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Acordo entre EUA e Irã pode ser assinado neste fim de semana; entenda

13 June 2026 at 08:00

Autoridades dos EUA e do Irã afirmaram na sexta-feira (12) que um memorando de entendimento para encerrar o atual conflito está próximo de ser concluído, aumentando a expectativa de que o documento seja assinado nos próximos dias.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o acordo “nunca esteve tão próximo” e disse que o memorando poderá ser assinado remotamente após a conclusão das negociações finais.

Segundo autoridades americanas e iranianas, o documento serviria como uma etapa preliminar para um acordo mais amplo e abriria um período de 60 dias de negociações técnicas entre os dois países.

Entenda os pontos do acordo

De acordo com uma autoridade do governo dos Estados Unidos, o memorando inclui:

  • Reabertura do Estreito de Ormuz;
  • Fim do bloqueio americano aos portos iranianos;
  • Desmantelamento do programa nuclear iraniano;
  • Transferência do material nuclear enriquecido do Irã para os Estados Unidos, onde seria destruído;
  • Possível alívio gradual das sanções econômicas impostas a Teerã.

O governo americano afirma que qualquer benefício econômico só seria concedido após o cumprimento das obrigações por parte do Irã.

“Os iranianos não recebem nada no momento da assinatura”, afirmou uma autoridade americana. Segundo a fonte, cada etapa cumprida pelo regime iraniano resultaria em contrapartidas econômicas específicas.

Divergências

Apesar do avanço das negociações, Washington e Teerã seguem apresentando versões distintas sobre os termos do entendimento.

Enquanto os Estados Unidos destacam concessões iranianas relacionadas ao programa nuclear, o governo iraniano tem enfatizado pontos como o alívio das sanções, o respeito à soberania do país e o encerramento dos conflitos regionais.

Araghchi afirmou que o memorando incluirá não apenas questões nucleares e econômicas, mas também uma solução para os confrontos no Líbano e em “todas as outras frentes” do conflito regional.

O chanceler iraniano também declarou que o Irã está preparado para retomar a guerra caso os termos negociados não sejam cumpridos.

Israel mantém posição

Em meio às negociações, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país não pretende se retirar das áreas que ocupa no Líbano, na Síria e em Gaza.

Segundo Katz, Israel continuará atuando contra ameaças ligadas ao Irã e aos grupos armados apoiados por Teerã na região.

Tensão em Ormuz

No fim da noite de sexta-feira, o CENTCOM (Comando Central dos EUA) informou ter interceptado diversos drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz.

Segundo os militares americanos, as aeronaves buscavam interromper o tráfego marítimo comercial na região. O CENTCOM afirmou que todos os drones foram abatidos e que a navegação no corredor marítimo segue sem restrições.

(Com informações de Kevin Liptak, Sophia Saifi, Mitchell McCluskey, Alayna Treene, Oren Liebermann e Michael Williams, da CNN)

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

EUA abatem drones iranianos perto do Estreito de Ormuz, diz Exército

13 June 2026 at 03:28

O CENTCOM (Comando Central dos EUA) anunciou na noite desta sexta-feira (12) que as forças armadas americanas abateram vários drones iranianos de ataque unidirecional perto do Estreito de Ormuz.

O Irã lançou diversos drones de ataque que buscavam interromper o tráfego marítimo comercial próximo ao estreito, informou o CENTCOM em uma publicação no Facebook.

Os militares americanos afirmaram que suas forças “abateram todos eles nas últimas horas, enquanto o fluxo de tráfego pelo estreito continua sem impedimentos”.

“O corredor comercial internacional permanece aberto para trânsito”, afirmou o CENTCOM.

Possível acordo

A movimentação acontece em meio a especulações de um possível memorando de entendimento entre os EUA e o Irã.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou mais cedo nesta sexta-feira que o acordo pdoerá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias.

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Irã diz que declaração conjunta com Omã sobre Ormuz será divulgada em breve

12 June 2026 at 22:10

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou na noite desta sexta-feira (12) que uma declaração conjunta com Omã sobre o futuro controle do Estreito de Ormuz deve ser divulgada “em breve”.

Araghchi disse à televisão estatal iraniana que a declaração será divulgada em conjunto com o governo omanita, segundo a agência de notícias semioficial ISNA. O Estreito de Ormuz está situado entre o território de ambas as nações.

Os comentários surgem em meio a rumores de que um suposto acordo entre os EUA e o Irã estaria sendo finalizado, com sua assinatura prevista para os próximos dias.

