Os amistosos que o Santos faria em Portugal contra Vitória de Guimarães e Gil Vicente, previstos para julho, foram cancelados. A Joga Brasil, empresa responsável pela organização, anunciou a decisão nesta terça-feira (16) por meio de nota oficial. O cancelamento se deu pela possibilidade de antecipação de rodadas do Campeonato Brasileiro.
A alteração no calendário nacional, causada pela reta final da Copa do Mundo, geraria conflito direto de datas com os confrontos em Portugal. Tal cenário inviabilizaria a logística e a participação das equipes, segundo a organizadora, que havia planejado os eventos com base no calendário de dezembro de 2025.
“Diante deste cenário, a Joga Brasil já comunicou formalmente o Santos FC, o Vitória SC e as demais equipes envolvidas sobre a impossibilidade de seguir com o projeto neste momento”, informou a empresa na nota. Todos os outros compromissos da Joga Brasil em Portugal também foram suspensos.
A Joga Brasil garantiu o reembolso integral a todos os torcedores que já haviam comprado ingressos para os amistosos. A devolução de 100% do valor será feita por meio da plataforma Smartfan Tickets até o dia 3 de julho. A empresa também se comprometeu a assumir eventuais prejuízos financeiros comprovados sofridos em decorrência do cancelamento.
Os detalhes dos jogos cancelados incluíam o confronto do Santos contra o Gil Vicente em 8 de julho e a partida diante do Vitória de Guimarães em 12 de julho. Além desses, um jogo-treino contra o Santa Clara estava agendado para o dia 10 de julho.
O lateral-esquerdo Douglas Santos estreou pela Seleção Brasileira em 2016 e, depois, ficou quase uma década sem novas oportunidades. Com a vinda de Carlo Ancelotti, o paraibano de 32 anos voltou a ser lembrado para vestir a Amarelinha.
Douglas esteve em seis dos 12 jogos sob comando do italiano que antecederam a Copa do Mundo, sendo o mais utilizado na posição. O lateral concedeu entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (16), no The Ridge, hotel de Nova Jersey (Estados Unidos) em que a delegação do Brasil está hospedada para o Mundial.
"O mister [Ancelotti] fala bastante comigo, que tenho crescido muito defensivamente, que me acompanha no Zenit [da Rússia], junto do estafe dele, e tem pedido que eu desfrute. Ele sabe das minhas características e, graças a Deus, vem dando certo. Venho focando ao máximo para entregar o melhor, defendendo bem e sendo uma surpresa no ataque", disse.
"O Vini é um cara que tem sido nosso desafogo, sabendo também que, por ali, podem aparecer [os atacantes] Raphinha, Igor Thiago, Matheus Cunha, o [volante] Bruno Guimarães, que chega muito na frente. A gente conversa muito no lado esquerdo para ele [Vinícius Júnior] ter liberdade para jogar o futebol que ele sabe. Contra Marrocos, ficou nítido", explicou Douglas Santos.
Douglas Santos em campo com a camisa da Seleção Brasileira - REUTERS/John Sibley/ Proibido reprodução
"Não vai existir jogo fácil"
Com um ponto no Grupo C, assim como o Marrocos, o Brasil volta a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia. O jogo é o de maior discrepância de posições no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) desta Copa. A seleção canarinho ocupa o sexto lugar, e a caribenha é a 83ª. Ainda zerados, os haitianos foram superados na estreia pela Escócia, em Boston, por 1 a 0.
"A gente está falando de uma Copa do Mundo. Não vai existir jogo fácil. Estão acontecendo muitos jogos equilibrados, empates [entre seleções com níveis diferentes]. Temos que estar preparados emocionalmente e fisicamente para entregar o melhor, sabendo que será muito difícil", finalizou o lateral.
O lateral-esquerdo Douglas Santos estreou pela Seleção Brasileira em 2016 e, depois, ficou quase uma década sem novas oportunidades. Com a vinda de Carlo Ancelotti, o paraibano de 32 anos voltou a ser lembrado para vestir a Amarelinha.
Douglas esteve em seis dos 12 jogos sob comando do italiano que antecederam a Copa do Mundo, sendo o mais utilizado na posição. O lateral concedeu entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (16), no The Ridge, hotel de Nova Jersey (Estados Unidos) em que a delegação do Brasil está hospedada para o Mundial.
"O mister [Ancelotti] fala bastante comigo, que tenho crescido muito defensivamente, que me acompanha no Zenit [da Rússia], junto do estafe dele, e tem pedido que eu desfrute. Ele sabe das minhas características e, graças a Deus, vem dando certo. Venho focando ao máximo para entregar o melhor, defendendo bem e sendo uma surpresa no ataque", disse.
"O Vini é um cara que tem sido nosso desafogo, sabendo também que, por ali, podem aparecer [os atacantes] Raphinha, Igor Thiago, Matheus Cunha, o [volante] Bruno Guimarães, que chega muito na frente. A gente conversa muito no lado esquerdo para ele [Vinícius Júnior] ter liberdade para jogar o futebol que ele sabe. Contra Marrocos, ficou nítido", explicou Douglas Santos.
Douglas Santos em campo com a camisa da Seleção Brasileira - REUTERS/John Sibley/ Proibido reprodução
"Não vai existir jogo fácil"
Com um ponto no Grupo C, assim como o Marrocos, o Brasil volta a campo na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia. O jogo é o de maior discrepância de posições no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa) desta Copa. A seleção canarinho ocupa o sexto lugar, e a caribenha é a 83ª. Ainda zerados, os haitianos foram superados na estreia pela Escócia, em Boston, por 1 a 0.
"A gente está falando de uma Copa do Mundo. Não vai existir jogo fácil. Estão acontecendo muitos jogos equilibrados, empates [entre seleções com níveis diferentes]. Temos que estar preparados emocionalmente e fisicamente para entregar o melhor, sabendo que será muito difícil", finalizou o lateral.
No próximo dia 22 de junho, segunda-feira, pelas 18:00 horas, na Biblioteca Municipal de Tavira Álvaro de Campos, será apresentado o livro de poesia “Um Toque Suspiro – O Novelo”, da autora Susana Santos.
A nota de imprensa de promoção desta apresentação destaca que, “Tavira inspira obra de poesia apresentada na Biblioteca Municipal Álvaro de Campos” uma obra que reúne alguns poemas que nasceram de experiências vividas no Algarve, nomeadamente na cidade do Gilão.
