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21h. Lista de clientes da Spinumviva já pode ser consultada

9 June 2026 at 21:16
Nesta nova declaração é possível perceber que o primeiro-ministro apresentou um pedido de oposição à consulta da matriz do seu património imobiliário. Ainda, o PS vai votar contra a PSU.

Spinumviva. Clientes já públicos na declaração de Montenegro

9 June 2026 at 20:13
Proteção de dados e consultoria de gestão dominam os serviços prestados pela Spinumviva. A lista, já conhecida, está agora visível na plataforma da Entidade para a Transparência.

© FERNANDO VELUDO/LUSA

Em abril de 2025, a Transparência rejeitou a entrega dos clientes da Spinumviva feita pelo primeiro-ministro

Spinumviva. Clientes já públicos na declaração de Montenegro

9 June 2026 at 20:13
Proteção de dados e consultoria de gestão dominam os serviços prestados pela Spinumviva. A lista, já conhecida, está agora visível na plataforma da Entidade para a Transparência.

© FERNANDO VELUDO/LUSA

Em abril de 2025, a Transparência rejeitou a entrega dos clientes da Spinumviva feita pelo primeiro-ministro

Wider Europe Briefing: Brussels Slams Serbia's Rule Of Law Shortfall

9 June 2026 at 11:14
In this week's briefing, RFE/RL Europe Editor Rikard Jozwiak is drilling down on two issues: a damning rule-of-law assessment for Serbia and the latest Franco-German EU enlargement proposal.

Montenegro e Seguro passaram de inimigos a parceiros?

9 June 2026 at 07:55
Belém e São Bento vivem um clima de tréguas, mas o Governo enfrenta novos impasses no Parlamento. Já Ventura dita exigências para aprovar a Prestação Social Única num verdadeiro mercado da política.

21h. Lista de clientes da Spinumviva já pode ser consultada

9 June 2026 at 21:16
Nesta nova declaração é possível perceber que o primeiro-ministro apresentou um pedido de oposição à consulta da matriz do seu património imobiliário. Ainda, o PS vai votar contra a PSU.

Seguro e Montenegro: três meses a diluir irritantes

8 June 2026 at 18:54
Primeiro-ministro e Presidente já admitem que se complementam e convergem. Montenegro afasta conflitos institucionais com Belém. Boa relação e encontro das terças têm ajudado a aplacar irritantes.

© LUSA

Montenegro pede cooperação com setor privado na saúde

8 June 2026 at 14:45
Primeiro-ministro apela à cooperação entre setores privado, público e social para enfrentar um "ciclo de investimentos significativo", sem prejuízo de SNS ter papel de "esteio" do sistema de saúde.

© LUSA

"Nos anos que precederam a entrada em funções deste Governo, não foi construído um único hospital novo", diz Luís Montenegro

Seguro e Montenegro "completam-se"

7 June 2026 at 16:07
"Está a ver? Assim completamo-nos", respondeu António José Seguro a um português no Luxemburgo. E o primeiro-ministro acrescentou: "É assim que tem de ser".

© TIAGO PETINGA/LUSA

Seguro e Montenegro “completam-se” no Luxemburgo e “é assim que tem de ser”

Um autógrafo numa bandeira nacional no Luxemburgo permitiu hoje ao Presidente da República e ao primeiro-ministro assumirem que se completam e que “é assim que tem de ser”, recebendo um voto de confiança de que “dois homens podem mudar Portugal”.

Luís Montenegro juntou-se hoje ao programa de António José Seguro, que visita o Luxemburgo desde sexta-feira, numa deslocação que marca o arranque das comemorações do Dia de Portugal.

No primeiro ponto conjunto, o primeiro-ministro aguardou alguns minutos pelo Presidente da República e, tal como já tinha acontecido a Seguro na sexta-feira, Montenegro foi abordado pelo emigrante Pedro Teixeira, que tem uma coleção de autógrafos de várias personalidades portuguesas, onde já se conta um do chefe de Estado, que assinou no lado “verde da esperança”.

“Então pronto eu vou aqui para o lado do vermelho”, escolheu Montenegro.

“Está a ver? Assim completamo-nos”, respondeu, de pronto, António José Seguro.

E o primeiro-ministro acrescentou: “É assim que tem de ser”.

Apesar de se confessar desiludido com os políticos, Pedro Teixeira deixou uma confiança nos atuais responsáveis máximos da política portuguesa.

“Independentemente dos partidos, dois homens podem mudar Portugal. E eu deixei de acreditar há muito tempo na política, mas acredito que dois homens podem fazer a diferença”, afirmou.

E recebeu uma garantia do chefe do Governo: “Estamos aqui para isso”.

Antes, os dois tinham trocado algumas palavras com as crianças que os aguardavam com pequenas bandeiras de Portugal na mão.