Autoridades americanas destacaram vários pontos do memorando de entendimento, incluindo a reabertura completa do estreito e o levantamento do bloqueio americano aos portos iranianos ao longo do estreito.

Acordo aborda o Estreito de Ormuz

Araghchi disse que o memorando abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o chanceler.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

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Memorando com EUA pode ser assinado remotamente nos próximos dias, diz Irã

12 June 2026 at 21:53

Um memorando de entendimento entre os EUA e o Irã poderá ser assinado remotamente por ambas as partes nos próximos dias, afirmou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, em pronunciamento na televisão estatal nesta sexta-feira (12).

O documento será assinado e anunciado após as etapas finais das negociações, disse Araghchi.

O chanceler iraniano também afirmou que o documento deve abordar diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz.

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi .

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Irã diz que acordo aborda Estreito de Ormuz e conflito no Líbano

12 June 2026 at 21:01

O memorando de entendimento entre os EUA e o Irã abordará diversas questões, incluindo o programa nuclear do regime, o alívio das sanções e o bloqueio do Estreito de Ormuz, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, nesta sexta-feira (12).

O acordo, que ainda não foi assinado, inclui uma resolução para o conflito no Líbano “e em todas as outras frentes”, disse Araghchi à televisão estatal iraniana.

O memorando também abordará outras fontes de tensão na relação entre Washington e Teerã, incluindo uma declaração escrita dos EUA afirmando que “respeitam a soberania do Irã”, disse o ministro das Relações Exteriores.

“As ameaças devem parar e o povo iraniano deve ser tratado com respeito”, afirmou.

Araghchi acrescentou que o Irã está pronto para retornar à guerra se os EUA escolherem esse caminho.

“Se os termos do memorando de entendimento não forem cumpridos, o acordo final não será assinado”, disse ele.

Mais cedo, o chanceler iraniano disse que a assinatura do documento “nunca esteve tão próxima”.

Ele também alertou que, até que o acordo seja finalizado, “a mídia deve se abster de especular sobre seu conteúdo”.

“Em consonância com nossa abordagem responsável e transparente, todos os detalhes serão compartilhados com o público oportunamente”, escreveu o chanceler no X.

presidente dos EUA, Donald Trump, republicou a postagem de Araghchi na Truth Social, em meio às declarações de que o entendimento entre os dois países está próximo.

Mais cedo, Trump criticou o regime iraniano após o que considerou descrições imprecisas da proposta terem aparecido na mídia estatal do país.

Entenda os pontos do acordo

Uma autoridade do governo dos Estados Unidos detalhou vários pontos do acordo em negociação com o Irã, apresentando o documento como capaz de cumprir os objetivos do presidente Donald Trump nas tratativas.

Entre os pontos do esboço do acordo estão:

  • A reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos.
  • O desmantelamento do programa nuclear iraniano, incluindo a transferência para os Estados Unidos do material enriquecido do Irã, que, segundo a autoridade, seria destruído no local e depois retirado do país.
  • O Irã seria “aliviado de grande parte das pressões econômicas às quais esteve submetido por muitos e muitos anos”, caso cumpra as disposições do acordo. “Esses benefícios só serão concedidos se eles realmente cumprirem o que foi acordado”, afirmou o funcionário.

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Pakistan: ‘Final, agreed upon text’ of deal to end Iran war reached

12 June 2026 at 18:20
The prime minister of Pakistan said Friday the U.S. and Iran reached an agreement on a peace framework to end the more than 100-day war. The country has been leading the mediation efforts between the two sides to bring the Middle East hostilities to an end and reopen the Strait of Hormuz. The effective closure…

Pakistan: ‘Final, agreed upon text’ of deal to end Iran war reached

12 June 2026 at 18:20
The prime minister of Pakistan said Friday the U.S. and Iran reached an agreement on a peace framework to end the more than 100-day war. The country has been leading the mediation efforts between the two sides to bring the Middle East hostilities to an end and reopen the Strait of Hormuz. The effective closure…

Vance: Iran will get no cash from deal with US

12 June 2026 at 17:39
The Trump administration is pushing back against reported details regarding the proposed deal with Iran, with Vice President Vance insisting Tehran would not be “receiving any cash” under the agreement. Vance on Friday morning reupped President Trump’s dismissal of details leaked by Tehran about a possible memorandum of understanding between the two sides.  “I’m seeing…

Vance: Iran will get no cash from deal with US

12 June 2026 at 17:39
The Trump administration is pushing back against reported details regarding the proposed deal with Iran, with Vice President Vance insisting Tehran would not be “receiving any cash” under the agreement. Vance on Friday morning reupped President Trump’s dismissal of details leaked by Tehran about a possible memorandum of understanding between the two sides.  “I’m seeing…

