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Freguesias e escolas “marcharam” pela Avenida (galeria de fotos)

13 June 2026 at 14:19

VTM

 

1 de 21
Marchas 2026 Agrupamento Morgado Mateus EN (1)
Agrupamento de Escolas Morgado Mateus
Marchas 2026 Agrupamento Diogo Cão EN (1)
Agrupamento de Escolas Diogo Cão
Marchas 2026 Torgueda EN (47)
Torgueda
Marchas 2026 Vila Marim EN (16)
Vila Marim
Marchas 2026 Folhadela EN (20)
Folhadela
Marchas 2026 Campeã EN (47)
Campeã
Marchas 2026 Adoufe e Vilarinho da Samardã EN (30)
Adoufe e Vilarinho da Samardã
Marchas 2026 Nogueira e Ermida EN (36)
Nogueira e Ermida
Marchas 2026 Mondrões EN (2)
Mondrões
Marchas 2026 Arroios EN (42)
Arroios
Marchas 2026 Guiães EN (62)
Guiães
Marchas 2026 Borbela e Lamas de Olo EN (22)
Borbela e Lamas de Olo
Marchas 2026 Mateus EN (7)
Mateus
Marchas 2026 São Tomé do Castelo e Justes EN (6)
São Tomé do Castelo e Justes
Marchas 2026 Lordelo EN (51)
Lordelo
Marchas 2026 Abaças EN (12)
Abaças
Marchas 2026 Constantim e Vale de Nogueiras EN (13)
Constantim e Vale de Nogueiras
Marchas 2026 Andrães EN (25)
Andrães
Marchas 2026 Parada de Cunhos EN (27)
Parada de Cunhos
Marchas 2026 Mouçós e Lamares EN (21)
Mouçós e Lamares
Marchas 2026 Vila Real EN (42)
Vila Real

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Vila Real e Bragança em alerta por perigo máximo de incêndio

By: LUSA
13 June 2026 at 13:45

VTM

Os concelhos que estão em perigo máximo pertencem aos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.

Vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Lisboa, Beja e Faro apresentam hoje perigo muito elevado e elevado de incêndio.

O perigo de incêndio rural vai manter-se máximo e muito elevado pelo menos até domingo devido ao tempo quente.

Este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.

Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.

Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.

Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.

Portugal continental regista temperaturas elevadas com valores da temperatura máxima a variar entre os 23 graus Celsius em Sagres e os 37 graus em Évora.

O IPMA prevê para hoje céu pouco nublado, com aumento de nebulosidade no interior Norte e Centro durante a tarde, com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoada.

Prevê ainda uma pequena descida da temperatura máxima na região Sul e no litoral Norte e Centro.

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Pedalada solidária mobiliza comunidade e angaria mais de mil euros para associação

12 June 2026 at 18:11

VTM

Integrada no Roadshow Nacional Territórios Sustentáveis, a atividade foi promovida pela Plataforma de Incubadoras para o Desenvolvimento Sustentável, em parceria com a Fundação EDP, o IES – Social Business School e a DOURIIS – Incubadora de Inovação Social. O objetivo passou por transformar cada quilómetro pedalado em apoio financeiro para a associação Germinar Caminhos.

Ricardo Narciso, da DOURIIS, destacou a forte adesão da comunidade à iniciativa. “Conseguimos reunir aqui cerca de 100 pessoas para pedalar. Esta pedalada consiste em que, por cada quilómetro pedalado, a Fundação EDP doe um euro a uma associação. Neste caso, a beneficiária é a Germinar Caminhos, uma associação que iniciou o seu percurso com a nossa incubadora”, explicou.

O responsável adiantou ainda que a participação ultrapassou as expectativas iniciais. “Pelo número de inscrições já prevíamos uma boa adesão, mas muitas pessoas que não se inscreveram também compareceram”, afirmou.

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Luís Ramos assume liderança da Agência para o PTRR

11 June 2026 at 21:15

VTM

O anúncio foi feito após a reunião do Conselho de Ministros, onde se discutiu a criação da Agência para o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. Este plano, com uma duração de nove anos, visa responder às inundações e tempestades que afetaram o país no início de 2026, além de aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional.

