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Received today — 10 June 2026 A Voz de Trás-os-Montes

Pizzi homenageado na cidade do Futebol

10 June 2026 at 13:51

VTM

Natural de Bragança, Pizzi recordou alguns pontos altos do seu percurso como as conquistas da Liga Europa, pelo Atlético de Madrid, e da Liga das Nações por Portugal, os dois títulos internacionais que alcançou como profissional.

“Tive títulos que me marcaram muito enquanto jogador, que foram a conquista da Liga Europa e, depois, claro, pela seleção, a Liga das Nações. Acho que é um dos pontos mais altos para um jogador representar a seleção e ganhar um título, o primeiro de seleções em Portugal, e acho que esse foi um ponto especial para mim”, recordou.

O futebolista de 36 anos, que se retirou dos relvados a 16 de maio, lamentou não ter tido a oportunidade de participar na fase final de um Campeonato da Europa ou do Mundo por Portugal, mas preferiu destacar a “carreira muito feliz” que protagonizou tanto pela equipa das ‘quinas’, na qual acumulou três golos em 17 internacionalizações, como nos emblemas que representou.

“Acho que todos os jogadores que estão no espaço da seleção nacional querem os grandes torneios, seja Europeu ou Mundial. Eu não tive a oportunidade de estar presente, mas acho que não há nenhum sentimento amargo em relação a isso, porque esta foi, sem dúvida, uma carreira muito feliz, seja nos clubes ou na seleção”, assinalou.

Formado no GD Bragança, Luís Fernandes (Pizzi) iniciou o percurso sénior no seu clube da terra e passou depois pelo Ribeirão, Sporting da Covilhã, Paços de Ferreira e Sporting de Braga, antes de rumar a Espanha, onde representou as ‘cores’ de Atlético de Madrid, Deportivo da Corunha e Espanyol. Em 2022 deixou o Benfica para representar os turcos do Basaksehir, passando, depois, pelo Al Wahda (Emirados Árabes Unidos), Sporting de Braga, APOEL (Chipre) e Estoril Praia.

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Vereador do Chega pede esclarecimentos sobre investimento em nova marca

VTM

Em comunicado, Alberto Moura esclarece que as suas críticas surgem após a análise da documentação relativa aos contratos celebrados em 2017 e em 2026, que lhe foi facultada pela maioria socialista.

Segundo o vereador, os documentos consultados apontam para um investimento acumulado de 58 mil euros no desenvolvimento da identidade visual do município, valor que ascende a 71.340 euros com a aplicação do IVA.

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Hugo Pinto eleito presidente do Sport Clube Vila Pouca

10 June 2026 at 13:09

VTM

A sufrágio apresentou-se uma única lista, encabeçada por Hugo Pinto, “numa demonstração de continuidade de um projeto que, ao longo da última época, permitiu ao clube crescer e alcançar importantes êxitos, fruto do trabalho desenvolvido pela Comissão Administrativa”, lê-se na nota publicada nas redes sociais do clube.

Eleições VPA

A participação dos associados foi expressiva e a lista liderada por Hugo Pinto acabou eleita com 98,08% dos votos. Registaram-se ainda 1,92% de votos nulos, não havendo votos contra ou abstenções.

“Queremos agradecer a todos os sócios pela presença e pela confiança depositada neste projeto. Assumimos este desafio com um enorme sentido de responsabilidade e renovamos o compromisso de continuar a trabalhar com dedicação, transparência e ambição, sempre em prol do crescimento e valorização do Sport Clube Vila Pouca”, vinca a nova direção.

Além de Hugo Pinto, como presidente da direção, foram eleitos Filipe Nascimento para presidente da Assembleia Geral e Miguel Campos para presidente do Conselho Fiscal.

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Mais de 100 câmaras para vigiar floresta num investimento de 32 mil euros

VTM

O projeto contempla a colocação de 125 câmaras, distribuídas por zonas estratégicas do território, permitindo a monitorização em simultâneo de áreas florestais consideradas mais sensíveis.