Trump dismisses ‘fake’ leaked Iran deal terms

12 June 2026 at 16:28
President Trump on Friday discredited details of a new U.S.-Iran peace deal that Tehran shared with various news organizations. “The terms that Iran leaked out to the Fake News have NOTHING to do with the terms that were agreed to, in writing,” Trump wrote in a Truth Social post.  “What they said, including their weak…

Trump dismisses ‘fake’ leaked Iran deal terms

12 June 2026 at 16:28
President Trump on Friday discredited details of a new U.S.-Iran peace deal that Tehran shared with various news organizations. “The terms that Iran leaked out to the Fake News have NOTHING to do with the terms that were agreed to, in writing,” Trump wrote in a Truth Social post.  “What they said, including their weak…

Petróleo cai abaixo de US$ 90 com alívio na guerra do Oriente Médio

12 June 2026 at 15:49

Os preços do petróleo operam em queda nesta sexta-feira (12), atingindo o nível mais baixo em quase dois meses, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, cancelou novos ataques contra o Irã, diminuindo os temores de uma escalada das hostilidades após os ataques recíprocos ocorridos no início da semana.

Por volta das 11h30, o petróleo WTI, referência nos EUA, caía 1,7%, cerca de US$ 86 o barril.

No mesmo horário, o petróleo Brent recuavam 1,5%, para cerca de US$ 88 por barril.

Ambos os contratos atingiram seu nível mais baixo desde 17 de abril.

Um memorando entre os Estados Unidos e o Irã para pôr fim à guerra no Golfo poderia ser assinado já no domingo, disse uma fonte ocidental à Reuters nesta sexta-feira, com Genebra surgindo como o local mais provável.

Trump cancelou os ataques na quinta-feira, enquanto a agência de notícias iraniana Mehr informou que as negociações finais sobre um memorando de entendimento com os EUA se concentrariam em questões nucleares e econômicas, mas excluiriam discussões sobre o programa de mísseis do Irã.

Enquanto isso, a agência de notícias iraniana IRNA informou que as negociações nucleares ocorreriam dentro de um período de 60 dias após a assinatura do memorando de entendimento.

*Com informações da Reuters 

Dai semiconduttori all’Africa. Tutte le intese tra Roma e Seul

12 June 2026 at 15:38

Non solo Indopacifico e Hormuz, ma anche capisaldi della geopolitica futura come chip, IA e spazio con nel mezzo il piano d’azione strategico 2026-2030. Ricco il paniere di temi fra Italia e Repubblica di Corea: il vertice di oggi a Villa Doria Pamphilj tra Giorgia Meloni e Lee Jae Myung ha decretato una svolta fra Roma e Seul. Il bilaterale, la cerimonia di scambio degli accordi e il forum imprenditoriale di alto livello, con la partecipazione di una qualificata delegazione di aziende coreane e italiane, racconta di un’accelerazione oggettiva impressa alle relazioni fra i due Paesi.

Si tratta del terzo incontro tra il presidente Meloni e il presidente Lee in meno di un anno (dopo quelli del 19 gennaio 2026 a Seul e del 24 settembre 2025 a margine dell’Assemblea generale delle Nazioni Unite a New York) che punta forte sulla collaborazione bilaterale in ambito politico, economico, scientifico-tecnologico, culturale e nel campo della sicurezza e difesa. Quattro gli accordi siglati nel settore della cooperazione allo sviluppo, nel campo delle scienze, delle tecnologie avanzate e delle tecnologie dell’informazione e comunicazione, nella collaborazione nel campo dell’economia sociale e solidale e nel settore delle micro, piccole e medie imprese.

La delegazione italiana è stata composta dai ministri Tajani, Bernini; dai viceministri Valentini e Bellucci. Per la Repubblica di Corea presenti il vice primo ministro e ministro della Scienza e delle Tecnologie dell’Informazione, Bae Kyung Hoon; il ministro dell’interno e della sicurezza, Yun Ho-Jung; il vice ministro delle PMI e delle Start-Up, Yong-Seok Roh. La visita di Stato in Italia di Lee, che l’11 giugno è stato ricevuto al Quirinale dal presidente della Repubblica Sergio Mattarella, si inserisce all’interno dell’ampia missione del leader sudcoreano in Europa, che ha visto il 10 giugno Lee partecipare al Vertice Ue-Corea a Bruxelles.