O ministro Leitão Amaro reconheceu que existe uma “dimensão de sobreposição” entre a nova Agência e a Estrutura de Missão para a reconstrução da região Centro, mas esclareceu que as funções de cada organismo são distintas. O PTRR inclui um pilar de reconstrução, mas também se foca na prevenção e resiliência das infraestruturas.

Leitão Amaro afirmou que a missão da Agência para o PTRR, sob a liderança de Luís Leite Ramos até 2034, é acompanhar “num nível mais macro o grau de execução” do plano. A Agência também terá a responsabilidade de receber relatórios da Estrutura de Missão para a região Centro e comunicar os resultados ao país de forma agregada.

O ministro elogiou Luís Leite Ramos, descrevendo-o como “um reputado académico com responsabilidades muito reconhecidas” e destacou a sua experiência na interação com diversas entidades públicas, essencial para o sucesso do PTRR. A capacidade de mobilizar a sociedade e a administração pública será crucial para a implementação eficaz do plano.

A criação da Agência para o PTRR representa um passo significativo na resposta do Governo às catástrofes naturais e na preparação para futuros desafios climáticos, com um investimento substancial destinado a garantir a segurança e a resiliência das infraestruturas em Portugal.

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Maria Antónia – Uma Mulher exemplar (2)

VTM

No ano rotário de 2004-2005, ano em que Rotary fez 100 de existência, mereci a confiança da maioria dos membros do meu clube e fui eleito presidente do clube. Tal facto colocou em mim uma responsabilidade muito grande. A Maria Antónia como cônjuge desenvolveu uma atividade muito notável. Com peças de linho caseiro que tinha em casa, quase todas feitas por ela, levou a cabo vários leilões com a finalidade de arranjar receitas para desenvolver os projetos que eu e ela tínhamos no nosso programa de atividades para esse ano. Os seus “paninhos de linho” ganharam fama e proporcionaram receitas consideráveis.

Das várias iniciativas que levou a cabo, destacarei algumas.

A entrega de uma grua médica à APPC – Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral, de Vila Real, para transporte de utentes.

Ajudas às Conferências de São Vicente de Paulo, da Sé e da Nossa Senhora da Conceição, em vários dos seus projetos.

Participou num Subsídio Equivalente patrocinado pelo Rotary Club de Vila Real, no ano em que fui presidente. Este projeto foi apoiado pela Fundação Rotária de Rotary Internacional e teve como parceiro o Rotary Club de Mairiporã, São Paulo, Brasil. Consistiu na compra de fraldas e equipamento didático para a Escola-Creche, chamada de Menina-Ulda, com 70 crianças, na faixa etária dos 6 meses aos 7 anos. A maior parte destas crianças viviam em casebres na favela de Francisco da Rocha, arredores de São Paulo.

A creche servia o pequeno almoço, o almoço e a merenda às crianças.

Com estas ajudas as mães das crianças podiam ter o seu emprego e o respetivo salário, o que era muito importante para estas famílias.

Na XXVII Conferência Distrital, 2009-2010, que teve como tema, “Educação e Cooperação: o Futuro de Rotary”, a Maria Antónia teve uma atividade muito importante na condição de Cônjuge do Governador do Distrito, que teve lugar na UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro onde eu era professor.

Nessa condição ela dinamizou várias reuniões com os cônjuges dos rotários dos vários clubes do Distrito Rotário 1970.

Deixo aqui parte de um excerto que a Maria António escreveu na Carta do Governador do mês de agosto de 2009: é muito reconfortante para mim, ver o entusiasmo com que os cônjuges dos nossos clubes abraçam os meus projetos e como se propõem ajudar-me a concretizá-los. Penso que todas(os) juntas(os) conseguiremos levar o barco a bom termo e sentirmos a consciência do dever cumprido. As amizades que farei durante este ano serão, para mim, uma dádiva de Deus para toda a vida. Muito obrigada. O Futuro do Rotary também está nas nossas mãos.

Como é público, Deus levou a Maria Antónia para junto de Ele. Este texto é mais uma homenagem que lhe presto.