São 25 locais que estarão sob vigilância destes novos equipamentos que foram entregues à Polícia Judiciária (PJ), após a assinatura do protocolo de cooperação no âmbito do Programa de Redução do Número de Ignições em Espaço Rural.

Segundo o presidente da Câmara Municipal, a medida resulta de um desafio lançado pela PJ no âmbito do grupo de trabalho dedicado à investigação das ignições em espaço rural, em articulação com a Guarda Nacional Republicana e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). “Fomos interpelados para sermos uma entidade colaboradora, disponibilizando tecnologia que permita melhorar a prevenção e, quando necessário, apoiar também a investigação de situações de dolo”, explicou.

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“Quem termina em 1.º devia subir automaticamente”

10 June 2026 at 12:28

VTM

A posição foi assumida no programa “Bola ao Centro”, onde o técnico analisou uma época marcada por um percurso acima das expectativas. O Bragança terminou a época no 1.º lugar da série A e lutou pela promoção até ao último jogo, mas acabou por falhar o objetivo de subida à Liga 3.

“Quem termina em 1.º devia subir automaticamente”, afirmou André Irulegui, sublinhando que o atual modelo “torna injusto” o desfecho de uma época longa e exigente para equipas que conseguem regularidade ao longo da temporada. “Acabaram por subir as equipas que tinham ficado em 2º”, vinca.

Segundo o treinador, a época terminou com sentimento de orgulho, mas também alguma frustração. “O balanço é claramente positivo pelo que foi construído, mas no fim fica aquela sensação de termos estado muito perto”, referiu, acrescentando que a equipa “foi além do que era esperado no início da época”, quando o objetivo passava essencialmente pela manutenção.

Apesar do desfecho, o técnico fez questão de enaltecer o grupo de trabalho. “Tenho muito orgulho nos jogadores. Foram de uma entrega enorme, muitas vezes a jogar no limite físico”, destacou, lembrando o desgaste acumulado ao longo da época e a dificuldade em gerir um plantel curto.

Irulegui detalhou também os desafios estruturais enfrentados pelo clube, apontando diferenças significativas face a adversários mais preparados. “Há equipas com mais profundidade, que conseguem rodar jogadores sem perder qualidade. Nós tivemos de ir quase sempre com os mesmos”, explicou.

O treinador destacou, ainda, a eliminatória da Taça de Portugal com o S.C. Braga como o momento chave da temporada. Apesar da eliminação, o jogo serviu como ponto de viragem. “Esse jogo mostrou-nos que podíamos competir. A partir daí houve um clique no grupo”, afirmou.

Ainda sobre o último jogo da época, no reduto do Leça, o treinador luso-brasileiro falou de um balneário com um misto de emoções “Havia tristeza, mas também orgulho pelo caminho feito. Vi jogadores a consolar outros e isso diz muito sobre o grupo”, contou.

Outro dos temas abordados foi a importância da comunicação e da liderança no futebol atual, com André Irulegui a defender uma abordagem baseada na proximidade com os jogadores e na adaptação individual. “Não se pode falar para todos da mesma forma, porque cada jogador reage de maneira diferente”, explicou, acrescentando que a equipa técnica teve um papel fundamental na gestão diária do grupo.

Quanto ao futuro, o técnico não adiantou se vai ou não continuar no Bragança. Contudo, acredita que, na próxima época, a equipa será “forte” e vai querer “mostrar o que vale”.

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Parque da Cal pretende preservar e valorizar território

VTM

O espaço, inicialmente ligado à antiga fábrica de cal localizada na Campeã, aproveita as ruínas e toda a área envolvente, preservadas e transformadas num espaço de lazer integrado na natureza.

Fernando Pereira, engenheiro florestal, é o “cérebro” por detrás do parque natural de vários hectares e que junta arte, poesia e natureza. O proprietário do Parque Empresa da Cal afirma que o espaço nasceu com um propósito que vai muito além da componente turística ou recreativa. “O principal objetivo é que as pessoas se encontrem consigo próprias”, explica à VTM, defendendo que o contacto com a natureza, aliado aos pilares do amor, da poesia, da arte e da contemplação, pode proporcionar momentos de reflexão e autoconhecimento. “Acredito que o verdadeiro bem-estar está na relação profunda entre o homem e a natureza”, sustenta.