Il Paese è caratterizzato da un interscambio commerciale con l’Italia da circa 11 miliardi di euro, rendendolo il primo mercato asiatico per l’export italiano in termini pro capite. In cima al dialogo tra i due leader ci sono stati i semiconduttori, settore nel quale la Corea è uno dei leader mondiali, senza dimenticare anche la cooperazione industriale in settori nevralgici come spazio, automotive ed energia. Nel corso del loro incontro il presidente del Consiglio e il presidente della Repubblica di Corea hanno deciso di elevare le relazioni tra le due Nazioni al livello di Partenariato Strategico Speciale e hanno concordato il Piano d’azione strategico per il periodo 2026-2030.

Si tratta di un impegno per rafforzare la cooperazione economica, promuovendo le opportunità di investimento tra i rispettivi settori privati. Verrà creato, per questa ragione, un comitato di coordinamento congiunto per i semiconduttori, le materie prime critiche e la produzione automobilistica, sulla base del Memorandum d’intesa sulla cooperazione industriale firmato il 9 novembre 2023 tra il ministero delle Imprese e del Made in Italy della Repubblica Italiana e il ministero del Commercio, dell’Industria e dell’Energia della Repubblica di Corea. Inoltre verrà data un’accelerata all’attuazione dell’accordo di libero scambio Ue-Repubblica di Corea per massimizzare le opportunità derivanti dall’accordo Ue-Repubblica di Corea sul commercio digitale e verrà consentito ai rispettivi settori privati di cogliere le opportunità comuni nei mercati terzi, inclusa l’Africa.

In questo senso saranno preziose le sinergie tra il Piano Mattei per l’Africa e le iniziative attuate dalla Korea International Cooperation Agency (KOICA) per promuovere la crescita, la prosperità e la creazione di posti di lavoro in Africa. In grande evidenza anche il XIV Programma Esecutivo sulla cooperazione scientifica e tecnologica per il periodo 2026-2028, attraverso progetti congiunti in aree di ricerca prioritarie quali: scienze ambientali e transizione energetica; fisica e scienza quantistica; materiali avanzati e nanotecnologie; patrimonio culturale; intelligenza artificiale in medicina e biotecnologia. Un’alleanza che spazierà anche alla cultura, al turismo, alla sicurezza e alla difesa.

Non solo accordi, anche l’attualità della geopolitica è stata inevitabilmente attenzionata dai leader: lo scambio di vedute è stato “sui principali dossier internazionali, riaffermando il comune impegno per la stabilità e la prosperità dell’Indopacifico e l’intenzione condivisa di contribuire agli sforzi in corso per riaprire lo Stretto di Hormuz”.

Schiff: Trump ‘telling falsehood after falsehood’ about war in Iran

12 June 2026 at 14:49
Sen. Adam Schiff (D-Calif.) said Thursday evening that President Trump’s account of the state of negotiations to end the Iran war “lacks a lot of credibility.”  Trump earlier in the day threatened ramped-up strikes on Tehran but later canceled them with a promise that Iran’s supreme leader had approved a deal to reopen the Strait…

Schiff: Trump ‘telling falsehood after falsehood’ about war in Iran

12 June 2026 at 14:49
Sen. Adam Schiff (D-Calif.) said Thursday evening that President Trump’s account of the state of negotiations to end the Iran war “lacks a lot of credibility.”  Trump earlier in the day threatened ramped-up strikes on Tehran but later canceled them with a promise that Iran’s supreme leader had approved a deal to reopen the Strait…

Tucker Carlson: Trump ‘overselling’ Iran war like ‘all-you-can-eat buffet in Atlantic City’

12 June 2026 at 13:54
Conservative pundit Tucker Carlson took a swipe at President Trump over the way he is “selling” the ongoing military operation with Iran to the American people. “As of right now, Iran controls the Strait of Hormuz. It did not when this war began. Now it does,” Carlson said on a recent episode of his podcast…

Tucker Carlson: Trump ‘overselling’ Iran war like ‘all-you-can-eat buffet in Atlantic City’

12 June 2026 at 13:54
Conservative pundit Tucker Carlson took a swipe at President Trump over the way he is “selling” the ongoing military operation with Iran to the American people. “As of right now, Iran controls the Strait of Hormuz. It did not when this war began. Now it does,” Carlson said on a recent episode of his podcast…

Battle of the missiles – The Apache scam

By: A A
12 June 2026 at 14:01

By Larry C. JOHNSON

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A truly bizarre series of events off the coast of Iran today that in my opinion were entirely provoked, if not staged, by the US. It started with multiple news reports that a US Army Apache helicopter had been shot down in the Persian Gulf but the two pilots emerged unscathed. What the hell was an Apache helicopter doing?