Através da paisagem, da hospitalidade, da gastronomia, da cultura e da identidade peculiar desta terra, a autora sentiu-se cheia e transformou essas memórias e emoções em arte literária (poesia), revelando um Algarve mais superior, que vai além dos atributos turísticos globalmente reconhecidos, procurando assim homenagear este território.
A apresentação contará com a colaboração do Dr. Dinis Faísca e incluirá uma conversa intimista acerca da relação entre os lugares, as experiências, as memórias e a inspiração artística / literária.
Também, haverão alguns momentos de leitura com o ator e encenador Luís Vicente, até porque, “o amor (sempre o amor) transformado em poesia!“
Mestrados em Finanças. Portugal tem em 2026 pela primeira vez seis Mestrados em Finanças no leque dos 70 melhores do mundo entre centenas de programas nos cinco continentes. No geral, os mestrados portugueses, melhoram a performance com destaque para a entrada no ranking do programa de Finanças do Iscte e a manutenção da Nova SBE no top 10.
De cinco mestrados nem 2025, Portugal passa a seis em 2026. O facto confirma a qualidade, a competitividade e a projeção internacional do nosso ensino superior na área das Finanças, ao lado de países como o Reino Unido, a França, os Estados Unidos, Suíça e Singapura e afirma o país como hub europeu de excelência académica, capaz de atrair talento, empresas e reconhecimento internacional.
O Ranking Global do Financial Times 2026 compreende os 70 melhores do mundo. Eis os destaques dos programas lecionados em Portugal:
Nova School of Business and Economics: mantém-se no top 10 mundial, passando da 6.ª para a 8.ª posição, e consolida o seu estatuto de escola portuguesa mais bem classificada neste ranking.
Católica Lisbon School of Business and Economics: sobe da 23.ª para a 19.ª posição, registando uma progressão significativa e reforçando a sua presença no top 20 global.
ISEG – Lisbon School of Economics and Management: passa da 27.ª para a 33.ª posição, mantendo-se entre as escolas de referência no panorama global.
University of Porto – FEP | PBS: mantém uma trajetória de crescimento sustentado nos últimos anos, depois de ter subido de 55.º lugar em 2024 para 41.º em 2025, fixa-se agora na 43.ª posição global.
Iscte Business School entra diretamente no top 50, ocupando a 47.ª posição global.
Católica Porto Business School: regista uma das progressões mais expressivas entre as escolas portuguesas, subindo nove posições, do 63.º, para onde entrou diretamente em 2025, para o 54.º lugar.
O ranking Financial Times Masters in Finance é uma das mais prestigiadas avaliações internacionais de programas de Finanças, analisando dimensões como progressão salarial dos alumni, empregabilidade, apoio à carreira, internacionalização, diversidade, sustentabilidade e experiência académica.
NOVA SBE
O Mestrado Internacional em Finanças da Nova SBE consolida a presença no top 10, destacando-se por uma avaliação consistente na maioria dos critérios avaliados. Em particular, no indicador International Work Mobility (carreira internacional dos graduados), com o 3.º lugar mundial. Este indicador avalia a capacidade dos graduados para prosseguirem e desenvolverem as suas carreiras em contextos internacionais, fora do seu país de origem.
No indicador International Course Experience (experiência internacional do curso, que reflete a exposição internacional proporcionada pelo curso, avaliando a capacidade dos alunos para estudar e realizar estágios, durante o programa, fora do país e do campus de origem), ocupa a 5.ª posição no mundo, com muitos dos seus alunos a completar programas de intercâmbio e estágios – ou ambos – fora de Portugal e do país de origem.
O compromisso com a sustentabilidade é também reconhecido pelo Financial Times, através da 9.ª posição mundial no indicador Carbon Footprint. Esta métrica avalia a classificação da pegada de carbono das escolas, considerando a definição de metas concretas e a publicação de relatórios de emissões, reforçando o posicionamento da Nova SBE como uma escola comprometida com os desafios ambientais globais.
Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, destaca “a integração da Nova SBE no grupo de elite (Tier 1) do ranking de mestrados de finanças do Financial Times, com a pontuação mais elevada alguma vez alcançada por uma escola portuguesa. “Representa o reconhecimento da consistência e da qualidade do nosso projeto académico. Esta distinção confirma que estamos entre as escolas de gestão, economia e finanças com melhor desempenho global, combinando excelência académica, alcance e projeção internacionais, inovação e compromisso com a sustentabilidade”.
Catherine da Silveira, asssociate dean for International Affairs & Partnerships da Nova SBE, acrescenta: “Os resultados alcançados demonstram também a forte dimensão internacional, uma das características distintivas da nossa Escola. Através da nossa rede internacional alargada, seja com outras business schools ou parceiros corporativos, garantimos oportunidades de intercâmbio e experiências verdadeiramente transformadoras em diferentes mercados”.
Católica-Lisbon
O Mestrado em Finanças da Católica-Lisbon SBE, considerado pelo FT como um dos melhores do mundo desde 2017, funciona como porta de entrada para uma excelente carreira a nível internacional, sendo uma das melhores escolas do mundo (12ª) na Experiência Internacional do Mestrado, sendo também a Escola portuguesa com maior percentagem de alunos internacionais (87%).
Este ranking abrange todos os graduados do Mestrado International em Finanças, que aumentam o seu salário inicial 52% nos seus primeiros três anos, o que coloca a Católica-Lisbon SBE na 16ª posição Mundial em Progressão Salarial dos seus Graduados e que evidencia a sua capacidade de criação de valor.
A Escola é a instituição portuguesa mais bem classificada na integração da sustentabilidade e da transição climática nos seus programas académicos, alcançando o 9.º lugar no indicador da Sustentabilidade. Este resultado é consequência de uma aposta estratégica, materializada na criação do Center for Sustainable Finance, que, em apenas três anos, se tornou um dos principais polos europeus de investigação, formação e debate nesta área. Paralelamente, a Escola organiza anualmente, no final de junho, a Lisbon Sustainability Week, uma conferência internacional de referência que reúne alguns dos mais destacados académicos, reguladores, investidores e líderes empresariais do mundo, incluindo vencedores do Prémio Nobel da Economia.
“O mercado de trabalho reconhece o valor e excelente preparação dos nossos graduados, os quais são rapidamente promovidos e valorizados, aumentando o seu salário em mais de 50% em três anos, critério onde estamos mesmo na posição 16ª mundial. . Dou os parabéns a todos os nossos alunos e graduados de Finanças, e à nossa equipa tão bem liderada pelo Professor José Faias pela ascensão ao TOP 20 mundial.”, afirma Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon SBE
O Ranking Global do Financial Times atribui ao mestrado da Católica Lisbon School of Business & Economics a 19º melhor posição mundial em 2026, uma subida de quatro posições.