Seguro quis saber quantas línguas falavam e, quando iam respondendo português, luxemburguês, alemão, francês e inglês, assumiu que nem ele nem o primeiro-ministro conseguiam falar tantos idiomas.

“E o que é que gostam mais em Portugal?”, perguntou, recebendo quase em uníssono a resposta “praia”.

O chefe de Estado pediu então às crianças para transmitirem os elogios às praias portuguesas aos seus amigos para “eles depois contarem aos pais, para poderem fazer férias em Portugal”.

Já Montenegro ouviu uma das alunas dizer que o tinha visto recentemente na televisão e admitiu que “às vezes não é fácil” acompanhar os seus discursos.

“Eu às vezes digo assim umas palavras muito esquisitas, não é? Eu vou tentar não fazer isso muitas vezes”, prometeu.

À tarde, Montenegro e Seguro têm um encontro com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, o último ponto desta deslocação.

Este é o primeiro Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebrado no Luxemburgo e também o primeiro assinalado em conjunto por Seguro e Montnenegro.

As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas prosseguirão depois em território nacional na ilha Terceira (Açores) nos dias 09 e 10 de junho.

PR apela a que Luxemburgo alargue opção curricular de ensino de português

By: LUSA
7 June 2026 at 14:34

VTM

António José Seguro falava numa sessão com alunos que aprendem português no Luxemburgo, país que visita desde sexta-feira e que marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal, a que se juntou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro.

O chefe de Estado salientou que o português “é uma chave que abre portas no mundo inteiro”, falado por 260 milhões de pessoas em quatro continentes.

“Quando estiverem cansados nas aulas, lembrem-se disso. Não estão apenas a aprender uma língua, estão a ligar-se ao mundo”, afirmou.

Aos pais e professores, assegurou que o seu papel “é reconhecido e valorizado pelo Presidente da República de Portugal e também pelo primeiro-ministro”, que tinha discursado minutos antes.

“Deixei aos responsáveis luxemburgueses um apelo claro: que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular do nosso ensino, aqui, num país onde cerca de um terço de residentes é lusófono, onde o português é a segunda língua principal falada em casa pelos alunos do ensino público e isso é relevante para o nosso país”, disse.

Para Seguro, esta é “uma opção decisiva para o fortalecimento de uma comunidade dinâmica e coesa”.

O Presidente da República e o primeiro-ministro encontraram-se hoje com alunos portugueses no Centro Cultural Artikuss de Sanem.

“Olhar para esta sala e ver estes rostos cheio de energia, cheios de futuro, é ver Portugal vivo no centro da Europa e perceber melhor do que qualquer discurso poderia explicar, porque é que escolhi o Luxemburgo para celebrar o primeiro dia de Portugal no meu mandato”, afirmou Seguro.

O chefe de Estado voltou a agradecer às autoridades luxemburguesas a forma como tem tratado a comunidade portuguesa, que classificou como “uma força do Luxemburgo”.

Para Seguro, ter dois países “não significa ter um coração dividido, significa ter um coração maior, onde cabem dois países e dois povos extraordinários”.

“Portugal está nos vossos avós que ligam pelo telefone. Está na comida que a vossa mãe faz ao fim de semana, ou o vosso pai. Está nas histórias que ouviram contar. Está nas músicas que conhecem sem saber bem quando as aprenderam. E acima de tudo, está na língua que estão a aprender aqui nesta sala”, disse.

O Presidente da República assegurou que “Portugal está sempre de braços abertos” para receber estes emigrantes, quer seja de férias, quer seja para construírem uma vida num país “que precisa de todos”.

“Continuem a falar português em casa. E quando alguém vos perguntar de onde são, digam com a cabeça erguida e um sorriso, sou português, do Luxemburgo e de Portugal”, pediu.

PRIMEIRO MINISTRO

Também no Luxemburgo, o primeiro-ministro prometeu hoje que o Governo tudo fará para “garantir condições” aos que continuam a querer ensinar português no estrangeiro, apontando a língua como “o elo mais eficaz e mais vivo” para manter a ligação entre toda a comunidade.

“Àqueles que continuam a querer ensinar português, que continuam a servir o interesse de Portugal, quero transmitir-vos que nós não deixaremos de tudo fazer para garantir as condições para que esse trabalho possa ser continuado e para garantir que este elo que liga a nossa comunidade”, afirmou Luís Montenegro.

À entrada para um encontro com alunos que aprendem português, dois professores e delegados sindicais no Luxemburgo tinham abordado o Presidente da República e o primeiro-ministro para lhe pedirem que olhem “com o coração” para o futuro regime jurídico do ensino do português no estrangeiro.

Bruno Silva, professor e delegado sindical, entregou-lhes uma proposta relativa à rede de ensino português no estrangeiro (EPE), apelando a que a transição para o novo regime seja feita “com cautela”.