The AH-64 Apache is a twin-engine attack helicopter primarily designed for anti-armor warfare, close air support, and armed reconnaissance. Apparently it was conducting reconnaissance. The US claims that Iran shot it down, but Iran insists it did no such thing.

I am bothered by the claim it was shot down… If the rocket or bullets had hit the cockpit or damaged the main rotor, the craft would have plunged into the water and the pilots would not have survived. So what happened? Was one of the twin engines damaged but still able to function? Was the rear rotor damaged? Those are the only two scenarios I can imagine that would not have caused a catastrophic crash. Once the helo landed in the water, the pilots had to open the canopy and jump into the water. Hopefully the main rotor — assuming it was intact when the copter hit the water — shattered on impact. Otherwise, the pilots would have been shredded trying to escape.

Coincidentally with this crash, the NY Times published a story, written by David Sanger, discussing the state of US and Iranian negotiations over Iran’s nuclear program. Sanger wrote:

In the days before the latest flare-ups of violence in the Middle East, President Trump’s aides were negotiating with Tehran on four major elements of a nuclear agreement that U.S. officials contend would grind the program to a halt for 15 years or so. . . .

According to the officials and diplomats, here are the four major points of negotiation on a nuclear agreement between the United States and Iran:

1. A lengthy suspension of uranium enrichment

The United States has demanded for months that Iran agree to conduct no uranium enrichment for at least 20 years. The Iranians have countered by offering a 10-year halt, but American officials believe they will settle for 15 years.

2. Iran’s current stockpile of enriched uranium is diluted, or “downblended”

The United States would work with the International Atomic Energy Agency, the U.N. inspection body, to dilute, or “downblend,” Iran’s stockpile of enriched uranium, according to two American officials familiar with the negotiations. American officials envision an active role in handling the nuclear material, something Iran has always forbidden. Iranian officials say the United States would serve only as an observer. . . .

3. Iran dismantles its nuclear sites

The United States has demanded that Iran dismantle its three major nuclear sites at Natanz, Fordo and Isfahan. The United States struck all three in Operation Midnight Hammer nearly a year ago, severely damaging them. Iran has discussed dismantling two facilities but insists on leaving one open, in part to demonstrate it has not surrendered what it views as a “right to enrich.”. . .

4. Iran agrees to “snap” inspections

The United States wants international inspectors to be able to conduct “snap” inspections, anytime and anyplace inside Iran. It is not clear if the Iranian government will agree. As a practical matter, many of the suspect nuclear sites are inside Revolutionary Guards military bases, where inspectors have frequently been barred at the gates.

This summary represents the US position. I doubt the Iranians will agree to an end to all enrichment… They will likely insist on retaining the right to enrich up to 20% for medical isotopes. Dismantling Iranian nuclear sites is a non-starter. The IRGC will simply not accept such a condition. I think Iran will be willing to “downblend” the 60% enriched uranium it currently possesses but that will come with a price tag: immediate lifting of sanctions and the return of frozen assets. What about “Snap” Inspections? That will depend on the composition of the international inspectors. Iran has already been burned by the IAEA inspectors who reportedly collected intelligence on Iranian nuclear scientists and passed that information to Israeli and Western intelligence agencies. That information was used in June 2025 and in the current war to assassinate Iranian scientists.

While Pakistani sources who have access to the status and substance of the negotiations remain optimistic that a deal will be struck, I remain very skeptical. Beyond the nuclear items — which Iran says it refuses to discuss until the US lifts its blockade and there is a genuine ceasefire, which includes Lebanon and Gaza — I do not believe that Iran is going to compromise on its demands: lift sanctions, release frozen assets and recognize its joint-control over the Strait of Hormuz with Oman.

I think that today’s US attack on Iran was an effort to scuttle the negotiations. While Iran struck back hard at targets in Bahrain, Kuwait, Jordan and Kurdish controlled territory in northern Iraq, it limited its retaliation. Iran apparently still believes that there is a viable accord that will end the war, not only the attacks on Iran, but also bring security to Lebanon and Gaza. The onus is on Donald Trump to force Israel to accept the terms. That has the Zionists very nervous, which explains why they are spying on Trump’s negotiators.

I think the negotiations will fail — I hope I am proven wrong — because I do not believe Donald Trump will be willing to accept the concessions demanded by Iran. We will know more by close of business Wednesday.

Original article:  sonar21.com

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