Situado na serra do Marão, o projeto procura também sensibilizar para a preservação ambiental e para a valorização dos territórios rurais. O responsável considera que a região possui um enorme potencial, beneficiando da proximidade aos centros urbanos, tanto do interior como do litoral, mas alerta para as pressões exercidas por grandes projetos energéticos sobre o território.

“Gostava de criar um alerta de sensibilização para a proteção da natureza”, diz Fernando Pereira. “Hoje em dia, existe nas zonas rurais uma tentativa de as grandes empresas de energia apoderarem-se do território de Trás-os-Montes, que é um território barato para desenvolverem as energias ditas verdes, que, no meu ponto de vista, de verdes não têm nada. Vêm para cá, porque o solo é barato”.

Por isso, o empresário assume que o seu “principal objetivo” é proteger a floresta. “O dinheiro que eu conseguir ganhar como empresário é para comprar área florestal para poder protegê-la, porque muito francamente, a sensibilização das pessoas fica muito aquém daquilo que deveria ser”, considera.

Sobre a questão económica de manter o território, Fernando Pereira quer distanciar-se de alguns proprietários florestais. “Há os produtores florestais do eucalipto, que são as grandes celuloses, essas não precisam de apoio absolutamente nenhum, porque são responsáveis pelo problema da floresta em Portugal”, explica, acrescentando que “fizeram uma monocultura de uma espécie que, para mim, deveria ser combatida”.

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Vila Pouca vence dérbi e conquista Taça AFVR

10 June 2026 at 11:32

VTM

O SC Vila Pouca conquistou a Taça AFVR ao derrotar o Juventude Pedras Salgadas por 3-1, numa final bem disputada e com uma excelente moldura humana.

A partida começou equilibrada, com o Pedras Salgadas a entrar ligeiramente melhor. Aos oito minutos, Tiago Magalhães obrigou Meireles a uma boa intervenção, num dos primeiros lances de perigo do encontro. A resposta do Vila Pouca surgiu pouco depois, por intermédio de Lucas.

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Portugal continental enfrenta temperaturas elevadas até sábado

By: LUSA
10 June 2026 at 11:23

VTM

Esta quarta-feira, a temperatura máxima irá variar entre os 25º e os 35ºC, com “exceção de alguns locais da faixa costeira, onde serão ligeiramente inferiores”, referiu o instituto em comunicado.

Já amanhã, a subida será “mais acentuada”, podendo subir cerca de 10°C em alguns locais.

O IPMA referiu que sexta-feira (dia 12) será o dia mais quente deste período, com a temperatura máxima a variar entre 35º e 40°C na generalidade do território. As temperaturas elevadas são esperadas até sábado (dia 13).

“Para além de se esperarem dias de céu pouco nublado ou limpo, a diminuição da intensidade do vento irá contribuir de forma significativa para uma sensação de aquecimento mais significativa”, referiu ainda.

O instituto realçou que a temperatura mínima deverá também subir em todo o território, prevendo-se que em alguns locais do país sejam registados valores próximos ou acima de 20°C até à noite de 13 para 14 de junho.

Évora, Porto, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga vão estar entre as 09h00 de quinta-feira e as 18h00 de sexta-feira sob aviso amarelo por “persistência de valores elevados da temperatura máxima”.

O mesmo aviso foi emitido para Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo e Castelo Branco, válido entre as 09h00 e as 18h00 de sexta-feira.

De acordo com o IPMA, o estado do tempo “será condicionado por um anticiclone localizado a nordeste do arquipélago dos Açores, a estender-se em crista até França, e por um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica”.

“A ação conjunta destes dois centros de ação irá originar o transporte de uma massa de ar quente e seco sobre a Península Ibérica, a qual será responsável por um aumento acentuado dos valores de temperatura”, explicou o instituto.