ISEG
O ISEG – Lisbon School of Economics & Management volta a afirmar-se entre as principais escolas de Finanças do mundo, integrando o ranking Financial Times Masters in Finance 2026 – Pre-experience programmes, onde ocupa o 33.º lugar mundial e se posiciona no Top 3 nacional, entre as seis escolas portuguesas classificadas nesta edição.
Entre as escolas portuguesas presentes no ranking, o ISEG destaca-se sobretudo pela progressão salarial dos seus diplomados, com um aumento médio de 75%, o melhor resultado nacional e o 7.º melhor resultado a nível mundial neste indicador. O programa regista ainda 100% de empregabilidade a três meses, confirmando a forte ligação ao mercado de trabalho e a capacidade de preparar profissionais altamente procurados pelas empresas e instituições financeiras.
“Estar no 33º dos melhores Masters in Finance do mundo é um resultado que confirma a consistência, a qualidade e a relevância internacional do ISEG e em particular na área financeira. Num ecossistema cada vez mais competitivo, destacarmo-nos pela melhor progressão salarial entre as escolas portuguesas mostra que o nosso Mestrado em Finanças cria valor real para os estudantes, para as empresas e para a economia”, afirma João Duque, presidente do ISEG.
O Mestrado em Finanças do ISEG é um programa reconhecido pela sua forte orientação para o mercado financeiro e pela ligação a standards internacionais da profissão. O programa é também alinhado com o currículo CFA®, proporcionando aos estudantes uma formação robusta, exigente e preparada para os desafios de uma carreira global em Finanças.
Uma das características distintivas do mestrado que muito contribui para este sucesso é a viagem de campo que se realiza todos os anos a Frankfurt em que os alunos voam até àquela cidade alemã para fazerem uma imersão no coração do mundo financeiro europeu, conhecendo autoridades de supervisão financeira, bancos, seguradoras, gestoras de ativos, bolsas de valores, escolas de gestão, e antigos alunos.
FEP
O Mestrado em Finanças (MIF) da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) afirma-se no ranking Masters in Finance 2026 do Financial Times (FT), ocupando a 43.ª posição global entre 70 escolas.
Este desempenho confirma a consistência da estratégia da escola, “assente na excelência académica, na proximidade ao mercado e numa forte orientação internacional”, salienta o diretor da FEP, Óscar Afonso, para quem “a liderança contínua em Value for Money é particularmente relevante num contexto em que os candidatos procuram formações com elevado impacto e retorno”.
De facto, pelo segundo ano consecutivo, a FEP é 1.ª em Portugal e 7.ª no mundo no indicador Value for Money, que avalia a relação entre o custo do programa e os resultados profissionais alcançados após a sua conclusão, um posicionamento que a consolida como uma das opções mais competitivas a nível internacional. Este desempenho é acompanhado por um crescimento médio salarial de 50% três anos após a graduação.
O impacto do programa na progressão profissional dos seus diplomados continua também em evidência: o MIF atinge o 18.º lugar mundial em progressão de carreira, demonstrando a sua capacidade de acelerar trajetórias para funções de maior responsabilidade.
Para Jorge Farinha, Diretor do programa, estes resultados refletem “um alinhamento cada vez mais claro com as exigências de um mercado financeiro global e altamente competitivo”, salientando que o curso tem vindo a reforçar “a preparação dos estudantes para carreiras internacionais exigentes e em constante transformação”.
A FEP destaca-se ainda nas áreas experiência dos estudantes, internacionalização e diversidade e inclusão, com 48% de docentes e 46% de estudantes do sexo feminino, bem como com a sustentabilidade, área em que ocupa o 12º lugar mundial no indicador Carbon Footprint, refletindo práticas consistentes alinhadas com metas de responsabilidade ambiental.
ISCTE
O MSc in Finance da Iscte Business School entra diretamente para a 47.ª posição global, reforçando a presença portuguesa no grupo de programas de excelência internacional reconhecido pelo Financial Times.
O mestrado evidencia desempenhos particularmente relevantes em áreas diretamente valorizadas por estudantes, alumni e empregadores, nomeadamente no apoio à carreira, na satisfação dos diplomados, no retorno do investimento, na progressão salarial e na diversidade.
O programa destaca-se igualmente no indicador Value for Money Rank e na progressão salarial dos alumni. Os resultados revelam ainda elevados níveis de satisfação entre os alumni, dimensão em que a Escola ocupa o 2.º lugar nacional e se destaca pelo seu compromisso com a diversidade e a inclusão.
Entre as escolas portuguesas classificadas, a Iscte Business School alcança o melhor desempenho nacional no indicador Career Services Rank, que avalia a qualidade do apoio prestado aos estudantes na preparação e desenvolvimento das suas carreiras. Neste indicador, a Escola ocupa a 24.ª posição mundial e o 1.º lugar nacional, confirmando a forte ligação ao mercado de trabalho e a relevância dos seus serviços de carreira no percurso profissional dos estudantes.
Para Maria de Fátima Salgueiro, dean da Iscte Business School, este resultado reflete não apenas a evolução da escola, mas também a maturidade e a competitividade internacional do ensino superior português:
“Portugal consolidou-se como um HUB Europeu de referência na formação em Finanças. A presença da Iscte Business School no Top 50 mundial do Financial Times reforça a projeção internacional deste ecossistema e confirma a capacidade das escolas portuguesas para competir ao mais alto nível. O desempenho do nosso MSc in Finance é motivo de orgulho para a Escola e para o país, refletindo uma aposta consistente na qualidade académica, na ligação ao mercado e na formação de talento preparado para responder aos desafios do setor financeiro global.”
Católica Porto Business School
O Mestrado em Finanças da Católica Porto Business School figura pelo segundo ano consecutivo no ranking do FT, registando uma das maiores subidas: nove posições a nível mundial e oito posições a nível europeu, face à edição anterior. Um dos pontos em destaque: 100% de empregabilidade.
“A subida do Mestrado em Finanças no ranking do Financial Times confirma a qualidade do trabalho que temos vindo a desenvolver e a capacidade da Católica Porto Business School para competir ao mais alto nível internacional,” refere João Pinto, diretor da Católica Porto Business School.
Também Paulo Alves, diretor do Mestrado em Finanças e vice-dean para a Qualidade da Católica Porto Business School, afirma: “O que nos distingue é o foco continuado no desenvolvimento da pessoa. Cultivamos um ambiente de proximidade com os alunos e com o mercado de trabalho. Criamos pontes que serão o início de carreiras profissionais de excelência”.