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Ainda o Transporte Público Gratuito

11 June 2026 at 17:36

VTM

Penso que não será a última.

Há 5 anos, enquanto candidato à Câmara Municipal de Vila Real pela coligação “Vila Real à Frente”, propus no meu programa eleitoral uma medida que considerava estruturante para o desenvolvimento do concelho: os transportes públicos gratuitos em todo o concelho.

Esta proposta foi prontamente criticada pelos nossos adversários — um sinal inequívoco da sua relevância, utilidade e importância no debate político.

As eleições autárquicas de 2025 trouxeram uma novidade, o PSD, inacreditavelmente, não apresentou ao eleitorado esta proposta, e, a candidatura vencedora também não. Ficamos então com uma certeza, até às próximas eleições, esta proposta fica em banho-maria, e os vila-realenses terão de esperar por melhores dias.

Em Vila Real, onde vemos carros, vemos problemas.

Temos pouco espaço e muitos carros, o que afeta a nossa qualidade de vida.

A quantidade de carros por habitante não para de crescer.

Se todos nós, tivéssemos de sair de casa ao mesmo tempo, não é preciso um exercício de grande imaginação para perceber o caos que se instalaria. Já hoje esse caos existe.

Este problema dificilmente se resolve, apenas, com apelos ao bom senso, são necessárias políticas públicas, é preciso decisão. Porque no fundo o que é visível no dia a dia é: mais trânsito, mais emissões, mais tempo perdido e menos cidade.

A alternativa não é simples, mas é clara: passa por investir seriamente no transporte público.

Em Portugal, Cascais e Loulé foram cidades pioneiras e têm o sistema de transporte público gratuito implementado desde 2021. Em abril passado, Viseu aprovou esta medida, o Porto aprovou a mesma medida em maio. Até ao fim do ano Guimarães prevê implementar esta medida.

E nós?

O silêncio em torno desta matéria contrasta com a dinâmica observada noutras cidades, onde a mobilidade pública assume um papel cada vez mais central nas políticas urbanas.

Numa altura em que cada vez mais cidades portuguesas avançam para a gratuitidade dos transportes públicos, encarando-a como um investimento na qualidade de vida, na coesão social e na sustentabilidade ambiental, em Vila Real o assunto parece não despertar interesse político.

Entretanto as vozes nas redes sociais aumentam o tom de indignação, perante a possibilidade dos nossos impostos pagarem a ousadia das cidades que optaram por esta medida.

Em 2021, Vila Real não quis ir para a frente, e, neste caso também não avançou.

A interioridade e o atraso em relação ao país, não é culpa, apenas, do estado central.

Todos nós temos a nossa quota-parte de responsabilidade pelos caminhos que se vão escolhendo, pelas decisões que apoiamos e por aquelas que deixamos passar em silêncio. No fundo, também enquanto sociedade, participamos ativa ou passivamente, na definição das prioridades e das escolhas que moldam o nosso quotidiano.

Um dia teremos o transporte público gratuito, e nesse dia, as vozes repetirão a frase batida do nosso eterno atraso: “mais vale tarde do que nunca!”

É este o nosso fado.

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O crime no espaço público

11 June 2026 at 15:52

VTM

Isto surge da ideia de que os ambientes onde os indivíduos se inserem afetam os seus comportamentos, o que faz com que alguns ambientes sejam mais criminógenos que outros. Ou seja, existem espaços que, devido às suas características, podem potenciar a ocorrência do crime.

Estas características são, muitas vezes, o que se chama de incivilidades que, no fundo, são manifestações de desordem, transmitindo a perceção a quem ali vive ou passa de que aquela zona é caracterizada pela falta de ordem e de cuidado. Essas desordens podem ir desde edifícios em ruínas, lixo no chão e pouca iluminação a problemas sociais visíveis na rua (mendicidade, violência, álcool, drogas).

Estes contextos podem potenciar o medo do crime, porque o facto de estas incivilidades não serem reparadas durante longos períodos de tempo sugere que aquele espaço não é cuidado, nem vigiado, o que faz com que as pessoas fiquem mais receosas em utilizá-lo, abrem-se as portas aos ofensores motivados e surgem cada vez mais oportunidades para a prática do crime nesses locais .