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Saúde e ensino foram os setores mais afetados pela greve geral

VTM

Ao longo do dia, registaram-se níveis de adesão muito distintos entre concelhos e serviços, com unidades encerradas, outras a funcionar em serviços mínimos e várias estruturas com funcionamento condicionado.

Na área da educação, verificaram-se encerramentos totais e parciais em vários agrupamentos de escolas. Em Vila Real, a Escola Diogo Cão encerrou logo pela manhã, após não estarem reunidas condições para o funcionamento normal das atividades letivas. Também a Escola Secundária de São Pedro não teve qualquer atividade letiva, ao mesmo tempo que no Agrupamento de Escolas Morgado de Mateus, o Centro Escolar Abade de Mouçós, a Escola Monsenhor Jerónimo do Amaral e a própria escola-sede não reuniram condições para o funcionamento, tendo igualmente encerrado.

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Homem detido por ameaça agravada com arma de fogo

10 June 2026 at 10:44

VTM

Um homem, de 62 anos, foi detido no concelho de Murça, pelo Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial de Vila Real da Guarda Nacional Republicana (GNR), por suspeitas do crime de ameaça agravada com arma de fogo.

Em comunicado, a GNR revela que a detenção ocorreu no âmbito de uma investigação que decorria há cerca de um ano e que “no seguimento das diligências realizadas, os militares da Guarda efetuaram uma busca domiciliária e uma busca não domiciliária”, que culminaram na apreensão de diverso material.

Entre os bens apreendidos estão seis espingardas, uma pistola calibre .22, uma faca (arma branca) e 128 munições de diferentes calibres.

Os factos foram comunicados ao Tribunal de Vila Real.

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Vida militar não é apenas uma profissão, é uma escolha

VTM

Os militares não são apenas essenciais para conflitos bélicos, sendo uma linha de defesa importante em tempo de paz. Isso ficou provado, mais do que uma vez, no passado recente do nosso país. Seja contra o fogo no verão, seja contra as cheias no inverno ou mesmo durante a pandemia, soldados estiveram sempre presentes para prestar apoio às populações.

Numa altura em que é muito difícil atrair jovens para as fileiras de qualquer ramo das Forças Armadas, assim como o é para bombeiros e muitas outras instituições que estão prontas para intervir em tempos de necessidade, ainda há bons exemplos de jovens que preferem a vida militar, seja pelo contexto familiar, por vontade própria ou por encararem a possibilidade de prosseguir uma carreira profissional neste meio.

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Received yesterday — 9 June 2026 A Voz de Trás-os-Montes

Nova ligação da FlixBus aproxima Vila Real da capital espanhola

9 June 2026 at 19:01

VTM

A nova ligação, denominada Madrid-Braga, pretende facilitar a mobilidade entre Portugal e Espanha, ao mesmo tempo que impulsiona o turismo e oferece uma alternativa de transporte mais económica e sustentável.

Com esta nova linha, os passageiros de Vila Real passam a dispor de uma ligação direta à capital espanhola, incluindo acesso ao principal aeroporto de Espanha, permitindo maior flexibilidade para viagens internacionais. A rota inclui ainda paragens em Zamora e Bragança, reforçando a conectividade entre as regiões do Minho, Trás-os-Montes e Castela e Leão.

Segundo a FlixBus, a nova ligação permitirá reduzir tempos de deslocação entre vários destinos. A viagem entre Bragança e Zamora poderá ser realizada em menos de uma hora e meia, enquanto a ligação entre Bragança e Madrid ficará abaixo das cinco horas.

A operadora destaca ainda o potencial turístico da nova rota. Dados do Turismo de Portugal indicam que o mercado espanhol representou, em 2025, 18,3% dos hóspedes estrangeiros na região Norte, correspondendo a mais de 780 mil visitantes. A empresa acredita que a nova ligação contribuirá para reforçar os fluxos turísticos e económicos entre os dois países.

Para Tiago Cavaco Alves, diretor de operações da FlixBus em Portugal, esta nova linha representa “um reforço da conectividade entre o Minho, Trás-os-Montes e Madrid, incluindo o Aeroporto Madrid-Barajas”, respondendo à procura crescente por soluções de mobilidade acessíveis, cómodas e sustentáveis.

