União Europeia (UE) também participa como membro institucional.

Notícias relacionadas:

O encontro ocorre de 15 a 17 de junho. Além do Brasil, a cúpula do G7 convidou líderes de outros países importantes, como Índia, Quênia, Coreia do Sul e Egito.

O Itamaraty confirmou que Lula participará de três eventos. O primeiro, no dia 16, é uma sessão de líderes em que o presidente brasileiro discursará sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento. A expectativa é que Lula cobre a ampliação da Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD).

A chamada AOD, que no inglês é Official Development Assistance (ODA), refere-se a repasses financeiros realizados pelos países mais industrializados do mundo para promover o bem-estar e o desenvolvimento econômico de países em situação de mais vulnerabilidade.

"Esses valores de ODA caíram muito nos últimos anos e isso está gerando uma grande preocupação, especialmente nos países em desenvolvimento", explicou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (10).

Presidido pela França este ano, o G7 deve pactuar uma declaração conjunta propondo caminhos para o fortalecimento dessa ajuda internacional, que poderá incluir parcerias com setores privados.

Nova governança

No dia 17, em outra sessão de líderes, Lula vai abordar o tema do crescimento econômico equilibrado, ocasião em que falará com ênfase sobre a necessidade de reforma da governança global, especialmente instituições como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a própria Organização das Nações Unidas (ONU).

Na semana passada, durante reunião ministerial, Lula já havia antecipado a intenção de comparecer ao G7 com este objetivo.

"Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU", disse o presidente a seus ministros, reafirmando a defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança da ONU.

A manifestação de Lula ocorreu dias após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugerir a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país.

O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano pelo governo do norte-americano Donald Trump contra supostas "práticas desleais" do Brasil no comércio com os EUA. Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar "injustamente" empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o WhatsApp Pay.

Inteligência Artificial

Ainda no dia 17, a comitiva brasileira participará de um almoço que terá como tema central a Inteligência Artificial (IA). "Nós vamos é fazer uma exposição sobre o que a gente acha do assunto, as oportunidades e os riscos da inteligência artificial", observou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough.

A regulação da IA é pauta do Congresso Nacional brasileiro. A Câmara dos Deputados deve votar ainda este ano um projeto de lei sobre a questão. Oriundo do Senado, o texto estabelece princípios fundamentais para o desenvolvimento e uso de IA e define que a tecnologia deve ser transparente, segura, confiável, ética, livre de vieses discriminatórios, respeitando os direitos humanos e valores democráticos.

O projeto exige também que sejam contemplados o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a livre iniciativa e a livre concorrência. Além de enumerar os sistemas de IA considerados de alto risco, o projeto proíbe o desenvolvimento de alguns tipos de tecnologias de IA que causem danos à saúde, à segurança ou a outros direitos fundamentais.

Temas do G7

Apesar de o Brasil não participar diretamente das negociações dos textos dos G7, por não ser membro pleno, ele deverá opinar sobre alguns assuntos. A presidência francesa do G7 trabalha para obter consenso em sete documentos. O principal é justamente sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento, que envolve ajuda aos países mais vulneráveis.

O segundo texto trata sobre crescimento econômico equilibrado. A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital também está na pauta do G7, e o Brasil poderá falar da experiência de ter aprovado uma legislação considerada pioneira, o ECA Digital.

Os diplomatas dos países do G7 e de nações convidadas também se debruçam sobre textos que tratarão do combate ao narcotráfico, da luta contra o câncer, do enfrentamento ao contrabando de migrantes e sobre minerais críticos. Neste último caso, o Brasil é um dos interessados porque possui a segunda maior reserva de terras raras e minerais críticos do planeta.

"Do ponto de vista do Brasil, o mais importante é ter um olhar de desenvolvimento nessa questão de minerais críticos, fazer agregação de valor no local de extração", apontou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough.

G7: Lula vai cobrar ajuda ao desenvolvimento e nova governança global

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nos próximos dias para a cidade de Évian-les-Bains, na França, onde participará pela 10ª vez, como convidado, da Cúpula do G7, o fórum que reúne sete das maiores economias do planeta.

