Un incendio en la localidad de Villanueva de los Castillejos (Huelva) ha cubierto con una densa nube de humo y cenizas el cielo de la ciudad andaluza y de otras localidades de la costa onubense, en un recorrido de oeste a este de la provincia. El fuego ha obligado al desalojo preventivo de unas 365 personas y al corte de la carretera A-495 entre San Bartolomé de la Torre y Villanueva de los Castillejos, a la altura del kilómetro 8 y 10,7. En la zona han llegado a trabajar 19 medios aéreos y más de 110 efectivos terrestres, entre autobombas, retenes y camiones, que se han doblado para afrontar las lucha contra las llamas durante la noche.
Nove feridos, dois graves e um ligeiro, após incêndio em habitação em Valbom. O alerta foi dado às 11h30, mas duas horas depois foi dado como resolvido. Origem do fogo não foi divulgada.
La sucesión de desastres naturales en forma de incendios o graves inundaciones ha llevado a UGT y CC OO a reclamar una ley unitaria de bomberos que coordine sus condiciones laborales y capacidades. Estos sindicatos han instado este lunes en una rueda de prensa conjunta a aprobar un marco normativo estatal que se pueda adecuar a las comunidades, competentes en estas materias, para agilizar y perfeccionar dispositivos esenciales en emergencias. Los sindicatos han denunciado que “España cuenta actualmente con más de 130 Servicios de Prevención, Extinción de Incendios y Salvamento (SPEIS) con importantes desigualdades en materia de organización, formación, recursos, condiciones laborales y tiempos de respuesta” y apelan a la responsabilidad política para que el Ejecutivo y los grupos parlamentarios aparquen diferencias “partidistas” y favorezcan a la ciudadanía en riesgo.
Vários concelhos dos distritos de Faro, Beja, Santarém, Leiria, Coimbra, Portalegre, Castelo Branco, Viseu, Guarda, Vila Real e Bragança apresentam perigo muito elevado de incêndio
O incêndio rural que deflagrou este domingo, dia 7 de junho, na zona do Monte da Negrita, em Santo Aleixo da Restauração, no concelho de Moura, está atualmente em fase de rescaldo, «mantendo-se no terreno um dispositivo operacional destinado a consolidar o rescaldo e a prevenir eventuais reacendimentos», informou hoje o Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura.
De acordo com a «avaliação provisória efetuada», o incêndio terá consumido «aproximadamente 700 hectares, afetando sobretudo áreas de pasto, mato e sobreiro», acrescentou.
Apesar da evolução favorável da situação, os trabalhos prosseguem no terreno até estarem garantidas todas as condições de segurança.
Nas operações de combate ao fogo estiveram ontem envolvidos cerca de 160 operacionais, apoiados por 30 veículos terrestres e seis meios aéreos.
De acordo com a «avaliação provisória efetuada», o incêndio terá consumido «aproximadamente 700 hectares, afetando sobretudo áreas de pasto, mato e sobreiro», acrescentou aquele
Por isso, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura expressou «o seu reconhecimento a todos os agentes de proteção civil envolvidos na resposta a esta ocorrência, cujo empenho e profissionalismo foram determinantes para o controlo do incêndio e para a proteção de pessoas, bens e património natural».
A Proteção Civil de Moura salientou que «continuará a acompanhar a evolução da situação, prestando informação sempre que se justifique».
O interior e sul do país concentram um risco muito elevado de incêndio até ao fim de semana, pelo menos, diz IPMA. Distritos de Faro, Portalegre, Santarém, Castelo Branco e Bragança têm maior perigo.
A previsão aponta ainda para uma pequena descida de temperatura no interior e uma subida da temperatura máxima no sotavento algarvio
El monte nos come. Es una frase que resuena en las zonas de montaña de León, alrededor de las reservas de la biosfera de Omaña y Luna y Alto Bernesga. Es la descripción física de cómo el matorral avanza sobre los pastos que durante siglos alimentaron y proveyeron de recursos a las familias que habitaban estas zonas rurales. Pero detrás de este avance del matorral (arbustos y matas bajas) no hay solo un triunfo de la naturaleza, también éxodo rural, políticas de abandono y trabas al sector ganadero de montaña. Es hora de cambiar el paradigma: si queremos un futuro para la ganadería de montaña y las zonas rurales que mantiene vivas, debemos pasar del miedo a ser devorados a “comernos el monte”.
O Audi elétrico que tinha ardido, a meio da tarde deste sábado, na Póvoa de Lanhoso, voltou a incendiar-se, também na Estrada Nacional 103 (EN103) e igualmente na Póvoa de Lanhoso, ao final da tarde, quando estava a ser rebocado em direção a Braga.