Os bilhetes já estão disponíveis para compra através dos canais habituais da empresa, com preços a partir de 18,49 euros para a ligação entre Vila Real e Madrid.

A rota Madrid-Braga funcionará diariamente, com duas viagens por dia, uma em cada sentido. O primeiro serviço parte do Aeroporto de Madrid às 00h15, enquanto o segundo tem origem no Centro Coordenador de Transportes de Braga às 22h45.

Entre as novas ligações disponibilizadas pela operadora destacam-se os percursos Braga–Madrid, Vila Real–Madrid e Bragança–Madrid.

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Savannah acata providência cautelar e suspende trabalhos

By: LUSA
9 June 2026 at 18:08

VTM

“Tal como antecipado, a Savannah foi hoje notificada pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela de uma ordem de suspensão temporária dos trabalhos de geotecnia que temos vindo a desenvolver, na sequência da receção de uma providência cautelar”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado pela Savannah.

Segundo a empresa, a notificação “foi entregue hoje” e, no seu entender, “tem efeitos apenas a partir de hoje”, o que “comprova o caráter ilegal do bloqueio feito na semana passada aos trabalhos”, criticando os promotores da ação.

“A Savannah lamenta mais uma tentativa por parte da direção do Baldio de Covas do Barroso e da UDCB [Unidos em Defesa de Covas do Barroso] de atrasar o processo de desenvolvimento do Projeto Lítio do Barroso, sendo esta a terceira vez que submetem providências cautelares aos tribunais”, acrescenta.

Vai agora, “com tranquilidade, esperar pelo desenvolvimento do processo de apreciação dos méritos da referida providência cautelar”, e promete “retomar os trabalhos” assim que as autoridades competentes o autorizarem, lembrando que o mesmo aconteceu no ano passado.

Em 01 de junho, a empresa tinha dito que atuava sem incumprir a lei, uma vez que não tinha sido notificada de qualquer providência cautelar.

Em comunicado dessa altura, o Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso indicou que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela admitiu a providência cautelar apresentada a 27 de maio para “suspender os efeitos da servidão administrativa e dos trabalhos dela decorrentes até que seja apreciada a sua legalidade”, acrescentando que a Savannah está “obrigada a parar os trabalhos”.

Segundo o despacho de 29 de maio, a providência cautelar foi apresentada pela Assembleia de Compartes dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, dando 10 dias para os interessados se pronunciarem.

A comunidade dos baldios de Covas do Barroso entende que a “servidão administrativa permite à empresa ocupar terrenos comunitários e privados à revelia da vontade dos proprietários e compartes, repetindo um padrão de imposição coerciva já denunciado durante a primeira servidão administrativa associada ao projeto mineiro”.

O Ministério do Ambiente já tinha autorizado uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno, levando à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.

O projeto mineiro foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.

A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.

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Trabalhador morre após queda no local de trabalho

9 June 2026 at 17:33

VTM

A queda de uma altura de oito metros levou à morte de um homem, de 44 anos, esta tarde, no concelho de Sabrosa.

O alerta foi dado por volta das 15h30, sendo que a GNR tomou conta da ocorrência.

Para o local foram mobilizados os Bombeiros de Sabrosa e da Cruz Verde de Vila Real, bem como elementos do Instituto Nacional de Emergência Médica

As causas do acidente não são conhecidas.

Ao que a VTM apurou, à chegada dos meios, o homem estava em paragem cardiorrespiratória. Apesar das manobras, não foi possível reverter a situação e o óbito acabou por ser declarado no local.

A ACT foi, entretanto, contactada para, segundo fonte da GNR, “ficar a par do sucedido e formalizar as diligências à posterior”.


Notícia atualizada às 20h43

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Projeto mineiro de Vila Verde avança para nova fase após consulta pública

VTM

O processo de atribuição de direitos para a exploração experimental de depósitos de tungsténio, estanho, prata e chumbo do projeto denominado de Vila Verde, abrangendo territórios dos concelhos de Vila Real e Sabrosa, deverá avançar para uma nova fase administrativa, apesar da maioria das participações registadas durante a consulta pública se ter manifestado contra o projeto.