Para a Católica Porto Business School, os rankings não são um objetivo; são o resultado do que fazemos. Por isso, este é o momento de dar os parabéns e agradecer a cada colega, a cada aluno, a cada colaborador e a cada parceiro que nos desafia. Cada subida aumenta o nível de exigência, mas estou certo de que, juntos, vamos continuar a reforçar a nossa posição como Escola de referência.
As estatísticas dos jogadores do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13), na estreia da Copa do Mundo, destacam três atletas: o lateral-esquerdo Douglas Santos e os atacantes Raphinha e Vinícius Júnior. Os números constam no banco de dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa).
Entre os 16 brasileiros que estiveram em campo, Raphinha foi quem mais se movimentou. O atacante do Barcelona (Espanha) percorreu 11,65 quilômetros (km) na partida. Pouco menos que os 11,68 km do jovem volante Ayyoub Bouaddi, do Marrocos, atleta que mais correu durante os 90 minutos.
Raphinha foi, ainda, o brasileiro que mais conseguiu arrancadas (80) e que mais pressionou os jogadores marroquinos, com 47 ações de desarme ou redução de espaço do ataque adversário. Menos, porém, que o também atacante Ismael Saibari, autor do gol africano no Estádio MetLife, que realizou 67 movimentos de caráter defensivo enquanto esteve em campo.
Outra estatística em que Raphinha se sobressaiu entre os brasileiros foi a das recepções de bola entre as linhas defensiva e de meio-campo (17). Ele foi o jogador do Brasil mais acionado na intermediária de ataque. O camisa 11 conseguiu gerar seis cruzamentos, mas foi, também, quem mais cometeu erros forçados (cinco).
Vini Jr.
Vinicius Junior comemora lance na estreia do Brasil - Reuters/Caean Couto/Proibida reprodução
Autor do gol de empate, Vinícius Júnior foi o jogador do Brasil que mais apareceu para o jogo. Ninguém da equipe verde e amarela pediu mais bolas do que ele durante a partida: 61. Apenas o marroquino Bouaddi (69) foi mais participativo que o atacante do Real Madrid (Espanha), eleito o melhor da partida.
Há mais um dado em que Bouaddi se destacou que evidencia as dificuldades do Brasil no jogo de sábado. O volante de apenas 18 anos foi o jogador de Marrocos que mais distribuiu passes: 67. No time canarinho, o jogador com mais toques na bola (84) foi um zagueiro, Gabriel Magalhães.
Douglas Santos, por sua vez, chamou atenção como o brasileiro que mais buscou jogadas de penetração pelos lados do campo. Foram 22 tentativas, sendo 18 realizadas com êxito.
O flanco esquerdo, por onde atua o lateral do Zenit (Rússia), foi justamente o mais acionado pelo ataque contra o Marrocos. Segundo os números da Fifa, a seleção de Carlo Ancelotti fez 27 penetrações por ali e somente 18 pela direita.
O desequilíbrio se explica com a opção do zagueiro Ibañez para iniciar a partida na lateral direita, levando o Brasil a atacar quase exclusivamente pela esquerda. Com a entrada de Danilo na vaga de Ibañez depois do intervalo, a equipe canarinho passou a mesclar as ações ofensivas.
Haiti é o próximo adversário
A seleção brasileira retorna ao Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown, nesta segunda-feira (15). A primeira atividade depois da estreia na Copa do Mundo inicia às 18h (horário de Brasília). De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a imprensa poderá acompanhar os 15 minutos iniciais dos trabalhos em campo.
O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30, contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C. A liderança da chave é da Escócia, que derrotou os haitianos por 1 a 0 no Gillette Stadium, em Boston, no último sábado.
As estatísticas dos jogadores do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13), na estreia da Copa do Mundo, destacam três atletas: o lateral-esquerdo Douglas Santos e os atacantes Raphinha e Vinícius Júnior. Os números constam no banco de dados da Federação Internacional de Futebol (Fifa).
Entre os 16 brasileiros que estiveram em campo, Raphinha foi quem mais se movimentou. O atacante do Barcelona (Espanha) percorreu 11,65 quilômetros (km) na partida. Pouco menos que os 11,68 km do jovem volante Ayyoub Bouaddi, do Marrocos, atleta que mais correu durante os 90 minutos.
Raphinha foi, ainda, o brasileiro que mais conseguiu arrancadas (80) e que mais pressionou os jogadores marroquinos, com 47 ações de desarme ou redução de espaço do ataque adversário. Menos, porém, que o também atacante Ismael Saibari, autor do gol africano no Estádio MetLife, que realizou 67 movimentos de caráter defensivo enquanto esteve em campo.
Outra estatística em que Raphinha se sobressaiu entre os brasileiros foi a das recepções de bola entre as linhas defensiva e de meio-campo (17). Ele foi o jogador do Brasil mais acionado na intermediária de ataque. O camisa 11 conseguiu gerar seis cruzamentos, mas foi, também, quem mais cometeu erros forçados (cinco).
Vini Jr.
Vinicius Junior comemora lance na estreia do Brasil - Reuters/Caean Couto/Proibida reprodução
Autor do gol de empate, Vinícius Júnior foi o jogador do Brasil que mais apareceu para o jogo. Ninguém da equipe verde e amarela pediu mais bolas do que ele durante a partida: 61. Apenas o marroquino Bouaddi (69) foi mais participativo que o atacante do Real Madrid (Espanha), eleito o melhor da partida.
Há mais um dado em que Bouaddi se destacou que evidencia as dificuldades do Brasil no jogo de sábado. O volante de apenas 18 anos foi o jogador de Marrocos que mais distribuiu passes: 67. No time canarinho, o jogador com mais toques na bola (84) foi um zagueiro, Gabriel Magalhães.
Douglas Santos, por sua vez, chamou atenção como o brasileiro que mais buscou jogadas de penetração pelos lados do campo. Foram 22 tentativas, sendo 18 realizadas com êxito.
O flanco esquerdo, por onde atua o lateral do Zenit (Rússia), foi justamente o mais acionado pelo ataque contra o Marrocos. Segundo os números da Fifa, a seleção de Carlo Ancelotti fez 27 penetrações por ali e somente 18 pela direita.
O desequilíbrio se explica com a opção do zagueiro Ibañez para iniciar a partida na lateral direita, levando o Brasil a atacar quase exclusivamente pela esquerda. Com a entrada de Danilo na vaga de Ibañez depois do intervalo, a equipe canarinho passou a mesclar as ações ofensivas.