São membros plenos do grupo: Canadá, Estados Unidos (EUA), Reino Unido, França, Itália, Alemanha e Japão. A União Europeia (UE) também participa como membro institucional.

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O encontro ocorre de 15 a 17 de junho. Além do Brasil, a cúpula do G7 convidou líderes de outros países importantes, como Índia, Quênia, Coreia do Sul e Egito.

O Itamaraty confirmou que Lula participará de três eventos. O primeiro, no dia 16, é uma sessão de líderes em que o presidente brasileiro discursará sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento. A expectativa é que Lula cobre a ampliação da Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD).

A chamada AOD, que no inglês é Official Development Assistance (ODA), refere-se a repasses financeiros realizados pelos países mais industrializados do mundo para promover o bem-estar e o desenvolvimento econômico de países em situação de mais vulnerabilidade.

"Esses valores de ODA caíram muito nos últimos anos e isso está gerando uma grande preocupação, especialmente nos países em desenvolvimento", explicou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough, secretário de Assuntos Econômicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em entrevista a jornalistas nesta quarta-feira (10).

Presidido pela França este ano, o G7 deve pactuar uma declaração conjunta propondo caminhos para o fortalecimento dessa ajuda internacional, que poderá incluir parcerias com setores privados.

Nova governança

No dia 17, em outra sessão de líderes, Lula vai abordar o tema do crescimento econômico equilibrado, ocasião em que falará com ênfase sobre a necessidade de reforma da governança global, especialmente instituições como a Organização Mundial do Comércio (OMC) e a própria Organização das Nações Unidas (ONU).

Na semana passada, durante reunião ministerial, Lula já havia antecipado a intenção de comparecer ao G7 com este objetivo.

"Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU", disse o presidente a seus ministros, reafirmando a defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança da ONU.

A manifestação de Lula ocorreu dias após o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugerir a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país.

O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano pelo governo do norte-americano Donald Trump contra supostas "práticas desleais" do Brasil no comércio com os EUA. Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar "injustamente" empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o WhatsApp Pay.

Inteligência Artificial

Ainda no dia 17, a comitiva brasileira participará de um almoço que terá como tema central a Inteligência Artificial (IA). "Nós vamos é fazer uma exposição sobre o que a gente acha do assunto, as oportunidades e os riscos da inteligência artificial", observou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough.

A regulação da IA é pauta do Congresso Nacional brasileiro. A Câmara dos Deputados deve votar ainda este ano um projeto de lei sobre a questão. Oriundo do Senado, o texto estabelece princípios fundamentais para o desenvolvimento e uso de IA e define que a tecnologia deve ser transparente, segura, confiável, ética, livre de vieses discriminatórios, respeitando os direitos humanos e valores democráticos.

O projeto exige também que sejam contemplados o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a livre iniciativa e a livre concorrência. Além de enumerar os sistemas de IA considerados de alto risco, o projeto proíbe o desenvolvimento de alguns tipos de tecnologias de IA que causem danos à saúde, à segurança ou a outros direitos fundamentais.

Temas do G7

Apesar de o Brasil não participar diretamente das negociações dos textos dos G7, por não ser membro pleno, ele deverá opinar sobre alguns assuntos. A presidência francesa do G7 trabalha para obter consenso em sete documentos. O principal é justamente sobre parcerias internacionais para o desenvolvimento, que envolve ajuda aos países mais vulneráveis.

O segundo texto trata sobre crescimento econômico equilibrado. A proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital também está na pauta do G7, e o Brasil poderá falar da experiência de ter aprovado uma legislação considerada pioneira, o ECA Digital.

Os diplomatas dos países do G7 e de nações convidadas também se debruçam sobre textos que tratarão do combate ao narcotráfico, da luta contra o câncer, do enfrentamento ao contrabando de migrantes e sobre minerais críticos. Neste último caso, o Brasil é um dos interessados porque possui a segunda maior reserva de terras raras e minerais críticos do planeta.

"Do ponto de vista do Brasil, o mais importante é ter um olhar de desenvolvimento nessa questão de minerais críticos, fazer agregação de valor no local de extração", apontou o embaixador Philip Fox-Drummond Gough.

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