De facto, tem-se verificado que para nos sentirmos seguros é fundamental termos a perceção de que dominamos o ambiente, por esse motivo, tendemos a encarar espaços bem iluminados, limpos, com edifícios cuidados e onde temos uma visão ampla do espaço, como mais seguros. Em contrapartida, espaços mal iluminados, estreitos, com um número elevado de possíveis refúgios para o ofensor (arbustos, muros, etc), reduzidas possibilidades de fuga (barreiras físicas ou incapacidade de pedir ajuda) e sinais de abandono (graffiti, vidros partidos, etc) tendem a transmitir uma perceção de insegurança.

Neste sentido, surge a Prevenção Situacional do crime, que visa reduzir as oportunidades para a prática do crime, através da modificação das condições ambientais, nomeadamente, a introdução de barreiras físicas ou obstáculos, aumentar o risco de deteção do crime – melhor iluminação, instalação de sistemas de videovigilância – e reduzir as recompensas ou benefícios associados ao crime. Isto significa que estas estratégias de prevenção vão procurar aumentar os custos e riscos percebidos associados ao cometimento do crime, aumentando o esforço e a dificuldade da prática criminal. O objetivo é tornar a prática do crime tão difícil e com uma probabilidade tão elevada de ser apanhado, que o ofensor desista de passar ao ato.

Desta forma, cuidar do espaço urbano além de assegurar a harmonia estética e visual, pode ainda potenciar o sentimento de segurança dos cidadãos.

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Os Verdes preocupados com “megaprojetos” em Trás-os-Montes

VTM

Entre as ações previstas destaca-se a recolha de assinaturas e o envio de uma Carta Aberta dirigida à Ministra do Ambiente e Energia, onde são expressadas preocupações relacionadas com a instalação de projetos de grande escala associados à produção de energia e à exploração de recursos naturais neste território.

A iniciativa integra-se nas Jornadas Ecologistas promovidas pelo partido a nível nacional, este ano focado na preservação, conservação e restauro da natureza, bem como na defesa do direito ao ambiente, consagrado no artigo 66.º da Constituição da República Portuguesa, num ano em que se assinalam os 50 anos da Lei Fundamental.

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Consenso parlamentar reforça debate sobre reabertura da Linha do Corgo

11 June 2026 at 14:09

VTM

O relatório da Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação foi elaborado no âmbito de uma petição que defende a reativação total da linha, subscrita por mais de mil pessoas e apresentada por Daniel Conde.

Segundo o relatório, os deputados manifestaram acordo quanto à importância de reforçar a mobilidade ferroviária no interior, divergindo, sobretudo, quanto ao modelo de concretização, com alguns a defenderem estudos prévios de viabilidade e outros uma abordagem mais rápida ao processo.

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Andor da Senhora da Pena é Património Cultural Imaterial

VTM

O reconhecimento foi formalizado através de anúncio publicado em Diário da República a 2 de junho e distingue uma tradição secular, profundamente enraizada nas comunidades de Mouçós, Lamares e localidades vizinhas.

A decisão resulta de um longo processo de investigação e documentação coordenado por Vítor Nogueira, que permitiu demonstrar a relevância histórica, social, religiosa e identitária desta manifestação. Mais do que a imponência do andor, o reconhecimento abrange todo o património de saberes, práticas, rituais e formas de organização comunitária que lhe estão associados.

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Carapau crocante vence terceira edição do Nutri Challenge da UTAD

10 June 2026 at 16:01

VTM

Integrado na unidade curricular de Gastrotecnia e enquadrado no projeto ReFOOD4North, o concurso pretende estimular a criatividade e a inovação dos alunos, promovendo soluções alimentares que conciliem qualidade nutricional, sustentabilidade ambiental e acessibilidade económica.

Para Carla Gonçalves, docente da unidade curricular, a ligação entre a universidade e o tecido empresarial tem um papel fundamental na motivação dos alunos. “Este tipo de iniciativas com ligação às empresas motiva os estudantes a demonstrarem aquilo que valem e querem muito que o seu valor, aprendido dentro das portas da Universidade, passe para a sociedade”, afirmou.