Haiti é o próximo adversário
A seleção brasileira retorna ao Centro de Treinamento (CT) Columbia Park, em Morristown, nesta segunda-feira (15). A primeira atividade depois da estreia na Copa do Mundo inicia às 18h (horário de Brasília). De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a imprensa poderá acompanhar os 15 minutos iniciais dos trabalhos em campo.
O próximo compromisso do Brasil será na sexta-feira (19), às 21h30, contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, pela segunda rodada do Grupo C. A liderança da chave é da Escócia, que derrotou os haitianos por 1 a 0 no Gillette Stadium, em Boston, no último sábado.
Nos primeiros 100 dias do mandato de Álvaro Santos como Presidente da CCDR NORTE e Autoridade de Gestão do NORTE 2030 foram aprovadas 360 operações que representam um investimento total de 300,6 milhões de euros. Deste montante, 170 milhões correspondem a financiamento da União Europeia através do Programa Regional NORTE 2030.
As aprovações abrangem todas as NUTS III da Região Norte, evidenciando a capacidade do programa para apoiar projetos estruturantes em diferentes territórios.
No Alto Minho destaca-se a Construção do Mercado Municipal e Requalificação da Envolvente, enquanto no Cávado sobressai o projeto Bio-MedTech Hub. No Ave foi aprovado o Centro de Dados de Inovação e Ciência – CNCA, na Área Metropolitana do Porto a requalificação da Escola Secundária Gaia Nascente, no Alto Tâmega a Qualificação do Espaço Público da Vila de Boticas, no Tâmega e Sousa o Centro de Criação Artística do Tâmega e Sousa, no Douro o projeto Régua + Acessível e, em Terras de Trás-os-Montes, a Reabilitação Energética da Escola Básica n.º 1 de Mirandela.
Para Álvaro Santos, os resultados alcançados nos primeiros 100 dias demonstram a capacidade da Região Norte para transformar financiamento europeu em investimento concreto, desenvolvimento económico e melhoria da qualidade de vida das populações.
“O nosso compromisso é continuar a acelerar a execução dos fundos, reforçar a proximidade aos beneficiários e mobilizar os recursos disponíveis para aumentar a competitividade da Região, promover a coesão territorial e preparar o Norte para os desafios da próxima década. É também com esta ambição que estamos a iniciar a construção da Estratégia NORTE 2040, uma visão coletiva para o futuro da Região”, afirma o responsável, citado em comunicado.
Cereja no topo do bolo da formação para executivos de topo, o MBA (Master in Business Administration) é um nicho de mercado, onde Portugal tem tradicionalmente uma presença modesta. Mas algo parece estar a mudar.
O The Lisbon MBA Católica|Nova celebrou no final de maio o ter atingido a 20.ª posição mundial e o 9.º lugar na Europa no QS Executive MBA Rankings 2026: Joint Programmes.
O programa conjunto da Católica-Lisbon e da Nova SBE, desenvolvido em colaboração com a norte-americano MIT Sloan School of Mana gement, é o único português nesta categoria do ranking.
“Num contexto de crescente competitividade no ensino exe cutivo internacional, esta distinção assume particular relevância por reconhecer programas desenvolvidos em parceria entre várias instituições académicas de referência”, salienta Maria José Amich, diretora executiva do The Lisbon MBA Católica|Nova.
O The Lisbon MBA, nascido da junção de forças de duas das principais escolas de negócios do país para ter presença internacional que se visse, foi o primeiro português a brilhar além fronteiras. Figura no Financial Times (FT) Global MBA Ranking desde 2015. Na turma de 2026, 78% de alunos são de fora.
Para Filipe Santos, dean da Católica-Lisbon, e Pedro Oliveira, dean da Nova SBE, o reconhecimento “reflete a força de uma parceria académica que, há quase duas décadas, junta duas escolas de referência em Portugal em torno de uma ambição comum: criar, a partir de Lisboa, um MBA capaz de competir com os melhores programas do mundo”.
O International MBA do The Lisbon MBA Católica|Nova ganhou em 2025 a companhia do International MBA da Porto Business School, lecionado há mais de duas décadas na cidade Invicta, dando a Portugal pela primeira vez duas presenças no ranking global do Financial Times.
No auge da pandemia, em 2020, esta mesma Porto Business School arriscou noutra frente e… petiscou. Foi a primeira escola de negócios portuguesa a oferecer um MBA 100% online, que cinco anos depois era oitavo no mundo e este ano subiu a sexto, no ranking global do FT.
A Porto Business School aposta tão claramente na formação avançada em gestão que é a única escola de negócios com três programas nos rankings do FT.
O Executive MBA do Iscte Executive Education, também habitué do QS World University Rankings como um dos melhores Executive MBA europeus, conta com quase duas décadas e capacita os participantes para lugares de topo e cargos de administração. Coordenado por Dulce Mota e Pedro Fontes Falcão, o programa combina “rigor académico, visão internacional e um enfoque consistente em liderança, inovação e sustentabilidade”.
Há 50 anos era impossível pensar que isto pudesse acontecer. O Portugal analfabeto tornar-se uma força na formação para executivos e ter seis instituições a competir com as melhores do mundo. Não foi preciso tanto tempo.
O caminho levou umas duas décadas a percorrer e não tem fim à vista. O paradigma da aprendizagem ao longo da vida e a necessidade de requalificar a força de trabalho tornaram a formação uma ferramenta indispensável. A academia está a agarrar o filão.
De acordo com as principais escolas de Formação de Executivos, os programas para quadros de middle e top management continuam a crescer em quantidade e qualidade, abrangendo todas as temáticas que se possa imaginar, enquanto cada vez mais estreitam laços com o sector empresarial, para o qual desenham programas específicos. Dentro e fora do país. Como se chegou até aqui?
“Os fundamentos da estratégia são consistência, proximidade às empresas, internacionalização, qualidade pedagógica, capacidade de ter impacto e coragem para melhorar todos os anos”, explica José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, um dos protagonistas desta história bem sucedida, ao Jornal Económico (JE).
Como corolário da estratégia individual das escolas de formação, este ano, pela primeira vez na história, Portugal aparece 12 vezes no Financial Times Executive Education Ranking 2026. O reconhecimento internacional é o resultado da explosão do merca do interno. Com quatro escolas na lista, Lisboa afirma-se como hub europeu de excelência na formação avançada em gestão e o Porto, com duas escolas, ensaia passos nesse sentido.