Segundo o relatório final da consulta pública promovida pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), e publicado no portal Participa, foram recebidas 26 participações, das quais 18 manifestaram discordância com a pretensão da empresa Minerália – Minas, Geotecnia e Construções, Lda., enquanto apenas sete expressaram concordância. Foi ainda registada uma reclamação.

Entre os participantes estiveram várias autarquias e associações da região, incluindo a União de Freguesias de Silva Escura e Dornelas, a Junta de Freguesia de Souto Maior, a Freguesia de Mouçós e Lamares, a Freguesia de São Lourenço de Ribapinhão, a Associação Povo e Natureza do Barroso e a Associação Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural.

As principais preocupações apontadas pelos opositores prendem-se com os potenciais impactos ambientais da exploração experimental. Entre os receios manifestados encontram-se possíveis contaminações de águas superficiais e subterrâneas, destruição de coberto vegetal, fragmentação de habitats e perturbação de espécies protegidas. Foram ainda levantadas dúvidas sobre a suficiência dos estudos apresentados, a ausência de Avaliação de Impacte Ambiental e a compatibilidade do projeto com atividades agrícolas, vitivinícolas e de turismo de natureza existentes na região.

Diversos participantes consideram igualmente que a classificação do projeto como “exploração experimental” não corresponde à dimensão real das intervenções previstas, receando que esta constitua o primeiro passo para uma futura exploração mineira de maior escala.

Apesar destas críticas, o relatório da DGEG conclui que o procedimento reúne condições para prosseguir para uma proposta de atribuição de direitos e para o início da negociação contratual com a empresa promotora, desde que sejam dadas respostas às preocupações identificadas durante a consulta pública.

A posição da DGEG surge na sequência dos pareceres emitidos pelas entidades públicas consultadas, que se revelaram globalmente favoráveis ou favoráveis condicionados.

A Câmara Municipal de Vila Real pronunciou-se favoravelmente, considerando que os trabalhos previstos se enquadram nas áreas identificadas pelo Plano Diretor Municipal como potenciais zonas de exploração de recursos geológicos. Também a Agência Portuguesa do Ambiente e a CCDR-Norte admitiram o avanço do projeto, embora impondo diversas condicionantes relacionadas com a proteção dos recursos hídricos e das áreas abrangidas pela Reserva Ecológica Nacional.

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) emitiu igualmente parecer favorável condicionado, alertando para a presença de lobo-ibérico na área do Bloco A e para a existência do abrigo de morcegos da antiga Mina do Vale das Gatas, considerado de importância nacional. O organismo exige estudos complementares e medidas específicas de mitigação para a proteção destas espécies.

Por sua vez, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) reconhece o potencial mineral da área e considera adequados os métodos de prospeção propostos, embora tenha identificado incoerências técnicas entre os documentos apresentados pela empresa, recomendando esclarecimentos adicionais.

O projeto prevê a realização de 12 sondagens e de uma escavação experimental na zona da Cumieira, no concelho de Vila Real, com o objetivo de avaliar o potencial económico dos recursos minerais identificados durante campanhas de prospeção anteriores.

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Casa de Mateus entre os finalistas das 7 Maravilhas de Portugal

9 June 2026 at 09:45

VTM

A candidatura da Casa de Mateus destacou-se entre uma lista inicial de 328 patrimónios nacionais, avançando agora para uma fase decisiva: a votação pública, que determinará os patrimónios que seguem para as etapas finais da iniciativa.

Representando um dos mais emblemáticos conjuntos patrimoniais de Portugal, a Casa de Mateus assume esta distinção como um reconhecimento do seu valor histórico, arquitetónico, cultural e turístico, bem como do trabalho contínuo desenvolvido na preservação e valorização deste património.

A votação pública teve início a 29 de maio e decorre até à realização da Meia-Final Regional do Norte, agendada para o dia 13 de junho, em Monção, numa emissão em direto da TVI.