O automóvel, totalmente elétrico, da marca e modelo Audi E-TRON GT, estando equiparado a um Porsche Panamera, já tinha incendiado cerca das 15h55, em Frades, na Póvoa de Lanhoso, tendo voltado a incendiar-se, em Covelas, na Póvoa de Lanhoso.
Apesar de ter sido totalmente extinto, o incêndio rodoviário, pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, o automóvel elétrico, cerca das 18h20, voltou a incendiar-se, na zona da Rita, em Covelas, ficando, então aí, sim, completamente incinerado.
O veículo estava a ser rebocado, para a cidade de Braga, quando inesperadamente, apesar de ter sido apagado o primeiro fogo, voltou a arder, tendo o motorista daquele reboque, por razões de segurança, largado imediatamente o automóvel para a EN103.
Um automóvel de marca e modelo Audi ardeu totalmente a meio da tarde deste sábado, na Estrada nacional (EN103), entre Vieira do Minho e Póvoa de Lanhoso, não havendo danos pessoais, mas o trânsito ainda está muito condicionado naquela via.
Foto: Ivo Borges / O MINHOFoto: Ivo Borges / O MINHOFoto: BV Póvoa de Lanhoso
O sinistro irrompeu cerca de cinco minutos antes das 16 horas, na localidade de Frades, da União das Freguesias de Calvos e de Frades, no concelho da Póvoa de Lanhoso, por razões que ainda são indeterminadas, no sentido entre Igreja Nova e Frades.
A ocorrência foi resolvida pelos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, com o recurso a 16 operacionais e seis veículos, e foi registada pela GNR da Póvoa de Lanhoso, que participou nas operações e manteve a segurança naquele troço da EN103.
A Câmara de Braga apresentou hoje o Dispositivo Municipal de Vigilância e 1.ª Intervenção, uma iniciativa que “reforça a capacidade operacional no terreno para 2026” no combate aos incêndios.
Em comunicado, a autarquia sublinha que esta iniciativa coloca o “foco no envolvimento direto da comunidade”.
O plano reuniu forças de segurança, proteção civil e parceiros, incluindo as Unidades Locais de Proteção Civil (ULPC) de Este, Sobreposta, Pedralva e Lomar e Arcos, cujos operacionais, juntamente com a Equipa Municipal de Intervenção Florestal (EMIF), receberam novos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), num investimento superior a 35 mil euros, cofinanciado pelo NORTE 2030.
Foto: CM BragaFoto: CM BragaFoto: CM Braga
O dispositivo para 2026 conta com 56 operacionais e 19 viaturas na vigilância, e 229 operacionais apoiados por 24 viaturas na 1.ª intervenção (mais sete do que no ano anterior), “reforçando a capacidade de resposta no terreno”.
O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, sublinhou que a proteção civil no concelho tem vindo a consolidar-se como um “trabalho cada vez mais integrado entre as entidades e a comunidade”.
O autarca destacou a “importância de uma cultura de prevenção partilhada e construída desde tenra idade, garantindo que os serviços municipais e os operacionais estão hoje mais preparados, qualificados e mobilizados do que nunca, fruto de um forte investimento em mais meios, mais recursos e mais formação”.
No plano das infraestruturas e da estratégia de combate no terreno, João Rodrigues detalhou ainda a criação de um novo ponto de água em Oliveira São Pedro e a preparação de outro em Arentim, infraestruturas cruciais para “reforçar a capacidade de resposta imediata no combate a incêndios rurais”.
Em representação das ULPC, a presidente da Junta de Freguesia de Sobreposta, Elizabete Silva, tomou a palavra para sublinhar que a criação destes mecanismos locais é “fundamental”, uma vez que permite desenvolver um trabalho de muito maior proximidade com as populações, garantindo que o alerta e a primeira intervenção acontecem de forma rápida e integrada no território.
Já o vice-presidente da Câmara de Braga, Altino Bessa, destacou que Braga registou a menor área ardida em incêndios rurais desde que há registo, sublinhando que este resultado “histórico reflete precisamente esse salto qualitativo na prevenção e o trabalho conjunto e articulado entre todos os agentes envolvidos”.
A fechar a apresentação, João Rodrigues deixou um forte apelo à população para a adoção de comportamentos seguros, reforçando a importância da vigilância ativa e do contacto imediato com o 112 em situações de risco.
Citado em comunicado, o autarca relembrou a necessidade de “evitar totalmente as queimas de sobrantes agrícolas e florestais”, apontando como alternativa gratuita o biotriturador do projeto “Cuidar Braga”, disponível através do Serviço Municipal de Proteção Civil e das respetivas juntas de freguesia.