“Os rankings internacionais são uma consequência, não um objetivo em si mesmo”, afirma ao JE Pedro Brito, CEO da Nova SBE Executive Education, outro protagonista desta história. “O que estes resultados mostram é que Portugal consegue competir ao mais alto nível internacional quando existe ambição, qualidade académica, proximidade às empresas e capacidade de inovação”.
Dito e feito. A Nova SBE Executive Education é agora a nona melhor do mundo na formação Customizada, “feita à medida” ou tailor made, do original em inglês. Duas outras escolas pontificam no top 50 e outras duas estão na proximidade: Iscte (31.ª), ISEG (48.ª), Católica-Lisbon (52.ª) e Porto Business School (54.ª). A Católica Porto Business School faz a sua estreia – 99.ª ex-aequo. Na Formação Aberta, a progres são não é menor.
A Nova SBE, que também é a primeira escola portuguesa nesta vertente, sobe 10 posições e é 20.ª no mundo, a Católica-Lisbon sobe 11 e é 26.ª e a Porto Business School galga oito e passa a 35.ª. O ISCTE Executive Education é 51.º, o ISEG Executive Education 70.º e a Católica Porto Business School entra para 85.ª.
“Este resultado reconhece a consistência do trabalho que temos desenvolvido na formação de líderes, profissionais e organizações, com uma proposta assente em rigor académico, proximidade com o mundo empresarial e impacto real”, explica ao JE João Pinto, dean da Católica Porto Business School, outro dos protagonistas.
Para o responsável da nova estrela de topo da formação esxecutiva, a presença nos rankings do “Financial Times”, tanto em Formação Executiva como no ranking europeu de business schools, mostra que a Escola “está a crescer de forma sustentada, combinando proximidade às empresas, com excelência académica e capacidade de resposta aos desafios concretos das organizações”.
A porta do caminho para Portugal ter hoje seis escolas de Gestão no topo da Formação Executiva mundial, foi aberta há 19 anos pela Católica Lisbon School of Business & Economics, que este ano alcança a melhor posição de sempre nos programas Abertos.
Filipe Santos, o dean, considera-a uma prova de “consistência e compromisso com a excelência”, em particular, “a qualidade” do corpo docente e “a inovação” dos programas, “pilares essenciais na formação de líderes preparados para antecipar tendências, tomar decisões estratégicas e liderar com visão, responsabilidade e impacto”.
O centenário ISEG abraçou decisivamente o caminho da formação executiva no consulado da presidente Clara Raposo, tendo feito, nessa altura, a sua estreia nos rankings. Joana Santos Silva está ao leme do Iseg Executive Education, sendo a protagonista de uma estratégia que dá frutos. “Este reconhecimento confirma o caminho que temos vindo a construir: uma escola profundamente ligada às empresas, capaz de cocriar soluções relevantes, inovadoras e transformadoras”, diz a CEO ao JE.
O Iseg Executive Education consolida “um modelo formativo equilibrado entre a oferta tradicional de pós-graduação e formação aberta e uma aposta cada vez mais forte na oferta para empresas”.
A Porto Business School acumula desde 2020 uma progressão de 40 lugares na Formação Aberta, o que representa a consolidação de uma trajetória de crescimento consistente e de crescente reconhecimento internacional.
“Em 2026, a aposta da Porto Business School na Formação Aberta concentra-se em três grandes áreas, cuja procura tem sido mais expressiva nos primeiros meses do ano: inovação, transformação digital e inteligência artificial; gestão geral e estratégia; e liderança e desenvolvimento de talento”, revela Patrícia Teixeira Lopes, Vice dean da PBS e protagonista desta história.
A formação executiva não se circunscreve às seis magníficas com lugar no FT. A escola de negócios AESE e a Universidade Portucalense (UPT) também são protagonistas da aposta séria no sector.
Marta Lopes Ferreira, coordenadora executiva da Portucalense Business School diz ao JE ser “fundamental que a formação produza resultados tangíveis”, tanto ao nível do desenvolvimento das carreiras dos participantes, como da competitividade das organizações. “Procuramos que todos os programas contem com parceiros empresariais e com docentes que possuam uma forte experiência profissional, uma ligação próxima às empresas e um profundo conhecimento das dinâmicas do mercado”.
No desenho de programas, Abertos ou Customizados, o principal desafio passa por “responder de forma eficaz” às necessidades reais do mercado. E adianta Marta Lopes Ferreira: “a participação das empresas na construção dos cursos e na identificação de problemas concretos revela-se essencial para garantir que os conteúdos têm aplicabilidade prática e impacto efetivo no contexto empresarial”.
A AESE Business School dedica-se à formação específica em direção e gestão de empresas segundo uma perspetiva cristã do homem e da sociedade. Tem no Método do Caso, desenvolvido em Harvard, um trunfo.
Pedro Nuno Ferreira, professor da Escola, explica ao JE que “a formação Customizada é uma dimensão central da missão da AESE: ajudar as organizações a desenvolver liderança com impacto. Mais do que transmitir conhecimento, trata-se de cocriar soluções alinhadas com a estratégia, a cultura e os desafios concretos de cada empresa”.
Chegados aqui, questionamos – até onde irá a expansão da For mação Executiva em Portugal?
Rodrigo Santos promete uma festona em Pirenópolis. “A galera pode esperar os sucessos. É claro, tem um pouco mais de Barão Vermelho. Barão e Cazuza. Fui integrante do Barão por 25 anos, entre 1992 e 2017”, diz o artista, que toca e canta no PiriBier nesta sexta-feira (5/6).
Será um transe. Ou, se não for, é quase isso. Rodrigo chama esse tal de roquenrou às oito da noite com sua turnê… “A Festa Rock”! Irá pras picas, a tristeza. Sextamos. É feriado. Depois, Nando Reis manda ver um hit atrás do outro. Gabriel o Pensador, já no sábado, vem quente.
“Lancei três discos com o nome ‘A Festa Rock’ desde 2015”, conta Rodrigo. Era um projeto paralelo, extensão do show que fazia entre 2011 e 2012. Todos os volumes estão disponíveis nas plataformas digitais. “Nem tocava [naquela época] ‘Bete Balanço’, essas coisas”, declara.
Na ocasião, o público pedia sucessos de sua banda. Os rocks do Barão entraram no projeto. Pintaram também canções gravadas com Kid Abelha, com Léo Jaime, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados e Lobão. Até músicas da Blitz. Sua passagem por lá durou um ano.