O número oficial de votação atribuído à Casa de Mateus é o 761 207 019 (1€ + IVA (23%))

Os apoiantes poderão votar através de chamada telefónica para este número ou através da aplicação TVI Pass.

Caso a candidatura seja apurada para a Final Regional, a votação reabrirá automaticamente, mantendo o mesmo número de votação.

A participação do público é fundamental para destacar e promover um património que representa séculos de história, identidade e cultura portuguesa. Cada voto contribui para dar maior visibilidade a um dos mais reconhecidos monumentos nacionais e para reforçar a sua projeção junto do público nacional e internacional.

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Greve dos registos e notariado com adesão de 52%

By: LUSA
8 June 2026 at 22:02

VTM

“Os dados recolhidos junto dos serviços apontam para uma taxa de adesão de 52,2% a nível nacional, muito aquém dos 80% reclamados” pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e Notariado (STRN), adiantou o ministério numa resposta escrita.

De acordo com os dados enviados à Lusa, a greve teve de uma adesão de 53,5 nos serviços desconcentrados, levando ao encerramento de 123 serviços, baixando para os 28,3% nas Lojas do Cidadão, que estiveram todas abertas.

De um total de 1.431 trabalhadores, 747 aderiram à greve, avançou o ministério, que sublinhou que apenas 57,5% dos serviços com quadro de pessoal comunicaram dados até ao momento do apuramento, pelo que os números totais poderão sofrer ajustamentos.

“Acresce que, no próprio dia de uma paralisação, não é possível aferir com total rigor quais os trabalhadores efetivamente em greve, uma vez que algumas ausências podem posteriormente vir a ser justificadas por outros motivos, nomeadamente por doença”, referiu.

Em termos de serviços encerrados, com base na “informação extraída dos pedidos de Cartão de Cidadão, as estimativas do Instituto dos Registos e Notariado (IRN) apontam para 51,2% no Continente, 100% nos Açores e 66,6% na Madeira”, adiantou.

Segundo o STRN, a greve de uma semana que hoje começou registou uma adesão a rondar os 80% a nível nacional, acusando o IRN de recolher dados ilegalmente sobre a adesão.

O sindicato denunciou comportamentos ilegais por parte do IRN, acusando o instituto de colocar “inspetores no terreno a recolher dados sobre a adesão à greve em tempo real — uma prática que considera ilegal, intimidatória e contrária às regras que regem o exercício do direito à greve”.

“Quanto à alegada acusação de ilegalidade que refutamos, o contacto telefónico com os serviços teve o único propósito de apurar o seu estado de funcionamento e o número de trabalhadores presentes, um procedimento responsável e necessário”, salientou o Ministério da Justiça.

O ministério de Rita Alarcão Júdice referiu ainda que está “empenhado em tudo fazer para preservar a confiança dos cidadãos num serviço público tão estruturante” como o IRN, apontando os exemplos do recrutamento de mais conservadores e oficiais de registo, o investimento em novas plataformas tecnológicas, a digitalização integral dos serviços, a valorização das carreiras e a criação de equipas dedicadas à recuperação de pendências.

“Respeitamos o direito à greve de quem entenda exercê-lo, mas não podemos deixar de condenar os obstáculos e constrangimentos colocados às equipas de recuperação de pendências, comprometendo o normal funcionamento de um serviço essencial para os cidadãos”, alegou.

A greve decorre desde hoje até 13 de junho e, no pré-aviso, o STRN faz 11 reivindicações, que incluem “um recrutamento-choque do número de conservadores de registos e de oficiais de registos que se encontram em falta” e o cumprimento da recomendação da Provedoria da Justiça para eliminação de assimetrias salariais.

A crise de recursos humanos é, para o STRN, grave, com 279 conservadores de registos e 2.731 oficiais de registos em falta – o equivalente a 38% e 55%, respetivamente, do efetivo necessário.

A propósito do recrutamento, na resposta à Lusa, o Ministério da Justiça sublinhou a contratação de 165 novos conservadores e de 605 novos oficiais de registos, em 2024 e 2025, que já iniciaram ou vão iniciar funções ainda este ano.

