Normal view

Bitcoin avança e registra maior preço da semana com alívio no Oriente Médio

12 June 2026 at 22:01

O bitcoin operou em alta na tarde desta sexta-feira (12) com a melhora do sentimento de risco em meio às esperanças de um acordo nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, acompanhando expectativas para a decisão de política monetária dos EUA da próxima semana. O mercado acompanha, ainda, o primeiro dia de negociações da SpaceX.

Por volta das 16h (em Brasília), o bitcoin subia 2,1%, a US$ 64.099,73, enquanto o ethereum caía 0,84%, a US$ 1.664,95, de acordo com a plataforma Binance. Na semana, as moedas digitais ganharam cerca de 5,5% e de 7%, respectivamente.

No começo da tarde, a primeira criptomoeda avançou ao valor mais alto da semana, em US$ 64.305,7, ainda segundo a Binance. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que um acordo nunca esteve tão próximo, pedindo o fim das especulações sobre os termos após o presidente americano, Donald Trump, acusar o país de mentir sobre as negociações. O ministro das Relações Exteriores do Paquistão deve viajar à Suíça ainda hoje em continuidade à mediação.

Na avaliação do Saxo Bank, o cenário geral permanece construtivo, com a redução das tensões geopolíticas melhorando o sentimento por ativos de risco. Contudo, os investidores continuam acompanhando os fluxos de ETFs (Exchange Traded Funds), à espera da decisão do Fed (Federal Reserve), “em busca de confirmação de que a recente recuperação pode se estender ainda mais”, afirma a instituição.

Com os avanços no Oriente Médio, as expectativas de aperto monetário foram “adiadas”, observa a corretora XM, com um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros totalmente precificado apenas em março de 2027.

Dados da CoinGlass mostram que as saídas de capital de ETFs continuam acontecendo, mas em ritmo mais lento. A Coinbase Institutional avalia que um dos fatores impulsionando o fluxo negativo para criptomoedas é a SpaceX, além da expectativa em torno do IPO de outras empresas como OpenAI e Anthropic.

Para a corretora, a empresa de Elon Musk está competindo “diretamente pelo mesmo conjunto de capital de risco que financia ativos especulativos como criptomoedas”. Em seu primeiro dia de negociações nas bolsas, a empresa ultrapassou a marca de US$ 2 trilhões em valor de mercado.

*Com informações de Dow Jones Newswires.

JP Morgan diz que investidores afastam-se da ‘debasement trade’ com retirada de capital do ouro e bitcoin

12 June 2026 at 11:17

Uma nota de analistas do JP Morgan, divulgada pela publicação The Block, salienta que os investidores do retalho e os institucionais se estão a afastar da ‘debasement trade‘, com a retirada de capital a acelerar na bitcoin e a continuar no ouro.

A debasement trade é a retirada de capital de moedas como o euro e o dólar e o mobilizam para outro tipo de ativos como por exemplo o ouro, a bitcoin, ou o imobiliário.

O banco refere que se verificaram saídas de external traded funds (ETF) de ouro de cerca de 20 mil milhões de dólares (17,2 mil milhões de euros), na semana que terminou a 5 de junho, face às entradas verificadas na semana passada, enquanto que os ETF de bitcoin tiveram saídas graduais crescentes de capital nas últimas quatro semanas.

“Observámos uma retirada generalizada da debasement trade tanto por parte dos investidores de retalho como institucionais. Esta retirada da debasement trade continuou para o ouro e, se algo mudou, foi acelerada para a bitcoin nas últimas semanas”, disse a nota da instituição bancária divulgada pela The Block.

O JP Morgan refere que os investidores em ouro têm reduzido as suas posições desde o final de fevereiro. Quanto à bitcoin beneficiou da cobertura de posições curtas antes de inverter a tendência no início de maio. A nota divulgada pela The Block salienta que as novas posições curtas podem ter amplificado a queda do ouro esta semana.

O banco diz ainda que a queda do bitcoin parece ter sido amplificada pela menor liquidez nos mercados de ETF e futuros.

Desde o início do ano o ouro já desvalorizou 2% enquanto que a bitcoin caiu 27%.

Ouro e bitcoin a se comportarem como ativos de risco

A nota destaca também a mudança que se tem verificado nas correlações de mercado. A instituição bancária diz que a correlação da bitcoin com os rendimentos reais dos títulos do Tesouro norte-americano a 10 anos tornou-se negativa. Isto surgiu na sequência de um movimento semelhante no ouro no início deste ano. O JP Morgan adianta que a correlação do ouro com o índice bolsista norte-americano S&P 500 aproxima-se da relação tradicionalmente positiva da bitcoin com as ações, indicando que o ouro e a bitcoin se estão a comportar mais como ativos de risco do que como diversificadores de carteiras de investimento.

Le bitcoin sous 55.000€ : faut-il vendre ? par Vincent Clairmont

4 June 2026 at 09:20

Le Bitcoin s'échange ce jeudi matin sous les 55 000 euros —, en repli de 5 % sur vingt-quatre heures, d'environ 13 % sur une semaine depuis un plus haut proche de 75 850 dollars, et de près de 48 % depuis son plus haut historique du 6 octobre 2025 (données CoinMarketCap).