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Oferta de desfibrilhador reforça resposta a emergências na Morgado de Mateus

VTM

A iniciativa incluiu ainda a formação e certificação de seis operacionais da escola para utilização do equipamento em situações de emergência.

O presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Alexandre Favaios, destacou que o novo equipamento vem reforçar a capacidade de resposta da comunidade escolar perante situações de emergência médica. O autarca recordou que o município já tinha promovido a instalação de desfibrilhadores em vários equipamentos desportivos do concelho, mas salientou a mais-valia de um equipamento portátil que poderá ser utilizado em diferentes contextos dentro da escola.

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Daniel Conde defende reabertura da Linha do Corgo e critica abandono da ferrovia

10 June 2026 at 15:09

VTM

Ao longo do programa, sustentou que o encerramento das linhas ferroviárias do interior contribuiu para o isolamento da região e comprometeu oportunidades de desenvolvimento económico e social.

Natural de Vinhais, explicou que a sua ligação ao caminho de ferro começou ainda na juventude, quando utilizava regularmente a Linha do Douro e a Linha do Tua para regressar a casa durante os fins de semana e períodos de férias, quando estudava nos Salesianos de Poiares da Régua. “Não ganhei apenas o gosto pela viagem de comboio, mas também por perceber porque é que uma linha que ia para Bragança deixou de ir”, recordou.

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Bombeiros exigem “obra feita” e Governo promete medidas

10 June 2026 at 14:29

VTM

A sessão solene, integrada no Dia Distrital do Bombeiro, reuniu dirigentes associativos, comandantes, autarcas, entidades da Proteção Civil, forças de segurança e representantes da Liga dos Bombeiros Portugueses.

O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Vila Real, Hernâni Carvalho, referiu, na sua intervenção, que o propósito da instituição é “valorizar os bombeiros”.

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FIIN regressa para “a edição mais especial de sempre”

VTM

O presidente da Câmara Municipal de Vila Real, Alexandre Favaios, destacou que a décima edição do Festival Internacional de Imagem de Natureza representa um marco importante na afirmação do evento. “Quem diria que, ao fim de dez anos, estaríamos tão maduros, tão consistentes e, principalmente, com tanta vontade de continuar a inovar em defesa do nosso património natural e da nossa biodiversidade”, afirmou, recordando a evolução de um projeto que começou em Vila Real e que hoje assume dimensão internacional.

O autarca sublinhou que a renovação da imagem do festival simboliza essa evolução e a ambição para o futuro. “Esta 10.ª edição apresenta uma imagem renovada, refletindo o crescimento do festival e a sua vontade de continuar a afirmar-se como uma referência na promoção da imagem de natureza, através da fotografia, do desenho científico e da cinematografia”, referiu.

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Vereador do Chega pede esclarecimentos sobre investimento em nova marca

VTM

Em comunicado, Alberto Moura esclarece que as suas críticas surgem após a análise da documentação relativa aos contratos celebrados em 2017 e em 2026, que lhe foi facultada pela maioria socialista.

Segundo o vereador, os documentos consultados apontam para um investimento acumulado de 58 mil euros no desenvolvimento da identidade visual do município, valor que ascende a 71.340 euros com a aplicação do IVA.

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Mais de 100 câmaras para vigiar floresta num investimento de 32 mil euros

VTM

O projeto contempla a colocação de 125 câmaras, distribuídas por zonas estratégicas do território, permitindo a monitorização em simultâneo de áreas florestais consideradas mais sensíveis.

São 25 locais que estarão sob vigilância destes novos equipamentos que foram entregues à Polícia Judiciária (PJ), após a assinatura do protocolo de cooperação no âmbito do Programa de Redução do Número de Ignições em Espaço Rural.

Segundo o presidente da Câmara Municipal, a medida resulta de um desafio lançado pela PJ no âmbito do grupo de trabalho dedicado à investigação das ignições em espaço rural, em articulação com a Guarda Nacional Republicana e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). “Fomos interpelados para sermos uma entidade colaboradora, disponibilizando tecnologia que permita melhorar a prevenção e, quando necessário, apoiar também a investigação de situações de dolo”, explicou.