“[É] eu contando a minha história, que completa 40 anos. Misturei tudo”, explica o músico. “Comecei a tocar coisas que, pô, eu gravei no disco ao vivo do Lobão no Hollywood Rock. Coisas que gravei com o Kid no ‘Acústico MTV’. Que gravei com Leo Jaime em 86”, afirma.
O show foi pegando uma cara diferente. Rodrigo achou maneiro. As pessoas começaram a contratá-lo. Queriam curtir essa festa de arromba, essa “Festa Rock”. O músico, íntimo da estrada, dava pinta aonde fosse requisitado: podia ser em festival, palco grande, pequeno.
Repertório
Sim, seu lance é tocar. Nisso, o artista ampliou o repertório. Botou Titãs, Rita Lee, Legião. Além disso, criou uma banda com o baterista João Barone, o Call The Police (há dez anos já), que toca Police e tem em sua formação o guitarrista Andy Summers, do power trio inglês.
“Eu coloquei também, em ‘A Festa Rock’, músicas do The Police”, diz o baixista e violonista, de 62 anos. “E, aproveitando que eu tô tocando com o Barone também, tem Paralamas do Sucesso no show. O espetáculo, então, se tornou uma celebração ao rock e ao pop rock.”
Rodrigo ainda introduziu ao repertório os anos 1990 — “pessoas que foram influenciadas pela gente, pelo Barão, pelos artistas com os quais eu toquei”. “É um show-DJ em que eu praticamente sou um DJ em formato banda e em formato power trio, às vezes quarteto.”
Nascido no Rio de Janeiro, em 1964, o músico se assume eclético. Ouve música desde os cinco, seis anos. Aos onze, apaixonado por Beatles e Bob Dylan, iniciou-se no violão. Pirou legal. Pouco tempo depois, passou a ter aulas com o compositor paraense Nilson Chaves.
“Sabia tudo de MPB”, atesta Rodrigo, cujo estudo o levou a tirar canções de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Chico, Milton Nascimento, Clube da Esquina, Novos Baianos, Secos e Molhados. “E assim foi com o violão e com o baixo. Mas, no baixo, eu fui autodidata.”
Rodrigo criou linhas de baixo que marcaram rock brasileiro
Ouvido atento: Rodrigo se diz baixista eclético – Foto: Divulgação
Foram cinco aulas com Nico Assumpção. Tratava-se de um músico respeitado: tocava com Milton. Rodrigo se recorda de vê-lo em shows instrumentais, de jazz. Tudo ao ar livre, suave, no Parque da Catacumba. Até o início dos anos 80, havia pouco espetáculo de rock no Rio.
Ao mesmo tempo em que enlouquecia ouvindo Led Zeppelin, sacava música brasileira. “Minhas influências de baixo, no Brasil, eram Liminha, Dadi, Didi Gomes, irmão do Pepeu, Arnaldo Brandão, que acompanhou o Caetano em A Outra Banda da Terra”, revela.
Rodrigo tinha um ouvido atento. Escutava de tudo: The Smiths, U2, The Cure, Men At Work, Police. Mas também Bill Haley, Chuck Berry, as orquestras de jazz, tal e qual Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, bem como a tropicália, o rock progressivo e os trovadores.
“No meio dos anos 70 pro final, começou a aparecer uma outra galera, que é a galera do punk, do gótico. New wave era uma mistura de tudo um pouco”, contextualiza. “Você via uma coisa no The Cure, no Smiths outra, New Order, Joy Division, Echo & the Bunnymen.”
Tudo isso se via na geração 80. Rodrigo chegou ao João Penca e Seus Miquinhos Amestrados tendo uma sólida escola de new wave. “Foi muito bacana tocar com os Miquinhos”, afirma, destacando a diversão e o humor inteligente característicos do grupo liderado por Leo Jaime.
De miquinho amestrado a rock estrela — tocou com Leo —, Rodrigo acabou no Lobão. “Ele me chamou quando o Léo Jaime parou e tirou férias. Tinha visto um show meu com o Leo no Maracanãzinho, no Festival Alternativa Nativa, em 88. Gravei quatro discos”, revela.
Sob o sol de Parador
Um deles em Los Angeles (EUA): “Sob o Sol de Parador”, de 1989. Produzido por Liminha, a obra traz “Essa Noite, Não (Marcha a Ré em Paquetá)”. Rodrigo recorda que Lobão e a banda tocavam essa música nos aeroportos: “A gente levava sempre um violão a tiracolo.”
Os artistas costumavam levar um som no saguão do aeroporto às três da manhã, esperando o voo da madrugada: “Tinha muito voo madrugadão antigamente.” De acordo com o baixista, ficava mais barato fazer uma turnê dessa forma, ir para o Nordeste e Norte.
Quando se iniciaram os ensaios, Rodrigo estava com a ideia da linha de baixo em sua cabeça. “É meio que um reggae sem ser reggae, né? Ela não tinha uma estrutura de reggae e ela tinha uma parte B que caía como se fosse um Neil Young e tal. Aí eu fui no meu instinto mesmo, criei um baixo que soasse junto com a divisão do violão. Foi meio isso.”
No Hollywood Rock, em São Paulo, os artistas do Barão Vermelho viram a apresentação de Rodrigo Santos com Lobão. Após o show, numa festa no Hotel Hilton, o empresário Duda Ordunha convida o músico para se juntar aos barões. Dé Palmeira estava pra deixar o baixo.
Rodrigo, contudo, hesitou: “pô, Duda, não dá pra sair.” Dadi Carvalho, que tocara com Mick Jagger, ex-A Cor do Som e Novos Baianos, substituiu Dé no Barão. Gravou “Na Calada da Noite”, mas recebeu convite de Caetano para acompanhá-lo em turnê, ao qual disse “sim”.
Músico virou membro do Barão Vermelho em 1992
Contracapa do LP “Supermercados da Vida”, lançado em 92 – Foto: Flávio Colker
Às oito da manhã, o telefone tocou. Rodrigo atendeu: era o baterista Guto Goffi. À tarde, foi ensaiar para o repertório do LP “Supermercados da Vida”, lançado em 1992. O Barão, nesta época, rodava o país com a turnê — uma porrada! — em que celebrava seus 10 anos de vida.
“Umas duas semanas depois do primeiro ensaio, tinha show do Barão marcado no interior de Minas, se não me engano”, lembra o artista. “Eram os shows que o Dadi não poderia fazer. Foi antes do Imperator, no Rio.” Rodrigo tirou o repertório a partir de uma fita cassete.