Le bitcoin sous 55.000€ : faut-il vendre ? par Vincent Clairmont
Le bitcoin sous 55.000€ : faut-il vendre ? par Vincent Clairmont

Les ETF Bitcoin américains ont clôturé mai sur 2,3 milliards de dollars de sorties nettes, le plus gros retrait mensuel de 2026, et la première semaine de juin a fait pire : 3,4 milliards de sorties, un record depuis le lancement de ces produits en 2024, accompagné de 1,86 milliard de dollars de positions liquidées en une seule séance. La question qui remplit ma boîte depuis trois jours tient en trois mots : faut-il vendre ? Ma réponse aussi : non — à une condition, que je précise plus bas.

La branche Barbell sûre de votre patrimoine : or, T-bills, foncier, liquidités, par Vincent Clairmont
Vincent Clairmont continue aujourd’hui son passage en revue de votre stratégie Barbell antifragile en matière de patrimoine. La branche sûre représente 80 % de l’allocation, soit 400 000 euros sur le cas type. Son rôle n’est pas de rapporter : il est de ne pas perdre si le système se disloque. Quatre
Le bitcoin sous 55.000€ : faut-il vendre ? par Vincent ClairmontLe Courrier des StratègesRédaction
Le bitcoin sous 55.000€ : faut-il vendre ? par Vincent Clairmont
Le bitcoin sous 55.000€ : faut-il vendre ? par Vincent Clairmont

Chaque matin, 7 articles du Courrier dans ma boîte mail, et en plus c'est gratuit... J'en profite dès maintenant

Deviens ton propre souverain

Email sent! Check your inbox to complete your signup.

No spam. Unsubscribe anytime.

D'abord, comprendre qui vend, et pourquoi. Les flux sortants des ETF sont le fait d'institutionnels entrés au premier trimestre entre 52 000 et 58 000 dollars, assis

Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, anche Michael Saylor vende: siamo alla resa dei conti

6 June 2026 at 06:30

Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, e i gettoni dorati ormai valgono molto, ma molto meno dell’elettricità consumata per produrli. In queste ore, la madre di tutte le illusioni, lo schema Ponzi più grande di sempre, il Bitcoin, annaspa poco sopra ai 63.000 dollari, un clamoroso -50% rispetto alle vette allucinate dei 126.000 dollari toccate pochi mesi fa. E la ruota di scorta, Ethereum, fa pure peggio: a quota 1.760 dollari, è crollata -64% dal picco. Un bagno di sangue ampiamente previsto da chiunque valuti i mercati finanziari, e i vari strumenti oggi disponibili, con razionalità, e senza credere alla moltiplicazione dei pani e delle monete virtuali.

In questo quadretto idilliaco, il pessimismo attorno al feticcio digitale sale – esso sì – ai massimi. Bitcoin è sempre stato un mistero. L’inventore, da 17 anni, si nasconde dietro lo pseudonimo di Satoshi Nakamoto. Ma una scia di indizi sepolti tra gli algoritmi porta a un informatico americano: Adam Back. In molti gli sono grati, senza conoscerlo, perché ci hanno speculato e guadagnato, nei momenti di euforia. Ma ora siamo alla resa dei conti. Davvero. E a staccare la spina è proprio il cantore più invasato e esaltato di Bitcoin, Michael Saylor.

Soltanto lo scorso febbraio, questo sedicente guru giurava ai suoi adepti che, dovendo scegliere, conviene vendere un rene piuttosto che un solo Bitcoin. I reni se li è tenuti. Le crypto con la “B” ha cominciato a venderle: prima volta dal 2022 per la sua società Strategy, la più grande cassaforte di criptovalute del mondo. Ai discepoli è bastato vedere il maestro mettere mano al portafoglio per sudare freddo. E quindi anche loro, sell.

Parliamo della più grande balena del mercato, un’azienda che siede comodamente sul 4 per cento di tutta la speculazione mondiale in circolazione. Quanto abbia venduto è quasi irrilevante, una manciata di monete su un tesoro sterminato. La domanda vera è: perché il furbetto del quartierino cripto ha dovuto mettere improvvisamente mano al portafogli? Semplice: doveva pagare i conti.

Per finanziare la sua bulimica abbuffata di Bitcoin, la premiata ditta Strategy aveva piazzato sul mercato azioni privilegiate, promettendo dividendi stellari a chi abboccava all’esca. Il piano geniale era stampare e vendere nuove azioni per pagare i dividendi vecchi, una delle tante varianti – prassi regolare nell’era Trump – del classico schema Ponzi. Peccato che, con il crollo verticale del Bitcoin, anche il valore di Strategy a Wall Street sia colato a picco (per l’esattezza -73,3% dal massimo del novembre 2024). E così, senza più polli da spennare, al signor Saylor non è rimasto altro che vendere l’unico finto asset rimasto in cassa.

I mercati delle scommesse, come Polymarket, fiutano l’odore del sangue e danno ormai al 51 per cento la probabilità che il baraccone crolli sotto i 50.000 dollari. Il difetto d’origine resta quello di sempre, che l’euforia fa dimenticare: il Bitcoin non produce nulla, non paga cedole, non costruisce niente, non è accettato come come moneta da nessuna parte, se non nel dark web da terroristi, mafiosi e venditori di uranio arricchito. Vale quanto il prossimo fesso è disposto a sborsare, nel vecchio gioco in cui si vince soltanto finché si trova qualcuno più ottimista (o più stupidamente predisposto a speculare) a cui passare il cerino. E la fila degli ottimisti, di questi tempi, si sta accorciando.

L'articolo Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, anche Michael Saylor vende: siamo alla resa dei conti proviene da Il Fatto Quotidiano.

❌