André Ventura referiu-se à reunião que terá com o primeiro-ministro na quinta-feira, antecipando que lhe dirá que "não há caminho para andar" se não aceitar as reivindicações que o Chega tem colocado.
André Ventura referiu-se à reunião que terá com o primeiro-ministro na quinta-feira, antecipando que lhe dirá que "não há caminho para andar" se não aceitar as reivindicações que o Chega tem colocado.
O líder do Chega indicou que a reunião em princípio será no dia 11 de junho, mas não quis dizer qual das partes propôs esse encontro. Ventura referiu que ficará decidido o destino da reforma laboral.
O presidente do Chega atira uma decisão sobre a reforma laboral para depois do encontro. Ainda, o PSD acusa o Chega de apresentar propostas que põem em causa a sustentabilidade da segurança social.
Segundo a CGTP, a proposta da lei laboral dificulta o reconhecimento do contrato de trabalho, aumenta a precariedade e permite o despedimento de trabalhadores com direitos.
O secretário-geral do PCP diz que a greve geral de quarta-feira “isolou o Governo” na defesa das alterações à lei laboral. Ainda neste jornal, a visita de Seguro e Montenegro ao Luxemburgo.
Paulo Raimundo afirmou que o Governo está "com receio e apressado" e que o debate sobre o pacote laboral marcado para 18 de junho "revela que está com medo e está com pressa".