De cara, houve sintonia entre ele e os barões. A banda começou a ter backing vocals, pois a voz do baixista combinava com a do vocalista e guitarrista Roberto Frejat. No disco “Carne Crua”, de 1994, o músico assinou, junto de Frejat e Dulce Quental, a faixa “Vida Frágil”.
“Ela tinha me mandado a letra e eu tinha feito um rock’n’roll. Um rock com riff. E tinha mostrado isso pro Frejat. Eu falei: ‘Pô, quer fazer comigo?’ E aí, beleza. Eu tava com outras canções que não mereciam entrar, não quis mostrá-las. Aí eu mostrei essa, ele gostou”, diz.
Rodrigo foi ao estúdio de Frejat. Lá, levaram um som. Quando chegou a hora do ensaio, os seis barões juntos trouxeram a música para um outro lado. Segundo o baixista, a composição estava indo para uma direção mais Doobie Brothers, com guitarras dobradas em terças.
Entrou a percussão, um suingue a mais. “Eu também fui participando disso e achando legal, criei um baixo diferente, porque eu e o Frejat, a gente tinha criado a música, parte A, B e C.” Os músicos mantiveram a estrutura melódica e harmônica, mas mudaram o arranjo rítmico.
No estúdio com os barões
“Ficou sensacional”, avalia Rodrigo Santos. “Criei um baixo do qual gosto muito. O diálogo da gente sempre foi apresentar a canção e, no estúdio, ela criar a própria vida com a soma dos seis. Cara, nós seis tínhamos uma química muito boa de composição e de arranjo.”
Durante as sessões de “Carne Crua”, Rodrigo teve a ideia do backing vocal para a canção “Meus Bons Amigos”. “O amor sem fim…. Aquela terça não tinha. E eu escutava vocais na minha cabeça em algumas músicas. Aí cheguei para o Paulo Junqueira, que produzia o disco. Falei: ‘Cara, eu posso experimentar um negócio lá no estúdio?’”, recorda-se o músico.
Junqueira rebateu: “Não, a música tá pronta, tá pronta.” Rodrigo, então, argumentou: “Cara, eu fico escutando uns backing vocals na minha cabeça. Deixa eu testar um negócio aqui.” O produtor, por fim, cedeu: “Vai lá.” “Quando eu botei o ‘amor sem fim’, que a música subiu, ele apertou o talkback, eu de fone ainda, e falou: ‘Mais 100 mil cópias vendidas.’ Todo mundo que tinha ideia no Barão era assim: vai lá, cara, executa a tua ideia aí, a gente vê.”
No CD “Puro Êxtase”, de 1998, o baixista escreveu a canção “O Sono Vem”. Ele a criou quando conhecera a sua esposa. “Eu a conheci e tal e eu queria encontrá-la, eu não conseguia parar de pensar nela. E depois não conseguia dormir por causa disso também, apaixonado.”
“E eu falei: ‘pô, se eu parar de pensar em você, o sono vem.’ Escrevi essa frase. Tava ouvindo muito U2 na época. Aí eu compus essa música e botei na minha secretária eletrônica para não esquecer. Deixava ali no violão pra lembrar. Não tinha gravadorzinho”, revela Rodrigo.
Foi gravada numa demo de voz e violão. Rodrigo apresentou a música para Frejat, que já chegava com guitarra e uma bateria eletrônica. “Cada um fazia do seu jeito”, conta. O cantor gostou. Levaram-na ao Barão: “cara, o repertório era votação, né?”. Suave, todos gostaram.
Na década de 90, o Barão explodiu. Duplo platina. Houve ainda o “Álbum”, de 96, bem como o ‘Balada MTV’, de 99. “Foi uma coisa espetacular. Teve ainda o lance dos Stones [o Barão abriu os cinco shows do grupo londrino no Brasil, em 1995]”, rememora o baixista.
Em São Paulo, os cariocas tocaram sob uma chuva torrencial no estádio Pacaembu. “A gente foi tocando, chovendo. Os instrumentos todos pararam”, relata Rodrigo. E ainda faltavam duas músicas. E todo mundo gritando debaixo de uma ducha gigante. “Porra, a plateia inteira dizendo: ‘Barão, Barão.’ Por conta da nossa ali raça tocando”, revive Rodrigo.
Barão tirou férias para Frejat se dedicar à carreira solo
Barão após show no Circo Voador: banda gravou em 2005 primeiro DVD – Foto: Fotonauta
A partir de 2001, o Barão Vermelho tirou férias. Frejat queria se dedicar à carreira solo. “Vira um outro Barão, outro momento da vida, uma coisa mais esporádica, para, volta e tal”, comenta Rodrigo Santos. O grupo se juntou em 2004. Foi quando o CD “Barão Vermelho”.
“Neste disco, a gente chegou com umas 30 músicas”, conta. “Cada um chegou com, sei lá, 10 músicas, muitos parceiros, todo mundo compondo com todo mundo.” Rodrigo é autor de três faixas. “Tinha uma quarta, ‘O Estrangeiro’, que eu havia feito com Maurício Barros e Mauro Santa Cecília e que acabou indo para o meu disco solo, meu primeiro disco solo.”
Na volta do Barão em 2017 — sem Frejat nos vocais —, Rodrigo também compôs com os barões. “Eu compus várias músicas também, todo mundo, eu, Suricato, o Maurício, o Guto e tal, já sem o Frejat, né?”, diz. Rodrigo Suricato virou frontman, além de assumir a guitarra.
“E acabou que eu saí do Barão em novembro, né? Antes de sair qualquer disco autoral do Barão, eu lancei no meu disco de 2019 uma música minha com o Suricato. ‘Um de Nós’, o nome da música. E ficou bem bonita”, afirma. “Ela ia para o disco do Barão, que foi lançado autoral depois que eu já tinha saído. É o ‘Viva’. Talvez essa música estivesse nele, não sei.”
Rodrigo decolou como artista solo. Hoje, ele percorre o Brasil. Onde passa, leva “A Festa Rock”. Além disso, anda pelo mundo com o Call The Police, interpretando o repertório da banda inglesa ao lado do guitarrista Andy Summers e do baterista João Barone. Superou o vício em álcool e drogas. Dá palestras, conselhos. Nunca se esqueceu de seus bons amigos.
Em breve, o artista lança “Rodrigo Santos Canta Nelson Motta”, com direção musical do compositor e produtor. No PiriBier, Rodrigo estará acompanhado de dois músicos goianos: Ingrid Lobo, guitarra e backing vocal, e Pedro Brito, bateria. Pode anotar: será uma festona.