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Parque da Cal pretende preservar e valorizar território

VTM

O espaço, inicialmente ligado à antiga fábrica de cal localizada na Campeã, aproveita as ruínas e toda a área envolvente, preservadas e transformadas num espaço de lazer integrado na natureza.

Fernando Pereira, engenheiro florestal, é o “cérebro” por detrás do parque natural de vários hectares e que junta arte, poesia e natureza. O proprietário do Parque Empresa da Cal afirma que o espaço nasceu com um propósito que vai muito além da componente turística ou recreativa. “O principal objetivo é que as pessoas se encontrem consigo próprias”, explica à VTM, defendendo que o contacto com a natureza, aliado aos pilares do amor, da poesia, da arte e da contemplação, pode proporcionar momentos de reflexão e autoconhecimento. “Acredito que o verdadeiro bem-estar está na relação profunda entre o homem e a natureza”, sustenta.

Situado na serra do Marão, o projeto procura também sensibilizar para a preservação ambiental e para a valorização dos territórios rurais. O responsável considera que a região possui um enorme potencial, beneficiando da proximidade aos centros urbanos, tanto do interior como do litoral, mas alerta para as pressões exercidas por grandes projetos energéticos sobre o território.

“Gostava de criar um alerta de sensibilização para a proteção da natureza”, diz Fernando Pereira. “Hoje em dia, existe nas zonas rurais uma tentativa de as grandes empresas de energia apoderarem-se do território de Trás-os-Montes, que é um território barato para desenvolverem as energias ditas verdes, que, no meu ponto de vista, de verdes não têm nada. Vêm para cá, porque o solo é barato”.

Por isso, o empresário assume que o seu “principal objetivo” é proteger a floresta. “O dinheiro que eu conseguir ganhar como empresário é para comprar área florestal para poder protegê-la, porque muito francamente, a sensibilização das pessoas fica muito aquém daquilo que deveria ser”, considera.

Sobre a questão económica de manter o território, Fernando Pereira quer distanciar-se de alguns proprietários florestais. “Há os produtores florestais do eucalipto, que são as grandes celuloses, essas não precisam de apoio absolutamente nenhum, porque são responsáveis pelo problema da floresta em Portugal”, explica, acrescentando que “fizeram uma monocultura de uma espécie que, para mim, deveria ser combatida”.

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Saúde e ensino foram os setores mais afetados pela greve geral

VTM

Ao longo do dia, registaram-se níveis de adesão muito distintos entre concelhos e serviços, com unidades encerradas, outras a funcionar em serviços mínimos e várias estruturas com funcionamento condicionado.

Na área da educação, verificaram-se encerramentos totais e parciais em vários agrupamentos de escolas. Em Vila Real, a Escola Diogo Cão encerrou logo pela manhã, após não estarem reunidas condições para o funcionamento normal das atividades letivas. Também a Escola Secundária de São Pedro não teve qualquer atividade letiva, ao mesmo tempo que no Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, o Centro Escolar Abade de Mouçós, a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral e a própria escola-sede não reuniram condições para o funcionamento, tendo igualmente encerrado.

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Vida militar não é apenas uma profissão, é uma escolha

VTM

Os militares não são apenas essenciais para conflitos bélicos, sendo uma linha de defesa importante em tempo de paz. Isso ficou provado, mais do que uma vez, no passado recente do nosso país. Seja contra o fogo no verão, seja contra as cheias no inverno ou mesmo durante a pandemia, soldados estiveram sempre presentes para prestar apoio às populações.

Numa altura em que é muito difícil atrair jovens para as fileiras de qualquer ramo das Forças Armadas, assim como o é para bombeiros e muitas outras instituições que estão prontas para intervir em tempos de necessidade, ainda há bons exemplos de jovens que preferem a vida militar, seja pelo contexto familiar, por vontade própria ou por encararem a possibilidade de prosseguir uma carreira profissional neste meio.

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