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Received — 8 June 2026 A Voz de Trás-os-Montes

Goldenergy e Panike firmam parceria para fornecimento de biometano

8 June 2026 at 21:41

VTM

A Goldenergy, comercializadora de eletricidade e gás natural, e a Panike, líder no setor da panificação e pastelaria ultracongelada, formalizaram uma parceria estratégica. O objetivo é reforçar a transição energética da indústria de panificação em Portugal através do fornecimento de biometano com garantias de origem certificadas.

Este acordo marca a expansão da Goldenergy na introdução de gases renováveis no tecido industrial português, uma vez que a empresa já fornece biometano a setores como a cerâmica e o têxtil, além do turismo. O fornecimento à Panike foi reforçado em junho de 2026, com um aumento dos volumes adquiridos, representando atualmente cerca de 2% do consumo total de gás da empresa.

Henrique Soares, CEO e fundador da Panike, afirmou que “esta incorporação ecológica será implementada nas três unidades industriais da PANIKE – Maia, Santo Tirso e Tondela – e constitui mais um passo na estratégia de sustentabilidade da empresa.” Ele acrescentou que a utilização de biometano complementa os investimentos em eficiência energética e eletrificação, permitindo a descarbonização de processos produtivos que ainda dependem de energia térmica.

Miguel Checa, General Manager da Goldenergy, expressou o seu orgulho em apoiar a Panike na sua jornada rumo à neutralidade carbónica, destacando que a empresa já descarbonizou 15 empresas em Portugal através do biometano. Esta parceria representa a estreia da Goldenergy no abastecimento de biometano ao setor alimentar, alargando a sua quota de descarbonização industrial.

O biometano utilizado garante compatibilidade com as redes de transporte existentes, permitindo à Panike complementar a descarbonização do seu processo de fabrico sem a necessidade de investimentos adicionais em novos equipamentos ou alterações estruturais nas suas linhas de produção atuais.

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Plataforma Nordeste Vivo opõe-se a parques eólicos e fotovoltaicos

8 June 2026 at 21:28

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O movimento, que se apresenta como apartidário, foi anunciado por José Jambas, um dos seus membros, que destacou a união de representantes de setores como turismo, meio ambiente, hotelaria e agricultura. A Plataforma Nordeste Vivo visa defender o território do Nordeste Transmontano e a qualidade de vida das populações locais.

José Jambas afirmou que a plataforma procura esclarecer a situação dos projetos de hibridização das barragens de Picote, Bemposta, Baixo Sabor e Foz Tua, onde a elétrica francesa Engie anunciou a instalação de parques de grande dimensão. “Todo este processo de implantação de parques eólicos e fotovoltaicos têm surgido de forma camuflada”, criticou, sublinhando que as comunidades afetadas não têm sido consultadas adequadamente.

Os membros da plataforma defendem que é necessário garantir seriedade e transparência nos processos de licenciamento, permitindo que as comunidades tenham uma voz ativa. Jambas enfatizou que, embora a plataforma seja favorável à transição energética, é contra a imposição de produção industrial na região.

A Plataforma Nordeste Vivo considera que o Nordeste Transmontano não deve ser visto como um espaço vazio para ocupação industrial, mas sim como uma terra rica em tradições e modos de vida que estão intimamente ligados à paisagem e cultura local. O movimento destaca que a agricultura, pecuária, caça, apicultura e turismo são atividades que devem ser preservadas.

Além disso, a plataforma alerta para os impactos profundos e irreversíveis que a instalação de megaprojetos de energia pode causar, incluindo efeitos diretos na saúde e qualidade de vida das populações, bem como a perda de solos férteis e áreas de pastorícia. Jambas afirmou que a região já contribui significativamente para a produção energética nacional e que a imposição de novos projetos vai contra a estratégia de desenvolvimento do território.

Por fim, a Plataforma Nordeste Vivo reivindica transparência total nos processos de licenciamento e a realização de Estudos de Impacto Ambiental rigorosos e acessíveis ao público antes de qualquer aprovação dos projetos propostos.

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