“Há um aspeto fulcral que está a pôr em pânico todos os professores que estão neste momento na rede EPE: a transição que tenha de ser feita, tem de ser feita com pés e cabeça, ou seja, não se pode descartar os professores que estão na rede neste momento para o próximo regime jurídico”, disse.

O sindicalista avisou que tem de se assegurar que se mantém a qualidade do ensino português no estrangeiro e que não haja “um ano zero”.

“Vamos aguardar que a negociação corra bem”, disse o primeiro-ministro.

“Vamos analisar”, corroborou o Presidente da República.

Em causa está a possibilidade de redução dos períodos das comissões de serviço e a limitação do número de renovações, sobretudo se aplicadas com caráter retroativo.

Os professores de português no estrangeiro afirmam que a introdução destas limitações criaria um “grave fator de instabilidade estrutural” numa rede que depende da continuidade e do investimento contínuo dos profissionais.

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Montenegro promete “garantir condições” aos que ensinam português no estrangeiro

O primeiro-ministro prometeu hoje que o Governo tudo fará para “garantir condições” aos que continuam a querer ensinar português no estrangeiro, apontando a língua como “o elo mais eficaz e mais vivo” para manter a ligação entre toda a comunidade.

“Àqueles que continuam a querer ensinar português, que continuam a servir o interesse de Portugal, quero transmitir-vos que nós não deixaremos de tudo fazer para garantir as condições para que esse trabalho possa ser continuado e para garantir que este elo que liga a nossa comunidade”, afirmou Luís Montenegro, numa breve intervenção no Centro Cultural Artikuss de Sanem, no Luxemburgo, onde hoje se juntou à visita do Presidente da República ao país.

À entrada para um encontro com alunos que aprendem português, dois professores e delegados sindicais no Luxemburgo tinham abordado o Presidente da República e o primeiro-ministro para lhe pedirem que olhem “com o coração” para o futuro regime jurídico do ensino do português no estrangeiro.

Bruno Silva, professor e delegado sindical, entregou-lhes uma proposta relativa à rede de ensino português no estrangeiro (EPE), apelando a que a transição para o novo regime seja feita “com cautela”.

“Há um aspeto fulcral que está a pôr em pânico todos os professores que estão neste momento na rede EPE: a transição que tenha de ser feita, tem de ser feita com pés e cabeça, ou seja, não se pode descartar os professores que estão na rede neste momento para o próximo regime jurídico”, disse.

O sindicalista avisou que tem de se assegurar que se mantém a qualidade do ensino português no estrangeiro e que não haja “um ano zero”.

“Vamos aguardar que a negociação corra bem”, disse o primeiro-ministro.

“Vamos analisar”, corroborou o Presidente da República.

Em causa está a possibilidade de redução dos períodos das comissões de serviço e a limitação do número de renovações, sobretudo se aplicadas com caráter retroativo.

Os professores de português no estrangeiro afirmam que a introdução destas limitações criaria um “grave fator de instabilidade estrutural” numa rede que depende da continuidade e do investimento contínuo dos profissionais.

Em maio, a Federação Nacional da Educação (FNE) lamentou, em comissão parlamentar, desconhecer por completo a proposta sobre a alteração do regime jurídico do Ensino de Português no Estrangeiro que está, atualmente, a aguardar parecer do Ministério das Finanças.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou, a 07 de abril, no parlamento, que iria haver uma revolução no ensino da língua portuguesa no estrangeiro.

Na sua breve intervenção, Montenegro partilhou com os cerca de 150 alunos que aprendem português “a alegria e comoção” com que ouviu a forma como falaram de Portugal, depois de várias crianças terem expressado, numa frase, o que significava o país para elas – umas falaram na praia, outras em presentes de Natal e várias na família distante.

“A língua é um elemento fundamental para manter viva essa chama, a língua é um elemento fundamental para nos aproximar. E hoje a língua é também um ativo económico importante para abrir mais horizontes de interação entre o nosso país, a nossa comunidade, as nossas empresas e a nossa rede espalhada pelo mundo”, disse.

O primeiro-ministro salientou que a dimensão de Portugal é maior do que a geográfica e apontou como exemplo a recente eleição para o Conselho de Segurança das Nações Unidas como membro não permanente.

“Numa eleição que disputávamos com a Alemanha e a Áustria, fomos o país mais votado”, frisou.

À tarde, Montenegro e Seguro têm um encontro com a comunidade portuguesa no Luxemburgo, o último ponto desta deslocação.

Este é o primeiro Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas assinalado no Luxemburgo e também o primeiro assinalado em conjunto por Seguro e Montnenegro.

As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas prosseguirão depois em território nacional na ilha Terceira (Açores) nos dias 09 e 10 de junho.

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